Expressao E Arte

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Expressao E Arte

  1. 1. Saúde Mental Express ã o e Arte
  2. 2. ARTE TERAPIA <ul><li>Tem por objetivo refletir e debater sobre a importância da Arte como fator de promoção de Saúde e Transformação Social na passagem do Milênio. Arteterapia é a arte pela arte, deixa a criação em segundo plano, para analisar acima de tudo o processo de criação do paciente (pintura, desenho, teatro, etc) Fundamenta-se em Artes em todos os níveis e Técnicas de Terapias diversas (Psicologia, Psicanálise, etc.) </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Alguns trabalhos dão ênfase ao Psicodrama, muito utilizado em Artes Cênicas e em algumas linhas de Psicanálise. Esta linha de terapia (Psicodrama) pode tratar todos os distúrbios de aprendizagem, alguns comportamentais e é muito útil em terapias anti toxicomania (drogas/álcool) e terapia de casais. </li></ul>
  4. 4. Benefícios da Terapia pela Arte <ul><li>1 - Melhora a comunicação consigo mesmo e com o outro; </li></ul><ul><li>2 - O cliente se independentiza do terapeuta pois é ativo, cria nas sessões; </li></ul><ul><li>3 - O tempo do tratamento é menor pois a transferência é reduzida, a atividade diminui o valor desta; </li></ul><ul><li>4 - Favorece a busca da harmonia e do equilíbrio da vida; </li></ul><ul><li>5 - Facilita o diagnóstico propiciando leitura de material pré e inconsciente através de imagens pictórias, sonoras, táteis e kinestéricas. </li></ul><ul><li>6 - Aumenta a espontaneidade e a criatividade positivamente orientadas. </li></ul>
  5. 5. SER E FAZER <ul><li>Tânia Maria José criou o Laboratório de Saúde Mental e Psicologia Clínica Social localizado no Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (1998). </li></ul>
  6. 6. SER E FAZER <ul><li>Desde então são desenvolvidas modalidades de pesquisa intervenção com uso de mediações que facilitem a expressão do individuo. </li></ul>
  7. 7. SER E FAZER <ul><li>Partindo da noção winnicottiana que consiste na superposição de duas áreas do brincar: a do terapeuta e a do paciente . </li></ul><ul><li>A s comunicações emocionais se articulam como brincadeiras, os pacientes podem se deparar com ambiente que favorece o surgimento do gesto espontâneo em presença do outro. </li></ul>
  8. 8. SER E FAZER <ul><li>Trata-se de uma psicanálise inovadora que, recorrendo a diferentes estratégias clínicas, dá contornos aceitáveis às angústias existenciais mais profundas e oferecem a possibilidade de uma experiência emocional enriquecedora, incentiva n do a expressão dos pacientes para a criação/transformação da realidade, permitindo auxiliá-los na busca de um novo sentido de existência. </li></ul>
  9. 9. SER E FAZER <ul><li>Acolhe desde pessoas que sofrem profundas angústias relacionadas à fragmentação e aniquilação do ser até aqueles que referem sentimentos difusos de falta de sentido e vazio interior, que impedem a valorização da vida tal como se apresenta. </li></ul>
  10. 10. O NUCLEO DE ESTUDOS WINNICOTTIANOS DE SÃO PAULO - NEW é uma associação sem fins lucrativos, de iniciativa privada, de caráter científico, com os seguintes objetivos: <ul><li>Promover o estudo aprofundado do pensamento de D. W. Winnicott, em suas implicações teóricas, bem como desenvolver práticas clínicas diferenciadas voltadas, principalmente, ao atendimento de grupos e famílias; Estudar e divulgar as práticas diferenciadas de atendimento psicológico com grupos de pessoas em serviços de saúde, nas empresas, nas escolas e em outros locais . </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Estimular a produção científica ligada à psicanálise winnicottiana e aos estudos sobre grupos; Realizar periodicamente eventos científicos com o fim de estudar, debater, desenvolver e divulgar as práticas psicológicas derivadas do uso da psicanálise winnicottiana; </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Assessorar outras instituições no uso de práticas diferenciadas derivadas do uso da psicanálise winnicottiana; Realizar eventos científicos, cursos e treinamentos em parceria com outras instituições públicas e privadas, sociedades e centros de estudos de psicoterapia de grupo. </li></ul>
  13. 13. Oficinas Psicoterapêuticas de Criação
  14. 14. Oficina de Histórias, Fotos e Lembranças <ul><li>É um espaço no qual pais que vivem dificuldades, maiores ou menores, no relacionamento com os filhos, recebem atenção psicológica que os auxilia a encontrar sua maneira própria e pessoal de estar com seus filhos, como cuidadores e parceiros, em seu processo de amadurecimento emocional. </li></ul>
