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CAPITANIA INDEPENDENTE DO MATO GROSSO <ul><li>Graças à expansão bandeirante além dos limites previstos pelo Tratado de Tor...
EXPANSÃO BANDEIRANTE
1748 – Criação da Capitania Independente do Mato Grosso <ul><li>Aos 9 de maio de 1748: </li></ul><ul><ul><li>Portugal deci...
CONSEQUÊNCIA IMEDIATA <ul><li>A criação da capitania mato-grossense possibilitou a fixação dos portugueses naquelas terras...
RECAPITULANDO <ul><li>TRATADOS DE LIMITES </li></ul><ul><li>1493: Bula  Inter Coetera : limite de 100 léguas a leste de Ca...
TRATADO DE MADRI <ul><li>A posse foi assegurada em 1750 pelo Tratado de Madri assinado entre a Espanha e Portugal. </li></...
1750 - TRATADO DE MADRI <ul><li>Soberania espanhola na Colônia de Sacramento </li></ul><ul><li>Soberania portuguesa na reg...
UTI POSSIDETIS <ul><li>Origem: latim </li></ul><ul><li>uti possidetis, ita possideatis </li></ul><ul><li>Tradução: &quot;c...
TRATADOS POSTERIORES <ul><li>1756: Tratado de El Pardo - revogação do Tratado de Madrid. </li></ul><ul><li>1777: Tratado d...
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ANTONIO ROLIM DE MOURA TAVARES (1748 A 1763) <ul><li>Conde de Azambuja </li></ul><ul><li>Foi nomeado antes da assinatura d...
Ordens da coroa portuguesa <ul><li>FUNÇÕES DO CAPITÃO </li></ul><ul><li>Fixar-se na cabeça do governo do Mato Grosso, onde...
RIO GUAPORÉ
Ordens da coroa portuguesa <ul><li>FUNÇÕES DO CAPITÃO </li></ul><ul><li>Navegar constantemente pelo Guaporé fiscalizando a...
PRIMEIRA CAPITAL <ul><li>Fundação: 19 de março de 1752 (região do sítio Pouso Alegre) à margem direita do vale do rio Guap...
Governo de João Pedro da Câmara (1763 – 1769) <ul><li>O novo governador procurou organizar a defesa militar da capitania p...
Governo de Luís Pinto de Souza Coutinho (1769 – 1771) <ul><li>A sua grande ação no Mato Grosso resume apenas na expulsão d...
1767: O POVOADO DE IGUATEMI <ul><li>Extremo sul do Mato Grosso: total abandono. </li></ul><ul><ul><li>Vulnerável à expansã...
Governo de Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>Luiz de Cáceres foi o governador mais importa...
Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789)
Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>Estabelece às margens do rio Guaporé, em 20 de junho de ...
ALBUQUERQUE <ul><li>Fundada aos 21 de setembro de 1778, a povoação de Albuquerque, hoje região conhecida como Corumbá. </l...
<ul><li>Estabelece entre Cuiabá e Vila Bela, a construção da Vila de São Luiz de Cáceres ou Vila Maria aos 6 de outubro de...
Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>Na tentativa de dominar a navegação do Pardo até o Taqua...
Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>1775: Construção do Forte de Nova Coimbra </li></ul><ul>...
Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>1778: Construção do Forte Albuquerque </li></ul><ul><ul>...
MUDANÇA DE NOME <ul><li>Devemos perceber que pelo simples fato de se mudar o nome de uma região, ou rio, implica na posse ...
<ul><li>1 - Forte Príncipe da Beira </li></ul><ul><li>2 - Vila Maria </li></ul><ul><li>3 - São Pedro de El-Rei </li></ul><...
AÇÕES DE LUÍS DE CÁCERES <ul><li>1 - Forte Príncipe da Beira </li></ul><ul><li>2 - Vila Maria </li></ul><ul><li>3 - São Pe...
João de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1789-1796) <ul><li>Dom João de Cáceres assume a administração do Mato Gross...
DISPUTAS TERRITORIAIS <ul><li>Com a pretensão de conquistar a região sul dos Xaraés, muitos povoados são fundados na regiã...
<ul><li>Com as ações de Dom Cáceres os limites do sul do Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, estavam praticamente defini...
