SRMM                                                 UGPSULSecretaria de Desenvolvimento Sustentável          Unidade Gest...
TópicosIntrodução;Premissas Básicas;Características do Projeto;Etapas de construção;Ensaios;Benefícios Gerados;Vídeo;
Introdução  A Ponte Estaiada sobre o Rio Negro é um projeto do Governo do Estado do Amazonas e será indutora de uma série ...
Premissas adotadas na fase de projeto básico Menor distância entre as margens; Estrutura viária local mais adequada para...
AM-070          PONTA PEPETA                           Traçado da ponte e acessos viários         PONTA OUVIDOR           ...
Dados Gerais do Projeto   Comprimento total da ponte – 3.595 m;   Número de vãos – 73 vãos;   Extensão do trecho estaia...
Vista da ponte sobre imagem real
Maquete eletrônica
Maquete eletrônica
Maquete eletrônica
Projeto – planta baixa apoio   Projeto - seção transversal apoio          trecho corrente                trecho corrente
Projeto – vista longitudinal         trecho estaiado           2 x 26 estais       2 x 26 estais
Projeto – seção transversal         trecho estaiado
Mastro - seção longitudinal                        Mastro - seção transversal                                      190,255...
Etapas de Construção Mobilização e implantação do canteiro de obras; Sondagens em terra e água; Fundações:  - Trechos e...
Mobilização e Canteiro de obras
Canteiro de obras damargem esquerda
Canteiro de obras da margem direita –pátio de fabricação de tubos camisa
• Canteiro de obras da margem direita  Canteiro de obras da margem direita –  pátio de fabricação de tubos
Pátio de pré-moldados da margem direita
Logística de aquisição dos principais insumos                                                780Km                        ...
Sondagens
Sondagem em terra
Sondagem em água
Perfil de sondagem parcial entre apoios 53 e 64 – projeto executivoPerfil de sondagem parcial real entre apoios 53 e 64
Fundação em Terra
Fundação direta – apoios 01 a 06 – margem direita
Estaca hélice contínua
Estaca raiz
Fundação em Água
Características da Fundação
Pátio de armação das estacas
Fabricação da camisa metálica
Fundação – Altura e diâmetro da camisa metálica
Transporte da camisa metálica
Projeto Executivo – estacas escavadas                                                                                     ...
Içamento e posicionamento dacamisa metálica
Cravação comvibrocravador
Escavação
Trado para atravessar as camadas   Caçamba para escavaçãode rocha                           em solo
Processo de desarenação dalama bentonítica de dentro daestaca escavada
Posicionamento da armaçãoda estaca
Armação posicionada dentrodo tubo-camisa
Concretagem da estaca
Principais dificuldades para a execução dasestacas de fundação:Escavações em grandes profundidades de solos diversificado...
