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  1. 1. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). O que é o Livro de Urantia? "A mais importante obra literária do século vinte..." 1 O Livro de Urantia contém uma síntese do trabalho de mais de 1.000 autores que escrevem nos campos da ciência, religião, história, sociologia e teologia desde o final do século dezenove até a metade do século vinte. Compilado por um corpo de seres supra-humanos como assistentes editoriais, o texto fornece uma surpreendente perspectiva das origens, história e destino humanos, constituindo a maior revelação para a humanidade. O Livro de Urantia e seu conteúdo O Prólogo - Deidade, Divindade, Deus, personalidade e as relações fundamentais do cosmos são descritas. Parte I: O Universo dos Universos - Descreve a natureza da realidade Suprema e a organização astronômica-cosmológica do universo. A Trindade do Paraíso junto com a Ilha Paraíso — o centro material e gravitacional do universo — descrita como fonte de toda energia, matéria, vida e personalidade. Um universo de hierarquia organizada, evoluindo como um processo relativo à Trindade do Paraíso. O conjunto da criação é descrito como incluindo milhões de planetas habitados em todas as etapas de evolução biológica, intelectual, social e espiritual. Parte II: O Universo Local - O plano divino para a criação, desenvolvimento e governo dos universos locais é pormenorizado. A presença e o ministério de Jesus é a realidade primária do universo através da qual tudo o mais encontra sentido e propósito. A sobrevivência da personalidade determinada pelas decisões da nossa livre vontade em torno de nosso relacionamento com Deus, por nossa lealdade à verdade, beleza e bondade como estes valores são sinceramente compreendidos. A despeito disso, o erro, o mal e o pecado permanecem sendo realidades difíceis que afrontam cada um de nós. O crescimento em direção à perfeição, considerado como orientação fundamental para a vida. Este crescimento é evolucionário, cumulativo e virtualmente sem fim. É alcançado através da lealdade à Deus e do serviço abnegado aos nossos semelhantes. Parte III: História de Urantia - Uma breve história geofísica de nosso planeta estabelece o palco para um panorama da nossa evolução biológica. O desenvolvimento da civilização, da cultura, do governo, da religião, da família e de outras instituições sociais são descritas a partir do ponto de vista dos observadores supra-humanos. A história é contada de tal maneira que os arquétipos subjacentes à civilização religiosa humana ganham nova vida, fortalecendo as fundações sobre as quais um maior desenvolvimento cultural pode ocorrer. Uma descrição do destino humano, incluindo uma descrição dos mundos que habitaremos imediatamente após a morte. Parte IV: A vida e os ensinamentos de Jesus - Estas páginas dedicadas à vida de Jesus constituem a mais espiritual compilação biográfica de Jesus ora impressa. O Livro de Urantia relata mais que 16 vezes mais informação sobre a vida e os ensinamentos de Jesus que a Bíblia. A profundidade literária do Livro de Urantia revela com clareza e de modo tocante descreve sua humanidade combinada com sua divindade. O Livro de Urantia e sua fonte O Livro de Urantia é uma antologia de 196 "escritos" ditados entre 1928 e 1935 por seres supra-humanos cujos nomes são indicados no livro, junto com seus respectivos escritos. Os seres humanos aos quais os escritos foram entregues em mãos já faleceram. O modo pelo qual os escritos foram materializados foi único e é obscuro para qualquer pessoa viva. Embora os Escritos de Urantia tenha sido impresso nos últimos cinqüenta anos, nenhuma religião formal nasceu de seus ensinamentos. A introspecção espiritual proveniente do livro é utilizada por professores e ministros, permitindo que pessoas de várias fés enriqueçam os mais elevados valores em suas próprias tradições. Muitas pessoas de instituições religiosas estabelecidas têm desenvolvido uma vida espiritualmente rica como resultado da leitura do Livro de Urantia. Uma rede de grupos de estudos independentes continua a se desenvolver. Existem várias traduções e outras estão atualmente em progresso.
  2. 2. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 2 Como outros textos sagrados, o conteúdo não deve ser avaliado sob a alegação de autoria ou de autoridade mas, antes, sobre os "frutos do espírito" que produzem. É possível que o novo leitor explore o livro como uma fascinante peça da literatura religiosa até a hora em que a qualidade espiritual autentique sua mensagem e sua fonte. _________________________________________________________________________ Escritos de Urantia Suplemento do Prólogo Este material pretende ser antes uma singela contribuição à compreensão do Prólogo do que o estudo deste em si mesmo. Relacionou-se aqui e ali citações de algumas fontes conhecidas com o objetivo de enriquecer as discussões de grupos de estudos e, além disso, favorecer o aperfeiçoamento constante desta tradução. Desejando acrescentar, corrigir ou trazer suas impressões de modo a melhorarmos este trabalho, entre em contato conosco. ubinfo@ubfellowship.org Índice 1. Citações Bíblicas. 2. Outras Citações. 3. Locais mencionados. 4. Conceitos Evolutivos sobre Deus ° Nomes evolucionários para Deus 5. Alterações de Revisões 1. Citações Bíblicas Nota: BSEP : Bíblia Sagrada Edições Paulinas BJ : Bíblia de Jerusalém BEP : Bíblia Edição Pastoral _________________________________________________________________________ 8&10;0:V.10 — "fazer a vontade do Pai que está no céu" (Mateus 6:10) BSEP : Venha o teu reino. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. BJ : Venha o teu reino, seja realizada a tua Vontade na terra, como é realizada nos céus. (Mateus 7:21) BSEP : Nem todo o que me diz : Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus; mas o que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. BJ : Nem todo o que me diz "Senhor, Senhor" entrará no reino dos céus, mas sim, aquele que pratica a vontade de meu Pai que está nos céus. (Mateus 12:50) BSEP : Porque todo aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão e irmã e mãe. BJ : porque aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, irmã e mãe. (Mateus 26:39)
  3. 3. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 3 BSEP : E, adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto em terra, orando e dizendo : Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia não (se faça) como eu quero, mas sim como tu queres. BJ : E, indo um pouco adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou : "Meu pai, se é possível, que passe de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas como tu queres." (Mateus 26:42) BSEP : Retirou-se de novo pela segunda vez e orou, dizendo : Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. BJ : Afastando-se de novo pela segunda vez, orou : "Meu Pai, se não é possível que isto passe sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!" (Mateus 26:44) BSEP : Deixando-os , foi de novo, e orou pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. BJ : Deixando-os, afastou-se e orou pela terceira vez, dizendo de novo as mesmas palavras. (Marcos 3:35) BSEP : Porque o que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. BJ : Quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe." (Marcos 14:36-39) BSEP : Disse Abba, Pai, todas as coisas te são possíveis, afasta de mim este cálice; porém, não (se faça) o que eu quero, mas o que tu queres. BJ : E dizia : "Abba! Ó Pai! A ti tudo é possível : afasta de mim este cálice; porém, não o que eu quero mas o que tu queres." (Lucas 8:21) BSEP : Ele, respondendo, disse-lhes : Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus, e a praticam. BJ : Mas ele respondeu : "Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática." (Lucas 11:2) BSEP : Ele disse-lhes : Quando orardes, dizei : Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. BJ : Respondeu-lhes : "Quando orardes, dizei : Pai, santificado seja o teu Nome; venha o teu Reino; (Lucas 22:42) BSEP : dizendo : Pai, se é do teu agrado, afasta de mim este cálice; não se faça, contudo, a minha vontade, mas a tua. BJ : "Pai, se queres, afasta de mim este cálice! Contudo, não a minha vontade, mas a tua seja feita!" (João 4:34) BSEP : Disse-lhes Jesus : a minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e cumprir a sua obra. BJ : Jesus lhes disse : "O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar sua obra. (João 5:30) BSEP : Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma. Julgo segundo o que ouço (de meu Pai); e o meu juízo é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. BJ : Por mim mesmo, nada posso fazer : eu julgo segundo o que ouço e meu julgamento é justo, porque não procuro a minha vontade, mas a vontade de quem me enviou. (João 6:38) BSEP : Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. BJ : pois desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade de quem me enviou.
  4. 4. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 4 (João 7:17) BSEP : Se alguém quiser fazer a vontade dele, reconhecerá se minha doutrina vem de Deus, ou se falo de mim mesmo. BJ : Se alguém quer cumprir sua vontade, saberá se minha doutrina é de Deus ou se falo por mim mesmo. (João 14:23-24) BSEP : Respondeu Jesus e disse-lhe : Se alguém me ama, guardará a minha palavra, meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos nele morada. O que não me ama, não observa as minhas palavras. E a palavra que ouvistes, não é a minha, mas do Pai, que me enviou. BJ : Respondeu-lhe Jesus : "Se alguém me ama, guardará minha palavra e meu Pai o amará, e a ele viremos e nele estabeleceremos morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; e a palavra que ouvis não é minha, mas do Pai que me enviou. (João 15:10) BSEP : Se observardes os meus preceitos, permanecereis no meu amor, como eu observei os preceitos de meu Pai e permaneço no seu amor. BJ : Se observais os meus mandamentos permanecereis no meu amor, como eu guardei os preceitos de meu Pai e permaneço em seu amor. (João 15:14) BSEP : Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu vos mando. BJ : Vós sois meus amigos, se praticais o que vos ordeno. (João 17:4) BSEP : Glorifiquei-te sobre a terra; acabei a obra que me deste a fazer. BJ : Eu te glorifiquei na terra, concluí a obra que me encarregaste de realizar. _________________________________________________________________________ 2. Outras citações encontradas no Prólogo 2.1 .Em 3&6;0:I.9 : "Quando tentamos idear a perfeição em todas as fases e formas de relatividade, encontramos sete níveis possíveis de se conceber..." Hartshorne, Charles, "Man’s vision of God", Willet, Clark and Co., Chicago, 1941. "Perfeição absoluta em todos os aspectos. Perfeição absoluta em alguns aspectos, relativa em todos os outros. Perfeição absoluta, perfeição relativa, e "imperfeição" (nem perfeição absoluta nem perfeição relativa), sendo cada uma em alguns aspectos. Perfeição absoluta em alguns aspectos, imperfeição em todos os outros. Perfeição absoluta em nenhum aspecto, relativa em todos. Perfeição absoluta em nenhum aspecto, relativa em alguns, imperfeição nos outros.. Perfeição absoluta em nenhum aspecto, imperfeição no todo." (página 8) 2.2 .Em seção XII, título : "XII. As Trindades" Bishop, William Samuel, "The Theology of Personality", Longman, Green & Co., New York, 1926. Bishop usa o termo "triunidade" e "Uma Trindade de Trindades "na exposição de sua teologia construtiva. Estes termos estão completamente re-elaborados nos Escritos de Urantia. (página 142) Na página 144, Bishop credita ao Dr. William Newton Clarke o termo "Tri-unidade". _________________________________________________________________________ 3. Locais mencionados no Prólogo 3.1 .Orvonton : é o sétimo dos sete supra-universos que, em conjunção com o sistema Paraíso/Havona compreende o grande universo do tempo e do espaço. Nosso universo local de Nebadon é um dos 100.000 que constituem Orvonton. Uversa é o mundo sede de Orvonton. Geralmente chamado de Via Láctea.
