SAÚDE REAL
Atitude – Organização social
REALIZAÇÃO CONJUNTA DA
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE
MARECHAL CÂNDIDO RONDON,
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SUMÁRIO
Apresentação
Introdução
PARTE I Histórico do Objeto
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Parte l
Histórico do Objeto
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RONDON
Histórico
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Localização geográfica do Município
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Paraná.
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O Município esta inserido na 20ª regional de Saúde, onde fazem parte
os municípios de Assis Chateaubriand, Diamante D'Oest...
Tabela 01: Distâncias de Marechal Cândido Rondon e outras Cidades/PR em
km
Curitiba – PR 578
Foz do Iguaçu 179
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Valor serviços hospitalares 2.480.651,47 2.582.904,28
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Fonte: DATASUS
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Total 77 62 15
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Total 5 1 4
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O Município possui 01 unidade de pronto atendimento e possui proposta
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Paraná se organizaram via consórcio de saúde (CISCOPAR), o qual oferece
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sediada em Toledo. Esse espaço territorial é constituído por 18 municípios,
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financiamento das ações de saúde, recebendo, inclusive os repasses das
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Unidade de cuidados intermediarios
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Total 5 1 4
Obstétrico
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ampliação da oferta de c...
Aumentar o número de
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média complexidade selecionados
para população residente
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Buscar o aprimoramento da gestão de saúde com
implementação dos mecanismos da gestão
estratégica e participativa do sus. 8...
todas as mídias, Criação de mecanismo que
possibilite a centralização de Informações dos
cursos, congressos, reuniões, sem...
Metas financeiras 2014 / 2017
AÇÕES 2014 2015 2016 2017
Manutenção da Clínica
da Mulher e da Criança
205.000,00 220.000,00...
Parte ll
APRESENTAÇÃO
HISTÓRICO SINTÉTICO DA ENTIDADE – ATITUDE
A ATITUDE – Organização Social, doravante designada apenas
ATITUDE, é uma entida...
O quadro de associados da Fundação Atitude é constituído dos seguintes
membros:
Associados da Fundação Atitude
Fundadores
...
Ainda neste capítulo consta a Sessão III do Conselho de Administração
que objetiva o planejamento estratégico, coordenação...
Acupunturista Alergista/Imunologista
Anestesista Angiologista
Cancerologista Cirurgião Geral
Cirurgião de Mão Cirurgião de...
Para complementar o quadro de colaboradores em seus serviços
administrativos e de apoio profissional, contamos com colabor...
Parte llI
PROPOSTA DE ATUAÇÃO
RESUMO: Vivemos em um país no qual a população vive em condição de
risco. A dimensão social da mulher nesta realidade tem ...
atendimento exclusivo para procedimentos na especialidade de
GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA, tais como: parto normal, parto norma...
condução da política de saúde do município2 na especialidade de ginecologia e
obstetrícia.
Parcerias com a Regional de saú...
criar um banco de dados informativo sobre o atendimento prestado pelos
profissionais de saúde, na tentativa de humanizar o...
CRONOGRAMA
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esperados
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paciente/equipe de trabalho
Incentivar a ...
PLANILHA DE MÉDICOS
PLANILHA DE FUNCIONÁRIOS
Planilha de Funcionários
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Técnico de Enfermagem
Diur...
CUSTOS DE REFEIÇÕES DIÁRIAS POR PACIENTE
Custos Para refeições Diárias - Pacientes
Café da manhã Refeições
Diária/individu...
Alimentos Inclusos Neste
Valor
Pães
Bolachas
Sopas
Café
Chá
Suco
Frutas
Verduras
Alimentos secos
Sobremesas
Laticínios
Car...
Nutricionista R$ 5.100,00 R$ 1 R$ 5.100,00 R$ R$ 2.040,00 R$ 7.140,00 R$ 571,20 R$ 785,40 R$ 595,00 R$ 595,00 R$ 198,33
Co...
Total R$ 7.850,00 R$ 4 R$ 9.150,00 R$ R$ 3.660,00 R$ 12.810,00 R$ 1.024,80 R$ 1.409,10 R$ 1.067,50 R$ 1.067,50 R$ 355,83
R...
