Plano Nacional de Exportações

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Plano Nacional de Exportações

  1. 1. 1 PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES 2015-2018 O Plano Nacional de Exportações 2015-2018 integra a política comercial brasileira, com vistas a estimular a retomada do crescimento econômico, a diversificação e a agregação de valor e de intensidade tecnológica nas exportações brasileiras. Em um contexto mais amplo, o Plano se insere em um conjunto de políticas estruturais de desenvolvimento produtivo, coordenadas pelo Governo Federal, que objetivam alavancar o crescimento econômico. A ênfase na expansão do comércio exterior se soma às iniciativas governamentais de ampliação de investimentos em infraestrutura, focada no modelo de concessões, de melhorias dos ambientes tributário e regulatório, e de desburocratização e simplificação. A elaboração e o lançamento do Plano refletem, sobretudo, a avaliação do Governo acerca da necessidade de se conferir um novo status ao comércio exterior brasileiro, definindo-o como elemento estratégico e permanente da agenda de competitividade e de crescimento econômico do País. O Brasil é a sétima maior economia do mundo, mas sua participação no comércio internacional ainda não traduz essa posição. A representatividade do comércio exterior de bens e serviços na economia brasileira – 27,6% do PIB em 2013 – também é relativamente moderada. Nas seis maiores economias do mundo, a média desse indicador alcança 53,4% do PIB. Países emergentes do grupo do BRICS também apresentam maior espaço do comércio exterior em suas economias: África do Sul (64,2%), Índia (53,3%), Rússia (50,9%) e China (50,2%)1. Conclui-se, portanto, que o comércio exterior brasileiro possui considerável potencial para crescimento, com benefícios imediatos e relevantes para a economia. A atividade exportadora é capaz de promover ganhos de produtividade e escala; estimular a inovação e a qualificação da mão de obra; fortalecer as condições de concorrência e resiliência econômica das empresas envolvidas; e gerar externalidades positivas para a economia como um todo. A exportação, portanto, consiste em atividade estratégica para ampliar a competitividade e a inserção das empresas brasileiras no mercado internacional. Sob uma ótica mais abrangente, um setor exportador forte gera melhores resultados para a balança comercial e para a conta de serviços; permite maior sustentabilidade ao balanço de pagamentos; fomenta investimentos internos em produção e desenvolvimento tecnológico; permite a criação e a elevação de padrões de renda e emprego; e estimula a vitalidade e o dinamismo da economia. Como referência, apenas em 2014, as exportações brasileiras de bens geraram US$ 225,1 bilhões em divisas e envolveram cerca de 11,2 milhões de empregos2. Logo, para cada US$ 1 bilhão exportado, foram mobilizados aproximadamente 50 mil 1 Fonte: Banco Mundial - http://data.worldbank.org/indicator#topic-21 2 Estudo SECEX, com base nas tabelas de recursos e usos do IBGE.
  2. 2. 2 trabalhadores. Existe claro espaço para o incremento desses resultados, dado que o Brasil tem atualmente uma participação de apenas 1,2% no volume total de exportações de bens no mundo e de 0,7%, se considerados os manufaturados. No caso de serviços, em 2014, as exportações brasileiras somaram US$ 40,7 bilhões, demonstrando crescimento em relação aos anos anteriores. Essas exportações estão largamente associadas a projetos de infraestrutura que envolvem cadeias de fornecedores formadas, em sua maioria, por micro, pequenas e médias empresas, que desempenham atividades ligadas à inovação e que geram empregos qualificados e de elevada remuneração. Contudo, o Brasil ainda apresenta um déficit estrutural na balança de serviços, o que aponta a necessidade de ações para mitigar esse desequilíbrio. Entre essas ações, destaca-se o mapeamento de mercados com potencial de negócios ainda não explorados ou pouco explorados e de eventuais restrições que impactem o acesso dos serviços brasileiros a esses mercados. Nesse contexto, o Plano Nacional de Exportações apresenta um conjunto de diretrizes e metas para o fortalecimento do comércio exterior brasileiro, entendido como indutor de competitividade, geração de renda e crescimento econômico do País. Parte dessas iniciativas já vinha sendo desenhada e tem sido acompanhada antes mesmo do lançamento deste Plano. Neste momento, são incorporadas a este conjunto estruturado de ações que abordam o comércio exterior de forma mais sistêmica. O Plano contribuirá, ainda, para fazer frente aos desafios decorrentes do cenário atual do comércio internacional, caracterizado pela acomodação dos preços das commodities em patamares inferiores aos dos últimos anos; baixa atividade da economia mundial, com retração ou desaceleração de demanda em destinos tradicionais e emergentes das exportações brasileiras; e acirramento da concorrência internacional, em especial em relação a produtos e serviços com maior valor agregado. Importante destacar que o Plano Nacional de Exportações foi construído em estreita coordenação com o setor privado. Desde janeiro de 2015, foram realizadas mais de 30 reuniões para discussão e consulta, em todas as regiões do País. Participaram desse processo cerca de 80 entidades representativas dos mais diversos setores produtivos, entre empresas, entidades setoriais e sindicais, patronais e de trabalhadores. Princípios O Plano Nacional de Exportações está orientado pelos princípios da previsibilidade, transparência e eficiência, visando garantir um ambiente mais propício para a atuação do setor produtivo e buscando maximizar o alcance das iniciativas ora delineadas. Destaca-se, como orientação central do Plano Nacional de Exportações, a interlocução próxima e constante com o setor privado: além das amplas consultas realizadas no momento prévio de discussão e formulação do documento, o diálogo com o setor privado ocorrerá de maneira fluida durante toda sua implementação.
  3. 3. 3 A interação com os estados da Federação, com representantes dos trabalhadores, da sociedade civil e demais interlocutores também continuará ocupando espaço relevante ao longo do desenvolvimento do Plano. O Plano Nacional de Exportações identifica, ademais, como diretriz horizontal prioritária, o fortalecimento do papel desempenhado por micro, pequenas e médias empresas, assim como por empresas comerciais exportadoras (trading companies), reconhecidas como atores essenciais do comércio exterior e vetores imprescindíveis para a ampliação e diversificação das exportações brasileiras. O Plano contempla e valoriza todos os setores econômicos e categorias produtivas, vislumbrando tanto o fortalecimento das exportações de produtos básicos como a revitalização das exportações de produtos industrializados. Em ambos os casos, busca- se encorajar a agregação de valor e de intensidade tecnológica nas exportações do País. Além disso, o Plano apoia e estimula a crescente dimensão e importância do setor de serviços no comércio exterior brasileiro. O Plano Nacional de Exportações também reconhece o papel relevante das importações à luz do cenário atual de fragmentação da produção mundial (o que se convencionou chamar de “cadeias de valor”) e da necessidade de acesso a insumos estratégicos essenciais para a competitividade da produção e da exportação dos bens e dos serviços brasileiros. Importações que se transformam em investimento e produção no País não se confundem com importações desleais ou ilegais, que continuarão sendo rigorosamente combatidas pelo Governo por meio dos mecanismos de defesa comercial, reforçados ao longo dos últimos anos, e que seguirão sendo aprimorados visando à defesa legítima do setor produtivo brasileiro. O Plano corrobora, por fim, o papel do investimento brasileiro no exterior como instrumento fundamental para impulsionar o alcance das empresas e das exportações brasileiras. Há uma forte correlação entre investimento e exportação, na medida em que os fluxos de investimento estrangeiro direto dinamizam a pauta comercial e aprofundam a integração do País com seus parceiros. Objetivos O Plano Nacional de Exportações tem como objetivo primordial fomentar as vendas de bens e serviços brasileiros ao exterior, com foco na sua ampliação, diversificação, consolidação e agregação de valor e de intensidade tecnológica. Esses esforços incidirão sobre três dimensões das vendas externas: i) a composição da pauta exportadora; ii) os mercados de destino; e iii) a origem das exportações brasileiras (maior diversificação regional da base exportadora).
  4. 4. 4 A partir dos resultados de estudos de inteligência comercial, aliados às prioridades apontadas pelo setor privado e pelos estados, o Plano apresenta, como um de seus componentes, o Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras (Anexo 1). Referido documento identifica os principais destinos para as exportações brasileiras, bem como define, para cada um deles, estratégias de manutenção, consolidação, recuperação e abertura de mercado para determinados grupos de produtos e setores de serviços de elevado interesse exportador. O Mapa Estratégico serve, portanto, como orientação para diversas iniciativas definidas no Plano, em especial no pilar de promoção comercial, e será gradualmente atualizado de modo a refletir com precisão a evolução dos interesses e potenciais brasileiros. Em complemento, o Plano Nacional de Exportações divulga o Calendário Unificado de Ações de Promoção Comercial e Reuniões Bilaterais (Anexo 2), que consolida as atividades do gênero apoiadas pelo Governo brasileiro, com o objetivo de promover e coordenar o engajamento e a participação do setor exportador, assim como de incrementar os resultados obtidos por meio das ações de promoção. Governança e monitoramento do Plano A execução do Plano Nacional de Exportações será monitorada e avaliada de forma permanente pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex), apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) e pelo Conselho Consultivo do Setor Privado (Conex), constituído no âmbito da Camex. O Plano Nacional de Exportações, como eixo integrante da política comercial brasileira, também será implementado em coordenação com a política macroeconômica e com as políticas públicas que possuem relação direta com a competitividade do setor produtivo e, consequentemente, das exportações brasileiras: i) política industrial; ii) agrícola; iii) logística e infraestrutura; e iv) política de inovação. Por meio dessa interação constante, objetiva-se fomentar a competitividade exportadora. O Governo irá acompanhar determinados indicadores do comércio exterior brasileiro, com o potencial de captar não apenas os esforços empreendidos a partir do Plano, mas também inúmeros aspectos da conjuntura econômica nacional e internacional, tais como o nível de demanda interna e externa, o comportamento do câmbio e as cotações internacionais de commodities. Os referidos indicadores permitirão o monitoramento do cenário da atividade exportadora e serão utilizados para orientar o aperfeiçoamento das metas governamentais ao longo da execução do Plano, garantindo mais efetividade a suas diretrizes. O acompanhamento dos seguintes indicadores terá como base de aferição o ano de 2015:
  5. 5. 5 • Volume e valor das exportações: quantum exportado e receita advinda das exportações brasileiras; • Valor agregado nas exportações: valor agregado no processo produtivo realizado no Brasil em seus produtos exportados; • Número de novas empresas exportadoras: entrada de novos atores na atividade exportadora, em sua totalidade e por região do Brasil, de forma a averiguar o grau de regionalização da origem das exportações brasileiras; e • Índice de concentração das exportações: perfil da pauta de exportações e dos destinos atingidos pelos bens e serviços exportados pelo Brasil. Além desses indicadores, serão monitoradas as metas qualitativas propostas para cada pilar do Plano Nacional de Exportações, que traduzem os esforços do Governo, ao longo do período 2015-2018, para garantir que os objetivos traçados sejam atingidos.