  5. 5. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 3.2 .Nebadon : é o nome de nosso universo local, governado pelo Filho Criador Miguel, junto com o Espírito Criativo Materno, a Divina Ministra. Salvington é a esfera sede. 1. .Uversa : mundo arquitetural e sede do sétimo supra-universo, Orvonton, do qual nosso universo local de Nebadon forma parte. Os membros da comissão reveladora de Urantia, que eram seres pessoais do supra-universo, vieram de Uversa. 4. Conceitos Evolutivos sobre Deus 4.1 .Em : " 3&19; 0: II. 3 DEUS é um símbolo verbal com o qual se designa todas as personalizações da Deidade..." ° Nomes evolucionários para Deus : Adonai : Nome semita para a Deidade. Agni : Deus do fogo com três cabeças, do panteão védico. Ahura Mazda : Principal deus do grupo de sete deuses Zoroastrianos. Allah : Deidade Suprema do Islamismo. Amida Buddha : Deus do Paraíso no oeste. Anu : Uma das sete deidades principais da Mesopotâmia. Afrodite : Deusa grega da fertilidade, do culto de Ishtar. Apolo : Deus-sol grego. Artemis : A mais famosa deusa da Ásia Menor. Ashtoreth : Deusa Palestina da fertilidade, do culto de Ishtar. Ashur : Deus dos assírios. Astarte : Deusa da fertilidade das tribos do norte, do culto de Ishtar. Aton : Deus-sol egípcio. Attis : Filho de Cibele, no culto de mistério frígio. Baal : Deus cananita, da fertilidade do solo. Bel : Uma das sete principais deidades da Mesopotâmia. Bel-Marduk : Os mesopotâmios reduziram seus deuses à uma concepção mais centralizada, chamado Bel-Marduk. Brahma : Deidade-pai, princípio do culto Védico, a primeira da tríade hindu. Braham-Narayama : Concepção indiana do Absoluto que impregna a tudo. Breath Giver : Deus adorado por Onagar. Chemosh : Deus dos amoritas. Cibele : Mãe de Atis, no culto de mistério frígio. Dagon : Deus dos Filisteus. Daphne : Ninfa grega. Dionisius : Deus grego do vinho. Dyaus Pitar : Senhor do céu, no culto védico. Dyaus-Zeus : O principal do panteão grego de deuses. Ea : Uma das sete deidades principais da Mesopotâmia. El : Concepção beduína da Deidade. El Elyon : Termo de Melquisedeque, denotando o Mais Elevado Deus. 5
  6. 6. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). El Shaddai : Concepção de Deus, derivada dos ensinamentos de Melquisedeque no Egito. Elohim : (singular de Eloah). Concepção da Trindade, no Egito. Hestia : Deusa grega do coração. Horus : Deus-sol egípcio. Indra : Senhor da atmosfera, no culto védico. Ishtar : Deusa babilônica da fertilidade. Isis : Deusa egípcia da fertilidade, no culto de mistério; mãe de Osiris. Jah : Nome semita para a Deidade. Jehovah : Termo recente que retratando o completo conceito de Yahweh. Jove : Júpiter, supremo deus dos romanos, similar ao deus grego Zeus. Juno : Deusa romana da luz. Júpiter : Deus da guerra romano. Kyrios : Nome semita para a Deidade. Marduk : Uma das sete principais deidades da Mesopotâmia, originalmente um deus-sol local, identificado com Zeus. Marte : Deus romano da guerra. Minerva : Deusa romana. Mithra : Deusa persa da luz. Mediadora zoroástrica entre deus e o homem. Mithras : Culto iraniano de mistério. Foi através deste culto que a religião de Zoroastro exerceu influência sobre o Cristianismo. O festival anual de Mithras é em dezembro, 25. Nabu : Uma das sete principais deidades da Mesopotâmia. Netuno : Deus romano dos mares. Nereidas : ninfas do mar a serviço de Poseidon ou Netuno. Nog : Falso deus da luz e do fogo, saldo das raças Sângicas. Osiris : Deus egípcio da morte, filho de Isis, no culto de mistério. Pandora : Dádiva de Zeus a Epimetheus. Prajapati : Deidade-pai princípio do culto védico. Prometheus : Deus grego que roubou o fogo do céu. Ramman : Deus babilônico do ar. Set : Deus egípcio da escuridão e do mal. Shamash : Uma das sete principais deidades da Mesopotâmia. Shang-ti : Senhor mais elevado, no confucionismo. Sin : Uma das sete principais deidades da Mesopotâmia. Siva : Senhor hindu da vida e da morte . Sol invictus : Deus-sol do mitraísmo. Soma : Antigo deus ariano. Tao : Deus supremo e rei universal, conforme os ensinamentos de Lao-tsé. Thor : Espírito herói e mestre da luz na religião primitiva (Thor foi uma pessoa real, descrito nos Escritos de Urantia, na batalha de Somme). Thoth : Sábio deus egípcio. Trimurti : Suprema trindade do hinduísmo. 6
  7. 7. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). Vênus : Deusa romana da fertilidade. Vesta : Deusa romana do lar. Vishnu : Terceiro membro da Trimurti hindu. Yahweh : Deus dos hebreus. Zeus : Principal deus do panteão grego. 5. Alterações de Revisões Visando a melhoria da qualidade desta versão em português dos Escritos de Urantia, as seguintes alterações foram feitas em relação à primeira versão: Na apresentação: De: "....às Deidades do Paraíso e ao universo dos universos." Para: "...às Deidades do Paraíso e ao universo de universos." 1&3;0:0.3 "...e certos conceitos afins das coisas, dos conteúdos e dos valores da realidade universal." "...e certos conceitos afins das coisas, dos significados e dos valores da realidade universal." 1&4;0:0.4 "...representa apenas um guia definido,..." "...representa apenas um guia definitivo,..." 1&4;0:0.4 "...e do universo dos universos,..." "...e do universo de universos,..." 2&2;0:I.2 "A DEIDADE personaliza-se como Deus..." "A DEIDADE pode se personalizar como Deus..." 2&9;0:I.9 "Deidade de suma autoridade no espaço-tempo ..." "Suprema Deidade que rege no espaço-tempo ..." 2&10;0.I.10 "...como suma autoridade sustentadora, efetiva e absonita, do universo matriz." "...como efetivo Reitor Supremo e sustentador absonito do universo matriz." 2&10;0.I.10 "...é equivalente à suma autoridade e ao completo sustento..." "...é equivalente ao supra-domínio e a supra-sustentação..." 2&11;0:I.11 "...concebido como um exercício em relação..." "...concebido como uma função em relação..." 2&12;0:I.12 "...conota exercício em relação às realidades absonitas..." "...conota uma função em relação às realidades absonitas..." 7
  8. 8. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 2&13;0:I.13 "Os valores e conteúdos do Paraíso-absoluto..." "Os valores e significados do Paraíso-absoluto..." 3&16 "Pré-pessoal : como no ministério dos fragmentos do Pai..." "Pré-pessoal : como no ministério das frações do Pai..." 3&18 "...de certos seres absonitos e seres associados." "...de certos seres absonitos e de seres companheiros." 4&3;0:II.6 "...de algum nível ou associação da deidade." "...de algum nível ou parceria da deidade." 4&6;0:II.9 "Deus Pai : Criador, Diretor e Sustentador." "Deus Pai : Criador, Reitor e Sustentador." 4&7;0:II.10 "..., Espírito, Diretor e Reitor Espiritual." "..., Reitor e Adminitrador Espiritual." 4&10;0:II.13 "Deidades pessoais do Paraíso e seus colaboradores criativos..." "Deidades pessoais do Paraíso e seus parceiros criativos..." 4&10;0:II.13 "..., no primeiro nível das criaturas,..." "..., no primeiro nível da criatura..." 4&10;0:II.13 "...é a esfera dos serr pessoais do Paraíso que descende ao espaço-tempo, na associação recíproca com as criaturas evolutivas em ascensão espaço-temporal." "...é a esfera de descida espaço-temporal dos seres pessoais do Paraíso em associação recíproca com a ascensão espaço-temporal das criaturas evolutivas." 4&12;0:II.15 "Deus Absoluto : Deus que exerce os valores supra-pessoais transcendidos e os conteúdos divinos..." "Deus Absoluto : Deus que experimenta os valores supra-pessoais transcendidos e os significados divinos..." 4&12;0:II.15 "...e passa pela diminuição da capacidade de auto-revelação, nos níveis sucessivos e progressivos desta outra personalização." "...e, em direção aos níveis sucessivos e progressivos de outra personalização, passa pela diminuição da capacidade de auto-revelação." 5&14;0:III.8 "As forças do espírito do universo..." "As forças espirituais do universo..." 8
  9. 9. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 5&15;0.III.9 "A capacidade ilimitada de ação da deidade..." "A ilimitada capacidade da deidade para agir..." 5&16;0:III.10 "A capacidade ilimitada de resposta do infinito..." "A ilimitada capacidade do infinito para reagir..." 7&8;0:4.10 "...toda a eternidade separou os conteúdos da mente,..." "...toda a eternidade separou os significados da mente,..." 7&9;0:IV.11 "...no tocante a valores, conteúdos e existência efetiva...." "...no tocante a valores, significados e existência efetiva...." 8&1;0:V.1 "...até o alcance da condição final como pessoa." "...até chegar à finalidade, a condição de ser pessoal." 9&1;0:V.11 "A personalidade do homem mortal não se constitui nem do corpo, nem da mente e nem do espírito; nem tampouco é a alma." "A personalidade do homem mortal não se constitui nem no corpo, nem na mente, nem no espírito; nem tampouco é a alma." 9&3;0:VI.1 "...tudo o que responde à via da personalidade do Pai.....à via .... à via...ao canal..." "...tudo o que responde ao circuito da personalidade do Pai....ao circuito...ao circuito...ao circuito..." 10&10;0:VII.3 "O Absoluto Deificado é vivencial..." "O Absoluto da Deidade é vivencial..." 10&11;0:VII.4 "...presentemente não existem plenamente..." "...presentemente não existem em plenitude..." 12&5;0:IX.2 "...da Trindade tal como a compreendem os seres finitos..." "...da Trindade compreendida pelos seres finitos..." ----------------------------------------------------------------------------------- "...unificação da Trindade do Paraíso tal como a compreendem os seres absonitos." "...unificação da Trindade do Paraíso compreendida pelos seres absonitos." 13&1;0:IX.3 "...em seus respectivos conteúdos-níveis universais..." "...em seus respectivos significados-níveis universais..." 13&3;0:IX.5 "...porém sua personalidade teve um princípio." "...mas tiveram início como seres pessoais." 9
