Jornal escolar

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  1. 1. EBI DE GINETESVolume 18, Edição 18Junho de 2013N E S T A E D I Ç Ã O :Coordenador:Coordenador:Coordenador:Coordenador: Prof. Max TelesAlunos:Alunos:Alunos:Alunos: António Travassos, Mil-ton Ponte, Pedro CostaPALAVRAS D’ENCANTAREditorial 2Visita deEstudo ao CentroAmbiental da RG3 e 4Passeio Pedestre àVista do Rei5Hastear da bandeirada Eco-Escola EBI deGinetes6 e 7Eco-Escola 8Dia da Europa 9Projeto em viagem 10Autor do mês 11Palestra na EB 2,3Medicina TradicionalChinesa12Prevenção e Seguran-ça RodoviáriaAula de FQ13, 14e 15Museu — A Educaçãode Outrora16CDEG Corrida dasPortas do Mar17Atleta Completo e KmJovem - Ilha Terceira18XXV Corrida da Ponti-lha - RG19Corrida do Trabalha-dor 1.º de Maio20II Torneio de Ténis deMesa do CDEG21INATEL ténis de mesa 22Xadrez Época 23
  2. 2. Volume 18, Edição 18Página 2EditorialVivem-se dias conturbados na Educação.Hoje, como nunca, a classe docentetem motivos para se preocupar com o seufuturo! O argumento de que o objetivo da Edu-cação é o sucesso dos alunos, esse, estácada vez mais longe de ser concretizado elevado a sério, pois onde está a motivação deum professor que tem constantemente na suafrente o espetro do “não preciso de ti! Precisode reduzir custos!”Os fatos são perentórios, o Ministro daEducação afirma que “O alargamento para as40 horas semanais aplica-se no próximo anoletivo”, garantindo que esta mudança não iráaumentar o tempo de trabalho em sala deaula. Defendendo ainda que “Os professores,na realidade, já trabalham 40 horas por sema-na”, e confirmando que “a componente letivamantém-se do ano passado para este ano”.Puras verdades, entre a escola e o doce lar,as horas de trabalho ultrapassam largamenteas 40 horas semanais, mas se assim é, deve-ria haver mais respeito por aqueles que veema sua profissão como um desígnio e não comoum emprego qualquer! Assim, de acordo como despacho normativo do próximo ano letivo,divulgado pelo Ministério da Educação e Ciên-cia (MEC), os professores terão a mesmacomponente letiva no próximo ano letivo, com25 horas semanais para os docentes do pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico e 22horas para os restantes ciclos, incluindo aeducação especial. E não poderia ser de outramaneira, poderíamos correr o risco de engros-sar a lista de espera do psicólogo ou do psi-quiatra!Esperemos bom senso por parte dequem nos governa, pois os professores sãopessoas equilibradas, treinadas para serempacientes com os seus alunos e ajudá-los avencer na vida. No entanto a paciência temlimites, sobretudo com aqueles que já os ultra-passou largamente!Viva a Educação!O Coordenador do Jornal EscolarProf. Max Teles
  3. 3. Volume 18, Edição 18Página 3Um dia a favor do ambienteVisita de Estudo ao CentroAmbiental da Ribeira GrandeO Núcleo de Educação Especial,desta Unidade Orgânica, realizou no pas-sado dia 17 de abril uma visita de estudoao Centro Ambiental da Ribeira Grande.Todos os alunos integrados neste Núcleoparticiparam massivamente nesta ativida-de de carácter lúdico e pedagógico.As crianças e pré – adolescentes foramrecebidos no local, onde se procedeu a umbreve diálogo, num pequeno anfiteatro. Duran-te esta momentânea conversa, foi realçada apolítica dos 3 R’s, quais os materiais quedevem ser reciclados e onde devem ser depo-sitados.Após esta conversa, realçou-se a impor-tância do ecoponto azul e da reciclagem dopapel. Assim, foi mostrado aos alunos umadiversidade de trabalhos, somente elaboradospor papel reciclado, com o intuito de despertarnestes a utilidade da reciclagem.