  6. 6. 6 PILARES DE ATUAÇÃO: Diretrizes e metas O Plano Nacional de Exportações identifica cinco pilares estratégicos de atuação: 1. Acesso a mercados; 2. Promoção comercial; 3. Facilitação de comércio; 4. Financiamento e garantia às exportações; e 5. Aperfeiçoamento de mecanismos e regimes tributários de apoio às exportações. Para cada pilar são estabelecidas diretrizes e metas específicas. As diretrizes conferem as linhas gerais da política de comércio exterior brasileira no tocante às exportações para o período 2015-2018. À luz dessas diretrizes, por sua vez, serão detalhadas, a cada ano, as iniciativas a serem executadas. A seguir, estão descritas as metas previstas para o ano de 2015. Cumpre reiterar que parte dessas iniciativas já vem sendo executada com vistas a alcançar os objetivos almejados e já tem gerado resultados importantes. As metas para os anos de 2016, 2017 e 2018 serão anunciadas no início de cada ano. Por meio dessa estrutura que combina diretrizes gerais e metas anuais, o Plano assume um formato dinâmico, que permitirá sua constante atualização, bem como ajustes oportunos em seu conteúdo, de modo a refletir a evolução do cenário doméstico e internacional e melhor atender aos interesses do País.
  7. 7. 7 1. ACESSO A MERCADOS Diretrizes O objetivo de ampliação do acesso brasileiro aos mercados de nossos parceiros comerciais em todo o mundo será buscado a partir de interesses ativos do Brasil, por meio das seguintes iniciativas: Negociações comerciais: o Brasil buscará ampliar seu acesso aos mercados de parceiros tradicionais e emergentes por meio da conclusão de negociações em curso, da antecipação de cronogramas previstos em acordos em vigor, do aprofundamento da cobertura e da ampliação temática dos acordos já existentes e do lançamento de novas iniciativas negociadoras, nos planos bilateral, regional e multilateral, em áreas como as de bens, serviços, facilitação de comércio, regulamentos técnicos, sanitários e fitossanitários, compras governamentais, entre outras. a) Sistema multilateral: o Brasil empenhar-se-á para revigorar a função negociadora da Organização Mundial do Comércio (OMC), apoiando a implementação do Pacote de Bali e a conclusão da Rodada Doha. O Brasil manterá ativa participação, ainda, nos mecanismos de solução de controvérsias e de monitoramento de práticas comerciais da OMC. b) Mercosul: o Brasil atuará, no Mercosul, em favor do fortalecimento das dimensões interna e externa do bloco. Na dimensão interna, serão privilegiados o aprofundamento da integração comercial intrabloco, o aperfeiçoamento dos instrumentos comuns de política comercial e a remoção de barreiras ao comércio. Na dimensão externa, serão iniciadas ou aceleradas negociações com parceiros em ambas as esferas: regional e extrarregional. O objetivo é promover o adensamento das relações econômico-comerciais do bloco com esses países. c) Fortalecimento das relações comerciais com parceiros prioritários: o Brasil buscará implementar, quando couber e em coordenação com os sócios do Mercosul, agenda proativa de relacionamento comercial com parceiros prioritários, incluindo a União Europeia, os Estados Unidos, a China, a Rússia, a Índia, a África do Sul, países da América Latina, entre outros. Com os parceiros latino-americanos, o diálogo aproveitará, preferencialmente, as discussões existentes no âmbito das comissões de monitoramento do comércio e das comissões administradoras dos Acordos de Complementação Econômica (ACEs). Acordos de investimentos: o Brasil buscará concluir e ampliar as negociações do modelo brasileiro de Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI), com foco inicial na América Latina, na África e no Oriente Médio. Os acordos de investimentos contribuem para estimular, acelerar e apoiar os investimentos no exterior, dinamizar a pauta comercial e abrir novas iniciativas de integração. Dessa maneira, esses acordos apoiam o movimento de internacionalização de empresas brasileiras em países nos quais o Brasil possui interesse ativo (atual e potencial).
  8. 8. 8 Mecanismos bilaterais de comércio e investimentos: o Governo brasileiro implementará agenda sistemática de reuniões de mecanismos bilaterais com nossos parceiros comerciais, a fim de acompanhar e discutir os temas de interesse do País, inclusive a diversificação e a agregação de valor às exportações brasileiras, a identificação de oportunidades comerciais e a superação de entraves às vendas externas. O diálogo dar-se-á, preferencialmente, por meio de mecanismos já existentes, como as comissões bilaterais de monitoramento do comércio e as instâncias previstas em acordos comerciais firmados. Buscar-se-á a convergência das datas das reuniões dos mecanismos governamentais com aquelas dos mecanismos de diálogo do setor privado, de forma a melhor articular a posição nacional no que tange à discussão de temas de interesse do Brasil. Identificação e superação de barreiras às exportações brasileiras: um maior acesso das exportações brasileiras de bens e serviços a terceiros mercados, assim como a facilitação da realização de investimentos brasileiros no exterior, passa pela identificação e superação de barreiras comerciais. São necessários, portanto, instrumentos eficazes para o monitoramento contínuo e sistematizado dos entraves comerciais à exportação, etapa fundamental para a realização de esforços destinados a sua atenuação ou remoção. Apoio à internacionalização de empresas: o Brasil é, tradicionalmente, um grande receptor de investimentos externos. Ao longo das últimas décadas, todavia, o País testemunhou o crescimento dos investimentos das empresas brasileiras no exterior. Tal dinâmica do setor produtivo nacional, que reflete a crescente integração produtiva mundial, fundamenta-se na busca por matérias-primas, pela diversificação de mercados, pela geração de economias de escala, por um melhor acesso aos mercados de capitais e tecnologias e pela integração da produção nacional em cadeias de valor globais. Ciente dessa nova realidade, o Governo brasileiro desenvolverá ações abrangentes que favoreçam a internacionalização das empresas nacionais como estratégia de expansão de mercados, ganhos de escala, consolidação de marcas e de empresas em nível regional/global, com consequente reflexo positivo em suas estratégias de inovação. Ferramentas de apoio ao exportador: o Brasil adotará medidas para ampliar, aprimorar e facilitar o acesso a informações no comércio exterior por parte do setor privado; para estimular a maior utilização dos benefícios tarifários concedidos para exportações brasileiras no âmbito de acordos dos quais o Brasil é parte; para subsidiar o planejamento das ações de internacionalização de empresas brasileiras; e para fortalecer a interlocução entre o Governo e o setor privado. Metas previstas para 2015 Negociações comerciais  Negociar acordos de convergência regulatória e de facilitação de comércio com os Estados Unidos.
  9. 9. 9  Negociar o Acordo Comercial Expandido entre Brasil e México, buscando a ampliação e o aprofundamento do ACE-53 e a adoção de disciplinas em matérias de serviços, comércio eletrônico, compras governamentais, facilitação de comércio, medidas sanitárias e fitossanitárias, barreiras técnicas ao comércio, propriedade intelectual, coerência regulatória e outros temas de interesse.  Prosseguir as negociações para a ampliação temática dos compromissos comerciais do Brasil com países da América Latina, com destaque para as matérias de comércio de serviços e de compras governamentais.  Prosseguir as negociações para a antecipação dos cronogramas de desgravação tarifária em vigor com países da América Latina, em especial com Colômbia e Peru.  Liderar esforços junto aos parceiros do MERCOSUL e à União Europeia com vistas ao intercâmbio de ofertas de acesso a mercado no último trimestre deste ano e ao prosseguimento das negociações do acordo de livre comércio entre os blocos.  Negociar, no âmbito do MERCOSUL, acordos comerciais com Líbano e Tunísia.  Buscar, por meio do MERCOSUL, o aprofundamento das coberturas dos acordos preferenciais existentes com Índia e SACU (União Aduaneira da África Austral).  Buscar, no âmbito do MERCOSUL, condições para a assinatura do Acordo-Quadro MERCOSUL-SICA (Sistema da Integração Centro-Americana).  Buscar, por meio do MERCOSUL, a retomada do diálogo exploratório com o Canadá e o avanço das tratativas do diálogo exploratório com a EFTA (Associação Europeia de Livre Comércio).  Negociar o aprofundamento do Acordo com Cuba com vistas à celebração de um acordo de livre comércio.  Atuar na OMC para que se logre a conclusão do programa de trabalho pós-Bali , com vistas à retomada e conclusão da Rodada Doha, com resultados satisfatórios em agricultura, bens industriais e serviços.  Reforçar gestões com vistas à renovação do Sistema Geral de Preferências dos Estados Unidos.  Buscar estruturar, no âmbito do Mercosul e de outros mecanismos regionais, a execução de projetos-piloto de integração produtiva e o fomento de cadeias regionais de valor. Acordos de investimentos  Trabalhar junto ao Congresso Nacional para a internalização dos Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos firmados com Angola, México e Moçambique, bem como futuros novos acordos.  Buscar a conclusão das negociações em curso dos Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos com África do Sul, Argélia, Chile, Colômbia, Maláui, Marrocos, Nigéria, Peru, República Dominicana e Tunísia.
  10. 10. 10  Iniciar negociações de Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos com outros parceiros a serem selecionados, prioritariamente da América Latina, da África e do Oriente Médio. Definir, em coordenação com o setor privado, países para a negociação de novos Acordos.  Divulgar o modelo brasileiro de Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos nos principais foros internacionais sobre a matéria. Reuniões bilaterais  Fortalecer os mecanismos bilaterais de comércio e investimentos por meio de reuniões periódicas com parceiros prioritários, como Argentina, Bolívia, Chile, China, Colômbia, Cuba, Equador, Estados Unidos, Índia, Paraguai, Peru, União Europeia, Uruguai e Venezuela. Superação de barreiras às exportações brasileiras  Disponibilizar ao setor privado um sistema para estruturar o recebimento, a análise, o processamento e o tratamento pelo Governo brasileiro de demandas a respeito de barreiras comerciais às suas exportações.  Desenvolver e manter atualizado inventário sobre barreiras às exportações brasileiras a ser utilizado como subsídio em gestões governamentais nos âmbitos bilateral, regional e multilateral.  Negociar, em nível bilateral, regional e multilateral, a retirada de barreiras técnicas, restrições quantitativas, questões sanitárias e fitossanitárias e outras barreiras que afetam as exportações brasileiras. Apoio à internacionalização de empresas  Criar, no âmbito da Secretaria Executiva da CAMEX, instância de interlocução permanente entre o Governo brasileiro e o setor privado para apoiar a internacionalização de empresas brasileiras.  Ampliar, de 128 para 250, o número de empresas atendidas pelo programa de internacionalização de empresas da Apex-Brasil.  Divulgar o apoio concedido pelos Setores de Promoção Comercial nas Embaixadas e Consulados brasileiros. Ferramentas de apoio ao exportador  Disponibilizar ao setor privado a versão ampliada do Sistema de Consulta aos Acordos de Preferência Tarifária (CAPTA) para o compartilhamento de informações a respeito dos acordos comerciais dos quais o Brasil é parte.
  11. 11. 11 2. PROMOÇÃO COMERCIAL Diretrizes As ações de promoção comercial, elaboradas de maneira coordenada entre o MDIC, MRE, MAPA e Apex-Brasil, assim como em conjunto com o setor privado, apoiarão as vendas de bens e serviços brasileiros ao exterior com vistas à abertura, consolidação, manutenção e recuperação de mercados tradicionais e emergentes, lançando mão dos seguintes instrumentos: Missões comerciais: o Governo brasileiro divulgará anualmente uma agenda abrangente e coordenada de missões comerciais, utilizando como referência o Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras (Anexo 1). As ações compreenderão missões de promoção de negócios e missões institucionais, com elevada representatividade governamental. A definição e execução da agenda buscará convergência com as demais metas do Plano, em especial aquelas contidas no pilar de acesso a mercados. Cultura Exportadora: o Governo reforçará sua atuação regional para desenvolver e difundir a cultura exportadora nos estados. Para tanto, lançará o novo Plano Nacional da Cultura Exportadora, a partir da reformulação e implementação de estratégias e iniciativas do Governo Federal, em conjunto com os estados da Federação e com a colaboração de instituições privadas, no sentido de ampliar, consolidar e qualificar a base exportadora brasileira em todas as cinco regiões do País. Imagem do Brasil: adotar, nas ações de promoção comercial com foco em negócios, estratégia unificada de comunicação para reforçar a imagem do Brasil no exterior e construir uma identidade forte e diferenciada do País. Ferramentas de inteligência e de promoção comercial: o Brasil buscará aprimorar as ferramentas de inteligência e de promoção comercial, com a finalidade de ampliar o acesso a informações de ações governamentais de apoio ao exportador, de oportunidades de negócio e de investimentos, assim como programas para melhorar a oferta exportável. Metas previstas para 2015 Missões comerciais  Executar calendário unificado de missões comerciais e ações de promoção comercial apoiadas pelo Governo brasileiro (Anexo 2). Cultura Exportadora  Lançar o novo Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE).