  10. 10. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 10 13&4;0:X.1 "...Deidade Absoluta..." "...Absoluto da Deidade..." (também em outros trechos) ----------------------------------------- "...a unificação dos conteúdos..." "...a unificação dos significados..." 13&6;0:XI.1 "...ao ato do Suprema Autoridade Conjunta,..." "...ao ato do Executivo Conjunto,..." 14&6;0:XI.8 "O Absoluto Inqualificável é suma autoridade..." "O Absoluto Inqualificável é um supra-domínio..." 15&4;0:XI.14 "...aos seres de inteligência e personalidade..." "...aos seres pessoais inteligentes..." suplemento_pro_rev_02.htm _________________________________________________________________________ Escritos de Urantia Escrito 1 O Pai Universal [Exposto por um Conselheiro Divino, membro de um grupo de seres pessoais designados pelos Anciões de Dias em Uversa, sede do sétimo supra-universo, para supervisionar as partes seguintes da revelação que têm a ver com os assuntos que ultrapassam as fronteiras do universo local de Nebadon ] 1. O Nome de Deus Pai 2. A Realidade de Deus 3. Deus é um Espírito Universal 4. O Mistério de Deus 5. A Personalidade do Pai Universal 6. A Personalidade no Universo 7. O Valor Espiritual do Conceito de Personalidade 21&1; 1:0.1 O Pai Universal é o Deus de toda a criação, a Primeira Fonte e Centro de todas as coisas e de todos os seres. Pensai primeiro em Deus como criador, depois como reitor e por último como sustentador infinito. A verdade sobre o Pai Universal começou a se manifestar à humanidade quando o profeta disse : "Tu só és Deus; não há outro além de ti. Tu fizeste o céu e o céu dos céus, com todas as suas hostes; tu os preservas e os comandas. Pelos Filhos de Deus foram feitos os universos. O Criador se cobre de luz como um vestido e estende os céus como um pavilhão". Somente o conceito de Pai Universal — um só Deus no lugar de muitos deuses — permitiu ao homem mortal compreender o Pai como criador divino e reitor infinito. 21&2; 1:0.2 Os inumeráveis sistemas planetários foram feitos, em sua totalidade, para serem habitados por muitos e diferentes tipos de criaturas inteligentes, de seres que pudessem conhecer Deus, receber seu afeto divino e amá-
  11. 11. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 11 lo em retribuição. O universo de universos é a obra de Deus e a morada de suas diversas criaturas. "Deus criou os céus e formou a terra; estabeleceu o universo e não criou este mundo em vão; ele o formou para que fosse habitado". 21&3; 1:0.3 Todos os mundos de luz reconhecem e adoram o Pai Universal, o fazedor eterno e sustentador infinito de toda a criação. Universo após universo, as criaturas dotadas de vontade empreendem a longa, longa jornada rumo ao Paraíso no fascinante afã, na aventura eterna de chegar a Deus Pai. A meta transcendente dos filhos do tempo consiste em encontrar o Deus eterno, compreender a natureza divina, reconhecer o Pai Universal. As criaturas que conhecem Deus possuem uma única aspiração suprema, um único desejo ardente, que é vir a ser, em suas próprias esferas como ele é — perfeição em personalidade no seu Paraíso e supremacia em retidão em sua esfera universal. Do Pai Universal, que habita a eternidade, surge um mandato supremo: "Sede pois perfeitos como eu sou perfeito". E os mensageiros do Paraíso levam esta exortação divina com amor e misericórdia, através dos tempos e dos universos, até mesmo à tão modestas criaturas de origem animal como as raças humanas de Urantia. 22&1; 1:0.4 Este preceito magnífico e universal de se esforçar para alcançar a perfeição divina é o primeiro dever, e deveria ser a mais sublime aspiração de qualquer criatura tenaz, como criação que é do Deus de perfeição. A possibilidade de alcançar a perfeição divina constitui o destino último e certo do eterno progresso espiritual de todo homem. 22&2; 1:0.5 Os mortais de Urantia têm poucas esperanças de ser perfeitos no sentido infinito, mas é inteiramente possível para os seres humanos, começando como fazem neste planeta, alcançar a meta celestial e divina que Deus infinito dispôs para o homem mortal; e quando, afinal, eles cumprirem este destino, estarão em tudo o que diz respeito à auto-realização e consecução mental, tão repletos de perfeição divina em sua esfera como o próprio Deus, em sua esfera, está repleto de infinitude e eternidade. Talvez tal perfeição não seja universal, no sentido material; nem ilimitada, em alcance intelectual; nem final, em experiência espiritual; todavia, é final e completa em todos os aspectos finitos de divindade da vontade, de motivação à perfeição da personalidade e de consciência acerca de Deus. 22&3; 1:0.6 Este é o autêntico significado desse mandato divino: "Portanto, sede perfeitos como eu sou perfeito", que sempre inspira o homem mortal e lhe atrai interiormente em direção ao fascinante e duradouro afã de alcançar níveis cada vez mais elevados de valores espirituais e significados universais autênticos. Esta busca sublime pelo Deus dos universos constitui a aventura suprema dos habitantes de todos os mundos do tempo e do espaço. 1. O Nome do Pai 22&4; 1:1.1 De todos os nomes pelos quais se conhece Deus Pai no conjunto de universos, os mais freqüentes são os que o designam como Primeira Fonte e Centro do Universo. Conhece-se o Pai Primeiro por vários nomes nos diversos universos e nos diferentes setores de um mesmo universo. Os nomes pelos quais as criaturas designam o Criador dependem, em grande parte, do conceito que têm deste. A Primeira Fonte e Centro do Universo nunca revelou a si própria referindo-se ao seu nome, mas somente à sua natureza. Se nos consideramos filhos do Criador, é muito natural que terminemos por chamá-lo de Pai. Porém, este é o nome que nós mesmos escolhemos, que nasce da identificação de nossa própria relação pessoal com a Primeira Fonte e Centro. 22&5; 1:1.2 O Pai Universal jamais impõe qualquer forma de reconhecimento arbitrário, de adoração cerimonial ou de servilismo às criaturas de vontade inteligente no universo. Os habitantes evolutivos dos mundos de tempo e espaço, por si mesmos — em seus próprios corações — hão de reconhecê-lo, amá-lo e adorá-lo de forma voluntária. O Criador não aceita a submissão da livre vontade espiritual de suas criaturas materiais por coação ou imposição. A oferenda mais especial que o homem pode fazer a Deus consiste em dedicar, com todo afeto, sua vontade humana a fazer a vontade do Pai; de fato, a consagração da vontade das criaturas constitui o único presente de valor autêntico que o homem pode oferecer ao Pai do Paraíso. Pois em Deus vivemos, nos movemos e existimos; não há nada que o homem possa oferecer a não ser sua opção de acatar a vontade do Pai; e esta decisão tomada pelas criaturas de vontade inteligente dos universos constitui a realidade da verdadeira adoração que tanto satisfaz a natureza amorosa do Pai Criador. 22&6; 1:1.3 Desde que estais verdadeiramente conscientes de Deus, e após descobrirdes realmente o majestoso Criador e começardes a perceber e experimentar a presença interior do divino diretor, então, de acordo com
  12. 12. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 12 vossa lucidez e de acordo com o modo e método pelos quais os Filhos divinos revelam a Deus, encontrareis um nome para o Pai Universal que expressará, de maneira adequada, vosso conceito da Primeira Grande Fonte e Centro. E assim, nos diferentes mundos e nos diversos universos, o Criador vem a ser conhecido por numerosos apelativos, todos por afinidade e significando o mesmo; porém, quanto às palavras e símbolos, cada um destes nomes representa o grau — a profundidade — de sua entronização no coração das criaturas de qualquer mundo. 23&1; 1:1.4 Próximo ao centro do universo de universos o Pai Universal é, em geral, conhecido por nomes que podem ser considerados como representativos da Primeira Fonte. Mais além, nos universos do espaço, os termos empregados para designar o Pai Universal aludem com maior freqüência ao Centro Universal. E mais além ainda, na criação estelar, tal como no mundo sede de vosso universo local, ele é conhecido como Primeira Fonte Criadora e Centro Divino. Numa constelação próxima, Deus é chamado Pai dos Universos. Em outra, Sustentador Infinito e, ao leste, de Reitor Divino. Também é designado como Pai das Luzes, Dom de Vida e o Todo-Poderoso. 23&2; 1:1.5 Naqueles mundos onde um Filho do Paraíso viveu uma vida em efusão, em geral, Deus é conhecido por algum nome que indica relação pessoal, afeto terno e devoção paternal. Na sede de vossa constelação, faz-se referência a Deus como o Pai Universal e nos diferentes planetas de vosso sistema local de mundos habitados é conhecido de diversos modos tal como Pai dos Pais, Pai do Paraíso, Pai de Havona e Pai Espírito. Os que conhecem Deus mediante a revelação oriunda das efusões dos Filhos do Paraíso acabam por ceder à chamada emotiva do comovente relacionamento de parceria entre a criatura e o Criador, e fazem referência a Deus como "nosso Pai". 23&3; 1:1.6 Num planeta de criaturas sexuais, num mundo onde o impulso do sentimento paternal é inato aos corações dos seres inteligentes, o termo Pai vem a ser o nome mais eloqüente e apropriado para o Deus eterno. Ele é melhor conhecido e mais reconhecido universalmente em Urantia, vosso planeta, pelo nome de Deus. O nome que se dá tem pouca importância; o significativo consiste em que deveis conhecê-lo e almejar ser como ele. Vossos profetas da antiguidade, na verdade, o chamavam de "Deus Eterno" e a ele faziam referência como o que "habita a eternidade". 2. A Realidade de Deus 23&4; 1:2.1 Deus é a realidade primordial no mundo do espírito; Deus é a fonte da verdade nas esferas da mente; Deus cobre com sua sombra a totalidade dos reinos materiais. Para todas as inteligências criadas, Deus é um ser pessoal e para o universo de universos, é a Primeira Fonte e Centro de realidade eterna. Deus não se assemelha a um homem nem a uma máquina. O Pai Primeiro é espírito universal, verdade eterna, realidade infinita e ser pessoal paternal. 23&5; 1:2.2 O Deus eterno é infinitamente mais que a realidade idealizada ou o universo personalizado. Deus não é simplesmente o desejo supremo do homem, a busca dos mortais objetivada. Deus tampouco é um mero conceito, o poder-potencial da retitude. O Pai Universal não é sinônimo de natureza, e também não é lei natural personificada. Deus é uma realidade transcendente e não meramente o conceito tradicional que o homem tem acerca dos valores supremos. Deus não é um enfoque psicológico dos significados espirituais, e tampouco é "a obra mais nobre do homem". Deus pode ser qualquer um destes conceitos ou todos eles na mente dos homens, mas ele é mais que isso. É uma pessoa que salva e um Pai amoroso para todos os que gozam de paz espiritual na terra, para todos os que almejam ter a experiência da personalidade sobreviver à morte. 24&1; 1:2.3 A realidade da existência de Deus é demonstrada na experiência humana por meio da experiência divina interior, o espírito Preceptor enviado do Paraíso para viver na mente do homem mortal e ali ajudar na evolução e sobrevivência eterna da alma imortal. A presença deste Modelador divino na mente humana é revelada por três fenômenos vivenciais : 24&2 1. A capacidade intelectual para conhecer Deus: a consciência de Deus. 24&3 2. O anseio espiritual por encontrar Deus: a busca de Deus. 24&4 3. O desejo ardente do ser pessoal de se assemelhar a Deus: o desejo sincero de fazer a vontade do Pai. 24&5; 1:2.4 Nem os experimentos científicos, nem a pura dedução lógica da razão jamais poderão provar a existência de Deus. Somente no campo da experiência humana pode-se perceber Deus; não obstante, o
