A pequena missionáriaPaula era uma menina de quem todos gostavam. Transmitia felicidade em todas as horas. Eraassim porque...
A paz está em Jesus... Os vizinhos precisam saber                     Em um lugar bem distante daqui, havia um menino cham...
Pedrinho, um missionárioPedrinho era um menino muito especial, pois todas as vezes que seu pai viajava quase sempre ele ia...
Um amigo na segunda milhaRúben era um menino Judeu que morava na Palestina, no tempo em que Jesus vivia lá,ensinando e aju...
- Vou a Roma. - respondeu o soldado.-Tão longe! - disse Rúben - Então deixe-me levar o saco mais outra milha.- Muito obrig...
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A pequena missionária

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A pequena missionária

  1. 1. A pequena missionáriaPaula era uma menina de quem todos gostavam. Transmitia felicidade em todas as horas. Eraassim porque tinha Jesus no seu coração. Desde pequena ia a EBD aprender a palavra de Deus.Por ser muito estudiosa e tirar boas notas, ela conseguiu uma bolsa no melhor colégio. Só quena escola existia um grupo de meninas que humilhava Paula, por ela ser pobre. Elas riam dePaula por qualquer motivo e ficavam sempre contando vantagens como: viagens que faziam àDisney, os presentes que ganhavam e outras coisas mais. Mas Paula nem ligava, ficavatranqüila, ela aprendeu na palavra de Deus que quem tem Jesus tem tudo! Por isso mesmo, elacontinuava feliz!O aniversário dela estava chegando e a mãe dela disse pra ela convidar as amigas do colégiopoque ia fazer uma festinha pra ela e seria na EBD. Paula gostou da idéia e pensou que seriauma oportunidade pra falar de Jesus ás coleguinhas, pois as tias iam contar histórias comfantoches. Ao chegar no colégio ela convidou as coleguinhas, muitas se animaram pois seriauma coisa diferente. Mas entre elas havia uma menina chamada Cláudia. Era uma meninainsuportável, com o nariz sempre empinado pensando que era a tal! Cláudia começou a rir. "-Aniversário na igreja? Que coisa mais cafona!".Neste dia aconteceu algo... Na hora do recreio o portão sempre ficava fechado, ninguém podiasair. Mas naquele dia, que surpresa! O portão estava aberto, alguém esqueceu de fechar. Asmeninas, ao ver o portão aberto, saíram correndo. Menos Paula. Ela lembrou dos ensinamentosde seus pais sobre a obediência. As meninas disseram: "- Você é uma bobona! Lá fora tempipoca, cachorro quente muitas coisa gostosas...". Mas ao sairem correndo não viram um carroque vinha em alta velocidade... O carro pegou em cheio Cláudia! Gritos, choros a maiorconfusão. Cláudia foi levada pro hospita, ela eatava muito machucada! Paula sentiu desejo deorar por ela e no outro dia foi visitá-la. Quando chegou lá, teve vontade de voltar, pois lembrouque aquela menina zombava muito dela. Lembrou-se então, de que na igreja havia feito umpropósito com Deus, ser missionária! Levar a palavra de Deus a todos. Isso foi numa manhã naEBD, quanto a tia orou por ela. Será que aquele propósito foi só num momento de emoção? Apalavra de Deus ensina que devemos amar e orar por aqueles que nos perseguem. Paula encheu-se de coragem e entrou . Cláudia levou um susto ao ver Paula bem ali na sua frente, justo aquelamenina que ela sempre criticava. Os pais de Cláudia perguntaram por que naquele dia Paulanão fugiu do colégio? Paula respondeu: "É porque Jesus mora no meu coração! E quando temosEle aqui dentro de nós, somos diferentes mesmo sendo crianças". Os pais de Cláudia nuncatinha visto uma garota assim. E também eles nunca tinham ouvido falar de Jesus. As pessoasnão se aproximavam deles por serem muito ricos. E aquela menina em sua simplicidade falou-lhes da palavra de Deus.Paula visitou várias vezes aquela familia, assim o evangelho foi anuciado. Cláudia e seus paisaceitaram a Jesus como seu salvador. Depois deste acontecimento chegou o dia do aniversáriode Paula. Foi uma linda festa! E a palavra de Deus foi pregada através de histórias comfantoches e músicas, assim foi lançada a semente de do evangelho em muitos corações. Paulaestava muito feliz! O sonho de ser missonária era uma realidade. Não precisou esperar crescer...Era uma missonária na cidade, no colégio e em qualquer lugar que ia.E você? Já falou de Jesus para seus amiguinhos? Não perca tempo, faça como Paula. A vontadede Deus é que sejamos suas testemunhas em todos os momentos.