  12. 12. 12  Definir o referencial estratégico das políticas de apoio à exportação, explicitando seus objetivos e metas.  Criar comitês estaduais para: i) melhorar governança e diálogo com os atores envolvidos no PNCE; ii) realizar diagnósticos setoriais da atividade exportadora nos estados; iii) selecionar as empresas a serem acompanhadas pelo Plano; iv) monitorar e avaliar as atividades do PNCE.  Realizar ações continuadas e específicas de apoio às exportações nos estados brasileiros, de forma a melhor atender às necessidades de cada um. Imagem do Brasil  Criar manual de identidade visual do Brasil a ser usado em eventos internacionais (Feiras e Missões).  Implantar a identidade visual com foco em Brasil e seus atributos que contribuam para a construção de uma imagem única e forte para os negócios.  Liderar esforços no sentido de incorporar essa identidade nas ações de promoção comercial das entidades setoriais. Ferramentas de inteligência e de promoção comercial  Ampliar Projeto Invest & Export Brasil – iniciativa conjunta do MDIC, do MRE e do MAPA -, que consolida o acervo de informações sobre oportunidades de negócio e de investimentos, bem como apresenta, de modo organizado e temático, os principais produtos e serviços disponibilizados pelos órgãos brasileiros dedicados ao tema.  Lançar ferramentas virtuais georreferenciadas que permitam ao exportador explorar cenários sobre mercados externos com maior potencial para seus produtos, incluindo as seguintes informações: valor total das importações do mercado, valor das exportações brasileiras para o mercado, market share brasileiro e principal concorrente do Brasil no mercado.  Ampliar programas para melhorar a oferta exportável na promoção comercial, tais como: (i) Design Export: apoiar 100 empresas brasileiras por ano no desenvolvimento de produtos inovadores e com design diferenciado voltados à exportação. (ii) Projeto de Extensão Industrial Exportadora (PEIEX): capacitar 2.000 empresas por ano para incentivar a competitividade sustentável e promover a cultura exportadora.  Incluir o setor de serviços no programa “Vitrine do Exportador”.  Desenvolver metodologia de inteligência comercial para o setor de serviços em apoio à promoção das exportações, com a elaboração de estudos de mercados prioritários para o setor.
  13. 13. 13 3. FACILITAÇÃO DE COMÉRCIO Diretrizes O governo brasileiro trabalhará para consolidar, simplificar, racionalizar e aperfeiçoar a legislação e os processos administrativos e aduaneiros de comércio exterior, com reflexos positivos para a atividade exportadora brasileira, com destaque para o Programa Portal Único de Comércio Exterior, a implementação integral do Acordo de Facilitação de Comércio da OMC e a consolidação de normas de comércio exterior no âmbito de cada órgão regulador. Portal Único de Comércio Exterior: o Governo brasileiro seguirá conferindo ao Portal Único prioridade estratégica e apoio, buscando a revisão e automação de processos, a integração de sistemas e o uso de gestão de riscos visando trazer redução de custos e ganhos graduais e incrementais ao setor privado. Acordo de Facilitação de Comércio da OMC: como elemento central dos esforços do Governo com vistas à maior fluidez e eficiência na movimentação de mercadorias entre fronteiras, o Brasil implementará o Acordo de Facilitação de Comércio da OMC de maneira integral e expedita. Transparência e acesso às normas de comércio exterior: o Governo brasileiro buscará de forma permanente a melhoria do acesso às normas que regem o comércio exterior, objetivando sua consolidação, no âmbito de competência de cada órgão, de modo a conferir maior transparência e facilitar sua aplicação pelos agentes governamentais, bem como o acesso e a utilização pelos operadores. Metas previstas para 2015 Portal Único de Comércio Exterior  Eliminar o uso do papel nos controles administrativo e aduaneiro das operações de comércio exterior, a partir da integração dos 22 órgãos intervenientes ao módulo de anexação eletrônica de documentos.  Apresentar novo fluxo simplificado para o processo de exportação.  Definir novo processo célere e eletrônico de habilitação no Siscomex e no Registro de Exportadores e Importadores.  Desenvolver a primeira versão do Catálogo de Produtos, a fim de facilitar a identificação dos produtos comercializados e aperfeiçoar a aplicação dos tratamentos administrativo, tributário e aduaneiro.  Desenvolver a segunda versão do “Visão Integrada”, aprimorando o serviço de consulta à situação de processos em único ponto no Portal Siscomex.  Iniciar o desenvolvimento de sistema de coleta unificada das taxas incidentes sobre as operações de comércio exterior.
  14. 14. 14  Implantar ferramenta de consulta ao tratamento administrativo das operações de importação e exportação, garantindo transparência para o usuário.  Estabelecer iniciativas de cooperação internacional para a implementação e o desenvolvimento de janelas únicas de comércio exterior. Acordo de Facilitação de Comércio da OMC  Trabalhar junto ao Congresso Nacional para a internalização do Acordo de Facilitação de Comércio.  Prosseguir os trabalhos internos visando à implementação dos compromissos constantes do Acordo.  Criar o Comitê Nacional de Facilitação de Comércio, conforme previsto no Acordo, que funcionará também para fortalecer as práticas governamentais de revisão e simplificação dos procedimentos e regulamentos de comércio exterior.  Estabelecer iniciativas de cooperação internacional com parceiros comerciais selecionados para a implementação do Acordo de Facilitação de Comércio. Operador Econômico Autorizado  Implementar a segunda fase do Programa Brasileiro do Operador Econômico Autorizado, com o lançamento do OEA Conformidade e promover a formalização de acordos de reconhecimento mútuo.  Fomentar a formalização de acordo de reconhecimento mútuo com os principais parceiros comerciais. Transparência e acesso às normas de comércio exterior  Iniciar a consolidação das normas no âmbito de competência de cada interveniente no comércio exterior, com a edição de um único regulamento por órgão. Outras ações de facilitação do comércio exterior  Concluir os trabalhos operacionais para a utilização de Certificados de Origem Digitais (CODs) entre Brasil, Argentina e Uruguai.  Automatizar alterações no Registro de Exportação (RE) após a averbação do embarque.  Simplificar e acelerar a emissão de Certificado de Origem que ampara exportações de carne de aves para a União Europeia.  Regulamentar a exportação por conta e ordem.
  15. 15. 15  Simplificar o registro de operações de comércio exterior de serviços, no âmbito do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variação no Patrimônio (SISCOSERV).
  16. 16. 16 4. FINANCIAMENTO E GARANTIA ÀS EXPORTAÇÕES Diretrizes O Governo dispõe de instrumentos de financiamento à exportação com custos competitivos em relação aos praticados no mercado internacional. No Brasil, esses instrumentos são: o Programa de Financiamento às Exportações – PROEX, nas modalidades equalização de taxas de juros e financiamento, BNDES-EXIM e o Seguro de Crédito à Exportação, ao amparo do Fundo de Garantia das Exportações (SCE/FGE). Para garantir que os programas sejam capazes de responder aos desafios enfrentados pelos exportadores brasileiros, é necessário o seu constante aperfeiçoamento. Manutenção da competitividade, celeridade na concessão do crédito e previsibilidade das regras aplicadas são objetivos a serem alcançados. Oferta de crédito: para adequar a oferta de crédito à demanda dos exportadores brasileiros, deve-se considerar o volume de recursos disponibilizado e principalmente uma utilização mais eficiente de recursos, compatível com a dinâmica das operações de exportação amparadas pelos programas de crédito oficial. O aprimoramento do Programa Mais Alimentos Internacional, permitindo seu aprofundamento por meio de um novo modelo que possibilite a incorporação de novos mercados, é outro objetivo deste Plano. O acesso ao BNDES EXIM Pré-Embarque será ampliado a empresas de todos os portes. Além disso, o limite de financiamento por grupo será incrementado. Por sua vez, o BNDES EXIM Pós-Embarque terá aumento gradual do orçamento nos próximos anos. Será realizado, ainda, em conjunto com os órgãos reguladores do sistema bancário, um esforço para estimular a ampliação da oferta dos mecanismos privados de crédito, em especial os Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC) e os Adiantamentos sobre Cambiais Entregues (ACE). Sistema de Garantia à Exportação: aprimorar e ampliar as coberturas ofertadas pelo sistema de garantia à exportação é uma das premissas deste Plano. Serão desenvolvidas ações para ampliar a capacidade do FGE, estimulando a concessão de financiamentos privados com cobertura pública, principalmente para as pequenas e médias empresas. Um dos propósitos é fazer com que as coberturas ofertadas pelo SCE/FGE sejam adequadas às necessidades das exportações brasileiras, em um formato que aumente o interesse dos bancos comerciais e que traga maior celeridade aos trâmites para pagamentos de indenização. Simplificação de processos de financiamento: dar maior previsibilidade ao exportador, sem prejuízo da governança dos programas, e tornando mais simples e transparente o processo de concessão de apoio oficial é um dos nortes deste Plano. A redução dos custos de transação envolvidos no acesso de empresas aos programas oficiais de apoio creditício é prioritária. Os fluxos operacionais serão revistos, de modo a identificar entraves e removê-los, gerando uma padronização dos ritos de análise e concessão de crédito. Isso trará maior celeridade ao processo de desembolso de financiamentos à exportação com apoio público e, consequentemente, ganhos de competitividade para os exportadores brasileiros.
  17. 17. 17 Metas previstas para 2015 Oferta de crédito  Proex-Equalização: aumento de 30% na dotação orçamentária em relação ao ano anterior e seu aproveitamento integral, de modo a atender a demanda já apresentada e prospectada até o final de 2015.  Proex-Financiamento: garantir o atendimento das demandas já apresentadas e projetadas até o final de 2015.  Ampliar o acesso ao BNDES EXIM Pré-Embarque por meio do aumento do número de empresas elegíveis e do limite de financiamento por grupo econômico.  Ampliar os recursos destinados ao BNDES EXIM Pós-Embarque de US$ 2 bilhões para US$ 2,9 bilhões. Sistema de Garantia à Exportação  Adequar o Seguro de Crédito à Exportação (SCE) para torná-lo mais simples e atrativo a financiamentos privados, reduzindo exigências documentais e prazos.  Ampliar em US$ 15 bilhões o limite para a aprovação de novas operações no Fundo de Garantia às Exportações (FGE).  Aumentar o número de Micro, Pequenas e Médias Empresas beneficiárias do Seguro de Crédito à Exportação (SCE) com a ampliação do limite de valor de exportação anual de US$ 1 milhão para US$ 3 milhões.  Ampliar os setores elegíveis ao SCE/FGE para a cobertura de garantias de cumprimento de obrigações contratuais prestadas por instituição financeira em operações de exportação de bens e serviços. Simplificação de processos de financiamento  Desburocratizar a concessão de financiamento público por meio do redesenho de processos, com a participação de todos os atores envolvidos, e desenvolver sistema integrado ao Portal Único, com vistas a reduzir os prazos de concessão.