  13. 13. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 13 autêntico conceito da realidade de Deus resulta razoável para a lógica, plausível para a filosofia, essencial para a religião e indispensável para qualquer esperança de sobrevivência da personalidade. 24&6; 1:2.5 Os que conhecem Deus experimentaram o fato de sua presença; estes mortais conhecedores de Deus albergam em sua experiência pessoal a única prova positiva da existência de Deus vivo que um ser humano pode oferecer ao seu semelhante. A existência de Deus está completamente além de qualquer demonstração possível, exceto pelo contato entre essa consciência que a mente humana tem de Deus e a presença de Deus na forma do Modelador de Pensamento, que mora no intelecto dos mortais e é efundido ao homem como dom gratuito do Pai Universal. 24&7; 1:2.6 Em teoria, podeis considerar Deus como Criador, e ele é o criador pessoal do Paraíso e do universo central de Perfeição; porém, é o corpo de Filhos Criadores do Paraíso quem cria e organiza todos os universos do tempo e do espaço. O Pai Universal não é o criador pessoal do universo local de Nebadon; o universo em que viveis é uma criação de seu filho Miguel. Mas, ainda que o Pai não crie pessoalmente os universos evolutivos, ele comanda muitas de suas relações universais assim como certas manifestações da energia física, mental e espiritual. Deus Pai é o criador pessoal do universo do Paraíso e, em parceria com o Filho Eterno, ele é o criador de todos os demais Criadores pessoais do universo. 24&8; 1:2.7 Como reitor dos aspectos físicos no universo de universos materiais, a Primeira Fonte e Centro atua nos modelos da Ilha eterna do Paraíso e, através deste centro absoluto de gravidade, Deus eterno exerce o supra-domínio cósmico sobre o nível físico no universo central e, igualmente, por todo o universo de universos. Como mente, Deus atua na Deidade do Espírito Infinito; como espírito, Deus se manifesta na pessoa do Filho Eterno e nas pessoas dos filhos divinos do Filho Eterno. Esta inter-relação da Primeira Fonte e Centro com as Pessoas e Absolutos de igual categoria do Paraíso não impede — nem no mínimo — a ação pessoal direta do Pai Universal por toda a criação e em todos os seus níveis. Através da presença de seu espírito que se reparte, o Pai Criador mantém um contato imediato com seus filhos e com os universos criados. 3. Deus é um Espírito Universal 25&1; 1:3.1 "Deus é espírito". É uma presença espiritual universal. O Pai Universal é uma realidade espiritual infinita; ele é "o soberano, o eterno, o imortal, o invisível e o único Deus verdadeiro". Ainda que sejais "a descendência de Deus", não deveis pensar que o Pai é semelhante a vós em forma e constituição porque vos disseram que fostes criados "à sua imagem" — habitados pelos Preceptores de Mistério, que são enviados da morada central de sua presença eterna. Os seres espirituais são reais apesar de serem invisíveis aos olhos humanos, ainda que não sejam de carne e osso. 25&2; 1.3.2 Assim dizia o vidente na antiguidade: "Ele passa junto a mim e eu não o vejo. Passa por mim e eu nem sinto." Podemos observar constantemente as obras de Deus; podemos ser extremamente conscientes das provas materiais de sua atuação majestosa; mas raras vezes podemos fitar a manifestação visível de sua divindade, nem mesmo notar a presença de seu espírito delegado, que tem morada no ser humano. 25&3; 1:3.3 O Pai Universal não é invisível por estar se ocultando das criaturas de condição modesta, que estão impedidas pelo materialismo e limitadas em dons espirituais. Trata-se de algo mais: "Não poderás ver minha face, porque o homem não pode ver-me e continuar vivendo". Nenhum homem material pode contemplar Deus espírito e preservar sua existência mortal. A glória e o resplendor espiritual da presença divina torna-o inacessível para os grupos mais inferiores de seres espirituais ou para qualquer classe de seres pessoais materiais. A luminosidade espiritual da presença pessoal do Pai é uma "luz inacessível, que nenhum homem viu, nem pode ver" . Mas não é necessário ver a Deus com os olhos da carne a fim de percebê-lo com os olhos da fé-visão da mente espiritualizada. 25&4; 1:3.4 A natureza espiritual do Pai Universal é plenamente compartilhada com seu ser coexistente, o Filho Eterno do Paraíso. De maneira idêntica, tanto o Pai como o Filho compartilham o espírito universal e eterno, plenamente e sem reservas, com seu igual em categoria e ser pessoal conjunto, o Espírito Infinito. O espírito de Deus é, em si e de si mesmo, absoluto; no Filho, ilimitado; no Espírito, universal; e, em todos e por meio de todos eles, infinito. 25&5; 1:3.5 Deus é um espírito universal; Deus é a pessoa universal. A suprema realidade pessoal da criação finita é espírito; a realidade última do cosmos pessoal é espírito absonito. Somente os níveis da infinitude são absolutos, e somente em tais níveis a unidade entre a matéria, a mente e o espírito é final.
  14. 14. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 14 25&6; 1:3.6 Nos universos, Deus Pai é, em potência, o reitor supremo da matéria, da mente e do espírito. Somente por intermédio de seu extenso círculo de seres pessoais Deus se relaciona, de maneira direta, com os seres pessoais de sua imensa criação de criaturas dotadas de vontade; porém, é contatável (fora do Paraíso) apenas nas presenças das entidades em que se reparte — a vontade de Deus nos universos afora. Este espírito do Paraíso, que mora na mente dos mortais do tempo e ali promove a evolução da alma imortal da criatura sobrevivente, participa da natureza e divindade do Pai Universal. Mas a mente das criaturas evolutivas tem origem nos universos locais, e há de adquirir a perfeição divina ao realizar as transformações vivenciais de alcance espiritual que são o resultado inevitável da escolha da criatura de fazer a vontade do Pai que está no céu. 26&1; 1:3.7 Na experiência interior do homem, a mente está ligada à matéria e uma mente cativa-ao-material não pode sobreviver à morte. A técnica da sobrevivência está contida nos amoldamentos da vontade humana e nas transformações na mente mortal, por meio da qual o intelecto consciente de Deus vem gradualmente a se instruir e, por fim, a se guiar pelo espírito. Esta evolução da mente humana, que parte da associação com a matéria e segue até a união com o espírito, resulta na transmutação das fases potencialmente espirituais da mente humana em realidades morontiais da alma imortal. A mente mortal, subserviente à matéria, está destinada a se fazer cada vez mais material e, conseqüentemente, a sofrer a extinção final da personalidade; a mente entregue ao espírito está destinada a se tornar cada vez mais espiritual e, por último, a atingir a unidade com o divino espírito subsistente e guia e, assim, alcançar a sobrevivência e a eternidade da existência da personalidade. 26&2; 1:3.8 Venho do Eterno e, repetidas vezes, tenho regressado à presença do Pai Universal. Sei da realidade e da personalidade da Primeira Fonte e Centro, o Pai Eterno e Universal. Sei que, se bem que o grande Deus é absoluto, eterno e infinito, também é bom, divino e clemente. Conheço a verdade das magníficas afirmações : "Deus é espírito" e "Deus é amor", e estes dois atributos se revelam ao universo, e mais plenamente, no Filho Eterno. 4. O Mistério de Deus 26&3; 1:4.1 É tal a infinitude da perfeição de Deus que o torna um mistério para a eternidade. E o maior de todos os mistérios impenetráveis de Deus é o prodígio de sua morada divina na mente dos mortais. A maneira pela qual o Pai Universal reside com as criaturas do tempo é o mais profundo de todos os mistérios do universo; a presença divina na mente do homem é o mistério dos mistérios. 26&4; 1:4.2 Os corpos físicos dos mortais são os "templos de Deus". Apesar dos Filhos Criadores Soberanos se aproximarem das criaturas de seus mundos habitados e "atraírem todos a si"; ainda que "estejam à porta" da consciência e "batam", e se alegrem vindo chamar a todos para "abrirem as portas de seus corações"; mesmo que realmente exista esta comunhão pessoal e íntima entre os Filhos Criadores e suas criaturas mortais, ainda assim os homens mortais têm algo do próprio Deus que, de fato, mora em seu interior; seus corpos são templos dele. 26&5; 1:4.3 Quando houverdes terminado cá embaixo, quando concluirdes vossa carreira em sua forma transitória na terra, quando terminar vossa viagem de provação na carne, quando o pó de que se compõe o tabernáculo mortal "voltar à terra de onde saiu", então se revela o espírito residente, o "Espírito voltará a Deus que o deu". No interior de cada ser mortal deste planeta reside uma fração de Deus, uma parte e parcela de divindade. Ainda não é vosso por direito próprio, mas está concebido e destinado a fazer-se uno convosco se sobreviverdes à existência mortal. 26&6; 1:4.4 Defrontamo-nos constantemente com este mistério de Deus; confunde-nos o desdobramento do crescente e ilimitado panorama da verdade de sua infinita bondade, de sua ilimitada misericórdia, de sua inigualável sabedoria e de seu grandioso caráter. 26&7; 1:4.5 O mistério divino consiste na diferença intrínseca que existe entre o finito e o infinito, entre o temporal e o eterno, entre a criatura espaço-temporal e o Criador Universal, entre o material e o espiritual, entre a imperfeição do homem e a perfeição da Deidade do Paraíso. O Deus de amor universal manifesta-se de maneira indefectível a cada uma de suas criaturas até a plena capacidade de que estas dispõem para apreenderem espiritualmente as qualidades da verdade, beleza e bondade divina.