  4. 4. Volume 18, Edição 18Página 4(continuação)Seguidamente, todos os alunos muda-ram-se para uma ampla sala, onde foramseparados por grupos. Neste local, visualiza-ram e participaram em algumas etapas dareciclagem de papel. Depois, cada alunorecebeu um peixe em papel reciclado, queteve de pintar, para posteriormente ficar derecordação da atividade.Por fim, antes do adeus final, foram formadospequenos grupos de alunos para se deslocarem a uma salaonde se encontravam 8 aquários com diferentes tipos depeixes e um tanque com dois cágados. O contacto com osanimais foi sem dúvida um momento que despertou bas-tante interesse para todos os visitantes, quer miúdos, quergraúdos.Promovendo a integração social,crianças e jovens usaram a imaginação,criatividade e espontaneidade tornando-seartistas na criação de peças decorativas porum dia e cidadãos conscientes da importân-cia da preservação do meio ambiente paratoda a sua vida.O Núcleo de Educação Especial
  5. 5. Volume 18, Edição 18Página 5Passeio Pedestre à Vista do Rei (Sete Cidades)9.ºanosNo dia 31 de maio de 2013, as quatro turmas do9.º ano, acompanhadas por alguns professores, efetua-ram um passeio pedestre à Vista do Rei (Sete Cida-des), tendo como pano de fundo a harmonia entre anatureza e a saúde.Por volta das 9h00 da manhã, a comitiva saiu daEB 2,3 de Ginetes, todos com a sua mochila às costas,preparados para subir até à Vista do Rei. A caminhadanão foi nada fácil para alguns alunos e professores,mas com algum esforço e espírito de sacrifício, todoschegaram ao seu destino.Chegados à Vista do Rei, alunos e professoresconfraternizaram – praticando vários jogos e logicamen-te petiscando dos farnéis uns dos outros, como deveacontecer em qualquer passeio deste género.No regresso, duas alunas tiveram um percalço,nada de grave felizmente, mas que as levou ao hospi-tal. Situa-ções quepodemacontecer,pois o ter-reno era bastante acidentado e escorregadio.Em suma, o passeio agradou a miúdos e graú-dos, valendo pela paisagem deslumbrante das Cumeei-ras e pelas dores intensas nas pernas, sinal que esta-mos vivos! Esperamos que para o ano se efetue estepasseio pedestre tão refrescante!Prof. Max Teles
  6. 6. Volume 18, Edição 18Página 6Hastear da bandeira da Eco-Escola EBI de GinetesNo dia 05 de junho de 2013, no anfiteatroe posteriormente nos espaços exteriores da Esco-la Básica Integrada de Ginetes, realizou-se a ceri-mónia do hastear da Bandeira da Eco-Escola.Estiveram presentes alunos, funcionários e pro-fessores, bem como os presidentes do ConselhoExecutivo, José Domingos Fonte; Conselho Peda-gógico, Guida Medeiros e Assembleia de Escola,Max Teles.A cerimónia iniciou-se com a atuação deum conjunto de alunos, coordenados pelos pro-fessores Carlos Mendes e Paulo Alendouro, utili-zando instrumentos reciclados, estes mostraramque é possível extrair som de objetos que prova-velmente estariam no lixo se não fossem aprovei-tados para um fim musical.Seguiu-se o discurso do Presidente doConselho Executivo, José Domingos Fonte, recor-dando aos presentes os benefícios e mais-valiasque o Clube Eco-Escola trouxe para a nossaEscola – menos lixo e consequentemente maislimpeza pelos espaços exteriores, corredores esalas, poupança nos gastos de eletricidade eágua e mais respeito pelo edifício escola em si.Bem como um largo elogio à coordenadora doClube Eco-Escola, Maria José Aurélio que temsido incansável, todos os anos, na consecuçãodeste objetivo, o de trazer para a nossa Escola aBandeira verde – símbolo do trabalho desenvolvi-do ao longo do ano letivo para seremos merece-dores deste galardão. De seguida, a cerimóniacontinuou com leitura do Certificado Eco-Escolapelo Presidente do Conselho Executivo e o des-fraldar da bandeira pelos alunos. Depois, todos sedirigiram para o exterior, quedando-se junto aosmastros ainda desnudados, prontos a receber abandeira verde. Momentos antes de o hastear dabandeira, alunos e professores cantaram o hinoda Eco-Escola de uma forma entusiasta. Finali-zando a cerimónia com o hastear da bandeira ver-de por parte do Presidente do Conselho Executi-vo.Espera-se que para o próximo ano letivo,os esforços do Clube Eco-Escola, nos leve à con-quista de um novo galardão!Prof. Max Teles
