Trabalho Forros e Divisórias

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Trabalho Forros e Divisórias

  1. 1. UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA REGIONAL DE CHAPECÓ UNOCHAPECÓFORROS DE GESSO, PVC, MADEIRA E FIBRA MINERAL DIVISÓRIAS DE GESSO E LEVE Matheus Lamas Marsico Jackson Pereira Guilherme Anzanello Cleverson Boschetti Engenharia Civil Construção Civil II Chapecó – SC, mar. 2012
  2. 2. 2 SUMÁRIO1. DIVISÓRIAS ........................................................................................................ 3 1.1 Divisórias de Gesso Acartonado (DryWal) ..................................................... 3 1.1.1 Processo de Instalação ........................................................................... 3 1.2 Divisórias Leves ............................................................................................. 6 1.2.1 Processo de Instalação: .......................................................................... 62. FORROS .............................................................................................................. 7 2.1 Forro de PVC: ................................................................................................ 7 2.1.1 Processo de Instalação ........................................................................... 8 2.2 Forro de Gesso .............................................................................................. 9 2.2.1 Estruturado .............................................................................................. 9 2.2.2 Perfurado ............................................................................................... 10 2.2.3 Aramado ................................................................................................ 10 2.2.4 Removível .............................................................................................. 10 2.2.5 Processo de Instalação ......................................................................... 10 2.3 Forro de Fibra Mineral .................................................................................. 13 2.3.1 Processo de Instalação ......................................................................... 13 2.4 Forro de Madeira .......................................................................................... 13 2.4.1 Processo de Instalação ......................................................................... 153. BIBLIOGRAFIA ................................................................................................. 16
  3. 3. 31. DIVISÓRIAS 1.1 Divisórias de Gesso Acartonado (DryWal)As paredes de gesso acantonado são fabricadas com placas de gesso revestidascom uma lâmina de cartão duplex. Essas placas são fixadas com parafuso em perfisextrudados de aço galvanizado. Essas paredes são feitas para uso interno eexterno, tendo em vista que para áreas úmidas existe um tipo especifico de placachamada de placa verde RU. Após o término da fixação das placas pode receberqualquer tipo de acabamento referenteà pintura, porém hoje em dia já existemplacas que já vem com a cor final e ate mesmo texturas. As ferramentas utilizadas para realizar este tipo de serviço são: Trena, metro,furadeira, parafusadeira, cordão para marcação, estile, serrote de ponta, serrotecomum, tesoura, nível horizontal e vertical, plaina, serra copo de 60mm, levantadorde placa, espátula para acabamento, desempenadeira de lâmina curta, agitador demassa, finca-pino,mangueira de nível, martelo e puncionador. 1.1.1 Processo de Instalação Primeiramente é feito a locação das paredes utilizando trena, prumo ou laserpara a correta localização das guias e dos pontos de referência dos vãos de portas,que devem ser devidamente pré-definidos no projeto, em seguida vem a marcaçãoda posição das guias, utilizando um cordão ou fio traçante para marcação daposição das guias, posteriormente vem o corte das guias utilizando a tesoura paracorte de perfis metálicos,ai vem a colocação da fita para isolamento nas guias, a fitade isolamento é imprescindível para assegurar um melhor desempenho acústico dasparedes. Sempre utilizar fitas com largura compatível com os perfis, fixação dasguias no piso, a fixação deverá ser feita no máximo a cada 600 mm sendo que nasaberturas de vãos de portas deve ser feita uma em cada extremidade. Executar asemendas das guias sempre de topo, nunca sobrepô-las. Preferencialmente, o pisodeve estar nivelado e acabado. Utilizar fixação (finca-pino, bucha, parafuso, cola)apropriada para cada tipo de substrato (concreto, alvenaria e metal). Colocação dosmontantes perimetrais deve se Observar as mesmas recomendações para fixaçãodasguias, tais como: espaçamento entre fixações, colocação dafita de isolamento,etc. Fixação das guias na laje superior sempre observando o correto alinhamento daguia superior (laje) com a guia inferior (piso). Encaixe o montante com a menordimensão (aba) dentro das guias e gire-o 90º após deve ser feita a colocação dos