  15. 15. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 15 27&1; 1:4.6 O Pai Universal revela a todos os seres espirituais e a todas as criaturas mortais, de qualquer esfera e em qualquer mundo do universo de universos, toda a clemência e divindade de seu ser que são capazes de serem discernidas ou compreendidas por tais seres espirituais e criaturas mortais. Deus não faz diferença entre as pessoas, nem espirituais nem materiais. A divina presença que um filho do universo desfruta num dado momento está determinada somente por sua capacidade em receber e perceber as realidades do espírito do mundo supra-material. 27&2; 1:4.7 Como uma realidade na experiência espiritual humana, Deus não é um mistério. Mas quando se tenta tornar claras as realidades do mundo espiritual para as mentes físicas de ordem material, aparece o mistério; são mistérios tão sutis e tão profundos que somente a apreensão-pela-fé da parte do mortal que conhece a Deus é que pode conseguir o milagre filosófico de reconhecimento do Infinito da parte do finito — a faculdade dos mortais evolutivos dos mundos materiais do tempo e do espaço de discernir Deus eterno. 5. A Personalidade do Pai Universal 27&3; 1:5.1 Não permitais que a magnitude de Deus, sua infinitude, obscureça nem eclipse a personalidade dele. "Porventura, aquele que criou o ouvido, não ouvirá? Ou o que formou os olhos, não verá?". O Pai Universal é a culminância da personalidade divina, é a origem e o destino da personalidade em toda a criação. Deus é infinito e pessoal; é um ser pessoal infinito. Na verdade, o Pai é um ser pessoal, apesar da infinitude de sua pessoa sempre situá-lo além da compreensão plena dos seres materiais e finitos. 27&4; 1:5.2 Deus é muito mais que um ser provido de personalidade, da maneira que a mente humana entende a personalidade; é também muito mais que qualquer possível conceito de supra-personalidade. Mas é completamente inútil debater conceitos tão incompreensíveis acerca da personalidade divina com as mentes das criaturas materiais cujo mais amplo conceito de realidade do ser consiste na idéia e no ideal da personalidade. O conceito mais elevado que as criaturas mortais podem conceber do Criador Universal está incluído nos ideais espirituais intrínsecos na gloriosa idéia sobre a personalidade divina. Portanto, embora saibais que Deus há de ser muito mais que a noção humana acerca de personalidade, sabeis bem e igualmente que o Pai Universal não pode ser, de nenhum modo, nada menos que um ser pessoal eterno, infinito, verdadeiro, bom e belo. 27&5; 1:5.3 Deus não se oculta de nenhuma de suas criaturas. Ele é inacessível para tantas classes de seres somente porque "habita numa luz inacessível, o qual não foi nem pode ser visto por nenhum homem". A imensidade e a grandiosidade da personalidade divina está além do alcance da mente não aperfeiçoada dos mortais evolutivos. Ele "é quem mede as águas na concavidade de sua mão, quem mede um universo com a palma de sua mão. É ele quem está sentado sobre o círculo da terra, quem estende os céus como um véu e os estende como um universo para habitar". "Levantai vossos olhos para o alto e considerai quem criou tudo isto, aquele que mostra o número de seus mundos, chamando-os pelo nome" ; e assim é verdade que "as coisas invisíveis dele são, em parte, compreensíveis por meio das coisas feitas". Atualmente, e tal como sois, deveis discernir ao Fazedor invisível mediante sua múltipla e diversa criação, assim como por meio da revelação e do ministério de seus Filhos e de seus numerosos subordinados. 28&1; 1:5.4 Ainda que os mortais materiais não possam ver a pessoa de Deus, devem se regozijar na convicção de que é uma pessoa; aceitar pela fé essa verdade que declara que o Pai Universal amou de tal forma o mundo que providenciou o eterno progresso espiritual para seus modestos habitantes; que ele "se delicia com a humanidade". Deus não carece de nenhum dos atributos supra-humanos e divinos que constituem a personalidade perfeita, eterna, amorosa e infinita do Criador. 28&2; 1:5.5 Nas criações locais (excetuando aqueles no exercício do serviço nos supra-universos), Deus não se manifesta pessoalmente nem tem residência à parte dos Filhos Criadores do Paraíso, que são os pais dos mundos habitados e os soberanos dos universos locais. Se a fé das criaturas fosse perfeita, certamente saberiam que aquele que viu um Filho Criador, já viu o Pai Universal; não pretenderiam nem teriam a expectativa de, ao buscar o Pai, ver outro que não fosse o Filho. O homem mortal simplesmente não pode ver Deus até que tenha conseguido sua plena transformação espiritual e, de fato, chegado ao Paraíso. 28&3; 1:5.6 A natureza dos Filhos Criadores do Paraíso não engloba todos os potenciais inqualificáveis, próprios da absolutidade universal e da natureza infinita da Primeira Grande Fonte e Centro, mas o Pai Universal está, sob todos os aspectos, presente de maneira divina nos Filhos Criadores. O Pai e seus Filhos são um só. Estes Filhos do Paraíso da ordem de Miguel são seres pessoais perfeitos, até mesmo o modelo para todas os seres pessoais
  16. 16. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 16 do universo local, desde a Brilhante Estrela Matutina às mais humildes criaturas humanas de evolução animal progressiva. 28&4; 1:5.7 Na ausência de Deus, e a não ser por sua pessoa magnífica e central, não haveria personalidade alguma em todo o imenso universo de universos. Deus é personalidade. 28&5; 1:5.8 Não obstante Deus ser poder eterno, presença majestosa, ideal transcendente e espírito glorioso, ainda que seja tudo isto e infinitamente mais ele é, apesar disso, verdadeira e perpetuamente um Criador provido de personalidade perfeita, uma pessoa que pode "conhecer e ser conhecida", que pode "amar e ser amada"; alguém que pode fazer-se amigo nosso, ao passo que podeis ser conhecidos tal como outros seres humanos foram conhecidos como amigos de Deus. Ele é espírito real e realidade espiritual. 28&6; 1:5.9 Já que vemos o Pai Universal se revelar por toda parte de seu universo; já que o percebemos morando em suas inumeráveis criaturas; já que o contemplamos nas pessoas de seus Filhos Soberanos; já que continuamente sentimos sua divina presença aqui e ali, próximo e distante, não coloquemos em dúvida nem em controvérsia a primazia de sua personalidade. Não obstante se distribuir tão amplamente, ele continua sendo uma autêntica pessoa e mantém perpetuamente uma relação pessoal com o incontável número de criaturas suas disseminadas por todo o universo de universos. 28&7; 1:5.10 A idéia da personalidade do Pai Universal constitui um conceito de Deus mais amplo e verdadeiro, um legado à humanidade feito principalmente através da revelação. Por meio da razão, da sabedoria e da experiência religiosa se deduz e faz supor a personalidade de Deus, mas elas não a corroboram completamente. Mesmo o Modelador do Pensamento interior é pré-pessoal. A verdade e o desenvolvimento de qualquer religião é diretamente proporcional ao seu conceito da personalidade infinita de Deus e a ao ato de apreender a unidade absoluta da Deidade. A idéia de uma Deidade pessoal se torna, então, a medida do desenvolvimento religioso, depois da religião ter, primeiro, expresso o conceito da unidade de Deus. 29&1; 1:5.11 A religião primitiva tinha muitos deuses pessoais que eram feitos à imagem do homem. Na revelação, afirma-se a validade do conceito da personalidade de Deus como uma mera possibilidade no postulado científico de uma causa primária e só se sugere, de maneira provisória, na concepção filosófica da Unidade Universal. Somente mediante a aproximação à personalidade qualquer pessoa pode começar a compreender a unidade de Deus. Ao negar a personalidade da Primeira Fonte e Centro fica-se com uma única escolha entre dois dilemas filosóficos: o materialismo ou o panteísmo. 29&2;1:5.12 Ao refletirmos sobre a Deidade, o conceito de personalidade deve se despojar da idéia de corporeidade. O corpo material não é imprescindível ao fator personalidade, nem no caso do homem e tampouco no de Deus. Este erro sobre a corporeidade manifesta-se nos dois pólos extremos da filosofia humana. No materialismo, visto que o homem perde seu corpo ao morrer e deixa de existir como ser provido de personalidade; no panteísmo, visto que Deus não tem corpo não sendo, portanto, uma pessoa. É na união da mente e do espírito que o tipo supra-humano de personalidade progressiva atua. 29&3; 1:5.13 A personalidade não é simplesmente um atributo de Deus; antes, significa a totalidade da natureza infinita coordenada e a vontade divina unificada que se apresenta, em perfeita expressão, na eternidade e na universalidade. A personalidade, em seu sentido supremo, constitui a revelação de Deus ao universo de universos. 29&4; 1:5.14 Ao ser eterno, universal, absoluto e infinito, Deus não cresce em conhecimento nem aumenta em sabedoria. Deus não adquire experiência tal como o homem finito poderia conjeturar ou compreender mas, certamente, dentro do campo de sua própria personalidade eterna, ele desfruta a auto-realização em contínua expansão, de certo modo comparável e análoga à aquisição de experiências novas feitas pelas criaturas finitas dos mundos evolutivos. 29&5; 1:5.15 A perfeição absoluta do Deus infinito lhe ocasionaria estar sujeito às enormes limitações da inqualificável finalidade da perfeição, não fosse o fato de que o Pai Universal participa diretamente no esforço da personalidade de cada alma imperfeita no amplo universo que busca, com a ajuda divina, ascender aos mundos espiritualmente perfeitos do alto. Esta experiência progressiva de cada ser espiritual e de cada criatura mortal por todo o universo de universos é parte da consciência-da-Deidade, sempre em expansão, que o Pai tem com respeito ao interminável círculo divino de incessante auto-realização. 29&6; 1:5.16 É verdade no sentido literal: "Em todas as vossas aflições, ele se aflige". "Em todos os vossos triunfos, ele triunfa em vós e convosco". Seu espírito divino e pré-pessoal é uma parte real de vós. A Ilha do Paraíso
  17. 17. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 17 responde a todas as metamorfoses físicas do universo de universos; o Filho Eterno abrange todos os impulsos espirituais de toda a criação; o Atuante Conjunto abarca toda a expressão mental do cosmos em expansão. O Pai Universal percebe na plenitude da consciência divina toda experiência individual, todo esforço progressivo das mentes em expansão e dos espíritos ascendentes de qualquer entidade, ser e personalidade da completa criação evolutiva do tempo e do espaço. E tudo isto é verdade no sentido literal, porque "n’Ele vivemos, nos movemos e existimos". 6. A Personalidade no Universo 29&7; 1:6.1 A personalidade humana é a sombra-imagem espaço-temporal projetada pela personalidade divina do Criador. E nenhuma realidade pode, de maneira adequada, ser compreendida por meio do exame de sua sombra. As sombras devem ser interpretadas em termos de sua essência real. 30&1;1:6.2 Para a ciência, Deus é uma causa; para a filosofia, uma idéia; para a religião, uma pessoa e ainda o amoroso Pai celestial. Deus é, para o cientista, uma força primordial; para o filósofo, uma hipótese de unidade; para o religionário, uma experiência espiritual viva. O conceito inadequado que o homem tem com respeito à personalidade do Pai Universal só poderá ser melhorado mediante o progresso espiritual do homem no universo, e será verdadeiramente adequado quando os peregrinos do tempo e do espaço finalmente alcançarem o abraço divino do Deus vivo no Paraíso. 30&2; 1:6.3 Nunca percais de vista as perspectivas contrapostas da personalidade, quer Deus, quer o homem quem a conceba. O homem vê e compreende a personalidade partindo do finito em direção ao infinito; Deus a contempla partindo do infinito ao finito. O homem possui o tipo mais modesto de personalidade; Deus, a mais elevada — de fato, a suprema, final e absoluta. É por essa razão que os conceitos mais avançados sobre a personalidade divina aguardaram pacientemente o surgimento de idéias aperfeiçoadas sobre a personalidade humana, em especial com a ampla revelação da personalidade divina e humana, em Urantia, na vida em efusão de Miguel, o Filho Criador. 30&3; 1:6.4 O espírito divino pré-pessoal que mora na mente mortal leva consigo, no próprio fato de sua presença, a prova válida de sua existência real; mas só é possível apreender o conceito da personalidade divina mediante a percepção espiritual da experiência religiosa pessoal e genuína. Qualquer pessoa, humana ou divina, pode ser conhecida e compreendida completamente à parte das reações externas ou da presença material dessa pessoa. 30&4; 1:6.5 Um certo grau de afinidade moral e de harmonia espiritual é essencial para a amizade entre duas pessoas; uma personalidade amorosa dificilmente pode se revelar a uma pessoa desprovida de amor. Mesmo para se aproximar do conhecimento de uma personalidade divina, todos os dons da personalidade do homem devem se consagrar totalmente a esse esforço; é inútil uma dedicação apática e parcial. 30&5; 1:6.6 À medida que o homem adquire um entendimento mais completo de si mesmo e uma maior apreciação dos valores da personalidade de seus semelhantes, mais almeja conhecer a Personalidade Original, e com maior zelo esse ser humano que conhece a Deus se esforçará por assemelhar-se à Personalidade Original. Podeis debater sobre opiniões acerca de Deus, mas a experiência com ele e nele está acima e além de qualquer controvérsia humana e da mera lógica intelectual. O homem conhecedor de Deus descreve suas experiências espirituais, não para convencer aos não crentes, mas sim para a edificação e satisfação mútua dos crentes. 30&6; 1:6.7 Supor que o universo possa chegar a ser conhecido, que é inteligível, é supor o universo criado por uma mente e dirigido por um ser pessoal. A mente do homem só pode perceber os fenômenos mentais de outras mentes, sejam humanas ou supra-humanas. Se a personalidade do homem pode experimentar o universo, há uma mente divina e uma personalidade real por trás desse universo. 30&7; 1:6.8 Deus é espírito: é um ser provido de uma personalidade espiritual; o homem também é um espírito: é um ser provido de uma personalidade potencialmente espiritual. Jesus de Nazaré alcançou a plena realização do potencial da personalidade espiritual na experiência humana; por conseguinte, sua vida dedicada a realizar a vontade do Pai se converte na mais autêntica e exemplar revelação da personalidade de Deus para o homem. Mesmo que só seja possível compreender a personalidade do Pai Universal numa experiência religiosa real, sentimo-nos inspirados com a vida terrena de Jesus por tão perfeita demonstração de realização e revelação da personalidade de Deus numa experiência verdadeiramente humana.
