Antigo Regime

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    1. 1. ANTIGO REGIME E REVOLUÇÃO INGLESA “ Construção de uma estrada em 1774” de Joseph Vernet
    2. 2. Entre os séculos XVI e XVIII, a distribuição da população européia era bem diferente da de hoje. Em todos os países da Europa havia um predomínio numérico da população rural sobre a urbana. Cerca de 80% das pessoas viviam no campo. Isso não significa, porém, que todas elas trabalhavam diretamente na agricultura ou na pecuária. Numerosa parcela da população rural era composta de comerciantes e artífices que exerciam ofícios variados, como os de ferreiro, metalúrgico, carpinteiro, ceramista, armeiro, moleiro, mineiro, seleiro, trabalhadores das pedreiras da construção civil, construtores de carroças e carruagens etc. O grupo familiar dos proprietários de terra e dos arrendatários também não trabalhava na terra, mas explorava o trabalho dos camponeses, que estavam submetidos a variadas formas de servidão, principalmente na Europa e na Rússia.
    3. 4. ESTAMENTOS Nas sociedades do Antigo Regime, os grupos sociais estavam divididos em três estamentos (ordens ou estados): clero, nobreza e terceiro estado. <ul><li>Características gerais: </li></ul><ul><li>Cada estamento tinha um estatuto jurídico próprio, que assegurava direitos e obrigações a seus componentes. </li></ul><ul><li>As obrigações do clero estava, por exemplo, praticar o ofício religioso, procurando conduzir os fiéis à salvação eterna; da nobreza, garantir a defesa militar da sociedade; do terceiro estado, trabalhar para o sustento da sociedade. </li></ul><ul><li>Quanto aos direitos do clero, havia, por exemplo, o de ser alimentado e defendido; dos nobres, o de contar com as orações e o trabalho de outros; do terceiro estado, o de receber orações e segurança. </li></ul><ul><li>A lei não era igual para todos porque os seres humanos não eram considerados iguais. Por esse raciocínio, a desigualdade dos estamentos determinava, as diferenças de funções, de talento, de dignidade existentes entre as pessoas. </li></ul>
    4. 5. ABSOLUTISMO Durante a Idade Moderna (séculos XV a XVIII), o ocorreu em grande parte da Europa um processo de fortalecimento dos governos das monarquias nacionais. Esse processo resultou no chamado absolutismo monárquico, termo-conceito que surgiu provavelmente no século XVIII para indicar, entre as correntes liberais, os aspectos negativos do poder monárquico ilimitado e pleno. A autoridade do rei tornou-se a fonte suprema dos poderes do Estado; em nome do soberano, o poder era exercido pelos diversos membros do governo: nas finanças, na elaboração das leis, nos tribunais de justiça, no exército, nas relações exteriores.
    5. 6. A DEFESA DO ABSOLUTISMO VÁRIOS TEÓRICOS ELABORARAM ARGUMENTOS QUE JUSTIFICAVAM O ABSOLUTISMO. DENTRE ELES, DESTACAREMOS THOMAS HOBBES (1588-1679) E JACQUES BOSSUET (1627-1704). <ul><li>HOBBES: </li></ul><ul><li>Em sua obra Leviatã (1651), o pensador comparou o Estado a um monstro poderoso, criado para acabar com a desordem e a insegurança da sociedade. </li></ul><ul><li>Segundo o pensador, nas sociedades primitivas, “ o homem era o lobo do próprio homem ”, vivendo em constantes guerras e matanças, cada qual lutando pela sua sobrevivência e olhando para os seus interesses individuais. </li></ul><ul><li>A solução dos conflitos passaria pelo estabelecimento de um contrato social, no qual os indivíduos deveriam renunciar à sua liberdade em troca da garantia de ordem e segurança. Portanto para ele o governo absoluto era fundamental . </li></ul><ul><li>BOSSUET: </li></ul><ul><li>Foi contemporâneo de Luís XIV e grande defensor da monarquia absolutista e cristã. </li></ul><ul><li>Dizia que o rei era predestinado por Deus para governar, e seu poder, sendo de origem divina, era absoluto. Por isso o rei estava acima de todos os súditos e não precisava justificar a ninguém suas atitudes e ordens, somente Deus poderia julgá-las. </li></ul><ul><li>É de Bossuet a frase “um rei, uma fé, uma lei, que se tornou uma espécie de lema das monarquias absolutistas. </li></ul>

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