  7. 7. Volume 18, Edição 18Página 7
  8. 8. Volume 18, Edição 18Página 8Canção EcoCanção EcoCanção EcoCanção Eco----EscolaEscolaEscolaEscolaHoje cá na nossa EscolaHá uma Bandeira HastearÉ um prémio merecidoPara quem a terra preservarOh Oh eh oh, Consciência globalOh Oh eh oh, é termo fundamentalSomos uma Eco-EscolaEsta causa vamos abraçarDefensores do ambienteJuntos vamos continuarRefrão:Esta é a nossa EscolaTudo se pode aprenderAmigos do ambienteContinuaremos a serRefrão:No alto daquela hasteHá uma bandeira acenarQue diz VIVA, VIVAPara quem a Terra quer AmarRefrão:Hino EcoHino EcoHino EcoHino Eco----Escola da Escola Básica 2,3 deEscola da Escola Básica 2,3 deEscola da Escola Básica 2,3 deEscola da Escola Básica 2,3 deGinetesGinetesGinetesGineteshttp://www.youtube.com/watch?v=SlmpKQd32Ukhttp://youtu.be/okxCifY7fHsDocentes: Rosa Martins e Carlos MendesVotação Eco Código 2013No dia 6 de junho de 2013, na sala de pro-fessores da EB 2,3 de Ginetes, procedeu-se àvotação do Eco Código.O cartaz número 2 conseguiu arrecadaronze votos, seguido de muito perto do cartaznumero 1 com dez votos e os cartazes números 5e 6 com oito votos cada.Assim, foi eleito o cartaz número dois paraEco Código 2013 .Clube Eco Escola
  9. 9. Volume 18, Edição 18Página 9Dia da Europa - Dia de Portas Abertas da EU / Na EB 2,3 deGinetes Exposição de cartazesAs instituições da UE abrem as suas portas ao público. Informe-se sobre a União Europeia,participando nas festividades, eventos e atividades para todas as idades, que serão organizados comessa finalidade.No início de maio, as instituições europeias abrem as portas ao público para comemorar o Diada Europa em Bruxelas e em Estrasburgo. Nas representações da UE na Europa e nas delegações daUE em todo o mundo são organizadas várias atividades para todas as idades.Todos os anos, milhares de pessoas participam em visitas, debates, concertos e outros even-tos que assinalam o Dia da Europa e procuram aproximar as instituições da UE dos cidadãos.Na EB 2,3 de Ginetes Exposição de cartazes sobre o Dia da EuropaNa escola EB 2,3 de Ginetes também secomemorou o Dia da Europa, 9 de maio, com umaexposição de cartazes, expostos no átrio, junto à salade Professores.Estes cartazes foram elaborados por váriosalunos, tendo em mente aspetos geográficos, políti-cos e sociais que traçam o destino e o quotidiano demilhões de cidadãoseuropeus.Cartaz escolhidopara 2013
  10. 10. Volume 18, Edição 18Página 10“Projeto em Viagem” Correspondência com alunos estrangeirosS. Miguel, 14 de Março de 2013Olá amigo, Jefferson Bacourine!Como já sabes, chamo-me Francisco Pereira, tenho 13 anos,nasci no dia 6 de Janeiro de 2000 em Ponta Delgada. Moro numaFreguesia que se chama Candelária, mas estou estudando na EscolaBásica Integrada de Ginetes. Estou na turma D do 7º ano. Nos meustempos livres gosto de ir ao facebook, jogar futebol manager e tam-bém gosto muito de jogar CS. Estou jogando futsal num clube que sechama AJC (Associação Juventude de Candelária). A minha escola émuito grande, tem um ginásio espetacular, também tem um campo defutebol sintético ao ar livre e outro campo de futebol de cimento tam-bém ao ar livre, tem um campo de basquetebol. A minha escola tembar e o refeitório é grande, tem uma sala de convívio para alunos, oanfiteatro também é grande, tem uma sala especial que se chama asala fixe, essa sala serve para alunos com deficiência. Tem umabiblioteca, lá podes estudar, fazer trabalhos nos computadores e também podes ler, tem uma salade estudo, onde podes, nas horas de almoço, fazer umas revisões se tiveres teste na próxima aula.A nossa escola tem clubes por exemplo: Clube de inglês; a Ecoescola (onde fazemos trabalhoscom materiais recicláveis); Clube Europa; Clube de música e clube de jornalismo, todos os períodossai o jornal escolar e podes comprá-lo na reprografia. A escola também tem jogos desportivos esco-lares (onde podes fazer desporto); tem atletismo, há torneios de ténis de mesa e de badminton. Ocurso que quero seguir é culinária, a minha comida favorita são bifes de lombo de porco grelhadona pedra.Receita:Como se grelha os bifes de lombo de porco.