  18. 18. 18 5. APERFEIÇOAMENTO DE MECANISMOS E REGIMES TRIBUTÁRIOS DE APOIO ÀS EXPORTAÇÕES Diretrizes O Governo buscará simplificar, racionalizar e aprimorar o sistema tributário relacionado ao comércio exterior, inclusive por meio da desoneração de tributos e da redução da acumulação de créditos tributários, com o objetivo de estimular a produção e as exportações brasileiras, em especial de bens de maior valor agregado. O aprimoramento da legislação tributária no que diz respeito às tradings e às micro, pequenas e médias empresas, além do trato das questões que envolvem os tributos estaduais, em entendimento com as Unidades da Federação, também estarão no horizonte das ações deste Plano. Nesse sentido, as medidas de apoio às exportações brasileiras utilizarão, principalmente, os seguintes instrumentos: PIS-COFINS: mitigar a acumulação de créditos tributários pelas empresas exportadoras nacionais a partir da reformulação da legislação de PIS/PASEP e COFINS. Reintegra: enquanto importante ferramenta para restituir resíduos tributários federais existentes nas cadeias de produção de bens manufaturados exportados pelo Brasil e, em última análise, para conferir competitividade às empresas brasileiras, o Plano aprimorará a operacionalização do Reintegra com o objetivo de dar maior previsibilidade e celeridade na compensação e no ressarcimento dos créditos do regime. ICMS: buscar junto ao Congresso Nacional e ao CONFAZ a convergência das alíquotas interestaduais para tornar o sistema mais favorável ao comércio exterior. Drawback: simplificar, modernizar e intensificar a utilização do Regime de Drawback como um dos mais relevantes mecanismos de agregação de valor e apoio às exportações brasileiras, buscando-se, em especial: a) equalizar o tratamento tributário incidente sobre insumos importados e adquiridos no mercado doméstico ao amparo do incentivo; b) aumentar a participação de pequenas e médias empresas como beneficiárias do regime; e c) implantar nova sistemática de concessão do regime baseada na aprovação de um único Ato Concessório para empresas com habitualidade e cadastro positivo no comércio exterior.
  19. 19. 19 Regime Aduaneiro de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado - RECOF: aprimorar o regime, aumentando seu acesso. Zonas de Processamento de Exportações - ZPE: Consolidar o regime das ZPE a fim de oferecer às Unidades Federadas instrumento para atração de investimentos produtivos, possibilitando a desconcentração industrial e a redução dos desequilíbrios regionais. Metas previstas para 2015 PIS-COFINS  Reformular o PIS/COFINS, com o objetivo de simplificar a apuração dos créditos, conferir maior celeridade nos ressarcimentos e reduzir os resíduos tributários das cadeias produtivas exportadoras. Reintegra  Recompor gradualmente o Reintegra e aprimorar a sua operacionalização, visando assegurar previsibilidade e celeridade à compensação e ao ressarcimento. Drawback  Iniciar construção de nova forma de aplicação do regime de Drawback, baseada na aprovação de um único ato concessório para empresas com exportações anuais entre US$ 3 milhões e US$ 5 milhões que vierem a integrar o cadastro positivo e que possuírem fluxo contínuo de operações.  Assegurar maior celeridade e segurança para concessão e comprovação do Regime de Drawback, por meio da integração com as bases de dados da Nota Fiscal eletrônica (NF-e/SPED) e da Certidão Negativa de Débitos (CND).  Ampliar o acesso de fornecedores das empresas exportadoras ao Drawback Isenção  Simplificar a operacionalização do Regime de Drawback, a partir da constituição de Grupo de Trabalho permanente entre a Secretaria de Comércio Exterior e a Secretaria da Receita Federal. RECOF Permitir que as empresas usem o SPED para documentar a produção no âmbito do regime suspensivo, na esteira da ampliação do acesso ao RECOF para empresas com compromisso de exportações acima de US$ 5 milhões por ano. Zonas de Processamento de Exportações
  20. 20. 20  Aprimorar o marco legal do regime brasileiro de ZPEs a partir de contribuições do setor privado, de representantes da administração pública e da sociedade civil organizada, entidades representativas e potenciais investidores.  Avançar no processo de implantação das ZPEs, em articulação com os órgãos das três esferas de governo, com os administradores e investidores.
  21. 21. 21 Anexo 1
  22. 22. 22 Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras
  23. 23. 23 INTRODUÇÃO 1. APRESENTAÇÃO ........................................................................................................................................ 25 2. METODOLOGIA ......................................................................................................................................... 26 i. DIVERSIFICAÇÃO DE DESTINOS DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS ............................................................ 26 ii. DIVERSIFICAÇÃO DA PAUTA DE EXPORTAÇÃO BRASILEIRA ....................................................................... 29 3. ÁFRICA E ORIENTE MÉDIO ........................................................................................................................ 32 África do Sul ..................................................................................................................................................................34 Egito...............................................................................................................................................................................39 Nigéria...........................................................................................................................................................................42 Argélia ...........................................................................................................................................................................46 Angola ...........................................................................................................................................................................49 Moçambique.................................................................................................................................................................56 Irã ..................................................................................................................................................................................60 Arábia Saudita...............................................................................................................................................................63 Emirados Árabes Unidos...............................................................................................................................................66 4. AMÉRICA DO NORTE E EUROPA................................................................................................................ 70 Estados Unidos..............................................................................................................................................................72 México...........................................................................................................................................................................78 Canadá...........................................................................................................................................................................84 Alemanha......................................................................................................................................................................88 Rússia ............................................................................................................................................................................94 Reino Unido...................................................................................................................................................................98 França......................................................................................................................................................................... 104 Turquia ....................................................................................................................................................................... 109 Polônia ....................................................................................................................................................................... 113 5. AMÉRICA LATINA E CARIBE ..................................................................................................................... 116 Argentina.................................................................................................................................................................... 117 Colômbia .................................................................................................................................................................... 124 Venezuela................................................................................................................................................................... 131 Chile............................................................................................................................................................................ 138 Peru ............................................................................................................................................................................ 145 Cuba ........................................................................................................................................................................... 152 Uruguai....................................................................................................................................................................... 157 Bolívia......................................................................................................................................................................... 164
  24. 24. 24 Paraguai...................................................................................................................................................................... 171 6. ÁSIA E OCEANIA ...................................................................................................................................... 177 China........................................................................................................................................................................... 178 Índia............................................................................................................................................................................ 182 Japão .......................................................................................................................................................................... 185 Coreia do Sul .............................................................................................................................................................. 189 Austrália ..................................................................................................................................................................... 193
  25. 25. 25 1. APRESENTAÇAO O Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras é parte do Plano Nacional de Exportação 2015-2018 (PNE) e se destina a apoiar seus objetivos de ampliação, diversificação, consolidação e agregação de valor em relação aos destinos e à pauta das exportações brasileiras. A partir dessa ótica, o presente Mapa será utilizado para orientar as diversas iniciativas definidas pelo PNE, em particular no que diz respeito ao pilar de promoção comercial. O presente documento identifica e define os mercados prioritários para as exportações brasileiras de bens, assim como as oportunidades setoriais (em subgrupos de produtos) com maiores chances de contribuir para a diversificação da pauta exportadora. Destacam- se, portanto, países considerados estratégicos para a atuação comercial brasileira, com posterior identificação de setores e formas de atuação em cada um desses mercados e produtos. Para tanto, foi utilizada metodologia desenvolvida pela Inteligência Comercial da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), aliada às prioridades apontadas por parte do setor privado brasileiro. Com relação ao setor de serviços, o trabalho de identificação de mercados-alvo para exportação e internacionalização de empresas baseou-se em metodologia desenvolvida pela Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Nesse sentido, o presente Mapa indica as tendências para as melhores oportunidades de exportação de serviços e internacionalização de empresas, que serão usadas como referência para aprofundar a articulação com o setor privado.
  26. 26. 26 2. METODOLOGIA i. DIVERSIFICAÇAO DE DESTINOS DAS EXPORTAÇOES BRASILEIRAS Em um primeiro momento, para a definição dos mercados-alvo para bens, foram selecionados 170 países a serem estudados, com base em porte e nos dados disponíveis. Em seguida, foram analisados 80 indicadores relativos a dados macroeconômicos, comércio exterior, consumo, entre outros, com foco na indústria de transformação, como: PIB PPC (paridade do poder de compra); crescimento do PIB; previsão de crescimento do PIB até 2018; PIB PPC per capita; gastos do consumidor; crescimento dos gastos do consumidor; participação dos gastos do consumidor no PIB; importações de produtos da indústria de transformação; etc. Essas variáveis foram agrupadas em cinco blocos, sendo um deles de Economia e Comércio Geral, e quatro outros blocos com variáveis referentes ao que se denomina complexo setorial3. Os indicadores foram então harmonizados a partir de uma metodologia própria, que unifica as informações em uma classificação quantitativa e distribui os países de acordo com seu desempenho em relação a todos os indicadores analisados. Cada variável foi avaliada quanto à sua distribuição, sendo transformada em uma curva normal, após a remoção de outliers. Então, foram calculados a média e o desvio-padrão de cada variável. A partir dessas medidas, a distribuição de frequências de cada variável foi dividida em quatro partes, e para cada parte foi dada uma nota. Após a execução dos procedimentos citados, foi feita uma média das notas para cada grupo. Foram analisados prioritariamente países que obtiveram as maiores notas no grupo de variáveis “Economia e Comércio Geral”. Assim, o resultado da aplicação dessa metodologia implicou a seleção final de 32 países, que correspondem a 74% do PIB mundial, 60% da população mundial, 62% das importações mundiais e 63% das exportações mundiais, apresentados em seguida. No total, os setores prioritários dos 32 mercados do Plano Nacional de Exportações representam um amplo universo de oportunidades de negócios que, somadas, podem 3 Os complexos nada mais são do que o agrupamento de diversos setores, de modo a facilitar uma primeira análise de um determinado mercado, a saber: Complexo Alimentos, Bebidas e Agronegócios; Complexo Casa e Construção Civil; Complexo Máquinas e Equipamentos; Complexo Moda e Cuidados Pessoais; e, Complexo Multissetorial e Outros.
  27. 27. 27 chegar a até US$ 592 bilhões4 nos próximos quatro anos. Estas oportunidades contemplam os mais diversos setores da economia brasileira, tais como Alimentos e Bebidas, Casa e Construção, Máquinas e Equipamentos, Moda e Cuidados Pessoais e Serviços. O Mapa a seguir apresenta, de forma resumida, estas oportunidades. 4 O valor das oportunidades em cada mercado foi calculado a partir da subtração entre o valor total importado pelo país nos setores prioritários e as exportações brasileiras para o mercado nestes mesmos setores. A este valor, está se chamando de “Mercado não explorado pelo Brasil”
  28. 28. 28 Para a definição dos mercados-alvo no setor de serviços, foi utilizada a base estatística do Siscoserv5 do ano de 20146. A análise incluiu os países cuja importação de serviços brasileiros supera 1% (um por cento) do total de serviços exportados pelo Brasil, exceto os serviços intrinsecamente ligados ao comércio de bens e alguns serviços prestados em Modo 2 (Consumo no Exterior)7 8. A partir dessa seleção foi realizada uma análise de interseção entre os principais países parceiros do Brasil no comércio exterior de serviços e os 32 países previamente destacados como mercados-alvo para o comércio exterior de bens. Foi identificada interseção em 18 países com o foco na exportação brasileira de serviços. Além desses mercados, novas oportunidades para as exportações brasileiras de serviços foram também identificadas a partir da priorização de mercados por entidades parceiras da Apex-Brasil. Tais oportunidades setoriais complementam as já selecionadas conforme metodologia descrita acima. 5 Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio. 6 Neste documento, todas as referências a dados do Siscoserv referem-se ao ano consolidado de 2014. 7 O Modo 2 de Prestação de Serviços refere-se aos serviços consumidos no território de um país por um não residente. 8 Também foram excluídos da análise Ilhas Cayman, Ilhas Virgens (Britânicas) e Luxemburgo.