  2. 2. A paz está em Jesus... Os vizinhos precisam saber Em um lugar bem distante daqui, havia um menino chamado Carlinhos quesurpreendeu a muitos com sua atitude. Carlinhos, desde pequeno, sempre ia à igreja com seuspais, participava dos cultos, acampamentos, classes, EBF, assim como vocês. Certo dia,aconteceu algo muito triste na vida dele: ao voltarem de um passeio de carro com a família,houve um grave acidente, e seus pais morreram. Carlinhos ficou muito machucado. Depois quesaiu do hospital, sem parente próximo, foi morar na casa de uma tia distante. Essa tia nãogostava muito da idéia de cuidar de um menino aleijado. Ela arranjou um quartinho para ele noalto da torre de sua velha casa.Trocava o menino, dava comida, deixava perto da cama dele água e algo para comer, dizendoque queria sossego. Saía e não aparecia mais. Todo o dia acontecia a mesma coisa. Carlinhossofria pela situação, pelo abandono e a saudade de seus pais que tanto o amavam. Ele não seesquecia de nada que seus pais o ensinaram. Um dia, um colega foi visitá-lo, ele ficou muitofeliz e pediu para seu colega uma Bíblia. O colega perguntou: "- Mas uma Bíblia?" Carlinhosrespondeu: "- Sim, e bastante papel e lápis. Sabe, sou muito sozinho e não tenho nada parafazer". O colega trouxe tudo para ele. Carlinhos passou a ler a Bíblia como nunca, era suacompanhia todo o tempo. Ele ainda se lembrava de muita coisa que fazia e ouvia na igreja.Escrevia muito do que lia.Até que um dia, ele lendo: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho...” Ficou muito triste aover sua realidade. “Como irei?” Até que teve uma idéia... “Vou escrever versículos, fazer aviõese jogar pela janela. Alguém vai ler e eu estarei levando a Palavra de Jesus”. E assim ele fez.Fazia tantos quanto agüentava e ainda achava pouco. Carlinhos passou a ser um menino maisfeliz, pois estava fazendo algo por Jesus. Muitos foram conhecer aquele menino e seadmiravam com tanta disposição e prazer de servir a Jesus.
