Homenagem a Leopoldo Machado
Homenagem a Leopoldo Machado
“Muita alegria, que esta coisa 
de tristeza e casmurrice não é 
de quem segue Aquele que 
pregava: Alegrai-vos, que é 
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“O Espiritismo é o mesmo 
Cristianismo na forma primitiva que 
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Nasceu a 30 de setembro de 1891, no Arraial de Cepa 
Forte, hoje Jandaíra, ao norte do Estado da Bahia...
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Casa-se em 31 de dezembro de 1927 com MMaarríílliiaa ddee AAllmmeeiiddaa 
BBaarrbboossaa, funda em Nov...
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Foi o idealizador da palavra Lar na utilização de casas de 
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Assinava obras literárias com vários pseudônimos, dentre 
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1. Ofereceu ao meio espírita observações e sugestões 
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Vasconcelos (PR), que regressou de Recife, sendo 
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A Caravana da Fraternidade na capital do Rio Grande do Norte em 1949. P...
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Saída do Rio de Janeiro em 31 de janeiro de 1950 com 
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Objetivos : 
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Metodologia utilizada: 
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Somos companheiros, amigos, irmãos 
Que vivem alegres, pensando no bem 
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Leopoldo Machado - O Pacto Aureo e a Caravana da Fraternidade
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Nasceu no Arraial de Cepa Forte, hoje Jandaíra - BA, a 30 de setembro de 1891.

Leopoldo Machado, como era conhecido, iniciou-se na Doutrina Espírita pelas mãos abençoadas do inolvidável José Petitinga, no ano de 1915, tornando-se arauto da fé e do trabalho.

Espírito de liderança, foi impulsionado às tarefas do bem e da verdade, vivendo a Doutrina Espírita em toda a sua pujança.

Jornalista, professor, escritor, poeta, compositor, pregador e polemista, difundiu a Doutrina Espírita por todos os meios e formas, merecendo o respeito dos adversários da Doutrina e a admiração dos confrades.


Em 1949 era convocado ao 11 Congresso Pan-americano realizado no Rio de Janeiro e também o Pacto Áureo.

Após, esteve presente, juntamente com Lins de Vasconcelos, Carlos Jordão da Silva, Francisco Spinelli, Ary Casadio e Luiz Burgos na "Caravana da Fraternidade", que teve como coroamento o Pacto Áureo, incentivo unificador na formação do Conselho Federativo Nacional, sob os auspícios da Federação Espírita Brasileira.

Leopoldo Machado acreditou na força dos moços, como mola propulsora para renovação de valores ao movimento espírita; acreditou nos Congressos, nas Semanas Espíritas e nas Confraternizações.

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  1. 1. Homenagem a Leopoldo Machado
  2. 2. Homenagem a Leopoldo Machado
  3. 3. “Muita alegria, que esta coisa de tristeza e casmurrice não é de quem segue Aquele que pregava: Alegrai-vos, que é chegado o Reino dos Céus!” Leopoldo Machado
  4. 4. “O Espiritismo é o mesmo Cristianismo na forma primitiva que é, também, a sua forma definitiva.Por isso que os espiritistas de verdade seguem o Cristo, como o seguiram os cristãos primitivos, sem aparatos, encenações, ritualismos e pompas de religiões materializadas”. Leopoldo Machado
  5. 5. "O que deve preocupar o Movimento Espírita é a falta de base doutrinária de muitos confrades que, enleados pela grandiosidade do acervo e do encantamento de tantos e belos romances, contos, mensagens e novelas (que, no mercado livreiro de hoje é chamado de "realismo fantástico"), agradam-se e concentram-se apenas nessa natureza de livros, deixando de estudar, concomitantemente ou previamente, as obras da Codificação". Leopoldo Machado
  6. 6. BBiiooggrraaffiiaa Nasceu a 30 de setembro de 1891, no Arraial de Cepa Forte, hoje Jandaíra, ao norte do Estado da Bahia, quase nos limites de Sergipe. Era o mais novo de seis filhos do casal Eulálio de Souza Barbosa e Ana Isabel Machado Barbosa Iniciou-se na Doutrina Espírita pelas mãos abençoadas do inolvidável JJoosséé PPeettiittiinnggaa, no ano de 1915, tornando-se arauto da fé e do trabalho.