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Deslandes SF. A ótica de gestores sobre a humanização da assistência nas maternidades municipai...
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  1. 1. SAÚDE REAL Atitude – Organização social REALIZAÇÃO CONJUNTA DA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE MARECHAL CÂNDIDO RONDON, POR INTERMÉDIO DE SUA SECRETARIA DE SAÚDE. MARECHAL CÂNDIDO RONDON 29/01/2015. Prefeito Moacir Luiz Froehlich, Vice- Prefeito Silvestre Cottica e Secretária de Saúde Elveni Capitani Turmin.
  2. 2. SUMÁRIO Apresentação Introdução PARTE I Histórico do Objeto 1.1Caracterização Geral Do Município De Marechal Cândido Rondon: Histórico 1.2Aspectos geográficos 1.3 Localização geográfica do Município 1.4 Atrativos 1.5Análise Situacional/Saúde 1.6Assistência Hospitalar 1.7 Hospital Municipal 1.8 Dados Hospitalares 1.9 Assistência de Urgência e Emergência 1.10 Atendimento pré hospitalar 1.11 Unidade de Pronto Atendimento não Hospitalares (UPA) 1.12 Serviço de Atendimento Móvel de Urgência 1.13 Assistência Ambulatorial Especializada no Município 1.14 Ortese/Prótese 1.15 Tratamento Fora do Domicilio 1.16 Serviço de Apoio na remoção de pacientes 1.17 Planejamento 1.18 Descentralização/regionalização 1.19 SIS Fronteiras 1.20 Financiamento 1.21 Investimento em Saúde segundo a EC 29/2000 1.22 Considerações sobre a Receita 1.23 Capacitação em Saúde 1.24 Considerações em infraestrutura 1.25 Determinantes e condicionantes de saúde 1.26 Melhorar a capacidade e a estrutura de atenção à saúde na média e alta complexidade 1.27 Buscar o aprimoramento da gestão de saúde com implementação dos mecanismos da gestão estratégica e participativa do SUS 1.28 Metas financeiras 2014 / 2017 PARTE II APRESENTAÇÃO DA ENTIDADE Objetivo geral Objetivos Específicos CORPO TÉCNICO E SUA QUALIFICAÇÃO PARTE III DETALHAMENTO DO PROGRAMA DE TRABALHO DO TERMO DE PARCERIA
  3. 3. Parte l Histórico do Objeto
  4. 4. CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUNICÍPIO DE MARECHAL CÂNDIDO RONDON Histórico A ocupação do território local foi estimulada a partir das ações da Empresa Colonizadora, denominada Industrial Madeireira Rio Paraná S/A – MARIPÁ, em meados dos anos 50. A busca do alargamento da fronteira agrícola, aliada à proposta de exploração da erva mate, a policultura de subsistência, dentre outros fatores econômicos, foram determinantes à formação do núcleo populacional que deu origem ao Município de Marechal Cândido Rondon. A Companhia Colonizadora Maripá, além de explorar as riquezas vegetais presentes no território Oeste do Paraná, desmembrou o espaço em pequenas propriedades rurais e comercializou-as para colonos oriundos dos vizinhos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O processo de extração das reservas florestais tinha vazão através do Porto Britânia (Pato Bragado) e Porto Mendes Gonçalves (Marechal C. Rondon). Os colonos da segunda geração de alemães e italianos que migraram para a região fundaram povoados e vilas, e originaram grandes municípios, a exemplo de Marechal Cândido Rondon. Em 1953, a vila General Rondon passou a ser distrito de Toledo e, em 25 de julho de 1960, através de lei sancionada pelo então governador do Estado, Moisés Lupion, passou à condição de município, recebendo o nome de Marechal C. Rondon. Aspectos geográficos Situado na região Oeste do Estado do Paraná, com território de 747,11 km2, distante 610 km da capital, limita-se ao Norte com Nova Santa Rosa, ao Leste com Quatro Pontes e Toledo, ao Sul com São José das Palmeiras e Pato Bragado, ao Oeste com a República do Paraguai, através da lâmina do lago do Lago Artificial de Itaipu e a Noroeste com o Município de Mercedes.
