Lição 05- As epidemias globais

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Slide da Lição 05- As epidemias globais
Lições Bíblicas Jovens 3º trimestre de 2015.
Tema: Novos Tempos, Novos Desafios- conhecendo os desafios do século XXI
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Lição 05- As epidemias globais

  1. 1. Lnçózs Biàucns DVB-I IS : E à ü 'a _ . : 41:: - . /': IÃJ”/ Í:/ ' ü L Í! - v ' _Í-: É " Axsséfmb1e1adç: LDeus em _ *ÍíFlorâniég-IÊN; A *. a okê; Q i A “Maxsuel Aq1_1_1no , * I l_ ___ A reja í undo Novo Ço ndo os esafios do Século XXI
  2. 2. 341m Ke I* LCJLHA 5 ie ogJ_r'~"'~Ln_1çÉt~® *<~í)_'nJÍr. _r: *-A o 1 *mm n _I; Lril: i.'r; u~” ~ ÍHHÍÇIJV 115 Lgíksir W 'N , A rg g p" mírwaJ Intiijitgtan; :rar ~ ; ur "fa. “m «uou- ; jr ; gia ! os 5 ke Í Joan» ; iirraltr )M': .!_* e anixi À
  3. 3. Como scgonggñicar-se “w *é conros de “fora“ sem ñ # ›§l 10:28 de °“clê= r_iiüró"?7“ csüique signlñca , , ía-T _ Í_ @Lzçrñuç ó'iívra1:›a1ho“ eumacegnseiqniêma 71a iQuedàÍ-'i 1 = <ÍP= s:
  4. 4. *Íiitajrn à illlkíllriÍ-_li IHU* *Ítfü _. ¡ . tw cxáxranjjw i, Í*~í)_r Lille _lÉlAj ~'Ííêw^ra_'r_iu_t~í : umnfíag MCR¡ : igaifíwi ü* wi nua I. _l_'r_ilil›7i_f_il_l*'o = 'J
  5. 5. Lição¡ As Epidemias Globais z) A j, i TEXTO DO DIA di; _; ç “Porquanto se levantam naçao _contra nação, e reino contra reino, e haverá e í fomes, e pestesg e tÉrremotos, - em” r e A g vamos lugares. i'Ínl'aí(Mt 24.7) f . Ídíízi . É, l
  6. 6. ._ SÍNTIIESE ' / . K¡ '“ ' . . ~ ' rã As epidemias que assolam o~mundo ai' » tem um 'I o ' apontam para duas coisas: a Qiiieda do É I ¡f! .o a - p. a¡ homem e o -retornotde Cristo; _ o, - a i5 n. - _. _ _N -, i o t " l ' _¡_ : _ ' ? h ' O "a l. .í É
  7. 7. BíBLLço i a ›~ x Deuteronômio 32.24-27 e ' V: 4' Z! Exaustos serão ¡ de fome, comidos de "Irá f M1 carbunculo e de peste amarga; e entr e . À '- Ô? " eles enviarei dentes de feras, com ardente , f ponha de serpentes do . .pó ° fr a *v 4a 25*Por fora, devstará*aaigspada, e,por É. . “ “ -. - w: v4' p __ , a i _ dentro, o pvor: ao Jovemjjuntamete -- e b¡ , _ , w com a virgem, asir'fí'à7õriiança: de mama, como ao homem de cãs: . .n . _n
  8. 8. BÍBLICO s mu( A . Í . x Deuteronomio 32.24 -27 , gy . f . - Eu disse que por todos os cantgs' os t espalharia; fariacessar a sua memória , as. . W entre os homens, ' A : Ãl . l. . g l 7 s e nãoreceara a ira'do inilmigp, para i . ..v q¡ ; ' i1 que os seus adversários o/ nãp elstranh-em _i e par que não digm: «As nossa maio está n alta; o Senhor não fez tudo isso. t
  9. 9. Também quero saber! © O queiepidemia? _ 1 . . râfñus-_i . E v5: , i