  15. 15. A rte e papel <ul><li>P apel como material mediador de experiências emocionais. </li></ul>
  16. 16. A rranjos florais <ul><li>Trabalha-se com uma variedade de flores frescas, esponjas vegetais, material de sucata, vasilhames de refrigerantes , embalagens de leite e materias de papelaria. </li></ul>
  17. 17. Arranjos Florais para Pacientes Neurológicos <ul><li>P acientes portadores de esclerose lateral amiotrófica (ELA), seu s familiares e cuidadores. </li></ul>
  18. 18. Cartas, Fotografias e Lembranças <ul><li>Os participantes são convidados a trazer cartas, fotografias ou outros objetos portadores de lembranças a serem compartilhadas com o grupo. Ficam à disposição um cavalete e um quadro magnético nos quais são afixados os pertences trazidos, de modo a compor um painel. </li></ul>
  19. 19. Tapeçaria e outros Bordados <ul><li>São oferecidos aos participantes lãs em cores variadas e linhas para bordar, além de tecidos e telas para a realização dos bordados. São confeccionados tapetes, bordados, panos de prato e toalhas. </li></ul>
  20. 20. Oficina d e Esculturas <ul><li>O ferece um espaço e um tempo onde a terapeuta e os pacientes possam brincar com o barro, visando promover a saúde e o potencial criativo, possibilitando integrações, favorecendo a expressão, a ampliação do viver, a diminuição do sofrimento. </li></ul>
  21. 21. Oficina de Biscuit <ul><li>Tem como objetivo favorecer o desenvolvimento pessoal e aliviar sofrimentos. Podem ser criados os mais variados objetos em biscuit, desde imãs de geladeira, potes decorados, porta lápis, bijuterias, quadros, entre outras possibilidades sugeridas pelos participantes. </li></ul>
  22. 22. Oficina de Velas Ornamentais <ul><li>O ambulatório atende pacientes – e seus familiares - portadores do HIV, em sua grande maioria, porém ainda: portadores de hepatites B e C; portadores de DSTs; acidentados de trabalho com material biológico e vítimas de violência sexual. </li></ul>
  23. 23. Oficina de Velas Artezanais para mulheres vítimas de violência doméstica <ul><li>Acreditamos que, por meio desta clínica gestual, proporcionamos sustentação emocional a estas mulheres que se encontram fragilizadas, bem como favorecemos seu desenvolvimento pessoal, em termos da adoção de um gesto espontâneo. </li></ul>
  24. 24. Oficinas de Teatro Espontâneo <ul><li>Projeto mais amplo de pesquisa que procura desenvolver enquadres clínicos diferenciados, capazes de se oferecer como proposta diante das novas demandas de sofrimento gerado pela vida contemporânea. </li></ul>
  25. 25. M useu do inconsciente
  26. 26. <ul><li>Inconformada com os métodos violentos de tratamento psiquiátricos como o eletrochoque, o coma insulínico, a lobotomia, a psiquiatra Nise da Silveira encontra na terapêutica ocupacional uma forma de tratamento para os usuários de saúde mental. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>A arte, com sua característica capacidade de expressar concomitantemente uma multiplicidade de níveis de significados, mostra-se capaz de expressar a complexidade humana, em seus conteúdos conscientes, inconscientes e quase-conscientes, revelando-se um recurso poderoso e eficaz. </li></ul>
  28. 28. Principais coleções do museu do inconsciente
  29. 29. Adelina Gomes Nasceu em (1916-1984), foi internada aos seus 21 anos. Dedicou-se ao trabalho em barro e a pintura e confecção de flores de papel. Produziu cerca de 17.500 obras.
  30. 31. Artur Amora <ul><li>Suas composições foram realizadas aproximadamente entre 1949 e 1951 </li></ul>
  31. 32. Carlos Pertuis (1910-1977) <ul><li>Viu &quot;O Planetário de Deus&quot; refletido no espelho. </li></ul><ul><li>Foi internado com 29 anos (1939). </li></ul><ul><li>Em 1946 começou frequentar o ateliê. </li></ul><ul><li>Produziu cerca de 21.500 trabalhos . </li></ul>
  32. 34. Fernando Diniz (1918- 1999)
  33. 35. Isaac Liberato (1906-1966) <ul><li>Em 1946 começa frequentar o ateliê. </li></ul><ul><li>Através da linguagem plástica narra uma história diretamente compreensível e concatenada, que jamais verbalizaria. </li></ul>
  34. 37. Octávio Ignácio (1916-1980)
  35. 38. Raphael Domingues (1913-1979)
  36. 39. Emygdio de Barros - fez cerca de 3.300 obras

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