Atmosfera em transformação: o
ozônio e os CFCs, certezas e
incertezas
"Se o conhecimento pode criar problemas, não é atrav...
Resumo
 Buscar reflexão;
 Mudanças globais;
 Clima;
 Ozônio;
 CFC;
 Sistema econômico.
Introdução
 Revolução industrial;
 Substancias antropicamente produzidas;
 Teorias:
 Mario Molina;
 Sherwood Rowland.
Ozônio
 Meados do século XIX;
 Oxidações ;
 Importante desinfetante em epidemias infecciosas.
Ozônio x CFC
 Vinculação em 1974 - teorias;
 Teoria da destruição;
 1980 - NASA;
 1985 - Viena;
 1995 - eliminadas;
...
Caracterização dos elementos.
 Complexa rede de reações físico – químicas;
 Estratosfera e troposfera;
 Estrutura básic...
Fig. 01.
Estrutura
geral da
atmosfer
a e
comport.
da temp.
e
pressão.
Ozônio troposférico
 Grandes metrópoles;
 Infecção respiratória;
 Combustíveis fosseis e Nox.
Ozônio estratosférico
 Ciclo continuo de produção.
 Fundamental para barramento da energia UV-B
CFCS
 CL4c;
 NO2;
 Hálons;
 CFC, instável devido a presença UV-C.
Figura
02.
Percent.
dos
CFCs,
segundo
o tipo
de uso.
Quadro 01.
Tempo de
vida útil de
alguns
compostos
gasosos
Quadro 02. Alguns constituintes da atmosfera, peso
molecular e atômico e importância na sua composição.
A capacidade dos fréons ascenderem na
atmosfera
Teoria:
Correntes Equatoriais
8 meses
Maior altitude
=
Menos calor
Elevado grau de complexidade
Fréons 12 4,1
Fréons 11 4,66
Figura 03. Circulação geral da atmosfera e suas
características.
No corte vertical
da atmosfera
(fig. 03), lado
esquerdo
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O vórtice antártico
Inverno austral
Fim de Agosto e Setembro
Ventos ciclonais
400km/h
Isóbara: linha que, num mapa
geográf...
Figura 05. Corte vertical
na zona Antártica.
Figura 06. Aspecto da
iluminação do vórtice.
CFCs na estratosfera? Principalmente
na antártica?
Comprovado:
 Hidrogênio;
 Hélio;
 Metano (CH4);
 Monóxido e Bióxido...
 Conjunto de reações provocadas pelos Óxidos de Nitrogênio,
vapor de água e Oxigênio
 Dentro do vórtice os níveis caem d...
Químico Pierre Lutgen
90% de todo os CFCs mundiais
Deveriam estar no hemisfério sul
Nem tudo que é produzido é liberado p...
Figura 07.
Estimati-
vas da
produção
anual de
Cloro
segundo
fontes
seleciona-
das
 O que levaria implicar a ínfima quantidade de cloro dos CFCs
no problema do ozônio?
 Seria ele de fato o acionador do m...
Contradições evidentes
 A camada de ozônio sobe os EUA e Europa haviam
diminuído cerca de 3% entre 1969 e 1986.
 O que l...
A radiação ultravioleta
A radiação ultravioleta é uma parte do espectro solar, e
pode ser separada em três partes:
 O UV-C é totalmente absorvido na atmosfera terrestre, e por isto não é
de maior importância para medidas feitas da super...
O controle do Sistema Climático
 As respostas do sistema climático global às possíveis mudanças nas
características das e...
Possibilidades de respostas dos sistemas ambientais a
uma Possível redução de CO2.
Implicações políticas e econômicas
Iniciemos com o entendimento de como se distribui em grupos de países,
a produção dos c...
A partir dos elementos colocados, podemos refletir
em várias linhas, todas altamente imbricadas:
 Qual foi o custo da pro...
Observações finais
Acreditamos que o parco, mas diverso conjunto de
informações que apresentamos sobre a
problemática dos ...
REFERÊNCIAS
 http://www.novaimprensa.inf.br/passadas/553/geral.html
 http://meioambiente.culturamix.com/projetos/projeto...
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Atmosfera em transformação: o ozônio e os CFCs, certezas e incertezas.

  1. 1. Atmosfera em transformação: o ozônio e os CFCs, certezas e incertezas "Se o conhecimento pode criar problemas, não é através da ignorância que podemos solucioná-los” Isaac Asimov (1920-1992)
  2. 2. Resumo  Buscar reflexão;  Mudanças globais;  Clima;  Ozônio;  CFC;  Sistema econômico.
  3. 3. Introdução  Revolução industrial;  Substancias antropicamente produzidas;  Teorias:  Mario Molina;  Sherwood Rowland.
  4. 4. Ozônio  Meados do século XIX;  Oxidações ;  Importante desinfetante em epidemias infecciosas.
  5. 5. Ozônio x CFC  Vinculação em 1974 - teorias;  Teoria da destruição;  1980 - NASA;  1985 - Viena;  1995 - eliminadas;  2006 - fim do problema.
  6. 6. Caracterização dos elementos.  Complexa rede de reações físico – químicas;  Estratosfera e troposfera;  Estrutura básica.
  7. 7. Fig. 01. Estrutura geral da atmosfer a e comport. da temp. e pressão.
  8. 8. Ozônio troposférico  Grandes metrópoles;  Infecção respiratória;  Combustíveis fosseis e Nox.
  9. 9. Ozônio estratosférico  Ciclo continuo de produção.  Fundamental para barramento da energia UV-B
  10. 10. CFCS  CL4c;  NO2;  Hálons;  CFC, instável devido a presença UV-C.
  11. 11. Figura 02. Percent. dos CFCs, segundo o tipo de uso.