  4. 4. 4montantes nas guias, o comprimento do montante deve ter aproximadamente aalturado pé direito com 10 mm a menos. O espaçamentoentre os eixos dos montantesdeve ser de 400 ou 600 mm. Caso haja necessidade de emendar os montantes,sobrepô-los pelo menos 300 mm ou utilizar um pedaço de guia dreno mínimo 600mm. Nunca coincidir as emendas em umamesma linha; elas devem ser sempredefasadas. Caso sejanecessária a utilização de montantes duplos, estes podemserem forma de caixão (formando um tubo) ou em H (um contra o outro). Fixação dosmontantes nas guias junto ao piso e à laje superior, as guias terminais ou deaberturas tais como portas, devem ter um comprimento de aproximadamente 200mm a mais do quea abertura. Este comprimento adicional deve ser dobrado,remontando sobre o montante e fixado neste com auxílio de um puncionador.Preparação da abertura de porta, na parte superior da porta (bandeira), deve sercolocada uma guia com aproximadamente 200 mm a mais de cada lado, que serádobrada, remontada e fixada sobre os montantes laterais. Colocação de perfilauxiliar para abertura de portas, nas aberturas de portas, deve ser feito um reforço,utilizando-se montantes duplos ou de madeira. Fixação das chapas na estrutura: Aschapas devem ser instaladas verticalmente, com altura do pé direito menos 10 mm,que deve ser deixado como folga no piso. As chapas serão fixadas na estrutura pormeio de parafusos especialmente desenvolvidos para esse fim, os parafusos devemestar distanciados 250 mm entre si e a 10 mm da borda, caso haja duas camadas dechapas de drywall, a primeira deve ser fixada com parafusos, a cada 500 mm, e asegunda, com parafusos a cada 250 mm. Caso o comprimento da chapa nãocoincida com a altura do pé direito, as emendas necessárias devem serdesencontradas (contrafiadas). Para facilitar a colocação dos parafusos, as chapassão identificadas com a letra K a cada 250 mm, para modulação de 600 mm, e commarcações em forma de ponto a cada 250 mm, para modulação de 400mm. Colocação das instalações elétricas e hidráulicas. Após ser efetuado ochapeamento de um dos lados da parede, podem ser realizadas as instalaçõeselétricas, hidráulicas, de telefonia e som. Instalação de lã mineral, as lãs minerais (lãde vidro ou lã de rocha) devem ser colocadas no interior das paredes sempre com ouso de luvas e máscara. Caso a espessura da lã seja menor do que a espessurados perfis, devem ser utilizados ganchos ou massa para sua fixação. Marcação daschapas de drywall, marcar com lápis de carpinteiro, na frente da chapa, a dimensãoexata em que a chapa deve ser cortada. Corte da chapa de drywall. Depois de
  5. 5. 5marcada, com o auxílio de uma régua ou de um perfil, passar o estiletepressionando firmemente para quesejam cortados o cartão e parte da superfície dodrywal. Dobra da chapa de drywall. Apoiar a chapa em uma superfície plana e comleve torçãono sentido contrário ao do corte, quebrar a chapa. Finalização do corte dachapa: Virar a chapa no sentido contrário ao do corte e, com oauxílio do estilete,cortar o cartão do verso da chapa. Ajuste da chapa, caso seja necessário, ajustar aspossíveis imperfeições do corte com o auxílio de um raspador. Fechamento da parede: Após todas as instalações efetuadas, fechar a paredecom os mesmos cuidados que vimos anteriormente. As juntas verticais entreaschapas devem ser feitas sempre sobre os montantes. Em caso de juntas horizontais,estas devem ser desencontradas. As juntas de uma face da parede sempre devemser desencontradas em relação à outra face. No caso de paredes com chapasduplas, as juntas da segunda camada devem ser defasadas da primeira. Corte dachapa no vão de porta, nas aberturas de vãos de portas, as chapas devemultrapassar a abertura e depois cortadas, formando assim um desalinhamento dajunta em relação à abertura. Instalação de caixa de luz: Com auxílio de uma serra-copo, furar a chapa dedrywall no local em que será instalada a caixa de luz. Ajustar o furo com um serrotede ponta para o formato exato da caixa de luz e instalá-la. Tratamento de juntas,aplicar com uma desempenadeira uma primeira camadade massa longo da junta.Colocação da fita, colocar a fita de papel micro perfurado sobre o eixo da junta. Como auxílio de uma espátula, pressionar firmemente a fita sobre a primeira camada demassa. Finalizando com o tratamento de juntas, aplicar as demais camadas de massacom o auxílio de umadesempenadeira, deixando um acabamento uniforme.