Trecho corrente
Meso e Super-estrutura
Bloco de fundaçãocimbramento convencional
Bloco de fundação - fabricação
Bloco de fundação - fabricação
Bloco de fundação - fabricação
Bloco-casca, porimpossibilidade de cimbramento
Bloco-casca, porimpossibilidade de cimbramento
Bloco-casca, por impossibilidade                de cimbramento
Bloco-casca
Pilar
Viga travessa –Viga travessapré-armação
Viga travessa –lançamento da pré-armação
Viga travessa -execução
Viga travessa concluída
Fabricação das vigas longarinas
Fabricação de viga longarina
Transporte de viga longarina Lançamento de vigas
Transporte de viga longarinaLançamento de vigas
Lançamento da viga longarina Lançamento de vigas
Lançamento da viga longarina Lançamento de vigas
Lançamento de vigasTreliça lançadeira
Treliça lançadeira  Lançamento de vigas
Treliça em direção ao apoio parao lançamento da viga longarina Lançamento de vigas
Lançamento das pré-lajes• Lançamento de pré lajes
Lançamento das pré-lajes• Lançamento de pré lajes
Armação do tabuleiro corrente
Concretagem do tabuleiro corrente
Tabuleiros concretados
Trecho Estaiado
Bloco de fundação do apoio central
Pilares do apoio central
Laje de disparo do apoio central
Mastro do apoio central
Mastro do apoio central
Apoio Central -Laje cota 147m
Apoio Central –Câmara de Estais
Fabricação das aduelas
Fabricação das aduelas
Fabricação das aduelas
Posicionamento da aduela
Içamento da aduela
Içamento da aduela
Colagem da aduela
Colagem da aduela
Protensão da aduela
Estaiamento
Estaiamento
Estaiamento
Estaiamento
Avanços sucessivos dasaduelas e estaiamento
Avanços sucessivos dasaduelas e estaiamento
Avanço da superestrutura dotrecho estaiado – aduelas emastro
Avanço da superestruturado trecho estaiado aduelase mastro
Trecho estaiado
Ensaios
Controle de qualidade do  Concreto nas estacas
Prova de carga estática     nas estacas
Túnel de vento
Ensaios dinâmicos no tabuleiro      do trecho corrente
Vista geral MD
Vista geral MD
Vista geral
Vista geral
Vista geral
DocumentárioPonte sobre o Rio Negro
Ponte estaiada
Ponte estaiada
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Ponte sobre o Rio Negro da cidade de Manaus.

Com 3.595 metros de extensão, apoio central com 162 metros de altura e vão central de 55 metros de altura, para possibilitar a passagem de navios de grande porte, a construção da ponte foi marcada por desafios de engenharia e logística.

Na execução das estacas de fundação, por exemplo, foram realizadas escavações em grandes profundidades – até 60 metros abaixo do leito do rio - em solos com composição diferentes a cada trecho. Para superar esse desafio, foram utilizadas estacas de até 90 metros de comprimento e guindastes embarcados de 300 toneladas para o transporte de tubos-camisa de 75 toneladas para a execução das estacas.

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Ponte estaiada

  1. 1. SRMM UGPSULSecretaria de Desenvolvimento Sustentável Unidade Gestora do Programa de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Manaus e Integração da Região Sul da Cidade de Manaus PONTE ESTAIADA SOBRE O RIO NEGRO 25/10/2010
  2. 2. TópicosIntrodução;Premissas Básicas;Características do Projeto;Etapas de construção;Ensaios;Benefícios Gerados;Vídeo;
  3. 3. Introdução A Ponte Estaiada sobre o Rio Negro é um projeto do Governo do Estado do Amazonas e será indutora de uma série de intervenções no setor sul da Região Metropolitana de Manaus, envolvendo, diretamente, os municípios de Iranduba,Manacapuru e Novo Airão e, indiretamente, todos os Municípios dos rios Solimões, Javari, Içá, Jutaí, Japurá, Juruá e Purus.