CAETANO PINTO DE MIRANDA MONTENEGRO (1796-1804) <ul><li>No ano de 1797 funda às margens do rio Mondego  as edificações do ...
<ul><li>Fez um bom governo no Mato Grosso, além de realizar diversos feito militares, como a resistência de Ricardo Franco...
Mensagem de Don Lázaro Ribera a Ricardo Franco <ul><li>A Bordo de la goleta Nuestra Señora del Carmem, 17 de Septiembre, 1...
<ul><li>Forte Coimbra, 17 de Setembro de 1801 </li></ul><ul><li>Tenho a honra de responder a V. Excia., categoricamente, q...
BATALHA ENTRE PORTUGUESES E ESPANHÓIS (1801) <ul><li>A receber a resposta de Ricardo Franco, Don Ribera manda abrir fogo c...
RESULTADOS DA BATALHA <ul><li>Animados com o feito de Ricardo Franco, a guarnição presente no presídio de Miranda se reuni...
A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E O MT <ul><li>Principais acontecimentos do período </li></ul><ul><ul><li>A transferência da cap...
REFERÊNCIA <ul><li>A epopéia de Antônio João – Raul Silveira de Mello. </li></ul><ul><li>História e Geografia do Mato Gros...
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História do Mato Grosso do Sul - Ocupação do território - 2ª parte - Final do período colonial. Prof. Marco Aurelio Gondim [www.gondim.net]

  1. 1. HISTÓRIA DO MATO GROSSO DO SUL OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO PERÍODO COLONIAL 2ª PARTE Prof. Marco Aurélio Gondim www.marcoaurelio.tk
  2. 2. CAPITANIA INDEPENDENTE DO MATO GROSSO <ul><li>Graças à expansão bandeirante além dos limites previstos pelo Tratado de Tordesilhas, ocorre: </li></ul><ul><ul><li>Busca de novas fontes de riquezas </li></ul></ul><ul><ul><li>Descoberta do ouro em Cuiabá </li></ul></ul><ul><ul><li>Acirramento da disputa pela demarcação territorial entre lusos e castelhanos. </li></ul></ul>
  3. 3. EXPANSÃO BANDEIRANTE
  4. 4. 1748 – Criação da Capitania Independente do Mato Grosso <ul><li>Aos 9 de maio de 1748: </li></ul><ul><ul><li>Portugal decidiu desmembrar a zona aurífera mato-grossense da capitania paulista (João V) </li></ul></ul><ul><li>Facilitação da administração e o controle da extração do ouro. </li></ul><ul><li>A região passou a contar com um rigoroso aparato administrativo e militar que propiciou a defesa da região. </li></ul>
  5. 5. CONSEQUÊNCIA IMEDIATA <ul><li>A criação da capitania mato-grossense possibilitou a fixação dos portugueses naquelas terras. </li></ul>
  6. 6. RECAPITULANDO <ul><li>TRATADOS DE LIMITES </li></ul><ul><li>1493: Bula Inter Coetera : limite de 100 léguas a leste de Cabo Verde para a exploração luso-castelhana </li></ul><ul><li>1494: Tratado de Tordesilhas: acima de 370 léguas a leste de Cabo Verde, exploração castelhana; menos que isso, exploração lusa. </li></ul><ul><li>1680: Fundação da Colônia de Sacramento (atual Uruguai). </li></ul><ul><ul><li>Estabelecimento de colonos portugueses na região. </li></ul></ul><ul><li>1681: Tratado de Lisboa - soberania de Portugal na Colônia de Sacramento (acordo rompido posteriormente). </li></ul><ul><li>1713 e 1715: Tratado de Utrecht - Rio Oiapoque como divisa entre Brasil e Guiana Francesa; confirmação da soberania portuguesa na Colônia de Sacramento. </li></ul>
  7. 7. TRATADO DE MADRI <ul><li>A posse foi assegurada em 1750 pelo Tratado de Madri assinado entre a Espanha e Portugal. </li></ul><ul><li>Princípio: uti possidetis </li></ul>
  8. 8. 1750 - TRATADO DE MADRI <ul><li>Soberania espanhola na Colônia de Sacramento </li></ul><ul><li>Soberania portuguesa na região de “Sete Povos das Missões” e nas terras a oeste da Linha de Tordesilhas, exploradas pelos bandeirantes. </li></ul><ul><li>Princípio do Uti Possidetis : Portugal garante a posso sobre as terras ocupadas ao longo dos séculos XVI e XVII. </li></ul>