  18. 18. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 18 7. O Valor Espiritual do Conceito de Personalidade 31&1; 1:7.1 Quando Jesus falava do "Deus vivo", referia-se a uma Deidade pessoal — o Pai que está no céu. O conceito da personalidade da Deidade facilita o companheirismo; favorece a adoração inteligente; suscita a confiança reconfortante. Pode existir uma ação recíproca entre as coisas não pessoais, mas nunca o companheirismo. A relação de companheirismo entre pai e filho, assim como entre Deus e o homem não se dá, a não ser que os dois sejam pessoas. Somente pode haver comunhão entre seres providos de personalidade, se bem que tal comunhão pessoal é facilitada, em grande parte, graças à presença de uma entidade impessoal como o Modelador do Pensamento. 31&2; 1:7.2 O homem não consegue a união com Deus como a gota d’água encontra a unidade com o oceano. O homem alcança a união divina pela comunhão espiritual recíproca e progressiva, mediante o convívio de um ser pessoal com o Deus pessoal, alcançando gradualmente a natureza divina, em inteligente e sincera conformidade com a vontade divina. Um relacionamento tão sublime só pode existir entre seres providos de personalidade. 31&3; 1:7.3 Talvez o conceito de verdade pudesse se manter à parte da personalidade; talvez o conceito de beleza existisse sem a personalidade; contudo, o conceito de bondade divina só é inteligível relacionado à personalidade. Somente uma pessoa pode amar e ser amada. Mesmo a beleza e a verdade estariam apartadas da possibilidade de subsistência, não fossem atributos de um Deus pessoal, de um Pai amoroso. 31&4; 1:7.4 Não podemos entender de todo como Deus pode ser primordial, imutável, todo-poderoso e perfeito e estar, ao mesmo tempo, circundado de um universo que está sempre em modificação e aparentemente regulado, um universo evolutivo e de imperfeições relativas. Mas podemos conhecer esta verdade em nossa própria experiência pessoal pois todos mantemos a identidade da personalidade e a unidade da vontade apesar das mudanças constantes, tanto em nós mesmos como em nosso ambiente. 31&5; 1:7.5 A realidade última do universo não pode ser apreendida por meio da matemática, da lógica, ou da filosofia, mas apenas pela experiência pessoal em conformidade progressiva com a vontade divina de um Deus pessoal. A ciência, a filosofia, e a teologia não podem corroborar a personalidade de Deus. Somente a experiência pessoal dos filhos da fé do Pai celestial pode levar a efeito a autêntica cognição espiritual da personalidade de Deus. 31&6; 1:7.6 No universo, os mais elevados conceitos de personalidade implicam em identidade, autoconsciência, volição e possibilidade de auto-revelação. E estas características envolvem, além disso, o companheirismo com outros seres pessoais iguais tal como os que existem nas parcerias entre os seres pessoais das Deidades do Paraíso. E a unidade absoluta destas parcerias é tão perfeita que a divindade é conhecida por sua indivisibilidade, por sua unidade. "O Senhor Deus é único". A indivisibilidade da personalidade não interfere no fato de Deus doar seu espírito para viver no coração dos homens mortais. A indivisibilidade da personalidade de um pai humano não impede que os filhos e filhas mortais se reproduzam. 31&7; 1:7.7 Este conceito de indivisibilidade associado ao conceito de unidade significa a transcendência do tempo e do espaço da Ultimidade da Deidade; conseqüentemente, o espaço e o tempo não podem ser absolutos ou infinitos. A Primeira Fonte e Centro constitui a infinitude que, de forma inqualificável, transcende toda mente, toda matéria e todo espírito. 31&8; 1:7.8 O fato em si da Trindade do Paraíso de modo algum viola a veracidade da unidade divina. Os três seres pessoais da Deidade do Paraíso são, em todas as reações da realidade do universo e em todas as relações das criaturas, como um só. Tampouco a existência destas três pessoas eternas contraria a veracidade da indivisibilidade da Deidade. Estou plenamente consciente de que não disponho de uma linguagem adequada para tornar claro à mente dos mortais como percebemos estes problemas do universo. Mas não deveis desanimar; todas estas coisas não são totalmente claras nem mesmo para os elevados seres pessoais pertencentes ao meu grupo de seres do Paraíso. Tenhais sempre em mente que estas verdades profundas, referentes à Deidade, terão cada vez mais sentido à medida que vossa mente se faz progressivamente mais espiritual, nos tempos da longa ascensão do mortal ao Paraíso. 32&1; 1:7.9 [Exposto por um Conselheiro Divino, membro de um grupo de seres pessoais celestiais designados pelos Anciões de Dias de Uversa, sede do governo do sétimo supra-universo, para supervisionar as seguintes partes da revelação e que têm a ver com os assuntos que ultrapassam as fronteiras do universo local de Nebadon. Estou incumbido de patrocinar os escritos que descrevem a natureza e os atributos de Deus pois represento a mais elevada fonte de informação disponível para tal fim, em qualquer mundo habitado. Tenho
  19. 19. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 19 servido como Conselheiro Divino nos sete supra-universos e residido por longo tempo no Paraíso, o centro de todas as coisas. Muitas vezes, tive o supremo prazer de estar na imediata presença pessoal do Pai Universal. Estou indiscutivelmente autorizado a descrever a realidade e a verdade sobre a natureza e os atributos do Pai; sei do que falo.] _________________________________________________________________________ Escritos de Urantia Suplemento do Escrito 001 Este material pretende ser antes uma singela contribuição à compreensão do Escrito 001 do que o estudo deste em si mesmo. Relacionou-se aqui e ali citações de algumas fontes conhecidas com o objetivo de enriquecer as discussões de grupos de estudos e, além disso, favorecer o aperfeiçoamento constante desta tradução. Desejando acrescentar, corrigir ou trazer suas impressões de modo a melhorarmos este trabalho, entre em contato conosco. ubinfo@ubfellowship.org 1. Citações Bíblicas Nota: BSEP : Bíblia Sagrada Edições Paulinas BJ : Bíblia de Jerusalém BEP : Bíblia Edição Pastoral _________________________________________________________________________ 21&1;1:0.1 — "Tu só és Deus." (Neemias 9:6) BSEP : Foste tu, Senhor, tu só que fizeste o céu, o céu dos céus, toda sua milícia, a terra e tudo o que há nela, os mares e tudo o que nele se contém; tu dás vida a todas estas coisas e a milícia do céu te adora. BJ : És tu, Iahweh, que és o Único! Fizestes os céus, os céus dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo o que ela contém, ao mares e tudo o que eles encerram. A tudo isto és tu que dás vida, e o exército dos céus diante de ti se prostra. (2 Reis 19:15) BSEP : e fez a sua oração diante dele, dizendo : Senhor Deus de Israel, que estás sentado sobre os querubins, só tu é que és o Deus de todos os reis da terra; tu fizestes o céu e a terra. B J : E Ezequias orou assim na presença de Iahweh : "Iahweh, Deus de Israel, que estás sentado sobre os querubins, tu és o único Deus de todos os reinos da terra, tu fizeste o céu e a terra. (Isaías 37:16) BSEP : Senhor dos exércitos, Deus de Israel, que estás sentado sobre os querubins; tu só és o Deus de todos os reinos da terra, tu o que fizeste o céu e a terra. BJ : "Ó Iahweh dos Exércitos, Deus de Israel, que habitas entre os querubins, tu és o único Deus de todos os reinos da terra; tu criastes os céus e a terra. (Gênesis 1:1) BSEP : No princípio Deus criou o céu e a terra. BJ : No princípio, Deus criou o céu e a terra. _________________________________________________________________________ 21&1;1:0.1 — não há outro além de ti.
  20. 20. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 20 (Deuteronômio 4:35) BSEP : para que soubesses que o Senhor é (o verdadeiro) Deus, e que não há outro fora dele. BJ : Foi a ti que ele mostrou tudo isso, para que soubesses que Iahweh é o único Deus. Além dele não existe um outro. (1 Samuel 2:2) BSEP : Não há quem seja santo como o Senhor, porque não há outro fora de ti, e não há quem seja forte como o Senhor, nosso Deus. BJ : Não há Santo como Iahweh (porque não há outro além de ti) e Rocha alguma existe como nosso Deus. (Isaías 45:18) BSEP : Porque eis o que diz o Senhor, que criou os céus, o mesmo Deus que formou a terra e a fez, que a dispôs e que não a criou em vão, mas que a formou para que fosse habitada: Eu sou o Senhor e não há outro. BJ : Com efeito, assim diz Iahweh, o criador dos céus, — ele é Deus, o que formou a terra e a fez, ele a estabeleceu; não a criou como um deserto, antes formou-a para ser habitada. Eu sou Iahweh; não há nenhum outro. _________________________________________________________________________ 21&1;1:0.1 — Tu fizestes (Neemias 9:6) BSEP : Foste tu, Senhor, tu só que fizeste o céu, o céu dos céus, toda sua milícia, a terra e tudo o que há nela, os mares e tudo o que nele se contém; tu dás vida a todas estas coisas e a milícia do céu te adora. BJ : És tu, Iahweh, que és o Único! Fizestes os céus, os céus dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo o que ela contém, ao mares e tudo o que eles encerram. A tudo isto és tu que dás vida, e o exército dos céus diante de ti se prostra. _________________________________________________________________________ 21&1;1:0.1 — o céu e o céu dos céus, com todas as suas hostes; tu os preserva e os comanda. (Não encontrado na Bíblia) _________________________________________________________________________ 21&1;1:0.1 — Pelos Filhos de Deus foram feitos os universos (Salmos 33:6) BSEP : Pela palavra do Senhor se firmaram os céus; e pelo espírito da sua boca (formou-se) todo o seu exército. BJ : O céu foi feito com a Palavra de Iahweh, e seu exército com o sopro de sua boca. _________________________________________________________________________ 21&1;1:0.1 — O Criador se cobre de luz como um vestido e estende os céus como um pavilhão" (Salmos 104:2) BSEP : cobertos de luz como um vestido. Tu estendes o céu como um pavilhão. BJ : envolto em luz como num manto, estendendo os céus como tenda, _________________________________________________________________________ 21&2;1:0.2 — "Deus criou os céus e formou a terra; estabeleceu o universo e não criou este mundo em vão; para que fosse habitado o formou". (Isaías 45:18) BSEP : Porque eis o que diz o Senhor, que criou os céus, o mesmo Deus que formou a terra e a fez, que a dispôs e que não a criou em vão, mas que a formou para que fosse habitada : Eu sou o Senhor e não há outro.