  3. 3. Pedrinho, um missionárioPedrinho era um menino muito especial, pois todas as vezes que seu pai viajava quase sempre ele ia junto. Opai de Pedrinho falava:-Pedrinho! Arrume as suas malas que vamos fazer outra viagem.-Oba! Que legal! - diz Pedrinho com um sorriso bem aberto - Papai, pra onde nós vamos?- Nós vamos fazer uma visita ao missionário que trabalha na Tailândia.Chegando à Tailândia, o missionário os está esperando no aeroporto.- Papai, olha o tanto de carros. Eu nunca vi tantos carros juntos assim!- É verdade Pedrinho! Aqui é assim mesmo, quase não dá para andar de tanto carros.Pedrinho estava super contente com a viagem, porém estava confuso em ver tantos carros e casas juntinhas epequeninas. Pedrinho, seu pai e o missionário entraram numa casa onde a missionária fazia evangelismo.- Papai, por que tantas crianças assim juntas?- Elas estão aqui porque não têm casas.- E seus pais?- Filho, depois você me faz estas perguntas.Até o pai de Pedrinho já estava confuso em ver tantas crianças juntas. De longe Pedrinho vê uma criança queestava muito doente. Ele chega perto dela e pode ver a tristeza daquela criança, sozinha, doente e sem os seuspais. Pedrinho olha para os lados e percebe que o lugar estava sujo, não tinha pessoas suficientes para ajudaraquelas crianças e a única coisa que podia fazer era dar seu lanche para ela.- Você quer meu lanche? A criança não entendia a lingua de Pedrinho. -Toma! (Pedrinho tira o lanche e dá paracrinça doente).O pai chega e diz:-Vamos, meu filho, está na hora de voltar.Pedrinho sai e nem fica sabendo o nome da criança.No caminho de volta o menino não dá nenhumapalavra.Todos estavam tristes em ver aquelas crianças sozinhas e doentes naquele lugar.- Papai por que todas aquelas crianças estão sozinhas?- Os pais de algumas morreram, outras foram abandonadas e algumas estão em tratamento.Pedrinho não podia pensar em outra coisa a não ser nas crianças daquele lugar.- Papai, o que podemos fazer por aquelas crianças?-Não podemos fazer nada!Pedrinho ficou indignado com seu pai e com a situação.- Filho,vai dormir que amanhã vamos viajar...- Boa noite, papai.Pedrinho ora: Senhor Deus, eu lhe peço que ajude aquelas crianças enfermas. Que o Senhor as cure de todadoença e que a sua paz esteja com elas. Em nome de Jesus. Amém!No dia seguinte Pedrinho tem uma idéia e comunica no café da manhã.- Papai sabe o que podemos fazer? Vamos falar das crianças em nossa igreja e descobrir quem quer vir aTailândia ajudar a cuidar delas.Vamos falar de tudo que vimos aqui e pedir a Deus mais pessoas para virtrabalhar. E quando eu crescer, pai, vou ser um missionário aqui.- Muito bem, meu filho, vejo que você aproveitou bem a sua viagem. Agora vamos que já estamos atrasados,temos que voltar ao Brasil.- Outra coisa papai: Eu quero dar minha mesada para os missionários que estão trabalhando aqui todos os mesesquero contribuir.-Muito bem meu filho, a junta de Misões tem um programa de adoção missionária. Você pode adotar ummissionário e ser um missionário sustentador e, desse jeito, contribuir para a obra missionária.-Legal, pai, assim eu vou poder contribuir, orar e, quando crescer, ser um missionário.- Isto mesmo, meu filho, estou orgulhoso de sua decisão.Depois daquela viagem Pedrinho sempre contribuia, orava e lembrava daquelas crianças. Ele sempre pensavanelas porque nunca tinha visto algo igual. Era tanto sofrimento, tantas crianças sem pais, sozinhas e doentes.Pedrinho aprendeu que Jesus quer ajudar os que não têm paz e que ele também pode orar e f
