ARTES VISUAIS  Q U ESTÃ O 1                                                                       Q U ESTÃ O 2       Aos 2...
Q U ESTÃ O 3                                                                             Q U ESTÃ O 4                     ...
Q U ESTÃ O 3                                                                                     Q U ESTÃ O 4             ...
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2001 2 etapa

  1. 1. ARTES VISUAIS Q U ESTÃ O 1 Q U ESTÃ O 2 Aos 21 anos, considerado um jovem prodígio,Parmigianino usou as distorções de um espelho convexo paradestacar a mão que sabia pintar e desenhar tão bem. Figura I – Michelangelo Merisi Caravaggio (1571-1610). Os músicos. Óleo sobre tela, 92,1 cm × 118,4 cm, 1595. Figura I – Parmigianino (1503-1540). Auto-retrato em um espelho convexo. Óleo sobre madeira, diâmetro de 24,4 cm, 1523/24. Após sua conversão, Santa Catarina sonhou que o meninoJesus colocou um anel em sua mão direita, em um “casamentomístico”. O anel é o centro da pintura ilustrada a seguir. Figura II – Pierre-Auguste Renoir (1841-1919). Duas jovens ao piano. Óleo sobre tela, Figura II – Parmigianino (1503-1540). O casamento místico de Santa 116,2 cm × 90 cm, 1892. Catarina. Óleo sobre madeira, 74,2 cm × 57,2 cm, 1527/31. Com relação às figuras acima, julgue os itens subseqüentes.Considerando as figuras acima e seus textos introdutórios, julgueos itens que se seguem. Ø Assim como na pintura de Renoir, na de Caravaggio as cores são usadas para modelar as formas, como é característico daØ Na figura I, a distorção das proporções é um recurso que pintura impressionista. antecipa o Barroco. Ù Na pintura de Caravaggio, os trajes inspirados nas figuras daÙ Na figura I, o tamanho exagerado da mão em relação ao rosto Antiguidade Clássica revelam o idealismo de seu autor. produz uma acentuada profundidade espacial. Ú Na figura II, Renoir, ao retratar uma cena doméstica, recriouÚ Uma característica do Maneirismo presente nas duas obras um tema épico. mostradas é a diagonalidade da composição, evidente na Û Enquanto na pintura de Caravaggio a iluminação destaca figura II. apenas as figuras, na de Renoir ela se distribuiÛ Na figura II, o centro da composição coincide com o centro uniformemente. geométrico da pintura. Ü A fusão óptica das cores é uma característica da pintura deÜ Observa-se em ambas as figuras o predomínio de temas Caravaggio. religiosos característicos do Maneirismo.U nB / C E S P E – P A S S ubprogram a 2001 – S egunda Etapa – A plicação: 22/2/2003C ad ern o de P rova – 1 / 23 É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
  2. 2. Q U ESTÃ O 3 Q U ESTÃ O 4 ARTES CÊNICAS Na figura abaixo, é reproduzida uma obra de Francisco de Q U ESTÃ O 1 Q U ESTÃ O 2 Goya que retrata a violenta repressão francesa aos patriotas espanhóis que se rebelaram em 2 de maio de 1808 contra as Texto I Antes de tudo, a Commedia dell’Arte significa forças invasoras de Napoleão. Fedra — Quando o amor me feriu, meditei na melhor maneira uma comédia encenada por atores profissionais, de o suportar. Comecei, assim, por calar e esconder meu mal, pois associados mediante um estatuto próprio de leis e regras, digna de confiança não é a língua. Em segundo lugar, tomei de bem suportar a minha loucura, vencendo-a pela sensatez. Em terceiro lugar, por meio do qual os cômicos se comprometiam a e já que assim eu não conseguiria dominar Afrodite, a deusa do amor, morrer pareceu-me ser, sem contestação, a melhor das soluções. proteger-se e respeitar-se reciprocamente. A Commedia Figura I – Albert Eckhout. Dança tarairiu. Óleo sobre madeira, 168 cm × 294 cm. A mim, é isto que causa a minha morte: o temor de desonrar, dell’Arte baseia-se na combinação de diálogos e ação, um dia, meu marido e os filhos que gerei. Embora de coração intrépido, é escravo o homem que tiver consciência dos erros da mãe monólogo falado e gesto executado, e nunca unicamente e do pai. na pantomima. Somente com cambalhotas, dancinhas, Hipólito — Ó terra mãe, ó raio de sol, que terríveis palavras ouvi! Ó Zeus, por que infligiste aos homens esse terrível flagelo das caretas e gestos as máscaras não são capazes de segurar mulheres? Eurípedes. Hipólito (com adaptações). uma cena. Texto II Dario Fo. Manual mínimo do ator. São Paulo: SENAC, 1998 (com adaptações). Figura I – Francisco de Goya (1746-1828). 