  29. 29. 29 ii. DIVERSIFICAÇAO DA PAUTA DE EXPORTAÇAO BRASILEIRA Após a definição dos mercados, optou-se por aprofundar a análise para bens no sentido de apontar também os subgrupos de produtos com maior potencial comercial para exportações brasileiras, dividindo-os em classificações que possam auxiliar na execução das ações do PNE. O primeiro passo da metodologia para seleção dos subgrupos de produtos consistiu em levantar os produtos que o país alvo (chamaremos aqui de País A) importou de todo o mundo no período de 2010 a 2013. Assim, o trabalho se inicia com o levantamento de todos os produtos (SH6) que o mercado-alvo importou nos últimos seis anos. Esses produtos foram separados em dois grupos: produtos com exportações expressivas e produtos com exportações incipientes. As exportações expressivas compreendem os produtos que já apresentam uma participação mínima no mercado avaliado, tal que nos anos demarcados não identificou descontinuidade no processo de exportações. Com isso, indicam-se produtos em que o Brasil já possui uma base mínima de conhecimento do mercado examinado. Já as exportações incipientes são caracterizadas por uma insignificante participação relativa de mercado ou se posicionam de forma descontínua na sua dinâmica exportadora, no período considerado no estudo. Por conseguinte, de alguma forma, especifica-se que as empresas brasileiras ofertantes desses produtos no mercado em estudo, em geral, não conhecem esse mercado, ou então, enfrentam dificuldades de comercialização dos seus bens nesse país. Ao diferenciar os produtos exportados pelo Brasil em incipientes e expressivos sugere-se o grau de adensamento das exportações brasileiras no mercado apurado. Assim, pode ser estabelecida uma estratégia de atuação para cada mercado-alvo em nível mais macro e individualizado por subgrupo de produto. Uma vez separados, os produtos que têm exportações expressivas dos que têm exportações incipientes são agregados em subgrupos. A partir de então, os subgrupos de
  30. 30. 30 produtos com exportações expressivas e incipientes são analisados separadamente por meio de diferentes critérios metodológicos mostrados a seguir. CLASSIFICAÇÃO DOS SUBGRUPOS DE PRODUTOS SELECIONADOS  MANUTENÇÃO: São produtos brasileiros que já estão bem posicionados no mercado do País A e têm uma situação confortável em relação aos seus principais concorrentes. A estratégia de atuação para esses grupos de produtos é a de manutenção do espaço já conquistado.  CONSOLIDAÇÃO: Pode ser dividido em 2 agrupamentos: (1) São produtos brasileiros que ainda não são consolidados no País A, mas que estão crescendo nesse mercado em um ritmo próximo ou superior ao dos concorrentes. Acredita-se que neste grupo encontram-se as melhores oportunidades para os exportadores brasileiros; OU, (2) São produtos brasileiros cujas exportações para o País A crescem menos do que as do principal concorrente, apesar de o Brasil ser mais especialista na exportação desses produtos do que esse concorrente. Isso pode acontecer devido à existência de acordos comerciais, proximidade geográfica, entre outros fatores que privilegiam o principal concorrente brasileiro.  RECUPERAÇÃO: Contempla os subgrupos de produtos brasileiros que ainda não estiveram consolidados no País A e que vêm reduzindo sua participação nesse mercado, OU, subprodutos brasileiros que já estiveram consolidados no mercado e, hoje, ainda têm uma participação significativa, mas vêm perdendo, ano após ano, espaço para os concorrentes. O esforço dos exportadores brasileiros deve ser para retomar ou diminuir a velocidade com que o Brasil perde participação para seus concorrentes.  ABERTURA – Contempla os subgrupos de produtos cuja participação brasileira nas importações do País A é muito baixa, e/ou cujas exportações brasileiras para o País A não são contínuas.9 Para que produtos com essas características possam ter oportunidades no País A é preciso também que:  O Brasil seja especialista10 em sua exportação;  Exista complementaridade entre a pauta exportadora brasileira e a pauta importadora do país em análise, ou seja, o país A precisa importar os produtos que o Brasil deseja exportar; e,  As importações do país A desses produtos estejam crescendo ou são significativas. A conjunção desses requisitos indica que há potencial para as exportações brasileiras desses produtos, que deve ser explorado por meio de estratégias de abertura de mercado. 9 Exportações contínuas são aquelas que, a partir da primeira venda efetuada, não são interrompidas em nenhum ano posterior. 10 Na relação comercial entre dois países, o indicador de especialidade exportadora aponta se o país A é mais especialista na exportação de determinado produto do que o país B. A ideia é a de que, se um país é mais especialista do que o outro, existe oportunidade de comércio entre eles, com o país A exportando para o país B.
  31. 31. 31 Para a indicação dos setores de serviços brasileiros com competitividade no comércio exterior aplicou-se metodologia diversa, baseada em indicadores que medem a capacidade do Brasil em relação a um mercado específico. Foram utilizados neste trabalho dois índices: Índice de Vantagem Comparativa Revelada e o Índice Vantagem de Balassa (a partir da metodologia da CEPAL). Ambos os índices já existem na literatura de comércio exterior de bens, no entanto foram adequados à realidade do comércio exterior de serviços e dos dados disponíveis11. O Índice de Vantagem Comparativa Revelada foi utilizado como o principal indicador para apontar os setores com competividade em cada um dos mercados-alvo definidos. O Índice de Vantagem de Balassa foi utilizado para complementar e ratificar os serviços mapeados a partir do primeiro índice. 11 Não há uma padronização dos países para a divulgação de estatísticas de comércio exterior de serviços. Muitos países limitam-se a divulgar os dados da conta de serviços do Balanço de Pagamento, o que gera uma visão limitada em termos de possibilidades de cruzamento das pautas importadoras desses países e da pauta exportadora do Brasil. Outros países já divulgam estatísticas segundo a metodologia do Extended Balance of Payments (EBOPS). Neste caso, é possível por meio de uma correlação com a CPC e a NBS ter uma análise mais detalhada. Essas limitações impactam a possiblidade de uma análise linear de todos os mercados-alvo.
  32. 32. 32 3. AFRICA E ORIENTE MEDIO A África deve registrar crescimento econômico anual de 5,3%, em média, entre 2014 e 2016, com destaque para a região Subsaariana, cuja previsão de crescimento é de 5,5% para o mesmo período – acima de qualquer outra região do mundo. Mesmo em 2009, quando os impactos mais agudos da crise se fizeram sentir, o conjunto das economias africanas cresceu 2,9%, contra queda de 0,4% na economia mundial. Em 2007, ainda no período pré-crise, a participação do continente no PIB Mundial era de 3,8%. Em 2016 esse percentual deverá ser de 4,3%. Países como Angola, Moçambique apresentam, além de crescimento elevado – ao redor de 8% ao ano, no caso de Moçambique – um ambiente bastante favorável aos negócios brasileiros. O primeiro país detém o maior número de operações de empresas brasileiras no continente. ¹ PIB PPC – PIB real em paridade de poder de compra em US$, a preços constantes de 2005. * Dado de 2013 Fontes: Fundo Monetário Internacional (FMI); UN Comtrade; SECEX/MDIC; Banco Mundial. Já os países do Oriente Médio devem crescer 3,8% ao ano, em média, entre 2014 e 2016. A participação dos países da região na economia mundial, que foi de 3,8% em 2007, deve evoluir para 3,9% em 2016. Países PIB PPC 2014 (US$ Bilhões) Crescimento PIB 2008- 2013 (%) Previsão Cres. PIB 2014-2018 (%) PIB PPC Per Capita 2014 (US$) Importações Indústria de Transformação 2012 US$ (bilhões) Exportações Brasil Ind. Transf. 2014 (US$ bilhões) População urbana 2013 (milhões de pessoas) Participação da Pop. Urbana no total 2013 (%) África do Sul 704,51 2,44 2,30 13.046 73,97 1,15 33,91 63,79 Egito 943,05 2,67 4,37 10.877 59,04 1,63 35,30 43,03 Nigéria 1.049,10 6,15 5,12 6.031 41,27* 0,93 80,03 46,09 Argélia 551,81 3,33 3,60 14.259 53,44 1,00 27,25 69,51 Angola 175,64 4,69 4,71 7.203 21,86* 1,24 9,12 42,49 Moçambique 31,10 7,29 7,58 1.174 8,12 0,06 8,18 31,67
  33. 33. 33 Entre os países com maior potencial de negócios para o Brasil destacam-se os integrantes do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) – Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Bahrein e Omã – em função da elevada renda per capita, dependência de importação de alimentos e, no caso principalmente dos Emirados Árabes Unidos, pelas suas características de hub para os demais países da região. Fontes: Fundo Monetário Internacional (FMI); UN Comtrade; SECEX/MDIC; Banco Mundial. Países PIB PPC 2014 (US$ bilhões) Crescimento PIB 2009-2014 (%) Previsão Cres. PIB 2014-2018 (%) PIB PPC Per Capita 2014 (US$) Importações Indústria de Transformação 2013 (US$ bilhões) Exportações Brasil Ind. Transf. 2014 (US$ bilhões) População urbana 2013 (milhões de pessoas) Participação da Pop. Urbana no total 2013 (%) Irã 1.334,32 0,85 1,29 17.114 41,57 0,53 56,01 72,32 Arábia Saudita 1.605,70 5,24 2,99 52.183 153,41 1,96 23,85 82,72 Emirados Árabes Unidos 599,76 3,99 3,37 64.479 209,43 2,48 7,94 84,98
  34. 34. 34 África do Sul  PIB PPC (2014): US$ 704,51 bilhões  PIB PPC per capita (2014): US$ 13.046  Composição do PIB (2014, estimativa): Setor primário: 15,43% Setor secundário: 12,84% Setor terciário: 71,74%  População total (2013): 53,16 milhões Urbana 33,91 milhões Participação 63,79 % Rural 19,25 milhões Participação 36,21 %  Importações globais de bens (2014): US$ 99,89 bilhões Participação do Brasil nas importações globais do mercado: 1,37% Importações da indústria de transformação (2012): US$ 73,97 bilhões  Exportações brasileiras para o mercado (2014): US$ 1,23 bilhão Participação na pauta brasileira: 0,54% Exportações brasileiras da indústria de transformação para o país: US$ 1,15 bilhão  Importações globais de serviços (2013): US$ 15,96 bilhões  Exportações de serviços brasileiros para o mercado (2014): US$ 46,2 milhões Participação na pauta brasileira: 0,22%  Quantidade de empresas brasileiras que exportam para o país (2014): 1.101
