A globalização do protesto walma

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A globalização do protesto walma

  1. 1. 10 partes do corpo com nomes esquisitos(que você provavelmente não conhece)Jessica Soares 16 de janeiro de 2013Você com certeza já acertou o hálux na quina da mesa ou fica incomodado quandoalguém mexe na sua columela. E pode até não saber, mas é dono de não só uma, masduas carúnculas. O corpo humano é mesmo uma caixinha de surpresas – e elas nãoestão ligadas apenas a aspectos biológicos. Para ajudar a desvendar alguns destesmistérios (sem ter que recorrer ao dicionário), a SUPER listou 10 partes do corpo comnomes esquisitos que você provavelmente não conhece:1. HáluxDá um joinha aí!Para você, ele pode ser apenas um dedão mas, oficialmente, o dedo grande do pé (ou“primeiro pododáctilo”, em cientifiquês) se chama hálux, ou halo.2. Lúnula
  2. 2. Em 2010, a moda era deixar a lúnula de foraLúnula, ou “meia-lua”, é o nome que recebe a região esbranquiçada localizada na baseda unha. Caso esteja curioso (ou interessado em ampliar seu vocabulário), a outra meia-lua esbranquiçada que se forma no topo da unha conforme ela cresce é chamada “bordalivre”.3. Filtro
  3. 3. Por baixo do bigodinho, Charles Chaplin esconde seu filtro labial – nome dado para adepressão vertical localizada entre o nariz e o lábio superior.4. ÚvulaPara chamar o Juca é só tocar a campainhaPopularmente chamada de sino ou campainha, úvula é o nome oficial do pequenoapêndice cônico situado na parte posterior da boca. Além de sinalizar para o corpo quecomida está sendo ingerida e desempenhar papel importante na fonação, tocar a úvulapode estimular o reflexo de vômito.5. Glabela
  4. 4. A glabela da Débora FalabellaNão precisa franzir o cenho, a gente explica: glabela é o nome que recebe a região daface localizada acima do nariz e entre as sobrancelhas.6. EponíquioManter o eponíquio intacto é a opção mais segura para quem não curte tanto lavar asmãos (via)Eponíquio é o nome (bem) menos popular da cutícula, importante camada de pele queprotege a região de bactérias.7. Carúncula
  5. 5. Diante dos olhos de Zooey Deschanel, ninguém presta atenção nas carúnculasO nome esquisito vem do latim caruncula, que significa “pedacinho de carne”. Acarúncula lacrimal é a pequena saliência rósea situada no ângulo interno do olho.8. ColumelaUm divisor de águasNo meio das narinas tinha uma columela, tinha uma columela no meio das narinas.Apesar do nome estranho, columela nada mais é do que a parte externa (e carnuda) dosepto nasal que divide as ventas.
  6. 6. 9. TragoOs amantes de piercings com certeza conhecem o nome dessa pequena saliêncialocalizada no ouvido externo. Estudos indicam que, devido ao seu posicionamento, otrago (também conhecido como tragus) ajuda na audição coletando os sons que vêm detrás.10. Gnátio
  7. 7. O inconfundível gnátio de John TravoltaA característica covinha do ator está localizada bem perto de seu gnátio – segundo aEnciclopédia Médica, este é o nome que recebe o ponto inferior da mandíbula,localizado na linha média do rosto.Lembrou de outras partes do corpo que têm nomes estranhos? Conte para a gente noscomentários!