3 de maio. Óleo sobre tela, 268 cm × 347 cm, 1808/14. Julieta — Somente teu nome é meu inimigo. Tu és o mesmo, sejas ou não um Montecchio. Que é um Montecchio? Não é mão, nem Considerando o texto acima, julgue os itens seguintes. M aximiliano foi capturado e executado pelas forças pé, nem braço, nem rosto, nem outra parte qualquer pertencente a um mexicanas leais ao governo anterior. Manet, um republicano e homem. Oh! sê outro nome! Que há em um nome? O que chamamos fervoroso crítico do imperialismo francês, decidiu imortalizar de rosa, com outro nome, exalaria o mesmo perfume tão agradável; e Ø Na Commedia dell’Arte, embora a organização da cena esse evento em uma escala tradicionalmente reservada a cenas da assim, Romeu, se não se chamasse Romeu, conservaria essa cara história antiga ou da Bíblia, como mostra a obra reproduzida na perfeição que possui sem o título. Romeu, despoja-te de teu nome e, ou do espetáculo fosse centrada em improvisações, seu figura a seguir. em troca de teu nome, que não faz parte de ti, toma-me toda inteira! espaço cênico natural eram os grandes edifícios, palácios Romeu — Tomo-te a palavra. Chama-me somente “amor” e serei de novo batizado. Daqui para diante, jamais serei Romeu. venezianos por excelência, sendo inusitada a Shakespeare. Romeu e Julieta (com adaptações). apresentação das companhias em praças públicas. Os textos I e II apresentam fragmentos de Hipólito, de Eurípedes, e Ù A caracterização das personagens da Commedia de Romeu e Julieta, de Shakespeare. A partir desses textos, julgue os itens que se seguem. dell’Arte relacionava-se com uma cenografia suntuosa que, apesar de realista, era extraordinária na composição Ø Fedra e Julieta — personagens femininas das tragédias grega e shakespeariana, respectivamente — podem ser classificadas como dos detalhes. heroínas do mesmo período histórico, estando ambas determinadas Ú Na Commedia dell’Arte, não era comum a utilização de a realizar o objetivo de conquistarem seu objeto de amor, o que de fato se concretiza. personagens fixas. O que havia era uma grande Ù Considerando que em H ipólito, de Eurípedes, Fedra, esposa de variedade de personagens psicológicas na composição Teseu e madrasta do jovem Hipólito, deve sua paixão pelo enteado Figura II – Albert Eckhout. Mameluca. Óleo sobre tela, 267 cm × 160 cm, 1641. à intervenção da deusa Afrodite, é correto afirmar que, na das montagens apresentadas pelas diversas companhias Figura II – Edouard Manet (1832-1883). Execução do Imperador Maximiliano. Óleo sobre tela, 196 cm × 259,8 cm, 1867. mitologia grega, era comum os deuses decidirem o destino dos de espetáculos. seres humanos; por tal motivo, o homem grego tomava muitoCom o auxílio das figuras acima, julgue os itens seguintes. cuidado em não desagradar aos deuses do Olimpo. Û Os cômicos da Commedia dell’Arte possuíam um Considerando as figuras acima e os textos que as introduzem, Ú A tragédia grega como a tragédia elizabetana apresentam as julgue os itens a seguir. paixões humanas e as conseqüências que essas podem ter na repertório de situações, diálogos, poemas, seqüênciasØ Eckhout documentou tipos e costumes de habitantes do Novo existência dos seres humanos. Em Hipólito, Fedra é arrebatada por corporais de acrobacias, domínio de dialetos e do latim, Mundo. Ø À maneira dos neoclássicos, essas pinturas épicas de grande uma paixão por seu enteado, que corresponde a esse amor proibido, ocasionando o enredo trágico. dos quais se utilizavam durante as apresentações de seusÙ Para retratar os habitantes do Brasil, Eckhout aplicou regras formato glorificam os aspectos mitológicos da vida política. Ù Nas pinturas reproduzidas, expressam-se claramente os Û As personagens, o diálogo e o conflito são características de uma espetáculos. européias de representação da figura humana. peça teatral. Exemplos de conflitos podem ser verificados nos posicionamentos políticos dos artistas. diálogos tanto do texto I quanto do texto II, em que as personagens Ü Falecido neste mês de fevereiro, o multiartista AriÚ As pinturas do período colonial brasileiro são um registro Ú Observa-se, na pintura de Manet, que a predominância de figuras verticais produz uma composição dinâmica. femininas declaram o seu amor a seus amados. Os conteúdos Pararrayos — ator, diretor, jornalista e palhaço — , à importante da formação étnica do povo brasileiro. dessas falas geram um tipo de tensão dramática que se pode Û Na pintura de Manet, o contorno nítido das personagensÛ Infere-se da figura II que os habitantes do Novo M undo não identificar como conflito. frente de grupos de atores