  10. 10. Epidenfé 0° eañde número dci : me 77 " casos de uma; dooençanum curto espaço dctempo. «ea › s e <Í? ; . pá. ”
  11. 11. É o mesmo que Endemia? Entendi! *aànmgtim ' Masl. - 1 t L. :«-_5Àlt¡__¡ e' v: : , i
  12. 12. _Endemieee @me doençainfecpciosas que 050119 em diaidoterritdrio, e que permanece e proígeande novos eãsee àequentemente «ea › s e <Í? ; . #Cs
  13. 13. 1# @lan : Li-gti _I/ i;? ;r-» ; r'e¡_E<_mfjrÍtlí › víiàsfsfiee* iiLlilViliiiiaLiiiilê” ? ircngr a '? "': l'j; l“: i'-J Cie iñi/ rfihfikíx, “W : Vivi e: : : ig xerr, w n; r~*iex¡_pr_xã_rir; j:: r Mt» rjiasjojra¡ ta_ urgente¡ : e *iÍi3~7i*"2'-. !Ci*Ír *ÍMU x * ~ Jijtírtí* : n;*_1;ní›; ¡-›= _¡x-; , : LmuÍ ii R *ll vÍkeswnrJiíveaxxoÍk: e = iír'eze~x«exe_rik-e n" IÍÍÉKÍÇÍÍÉ* ~ a, H'¡ooner1ír; ”:a Ci-e ; r __ 'srylw ijailgtejjsr : i r fr r l ta A
  14. 14. _i_L_T_Í; _í” xtíiil* qqeí [Infiel ter); = seu "HIJJ§I*íí* *Í ie) i= u;r; i¡j¡_¡_n rf, if i_ *e _inn KHjjjgIf= 'gyqigjix Í» ISÍV V 1 x 'g)_í'*'1[I*'Á>›7i: IÍ“Í ~ ÍHÚEIÍJ/ Ãrí e *Íti r q. ; rien_ §B'i_i= +.*iÃt: L*i“r. r+v» *E 'J :
  15. 15. 'É Porque para rede ° propósitô asc: : temps e jíiízõ; perqu_ent9 e p9í§erie do hoñenípeee sobre ele; ? rferque lie Sabe e que 1Lá, , , e1e; Í<'›ueeder, qugjdà háde ser, rqueee"11Íõ dará a, entender? Eclesiastes Ê:6,_7_ . a #CP
  16. 16. '5 I _A DÉSOBÉDIÊNCIA - cAÚsAi DAS iEPIDEMIASs/ j' , É A. Ri? " “jfãp t' x if : › : . ~ ~ i q" . _ b: -N/ yr. ? a' . . _, ~ , -' àuu-'u-Cw» . nc-uüfã_ p, p. a ) . r x L j' Í, a ~ . i . 15:35 0 . ,_ , w ¡ o
  17. 17. 1 . *A desobediência »h ana como fonte das enfermidades éevx › n¡ . ' . J -
  18. 18. 1 . *A desobediência »h ana como fonte das enfermidades éevx › n¡ . ' . J -
  19. 19. 1 . *A desobediência »h ana como fonte das enfermidades
  20. 20. 1 . *A desobediência »h ana como fonte das enfermidades éevx › n¡ . ' . J -
  21. 21. 1 e . .A desobediência : :o ana cfc fonte das enferrnidad m0 es “E não convide soltar este prisão, po cliede sáâedo» este fPe? ;Ê°, .AbTEã°› atqud háeezoiro etnõis Se_ - às presa? ” dtíeasiià-. io n_ #ea ç . n¡ › J A
  22. 22. 1 e deSQbedlêIlCla 1;, ana CFO fonte das enferrnidad m0 ' es “E, pare cine @eee enaltaãise pela excelência da__sreve1eeões, *, ,foí*me ^ dedo um íespinho na _eseebert
  23. 23. 1 . *A desobediência »h ana como fonte das enfermidades éevx › n¡ . ' . J -