  6. 6. 6 Figura 1 - Layout de montagem de uma divisória de gesso. Fonte Knauf do Brasil. 1.2 Divisórias Leves São indicadas para o planejamento de salas e escritórios, além de design equalidade, são de fácil instalação e manutenção, prática e durável. As divisóriasleves permitem soluções audaciosas e inovadoras em vários tipos de modulação.Superfícies de grande planicidade e perfeição dimensional (facilita o recebimento dacamada de acabamento final), pois não necessita de camada de regularização.Podem-se encontrar também painéis com revestimento incorporado.A limpeza dasdivisórias (perfis e painéis) deve ser efetuada com um pano e água limpa comsolução de sabão neutro. 1.2.1 Processo de Instalação: Módulo com Painel Cego, alinhar a guia na parede com prumo, fixar as guiascom buchas e parafusos, fixar os painéis dentro das guias, colocar a bandeirajuntamente com a travessa fechando o módulo de painel cego e colocar o montantepara acomodar o próximo bloco. Módulo com Vidro, deve seguir os mesmos passos de fixação dos perfisprincipais do painel cego, colocar a baguete de vidro de perfil maior dentro da
  7. 7. 7travessa e da montante, formando a moldura do vidro, encaixar o vidro dentro damoldura da janela e no final acrescentar a baguete de vidro. Módulo com Porta, colocar os batentes encaixando-os dentro dosmontantes, colocar primeiro o batente superior (horizontal) e depois os inferiores(verticais), a colocação da porta deve ser feita após a instalação da fechadura e dasdobradiças, não se esquecer de requadrar a porta com os testeiros, furar os perfis(batentes) instalados nas divisórias e fixar os parafusos.2. FORROS 2.1 Forro de PVC: Esta opção pode ser encontrada nos modelos rígidos ou flexíveis. Ambos sãoformados por painéis lineares encaixados pelo sistema macho/fêmea e ficando comas emendas aparentes. As vantagens deste tipo de forro são: peso reduzido, quediminui as cargas da estrutura; rapidez na instalação executada com parafusos oupresilhas; facilidade de transporte; absorção acústica de até 70%; resistência adetergentes, gases industriais, óleos, graxas, corrosão, fungos e bactérias; não éinflamável. Aceita perfeitamente a pintura, quase sempre descartada. Os forros dePVC podem ser fixados em estruturas de aço, alumínio ou madeira suspenso aoforro estrutural através de tirantes. Fabricados pelo processo de extrusão, os forros podem se apresentar comvariadas dimensões sob a forma linear ou placas modulares, com variabilidade derelevos e acabamentos, o que possibilita um grande leque de opções para osclientes. Por não ter função estrutural, esses forros necessitam da instalação de umsuporte de onde são fixados. O PVC quando comparado com materiais como madeira e gesso apresentaexcelente relação custo x benefício, ele pode ser utilizado em ambientes internos eexternos, como banheiro, cozinha, quartos, salas e garagem, já que possuemresistência. Diferentemente de outros tipos de forro, é durável, não propagador dechama, isolador térmico, elétrico e acústico. Além disso, com a vantagem de seremecologicamente corretos (não favorecem o desmatamento), ou seja, o PVC é ummaterial 100% reciclável. Devido ao crescimento constante e expressivo no mercado, as empresasprodutoras concluíram que havia necessidade da elaboração de Normas Técnicasque assegurem a padronização e a manutenção da qualidade. Por isso, a partir de
  8. 8. 81995 foi desenvolvido o "Programa de Garantia da Qualidade de Componentes -setorial forro" onde os itens de avaliação são realizados em laboratórioscredenciados. Neles são analisados: estabilidade dimensional, resistência aoimpacto, teor de cinzas, estabilidade ao aspecto e ao calor, planicidade e marcaçãoindelével. 