  9. 9. UTI POSSIDETIS <ul><li>Origem: latim </li></ul><ul><li>uti possidetis, ita possideatis </li></ul><ul><li>Tradução: &quot;como possuís, assim possuais&quot; </li></ul>
  10. 10. TRATADOS POSTERIORES <ul><li>1756: Tratado de El Pardo - revogação do Tratado de Madrid. </li></ul><ul><li>1777: Tratado de Santo IIdefonso - restabelecimento do Tratado de Madrid. </li></ul><ul><ul><li>Portugal perde, porém, a Colônia do Sacramento e grande parte da região dos Sete Povos das Missões. </li></ul></ul><ul><li>1801: Tratado de Badajoz - Colônia de Sacramento para a Espanha e os Sete Povos das Missões para Portugal. </li></ul>
  11. 11. professormala@bol.com.br Prof. Teko
  12. 12. ANTONIO ROLIM DE MOURA TAVARES (1748 A 1763) <ul><li>Conde de Azambuja </li></ul><ul><li>Foi nomeado antes da assinatura do acordo de Madrid por carta régia aos 22 de setembro de 1748 </li></ul><ul><li>O primeiro Capitão General da Capitania Independente do Mato Grosso </li></ul><ul><li>Rolim de Moura trazia consigo instruções dos negócios ultramarinos. </li></ul>
  13. 13. Ordens da coroa portuguesa <ul><li>FUNÇÕES DO CAPITÃO </li></ul><ul><li>Fixar-se na cabeça do governo do Mato Grosso, onde deveria o governo do distrito fazer sua residência. </li></ul><ul><li>Ir à Cuiabá e as outra minas do mesmo governo, quando assim pedir o bem do serviço e a utilidade dos moradores. </li></ul><ul><li>Manter constante vigilância na região e evitar desavenças com os castelhanos vizinhos da região aurífera. </li></ul><ul><li>Construir a capital daquela nova capitania às margens do vale do rio Guaporé, assegurando assim a posse da região e servindo de anteparo às pretensões dos castelhanos; </li></ul>
  14. 14. RIO GUAPORÉ
  15. 15. Ordens da coroa portuguesa <ul><li>FUNÇÕES DO CAPITÃO </li></ul><ul><li>Navegar constantemente pelo Guaporé fiscalizando a região e impedir que os moradores do Mato Grosso estabelecessem comércio com os espanhóis. </li></ul><ul><li>Rígido controle parA se evitar o contrabando em terras lusitanas. </li></ul><ul><li>Respeitar as possessões dos castelhanos em regiões circunvizinhas. </li></ul><ul><ul><li>O objetivo do governo luso foi garantir a posição de domínio sobre o Guaporé, para daí controlar a navegação até o rio Madeira, o que permitiria a comunicação desse interior diretamente com o oceano Atlântico. </li></ul></ul>
  16. 16. PRIMEIRA CAPITAL <ul><li>Fundação: 19 de março de 1752 (região do sítio Pouso Alegre) à margem direita do vale do rio Guaporé, a primeira capital do Mato Grosso: </li></ul><ul><ul><li>Vila Bela da santíssima Trindade do Mato Grosso </li></ul></ul><ul><ul><li>capital da capitania até o ano de 1822. </li></ul></ul><ul><li>Vila Bela é fundada de acordo com as prerrogativas do Tratado de Madrid. </li></ul><ul><li>De Vila Bela via-se claro que o problema se decompunha em duas partes: </li></ul><ul><li>Absorver a navegação do Madeira </li></ul><ul><li>Paralisar as hostilidades das vizinhas aldeias dos Moxos e dos Chiquitos </li></ul>
  17. 17. Governo de João Pedro da Câmara (1763 – 1769) <ul><li>O novo governador procurou organizar a defesa militar da capitania procurando desta forma assegurar a posse da região e manter a vigilância sobre a fronteira. </li></ul><ul><li>Para desenvolver tal ação funda o Forte da Conceição, mas como não contava com um grande contingente </li></ul><ul><li>Na administração de Pedro Câmara, estabeleceu-se uma constante vigilância no Guaporé </li></ul>
  18. 18. Governo de Luís Pinto de Souza Coutinho (1769 – 1771) <ul><li>A sua grande ação no Mato Grosso resume apenas na expulsão dos jesuítas da região. </li></ul><ul><li>Os jesuítas (inacianos) eram contra o apresamento de índios na região. </li></ul><ul><li>Deve-se salientar que a base da mão-de-obra mato-grossense no período era a indígena. </li></ul>