  24. 24. ¡sA ví - - - à” v_ ~ , s A *mà-í É? 7 ;77 A 'l E, 'frãlêíêiilfüiíW &entre; WII». *um _ , l r ___ _ , ari 1: 'to H ii 'r 1 t ie : t: ta? HJJÉ_'I1 t. , 'P' : Í W « s* ser t: »o i; rar:1tt›t. trito nr : :e 'tsIeirjgtirltilrfilfff_ ~Ít; It'. ›'. “~)ftÍl«: *Eattíttlf ~'_s| [_'l'~)t“rn ”LI'“I*°í(¡(; (_ este «me demo* farei_ "sjílfÍít ; pit-et . Hare r'e›. sttxtox_ttot~ofieatt, Manet; 77 7 f tem : Him wsmtltst, intimado ¡É! :sentir atue de 'JJÇHFJ; TÍ. ;EÍH~WHU; ,terei-e as
  25. 25. . V Imporitañte! 0.6x › Ç'
  26. 26. 2. A' quebra do coñcerto cbm Deus traria terríveis consequências a
  27. 27. 2. A' quebra do corlccrto com Deus traria terríveis consequências a dg PTÊPÉQDÉPS (Dt32.249-27)~
  28. 28. »cv r: Lari 1 ã! íclk“¡êçí”›í'+íT * J
  29. 29. 3. “funíçãd” daâ pragas Egito
  30. 30. 3 * A 66512950" daê Pragas Egito “A ênfase no conhecimento @o Senhor alçggs pragê Para além de sua função d? cÍãgstigar severgggcmçg-gês pragas_ nãqsào uma vingança c5nüã1Far§ó~ 1 O ^ Seg1!°rñãot9ngainte9ção de deixar noEgito umFaraó _ . ug arrasad. ? e slésmiído; nem tençiogafascinaro gererpagte a. egípcio com_ garoa ciibiçãgode o milagres? (Vitor Hammond f _ Q_ S:
  31. 31. 'AF at; FJ! g ~ ›_ _ ? hq I I ' 1 í . UJf1.›-”ttü ~ PLN w a m É# _ . 1_ r . 4 HI» *ignsfkwálouvaj *L Isle» 'KFLÀLTÍiÇL at( c . Ótmnxfrxr _ “P, _í_ _ vw_ _ _ih _JP_ í ¡íúxf 'fina-J JJ lcífñv ñ' , '*)j___¡__ ___. : tir a o L ¡Jgífgííjigrí ›°; fã; «:rs§¡; k~: '(311' se» I'ma : L? Í.5T; 'tkl sx__ síiaxfixssrís loíífgiíílf a rgítwq pit! " : Iii : no 'e! LTÍTÇTJÍME193; r -Tw í par¡ à * , LÍÉI›; ,J. l Lu. ; , ,_ 'NW/ rs gEgtLk w ~ &g4;
  32. 32. 3~ A “função" das pragas 'ão Egito Sc aingaaassinggss homens não rsçonhecem o Ssnàsr e egdurscemo «rsrssãgas respsmsabüidàde recai exslusivagleme sobre eles; Ava › __ ç n
  33. 33. 3° 6611111950" dag Éragas Égíto ; Porquant9; tecendo. cgnhscido ? PDBESgEãO 0 ggna 0.6x › _
  34. 34. 2.. .u . 3 n II- EPIDEMIAS DESTE sÉcULorL I . a í t 4 Í Í _xa
  35. 35. l a . .ur I . . x r . . x WQK . .: . . . s x k. |. . W x x . . x . , s. % s WÊw r . 5 x nani-nf- . . .. .vw x Í Ii: . ..e x  n t / x a . . Ú HM
  36. 36. Síndrnm? RespiraióriaAguda " Grnvs Snrgiuno. §111 @nr sChinare 5.9011 Ç . c. 2¡
  37. 37. V. .q. m: : s = r Em . poucos dias infectou mais de oito / milspessoas, com ¡ surtos em cercade 30 ' aproximadamente 800 /
  38. 38. el¡ h h t. i *r Kôkir N( C1" : e m. If X1 I x u” Mk ¡XN Q_ i i Ç h E; f¡ XW &ter; _x k u. N Ka «da M : lx . §t i * É Ír *ma* i! E¡ ram K W¡ 4 _ , T “ g É¡ x _ NT “i 1p A ! í gh ¡çp e NX 'NN ' i q m* Wc a N Ki* n Wii# . QM i» di( . w 1 h x IN fig goyr o e â* . . . u. WA wk _Sik i! :lxskã E' M 4k i b.
  39. 39. “Pon quegquando disserein: “Há pan e segurança, então lhes sohfevirárepentina escaparão. - @Tessalonicenses 53) . g Ç.