  4. 4. Um amigo na segunda milhaRúben era um menino Judeu que morava na Palestina, no tempo em que Jesus vivia lá,ensinando e ajudando o povo. Um dia, Rúben estava sentado perto da grande estrada que davaesquina com outras estradas. Dali, podia ver bem as pessoas que viajavam. Algumas passavama pé, outras montadas em burros. Viu também uma grande caravana de camelos, conduzindoenormes cargas.Rúben, sentado á beira da estrada, tudo observava e dizia consigo: "Um dia eu também vouviajar. Irei até o grande mar, mas não pretendo parar por lá; quero conhecer o mundo todo".Naquele momento ele notou uma pessoa andando sozinha, com um saco bem grande ás costas."É um soldado romano", pensou Rúben, "Conheço pela roupa odeio os romanos! Eles tiram anossa liberdade. Somos obrigados a pagar impostos ao seu governo e a obedecer às suas leis,odeio todos romanos".O soldado tinha chegado bem perto dele, parou, e deixou cair o saco no chão. Ficoudescansando um pouco enquanto olhava as pessoas que passavam na estrada. Rúben continuoua olhar para o soldado, mas sempre com pensamento de ódio. Naquele momento, o soldadovirou - se para apanhar o saco e viu Rúben sentado ali perto.- Ei ! Venha cá, menino! - chamou ele.Rúben se assustou e teve vontade de correr, mas ninguém ousava desobedecer a um soldadoromano.Bem devagar, aproximou-se dele. O soldado apontou- lhe o saco.- Você vai carregá-lo para mim.Rúben sabia que não havia outro jeito, conhecia a lei romana. Um soldado romano podiaobrigar qualquer homem ou menino judeu a carregar sua bagagem por uma milha na direção emque viajava. "Mas irei só uma milha", pensou Rúben bastante zangado, enquanto apanhava osaco. O saco era pesado, mas ele era forte. Rúben tinha vontade de jogar o saco longe... Comoodiava aquele soldado. Mas nada podia fazer a não ser andar atrás dele, com seus mauspensamentos."Mas é somente por uma milha. Ele não pode obrigar-me a dar um só passo além da milha,como a lei diz. Somente uma milha... uma milha", dizia o menino enquanto andava.De repente, lembrou-se de outro dia quando ele, com alguns de seus amigos, andavam pelamesma estrada procurando um mestre chamado Jesus, que estava ensinando ao povo. Eles oencontraram numa colina , rodeado de uma multidão, e pararam para escutá-lo.Mas porque estou pensando em Jesus agora? Oh, já sei. Ele tinha falado alguma coisa sobremilhas... O que foi que Ele disse sobre uma milha? Rúben continuava andando e a pensar: " Eume lembro agora o que Jesus disse: Se alguém mandar você ir uma milha, vá com ele duasmilhas. Sim, foi isso que Jesus disse. Rúben não tinha prestado muita atenção aos ensinamentosde Jesus naquele dia, mas agora se lembrava de outras coisas que Ele ensinou. "Amai os vossosinimigos... fazei bem aos que vos odeiam... se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vaicom ele duas". Rúben estava pensando tanto que nem notou que o soldado tinha parado.- Você já andou uma milha. Dê-me o saco. - disse o soldado.- Não, vou mais adiante. Nem parece que andei tanto. O saco nem parece que está pesado.Respondeu Rúben, sem mesmo compreender porque falava assim.O soldado olhou para Rúben, e pela primeira vez Rúben viu o rosto dele. Era bastante jovem eparecia muito cansado.- O senhor já viajou muito? - perguntou o menino.- Muitas e muitas milhas. - foi a resposta.- E ainda tem que viajar muito?
  5. 5. - Vou a Roma. - respondeu o soldado.-Tão longe! - disse Rúben - Então deixe-me levar o saco mais outra milha.- Muito obrigado ! Você é muito bondoso. - respondeu o soldado.Os dois continuaram a caminhar, agora juntos, conversando. Rúben tinha a imprensão de queconhecia o soldado há muito tempo, e falava com ele sobre sua familia e sua casa e o soldadocontava histórias de viajens. O tempo passou muito depressa. Finalmente o soldado perguntou:- Diga-me uma coisa. Por que você se ofereceu para levar o meu saco mais outra milha?Rúben hesitou.-Eu nem sei bem. Deve ter sido por causa de alguma coisa que Jesus falou sobre milha.Então contou ao soldado o que tinha acontecido.- Coisa estranha, disse o soldado pensativo. "Amai os vossos inimigos"! Este é um ensinamentoduro. Eu gostaria de conhecer este Jesus.Tinham chegado ao alto da colina e Rúben olhou para trás, para o caminho por onde voltaria acasa.-Devo voltar agora. - disse.O soldado tomou o saco, colocou-o nas costas, e apertou a mão do menino, e dizendo:- Adeus, amigo.- Adeus... amigo. - respondeu Rúben com um sorriso.Enquanto andava de volta para casa, as palavras de Jesus continuavam na mente de Rúben: "Sequalquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas"."E isso dá resultado"! Pensou Rúben. "Andei uma milha acompanhando um inimigo... Andei asegunda milha e encotrei um amigo".

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