  5. 5. Localização geográfica do Município Figura 01 – Posição Geográfica do Município em Relação ao Estado do Paraná. Imagem: Atlas do Desenvolvimento Humano Figura 02 – Posição Geográfica do Município em relação aos limites geográficos com os demais municípios. Imagem: IPARDES O acesso ao Município a partir de Foz do Iguaçu se dá através das: PR 467 e Costa Oeste; PR 495 São Clemente, Santa Helena, Trevo Iguiporã; BR 467 Porto Mendes (Trevo Iguiporã), Marechal, Quatro Pontes; BR 462 Quatro Pontes, Toledo, Cascavel; PR 239 Palotina, Vila Nova e Quatro Pontes; BR 163 Mato Grosso do Sul, Guaíra e Mercedes e PR 491 Novo Três Passos e Nova Santa Rosa.
  6. 6. O Município esta inserido na 20ª regional de Saúde, onde fazem parte os municípios de Assis Chateaubriand, Diamante D'Oeste, Entre Rios do Oeste, Guaíra, Maripá , Mercedes, Nova Santa Rosa, Ouro Verde do Oeste , Palotina, Pato Bragado, Quatro Pontes, Santa Helena, São José das Palmeiras, São Pedro do Iguaçu, Terra Roxa, Toledo e Tupãssi. Figura 03 – Municípios Integrantes da 20ª Regional de Saúde Imagem: IPARDES A divisão político-administrativa é composta de oito Distritos na área rural do Município, sendo eles: Margarida, São Roque, Porto Mendes, Bom Jardim, Iguiporã, Novo Três Passos e Novo Horizonte. Clima: subtropical úmido mesotérmico com verões quentes e geadas pouco frequentes, com tendência de concentração de chuvas nos meses de verão, sem estação seca definida. A média das temperaturas dos meses mais quentes é superior a 22 graus centígrados e a dos meses mais frios é inferior a 18 graus centígrados. Relevo: predominantemente suave ondulado. Vegetação: subtropical, perenifólia. Solo: argiloso, profundo e bem drenado.
  7. 7. Tabela 01: Distâncias de Marechal Cândido Rondon e outras Cidades/PR em km Curitiba – PR 578 Foz do Iguaçu 179 Cascavel 85 Toledo 46 Guaíra 60 Maringá 319 Ponta Grossa 485 Paranaguá 678 Análise Situacional - Saúde Assistência Hospitalar Localizam-se no Município 03 hospitais particulares não conveniados ao SUS para procedimento clínico, obstétrico e cirúrgicos: Policlínica Rondon Ltda e Hospital Rondon e o Hospital e Maternidade Filadélfia Ltda., estabelecimento especializado em atendimento psiquiátrico, que está conveniado ao SUS. Em setembro de 2012 o Município abriu as portas do Hospital Municipal Dr. Cruzatti, que dispõe de 20 leitos de atendimento clínico ambulatorial. Atualmente se encontra credenciado junto ao SUS – Sistema Único de Saúde, para atender a demanda populacional. Vejamos a distribuição de leitos conforme especialidade e/ou setores: 1 isolamento, 3 ginecologia e obstetrícia, 5 feminino, 4 masculino, 4 clínica cirúrgica, 2 pediatria e 1 berçário. Centro cirúrgico com: 2 salas cirúrgicas, REPAI com 2 leitos, sala de recepção de RN, farmácia satélite e 2 vestiários (1 masculino e 1 feminino). Os equipamentos do C.C. são: 2 mesas cirúrgicas, 2 carrinhos de anestesia, foco central, entre outros equipamentos secundários. Hoje o atendimento hospitalar basea-se apenas em clínica médica de baixa e média complexidade envolvendo CID