  7. 7. **JJoosséé PPeettiittiinnggaa
  8. 8. BBiiooggrraaffiiaa Casa-se em 31 de dezembro de 1927 com MMaarríílliiaa ddee AAllmmeeiiddaa BBaarrbboossaa, funda em Nova Iguaçu o Albergue Noturno Allan Kardec; o Lar de Jesus, para meninas órfãs e o estabelecimento de ensino Colégio Leopoldo. Jornalista, professor, escritor, compositor, poeta, biógrafo, pregador, dramaturgo, teatrólogo e polemista. Leopoldo Machado defendeu a Doutrina Espírita por todos os meios e formas, merecendo o respeito dos adversários da Doutrina e a admiração dos confrades sem fugir à pureza doutrinária Realizou também a Primeira Festa Nacional do Livro Espírita, em homenagem ao "18 de abril".
  9. 9. ** MMaarríílliiaa ddee AAllmmeeiiddaa BBaarrbboossaa “Não é rica, nem bela; é boa e basta. Para quem, como eu, andou na Vida, Tendo de cada amor uma ferida, Uma desilusão que a alma nos gasta. Ela foi como a Terra Prometida, Que sorriu a Moisés feraz e vasta Depois de uma existência atra e nefasta, Quando já me sangrava a alma descrida ... Não me inspirou paixão, nem me pôs louco, Nem lhe tive esse amor que nos consome, Que, por demais ardente, dura pouco ... Foi, porém, sendo a última, a primeira Que mereceu, na Vida, usar meu nome, Como fiel e boa companheira ... “
  10. 10. **LLaarr ddee JJeessuuss
  11. 11. **CCoollééggiioo LLeeooppoollddoo
  12. 12. **CCoollééggiioo LLeeooppoollddoo ((AAttuuaall))
  13. 13. BBiiooggrraaffiiaa Foi o idealizador da palavra Lar na utilização de casas de amparo à infância e à velhice em lugar do termo orfanato, ou ainda asilo; Incentivou a criação das Mocidades Espíritas e das escolas Espíritas de Evangelização para Infância, impulsionando, também, as semanas Espíritas, as Tardes Fraternas, os Simpósios, as Mesas Redondas e os Congressos. Publicou cerca de 30 livros como Pigmeus Contra Gigantes, Caravana da Fraternidade, Ide e Pregai e muitos outros. Escreveu por 24 anos na Revista Reformador, colaborador do periódico Clarim e Revista Internacional do Espiritismo.
  14. 14. BBiiooggrraaffiiaa Assinava obras literárias com vários pseudônimos, dentre os principais destacamos: Pio D’Alvarez ou Pio d’Alva. Leontina Maria, Lima de Madureira e Jeuville Oliver. Integrante da CCaarraavvaannaa ddaa FFrraatteerrnniiddaaddee que percorreu 11 estados do Norte/Nordeste Desencarna em 22 de agosto de 1956.
  15. 15. OO lleeggaaddoo ddee LLeeooppoollddoo MMaacchhaaddoo 1. Ofereceu ao meio espírita observações e sugestões valiosíssimas – estudo, crítica construtiva e planos de ação; 2. Tratou da Reforma Social e a Mulher, mostrando o papel da mulher espírita no mundo moderno; 3. Cuidou de preparar a Mocidade Espírita, para substituir, no serviço, os mais velhos;
  16. 16. OO lleeggaaddoo ddee LLeeooppoollddoo MMaacchhaaddoo 4. Cuidou da criança espírita, com suas aulas de moral cristã; 5. Muito trabalhou pelo Teatro Espírita e a Música no meio espírita; 6. Empreendeu um grande esforço por um mundo melhor e, para isso, realizou campanhas memoráveis, confraternização, semanas espíritas, o 1º. Congresso ddee MMoocciiddaaddeess EEssppíírriittaass ddoo BBrraassiill ((1177 aa 2233 ddee jjuullhhoo ddee 11994488)) 7. Foi um dos criadores do conto espírita em língua portuguesa, gênero literário que achou bom para difundir o Espiritismo no meio profano;
  17. 17. 1º. Congresso de MMoocciiddaaddeess EEssppíírriittaass ddoo BBrraassiill
  18. 18. OO lleeggaaddoo ddee LLeeooppoollddoo MMaacchhaaddoo 8. Falou no Pan-americanismo Cristão em 1949; 9. Fez ver que o Espiritismo não se mistura com outros ismos: Comunismo, Integralismo, etc.