2.1.1 Processo de Instalação Comece pela medição do pé-direito, a partir do chão, que está definido noprojeto e é indicado pelo engenheiro responsável ou pelo próprio cliente. Antes debater o nível com a mangueira, confira se não há bolhas dentro dela. Todas asmedidas partem do pé-direito, por isso ele deve ser exato, o nível é marcado com alinha. Considerando que tenhamos uma estrutura superior sustentável para suportaro madeiramento do forro e o próprio forro, fixe os roda forros em todos os lados dapeça. O roda forro pode ser fixado na estrutura de sustentação ou na paredediretamente, recorte o primeiro perfil de forro com o comprimento de 0,5 a 1,0 cmmenos que o vão livre. Coloque o perfil com a face aparente virada para baixo e oengate macho voltado para dentro do vão dos roda forros laterais, fixe o perfil emcada parte da estrutura através de aba de fixação. Corte os demais perfis como oprimeiro, encaixe o engate o macho no fêmea do perfil anterior e fixe cada perfil naestrutura de sustentação. Repita os passos 6 e 7 até fecha na fixação do último perfilda peça, para colocar o último perfil, corte o mesmo 2,0 cm menos que ocomprimento do perfil cortado no passo 5 e refile o perfil na largura, entre o fundo doroda forro e o engate fêmea. Como o lado do perfil refilado e direção para o rodaforro, encaixe as duas extremidades do perfil nos roda forros laterais, mesmo quefique sobreposto ao perfil anterior empurre o perfil contra o fundo do roda forro,certificando-se que o mesmo foi encaixe em todo o comprimento do roda forro, paraeste passo pode ser utilizada uma espátula para auxílio no encaixe, empurre oengate acho do perfil até uni-lo com o engate fêmea do perfil anterior. Este passo pode ser opcional, para o caso do comprimento do perfil não sejasuficiente para vencer o comprimento do vão, podem ser utilizadas emendas paraunir os perfis.
  9. 9. 9 Figura 2 - Conceito de estruturação para instalação de forros de PVC. Fonte de Vitesse Forros em PVC. 2.2 Forro de Gesso O forro de drywall é constituído por chapas de gesso parafusadas emestruturas formadas por perfis de aço galvanizado ou por peças metálicas. Assimcomo nas paredes, a forma de montagem e os componentes utilizados permitemconfigurar o forro para as exigências ou necessidades de cada ambiente, podendo-se variar o número de chapas, as dimensões das mesmas, a posição da estrutura eainda o uso ou não de elementos de isolamento térmico ou acústico no seu interior.Existem quatro tipos de forro drywall: estruturado, perfurado, aramado e removível.Os três primeiros são fixos e proporcionam superfícies monolíticas, sendoexecutados com chapas com bordas longitudinais rebaixadas, que devem recebertratamento de juntas para uniformização da superfície. O último é executado comchapas com bordas quadradas. 2.2.1 Estruturado É formado pelo parafusamento de uma ou mais chapas de gesso para drywall(com 1,2m de largura) em estruturas de aço galvanizado. A estrutura é suspensa pormeio de pendurais. Os pendurais de uso mais frequente são compostos por umtirante (que é fixado na laje superior) e um suporte nivelador. Há também penduraiscompostos de perfis ou fitas metálicas. O perímetro do forro pode ser executadocom cantoneira, no caso de forro estanque, ou tabica, no caso de forro dilatado.Também é possível executar outros detalhes de dilatação perimetral ou no meio dopano do forro.
  10. 10. 10 2.2.2 Perfurado É uma variante do forro estruturado, porém com o uso de chapas perfuradas,que auxiliam na absorção sonora, que pode ser acentuada com o uso de lã mineralou de vidro no entre forro (plenum do forro). 2.2.3 Aramado É formado pela justa posição de chapas de gesso com 600 mm de largura,unidas por meio de junções H. É suspenso por arame de aço galvanizado nos 18(1,24 mm de diâmetro). A estruturação é completada com nervuras de chapas degesso. O perímetro do forro aramado pode ser estanque ou dilatado. 2.2.4 Removível Formado pela sobreposição de chapas de gesso em perfis do tipo T. Adimensão das chapas varia de acordo com a modulação da estrutura. O forro écomposto por uma só camada de chapas, que podem ser removidas para acesso àsinstalações do plenum. 2.2.5 Processo de Instalação O sistema de instalação pode ser executado de duas formas unidirecional ebidirecional. - Sistema Unidirecional Utiliza uma estrutura metálica na qual são parafusadas uma ou mais chapasde drywall. A estrutura é fixada na laje superior enas paredes laterais por meio deguias, perfis, tirantes e suportes niveladores. Este teto é especialmente indicadopara áreas quenecessitem de um acabamento perfeitamente liso e uniforme.