  21. 21. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 21 BJ : Com efeito, assim diz Iahweh, o criador dos céus, — ele é Deus, o que formou a terra e a fez, ele a estabeleceu; não a criou como um deserto, antes formou-a para ser habitada. Eu sou Iahweh; não há nenhum outro. 21&3;1:0.3 — O Pai que habita a eternidade (Isaías 57:15) BSEP : Porque isto diz o Excelso, e o sublime (Deus) que habita na eternidade, cujo nome é Santo, ele que habita nas alturas e no santuário, e no coração contrito e humilde, para reanimar o espírito dos humildes e vivificar o coração dos contritos. BJ : porque assim diz aquele que está nas alturas, em lugar excelso, que habita a eternidade e cujo nome é santo : "Eu habito um lugar alto e santo, mas estou junto ao abatido e humilde, a fim de animar o espírito dos humildes, a fim de animar os corações abatidos. _________________________________________________________________________ 21&3;1:0.3 — "Sede pois perfeitos como eu sou perfeito" (Mateus 5:48) BSEP : Sede pois perfeitos, como também vosso Pai celestial é perfeito. BJ : Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito. (Gênesis 17:1) BSEP : Mas, quando Abrão chegou à idade de noventa e nove anos, o Senhor apareceu-lhe, e disse-lhe : Eu sou o Deus onipotente; anda em minha presença, e sê perfeito. BJ : Quando Abrão completou noventa anos, Iahweh lhe apareceu e lhe disse : "Eu sou El Shaddai, anda na minha presença e sê perfeito. (Deuteronômio 18:13) BSEP : Serás perfeito e sem mancha com o Senhor, teu Deus. BJ : Tu serás integro para com Iahweh, teu Deus. (Judas 1:4) BSEP : E a paciência faz obras perfeitas, a fim de que sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma. BJ : mas é preciso que a perseverança produza uma obra perfeita, a fim de serdes homens perfeitos e íntegros sem nenhuma deficiência _________________________________________________________________________ 22&3;1:0.6 — : "Portanto, deveis ser perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito" (Mateus 5:48) BSEP : Sede pois perfeitos, como também vosso Pai celestial é perfeito. BJ : Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito. (Gênesis 17:1) BSEP : Mas, quando Abrão chegou à idade de noventa e nove anos, o Senhor apareceu-lhe, e disse-lhe : Eu sou o Deus onipotente; anda em minha presença, e sê perfeito. (Deuteronômio 18:13) BSEP : Serás perfeito e sem mancha com o Senhor, teu Deus. BJ : Tu serás integro para com Iahweh, teu Deus. (Judas 1:4)
  22. 22. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 22 BSEP : E a paciência faz obras perfeitas, a fim de que sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma. BJ : mas é preciso que a perseverança produza uma obra perfeita, a fim de serdes homens perfeitos e íntegros sem nenhuma deficiência _________________________________________________________________________ 22&4;1:1.1 — chamá-lo de Pai Na Bíblia, o termo "Pai" é usado muitas vezes para se referir a Deus. (Salmos 68:6) BSEP : Ele é o pai dos órfãos, e o juiz das viúvas, Deus está no seu lugar santo. BJ : Pai dos órfãos, justiceiro das viúvas, tal é Deus em sua morada santa. (Salmos 89:27) BSEP : Ele me invocará, dizendo : Tu és meu Pai, meu Deus, e o autor da minha salvação. BJ : Ele me invocará : Tu és meu pai, meu Deus e meu rochedo salvador. (Salmos 103:13) BSEP : Como um pai se compadece dos seus filhos, assim se compadeceu o Senhor dos que o temem; BJ : Como um pai é compassivo com seus filhos, Iahweh é compassivo com aqueles que o temem; _________________________________________________________________________ 22&5;1:1.2 — Pois em Deus vivemos, nos movemos e existimos (Atos 17:28) BSEP : Porque nele vivemos, nos movemos e existimos, como até o disseram alguns dos vossos poetas : Somos verdadeiramente da sua linhagem. BJ : divindade ...É nela, com efeito, que temos a vida, o movimento e o ser. Assim, aliás, disseram alguns dos vossos : "Pois nós somos também de sua raça." 23&1;1:1.4 — Pai das Luzes (Tiago 1:17) BSEP : Toda a dádiva excelente e todo o dom perfeito vem do alto e descende do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem sobra de vicissitude. BJ : todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto, descendo do Pai das luzes, no qual não há mudança nem sombra de variação. 23&1;1:1.4 — Dom de Vida (Atos 17:25) BSEP : nem é servido pelas mãos dos homens, como se necessitasse de alguma coisa, ele que dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas. BJ : Também não é servido por mãos de homens, como se tivesse necessidade de alguma coisa, ele que a todos dá vida, respiração e tudo o mais. _________________________________________________________________________ 23&2;1:1.5 — "nosso Pai". (1 Crônicas 29:10) BSEP : E louvou o Senhor diante de toda esta multidão, e disse : bendito és tu, ó Senhor Deus de Israel, nosso pai, de eternidade em eternidade. BJ : Ele bendisse então a Iahweh, em presença de toda a assembléia. Davi disse : "Bendito sejas tu, Iahweh, Deus de Israel, nosso pai, desde sempre e para sempre!
  23. 23. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 23 (Isaías 63:16) BSEP : Porque tu és o nosso pai. Abraão não nos conheceu e Israel não soube de nós; tu, Senhor, és o nosso pai, o nosso redentor, o teu nome é eterno. BJ : Com efeito, tu és o nosso pai. Ainda que Abraão não nos conhecesse e Israel não tomasse conhecimento de nós, tu, Iahweh, és nosso pai, o nosso redentor : tal é o teu nome desde a antiguidade. (Isaías 64:8) BSEP : Agora, Senhor, tu és o nosso pai e nós não somos senão barro; foste tu que nos formaste, e todos nós somos obra das tuas mãos. BJ (Isaías 64:7) : E no entanto, Iahweh, tu és o nosso pai, nós somos a argila e tu és o nosso oleiro, todos nós somos obras das tuas mãos. (Mateus 6:9) BSEP : Vós pois orai assim : Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. BJ : Portanto, orai desta maneira : Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu Nome, ... (Lucas 11:2) BSEP : Ele disse-lhe : Quando orardes, dizei : Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. BJ : Respondeu-lhes : "Quando orardes, dizei : Pai, santificado seja o teu Nome; venha o teu Reino; (Romanos 1:7) BSEP : a todos vós os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados santos. Graça vos seja dada e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. BJ : a vós todos que estais em Roma, amados de Deus e chamados à santidade, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. (1 Coríntios 1:3) BSEP : Graça e paz vos sejam dadas da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. BJ : Graça a vós da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo! (2 Coríntios 1:2) BSEP : Graça vos seja dada e paz, da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. BJ : A vós graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. (Gálatas 1:4) BSEP : o qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus e Pai nosso, ao qual seja glória por todos os séculos. Amém. BJ : que se entregou a si mesmo pelos nosso pecados a fim de nos livrar do presente mundo mau, segundo a vontade do nosso Deus e Pai, a quem a glória pelos séculos dos séculos! Amém. (Efésios 1:2) BSEP : Graça e paz vos sejam dadas da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. BJ : graça e paz a vós da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. (Colossenses 1:2) BSEP (Cl 1:2-3): aos santos e fiéis irmãos em Jesus Cristo, que estão em Colossas. Graças a vós e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e da de nosso Senhor Jesus Cristo. BJ : aos santos que estão em Colossos, e fiéis em Cristo : a vós graça e paz da parte de Deus, nosso Pai! (1 Tessalonicenses 1:1) BSEP : Paulo, Silvano e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo.
  24. 24. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 24 BJ : Paulo, Silvano e Timóteo à Igreja de Tessalônica, em Deus Pai, e no Senhor Jesus Cristo. A vós graça e paz. (1 Tessalonicenses 1:3) BSEP : lembrando-nos diante de Deus e nosso Pai, da obra da vossa fé, do trabalho da vossa caridade e da constância da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo. BJ : É que recordamos sem cessar, aos olhos de Deus, nosso Pai, a atividade de vossa fé, o esforço da vossa caridade e a perseverança da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo. (1 Tessalonicenses 3:13) BSEP : a fim de que os vossos corações, livres de culpa, sejam confirmados na santidade diante de Deus Pai nosso, por ocasião da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, com todos os seus santos. Amém. BJ : Queira ele confirmar os vossos corações numa santidade irrepreensível, aos olhos de Deus, nosso Pai, por ocasião da Vinda de nosso Senhor Jesus com todos os santos. (2 Tessalonicenses 1:1) BSEP : Paulo, Silvano e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses, em Deus nosso Pai e no Senhor Jesus Cristo. BJ : Paulo, Silvano e Timóteo à Igreja de Tessalônica, em Deus, nosso Pai, e no Senhor Jesus Cristo. (2 Tessalonicenses 1:2) BSEP : Graça e paz vos sejam dadas, da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. BJ : A vós graça e paz por Deus Pai e pelo Senhor Jesus Cristo. (2 Tessalonicenses 2:16) BSEP (Ts 2:15) : O mesmo nosso Senhor Jesus Cristo, e Deus e Pai nosso, o qual nos amou e nos deu uma consolação eterna e uma boa esperança pela graça, BJ : Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus, nosso Pai, que nos amou e nos deu a eterna consolação e a boa esperança pela graça, (1 Timóteo 1:2) BSEP : a Timóteo, amado filho na fé. Graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo nosso Senhor. BJ : a Timóteo, meu verdadeiro filho na fé : graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor. (Marcos 14:36) BSEP : Disse : Abba, Pai, todas as coisas te são possíveis, afasta de mim este cálice; porém, não (se faça) o que eu quero, mas o que tu queres. BJ : E dizia : Abba! Ó Pai! A ti tudo é possível : afasta de mim este cálice; porém, não o que eu quero, mas o que tu queres." (Romanos 8:15) BSEP : Porque vós não recebestes o espírito de escravidão para estardes novamente com temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, mercê do qual clamamos, dizendo: Abba (Pai). BJ : Com efeito, não recebestes um espírito de escravos, para recair no temor, mas recebestes um espírito de filhos adotivos, pelo qual chamamos : Abba! Pai! Muita passagens dizem "meu Pai", ou "Ó, Pai", ou "vosso Pai" ou "Pai" em vez de "nosso Pai". (Mateus 5:16) BSEP : Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossa boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus. BJ : Brilhe do mesmo modo a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossa boas obras, eles glorifiquem vosso Pai que está nos céus.