  40. 40. sonhada im rtalidade
  41. 41. 2. Gripe Àxii 'ria (IV E . ..Q . À n <Í? ;
  42. 42. 0.6x › _ À » <Í? ; . g #Cg
  43. 43. Surto de gripe aviária Causa prejuízos de USS Surto de gripe aviária iai. deu preferiam de R$ 13,2. bilhões à @Iúna ÉÍUÃS AIBÉI JCLAS DE HCJTliíilrãi-Í-l ÉSTÀDÀD ratnâ: : : r-t-': -. rs . ara av(d: “q, f§ : . . ~ gnc; x,. v*u. ;-v- a. . . L &Jiu; t. ; ; .43 . . Lc-. . . c. Í- j Í É _ . _ «'- é. : 5-47 - E 1a. ... -ç. »~~ 5.. .. '~'qa&¡p r'a' , x 3,5 bi t"" Tweetar 1B Ji"" s - , _ J ÃEuropaapuraprejuízoeenfrentanovostasos ' r degripeaviária Ãíii' e d¡ _ ' uirozioneywnmi / a . . _ , y___* *É* a i Lj: - *i , Iíomentaiaizsiil
  44. 44. *o nirerrtírrggíai *íie gli** a* L_)1 i *L'”[<' *VW 1_'_i_I_l'ñ)_í'I§tÍí“› b' 'i M raw - yr; 1135171111¡ "Ãiíl í; E; 1,174) r; fmutirííkr: a : a »a xjtvííairjriiza ÍFÚí *V* E . repare r' 7'; “t VH 'li 1111* raca L HIJLÍÍLLT Liar. .
  45. 45. Tambemmaiee en” provoenno abate de 400 milhões de aves* domésticas. 0.6x › r Ç . c. 2¡
  46. 46. --a 3. GripeiSúína ° t). g- 0.6x › p n <Í? ;
  47. 47. 0.6x › Ç . c. 2¡
  48. 48. riflifíljf_l"íi* ~ « 'i_*)íÍF; iíl; l°~¡: *_r'« : CNÍÍVÍV* íligrilfüüielip. *gy » ÍIÁÍÂÃÃ' : Hi4 5th t _Iii . L uugçapxa: t t_ @na
  49. 49. afetado pela gripe ; O Bjesilgpeíê g moÉBE : :às _ . ..g-- 2009, eemã010p 0.6x › r Ç . c. 2¡
  50. 50. 0.6x › . _J-
  51. 51. Yoeê aenaqee silêneâdarnídía significa. que ai (Epidemia se t** à: Fm_ 0.6x › r p ~ <Í? ; . Ç'
  52. 52. *rpg 'ÀLHILVp n si; I** LW** 'e @Uruarjkr líÍílsligY-. RZ, ›__! [;Y. Àk1r: tJt_ttl* í* 3g ~E'›. ;i›. _i_ír ÕH» axzitltst ¡iilífíiil lzwtêk*ií a t; ): l*? j_i'ñi_iJÍrT: l'-. Ri. p um xa» a* ! ter vmtlttrtiiit e: :auívkv alí** . , . _» p_ F. wma_ _J i'jr_lH›5i-I1;l*í ~ rr-. rw Citi** *V* e* 'Banif ta¡ : te ai? HÍHIIJ 9*". “í 1V** itiêisYiiñ i* l” 'r e el! - /
  53. 53. t” HI ¡rpÍEpIDEMiAs , p EscAToLóGIcAs r (l I qu) / * h 'N' "e Í - v _alí r 4 l I v, v . ~ ' 1." x '› -ñ/ yr! -. ' i . _. ~' v summer' --e ap' " r n f ll : É: t _st- , i m 5 "ii | .¡ r . w I A 3a'. , fu . . 4;
  54. 54. E, 0 iniio do tempo dppfirn i2¡- I Eh 6"°E ouiieis deppguerras e de rumores *de à . I ~ . a . à , guerras, olhai, naovos assusteis, porque e misfêfñie isso tiído acoptêiçiá? mas aiñ' 71130 é lg. W t í! ~ ii' 1 . 7 Pgíquanto se levantararr-iàçao ggntrappgçiao, _e remo'cntra= reino', ehaVeÉáÂomesÇEfepeSteSÍe . f r trremotos, emvárigs lugares. ? g i o ea a . t. . t. i, . . -- #Mas todas estas coisas sao principio de " P Ji-Écgs i Mateus 24:68 No «