  12. 12. Quadro 01. Tempo de vida útil de alguns compostos gasosos
  13. 13. Quadro 02. Alguns constituintes da atmosfera, peso molecular e atômico e importância na sua composição.
  14. 14. A capacidade dos fréons ascenderem na atmosfera Teoria: Correntes Equatoriais 8 meses Maior altitude = Menos calor
  15. 15. Elevado grau de complexidade Fréons 12 4,1 Fréons 11 4,66
  16. 16. Figura 03. Circulação geral da atmosfera e suas características. No corte vertical da atmosfera (fig. 03), lado esquerdo observamos esquematicamen te à dinâmica do movimento vertical de ascendência e subsidência do ar e a formação da frente polar, no lado direito outra referência ao movimento horizontal e vertical na circulação geral. 2O3 + 2Cl 2O2 + 2ClO 3O2 + 2Cl - -
  17. 17. O vórtice antártico Inverno austral Fim de Agosto e Setembro Ventos ciclonais 400km/h Isóbara: linha que, num mapa geográfico, une os pontos de igual pressão atmosférica
  18. 18. Figura 05. Corte vertical na zona Antártica. Figura 06. Aspecto da iluminação do vórtice.
  19. 19. CFCs na estratosfera? Principalmente na antártica? Comprovado:  Hidrogênio;  Hélio;  Metano (CH4);  Monóxido e Bióxido de Cloro (ClO e ClO2);  Os Óxidos de Nitrogênio (Nox);  Compostos a base de Bromo (altamente reagente);  Flúor;  Iodo;  Bióxido de Carbono (CO2), entre outros gases como o Argônio, Criptônio, Xenônio, etc.  Igor J. Eberstein, do Goddard Space Flight Center da NASA
  20. 20.  Conjunto de reações provocadas pelos Óxidos de Nitrogênio, vapor de água e Oxigênio  Dentro do vórtice os níveis caem de maneira abrupta e elevam-se os níveis de Cloro, e, então, vem a pergunta: De onde vem tanto Cloro?
  21. 21. Químico Pierre Lutgen 90% de todo os CFCs mundiais Deveriam estar no hemisfério sul Nem tudo que é produzido é liberado para atmosfera “O terror” Monte Erebus - 1841 Dr. Haroun Tazieff: 1.000 toneladas de Cl/dia 7.500 toneladas de CFCs/ano 360.000 toneladas de Cloro vulcânico/ano Monte Erebus
  22. 22. Figura 07. Estimati- vas da produção anual de Cloro segundo fontes seleciona- das
  23. 23.  O que levaria implicar a ínfima quantidade de cloro dos CFCs no problema do ozônio?  Seria ele de fato o acionador do mecanismo de instabilidade do O3?  Qual seria o papel do cloro liberado de fontes naturais, que no caso do Monte Erebus chega a ser 48 vezes maior que toda a produção mundial provinda dos CFCs?
  24. 24. Contradições evidentes  A camada de ozônio sobe os EUA e Europa haviam diminuído cerca de 3% entre 1969 e 1986.  O que levaria a um aumento das radiações UV e consequente epidemia de câncer.
  25. 25. A radiação ultravioleta A radiação ultravioleta é uma parte do espectro solar, e pode ser separada em três partes:
  26. 26.  O UV-C é totalmente absorvido na atmosfera terrestre, e por isto não é de maior importância para medidas feitas da superfície da Terra.  O UV-A é importante, porque não é absorvido pela atmosfera, a não ser por espalhamento nas moléculas e partículas, e porque tem efeitos sobre a pele humana.  Enquanto a UV-B, sua pequena quantidade que passa pela atmosfera e atinge a superfície é muito importante.Excessos desta radiação causam câncer de pele, e são de grande preocupação dos médicos dermatologistas, mas sem ela não haveria vida e a síntese de algumas vitaminas, como a D pelos seres humanos.
  27. 27. O controle do Sistema Climático  As respostas do sistema climático global às possíveis mudanças nas características das emissões :  Diminuição de gases do efeito estufa e outros reagentes com a camada de ozônio, por exemplo, levaria dezenas a centenas de anos para uma possível estabilização ou retorno de condições pretéritas.  Os modelos de previsão apresentam cenários futuros onde se trabalha com meras possibilidades, uma vez que há uma intrincada relação entre inúmeros fatores.
  28. 28. Possibilidades de respostas dos sistemas ambientais a uma Possível redução de CO2.
  29. 29. Implicações políticas e econômicas Iniciemos com o entendimento de como se distribui em grupos de países, a produção dos compostos banidos e de seus substitutos e sua projeção de produção até 2015
  30. 30. A partir dos elementos colocados, podemos refletir em várias linhas, todas altamente imbricadas:  Qual foi o custo da proibição do uso dos CFCs e como ele foi compartilhado pelas várias nações signatárias?  Qual é a vida útil destes compostos na atmosfera?  Quais as empresas que detém as patentes dos substitutos aos CFCs?  O que a “indústria do câncer” e dos protetores solares tem haver com as pesquisas e seus resultados e como ela age diante de tais evidências?
  31. 31. Observações finais Acreditamos que o parco, mas diverso conjunto de informações que apresentamos sobre a problemática dos CFCs, torne possível desfazer algumas ideias duvidosas sobre o tema, abrindo assim um campo de questionamento, para tantos problemas evidenciados
  32. 32. REFERÊNCIAS  http://www.novaimprensa.inf.br/passadas/553/geral.html  http://meioambiente.culturamix.com/projetos/projeto-anti-cfc- informacoes-indispensaveis  http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-os-buracos-da- camada-de-ozonio-ficam-nos-polos
  33. 33. OBRIGADO!

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