  19. 19. OO DDeeccáállooggoo ddoo EEssppiirriittiissmmoo ddee VViivvooss
  20. 20. OO DDeeccáállooggoo ddoo EEssppiirriittiissmmoo ddee VViivvooss 1) Doutrinação de encarnados, pelo estudo da Doutrina Espírita e do Evangelho do Cristo, afim de que, desencarnados, não precisem aparecer às sessões mediúnicas para serem doutrinados. Às vezes, depois de obsessões... O estudo gera a sabedoria e o conhecimento. Ambos engendram o amor fraterno, sem subserviências e servilismos. "Amai-vos, eis vosso primeiro dever. Instruí-vos, eis o segundo", aconselha, grosando* lições do Evangelho, uma voz autorizada do Além. 2) Socialização do Espiritismo por força de movimentos confraternativos. Obra de pura sociabilidade cristã, em nome do Espiritismo, é tudo o que arrasta muito espírita do seu comodismo, do exclusivismo de seu centro ou de seu meio espírita, para fraternizar com seus irmãos através de movimentos constantes de aproximação, de visitas de confraternização, de semanas espíritas organizadas, de congressos, etc., etc. "Que vos ameis uns aos outros, pois só assim provareis que sois meus discípulos", disse o Cristo. E os Espíritos de luz andam dizendo que os espíritas são os cristãos modernos. Ora, todo movimento de aproximação implica incentivos para os espíritas se conhecerem melhor, para melhormente se amarem... *grosando - multiplicando
  21. 21. OO DDeeccáállooggoo ddoo EEssppiirriittiissmmoo ddee VViivvooss 3) Jornadas e excursões de propaganda, num "Ide e Pragai", à medida das possibilidades de cada um. Levar palavras de conforto e de fé, com a nossa presença, a irmãos distantes, vale por apreciável transfusão de energias e de vitalidade aos visitados. 4) Restauração da alegria cristã. Alegria de crer e de viver. "Paz e alegria", era a norma de tratamento entre os cristãos primitivos. Só por isso, a Doutrina Cristã e o Espiritismo não devem permitir ambientes de câmaras mortuárias. Para eminente filósofo, entre os crimes que a Igreja de Roma cometeu, um dos maiores foi o de ter extirpado a alegria da Doutrina do Cristo.
  22. 22. OO DDeeccáállooggoo ddoo EEssppiirriittiissmmoo ddee VViivvooss 5) Amparar, por todos os meios, a criança. O amparo cristão conferido à criança, em nome do Espiritismo, além de preparar futuras gerações espíritas, é serviço prestado à Doutrina, à sociedade, à pátria, à humanidade, quer no presente, quer no futuro. 6) Atrair a juventude, transmitindo-lhe consciência religiosa, espirítica. Cuidar, a sério, da formação de "Juventudes Espíritas organizadas", é cuidar de nossos substitutos, talvez com maior preparação cristã. Não há de ser programas pesados e soturnos, a estudos e conferências maçudas, a trabalhos mediúnicos, somente, que se poderá interessar a infância e a juventude na Doutrina. A arte, a literatura, a alegria cristã, as festas sem caráter profano são para tanto indispensáveis.
  23. 23. OO DDeeccáállooggoo ddoo EEssppiirriittiissmmoo ddee VViivvooss 7) Propaganda pela arte. As letras, as belas artes, o teatro e a alegria cristã a serviço da propaganda do Espiritismo, são de resultados magníficos. Mormente para interessar as crianças, os jovens, as mulheres, interessando, ainda, a espíritas e não espíritas, a gregos e a troianos. 8) Obras de assistência a necessitados, de toda sorte. Distribuir recursos e conforto material ou moral a necessitados é, certamente, trabalho mais proveitoso do que a distribuição de palavras e orações, somente. Se é, de resto, o bem que salva, como acentua o Cristo na parábola do Bom Samaritano; se a lei é "fora da caridade não há salvação", é claro que são as obras e não o rótulo religioso, as pregações e não as práticas ritualísticas, que aproveitam para a salvação.