  55. 55. 1» O inicio do tempo do ñ “E, quando ellVirdes de guerras e sediçêes, não ? os assusteis» Porõiue e necessário que isto aconteça primàiproçnnas o tirnnnão seralogok” t, . . g p p ~ 7 . q ' Í. (Lucas 21:9)
  56. 56. n 2. Postes a l 3'! 2 Oéialípfí pesteseprages que i devastatsm populações- cias 0.6x › ç_
  57. 57. 2. Postes poéalípticas As do presente seculo, apsísar de terennt dízinnãéo muitaspessoas, devido aos úLnnos avanços cientíñcos, 0.6x › r 'lêem menor em relação às que as precederam. . p (p
  58. 58. › “m, .gp. - »o h -_› p- u», »a . , lr 4;? _aid ai w xlpitjl, íwlp[, ip_t, %pl_, $', alí. ir rzâtiÍií till? Hi1, *W *iii*- uct Íir c *term I” * ~íi~í~ “_i. _t': í:“tla ; qzgkíil : 'rirrf? ?arittiitrriatilar w 11k” Lí"“l›** "Ítalo *LVÁV* Midi-iii* &JM; 'til ; ter Witt,
  59. 59. i “E olhei, e eis um cavalo amarelo, u 3;_ e o que estavaassntado sobre ele “ tinha por nome Morte; e o mferno 9 'n a matar a uarta arte da terra, U II p -. p i " com espada, e com fome, _e “com çp | | Ii " este, com as~feras da terra. ” h i. (Apocalipse 6.8) í'.
  60. 60. 3* “A igreja diante das epide globais ÃssintleometMoises iniereedeil pelo povo e Deus oféãeeeu , S°1119ã0iCN@Ê1;4*-9)~ devemos *taamizémassinn proeedrerirTenhamoss : a1 corno ? Wiz compaixão pessoas (2 Sm* 24, ; (1517). 0.6x › __ Ç . c . 2p¡
  61. 61. 'L X k , *à HJ? E# Íl'_ífygár 1( )í"f. il_í; l¡í'ñ 'LíZVtÍÊV : 3'” 13122131' *RH ***“"'°7*É~V*"Í~*FW* ? L ; IM 1 I; ltiljijtÍk~ "VÊ INEP¡ : 9¡: '"J; HCÍR~ 'ÍTILLHu/ FÊIÍT W N* b** “j” 'Er *ÍÍkF lilüí* L
  62. 62. › (Í > v J v. if JFLF“FIíJJAA% o o o' - .
  63. 63. 1. A de Círísto nã Térra' Quelfoiáamíssão dSfJCÉUS* CTLSÍO de Nazaré í quando À &aqui natÉrra? Ç . c. 2'¡
  64. 64. eus X ” 'J É o a x J esuse Nazaré com o Espírito Santo e com
  65. 65. 1. A de Círísto nn Térra' 0 próprio Qfisto @disse qísãnão *feio pasa ser sefniéç @$1.13 pêíêêsrvir (Mtãg-ê-nljanMc 10«42-45Í~ Ç . c. 2'¡
  66. 66. 1. A de Círísto nn Térra' lííuítos; (MateusÊÕ-ZS)
  67. 67. 1. A de Círísto nn Térra' “Qra, 59631» §enh_or e Mesyreçxosjavêi os n PÊSsxYÓS deVeiS tambémlavar os pés ' 99 #ha › __ Ç . c . 2'¡
  68. 68. 1. A de Cnisto nn Tefra' «iara › n¡ . ' . J -
  69. 69. papel Igteja 'relação ao mundo «iara › Ç . c. 2'¡ . _J-
  70. 70. 1331391 Igfeja ” relação ao mundo por 'mão o mundo, l pregam evaígelhlô ainda âííriattlrãi-fã a(M§rncos”~1õ:15) #ha › __ C . l a “vil . J .