  8. 8. 7 conflitos atuais causados por diferençasreligiosasJessica Soares 8 de outubro de 2012Por Jessica SoaresColaboração para a SUPERINTERESSANTEDepois da II Guerra Mundial, a ONU adotou a Declaração Universal dos DireitosHumanos, que colocava em pauta o “respeito universal e observância dos direitoshumanos e liberdades fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, língua oureligião”. O ideal foi reforçado em 1999, ano em que líderes budistas, protestantes,católicos, cristãos ortodoxos, judeus, muçulmanos e de várias outras religiões sereuniram para assinar o Apelo Espiritual de Genebra. O documento pedia aos líderespolíticos e religiosos algo simples: a garantia de que a religião não fosse mais usadapara justificar a violência.Passados muitos anos e outras muitas tentativas de garantir a liberdade religiosa, grandeparte dos conflitos que hoje acontecem no mundo ainda envolve crenças e doutrinas,que se misturam a uma complexa rede de fatores políticos, econômicos, raciais eétnicos. De “A a T”, conheça sete conflitos atuais que têm, entre suas motivações, aintolerância religiosa:1. AfeganistãoGrupos em conflito: fundamentalistas radicais muçulmanos e não-muçulmanosO Afeganistão é um campo de batalhas desde a época em que Alexandre, o Grande,passava por lá, em meados de 300 a.C. Atualmente, dois grupos disputam o poder nopaís, em um conflito que se desenrola há anos. De um lado está o Talibã, movimentofundamentalista islâmico que governou o país entre 1996 e 2001. Do outro lado está a
  9. 9. Aliança do Norte, organização político-militar que une diversos grupos demográficosafegãos que buscam combater o Regime Talibã.Após os atentados de 11 de setembro de 2001, a Aliança do Norte passou a receber oapoio dos Estados Unidos, que invadiram o Afeganistão em busca do líder do Al-Qaeda,Osama Bin Laden, estabelecendo uma nova república no país. Em 2011, americanos ealiados comemoraram a captura e morte do líder do grupo fundamentalista islâmicoresponsável pelo ataque às Torres Gêmeas, mas isso não acalmou os conflitos internosno país, que continua sendo palco de constantes ataques talibãs.2. NigériaGrupos em conflito: cristãos e muçulmanosNão é apenas o rio Níger que divide o país africano: a população nigeriana, deaproximadamente 148 milhões de habitantes, está distribuída em mais de 250 gruposétnicos, que ocuparam diferentes porções do país ao longo dos anos, motivandoconstantes disputas territoriais. Divididos espacialmente e ideologicamente estãotambém os muçulmanos, que vivem no norte da Nigéria, e cristãos, que habitam asporções centro e sul. Desde 2002, conflitos religiosos têm se acirrado no país,motivados principalmente pela adoção da sharia, lei islâmica, como principal fonte delegislação nos estados do norte. A violência no país já matou mais de 10 mil pessoas edeixou milhares de refugiados.3. IraqueGrupos em conflito: xiitas e sunitasDiferentes milícias, combatentes e motivações se misturam no conflito que tem lugarem território iraquiano. Durante os anos de 2006 e 2008, a Guerra do Iraque incluía
  10. 10. conflitos armados contra a presença do exército dos Estados Unidos e tambémviolências voltadas aos grupos étnicos do país. Mas a retirada das tropas norte-americanas, em dezembro de 2011, não cessou a tensão interna. Desde então, gruposmilitantes têm liderado uma série de ataques à maioria xiita do país. O governoiraquiano estima que, entre 2004 e 2011, cerca de 70 mil pessoas tenham sido mortas.4. IsraelGrupos em conflito: judeus e mulçumanosEm 1947, a ONU aprovou a divisão da Palestina em um Estado judeu e outro árabe. Umano depois, Israel foi proclamado país. A oposição entre as nações árabes estourou umaguerra, que, com o crescimento do território de Israel, deixou os palestinos sem Estado.Como tentativa de dar fim à tensão, foi assinado em 1993 o Acordo de Oslo, que deuinício às negociações para criação de um futuro Estado Palestino. Tudo ia bem atéchegar a hora de negociar sobre a situação da Cisjordânia e da parte oriental deJerusalém – das quais nem os palestinos nem os israelenses abrem mão.Na Palestina, as eleições parlamentares de 2006 colocaram no poder o grupofundamentalista islâmico Hamas. O grupo é considerado uma organização terroristapelas nações ocidentais e fracassou em formar um governo ao lado do Fatah – partidoque prega a reconciliação entre palestinos e israelenses. O Hamas assumiu o poder daFaixa de Gaza. E o Fatah chegou ao da Cisjordânia, em conflitos que se prolongaramaté fevereiro de 2012, quando os dois grupos fecharam um acordo para a formação deum governo. Mas segundo o site da Al Jazeera, rede de notícias do Oriente Médio, arixa continua. Eleições parlamentares e presidenciais serão conduzidas nos doisterritórios e a tensão internacional permanece pela possibilidade do Hamas voltar avencer no processo eleitoral.5. Sudão