  25. 25. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 25 (Mateus 5:48) BSEP : Sede pois perfeitos, como também vosso Pai celestial é perfeito. BJ : Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito. (Mateus 7:11) BSEP : Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar coisas boas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará coisas boas aos que lhas pedirem. BJ : Ora, se vós que sois maus sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o vosso Pai, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedem! (Mateus 7:21) BSEP : Nem todo o que me diz : Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus; mas o que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse entrará no reino dos céus. BJ : Nem todo aquele que me diz "Senhor, Senhor" entrará no Reino dos Céus, mas sim, aquele que pratica a vontade de meu Pai que está nos céus. (Mateus 11:25) BSEP : Então Jesus, falando novamente, disse : Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos prudentes e as revelaste aos pequeninos. BJ : Por esse tempo, pôs-se Jesus a dizer : "Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e doutores e as revelaste aos pequeninos. (Mateus 16:17) BSEP : Respondendo, Jesus disse-lhe : Bem aventurado és, Simão filho de Jonas, porque não foi a carne e o sangue que to revelou, mas meu Pai que está nos céus. BJ : Jesus respondeu-lhe : "Bem aventurado és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne ou o sangue que te revelaram isto, e sim o meu Pai que está nos céus. (Mateus 18:35) BSEP : E assim também vos fará meu Pai celestial, se não perdoardes do íntimo dos vossos corações cada um a seu irmão. BJ : Eis como meu Pai celeste agirá convosco, se cada um de vós não perdoar, de coração, ao seu irmão". (Mateus 23:9) BSEP : A ninguém chameis pai sobre a terra, porque um só é vosso Pai, o que está nos céus. BJ : A ninguém na terra chameis "Pai", pois um só é o vosso Pai, o celeste. (Mateus 11:25) BSEP : Então Jesus, falando novamente, disse : Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos prudentes e as revelaste aos pequeninos. BJ : Por esse tempo, pôs-se Jesus a dizer : "Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e doutores e as revelaste aos pequeninos. (Mateus 11:26) BSEP : E assim é, ó Pai, porque assim foi do teu agrado. BJ : Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. (Mateus 11:27) BSEP : Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece o Filho senão o Pai; nem alguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar. BJ : Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. (Marcos 11:25)
  26. 26. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 26 BSEP : Quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, para que também vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe os vossos pecados. BJ : E quando estiverdes orando, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-o, para que também o vosso Pai que está nos céus vos perdoe as vossas ofensas. (Lucas 10:21) BSEP : Naquela mesma hora Jesus exultou no Espírito Santo e disse : Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos prudentes e as revelaste aos pequeninos. BJ : Naquele momento, ele exultou de alegria sob a ação do Espírito Santo e disse : "Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. _________________________________________________________________________ 23&3;1:1.6 — Vossos profetas da antiguidade em verdade o chamavam de "Deus Eterno" (Gênesis 21:33) BSEP : Abraão, pois, plantou um bosque em Bersabéia, e aí invocou o nome do Senhor Deus eterno. BJ : Abraão plantou uma tarmagueira em Bersabéia, e aí invocou o nome de Iahweh, Deus de eternidade. (Isaías 40:28) BSEP : Porventura não o sabes ou não o ouviste? Deus é o Senhor eterno, que criou os limites da terra; ele não se cansa, nem se fatiga, e a sua sabedoria é impenetrável. BJ : Pois não sabes? Por acaso não ouviste isto? Iahweh é um Deus eterno, criador das regiões mais remotas da terra. Ele não se cansa nem se fatiga, a sua inteligência é insondável. (Romanos 16:26) BSEP : mas agora manifestado pelas Escrituras dos profetas segundo o mandamento do eterno Deus, para que se obedeça à fé, entre todas as nações conhecidas. BJ : agora, porém, manifestado e, pelos escritos proféticos e por disposição do Deus eterno, dado a conhecer a todos os gentios, para levá-los à obediência da fé, (Salmos 90:2) BSEP (SL 89:2) : Antes que os montes fossem feitos, ou que a terra e o mundo se formassem, tu és Deus desde toda a eternidade e por todos os séculos. BJ : Antes que os montes tivessem nascido e fossem gerados a terra e o mundo, desde sempre e para sempre tu és Deus. _________________________________________________________________________ 23&3;1:1.6 — e a ele faziam referência como o que "habita a eternidade". (Isaías 57:15) BSEP : Porque isto diz o Excelso, e o sublime (Deus) que habita na eternidade, cujo nome é Santo, ele que habita nas alturas e no santuário, e no coração contrito e humilde, para reanimar o espírito dos humildes e vivificar o coração dos contritos. BJ : porque assim diz aquele que está nas alturas, em lugar excelso, que habita a eternidade e cujo nome é santo : "Eu habito um lugar alto e santo, mas estou junto ao abatido e humilde, a fim de animar o espírito dos humildes, a fim de animar os corações abatidos. (Veja também Esdras 8:20) _________________________________________________________________________ 24&2 1. A capacidade intelectual para conhecer Deus : a consciência de Deus. (Salmos 100:3) BSEP (Sl 99:3) : Sabei que o Senhor é Deus; ele nos fez, e não nós a nós mesmos. Nós somos o seu povo e as ovelhas do seu pasto.
  27. 27. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 27 BJ : Sabei que só Iahweh é Deus, ele nos fez e a ele pertencemos, somos seu povo, o rebanho do seu pasto. _________________________________________________________________________ 24&3 2. O anelo espiritual por encontrar Deus: a busca de Deus. (Jó 23:3) BSEP : Quem me dera saber encontrar Deus, e chegar até ao seu trono! BJ : Oxalá soubesse como encontrá-lo, como chegar à sua morada. _________________________________________________________________________ 24&4 3. O ardente desejo da personalidade de assemelhar-se a Deus : o desejo sincero de fazer a vontade do Pai. (Salmos 143:10) BSEP (Sl 142:10) : Ensina-me a fazer a tua vontade, porque tu és o meu Deus. O teu bom espírito me conduzirá à terra da retidão. BJ : Ensina-me a cumprir tua vontade, pois tu és o meu Deus; que o teu bom espírito me conduza por uma terra aplanada. _________________________________________________________________________ 25&1;1:3.1 — "Deus é espírito". (João 4:24) BSEP : Deus é espírito e em espírito e verdade é que o devem adorar os que o adoram. BJ : Deus é espírito e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade." _________________________________________________________________________ 25&1;1:3.1 — "o soberano, o eterno, o imortal, o invisível e o único Deus verdadeiro". (1 Timóteo 1:17) BSEP : Ao Rei dos séculos, imortal, invisível, a Deus só, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém. BJ : Ao Rei dos séculos, ao Deus incorruptível, invisível e único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém. _________________________________________________________________________ 25&1;1:3.1 — "a descendência de Deus", (Atos 17:29) BSEP : Sendo nós, pois, linhagem de Deus, não devemos pensar que a Divindade é semelhante ao ouro, à prata ou à pedra lavrada por arte e indústria do homem. BJ : Se somos da raça* de Deus, não devemos pensar que a divindade seja semelhante ao ouro, à prata ou à pedra, esculpida pela arte e pelo engenho do homem. (Atos 17:28) BSEP : porque nele vivemos, nos movemos e existimos, como até o disseram alguns dos vossos poetas : Somos verdadeiramente da sua linhagem. BJ : É nela, com efeito, que temos a vida, o movimento e o ser. Assim, aliás, disseram alguns dos vossos : "Pois nós somos também de sua raça*." *raça : Descendência, progênie, geração. (Dicionário Aurélio Eletrônico, Editora Nova Fronteira, 1996) _________________________________________________________________________ 25&1;1:3.1 — "à sua imagem" (Gênesis 1:27) BSEP : E criou Deus o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, e criou-os varão e fêmea.
  28. 28. Para imprimir não se esqueça de Configurar a Página de acordo com sua impressora e Papel. Configurado para papel A4 c/ margens 1,5 1,0; 1,0 e 1,0 (cm). 28 BJ : Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou, homem e mulher ele os criou. (Gênesis 9:6) BSEP : Todo o que derramar o sangue humano, (será castigado) com a efusão do seu próprio sangue; porque o homem foi feito à imagem de Deus. BJ : Quem versa o sangue do homem, pelo homem terá seu sangue versado. Pois à imagem de Deus o homem foi feito. _________________________________________________________________________ 25&2;1:3.2 — "Ele passa junto a mim e eu não o vejo. Passa por mim e eu nem sinto." (Jó 9:11) BSEP : Se ele vem a mim, eu não o verei, se se retira não o perceberei. BJ : Se cruzar por mim, não posso vê-lo, se passar roçando-me, não o sinto. BEP : Ele passa junto a mim, e eu não o vejo. Roça em mim e eu nem sinto. _________________________________________________________________________ 25&3;1:3.3 — "Não poderás ver minha face, porque o homem não pode ver-me e continuar vivendo". (Êxodo 33:20) BSEP : E acrescentou : não poderás ver a minha face, porque o homem não pode ver-me e viver. BJ : E acrescentou : "Não poderás ver a minha face, porque o homem não pode ver-me e continuar vivendo." _________________________________________________________________________ 25&3;1:3.3 — "luz inacessível, que nenhum homem viu, nem pode ver" . (1 Timóteo 6:16) BSEP : que é o único que possui a imortalidade e que habita numa luz inacessível, o qual não foi nem pode ser visto por nenhum homem, ao qual seja dada honra e império sempiterno. Amém. BJ : o único que possui a imortalidade, que habita uma luz inacessível, que nenhum homem viu, nem pode ver. À ele, honra e poder eterno! Amém! _________________________________________________________________________ 26&2;1:3.8 — "Deus é espírito" (João 4:24) BSEP : Deus é espírito e em espírito e verdade é que o devem adorar os que o adoram. BJ : Deus é espírito e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade." _________________________________________________________________________ 26&2;1:3.8 — e "Deus é amor" (1 João 4:8) BSEP : Quem não ama, não conhece a Deus, porque Deus é caridade. BJ : Aquele que não ama não conheceu a Deus, porque Deus é Amor. (1 João 4:16) BSEP : Conhecemos e cremos na caridade que Deus tem por nós. Deus é caridade; quem permanece na caridade, permanece em Deus, e Deus nele. BJ : E nós temos reconhecido o amor de Deus por nós, e nele acreditamos. Deus é amor : aquele que permanece no amor permanece em Deus e Deus permanece nele. _________________________________________________________________________ 26&4;1:4.2 — "templos de Deus". (1 Coríntios 3:16)

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