  35. 35. 35 CLASSIFICAÇÃO DOS SUBGRUPOS SELECIONADOS PARA O MERCADO ABERTURA Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Frutas Goiabas e mangas 941.981 0 0,00 941.981 Peixes e crustáceos Lagosta 2.999.993 0 0,00 2.999.993 Produtos químicos Defensivos agrícolas 369.865.563 4.035.630 1,09 365.829.933 Soja (grãos, óleos e farelo) Soja mesmo triturada 6.809.587 57 0,00 6.809.530 Sucos Suco de laranja não congelado 2.383.988 0 0,00 2.383.988 383.001.112 4.035.687 1,05 378.965.425 Máquinas e motores Turbinas hidráulicas e rodas hidráulicas 15.045.212 5.103 0,03 15.040.109 15.045.212 5.103 0,03 15.040.109 Alimentos, Bebidas e Agronegócios Alimentos Bebidas e Agronegócios - Abertura Máquinas e Equipamentos Máquinas e Equipamentos - Abertura
  36. 36. 36 CONSOLIDAÇÃO Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Açúcar e álcool Outros açúcares 152.979.066 32.430.119 21,20 120.548.947 Café Demais produtos de café 57.347.202 1.317.992 2,30 56.029.210 Cereais em grão e esmagados: arroz 483.143.982 2.959.500 0,61 480.184.482 Cereais em grão e esmagados: trigo 456.250.026 62.391.957 13,67 393.858.069 Chocolates, balas e confeitos Chocolate e suas preparações 96.929.974 1.882.467 1,94 95.047.507 Farinhas para animais Farinhas para animais 218.493.185 3.587.314 1,64 214.905.871 Preparações de carnes, peixes e crustáceos Carne de frango industrializada 2.727.237 654.797 24,01 2.072.440 Sementes oleaginosas (exceto soja); plantas industriais e medicinais; gomas, sucos e extratos vegetais; outros Sementes oleaginosas (exceto soja); plantas industriais e medicinais; gomas, sucos e extratos vegetais; outros 193.764.933 3.212.506 1,66 190.552.427 Sucos Demais sucos 94.458.395 4.817.352 5,10 89.641.043 1.756.094.000 113.254.004 6,45 1.642.839.996 Madeiras, cortiças e obras de trançaria Painéis de fibras ou de partículas de madeira 70.484.005 12.085.821 17,15 58.398.184 70.484.005 12.085.821 17,15 58.398.184 Aviões Aviões 161.653.664 9.487.000 5,87 152.166.664 Aparelhos mecânicos para projetar e pulverizar líquidos e pós 200.123.138 5.916.785 2,96 194.206.353 Máquinas e aparelhos de terraplanagem e perfuração 1.075.377.588 27.939.331 2,60 1.047.438.257 Máquinas e aparelhos para trabalhar pedra e minério 317.746.156 9.336.628 2,94 308.409.528 Motores e turbinas para aviação 158.978.084 15.750.059 9,91 143.228.025 Pneumáticos e câmaras de ar 793.171.573 12.695.327 1,60 780.476.246 Veículos de carga 1.978.612.128 118.222.481 5,98 1.860.389.647 Veículos e materiais para vias férreas Trens e materiais para vias férreas 249.109.659 20.592.724 8,27 228.516.935 4.934.771.990 219.940.335 4,46 4.714.831.655 Metais e pedras preciosas Demais metais e pedras preciosas 3.084.851.252 256.136.742 8,30 2.828.714.510 Têxteis Demais produtos têxteis 930.623.614 8.151.634 0,88 922.471.980 4.015.474.866 264.288.376 6,58 3.751.186.490 Armas e munições Armas e munições 47.334.459 1.302.197 2,75 46.032.262 Colas e enzimas Colas e enzimas 225.111.453 13.764.245 6,11 211.347.208 Barras, perfis, fios, chapas e tiras de alumínio 249.614.185 35.034.865 14,04 214.579.320 Demais produtos de metais não ferrosos 1.263.983.967 27.154.028 2,15 1.236.829.939 Celulose 93.244.649 5.746.152 6,16 87.498.497 Papel e suas obras 1.021.854.983 26.085.010 2,55 995.769.973 Produtos metalúrgicos Produtos semimanufaturados de ferro ou aço 46.430.058 10.938.644 23,56 35.491.414 Produtos minerais Minérios de alumínio 1.419.902 352.427 24,82 1.067.475 2.948.993.656 120.377.568 4,08 2.828.616.088 Moda e Cuidados Pessoais Moda e Cuidados Pessoais - Consolidação Multissetorial e Outros Metais não ferrosos Papel e celulose Multissetorial e Outros - Consolidação Casa e Construção Civil Casa e Construção Civil - Consolidação Máquinas e Equipamentos Máquinas e motores Veículos automotores e suas partes Máquinas e Equipamentos - Consolidação Alimentos, Bebidas e Agronegócios Cereais em grão e esmagados Alimentos Bebidas e Agronegócios - Consolidação
  37. 37. 37 RECUPERAÇÃO Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Café Café cru 42.691.404 3.625.214 8,49 39.066.190 Carne de frango "in natura" 365.903.457 134.101.659 36,65 231.801.798 Carne de peru "in natura" 59.428.316 29.153.924 49,06 30.274.392 Cereais em grão e esmagados Cereais em grão e esmagados: milho 20.114.659 572.520 2,85 19.542.139 Chocolates, balas e confeitos Produtos de confeitaria, sem cacau 68.306.991 3.370.788 4,93 64.936.203 Frutas Castanhas-de-caju 12.981.726 288.989 2,23 12.692.737 Fumo e cigarros Fumo em folhas 912.957.115 18.523.129 2,03 894.433.986 Outros produtos de origem animal Outros produtos de origem animal 71.289.487 2.101.686 2,95 69.187.801 Peles, peleterias, e couros e seus artefatos (exceto calçados e suas partes) Couro 170.044.874 20.843.223 12,26 149.201.651 Carne de boi industrializada 11.307.981 311.370 2,75 10.996.611 Carne de peru industrializada 1.347.207 1.292.355 95,93 54.852 1.736.373.217 214.184.857 12,34 1.522.188.360 Ferramentas, talheres e outras obras de metais Obras de metais 452.641.925 3.795.106 0,84 448.846.819 Demais madeiras e manufaturas de madeiras 95.860.106 2.728.805 2,85 93.131.301 Madeira compensada ou contraplacada 42.009.286 8.306.703 19,77 33.702.583 Madeira laminada 10.059.815 44.734 0,44 10.015.081 Madeira serrada 72.013.645 4.952.083 6,88 67.061.562 Obras de pedra e semelhantes Obras de pedras e semelhantes 310.709.421 2.728.739 0,88 307.980.682 Produtos cerâmicos Produtos cerâmicos 676.785.519 6.100.956 0,90 670.684.563 1.660.079.717 28.657.126 1,73 1.631.422.591 Aquecedor e secador 306.803.177 552.249 0,18 306.250.928 Compressores e bombas 842.313.135 14.519.320 1,72 827.793.815 Ferramentas manuais, pneumáticas ou hidráulicas 53.606.356 10.470.383 19,53 43.135.973 Laminadores de metais 43.992.506 409.183 0,93 43.583.323 Máquinas e aparelhos de uso agrícola, exceto tratores 416.298.724 18.126.687 4,35 398.172.037 Rolamentos e engrenagens 536.211.449 6.232.842 1,16 529.978.607 Geradores e transformadores elétricos 1.652.258.165 66.321.402 4,01 1.585.936.763 Pilhas, baterias e acumuladores elétricos 140.503.710 2.176.890 1,55 138.326.820 Aparelhos elétricos de iluminação ou sinalização para automóveis 169.725.164 2.085.814 1,23 167.639.350 Autopeças 4.143.621.070 119.251.736 2,88 4.024.369.334 Chassis e carrocerias para veículos automóves 130.407.755 49.332.735 37,83 81.075.020 Motocicletas 137.021.008 2.245.554 1,64 134.775.454 Ônibus 345.704.823 5.522.661 1,60 340.182.162 Tratores 1.164.071.805 111.318.846 9,56 1.052.752.959 10.082.538.847 408.566.302 4,05 9.673.972.545 Calçados e suas partes Partes de calçados 48.210.945 902.314 1,87 47.308.631 Higiene pessoal e cosméticos Higiene pessoal e cosméticos 837.467.836 6.573.199 0,78 830.894.637 885.678.781 7.475.513 0,84 878.203.268 Produtos de limpeza Produtos de limpeza 275.334.797 3.629.898 1,32 271.704.899 Demais produtos metalúrgicos 1.562.032.536 14.578.228 0,93 1.547.454.308 Ferroligas 130.555.560 18.232.396 13,97 112.323.164 Fio-máquinas e barras de ferro ou aço 126.757.954 654.743 0,52 126.103.211 Tubos de ferro fundido, ferro ou aço 442.993.528 3.148.618 0,71 439.844.910 Demais produtos minerais 197.787.876 5.499.352 2,78 192.288.524 Minérios de ferro 58.071.253 52.097.162 89,71 5.974.091 Produtos químicos orgânicos 1.479.692.989 14.332.431 0,97 1.465.360.558 Resinas e elastômeros 1.202.684.457 18.622.176 1,55 1.184.062.281 Vidro e suas obras Vidro e suas obras 308.465.217 1.681.918 0,55 306.783.299 5.784.376.167 132.476.922 2,29 5.651.899.245 Máquinas e Equipamentos Máquinas e motores Materiais elétricos e eletroeletrônicos Veículos automotores e suas partes Máquinas e Equipamentos - Recuperação Moda e Cuidados Pessoais Moda e Cuidados Pessoais - Recuperação Multissetorial e Outros Produtos metalúrgicos Produtos minerais Produtos químicos Multissetorial e Outros - Recuperação Alimentos, Bebidas e Agronegócios Carne de aves Preparações de carnes, peixes e crustáceos Alimentos Bebidas e Agronegócios - Recuperação Casa e Construção Civil Madeiras, cortiças e obras de trançaria Casa e Construção Civil - Recuperação
  38. 38. 38 MANUTENÇÃO CLASSIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS SELECIONADOS PARA O MERCADO12 ARRENDAMENTO MERCANTIL OPERACIONAL, PROPRIEDADE INTELECTUAL, FRANQUIAS EMPRESARIAIS E EXPLORAÇÃO DE OUTROS DIREITOS 1.1103 - Licenciamento de direitos de autor e direitos conexos 1.1104 - Cessão temporária de direitos de autor e direitos conexos 1.1105 - Licenciamento de direitos sobre a propriedade industrial 1.1110 - Contratos de transferência de tecnologia SERVIÇOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO 1.1202 - Serviços de pesquisa e desenvolvimento em ciências sociais e humanidades OUTROS SERVIÇOS PROFISSIONAIS - Serviços Gerenciais 1.1401 - Serviços gerenciais, de consultoria gerencial, de relações públicas e de comunicação social OUTROS SERVIÇOS PROFISSIONAIS - Serviços Fotográficos 1.1408 - Serviços fotográficos, videográficos e de processamento de fotografias SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÃO, DIFUSÃO E FORNECIMENTO DE INFORMAÇÕES 1.1703 - Serviços de oferta de conteúdo de acesso imediato (on-line) 1.1704 - Serviços de agências de notícias 1.1706 - Serviços de difusão, programação e distribuição de programas de rádio e televisão SERVIÇOS RECREATIVOS, CULTURAIS E DESPORTIVOS 1.2501 - Serviços de produção audiovisual, de apoio e relacionados 1.2503 - Serviços de atuação artística e outros serviços artísticos CESSÃO DE DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL 1.2701 - Cessão de direitos de autor e direitos conexos 1.2702 - Cessão de direitos sobre a propriedade industrial 12 A classificação é apresentada de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Serviços e Intangíveis (NBS). Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Açúcar e álcool Açúcar refinado 170.189.939 162.263.680 95,34 7.926.259 Castanhas-do-pará (castanhas do Brasil) 1.375.470 417.740 30,37 957.730 Limões e limas frescos ou secos 402.707 155.473 38,61 247.234 171.968.116 162.836.893 94,69 9.131.223 Alimentos, Bebidas e Agronegócios Frutas Alimentos Bebidas e Agronegócios - Manutenção