  11. 11. Grupos em conflito: muçulmanos e não-muçulmanosA guerra civil no Sudão já se prolonga há mais de 46 anos. Estima-se que os conflitos,que misturam motivações étnicas, raciais e religiosas, já tenham deixado mais de 1milhão de sudaneses refugiados. Em maio de 2006 o governo e o principal gruporebelde, o Movimento de Libertação do Sudão, assinaram o Acordo de Paz de Darfur,que previa o desarmamento das milícias árabes, chamadas janjawid, e visava dar fim àguerra. No mesmo ano, no entanto, um novo grupo deu continuidade àquela que foichamada de “a pior crise humanitária do século” e considerada genocídio pelo entãosecretário de estado norte-americano Colin Powell, em 2004.6. TailândiaGrupos em conflito: budistas e mulçumanosUm movimento separatista provoca constantes e violentos ataques no sul da Tailândia ecriou uma atmosfera de suspeita e tensão entre muçulmanos e budistas. Apesar dosconflitos atingirem os dois grupos, eles representam parcelas bastante desiguais do país:segundo dados do governo tailandês, quase 90% da população do país é budista e cercade 10% muçulmana.7. Tibete
  12. 12. Grupos em conflito: Partido Comunista da China e budistasA regulação governamental aos monastérios budistas teve início quando o PartidoComunista da China marchou rumo ao Tibete, assumindo o controle do território eanexando-o como província, em 1950. Mais de meio século se passou desde a violentainvasão, que matou milhares de tibetanos e causou a destruição de quase seis miltemplos, mas a perseguição religiosa permanece. Um protesto pacífico iniciado pormonges em 2008 deu início a uma série de protestos no território considerado regiãoautônoma da República Popular da China.Conhece mais algum conflito religioso atual? Conte para nós nos comentários.8 coisas do seu dia-a-dia que sãoproibidas em países islâmicos radicaisCarolina Vilaverde 28 de setembro de 2012Em setembro de 2011, a história de Kainat Soomro comoveu o mundo. A paquistanesade 17 anos foi sequestrada, estuprada por 4 homens e, por pouco, não teve que morrerpara lavar a própria honra. É que, segundo a tradição islâmica, mulheres que fazemsexo antes do casamento trazem vergonha para a família e devem ser punidas com amorte. Mas a família de Soomro enfrentou a tradição. O resultado: eles foramperseguidos, receberam ameaças de morte e tiveram a casa atacada.
  13. 13. Casos como esse reforçam a polêmica em torno do islamismo no ocidente. Claro, nemtodas as nações islâmicas são tão radicais. Mas casos extremos e fundamentalismoexistem em qualquer lugar e religião. Aqui, mostramos coisas que são comuns no seudia-a-dia, mas que seriam condenáveis em países muçulmanos conservadores:1. Acessar a internet livrementeVocê que passa horas navegando na web e adora falar mal do governo pelo Facebook,jogue as mãos para o céu e agradeça por morar no Brasil. Durante o regime de HosniMubarak, o Egito não censurou diretamente a internet, mas manteve seus principaisblogueiros e críticos do governo sob constante vigia. Mubarak caiu, mas a práticacontinua. Pessoas têm sido perseguidas, ameaçadas e até presas por criticar os rumos dopaís na web, segundo um relatório do Reporters Without Boarders de março de 2012.Outro país com restrições é o Irã. No começo do ano, quando a Revolução Islâmicacompletou 33 anos, o acesso a contas de e-mail e redes sociais foi cortado. Havia boatosde que protestos contra o governo estavam sendo organizados na época. No dia 25 desetembro, vários jornais internacionais divulgaram que o país parece já ter as basestécnicas para criar uma rede online nacional. Os iranianos teriam, então, sua própriarede de internet, separada da web que o resto do mundo usa. E isso, obviamente, sóaumentaria o controle sobre as informações que podem ser acessadas no país.2. Beber cerveja
  14. 14. Várias passagens do Alcorão afirmam que todos os produtos intoxicantes são proibidos.Por isso, países como Líbia, Irã, Paquistão e Arábia Saudita tornaram as bebidasalcoólicas ilegais. Na Arábia Saudita, você só conseguirá consumir álcool se for umdiplomata estrangeiro. Ou se arranjar uma garrafa com um contrabandista. Há décadas,os líbios só conseguem beber cerveja ou vinho assim: comprando no mercado negro. Eno Irã, onde o mais comum é produzir a própria cerveja em casa, a punição para quem épego bebendo não é nada leve: são 80 chicotadas.3. NamorarMuçulmanos não podem ter nenhum tipo de intimidade com pessoas do sexo oposto defora da família antes do casamento. Nada de tirar um tempo para conhecer melhor opretendente, nada de criar intimidade antes do casório. A escolha do marido ou esposasegue o padrão do Islã: é a família quem decide, depois de muito planejamento eponderação, sem estar sob o efeito da agitação dos hormônios dos jovens.Apesar de “mortes por honra” serem ilegais na Arábia Saudita, quase não hácondenação a esse tipo de assassinato. No Paquistão, as coisas melhoram um pouco:sexo fora do casamento não é mais punido com a morte, mas com uma prisão de até 5anos. No Irã, uma pessoa solteira que fizer sexo pode levar 100 chicotadas.4. Dirigir carros (se for mulher)Em setembro de 2011, as mulheres da Arábia Saudita conquistaram um direito básico: ode poder votar e concorrer às eleições locais pela primeira vez. Não que a gente possa segabar. Mulheres brasileiras só puderam votar em 1932. Agora, as sauditas tentamquebrar outra barreira para sua independência: poder dirigir um automóvel.