- Primeiro tens que arranjar uma pedra apropriada para grelhar;- Assim que tiveres a pedra, deitas óleo em cima da pedra (não pode ficar nenhuma parte semóleo);- Depois coloca-se a pedra em cima o fogão com a chama bem alta durante 10 a 15 minutos depoispega-se na pedra e põe se uns círculos de metal com um produto próprio para a pedra não arrefe-cer e mante-la sempre quente.Como se prepara os bifes de lombo de porco.- Antes do lombo descongelar completamente, parte-se os bifes muito finos;Como se tempera os bifes.- Colocas os bifes dentro de um recipiente;-Depois colocas pimenta; alho e uns grãos de sal.-deixa-se ficar assim durante 2 a 3 horas.- Depois é pô-los na pedra e aí grelham de um lado e do outro rapidamente, estando prontos paraservir.PS- manda-me uma foto tua para nos ficarmos a conhecer melhor.Até Breve!Do teu amigo: Francisco Pereira
  11. 11. Volume 18, Edição 18Página 11Autor do MêsGrupo de Português 3.º CicloO grupo de Português do 3.º ciclo deucontinuidade ao seu Projeto “Autor do Mês”com a exposição de cartazes, no hall junto àsala de professores e na Biblioteca, sobre oautor Antoine de Saint-Exupérie - O Principezi-nho.Os cartazes foram elaborados pelas tur-mas do 9.ºA e do 9.ºC, no seguimento da maté-ria ministrada do Programa de Português sobreo texto narrativo, servindo de base para a ava-liação do Trabalho de Grupo.Os trabalhos foram executados comentusiasmo e algum rigor, visto se tratar deuma obra literária muito acarinhada pelos alu-nos. Cada grupo elaborou uma pequena refle-ção sobre o legado do Principezinho – valores,mundo da infância/mundo dos adultos e cami-nhos a seguir.Um dos livros mais lidos em todo o Pla-neta, por várias gerações e faixas etárias!Grupo de Português do 3.º ciclo
  12. 12. Volume 18, Edição 18Página 12Palestra na EB 2,3 sobreMedicina Tradicional ChinesaNo dia 5 de junho de 2013, na EB 2,3 de Ginetes,realizou-se uma palestra sobre medicina tradicional chine-sa em que participaram as quatro turmas do 8.º ano deescolaridade. Os palestrantes, Sr.ª e Sr.ª Bradford, falaramsobre a medicina tradicional chinesa (MTC), também conhe-cida como medicina chinesa. É considerada uma das maisantigas formas de medicina oriental, termo que englobatambém as outras medicinas da Ásia, como os sistemasmédicos tradicionais do Japão, da Coreia, do Tibete e daMongólia.A MTC fundamenta-se numa estrutura teórica siste-mática e abrangente, de natureza filosófica. Ela inclui entreos seus princípios, o estudo da relação de yin/yang, da teo-ria dos cinco elementos e do sistema de circulação da ener-gia pelos meridianos do corpo humano. Tendo como base oreconhecimento das leis fundamentais que governam o fun-cionamento do organismo humano e sua interação com oambiente segundo os ciclos da natureza, procura aplicaresta compreensão tanto ao tratamento das doenças quantoà manutenção da saúde através de diversos métodos.Um dos métodos realçados foi a acupuntura. O trata-mento acupunterápico consiste no diagnóstico (igualmentebaseado em ensinamentos clássicos da Medicina Tradicio-nal Chinesa) e na aplicação de agulhas em pontos definidosdo corpo, chamados de "Pontos de Acupuntura" ou"Acupontos" que se distribuem principalmente sobre linhaschamadas "meridianos chineses" e "canais", para obter dife-rentes efeitos terapêuticos conforme o caso tratado. Tam-bém são utilizadas outras técnicas alternativa ou comple-mentarmente, sendo as mais conhecidas a moxabustão(aplicação de calor sobre os acupontos ou meridianos), aauriculoterapia e, mais recentemente, a eletroacupuntura.(Grupo Português 3.º ciclo / Fonte – Wikipédia)Turmas 8.º A, B, C, D