brasilienses, usou, com retrata uma característica do Impressionismo. Ü Romeu e Julieta são enamorados e a impossibilidade da realização receberam influência da cultura européia. Ü Na pintura de Goya, a dramaticidade da cena é acentuada freqüência, em suas apresentações, elementos comuns à amorosa dá-se em função de questões políticas alheias à vontade pelo direcionamento da luz. dos jovens. Commedia dell’Arte.U nB / C E S P E – P A S S ubprogram a 2001 – S egunda Etapa – A plicação: 22/2/2003 U nB / C E S P E – P A S S ubprogram a 2001 – S egunda Etapa – A plicação: 22/2/2003C ad ern o de P rova – 2 / 23 É permitida a reprodução, desde que citada a fonte. C ad ern o de P rova – 3 / 23 É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
  3. 3. Q U ESTà O 3 Q U ESTà O 4 MÚSICA Texto I – questões de 1 a 4 Muitas vezes, a música é apenas parte de contextos que incluem comportamentos, ideologias, rituais, gírias, atitudes e hábitos. Os quadros abaixo mostram fragmentos de letras de músicas e referências visuais que indicam músicas, movimentos, gêneros ou estilos específicos. Figura I – Teatro grego, 450 a.C. Apud: Margot Berthold. História Quadro I Quadro III mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2001, p. 131. Kyrie eleison,Figura I – Estudo de maquiagem paraCliptemnestra. Irene Corey. The mask Figura II – Atriz caracterizada de Kyrie eleison,of reality. Louisiana: Anchorage Press, Cliptemnestra. Idem, ibidem.1988, p. 61. Christe eleison, Figura II – Teatro medieval, 1547. Idem, ibidem, p. 230. Kyrie eleison Yehudi Menuhine e Curtis W. Davis. A música do Faz uma cara que você não dá notícias em casa e se homem. São Paulo: Fundo Educativo Brasileiro, p. 73. acaba de graça com os manos da sua banca, o que fazer se você escolheu assim revolver pó pedra covardia enfim, uma vida perigosa pra você e pros outros que certamente lhe trará o fim, há muito que eu venho Figura III – Commedia dell’Arte. Idem, ibidem, p. 356 observando o seu movimento. Malandragem dá um tempo. Segundo Aristóteles, existe uma identificação entre o protagonista Thaíde e DJ Hum. Extraído da Internet. Idem, ibidem, p. 72. e o público, permitindo, durante a representação da tragédia grega, que haja a catarse, a purgação dos sentimentos e emoções. Figura III – Servas de Cliptemnestra. Idem, A respeito desse assunto e da evolução do espaço teatral ao longo ibidem, p. 57. da História, julgue os itens abaixo, considerando, quando Quadro II Quadro IV necessário, as figuras acima. Domingo no parqueCom o auxílio das figuras acima, que apresentam a visualização Ø Tanto no teatro grego como no elizabetano era comum as mulheres representarem os papéis secundários, cabendode fragmentos da montagem de Electra, de Sófocles, julgue os Amanhã não tem feira — ê, José sempre aos homens as personagens principais.itens subseqüentes. Ù O teatro grego tinha caráter religioso; por isso, era Não tem mais construção — ê, João apresentado durante as festividades ao deus Dionísio. Já o Não tem mais brincadeira — ê, JoséØ Pela análise das figuras apresentadas, conclui-se que a teatro elizabetano era secular, desprovido de um sentido Não tem mais confusão — ê, João profundamente religioso. Isso não impedia, entretanto, que caracterização é uma área do teatro que exige um estudo Shakespeare utilizasse largamente, em sua dramaturgia, seres Gilberto Gil anterior à sua execução. mágicos.Ù A concepção de uma montagem teatral requer um estudo Ú O teatro romano, ao contrário do grego, não se originou de minucioso de todos os elementos da linguagem teatral. Por manifestações religiosas; tinha como elemento central a meio da análise das imagens das três figuras acima, pode-se paródia. Û O espaço cênico também reflete a visão de mundo de um Quadro V perceber que não existem elementos que justifiquem a determinado período histórico. O pensamento medieval, por unidade de conjunto. exemplo, aceitava a existência do inferno, do paraíso e do Extraído da Internet.