  19. 19. 1767: O POVOADO DE IGUATEMI <ul><li>Extremo sul do Mato Grosso: total abandono. </li></ul><ul><ul><li>Vulnerável à expansão Castelhana </li></ul></ul><ul><li>Dom Luís de Sousa: </li></ul><ul><ul><li>Devia expandir o território luso para o sul do MT </li></ul></ul><ul><ul><li>Assegurar as terras antes dos espanhóis </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconheceu as região do rio Tibagi, fundando a colônia do Iguatemi e também um presídio </li></ul></ul><ul><li>A colônia do Iguatemi foi o primeiro passo do governo para a posse efetiva da região da fronteira sul. </li></ul>
  20. 20. Governo de Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>Luiz de Cáceres foi o governador mais importante do Mato Grosso no período colonial. </li></ul><ul><li>Considerado o responsável por consolidar as pretensões portuguesas em terras mato-grossenses. </li></ul><ul><li>AÇÕES: </li></ul><ul><ul><li>Reconhecimento da região </li></ul></ul><ul><ul><li>1775: ocupação da região conhecida como “Fecho dos Morros” </li></ul></ul><ul><ul><li>Fundação do “Forte Coimbra” </li></ul></ul><ul><ul><li>Assegura a navegação no baixo Paraguai e consolida a presença portuguesa na região. </li></ul></ul>
  21. 21. Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789)
  22. 22. Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>Estabelece às margens do rio Guaporé, em 20 de junho de 1776, as primeiras bases para a construção do Forte Príncipe da Beira. </li></ul><ul><li>Como consequência do Tratado de Santo Ildefonso - seguindo as determinações que recebera - no ano de 1778, com o objetivo de ampliar a posse portuguesa na região e assegura a margem direita do rio Paraguai. </li></ul>
  23. 23. ALBUQUERQUE <ul><li>Fundada aos 21 de setembro de 1778, a povoação de Albuquerque, hoje região conhecida como Corumbá. </li></ul><ul><li>A região de Corumbá chegou a ser conhecida por Nova Albuquerque, visto que a região do povoado de Albuquerque situa-se a cerca de 70 km da atual cidade de Corumbá. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Estabelece entre Cuiabá e Vila Bela, a construção da Vila de São Luiz de Cáceres ou Vila Maria aos 6 de outubro de 1778. Hoje: Cáceres. </li></ul><ul><li>A Vila Maria assegurou estrategicamente aos portugueses a posse dos rios Paraguai e Guaporé. </li></ul><ul><li>Aos 21 de janeiro de 1781, funda o povoado de São Pedro de El-Rei, atual Poconé. </li></ul><ul><li>El-Rei era ponto intermediário entre Cuiabá e a Vila Maria, por isso de grande valor estratégico. </li></ul>Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789)
  25. 25. Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>Na tentativa de dominar a navegação do Pardo até o Taquari, organiza duas excursões com o objetivo expresso de investigar toda a região navegável para que pudessem estabelecer como posse definitiva dos portugueses. </li></ul><ul><li>Nova identificação para a região. Desta forma, a ordem de Dom Cáceres era mudar o nome do rio Mboteteú para Mondego (Miranda) e ao Embotetey ou Uacogo de Aquidauana. </li></ul>
  26. 26. Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>1775: Construção do Forte de Nova Coimbra </li></ul><ul><ul><li>Margem direita do rio Paraguai </li></ul></ul><ul><li>1778: Construção do Forte de Nossa senhora do Carmo do Rio Mondego (Miranda). </li></ul><ul><ul><li>População do vilarejo formada em sua maioria por índios. </li></ul></ul><ul><ul><li>Casas de adobe e pau-a-pique. </li></ul></ul><ul><ul><li>Miranda torna-se uma vila em 1859. </li></ul></ul>