  13. 13. Volume 18, Edição 18Página 13Prevenção e Segurança RodoviáriaAula de FQNa disciplina de Ciências Físico-Química e no tema prevenção e segurança rodoviária proce-deu-se a análise de alguns vídeos com acidentes de viação divulgados na RTP Açores.Nesse âmbito procedeu-se a análise das condições que proporcionaram os acidentes e depoisdentro do que foi aprendido pelos alunos, procederam a sugestão de conselhos aos condutores paraevitar aquele tipo de acidentes.A bibliografia categoriza 5 grandes principais causas nos acidentes rodoviários.Velocidade doVeículoA velocidade é um dos parâmetros que poderá ser da responsabilidade do condutor,mas é considerado aqui isoladamente devido a importância que tem na análise dascausas e gravidade dos acidentes. Dois veículos, que circulem em sentidos contráriosa 40km/h, quando se considera a velocidade de um em relação ao outro, o valor é de80km/h. Colisões a esta velocidade têm consequências consideradas graves ou atéfatais.CondutorAs condições de saúde, a idade, ingestão de substâncias (alcoólicas, medicamen-tos e/ou outras substâncias prejudiciais influenciam, os estado de atenção e reflexosdo condutor). A sonolência é um dos fatores que requerem atenção redobrada, épreferível descansar dormindo as horas suficientes para repor o ritmo circadiano docondutor e só depois prosseguir viagem. A necessidade de intervalos regulares derepouso na realização de percurso de grandes distâncias de duas em duas horasparar o carro em lugar apropriado sair do veículo ingerir líquidos e não utilizar bebidasalcoólicas.Hoje são cada vez mais frequentes as distrações com os telemóveis, por isso éao condutor que cabe a decisão de onde e como faze-lo em segurança.ViaturaHá significativas diferenças do comportamentoTipo de pavimentoOs pavimentos variam e com isso o seu coeficiente de atrito, como tal, o piso molha-do diminui o atrito, mais ainda quando coberto de gelo, (em temperaturas muito bai-xas/negativas) e sob determinadas condições há a criação do gelo negro invisí-vel ao condutor.Ainda se observam com alguma frequência derrames de combustível como ogasóleo, que podem originar acidentes, devemos alertar os serviços de emergên-cia para a sua presença eles enviaram uma equipa para sua limpeza ou espalharfarelo de madeira que o absorve.CondiçõesmeteorológicasA chuva, e o nevoeiro são atenuadores da visibilidade, muitos condutores temconsciência de que devem acender as luzes médias e não somente as mínimas,contribui para que sejam vistos por terceiros.O nevoeiro é uma das condições que podem originar choques em cadeia quemenvolvem grande número de viaturas e com consequências muito graves.CausaCausaCausaCausa
  14. 14. Volume 18, Edição 18Página 14Prevenção e Segurança RodoviáriaAula de FQ (cont.)Indicar data e local do acidente - na estrada marginal à lagoa das Furnas. Jornalista Dulce Teixeira,imagem Pedro Borges, em 6 out 2009.Qual foi a causa do acidente?Piso escorregadio — calçada basáltica e piso molhado.Quantos carros foram envolvidos e o tipo de viatura?Um autocarro, veículo pesado de passageiros.Quantos passageiros, quantos feridos e a sua gravidade?19 Passageiro , 16 feridos e todos sem gravidade.Que conselhos devemos dar as pessoas, para evitar aquele tipo de acidentes?Quando o piso é calçada basáltica e está molhada, reduza a velocidade para que estejam asse-gurada as manobras com segurança nas curvas.http://videos.sapo.pt/WttGdQRKODtlKfQRvYK0DESCRIÇÃO Choque em cadeia de 12 viaturas, acidente na via rápida Angra Praia na tarde de23 de Agosto, na ilha Terceira. O nevoeiro intenso terá estado na origem desta acidente.