  8. 8. diverso. Dispõe também de farmácia central. Apesar da estrutura e alguns equipamentos, ainda não realiza-se cirurgias eletivas, emergenciais e partos. Bem como atendimento emergencial (por falta de estrutura) e esterilização dos de uso Interno. Este é feito no 24 horas. Os materiais farmacêuticos também se encontram acumulados em locais inapropriados, por falta de um almoxarife adequado. Quanto aos internamentos, se dão através de comunicação de médico para médico, com guia de encaminhamento advindos do 24 HORAS, pois este nosocômio é considerado porta fechada. Dados Hospitalares Na sequencia, as tabelas apresentam dados gerais quanto aos atendimentos hospitalares para residentes no município ou fora dele, com valores repassados por local ou pela prestação de serviços a residentes fora do Município. Internações Hospitalares por Local e Residente Atendimentos (AIH) 2013 2014 Por local de internação 892 1.683 Por local de Residência 1.584 2.362 Fonte: DATASUS Indicadores Hospitalares 2013 2014 Internações 892 1.683 AIH - aprovadas 2.402 3.088 Valor total 2.819.299,72 2.931.467,88
  9. 9. Valor serviços hospitalares 2.480.651,47 2.582.904,28 Valor serviços - profissionais 338.648,25 348.563,60 Fonte: DATASUS Atendimento Hospitalar Eletivo e de Urgência Caráter atendimento / Residentes (*) 2013 2014 Eletivo 889 770 Urgência 1.175 1.790 Out tp lesões e envenen por agent quím físicos 1 1 Total 1.584 2.160 Fonte: DATASUS Nota: (*) Residentes internados no Município ou fora Em relação ao número de leitos por habitante, o Município possui um índice muito pequeno no atendimento ao SUS. Ressalte-se, no entanto que o Município, possui um Hospital de Referência estadual em Psiquiatria, o qual tem um total de 180 leitos sendo 160 disponíveis ao SUS. Os demais hospitais do Município, Hospital Rondon possui 66 leitos e o Instituto Cora Fumagali possui 82 leitos. O Hospital Municipal tem capacidade de 20 leitos. Portanto, o total de leitos disponíveis a população, tanto público e privado somam 167. Ressalte-se que os Hospitais privados do Município atendem a população da região incluindo oriundos do Paraguai. Leitos de Internação por 1.000 Habitantes, Segundo Dados do CNES – Paraná no ano de 2014. DADOS A SEREM COLETADOS/AGUARDANDO RETORNO /MARI Leitos existentes por 1.000 habitantes 3,5 Leitos SUS por 1.000 habitantes 0,4*
  10. 10. Segundo a Portaria 1101/2002, em número arredondado são Necessários 03 leitos para cada 1000 habitantes, conforme descrito na tabela a seguir. Parâmetros para cálculo da necessidade de leitos hospitalares, por clínica, para cada 1.000 habitantes. Leitos Por Especialidade Parâmetros Recomendados % Sobre necessidade Total de leitos (%) Número absoluto de leitos sobre total da população (Leitos/1000 hab.) Cirúrgica 14,99 0,44 Clínica Médica 26,82 0,78 Cuidados Prolongados (Crônico) 5,62 0,16 Obstétrica 9,49 0,28 Pediátrica 14,06 0,41 Psiquiátrica 15,31 0,45 Reabilitação 4,72 0,14 Tisiologia 0,43 0,01 Psiquiatria Hospital Dia 2,73 0,08 Fator de Ajuste* 5,83 0,17 TOTAL 100 2,92 Fonte: Plano Municipal de Saúde – 2014/2017 Observação: * Fator de Ajuste é uma variável que poderá ser utilizada em uma especialidade, dividida em algumas ou em todas, dependendo de fatores locais. Nota 1: Não é aconselhável contratar mais leitos psiquiátricos onde já exista capacidade de 0,45 ou mais leitos/1000 habitantes, para internação em psiquiatria Nota 2: Multiplicando-se o percentualde necessidade de leitos pelo número de leitos/1000 habitantes escolhido, tem-se o número real de leitos/1000 habitantes em cada especialidade (mantendo TOH = 48% e TMP do quadro 3.3. Número de leitos de internação existentes por tipo de prestador segundo especialidade, dados do CNES – 2014 Código Descrição Existente SUS Não SUS CIRÚRGICO 01 Buco Maxilo Facial 1 0 1 02 Cardiologia 6 0 6 03 Cirurgia Geral 21 10 11 06 Ginecologia 4 0 4 11 Oftalmologia 1 0 1 13 Ortopediatraumatologia 8 0 8 14 Otorrinolaringologia 2 0 2 Total 43 10 33 Clínico 33 Clinica Geral 76 62 14 40 Nefrourologia 1 0 1
