- Para Kant, só sabe o que é liberdade 
quem a já perdeu. 
- Ele diferencia a minoridade da 
maioridade, onde a minoridade...
- Na minoridade, a criança faz o que quer e se 
desenvolve naturalmente e livremente. Elas 
devem agir conforme a lei natu...
- Para Kant, o homem deve agir por 
dever, se adaptar. As regras são boas e 
necessárias a todos. 
- As pessoas devem obed...
- Legislador Universal: faço minhas 
leis, se forem boas devem ser 
seguidas por todos, mas se elas foram 
ruins para a so...
- Trate o ao outro como quer que te tratem, 
mostrando assim consciência de sua ação. 
- Agimos por dever (quando a ação e...
Conclusão 
- O imperativo categórico é a tua vontade, 
tuas leis, que se contribuem realmente para 
um bem comum, passam a...
Alunas: 
• Joyce Dias Muraroto 
• Letícia Schemberger Bardi 
• Raquel Gazola 
Professor: Cleder Mariano Beliere 
3º Ano Vi...
Liberdade e vontade em kant
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Liberdade e vontade em kant

553 visualizações

Publicada em

a

Publicada em: Arte e fotografia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
553
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
67
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Liberdade e vontade em kant

  1. 1. - Para Kant, só sabe o que é liberdade quem a já perdeu. - Ele diferencia a minoridade da maioridade, onde a minoridade é o agir por agir e a maioridade, agir por normal, regras, por um “bem maior”.
  2. 2. - Na minoridade, a criança faz o que quer e se desenvolve naturalmente e livremente. Elas devem agir conforme a lei natural até os 4 anos, depois disso, as crianças devem passar a serem disciplinadas e educadas de acordo com as normas morais que regem a sociedade. A liberdade é então tirada para o bem estar da sociedade, você deve agir de determinadas formas para o “bem de todos” e por causa de normas e regras. E então se atinge a maioridade, não porque completou 18 anos, mas pela sua maturidade, de conseguir agir por um “bem comum”.
  3. 3. - Para Kant, o homem deve agir por dever, se adaptar. As regras são boas e necessárias a todos. - As pessoas devem obedecer para não brigar com a organização e sociedade.
  4. 4. - Legislador Universal: faço minhas leis, se forem boas devem ser seguidas por todos, mas se elas foram ruins para a sociedade, sua vontade não vale de nada. Cada um pode criar e/ou modificar as leis se souber o porquê elas são boas ou ruins em referência, a sociedade, ao bem comum.
  5. 5. - Trate o ao outro como quer que te tratem, mostrando assim consciência de sua ação. - Agimos por dever (quando a ação está de acordo com as normas) – normas da sociedade que mantem a ordem, a cordialidade. - Devemos viver seguindo as mesmas normas. Contudo, a sua vontade não “vale de nada”, porque você tem que seguir regras.
  6. 6. Conclusão - O imperativo categórico é a tua vontade, tuas leis, que se contribuem realmente para um bem comum, passam a serem leis universais. Isso tem a ver com a liberdade, que exige um bem maior, que é o bem estar da sociedade. - Você obedece por dever, ou seja, para manter a ordem. “Sua liberdade vai até onde começa a do outro”. Porque você tem a vontade que gera tuas leis (liberdade), mas que só poderão ser seguidas se forem boas e aceitas por todos (imperativo categórico). Caso contrário, você deve obedecer às outras para manter o bem comum (perca da liberdade para se atingir a maioridade).
  7. 7. Alunas: • Joyce Dias Muraroto • Letícia Schemberger Bardi • Raquel Gazola Professor: Cleder Mariano Beliere 3º Ano Villa - Lobos

×