  27. 27. Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1771-1789) <ul><li>1778: Construção do Forte Albuquerque </li></ul><ul><ul><li>Atual Corumbá </li></ul></ul><ul><ul><li>Elevada a vila em 1850 </li></ul></ul><ul><ul><li>Região de difícil acesso </li></ul></ul><ul><ul><li>Navegação pela bacia Platina </li></ul></ul>
  28. 28. MUDANÇA DE NOME <ul><li>Devemos perceber que pelo simples fato de se mudar o nome de uma região, ou rio, implica na posse direta dos responsáveis pela nova identificação, mas é bom salientar que mesmo com o feito de Cáceres ele não consegue estabelecer um domínio ao sul de Camapuã. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>1 - Forte Príncipe da Beira </li></ul><ul><li>2 - Vila Maria </li></ul><ul><li>3 - São Pedro de El-Rei </li></ul><ul><li>4 - Forte Coimbra </li></ul><ul><li>5 - Albuquerque </li></ul><ul><li>6 - Corumbá </li></ul>
  30. 30. AÇÕES DE LUÍS DE CÁCERES <ul><li>1 - Forte Príncipe da Beira </li></ul><ul><li>2 - Vila Maria </li></ul><ul><li>3 - São Pedro de El-Rei </li></ul><ul><li>4 - Forte Coimbra </li></ul><ul><li>5 - Albuquerque </li></ul><ul><li>6 - Corumbá </li></ul>1
  31. 31. João de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres (1789-1796) <ul><li>Dom João de Cáceres assume a administração do Mato Grosso aos 20 de novembro de 1789 </li></ul><ul><li>Sua administração não correspondeu à expectativa dos mato-grossenses, que esperavam, pelo menos, ações similares às do irmão e antecessor. </li></ul><ul><li>Sua administração não foi uma das melhores, pois revelou-se como prepotente e vaidoso, praticando diversos atos arbitrários. </li></ul><ul><li>Dentro do seu governo merece destaque o Tratado de Paz e Aliança Eterna com os índios guaicurus, assinado em 1° de agosto de 1791. </li></ul>
  32. 32. DISPUTAS TERRITORIAIS <ul><li>Com a pretensão de conquistar a região sul dos Xaraés, muitos povoados são fundados na região, como Coimbra e Albuquerque. </li></ul><ul><li>Mas, aos poucos os espanhóis percebem tal movimentação portuguesa e, no ano de 1792, fundam à margem esquerda do rio Apa o Forte de São José, na expectativa de defender as suas terras da expansão lusa na região. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Com as ações de Dom Cáceres os limites do sul do Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, estavam praticamente definidos, porém existia a necessidade agora de defender as suas possessões. </li></ul><ul><li>No ano de 1796, assume a administração Caetano Pinto de Miranda Montenegro. </li></ul>
  34. 34. CAETANO PINTO DE MIRANDA MONTENEGRO (1796-1804) <ul><li>No ano de 1797 funda às margens do rio Mondego as edificações do Presídio de Miranda. </li></ul><ul><li>Levantada a edificação, chamada de presídio, passa a ocupá-la um destacamento militar que tinha por missão policiar as terras que se estendiam até o rio Apa. </li></ul><ul><li>Ao seu redor, formou-se um povoado de índios mansos, que deu origem a atual cidade de Miranda. </li></ul>
  35. 35. <ul><li>Fez um bom governo no Mato Grosso, além de realizar diversos feito militares, como a resistência de Ricardo Franco no Forte Coimbra contra a investida dos espanhóis. </li></ul><ul><li>Dom Lázaro da Ribeira Espinoza, toma para si a incumbência de expulsar a presença lusa da região. </li></ul><ul><li>Armou-se com cerca de 600 a 800 homens armados de canhões e intimou a rendição do Forte Coimbra, que contava com cerca de apenas 100 homens. </li></ul>CAETANO PINTO DE MIRANDA MONTENEGRO (1796-1804)