  4. 4. Premissas adotadas na fase de projeto básico Menor distância entre as margens; Estrutura viária local mais adequada para a implantação dos acessos à ponte; Menor impacto ambiental e às propriedades existentes; Permitir a navegação de todos os calados durante o ano inteiro;
  5. 5. AM-070 PONTA PEPETA Traçado da ponte e acessos viários PONTA OUVIDOR AV. BRASIL
  6. 6. Dados Gerais do Projeto Comprimento total da ponte – 3.595 m; Número de vãos – 73 vãos; Extensão do trecho estaiado – 2 vãos de 200 m; Extensão do trecho corrente – 3.195 m; Largura no trecho estaiado – 22,60 m; Largura nos trechos correntes – 20,70 m; Altura dos vãos centrais – 55 m acima da cota +30 m; Altura do mastro – 103,3 m acima do tabuleiro; Total de vigas pré-moldadas – 213 un; Número total de estacas escavadas – 246 un. Número total de estais – 104 un. Voume de concreto – 160.395 m³ Quantidade de aço – 20. 025 ton
  7. 7. Vista da ponte sobre imagem real
  8. 8. Maquete eletrônica
  9. 9. Maquete eletrônica
  10. 10. Maquete eletrônica
  11. 11. Projeto – planta baixa apoio Projeto - seção transversal apoio trecho corrente trecho corrente
  12. 12. Projeto – vista longitudinal trecho estaiado 2 x 26 estais 2 x 26 estais
  13. 13. Projeto – seção transversal trecho estaiado
  14. 14. Mastro - seção longitudinal Mastro - seção transversal 190,255 190,255 149,255 149,255 103,00 Greide:88,60 162,25 87,255 87,255 59,25 33,60 33,60 28,00 28,00
  15. 15. Etapas de Construção Mobilização e implantação do canteiro de obras; Sondagens em terra e água; Fundações: - Trechos em água – estacas escavadas de grandes diâmetros (2,20 e 2,50 m); - Trechos em terra – direta, estacas hélice contínua e raiz; Meso e superestrutura: blocos, pilares, travessas, vigas longarinas, tabuleiro e aduelas pré-moldadas de concreto no trecho estaiado; Mastro central com câmara de estais.
  16. 16. Mobilização e Canteiro de obras
  17. 17. Canteiro de obras damargem esquerda
  18. 18. Canteiro de obras da margem direita –pátio de fabricação de tubos camisa
  19. 19. • Canteiro de obras da margem direita Canteiro de obras da margem direita – pátio de fabricação de tubos
  20. 20. Pátio de pré-moldados da margem direita
  21. 21. Logística de aquisição dos principais insumos 780Km 4.461Km 254Km 3.994KmLEGENDA: 885Km 4.496KmFORNECIMENTO DE AÇO:QUANTIDADE: 20.025 ton.(CONSTRUÇÃO) 10.383 ton. (BOBINAS)-SÃO PAULO-RECIFEFORNECIMENTO DE BRITA:QUANTIDADE: 113.670 m³-MOURA-PORTO VELHO-BOA VISTAFORNECIMENTO DE BENTONITA:QUANTIDADE: 1.400ton. MEIOS DE TRANSPORTE:-PARAÍBA TRANSPORTE FLUVIALFORNECIMENTO DE CIMENTO:QUANTIDADE: 72.953 ton. TRANSPORTE TERRESTRE-MANAUS ‘
  22. 22. Sondagens
  23. 23. Sondagem em terra
  24. 24. Sondagem em água
  25. 25. Perfil de sondagem parcial entre apoios 53 e 64 – projeto executivoPerfil de sondagem parcial real entre apoios 53 e 64
  26. 26. Fundação em Terra
  27. 27. Fundação direta – apoios 01 a 06 – margem direita
  28. 28. Estaca hélice contínua
  29. 29. Estaca raiz
  30. 30. Fundação em Água
  31. 31. Características da Fundação
  32. 32. Pátio de armação das estacas
  33. 33. Fabricação da camisa metálica
  34. 34. Fundação – Altura e diâmetro da camisa metálica
  35. 35. Transporte da camisa metálica
  36. 36. Projeto Executivo – estacas escavadas LEGENDA: Metodologia executiva ROCHA SOLO-Içamento e posicionamento da camisa -Cravação da camisa metálica até o -Escavaçãometálica topo da camada de rocha. +28,00 +28,00 BALSA 01 BALSA 02 BALSA 02 BALSA 04 BALSA 02 BALSA 03 0,00 -33,00
  37. 37. Içamento e posicionamento dacamisa metálica
  38. 38. Cravação comvibrocravador
  39. 39. Escavação
  40. 40. Trado para atravessar as camadas Caçamba para escavaçãode rocha em solo
  41. 41. Processo de desarenação dalama bentonítica de dentro daestaca escavada
  42. 42. Posicionamento da armaçãoda estaca
  43. 43. Armação posicionada dentrodo tubo-camisa
  44. 44. Concretagem da estaca
  45. 45. Principais dificuldades para a execução dasestacas de fundação:Escavações em grandes profundidades de solos diversificados eespessuras variáveis;Profundidades de escavação que podem chegar a 60 metros abaixo do leitodo rio; Comprimento de estacas de até 91 metros, exigindo que os equipamentostrabalhem no limite operacional;Elevado peso do tubo-camisa, de até 75 ton, com guindastes embarcadosde 300 ton, acarretando reforço nos flutuantes locais disponíveis.