  15. 15. Volume 18, Edição 18Página 15Prevenção e Segurança RodoviáriaAula de FQ (cont.)Indicar a data e o local acidente:- 23 de agosto 2010, Na via rápida Angra/Praia- Ilha TerceiraQual foi a causa do acidente?A fraca visibilidade devido ao nevoeiro. Há a acrescentar a possibilidade de um veículo parado naberma da estrada sem sinalização.Quantos carros foram envolvidos e o tipo de viatura?12 veículos na sua maior parte ligeiros de passageiros e de mercadoriasQuantos passageiros, os feridos e a sua gravidade?2 feridos e um ferido com gravidade.Que conselhos devemos dar as pessoas, para evitar aquele tipo de acidentes?Quando está nevoeiro e/ou chuva, usar sempre as luzes médias, andar com velocidade moderadaou reduzida de acordo com a visibilidade. Como o piso está molhado devemos ter uma distân-cia segurança maior dos veículos que seguem a nossa frente.Respostas elaboradas por alunos do 9º ano, revisto e adaptado por Prof. João Pinto
  16. 16. Volume 18, Edição 18Página 16Museu EB 2,3 de GinetesA Educação de OutroraEm primeiro lugar, os meus agradecimen-tos a todos quantos contribuíram e ajudaram naconstrução deste Museu da Educação de Outrora,especialmente para o Conselho Executivo (A dina-mizadora do Museu – Assistente Operacional LuísaCâmara).Este Museu pretende invocar à memóriada Comunidade Escolar tempos idos (décadas de1940 a 1970), em que todo o acervo recolhidonos mostre uma imagem concreta desse tempo.Assim, as três carteiras vazias deixam adivinharquantos lá se sentaram, a secretária e a cadeirada professora autoritária perpassam outros modosde ensinar, não o boneco criado para o efeito (aprofessora), esse no seu mutismo não revela mui-to do que por lá se passou. Omnipresente e omni-potente, o crucifixo revela-se em todo o seuesplendor, símbolo de toda uma nação, enfatizan-do a moral e os bons costumes. Do alto da suaimponência, o armário (a parede frequentemente)muitas vezes foi a única paisagem que o aluno decastigo pôde observar no seu momento de refle-xão. Aí! Aí! O quadro, esse “terror negro”, onde amemorização era posta à prova, ninguém escapa-va! Os tinteiros, as penas (canetas), os livros da1.ª Classe, da 4.ª classe, de História de Portugal,muito a memorizar, decorar e debitar como umamelodia arrastada, melancólica e passadista. Eeis que os nossos olhos se quedam no ponteiro ena régua torturadora, de má memória paraalguns, não esquecendo a famosa tabuada –decorada “de fio a pavio”, como se fosse a cantigamais bela do mundo! Num canto, lá estão asfolhas azuis de 25 linhas para as provas e omata-borrão, muito exigentes! Como diz o povo“Aprendia mais em quatro anos que tu em doze”,outros tempos meus amigos Serras, rios, mon-tanhas, regiões, países, continentes, tudo sedecorava e ficava! Mais adiante, as medidas depeso e de capacidade, a balança, o microscó-pio (poucas escolas o tinham), o tubo de canado giz e o lápis de carvão gasto pelo uso, acom-panhados pela ardósia. Encostado, o rádio quedifundia as ondas da Rádio Difusão Portuguesa, apropagandear o Estado Novo – Fado, Fátima eFutebol, mas, atenção, de uso exclusivo do(a)mestre-escola, como também o era o lavatório ea autoridade. Olha! Também não faltou aqui amenina com o cesto do lanche, de bata e saco-la bordada e os provérbios antigos (ou intempo-rais) que ainda hoje servem como articuladores dodiscurso, na falta de conectores. Por fim, retrata-dos estão, sem dúvida alguma, os jogos e brin-cadeiras de antigamente praticados no mais deli-cioso dos momentos – o recreio!(Texto elaborado por Prof. Max Teles)
  17. 17. Volume 18, Edição 18Página 17II Corrida das Portas do MarO Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na IICorrida das Portas do Mar, em Ponta Delgada, realizado no dia14-04-2013, domingo à tarde, pelas 16h00. O CDEG fez-se repre-sentar em 5 escalões etários benjamins, infantis, iniciados, Juniorese Veteranos I, num total de 9 atletas. A prova decorreu no recintointerior das Portas do Mar, em que os atletas, conforme o seu escalão etário, tiveram de darum determinado número de voltas. Os pódios foram os seguintes: Benj. M - Rui Viveiros1.º lugar e Telmo Aguiar 3.º lugar; Inf. M - Mário Sebastião 1.º lugar e Patrício Silva 2.ºlugar e Inic. F - Mariana Baldé 2.º lugar; Jun. M - Marco Farias 1.º lugar e Vet.I - MaxTeles 3.º lugar. Mais uma vez, 7 dos nossos atletas tiveram honras de pódio.