  39. 39. 39 Egito  PIB PPC (2014): US$ 943,05 bilhões  PIB PPC per capita (2014): US$ 10.877  Composição do PIB (2014, estimativa): Setor primário: 28,54% Setor secundário: 15,09% Setor terciário: 56,37%  População total (2013): 82,06 milhões Urbana 35,30 milhões Participação 43,03 % Rural 46,75 milhões Participação 56,97 %  Importações globais de bens (2014): US$ 71,34 bilhões Participação do Brasil nas importações globais do mercado: 3,07% Importações da indústria de transformação (2012): US$ 59,04 bilhões  Exportações brasileiras para o mercado (2014): US$ 2,31 bilhões Participação na pauta brasileira: 1,03% Exportações brasileiras da indústria de transformação para o país: US$ 1,63 bilhão  Importações globais de serviços (2013): US$ 14,81 bilhões  Exportações de serviços brasileiros para o mercado (2014): US$ 11,6 milhões Participação na pauta brasileira: 0,05%  Quantidade de empresas brasileiras que exportam para o país (2014): 534
  40. 40. 40 CLASSIFICAÇÃO DOS SUBGRUPOS SELECIONADOS PARA O MERCADO ABERTURA CONSOLIDAÇÃO Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Açúcar e álcool Álcool etílico 1.097.920 0 0,00 1.097.920 Demais produtos comestíveis de origem animal Mel 154.117 0 0,00 154.117 Frutas Melões 214.622 0 0,00 214.622 Peixes e crustáceos Lagosta 2.108.596 0 0,00 2.108.596 Carne de frango industrializada 2.214.550 0 0,00 2.214.550 Carne de peru industrializada 266.142 0 0,00 266.142 Farelo de soja 481.448.265 8.966.460 1,86 472.481.805 Óleo de soja em bruto 314.494.748 64.525.104 20,52 249.969.644 Óleo de soja refinado 355.152 0 0,00 355.152 Sucos Suco de laranja não congelado 4.596.702 49.316 1,07 4.547.386 806.950.814 73.540.880 9,11 733.409.934 Veículos automotores e suas partes Veículos de carga 700.574.760 0 0,00 700.574.760 700.574.760 0 0,00 700.574.760 Metais e pedras preciosas Ouro em formas semimanufaturadas 122.257.018 0 0,00 122.257.018 122.257.018 0 0,00 122.257.018 Alumínio em bruto 719.095 0 0,00 719.095 Estanho em bruto 3.745.779 0 0,00 3.745.779 4.464.874 0 0,00 4464874 Alimentos, Bebidas e Agronegócios Máquinas e Equipamentos Moda e Cuidados Multissetorial e Outros Preparações de carnes, peixes e crustáceos Soja (grãos, óleos e farelo) Metais não ferrosos Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Abertura Máquinas e Equipamentos - Abertura Moda e Cuidados Pessoais - Abertura Multissetorial e Outros - Abertura Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Café cru 60.216.462 7.344.825 12,20 52.871.637 Demais produtos de café 29.867.465 1.219.945 4,08 28.647.520 Carne bovina Demais carnes bovinas 142.712.489 9.583.659 6,72 133.128.830 Cereais em grão e esmagados: milho 1.556.879.213 382.779.750 24,59 1.174.099.463 Cereais em grão e esmagados: trigo 2.278.130.576 18.716.491 0,82 2.259.414.085 Produtos hortícolas e plantas vivas Produtos hortícolas e plantas vivas 527.826.773 11.171.870 2,12 516.654.903 4.595.632.978 430.816.540 9,37 4.164.816.438 Compressores e bombas 689.141.519 20.257.266 2,94 668.884.253 Máquinas e aparelhos de terraplanagem e perfuração 136.888.218 4.283.300 3,13 132.604.918 Veículos automotores e suas partes Aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou arranque 32.304.079 1.030.483 3,19 31.273.596 858.333.816 25.571.049 2,98 832.762.767 Colas e enzimas Colas e enzimas 140.357.550 6.013.542 4,28 134.344.008 140.357.550 6.013.542 4,28 134.344.008 Multissetorial e Outros Alimentos, Bebidas e Agronegócios Máquinas e Equipamentos Café Cereais em grão e esmagados Máquinas e motores Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Consolidação Máquinas e Equipamentos - Consolidação Multissetorial e Outros - Consolidação
  41. 41. 41 RECUPERAÇÃO MANUTENÇÃO Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Açúcar e álcool Açúcar refinado 33.681.480 13.043.368 38,73 20.638.112 Carne bovina Carne de boi "in natura" 831.143.939 463.680.271 55,79 367.463.668 Carne de aves Carne de frango "in natura" 158.241.228 156.387.930 98,83 1.853.298 Carne suína Carne de suíno "in natura" 973.026 874.870 89,91 98.156 Sucos Suco de laranja congelado 889.670 442.615 49,75 447.055 1.024.929.343 634.429.054 61,90 390.500.289 Produtos minerais Minérios de ferro 582.598.341 400.972.170 68,82 181.626.171 582.598.341 400.972.170 68,82 181.626.171 Alimentos, Bebidas e Agronegócios Multissetorial e Outros Multissetorial e Outros - Manutenção Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Manutenção Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Açúcar e álcool Outros açúcares 442.920.948 415.827.617 93,88 27.093.331 Chá, mate e especiarias Chá, mate e especiarias 313.041.874 1.392.272 0,44 311.649.602 Fumo e cigarros Fumo em folhas 179.489.389 41.213.155 22,96 138.276.234 Outros produtos de origem animal Outros produtos de origem animal 35.834.043 1.431.319 3,99 34.402.724 Preparações de carnes, peixes e crustáceos Carne de boi industrializada 14.540.045 12.003.299 82,55 2.536.746 985.826.299 471.867.662 47,87 513.958.637 Madeiras, cortiças e obras de trançaria Madeira compensada ou contraplacada 243.992.728 2.886.982 1,18 241.105.746 243.992.728 2.886.982 1,18 241.105.746 Laminadores de metais 49.977.654 394.217 0,79 49.583.437 Motores para veículos automóveis 165.404.134 9.943.872 6,01 155.460.262 Outros motores de pistão 49.218.086 105.987 0,22 49.112.099 Veículos automotores e suas partes Chassis e carrocerias para veículos automóves 84.666.894 23.277.019 27,49 61.389.875 349.266.768 33.721.095 9,65 315.545.673 Papel e celulose Papel e suas obras 1.095.467.483 19.582.860 1,79 1.075.884.623 Produtos químicos Produtos químicos inorgânicos 416.036.796 541.675 0,13 415.495.121 1.511.504.279 20.124.535 1,33 1.491.379.744 Multissetorial e Outros Máquinas e Equipamentos Casa e Construção Civil Alimentos, Bebidas e Agronegócios Multissetorial e Outros - Recuperação Máquinas e motores Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Recuperação Casa e Construção Civil - Recuperação Máquinas e Equipamentos - Recuperação
  42. 42. 42 Nigéria  PIB PPC (2014): US$ 1.049,10 bilhões  PIB PPC per capita (2014): US$ 6.031  Composição do PIB (2014, estimativa): Setor primário: 31,23% Setor secundário: 9,74% Setor terciário: 59,03%  População total (2013): 173,62 milhões Urbana 80,03 milhões Participação 46,09 % Rural 93,59 milhões Participação 53,91 %  Importações globais de bens (2013): US$ 44,60 bilhões Participação do Brasil nas importações globais do mercado: 2,85% Importações da indústria de transformação (2012): US$ 41,27 bilhões  Exportações brasileiras para o mercado (2014): US$ 955,5 milhões Participação na pauta brasileira: 0,42% Exportações brasileiras da indústria de transformação para o país: US$ 932,9 milhões  Importações globais de serviços (2013): US$ 20,51 bilhões  Exportações de serviços brasileiros para o mercado (2014): US$ 2,5 milhões Participação na pauta brasileira: 0,01%  Quantidade de empresas brasileiras que exportam para o país (2014): 353
  43. 43. 43 CLASSIFICAÇÃO DOS SUBGRUPOS SELECIONADOS PARA O MERCADO ABERTURA Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Café Café cru 118.260 0 0,00 118.260 Demais produtos comestíveis de origem animal Ovos e derivados 8.121.995 0 0,00 8.121.995 Castanhas-de-caju 124.275 0 0,00 124.275 Goiabas e mangas 99.706 0 0,00 99.706 Limões e limas frescos ou secos 63.857 0 0,00 63.857 Uvas frescas 2.226.253 0 0,00 2.226.253 Fumo e cigarros Fumo manufaturado 12.534.530 0 0,00 12.534.530 Preparações de carnes, peixes e crustáceos Carne de frango industrializada 882.587 0 0,00 882.587 Produtos químicos Defensivos agrícolas 274.447.498 3.095 0,00 274.444.403 Soja (grãos, óleos e farelo) Óleo de soja refinado 956.419 0 0,00 956.419 Sucos Suco de laranja não congelado 2.255.456 0 0,00 2.255.456 301.830.836 3.095 0,00 301.827.741 Madeiras, cortiças e obras de trançaria Obras de marcenaria ou de carpintaria 33.900.078 57.739 0,17 33.842.339 33.900.078 57.739 0,17 33.842.339 Embarcações Embarcações 1.127.865.187 0 0,00 1.127.865.187 Motores para veículos automóveis 41.138.532 66.136 0,16 41.072.396 Turbinas hidráulicas e rodas hidráulicas 14.839.407 0 0,00 14.839.407 Autopeças 774.962.917 2.544.067 0,33 772.418.850 Motocicletas 646.591.702 0 0,00 646.591.702 Pneumáticos e câmaras de ar 520.805.654 224.764 0,04 520.580.890 Veículos de carga 584.618.166 2.926.799 0,50 581.691.367 3.710.821.565 5.761.766 0,16 3.705.059.799 Metais não ferrosos Estanho em bruto 781.044 0 0,00 781.044 781.044 0 0,00 781.044 Multissetorial e Outros Casa e Construção Civil Alimentos, Bebidas e Agronegócios Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Abertura Máquinas e Equipamentos - Abertura Multissetorial e Outros - Abertura Casa e Construção Civil - Abertura Frutas Máquinas e motores Veículos automotores e suas partes Máquinas e Equipamentos