Ú A personagem Cliptemnestra é a antagonista da tragédia mundo terreno, o que pode ser verificado no espaço de Na mangedoura de ramos sofocleana Electra. A forma como está caracterizada é um representação, com três palcos simultâneos, que simbolizam O filho do doutor e a criança abandonada Onde o boi bento comia esses aspectos. exemplo de como pode ser apresentada, por meio da Nasceu o Divino Verbo Ü Os teatros grego e medieval eram populares, mas não Tentei entrar num parque de diversão caracterização das personagens, a elaboração estética da Ai, ai, ai, ai possuíam qualquer característica religiosa, sendo realizados Mas apareceu um homem Filho da Virgem Maria concepção do espetáculo teatral. em ambientes fechados. E me deu um empurrãoÛ Nas encenações das tragédias gregas, na Grécia Antiga, era Extraído da Internet. Disse pra mim que criança abandonada comum a utilização de indumentárias coloridas e máscaras Não pode ser misturada para maior visualização por parte da platéia. Essas Com filhinho de barão Sávia Dumont. O Brasil em festa. São apresentações atraíam um contingente insignificante de Paulo: Cia. das Letrinhas, 2000, p. 29. Pinto Cantador público.U nB / C E S P E – P A S S ubprogram a 2001 – S egunda Etapa – A plicação: 22/2/2003 U nB / C E S P E – P A S S ubprogram a 2001 – S egunda Etapa – A plicação: 22/2/2003C ad ern o de P rova – 4 / 23 É permitida a reprodução, desde que citada a fonte. C ad ern o de P rova – 5 / 23 É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
  4. 4. Q U ESTÃ O 1 Q U ESTÃ O 4 LÍNGUA INGLESACom base nos elementos artísticos apresentados nos quadros do texto I, Text I – questions 5 and 6julgue os itens a seguir.Ø O quadro I mostra dois elementos característicos da estética hip hop. Happiness is not in the mere possession W hoever is happy will make othersÙ O quadro IV representa um período da cultura brasileira marcado por of money; it lies in the joy of achievement 1, in happy too. repressão política, de imprensa e também artística. the thrill2 of creative effort. Mark TwainÚ O palhaço do quadro V, em muitas regiões, simboliza o mal, o assustador, Franklin Delano Roosevelt aquele que tem parte com o demônio. Por essa razão, ele é quem deve carregar a bandeira e puxar os cânticos de louvor. All seasons are beautiful for the personÛ A xilogravura, a literatura de cordel e o repente refletem os ideais e o There is a wonderful mythical law of who carries happiness within. nature that the three things we crave 3 most in cotidiano do homem nordestino, com temáticas que incluem sátira social ou política, exclusão social, casos e histórias urbanas e sertanejas. Horace Friess life — happiness, freedom and peace of mindÜ A música sugerida pelo quadro III é um exemplo do gênero coral. — are always attained by giving them to The foolish man seeks happiness in the someone else. Q U ESTÃ O 2 distance, the wise one grows it under his feet. James Oppenheim Peyton Conway MarchConsiderando as músicas normalmente relacionadas aos quadros de I a V dotexto I, julgue os itens abaixo. Partindo da idéia do igual e do diferente, o Glossary:Ø Cantores são comuns às músicas relacionadas a todos os quadros. 1 to achieve – to succeed in doing something, to complete something successfully, to accomplish something. cineasta Torero fez um documentário a respeito da No entanto, somente os cantores associados ao quadro I dispensam 2 thrill – (n) excitement, pleasure. acompanhamentos. história de imigrantes na cidade de São Paulo — 3 crave – (v) to have a strong desire for something.Ù Entre as modalidades musicais apresentadas nos quadros, a única de tradição oral é a referente ao quadro III. a partir de cabelos! “Cabelos são como impressões Internet: <http://www.wisdomquotes.com/cat happiness.html>.Ú As músicas sugeridas pelos quadros I e II têm em comum a presença de digitais: únicos. Eles determinam diferenças desafios (ou batalhas) entre os cantores. Q U ESTÃ O 5 Q U ESTÃ O 8Û Quanto à entoação do texto, as músicas sugeridas pelo quadro III individuais. Mas cada raça tem um cabelo, e aí é tudo From the quotations included in text I, it can be inferred that enfatizam a voz falada, enquanto as do quadro I enfatizam a voz cantada. muito igual”. W e humans are social beings. W e come intoÜ O choro é um gênero musical que usa instrumentos comuns às músicas sugeridas pelos quadros II e V. Silvana Arantes. Cineasta leva o mundo para a Ø the more money one has, the happier one is. barbearia. In: Folha de S. Paulo, 6/12/2002, p. Ù happiness is difficult to find. the world as the result of others’ actions. W e survive Q U ESTÃ O 3 E 8 . Ú some people try to find happiness in distant things. here in dependence on others. W hether we like it orAinda considerando as músicas normalmente relacionadas aos quadros de Û a person’s state of mind can influence other people.I a V do texto I, julgue os itens a seguir. Analogicamente, abordagem semelhante à do Ü giving someone happiness, freedom and peace of mind can have a not, there is hardly a moment of our lives when we reciprocal effect.