  11. 11. 11 Figura 3 - Sistema de montagem e funcionamento forro unidirecional. Fonte Knauf do Brasil. Marcar na estrutura periférica (paredes), com o auxíliode uma mangueira ouum nível laser, o local em que será instalado o teto, com o auxílio de um cordão oufio traçante, marcara posição exata onde será fixada a guia de teto ou cantoneira “L”.Fixar as guias na parede com espaçamento máximo de 600 mm, com o auxílio deuma trena, marcar a posição do eixo dos perfis, com um cordão ou fio traçante,marcar a posição do eixo dos perfis. Após a fixação dos tirantes na laje, com espaçamento de 1.000mm, colocarnestes os suportes niveladores. Encaixar os perfis no suporte nivelador de maneiraque fique firme. Ajustar o nível dos perfis na altura correta do rebaixo do teto. Aschapas são fixadas na estrutura por meio d parafusos especialmente desenvolvidospara esse fim. Os parafusos devem estar distanciados a 200 mm entre si e a 10 mmda borda. Aplicar uma primeira camada de massa ao longo das juntas entre aschapas de drywall, colocar a fita de papel microperfurado sobre o eixo da junta. Como auxílio de uma espátula, pressionar firmemente a fita sobre a primeira camada demassa. Aplicar as demais camadas de massa com o auxílio de umadesempenadeira, deixando um acabamento uniforme. - Sistema Bidirecional Utiliza duas estruturas metálicas. Os perfis principais são fixados na lajesuperior por meio de suportes niveladores e tirantes. Os perfis secundários sãofixados nos principais,perpendicularmente a estes, por meio de elementosmultifunção. As chapas de drywall – uma ou mais camadas, segundo as
  12. 12. 12necessidades – são aparafusadas nos perfis secundários. Indicado principalmentepara áreas com grandes vãos livres, esse sistema apresenta como principalvantagem uma maior estruturação do forro, economizando fixações nas lajes. Figura 4 - Sistema de montagem e funcionamento forro bidirecional. Fonte Knauf do Brasil. Marcar na estrutura periférica (paredes), com o auxíliode uma mangueira ouum nível laser, o local em que será instalado o teto, com o auxílio de um cordão oufio traçante, marcara posição exata onde será fixada a guia de teto ou cantoneira “L”.Fixar as guias na parede com espaçamento máximo de 600 mm, com o auxílio deuma trena, marcar a posição do eixo dos perfis, com um cordão ou fio traçante,marcar a posição do eixo dos perfis. Após a fixação dos tirantes na laje, com espaçamento de 1.000mm, colocarnestes os suportes niveladores. Encaixar os perfis no suporte nivelador de maneiraque fique firme. Ajustar o nível dos perfis na altura correta do rebaixo do teto. Aschapas são fixadas na estrutura por meio d parafusos especialmente desenvolvidospara esse fim. Os parafusos devem estar distanciados a 200 mm entre si e a 10 mmda borda. Aplicar uma primeira camada de massa ao longo das juntas entre aschapas de drywall, colocar a fita de papel microperfurado sobre o eixo da junta. Como auxílio de uma espátula, pressionar firmemente a fita sobre a primeira camada demassa. Aplicar as demais camadas de massa com o auxílio de umadesempenadeira, deixando um acabamento uniforme.