  46. 46. Trecho corrente
  47. 47. Meso e Super-estrutura
  48. 48. Bloco de fundaçãocimbramento convencional
  49. 49. Bloco de fundação - fabricação
  50. 50. Bloco de fundação - fabricação
  51. 51. Bloco de fundação - fabricação
  52. 52. Bloco-casca, porimpossibilidade de cimbramento
  53. 53. Bloco-casca, porimpossibilidade de cimbramento
  54. 54. Bloco-casca, por impossibilidade de cimbramento
  55. 55. Bloco-casca
  56. 56. Pilar
  57. 57. Viga travessa –Viga travessapré-armação
  58. 58. Viga travessa –lançamento da pré-armação
  59. 59. Viga travessa -execução
  60. 60. Viga travessa concluída
  61. 61. Fabricação das vigas longarinas
  62. 62. Fabricação de viga longarina
  63. 63. Transporte de viga longarina Lançamento de vigas
  64. 64. Transporte de viga longarinaLançamento de vigas
  65. 65. Lançamento da viga longarina Lançamento de vigas
  66. 66. Lançamento da viga longarina Lançamento de vigas
  67. 67. Lançamento de vigasTreliça lançadeira
  68. 68. Treliça lançadeira Lançamento de vigas
  69. 69. Treliça em direção ao apoio parao lançamento da viga longarina Lançamento de vigas
  70. 70. Lançamento das pré-lajes• Lançamento de pré lajes
  71. 71. Lançamento das pré-lajes• Lançamento de pré lajes
  72. 72. Armação do tabuleiro corrente
  73. 73. Concretagem do tabuleiro corrente
  74. 74. Tabuleiros concretados
  75. 75. Trecho Estaiado
  76. 76. Bloco de fundação do apoio central
  77. 77. Pilares do apoio central
  78. 78. Laje de disparo do apoio central
  79. 79. Mastro do apoio central
  80. 80. Mastro do apoio central
  81. 81. Apoio Central -Laje cota 147m
  82. 82. Apoio Central –Câmara de Estais
  83. 83. Fabricação das aduelas
  84. 84. Fabricação das aduelas
  85. 85. Fabricação das aduelas
  86. 86. Posicionamento da aduela
  87. 87. Içamento da aduela
  88. 88. Içamento da aduela
  89. 89. Colagem da aduela
  90. 90. Colagem da aduela
  91. 91. Protensão da aduela
  92. 92. Estaiamento
  93. 93. Estaiamento
  94. 94. Estaiamento
  95. 95. Estaiamento
  96. 96. Avanços sucessivos dasaduelas e estaiamento
  97. 97. Avanços sucessivos dasaduelas e estaiamento
  98. 98. Avanço da superestrutura dotrecho estaiado – aduelas emastro
  99. 99. Avanço da superestruturado trecho estaiado aduelase mastro
  100. 100. Trecho estaiado
  101. 101. Ensaios
  102. 102. Controle de qualidade do Concreto nas estacas
  103. 103. Prova de carga estática nas estacas
  104. 104. Túnel de vento
  105. 105. Ensaios dinâmicos no tabuleiro do trecho corrente
  106. 106. Vista geral MD
  107. 107. Vista geral MD
  108. 108. Vista geral
  109. 109. Vista geral
  110. 110. Vista geral
  111. 111. DocumentárioPonte sobre o Rio Negro

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