  24. 24. OO DDeeccáállooggoo ddoo EEssppiirriittiissmmoo ddee VViivvooss 9) Libertar o Espiritismo do mediunismo exclusivista, sem expressão doutrinária e cristã, que procura condicionar a ele, exclusivamente, as finalidades da Doutrina. A mediunidade bem dirigida é a maior força do Espiritismo. Mal orientada, a maior fonte de descréditos. Nem o Espiritismo é mediunidade somente. E sempre que houver de nossa parte, abdicação do bom senso e do raciocínio, da razão e do livre-arbítrio, do senso crítico e do discernimento na aceitação de tudo que nos vem com o nome de comunicação de espíritos; sempre que nos esquecermos de que "é preferível recusar 99 comunicações verdadeiras a aceitar uma falsa", como aconselha o codificador; que olvidarmos "não devemos crer em todos os espíritos, mas somente naqueles que vêm de Deus", na advertência de João, o Evangelista, claro que estamos abastardando a mediunidade e o próprio Espiritismo. 10) Preparar os vivos para que não esperem dos mortos aquilo que podem realizar, nem os consultem sobre aquilo que cada um pode resolver com a inteligência que Deus lhe deu. Não será diminuir-nos e ofender a Divindade, o andarmos a consultar os mortos sobre tudo e a propósito de tudo? Nós assim o cremos. Se Deus nos deu razão, inteligência, raciocínio e bom senso, foi para que os empregássemos "no exame livre de tudo, para aceitarmos o que for bom", a conselho de Paulo.
  25. 25. OO DDeeccáállooggoo ddoo EEssppiirriittiissmmoo ddee VViivvooss Não cremos que haja um espírita-cristão, consciente e esclarecido, que se oponha, com pureza de sentimentos e desejos de bem servir à Doutrina, ao que aí se contém. Cremos, entretanto, que haja um ou outro que, bem intencionado discorde, cristãmente, serenamente, de um ou outro ponto. Talvez, até, por não haver apanhado bem nosso pensamento. Ao dispor, desses irmãos para outros esclarecimentos. Fonte: MACHADO, Leopoldo. Cruzada do Espiritismo de Vivos. Matão: Empresa Editora "O Clarim", 1948. "Decálogo do Espiritismo de Vivos".
  26. 26. UUnniiffiiccaaççããoo O trabalho de unificação do Movimento Espírita que, no Brasil, foi iniciado pela Federação Espírita Brasileira, a partir de 1884, e que encontrou em Bezerra de Menezes o seu orientador e estimulador, tem, na assinatura do Pacto Áureo, ocorrida em 5 de outubro de 1949, um dos seus momentos mais destacados por representar o propósito sincero de instituições e pessoas empenhadas em promover a união dos espíritas com vistas ao trabalho de difusão dos ensinos da Doutrina Espírita.
  27. 27. OO qquuee éé UUnniiffiiccaaççããoo “Sintonia absoluta de todas as interpretações doutrinárias num foco único de visão e realização” (Emmanuel). Tem por objetivo fortalecer, facilitar, ampliar e aprimorar a ação do Movimento Espírita em sua atividade-fim, que é a de promover o estudo, a difusão e a prática da Doutrina Espírita. OO qquuee rreeaalliizzaa:: Realiza um permanente contato com os Grupos, Centros ou Sociedades Espíritas, promovendo a sua união e integração e colocando à disposição dos mesmos, sugestões, experiências, trabalhos e programas de apoio de que necessitem para suas atividades. CCoommoo ssee eessttrruuttuurraa:: Estrutura-se pela da união dos Grupos, Centros ou Sociedades Espíritas que, preservando a sua autonomia e liberdade de ação, conjugam esforços e somam experiências, objetivando o permanente fortalecimento e aprimoramento das suas atividades e do Movimento Espírita em geral. (Fonte CEI - Conselho Espírita Internacional)
  28. 28. OO qquuee éé UUnniiffiiccaaççããoo O chamado Pacto Áureo foi um acordo celebrado entre a Federação Espírita Brasileira (FEB) e representantes de várias Federações e Uniões de âmbito estadual, visando unificar o movimento espírita a nível nacional. Foi assinado na sede FEB, na cidade do Rio de Janeiro, a 5 de outubro de 1949. A expressão é atribuída a AArrttuurr LLiinnss ddee VVaassccoonncceellooss LLooppeess, um de seus signatários à época. Como conseqüência, em 1 de janeiro do ano seguinte (1950), foi instituído o CCoonnsseellhhoo FFeeddeerraattiivvoo NNaacciioonnaall ddaa FFEEBB ((CCFFNN)), com a posse dos seus onze membros pelo presidente da FEB. Em 8 de março desse mesmo ano, o CFN lançou a Proclamação aos Espíritas. Desde então, o CFN exerce a função de dirimir dúvidas, orientando o movimento Espírita e recomendando normas e diretrizes para os Centros Espíritas. A assinatura do Pacto Áureo foi a base para um entendimento entre as instituições espíritas no país, possibilitando uma nova fase de difusão da Doutrina Espírita, viabilizando a convivência entre as mesmas sem prejuízo da liberdade de pensamento e da ação individuais.