  13. 13. 13 2.3 Forro de Fibra Mineral A principal característica deste tipo de forro é sua capacidade de isolamentotermo acústica. As fibras deste forro podem ser de madeira, de vidro, de lã de vidroe vermiculita. As vantagens desses forros são a leveza e facilidade de montagem,não absorvem umidade evitando a proliferação de fungos e bactérias. As formasvariam de acordo com o fabricante, mas de um modo geral são fixados em estruturade perfis de alumínio, aço ou madeira. São colocados no teto por meio de pendurais.O acabamento final depende do material usado em sua fabricação. Placa de forro removível, constituída de fibra mineral com superfície acabadaem filme vinílico liso ou perfurado, a matéria prima do forro de fibra mineral foiespecialmente desenvolvida para salas como laboratórios, hospitais, especialmentedesenvolvidos para absorção acústica, o forro de fibra mineral é muito utilizado emáreas públicas com grande número de ruídos sonoros,indústrias alimentícias, entreoutros ambientes que requer alto índice de limpeza contra ação bacteriostática efungistática(agente que impede o desenvolvimento de fungos). A matéria prima do forro de fibra mineral é normatizada seguindo todas asnormas técnicas das leis vigentes, sendo um produto totalmente natural eincombustível com laudos técnicos, lembrando que o forro de fibra mineral é ummaterial 100% reciclável.Sua composição é constituída por fibras mineraisbiossolúveis, aglomerante orgânico como amido, dispersante livre de solvente,complementos naturais como argila, perlita, celulose reciclada. Para melhor desempenho do forro, devem ser observados fatores ambientais(calor, temperatura, fluxo de ar e umidade). Este tipo de forro não deve ser expostoa grandes variações de temperatura e umidade. Em aplicações sob cobertura deve-se proporcionar ventilação cruzada no ático, calculada de forma a garantir os níveisde temperatura e umidade abaixo dos valores máximos admissíveis. 2.3.1 Processo de Instalação Locação das guias de ferro na parede após a marcação da posição das guiasdo forro, fixação das guias na parede, locação dos perfis, fixação do forro, fixaçãodos perfis longarina, colocação dos perfis transversais por final colocação dasplacas. 2.4 Forro de Madeira
  14. 14. 14 Este tipo de forro possui instalação semelhante e muitas vezes até idêntica àcolocação dos pisos. Por isso, os forros de madeira necessitam de vigas,contraventamentos e tarugamentos. Antigamente, com este tipo de forro erapossível conseguir economia de materiais em sobrados, uma vez que as vigas eoutros elementos estruturais utilizados para o forro do piso térreo eram aproveitadoscomo suporte do piso do andar superior, caso não houvesse uma laje. Outra opçãoé o forro de vigamento aparente, cujas estruturas devem estar alinhadas e paralelas,contendo o mesmo distanciamento. São conhecidos também como lambris,possuindo encaixe macho/fêmea e podem formar desenhos como os soalhos, nosmodelos paralelos ou em diagonal. Há também, a colocação tipo saia-camisa, ondeas tábuas-camisas sem rebaixo ou encaixe são apenas aparelhadas e pregadas sobo vigamento. As tábuas-saias apresentam menor largura e são fixadas sob ascamisas, preenchendo os vazios e formando dois níveis diferentes. Entre os tipos demadeiras para forros estão o cedrinho, o ipê e o jatobá. A madeira ipê é a maisversátil, pois pode ser aplicada em áreas internas ou externas, possuindo maiorresistência às condições do tempo. Alguns tipos de pinus de boa qualidade podemser utilizados, principalmente se o acabamento for de tinta a óleo ou esmaltesintético. Independentemente do tipo da madeira, esta deve possuir de 12 a l5% deumidade. Se não, elas se abrem com facilidade gerando um mau aspecto. Agarantia dada pelo fornecedor e o instalador é um fator importante a ser levado emconsideração. O tempo de atuação no mercado também deve ser relevado. Háempresas que garantem o produto por até cinco anos. Quanto à sustentação doforro, geralmente procede-se da seguinte forma: Em vãos de até 4 m fixamos asréguas em caibros 6x7 ou 7x8 cm espaçados em no máximo 80 cm e apoiados nasparedes. Há necessidade de travamento na parte central utlizando-se um sarrafo de10 cm preso ao madeiramento do telhado. Em vãos maiores é necessário fixar oscaibros em vigas de 6x16 ou 6x20cm no sentido perpendicular. As réguas depois de encaixadas são pregadas aos caibros com prego semcabeça, se o acabamento for a verniz. Devemos optar sempre pelo sentido domenor vão para evitar emendas. Se houver, elas deverão situar-se sobre o apóio.Geralmente acrescentamos 10% a mais a área a ser forrada, devido aos recortes, sefixadas em paralelo. Se for à diagonal, esta perda poderá chegar a 25%. Após ofechamento de toda a área fixamos o roda teto ou moldura, finalizando oacabamento. Antes da pintura um lixamento se faz necessário.