  18. 18. Volume 18, Edição 18Página 18Atleta Completo e Km Jovem - Ilha TerceiraNo passado fim de semana, na Ilha Terceira, a seleção deAtletismo da Associação de Atletismo de S. Miguel participouno Atleta Completo e KM Jovem, sagrando-se Campeã Regio-nal nas duas Provas.Relativamente aos nossos dois atletas infantis M, CarlosPonte e João Vasconcelos que integraram a Seleção de Atletismo da AASM – Carlos Pontesagrou-se Campeão Regional do KM Jovem e Vice-campeão no Atleta Completo. Enquantoo João Vasconcelos obteve o 3.º lugar no KM Jovem e 4.º lugar no Atleta Completa.Carlos Ponte sagrou-se Campeão Regio-nal do KM Jovem e Vice-campeão noAtleta CompletoJoão Vasconcelos obteve o 3.º lugar noKM Jovem e 4.º lugar no Atleta Completa
  19. 19. Volume 18, Edição 18Página 19XXV Corrida da Pontilha - Ribeira GrandeO Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na XXVCorrida da Pontilha, 25 de abril de 2013, na Ribeira Grande.O CDEG apresentou 4 atletas, em 4 escalões, benj. M, inf.M, jun. M e Vet. I M. Todos subiram ao pódio, obtendo dois1.ºlugares e dois 2.ºlugares.O mau tempo dificultou um pouco a cor da Prova, dia da Liberdade, 25 de abril, poisalguns atletas nossos não vieram, bem como outros atletas de várias equipas.1.º lugar Rui Viveiros Benj. M 1.º lugar Carlos Ponte Inf. M2.º lugar Marco Farias Jun. M 2.º lugar Max Teles Vet. I M
  20. 20. Volume 18, Edição 18Página 20Corrida do Trabalhador 1.º de MaioO ClubeDesportivo Esco-lar de Ginetesparticipou naCorrida do Tra-balhador, PontaDelgada 1.º de Maio. O CDEG apresentou 7atletas, em 4 escalões, benj. M, inf. M/F, jun. M eVet. I M. Obtivemos vários pódios, obtendo três1.ºlugares, dois 2.ºlugares e um 3.º lugar — 1.ºlugar Rui Viveiros; 2.º lugar Telmo Aguiar e6.º lugar Vasco Teles Benj. M; 3.º lugar Ale-xandra Rego Inf. F; 1.º lugar Mário SebastiãoInf. M; 1.º lugar Marco Farias Jun. M; 2.º lugarMax Teles Vet. I.1.º lugar Rui Viveiros e 2.º lugar Telmo Aguiar Benj. M1.º lugar Mário Sebastião Inf. M3.º lugar Alexandra Rego Inf. F2.º lugar Max Teles Vet. I1.º lugar Marco Farias Jun. MComitiva do CDEGProf. Paulo Santos; Prof. Max Teles; Mário Sebastião;Marco Farias; Rui Viveiros; Alexandra Rego; TelmoAguiar e Vasco Teles.
  21. 21. Volume 18, Edição 18Página 21II Torneio de Ténis de Mesa do Clube Despor-tivo Escolar de GinetesFoi no passado sábado, dia 13 de Abril, pelas 14:00 horasque se realizou o segundo torneio de ténis de mesa individual doC.D.E.G. na sala de ginástica da Escola Básica Integrada deGinetes, que contou com o patrocínio da junta de Freguesia deGinetes.Este torneio foi dividido em dois escalões totalizando 32atletas, 17 seniores e 15 cadetes. Participaram neste evento atle-tas inscritos no Inatel, que ao longo do ano tem o seu próprio campeonato de ténis de mesa,e atletas que praticam a modalidade ocasionalmente, tendo existido vários níveis de técnicaentre os vários participantes, o que se evidenciou nos lugares do pódio.Ficam então algumas fotos deste torneio que proporcionou o convívio e a boa disposi-ção entre todos os presentes.1º Lugar Hugo Ferreira2ºLugar João Chaves3ºLugar Miguel Almeida1º Lugar Seniores:Ricardo Santos2º Lugar Seniores:António Medeiros3º Lugar Seniores:Celso Teixeira