  29. 29. Lins de Vasconcelos PPaaccttoo ÁÁuurreeoo
  30. 30. Fac-símile da Ata do Pacto Áureo PPaaccttoo ÁÁuurreeoo
  31. 31. PPaaccttoo ÁÁuurreeoo Signatários do Pacto Áureo: Artur Lins de Vasconcelos (PR), que regressou de Recife, sendo substituído por Luiz Burgos Filho (PE), Ary Casadio (SP), Carlos Jordão da Silva (SP), Francisco Spinelli (RS) e Leopoldo Machado (RJ).
  32. 32. AA CCaarraavvaannaa ddaa FFrraatteerrnniiddaaddee A Caravana da Fraternidade na capital do Rio Grande do Norte em 1949. Pela ordem da esquerda para a direita: Leopoldo Machado (calça branca e paletó escuro)- ; Luiz Burgos Filho (sem paletó); Abdias Antônio de Oliveira (paletó branco) – vice-presidente da FERN; Francisco Spinelli (paletó escuro); Major Felipe Soares (atrás, aparece só a cabeça) – presidente do Centro Espírita Victor Hugo – RN; Carlos Jordão da Silva (paletó branco e segurando chapéu); Severino Rodrigues Viana; Sebastião Félix de Araújo, ex-presidente da FERN, pioneiro da Unificação no Estado; Ary Casadio (com bigode); Major Alfredo Lemos da Silva; Sebastião Avelino de Macedo (trabalhador vinculado à orientação de juventudes); Hilpert Viana – trabalhador do Centro Espírita Victor Hugo – RN.
  33. 33. AA CCaarraavvaannaa ddaa FFrraatteerrnniiddaaddee Saída do Rio de Janeiro em 31 de janeiro de 1950 com destino a Salvador ; Depois, a todas as capitais dos 11 Estados do Nordeste e Norte do país; Leopoldo Machado e Luiz Burgos Filho seguiram até Manaus, enquanto os demais permaneceram em Belém; Paralela a esta caravana, seguia uma outra caravana invisível supervisionada pelo Dr Bezerra de Menezes A Caravana dissolveu-se após visita a Chico Xavier, em Pedro Leopoldo, em 13 de dezembro de 1950 que psicografou mensagens de Emmanuel e Amaral Ornellas.
  34. 34. Rio de Janeiro Salvador Aracaju Maceió Recife João Pessoa Natal Fortaleza Parnaíba Teresina São Luís Belém do Pará Manaus Pedro Leopoldo
  35. 35. AA CCaarraavvaannaa ddaa FFrraatteerrnniiddaaddee Objetivos : a) Maior aproximação dos espiritistas, visionando o ideal da unificação social da Doutrina; b) Propaganda cultural do Espiritismo no mundo profano; c) Maior estímulo às obras de assistência social inspiradas pela Doutrina; d) Levar ambientação doutrinária aos lares, de vez que os caravaneiros sempre preferiram hospedagem nos lares de irmãos.
  36. 36. AA CCaarraavvaannaa ddaa FFrraatteerrnniiddaaddee Metodologia utilizada: 1. Conferências culturais para o grande público, que atraíram verdadeiras multidões a elas, tarefa quase que da responsabilidade do prof. Leopoldo Machado; 2. Reuniões de mesa-redonda para reajustamento de pontos de vista de choque, das quais o ideal da unificação sempre saiu vitorioso, por isso que de todas elas foram lavradas as respectivas atas; 3. Visitas de estímulo às instituições espíritas de assistência social; 4. Programas sociais, organizados pelos irmãos visitados.
  37. 37. CCAANNÇÇÃÃOO DDAA AALLEEGGRRIIAA CCRRIISSTTÃÃ Somos companheiros, amigos, irmãos Que vivem alegres, pensando no bem A nossa alegria é de bons cristãos Não ofende a Jesus, nem fere a ninguém A nossa alegria (a nossa alegria) É bem do Evangelho (é bem do Evangelho) Vibra e contagia (vibra e contagia) Da criança ao velho (da criança ao velho) Mesmo entre perigos (mesmo entre perigos) Daremos as mãos (daremos as mãos) Como bons amigos (como bons amigos) Como bons cristãos. Sempre ombro a ombro, sempre lado a lado Vamos trabalhar com muita alegria Pelo espiritismo mais cristianizado Pela implantação da paz e harmonia! A nossa alegria. ..

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