  15. 15. 15 2.4.1 Processo de Instalação Verifique as condições de seu telhado. Goteiras, vazamento ou telhados quepermitam a passagem de pequenas gotas de chuvas intensas (chuva de vento)deverão ser revisados antes da aplicação do forro, o forro deve serimpermeabilizado contra umidade antes de ser colocado, devendo receber umademão de seladora nas duas faces. Em condições de umidade relativa do ar muito alta (regiões serranas oulitorâneas), recomenda-se espalhar o forro por aproximadamente 48 horas antes daaplicação da seladora, após a colocação, o forro deve receber o tratamento definitivo(verniz ou tinta) o mais breve possível, completando-se assim a impermeabilização,não aplique o forro com encaixe excessivo. Deve-se deixar uma junta de dilataçãode aproximadamente 2mm entre uma tábua e outra (vide desenho abaixo). Figura 5 - Forma correta de encaixe das tábuas de madeira Deixe entre a parede e a tábua 0,5 cm para dilatação, os pendurais devemser em sarrafos de 5 cm. Na fixação, utilizar sempre dois pregos por vez colocadoslado a lado para forro de pinus, deixar entre sarrafos uma distância de 45 cm. Paraforro de cedrinho, deixar distância de 50 cm, no máximo.
  16. 16. 163. BIBLIOGRAFIAAZEREDO, Hélio Alves de. Edifício e Seus Acabamentos. São Paulo: EdgardBlucher, 2008.AZEREDO, Hélio Alves de. Edifício Até Sua Cobertura. São Paulo: EdgardBlucher, 1997.DURIEUX, Philippe; RETAILLIAU, François. Enciclopédia da Construção:Técnicas de Construção I. São Paulo: Hemus Editora Ltda, 1999.Eucatex. Divisórias: Divilux. 2011. São Paulo. Disponível em: http://www.eucatex.com.br/pt/Divisorias/Produto.aspx.Acesso em: 14 mar. 2012.Eucatex. Divisórias: Instalação Passo-a-Passo. 2011. São Paulo. Disponível em:http://www.eucatex.com.br/Imagens/files/divis%C3%B3rias/passo%20a%20passo.pdf.Acesso em: 14 mar. 2012.KNAUF Drywall. Manual de Instalações: Sistemas KnaufDrywall. 2011. Rio deJaneiro. Disponível em: http://www.knauf.com.br/folder/manual/pdf/manual_instalacao.pdf. Acesso em: 13 mar. 2012.KNAUF Drywall. Paredes Knauf: Soluções que sustentam a qualidade do seuprojeto. 2011. Rio de Janeiro. Disponível em: http://www.knauf.com.br/folder/paredes/pdf/apostila_paredes.pdf.Acesso em: 13 mar. 2012.KNAUF Drywall. Tetos e Forros Removíveis Knauf:Soluções à altura de suacriatividade. 2011. Rio de Janeiro. Disponível em: http://www.knauf.com.br/folder/tetos/pdf/apostila_tetos.pdf.Acesso em: 13 mar. 2012.
  17. 17. 17Planam Forros e Divisórias. Forros: Mineral Plus. 2011. São Paulo. Disponível em:http://www.planam.com.br/catalogos/forros_mineralplus.pdf. Acesso em: 16 mar.2012.Planam Forros e Divisórias. Divisórias: Dry Wall. 2011. São Paulo. Disponível em:http://www.planam.com.br/catalogos/drywall.pdf. Acesso em: 16 mar. 2012.Vitesse Forros em PVC. Instrução Para Instalação dos Forros em PVC. 2011. SãoPaulo. Disponível em: http://www.vitesse.ind.br/_download/instalacao_forrosV1-1.pdf. Acesso em: 16 mar. 2012.SOUZA, Josiani (Coord.). Construção Passo-a-Passo. 2 ed. São Paulo: PINI, 2009

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