Ø A diversidade cultural e regional gerada pela ocupação do Distrito texto acima pode ser aplicada à música: todas as Q U ESTÃ O 6 do not benefit from others’ activities. For this reason Federal (DF) tem-se refletido não somente na presença de vários gêneros, culturas têm música. Mas cada cultura, cada grupo, estilos e tipos de música como também na miscigenação desses estilos até mesmo cada indivíduo, tem a sua música. According to text I, sources of happiness can be it is hardly surprising that most of our happiness musicais pelas bandas locais. Nesse sentido, as músicas sugeridas nos quadros I, II, III e V podem ser assistidas em apresentações ao vivo no DF. Ø pleasure, contentment, joy, and hunger. arises in the context of our relationships with others.Ù Embora sejam diferentes, os gêneros musicais associados aos quadros II Relacionando as informações dos textos acima com Ù good deeds. e IV apresentam letras com traços muito semelhantes quanto às suas Ú the good results of our creative effort. Nor is it so remarkable that our greatest joy should os quadros do texto I, julgue os itens subseqüentes. origens e quanto ao uso da linguagem. Û joy, wisdom and creativity.Ú No Brasil, em razão do exercício de liberdade e, em alguns casos, de Ü found just in summertime. come when we are motivated by concern for others. libertinagem a que está associada, a manifestação cultural relacionada ao Ø No Nordeste, um traço característico do estilo quadro V — tida como uma das maiores do mundo — anualmente é alvo Q U ESTÃ O 7 But that is not all. W e find that not only do altruistic de campanhas governamentais anti-AIDS. associado ao quadro II é o acompanhamentoÛ Associando-se as personagens das figuras abaixo às músicas evocadas It may be true that, as a group, whites differ from Asians, graduates actions bring about happiness but they also lessen instrumental constante, marcando o ritmo dos from dropouts, Spanish speakers differ from French speakers, Floridians pelos quadros do texto I, é correto inferir as seguintes relações: a personagem da figura A associa-se mais ao quadro V que ao quadro IV, versos do cantador. differ from Alaskans, Brazilians from Portuguese. our experience of suffering. embora possa, eventualmente, associar-se ao quadro II; a personagem da But we waste our time studying group characteristics searching for figura B prefere fazer música com a turma relacionada ao quadro I que Ù A combinação de scratchs, grooves, styles e solutions to human problems. Individual differences within groups are Dalai Lama. Ethics for a new millennium (with adaptations). entrar numas erradas; já a música da personagem da figura C refere-se beatbox são elementos peculiares do quadro I. usually greater than those between groups. ao quadro III. So, the only way to solve major human problems is to address them Ú A polifonia formada em determinados trechos da effectively at the individual level. In each item below judge if the words agree with the música, com vozes cada vez mais agudas que a Internet: <http://www.simsoc.org/guide/cms/aview.asp?id=58> (with adaptations). principal, com sons abertos e timbres penetrantes message of the text above. Considering what the author states in the text above, judge the following segurando um mesmo acorde faz da música do items. quadro V uma experiência musical única. Û O uso de melismas remete o ouvinte ao quadro II. Ø Groups have nothing in common. Ø dependence, happiness, altruism Ù There are linguistic differences between Brazilian and Portuguese Ü As características mais marcantes das músicas Ù relationships, concern, donation speakers. relacionadas ao quadro IV são a liberdade e o Ú The study of group features only is the key to a better society. Û Individual differences between groups are usually smaller than those Ú caring, giving, sharing ecletismo no uso e na combinação de estilos e Figura C within groups. Figura A instrumentação. Û segregation, selfishness, arrogance Figura B Ü Problems should never be addressed at the individual level.U nB / C E S P E – P A S S ubprogram a 2001 – S egunda Etapa – A plicação: 22/2/2003 U nB / C E S P E – P A S S ubprogram a 2001 – S egunda Etapa – A plicação: 22/2/2003C ad ern o de P rova – 6 / 23 É permitida a reprodução, desde que citada a fonte. C ad ern o de P rova – 7 / 23 É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.

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