Sexualidade na educação infantil

2.823 visualizações

Publicada em

O desenvolvimento da sexualidade da criança.

Publicada em: Educação
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.823
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
10
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
353
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Sexualidade na educação infantil

  1. 1. Não é um Bicho-de-sete-cabeças
  2. 2. Conhecimento Científico Os professores devem ter conhecimento científico, para que possam orientar as crianças com segurança e sem preconceitos. Em vez de reprimir, devem compreender a expressão da sexualidade, no sentido amplo, desde a infância.
  3. 3. Fase oral (0 -1 ano) Zona erógena: boca Instâncias: id (prazer) e ego (razão) Conflito: desmamo Fase anal (1 – 3 anos) Zona erógena: mucosa intestinal Instâncias: id e ego Conflito: ambivalência da dor e ambivalência do prazer Fase fálica (3 - 5 anos) Zona erógena são os genitais Instâncias: id, ego e su perego (moralidade) Conflito: Conflito de Édipo-Electra FASES DO DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL - FREUD
  4. 4. Postura adequada segundo os PCNs:
  5. 5. O professor ocupa lugar de maior poder, constituindo-se em referência muito importante para o aluno.
  6. 6. Namoro na Infância
  7. 7. O Primeiro Beijo de Duas Crianças:
  8. 8. Concepções Sobre Sexualidade, Comuns Na Infância
  9. 9. JOGO SIMBÓLICO NO DESENVOLVIMENTO DA SEXUALIDADE INFANTIL
  10. 10. Seres Sexuados A educação sexual infantil deve considerar as crianças como seres sexuados, que manifestam sua sexualidade e criam suas próprias teorias sobre o sexo. Deve também reconhecer que meninos e meninas podem brincar e transitar livremente entre os brinquedos e brincadeiras de ambos os sexos sem que isso possa definir sua identidade sexual e que brincadeiras são um caminho para descobrir o prazer.
  11. 11. Do ponto de vista da criança não é necessário que ela tenha presenciado cenas de sexo para que se envolvam em explorações ou jogos sexuais. Contudo, a mídia atual vem promovendo um amadurecimento (errôneo) precoce e distorcido sobre sexualidade em nossas crianças e adolescentes. As cenas, as discussões e a forma como a mídia vem explorando o tema, obriga nossas crianças a uma reflexão prematura em alto grau de complexidade para essa faixa etária. Brincadeiras sexuais são normais, não devem se transformar em experiências precoces. O “Brincar infantil” não diretamente, sexual, envolve sexualidade;
  12. 12. HORA DE COLOCAR A MÃO NA MASSA!!
  13. 13. CASO 1 – Uma menina não para de se masturbar. • Uma criança de 5 anos se masturbava movimentando os quadris num banquinho. Não é coceira, pois, ela só repete esses movimentos quando se senta nesse cantinho. Caso 02 – Você Vê Garotos Se Acariciando No Banheiro. • Dois garotos de 5 anos de idade estavam no banheiro da escola trocando carícias. Um havia pedido para colocar o pipi no bumbum do outro. Caso 03 – Um garoto novato tem duas mães. • Entra um aluno novo na turma e ao apresentar-se ele diz que tem duas mães. Diante do espanto de todos e da intervenção de um outro colega que alegou não haver como se ter duas mães, apenas pai e mãe, o aluno afirma que tinha pai e mãe que o maltratavam e agora tem duas mães que o adotaram e cuidam muito bem dele.
  14. 14. Masturbação Infantil • Entender e explicar que aquilo pode ser bom de fazer, mas, que na escola tem coisas melhores para serem feitas. • Evidenciar que as partes íntimas são parte privada do corpo e não devem ser tocadas publicamente, por isso, que vamos ao banheiro para fazer xixi e cocô. Experiências Sexuais entre crianças. • Explicar que as partes do corpo não devem ser tocadas por outras crianças. • Restringir o uso do banheiro a uma única criança por vez; • Comunicar aos pais, pois pode haver interferência do convívio com adultos (dorme com os pais, vê os pais em determinada situação etc.) Famílias Modernas • Entender a história da família; • Introduzir o tema : Novas famílias a partir de literatura infantil, fantoches, desenhos animados e etc.; • Realizar um trabalho junto à comunidade escolar, em especial, com os pais da turma.
  15. 15.  A sexualidade infantil é diferente da sexualidade adulta, não contém os mesmos componentes e interesses.  Através da dramatização, a criança compreende, elabora, vivencia a realidade que vive ( compreender papéis como: mãe, pai, filho, homem, mulher, etc);  Os educadores têm a responsabilidade de fazer com que a educação sexual seja transferida do papel, dos referenciais, dos parâmetros e das leis para se inserir definitivamente nas instituições educacionais com os princípios éticos, políticos e estéticos. IMPORTANTE:

×