  44. 44. 44 CONSOLIDAÇÃO RECUPERAÇÃO Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Café Demais produtos de café 18.591.647 911.182 4,90 17.680.465 Carne bovina Carne de boi "in natura" 3.031.473 156.572 5,16 2.874.901 Chocolates, balas e confeitos Produtos de confeitaria, sem cacau 25.892.161 1.619.289 6,25 24.272.872 Farinhas para animais Farinhas para animais 67.651.297 1.330.794 1,97 66.320.503 Outros produtos de origem animal Outros produtos de origem animal 869.240 109.280 12,57 759.960 Sementes oleaginosas (exceto soja); plantas industriais e medicinais; gomas, sucos e extratos vegetais; outros Sementes oleaginosas (exceto soja); plantas industriais e medicinais; gomas, sucos e extratos vegetais; outros 30.601.749 1.182.246 3,86 29.419.503 146.637.567 5.309.363 3,62 141.328.204 Madeiras, cortiças e obras de trançaria Painéis de fibras ou de partículas de madeira 68.879.954 2.350.673 3,41 66.529.281 Obras de pedra e semelhantes Obras de pedras e semelhantes 102.998.152 2.425.202 2,35 100.572.950 171.878.106 4.775.875 2,78 167.102.231 Máquinas e motores Máquinas e aparelhos de uso agrícola, exceto tratores 65.249.509 1.415.352 2,17 63.834.157 Veículos automotores e suas partes Ônibus 234.342.569 19.070.382 8,14 215.272.187 299.592.078 20.485.734 6,84 279.106.344 Metais e pedras preciosas Artigos de joalheria de metais preciosos 31.633.496 975.574 3,08 30.657.922 31.633.496 975.574 3,08 30.657.922 Produtos metalúrgicos Fio-máquinas e barras de ferro ou aço 169.455.282 9.130.215 5,39 160.325.067 Produtos químicos inorgânicos 195.068.130 630.481 0,32 194.437.649 Produtos químicos orgânicos 538.745.796 46.030.657 8,54 492.715.139 903.269.208 55.791.353 6,18 847.477.855 Multissetorial e Outros Moda e Cuidados Máquinas e Equipamentos Casa e Construção Civil Alimentos, Bebidas e Agronegócios Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Consolidação Casa e Construção Civil - Consolidação Máquinas e Equipamentos - Consolidação Moda e Cuidados Pessoais - Consolidação Multissetorial e Outros - Consolidação Produtos químicos
  45. 45. 45 MANUTENÇÃO Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Açúcar e álcool Álcool etílico 111.617.232 55.000.653 49,28 56.616.579 Cereais em grão e esmagados Cereais em grão e esmagados: milho 76.591.239 514.158 0,67 76.077.081 Fumo e cigarros Fumo em folhas 83.179.805 23.951.583 28,79 59.228.222 271.388.276 79.466.394 29,28 191.921.882 Madeiras, cortiças e obras de trançaria Cortiça e suas obras 550.728 16.250 2,95 534.478 550.728 16.250 2,95 534.478 Aparelhos mecânicos para projetar e pulverizar líquidos e pós 62.711.434 1.207.097 1,92 61.504.337 Máquinas e aparelhos de terraplanagem e perfuração 424.453.184 10.110.115 2,38 414.343.069 Aparelhos e dispositivos elétricos de ignição ou arranque 41.836.667 1.422.394 3,40 40.414.273 Chassis e carrocerias para veículos automóves 16.281.960 276.203 1,70 16.005.757 Reboques, semi-reboques e suas partes 124.759.343 352.105 0,28 124.407.238 Tratores 312.094.615 8.876.680 2,84 303.217.935 982.137.203 22.244.594 2,26 959.892.609 Metais não ferrosos Demais produtos de metais não ferrosos 266.844.897 2.910.188 1,09 263.934.709 Papel e celulose Papel e suas obras 622.547.094 21.235.952 3,41 601.311.142 Produtos metalúrgicos Produtos semimanufaturados de ferro ou aço 49.720.100 4.197.480 8,44 45.522.620 Produtos minerais Demais produtos minerais 146.515.814 4.006.192 2,73 142.509.622 Produtos químicos Resinas e elastômeros 1.220.060.250 10.667.652 0,87 1.209.392.598 2.305.688.155 43.017.464 1,87 2.262.670.691 Multissetorial e Outros Máquinas e Equipamentos Casa e Construção Civil Alimentos, Bebidas e Agronegócios Multissetorial e Outros - Recuperação Máquinas e motores Veículos automotores e suas partes Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Recuperação Casa e Construção Civil - Recuperação Máquinas e Equipamentos - Recuperação Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Açúcar refinado 154.644.610 138.066.618 89,28 16.577.992 Outros açúcares 490.248.671 442.322.230 90,22 47.926.441 Carne de aves Carne de frango "in natura" 766.885 427.383 55,73 339.502 Preparações de carnes, peixes e crustáceosCarne de boi industrializada 5.967.965 2.853.069 47,81 3.114.896 651.628.131 583.669.300 89,57 67.958.831 Alimentos, Bebidas e Agronegócios Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Manutenção Açúcar e álcool
  46. 46. 46 Argélia  PIB PPC (2014): US$ 551,81 bilhões  PIB PPC per capita (2014): US$ 14.259  Composição do PIB (2014, estimativa): Setor primário: 52,08% Setor secundário: 16,41% Setor terciário: 31,52%  População total (2013): 39,21 milhões Urbana 27,25 milhões Participação 69,51 % Rural 11,95 milhões Participação 30,49 %  Importações globais de bens (2014): US$ 58,33 bilhões Participação do Brasil nas importações globais do mercado: 2,36% Importações da indústria de transformação (2012): US$ 53,44 bilhões  Exportações brasileiras para o mercado (2014): US$ 1,15 bilhão Participação na pauta brasileira: 0,51% Exportações brasileiras da indústria de transformação para o país: US$ 1,00 bilhão  Importações globais de serviços (2013): US$ 10,23 bilhões  Exportações de serviços brasileiros para o mercado (2014): US$ 3,2 milhões Participação na pauta brasileira: 0,01%  Quantidade de empresas brasileiras que exportam para o país (2014): 272
  47. 47. 47 CLASSIFICAÇÃO DOS SUBGRUPOS SELECIONADOS PARA O MERCADO ABERTURA CONSOLIDAÇÃO Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Cacau e produtos de confeitaria (com e sem cacau) Cacau em pó 26.230.656 0 0,00 26.230.656 Demais produtos comestíveis de origem animal Mel 8.503.546 0 0,00 8.503.546 Castanhas-de-caju 9.290.496 0 0,00 9.290.496 Melões 199.793 0 0,00 199.793 Uvas frescas 7.073.853 0 0,00 7.073.853 Peixes e crustáceos Lagosta 35.809 0 0,00 35.809 Farelo de soja 625.549.390 8.362.561 1,34 617.186.829 Óleo de soja refinado 3.149.484 0 0,00 3.149.484 Sucos Suco de laranja não congelado 9.723.744 0 0,00 9.723.744 689.756.771 8.362.561 1,21 681.394.210 Autopeças 689.625.895 390.169 0,06 689.235.726 Chassis e carrocerias para veículos automóves 14.867.943 0 0,00 14.867.943 Motocicletas 53.174.684 0 0,00 53.174.684 757.668.522 390.169 0,05 757.278.353 Produtos metalúrgicos Ferro fundido bruto e ferro "spiegel" (ferro-gusa) 440.531 0 0,00 440.531 440531 0 0,00 440.531 Alimentos, Bebidas e Agronegócios Máquinas e Equipamentos Multissetorial e Outros Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Abertura Máquinas e Equipamentos - Abertura Multissetorial e Outros - Abertura Frutas Soja (grãos, óleos e farelo) Veículos automotores e suas partes Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Açúcar e álcool Açúcar refinado 110.199.170 20.395.928 18,51 89.803.242 Café Café cru 231.823.019 10.019.266 4,32 221.803.753 Cereais em grão e esmagados Cereais em grão e esmagados: milho 796.326.807 155.134.633 19,48 641.192.174 Farinhas para animais Farinhas para animais 93.288.118 1.807.859 1,94 91.480.259 Sementes oleaginosas (exceto soja); plantas industriais e medicinais; gomas, sucos e extratos vegetais; outros Sementes oleaginosas (exceto soja); plantas industriais e medicinais; gomas, sucos e extratos vegetais; outros 148.105.560 25.887.448 17,48 122.218.112 1.379.742.674 213.245.134 15,46 1.166.497.540 Madeiras, cortiças e obras de trançaria Obras de marcenaria ou de carpintaria 16.494.403 538.058 3,26 15.956.345 16.494.403 538.058 3,26 15.956.345 Veículos automotores e suas partes Tratores 576.898.085 42.768.959 7,41 534.129.126 576.898.085 42.768.959 7,41 534.129.126 Alimentos, Bebidas e Agronegócios Casa e Construção Civil Máquinas e Equipamentos Máquinas e Equipamentos - Consolidação Casa e Construção Civil - Consolidação Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Consolidação
  48. 48. 48 RECUPERAÇÃO MANUTENÇÃO Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Carne bovina Carne de boi "in natura" 240.965.910 90.842.167 37,70 150.123.743 Chocolates, balas e confeitos Produtos de confeitaria, sem cacau 39.519.470 1.569.307 3,97 37.950.163 Fumo e cigarros Fumo em folhas 18.792.919 670.440 3,57 18.122.479 Preparações de carnes, peixes e crustáceos Carne de boi industrializada 7.411.468 184.688 2,49 7.226.780 Óleo de soja em bruto 593.579.417 109.359.164 18,42 484.220.253 Soja mesmo triturada 70.021 17.489 24,98 52.532 Sucos Suco de laranja congelado 4.441.240 147.699 3,33 4.293.541 904.780.445 202.790.954 22,41 701.989.491 Máquinas e motores Máquinas e aparelhos de terraplanagem e perfuração 648.889.900 20.655.259 3,18 628.234.641 Móveis e mobiliário médico- cirúrgico Mobiliário médico-cirúrgico 14.387.405 137.502 0,96 14.249.903 Veículos automotores e suas partes Reboques, semi-reboques e suas partes 167.289.207 1.779.722 1,06 165.509.485 830.566.512 22.572.483 2,72 807.994.029 Alimentos, Bebidas e Agronegócios Máquinas e Equipamentos Máquinas e Equipamentos - Recuperação Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Recuperação Soja (grãos, óleos e farelo) Complexo Grupo de Produtos Subgrupo de Produtos Importações País 2013 (US$) Importações do país origem Brasil 2013 (US$) Participação do Brasil em 2013 (%) Mercado não explorado 2013 (IMP TOTAL - IMP ORIGEM BRASIL) Açúcar e álcool Outros açúcares 704.841.719 687.242.677 97,50 17.599.042 704.841.719 687.242.677 97,50 17.599.042 Alimentos, Bebidas e Alimentos, Bebidas e Agronegócios - Manutenção
  49. 49. 49 Angola  PIB PPC (2014): US$ 175,64 bilhões  PIB PPC per capita (2014): US$ 7.203  Composição do PIB (2014, estimativa): Setor primário: 61,86% Setor secundário: 5,63% Setor terciário: 32,51%  População total (2013): 21,47 milhões Urbana 9,12 milhões Participação 42,49 % Rural 12,35 milhões Participação 57,51 %  Importações globais de bens (2013): US$ 22,42 bilhões Participação do Brasil nas importações globais do mercado: 5,67% Importações da indústria de transformação: US$ 21,86 bilhões  Exportações brasileiras para o mercado (2014): US$ 1,26 bilhão Participação na pauta brasileira: 0,56% Exportações brasileiras da indústria de transformação para o país: US$ 1,24 bilhão  Importações globais de serviços (2013): US$ 22,36 bilhões  Exportações de serviços brasileiros para o mercado (2014): US$ 139,8 milhões Participação na pauta brasileira: 0,67%  Quantidade de empresas brasileiras que exportam para o país (2014): 1.013

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