  36. 36. Mensagem de Don Lázaro Ribera a Ricardo Franco <ul><li>A Bordo de la goleta Nuestra Señora del Carmem, 17 de Septiembre, 1801 </li></ul><ul><li>Ayer ala tarde, tuve el honor de contestar el fuego que V.S. hiso de esse fuerte; y habiendo reconocido que las fuerzas com que voy imediatamente a atacarlo son muy superiores a las de V.S. no puedo menos vaticinarle el ultimo infortunio; pero, com los vassalos de S. M. Catolica saben respetar las leyes de la humanidad, aun en medio de la guerra, portanto pido a V.S. si rienda alas armas del Rey, mi amo, pues de lo contrario, a cañon y espada, decidiré de la suerte de Coimbra, sufriendo su desgraciada guarnición todas las extremidades de la guerra, e cuyas se verá libre V. S. si conveniere con mi propuesta, contestando categoricamente esta en el termino de uma hora.” </li></ul>
  37. 37. <ul><li>Forte Coimbra, 17 de Setembro de 1801 </li></ul><ul><li>Tenho a honra de responder a V. Excia., categoricamente, que a desigualdade de forças foi sempre um elemento de que muito animou os portugueses a não desamparar o seu posto, de defendê-lo até à última extremidade, a repelir o inimigo e sepultar-se debaixo das ruínas do forte que lhe foi confiado. Nesta resolução está toda a gente deste presídio, que tem a distinta honra de ver em frente da excelsa pessoa de V. Excia., a quem Deus guarde. </li></ul>Mensagem de Ricardo Franco a Don Lázaro Ribera
  38. 38. BATALHA ENTRE PORTUGUESES E ESPANHÓIS (1801) <ul><li>A receber a resposta de Ricardo Franco, Don Ribera manda abrir fogo contra o Forte. </li></ul><ul><li>Por terra diversos homens tentam invadir a fortificação. </li></ul><ul><li>Mas, devido à ação e estratégia dos homens de Coimbra, Don Ribera é obrigado a recuar e retirar-se da região. </li></ul><ul><li>Temendo um provável retorno de Ribera, Coimbra pede reforços ao governador que imediatamente entra em contanto com São Paulo. </li></ul><ul><li>Este último responde prontamente enviando reforços ao Mato Grosso. </li></ul>
  39. 39. RESULTADOS DA BATALHA <ul><li>Animados com o feito de Ricardo Franco, a guarnição presente no presídio de Miranda se reuniu com os índios guaicurus e marcharam para o Apa. </li></ul><ul><li>Comandados pelo tenente Francisco Rodrigues do Prado atacam o Forte São José no dia 19 do mesmo mês, com cerca de aproximadamente, 54 soldados e 297 índios. </li></ul><ul><li>O tenente Ricardo Franco de Almeida Serra foi recompensado pelo grandioso feito com a patente de Coronel, trezentos mil réis e o hábito de São Bento de Avis. </li></ul>
  40. 40. A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E O MT <ul><li>Principais acontecimentos do período </li></ul><ul><ul><li>A transferência da capital para Cuiabá </li></ul></ul><ul><ul><li>A Rusga </li></ul></ul><ul><ul><li>A Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai </li></ul></ul><ul><li>O rio Paraguai na comunicação e transporte após o final do século XIX </li></ul><ul><li>Sistema produtivo: extrativismo, usinas de açúcar e pecuária </li></ul><ul><li>O panorama social: a questão da escravidão </li></ul><ul><li>A cultura mato-grossense no século XIX </li></ul>
  41. 41. REFERÊNCIA <ul><li>A epopéia de Antônio João – Raul Silveira de Mello. </li></ul><ul><li>História e Geografia do Mato Grosso do Sul – Gressler, Vasconcelos e Souza. </li></ul><ul><li>História Global – Gilberto Cotrim. </li></ul><ul><li>A Guerra do Paraguai – Acyr Vaz Guimarães. </li></ul><ul><li>Mato Grosso do Sul. Criação e instalação. </li></ul><ul><li>História do Mato Grosso do Sul - Hildebrando Campestrini. </li></ul><ul><li>Mato Grosso do Sul: a construção de um Estado - Marisa Bittar. </li></ul><ul><li>Notas de aula do Prof. Teko (obrigado, caríssimo.) </li></ul>
  42. 42. Prof. Marco Aurélio Gondim www.marcoaurelio.tk

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