  15. 15. No ano passado, Manal al-Sharif, de 32 anos, foi presa apenas por ter divulgado umvídeo em que dirigia. Outra mulher, identificada apenas como Shema, foi condenada a10 chicotadas por ter desrespeitado a ordem de não dirigir. Essa restrição é feita pelosreligiosos muçulmanos. E o mais chocante é que não existe uma lei escrita que proíba aação no país. Mesmo assim, as punições contra quem descumpre a regra são feitas deforma oficial, como a prisão de Manal.5. Viajar desacompanhada (se for mulher)Nos Emirados Árabes, um país mais liberal, as mulheres podem dirigir. A proibição ficapor conta das passageiras. Uma moça só pode pegar um táxi sozinha em Dubai se outraestiver ao volante. Na Arábia Saudita, as mulheres sofrem diversas restrições: nãopodem escolher as próprias roupas, não têm direito sobre o próprio corpo e não podemviajar sem a permissão do marido ou pai. Esta última regra é tão rígida que estáafetando até estrangeiras que chegam ao país. Quase mil peregrinas muçulmanas vindasda Nigéria foram detidas esta semana pelas autoridades sauditas por estarem semacompanhantes. As mulheres, que tinham como destino a cidade de Meca, estão sendoameaçadas de deportação.6. Raspar a barba
  16. 16. Se você é do tipo que reclama sempre que tem que fazer a barba, pense duas vezes napróxima vez. Em alguns países islâmicos, a prática é reprovada e pode gerar atéperseguições religiosas. Segundo algumas interpretações do Alcorão, o ato de raspar abarba é pecado. No Egito, religiosos muçulmanos que seguem essa linha estão em umacampanha informal para convencer os barbeiros a deixar de oferecer o serviço. Obarbeiro Bahaa Shaaba contou ao site Egypt Independent que seu estabelecimento foiinvadido por homens que lhe acusaram de pecador e disseram que ele pagaria por issono dia do julgamento.Depilar o rosto ou arrancar os pelos que estão sobrando também não é de bom tom.Mas, se depender de alguns barbeiros, a prática deve continuar. “Para ser honesto,ficamos com medo de ir para o inferno e paramos de barbear as pessoas durante umasemana. Então, percebemos que íamos falir, e voltamos a fazer o serviço”, disseShaaban.7. Ler o livro que você quiser
  17. 17. “A imprensa é livre para expressar sua opinião, desde que ela não seja contra a fundaçãodo Islã ou dos direitos das pessoas, e a lei vai explicar os detalhes”. Esse é o artigo 24da Constituição da República Islâmica do Irã. Na prática, esses detalhes proíbem, entreoutras coisas, qualquer obra que crie uma atmosfera de perda dos valores nacionais oude valorização da cultura ocidental.Você já sabe o que aconteceu depois: diversos livros foram banidos do Irã. Entre eles,alguns best-sellers, como “O Código da Vinci”, de Dan Brown, e algumas publicaçõespolíticas importantes como “O Contrato Social”, de Jean-Jacques Rousseau. Alémdisso, escritores conceituados, como Gabriel García Márquez e seu livro “Memória deMinhas Putas Tristes”, estão banidos. Ah, “O Zahir”, do brasileiro Paulo Coelhotambém está na lista dos proibidos.8. Ser gay, lésbica ou bissexualMesmo com todo o preconceito que ainda existe com os homossexuais no mundoocidental, ainda estamos na frente de muitos países islâmicos neste tema. O Islã deixasua posição sobre o assunto bem clara: a homossexualidade é proibida. As explicaçõesvariam. Alguns afirmam que isso distorce a ordem natural na qual Deus criou os sereshumanos. Outros dizem que isso leva à destruição da família e da instituição docasamento. As duas justificativas se parecem bastante com o argumento dos religiososcristãos contra os gays. Mas pode ser pior.No Líbano, onde a homossexualidade é ilegal, 36 homens foram presos e torturadosporque estavam em um cinema pornô-gay no começo de agosto. No Afeganistão, aorientação sexual também dá cadeia. Sudão e Arábia Saudita têm pena de morte para aos gays. Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, onde também há a pena de mortenesses casos, declarou em entrevista a CNN nesta semana que a homossexualidade é“um comportamento muito desagradável” proibido por “todos os profetas de todas asreligiões e todas as fés”.
  18. 18. Fontes: The Independent, BBC UK, Reporters Without Borders, Daily Mail, TheGuardian, Egypt Independent, The Richard Dawkins Foundation, Reuters, TheEconomist, About.com Islam, Queerty, Exame.com, Daily News, Voices Yahoo.

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