  22. 22. Volume 18, Edição 18Página 22Fundação INATEL | TURISMO | DESPORTO | CULTURATÉNIS DE MESA – ÉPOCA 2012-2013Fundação INATEL | CCD Casa do Povo de Fajãde CimaRICARDO SOUSA E HUGO FERREIRA VEN-CEM II TORNEIO CLUBE DESPORTIVOESCOLAR GINETESDecorreu no passado Sábado dia 13 deAbril na Escola Básica Integrada 2/3 de Ginetespelas 14h00 o II Torneio de Ténis de Mesa doClube Desportivo Escolar dos Ginetes na cate-goria individual em que contou com a presençade 17 atletas na classe seniores e 15 na classede cadetes.Na primeira fase os atletas quer na clas-se de Cadetes e Seniores foram distribuídos porquatro grupos passando a fase seguinte os doisprimeiros classificados de cada grupo.A segunda fase do torneio foi feita poreliminatórias em que a margem de erro era mui-to pouca. Na classe de cadetes os atletas estive-ram muito motivados e com grandes jogadas emque houve algumas surpresas na classificaçãofinal.Na classe seniores os atletas já comalguma experiência, alguns representam CPFC– Inatel, AGFNSG do Porto Formoso e os res-tantes atletas são dos Mosteiros, houve muitaluta pelos pontos e grandes momentos.A final de cadetes foi realizada no melhorde cinco setes em que o Hugo Ferreira atleta daCPFC- Inatel venceu o seu adversário João Cha-ves por 3-1, mas não teve uma tarefa fácil poisesteve a perder por 1-0, acabando por dar a vol-ta ao jogo que foi muito bem disputado porambos.Na classe de seniores os atletas RicardoSousa e António Medeiros que representam oCPFC encontraram-se na final em que foi muitobem disputado por ambos e foi realizado nomelhor de sete setes. O António Medeiros este-ve a perder por 3-0 conseguindo empatar mas oseu adversário Ricardo Sousa foi mais forte eacabou por vencer 4-3.A Classificação na classe de Cadetesdos seis primeiros foi a seguinte: 1º Hugo Ferrei-ra, 2º João Chaves, 3º Miguel Almeida 4º Ale-xandre , 5º João Manuel e 6º Gonçalo Ferreira.Classificação na classe dos Seniores dosseis primeiros foi a seguinte: 1º Ricardo Sousa,2º António Medeiros, 3º Celso Teixeira, 4º DiogoFerreira, 5º André Tavares e 6ºJosé FernandoAlmeida.Apos a realização de todos os jogosseguiu-se a cerimónia da entrega dos troféusque foi patrocinada pela Junta de Freguesia deGinetes, o Presidente do Conselho Executivo daEscola Básica Integrada de Ginetes, Prof JoséDomingos e o responsável pela organizaçãoJoão Simões fizeram as honras da casa.À que salientar que a prova foi muito bemorganizada, em prol da modalidade de Ténis eMesa há que dar os parabéns à organização, aoconselho executivo da Escola Básica Integradade Ginetes pela cedência do espaço e ao patro-cinador da prova a Junta de Freguesia dos Gine-tes através do seu presidente Sr. João PauloMedeiros.Ponta Delgada, 13 de Abril de 2013António Medeirosrosrosros
  23. 23. Volume 18, Edição 18Página 23CDEG - Núcleo de Xadrez CompetiçãoEmbora faltem os resultados do Campeonato Nacional de Xadrez (o Milton vai partici-par em agosto na cidade de Braga).Os resultados da secção de xadrez na época 2012/2013 foram os seguintes:3ª Divisão Nacional:3º classificadohttp://www.chess-results.com/tnr89949.aspx?art=0&lan=10&turdet=YES&flag=30&wi=984Taça de Portugal:Eliminados na 3ª Eliminatóriahttp://www.fpx.pt/web/files/press/PressRelease_010.1_20130225-TacaPortugalEquipas2012-2013.pdfCampeonato Regional de Jovens:Milton Ponte (Sub-16) - 1º ClassificadoAntónio Travassos (Sub-16) - 3º Classificadohttp://chess-results.com/tnr99610.aspx?art=1&lan=1&wi=821Torneio da Juventude de S. Miguel:António Travassos - 2º Classificado da GeralAntónio Travassos - 1º Classificado do escalão (Sub-16)Milton Ponte - 11º Classificado da GeralMilton Ponte - 2º Classificado do escalão (Sub-16)Taça Luís Cabral:Nuno Belchior - 16º da GeralFernando Silva - 17ª da GeralAntónio Travassos - 20º da GeralVítor Cardoso - 27º da GeralMilton Ponte - 30º Geralhttp://chess-results.com/tnr86598.aspx?art=1&m=-1Prof. Fernando Silva / Prof. Vitor Cardoso
  24. 24. Volume 18, Edição 18Página 24

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