Chopin
Um improviso em forma de
diálogo
João de Freitas Branco
João De Freitas Branco
João de Freitas Branco (Lisboa, 10 de Janeiro de 1922 —
Caxias, Portugal, 17 de Novembro de 1989) f...
O livro
Editora: IST Press
Título: Um improviso em forma de diálogo,
50 páginas.
Impressão: M.R. Artes Gráficas, Lda.
...
TEXTO DE APRESENTAÇÃO ESCRITO POR JORGE
CALADO
“Esta edição - melhor, reedição - resulta dum encontro
fortuito de afinidad...
“Recebi um convite para ir a Varsóvia a
acompanhar uma comunicação minha
sobre Chopin.”
Lisboa, 1960
1º pergunta. O inicio de uma longa conversa
Sequeira Costa- Que peça de piano, sem ser de
Chopin, será a mais indicada par...
*Porque vive Chopin?
*Quem disse alguma vez tanto mal como de Schumann,
Brahms, Liszt e Wagner?
- Este tem muitas limitaçõ...
Temas tratados no
desenvolvimento do
livro.
Qualidades do compositor
O pianismo, o virtuosismo, as profundezas
do sentimento, a subtileza das harmonias,
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Críticas
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irremediavelmente passado.
Brahms: Que adrega parecer-nos jarrão bom
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Quem é Juiz dos compositores?
O própio compositor, claro, se eles se
aceitaram a eles mesmo como juizes.
Ou então á ideia ...
Reflecção sobre a diferença dos
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“Aos poetas que pensam o que sentem
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As composições
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Freitas Branco serão únicos e
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  1. 1. Chopin Um improviso em forma de diálogo João de Freitas Branco
  2. 2. João De Freitas Branco João de Freitas Branco (Lisboa, 10 de Janeiro de 1922 — Caxias, Portugal, 17 de Novembro de 1989) foi um musicólogo e matemático português. Ediçao dos livros: - 2005 Camões e a música - 1999 Chopin um improviso em forma de diálogo. - 1995 História da Música Portuguesa - 1982 Camões e a música. - 1979 A música na obra de Camões. - 1960 Alguns aspectos da música portuguesa contemporânea. - 1959 História da música portuguesa.
  3. 3. O livro Editora: IST Press Título: Um improviso em forma de diálogo, 50 páginas. Impressão: M.R. Artes Gráficas, Lda. Tiragem: 2000 exemplares Ano de escrita:1960 Ano de edição: 1999
  4. 4. TEXTO DE APRESENTAÇÃO ESCRITO POR JORGE CALADO “Esta edição - melhor, reedição - resulta dum encontro fortuito de afinidades. O espaço foi o do Grande Auditório do Centro Cultural de Belém. O tempo, o dum recital transcendente de Ivo Pogorelich, comemorando os 150 anos da morte de Frédéric Chopin (1810- 1849).(…). É um livro curto - umas cinquenta páginas. Sim, curto como todos os livros importantes.(...) Um diálogo, um livro, um belo objecto(..). Silêncio, por favor: vamos ouvir Chopin e ler João de Freitas Branco.” Jorge Calado
  5. 5. “Recebi um convite para ir a Varsóvia a acompanhar uma comunicação minha sobre Chopin.” Lisboa, 1960
  6. 6. 1º pergunta. O inicio de uma longa conversa Sequeira Costa- Que peça de piano, sem ser de Chopin, será a mais indicada para a prova obrigatória de um concurso?
  7. 7. *Porque vive Chopin? *Quem disse alguma vez tanto mal como de Schumann, Brahms, Liszt e Wagner? - Este tem muitas limitações ( Chopin) ! Cada pergunta dá vida á mais pergunta. Chopin passa a ser a base de uma rica e longa conversa, debate, sobre a
  8. 8. Temas tratados no desenvolvimento do livro.
  9. 9. Qualidades do compositor O pianismo, o virtuosismo, as profundezas do sentimento, a subtileza das harmonias, a inspiração melódica.
  10. 10. Críticas Schumann: ás vezes o seu lirismo nos soa irremediavelmente passado. Brahms: Que adrega parecer-nos jarrão bom para arrecadar. Liszt: Que fez música pirotécnica e que poucas páginas são agora suportáveis. Queixamos nos realmente algumas vezes destes, de Chopin nunca. Porquê?!
  11. 11. Quem é Juiz dos compositores? O própio compositor, claro, se eles se aceitaram a eles mesmo como juizes. Ou então á ideia que dele faz o compositor, dele o público.
  12. 12. Reflecção sobre a diferença dos compositores clássicos e românticos. “Aos poetas que pensam o que sentem chamamos românticos. Aos poetas que sentem o que pensam chamamos clássicos. A definição inversa é aceitável. Fernando Pessoa” Chopin pensava o que sentia, e estamos todos de acordo em que pensava o que sentia mais do que sentia o que pensava.
  13. 13. As composições Os compositores são também os que menos percebem as suas composições, porque lhes conhecem demasiado as estranhas. Tanto mais forem complicada tanto menos compreenderão. A simplicidade de um artista é sempre complicadíssima.
  14. 14. Para perceber o mundo da música e da composição, em particular, os escritos de João De Freitas Branco serão únicos e inesquecíveis para quem os perceberem.

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