  71. 71. 1331391 Igfeja ” relação 30 mundo f? igejawaue nã? dâsejex afastet-ãe da revelação d NOVO TÉSWEÊBÊQs deve ter sempre presente que pgçler . .ami , ~› A de salvaínão foi transfeñdo a" _ nenhurgehemem ne a e e' ' * 'â E S: ¡cb m¡ “E u. .. S? â H »SEL 1-¡ "IS 99 O CD
  72. 72. . V 3.0 bem comp lfoiemÊa de* PÉfQgaÇãO Jesuslnãe recomenda tule ee taça umarelaeãe eme o pecado , __ , , _r à; p: : ~ PÉSS°ÊÍ1C * a1 7 . q 'K
  73. 73. . V 3.0 bem @como foíemna de pÉi-egaçãg façamosebem a 'tedosagaas principalmente a denâàtiees sleníef** (Gálatas 6:19) #ha › __ Ç . c . 2'¡
  74. 74. *a xexr; lt; _r'eajej; «s 313.111,11 111111' 'ÍíÍhÍY'-“›s*~~ 1ÇaÍ; y%F~14“l; 'jjvjÃí: ÉFaTlk1; y wwrãk”. cvsssrtíw. 3311.1( B** “ 1 ÍnnJp'“P1“F3“? F“í““““ ! Fil p' s_ 13,51 : uma: wi uu a _› ; w V v . V ¡íx JJÍJVJÀ 114k! k. w jêgguQynfrFü]3H§
  75. 75. 3.0 bemcomo fnfma de “pregação F8 Todavie, ese eumprirdes, conforme aEsoriWe, a1eipea1= Amopás e teu próxireo eemo a 'timesmossbemafaszeisa 9 Mais, se falzenis eoepeão de «six › 4 pessoas, eopeeteis peeedo, e sois redarguidos pela lei como ' e ^Q _ 'nfínsgressçres . A K (Tiazgo 258,9) j a
  76. 76. ,. ' _ r ' _ mscomo forma de pregaçao
  77. 77. 3.0 bem como fnfma de pregação ¡. |« Cp: J. "
  78. 78. / ¡ 1', 1 : u: aJ: ;íf-›_r_: en:
  79. 79. _ m1' v y _ , np ta¡ r. 21 9.* Ê1w&? %:'tí| É:'r' › --. .-* ? HU 2 r N* 'v 'lx 511 p u. : agr Heap: ir W* r f n [#31373171 'flçífíãt L aj*_í; ífea_r. ííienennlío = +›“*-Í'-Í'› [His )J'_1~7'ÊÍ; I'Í'-_IÀ"_L*ÍÍ”Í 1 “fjfHi IHÂLMVHJJAÍIÍlÚ: : 'V 1.* f : aja 1 1
  80. 80. Gulp” de “ração pelos enfermos A oração pelos enfermos é algo que deve ser feito com seriedade e ç _ _ . . . J . . . Il _à_ ' A w¡ 'a : v W l¡ -, imponência cíafíea promessas de
  81. 81. 'Él. i;í; xlí°rti! ›”~ e1g›”t<iÃle›1*ter ': e»e; t filme» cpm; O t: »sí l L V137.; 7' rf_ ¡Cali! tgrxscírdseal : me o “ífli; l~7ll. líij"_l*iÍ* ")['w'? '§7x1'f: [1íki w l _Í_ . _ r _ x l" . *Fin e» ¡Lrflgçajih o le 'Êíúêí »r xexáikeng ; w efenL/ littiíP-. xflet ; lr : team m exetíeuçfeít : nx expelir; ~ * ívvjlejlaidltiíx_ M3111 miles Hüliluflflkilllínhj l r _ _ _ ffreiiilejiyiejt» « *o llíliJrfãl e t É'1iil'IiJLÇl*)_Í e», 331?) _ *í-ííilj; tílj'_l“iitil e ; False (ke fera; Ii : tem ai; rílitaí Eni le t. ,
  82. 82. . V ' . Conolus Cabe~ngs esta; alertas, mes, não em pânieo pois› @rigã, oos e sombra do Altíssimo, "ía. 7 ei~ eegtamernieEle nos* nomeia pe, s:e pern/ ioio, se (S1i91,»,1;3): u' ão c-. wx › . p c'
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