  11. 11. Total 77 62 15 Complementar 66 Unidade Isolamento 2 1 1 95 Unidade De Cuidados Intermediarios Adulto 3 0 3 Total 5 1 4 Obstétrico 10 Obstetricia Cirurgica 12 10 2 43 Obstetricia Clinica 8 0 8 Total 20 10 10 Pediatrico 45 Pediatria Clinica 21 8 13 Total 21 8 13 Outras Especialidades 47 Psiquiatria 180 160 20 Total 180 160 20 Sumário Total Geral Menos Complementar 346 251 95 Fonte: Cnesnet – Jan/2015 Assistência de Urgência e Emergência e pré-hospitalar......ATUALIZAR DADOS........... Para a assistência de urgência, emergência e pré-hospitalar o Município conta com uma Unidade de Saúde 24 H de gestão própria. No ano de 2012 foram atendidas 28.588 consultas nesta Unidade, realizando procedimentos de baixa complexidade. Casos que não são resolvidos na Unidade 24 h são encaminhados ao Hospital Municipal Drº Cruzatti. Demais complexidades são encaminhadas para Toledo PR que faz parte da 20º Regional de Saúde, ou Curitiba uma vez que o espaço é pequeno e são prestados vários outros atendimentos nesse mesmo local como curativos, aplicação de medicamentos, consultas clínicas, pediátricas, ginecológicas, odontológicas psiquiátricas, entre outras. Análise da organização e o funcionamento com ênfase na estrutura física e tecnológica Unidade de Pronto Atendimento não Hospitalares (UPA)
  12. 12. O Município possui 01 unidade de pronto atendimento e possui proposta aprovada junto ao Ministério da Saúde, para construção de uma Unidade de Pronto Atendimento, porte I, no valor de R$ 2.200.000,00. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência O município está em fase de conclusão da construção da base do SAMU local, e possui contrato de rateio firmado o CONSAMU – Consórcio criado para manutenção da rede de urgência e emergência, com sede em Cascavel-PR. Assistência Ambulatorial Especializada no Município A rede municipal disponibilizou em 2012 as especialidades médicas na área de psiquiatria, oncologia, dentre outras. Assim como, exames especializados e diagnósticos de maior complexidade de ultrassom, tomografia, atendimento de fisioterapeuta e fonoaudiólogo. O Município faz parte do CISCOPAR - Consórcio de Saúde e os atendimentos e exames especializados são referenciados via Consórcio sendo reservadas cotas-parte nestes atendimentos, conforme informações coletadas. Na Tabela tal está o demonstrativo da produção de alguns serviços prestados Produção de alguns serviços para o Município - CISCOPAR Serviços 2012 Consultas Especializadas 6.685 Exames diagnósticos 2.252 Atendimentos de Fisioterapia 2.595 Exames de Ultrassom 1.940 Exames de Tomografia 472 Fonte: Plano Municipal de Saúde – 2014/2017 Tratamento Fora do Domicilio Os atendimentos na área de saúde são organizados por níveis de complexidade, ao município cabem às intervenções básicas como consultas ambulatoriais, exames, medicamentos básicos, etc. Os municípios do oeste do
  13. 13. Paraná se organizaram via consórcio de saúde (CISCOPAR), o qual oferece algumas especialidades na região. Outros encaminhamentos são realizados para outras localidades do Paraná, especialmente Curitiba. No entanto, há serviços especializados de alta complexidade existentes somente fora do Estado do Paraná, como por exemplo: Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação localizado em Brasília, neste caso as despesas com transporte e uma diária para custear alimentação e pernoite são liberadas via Secretaria de Saúde Estadual. Os tratamentos fora de domicílio são regidos pela Portaria/SAS/Nº 055 de 24 de fevereiro de 1999. O serviço Social organiza a documentação necessária, qual seja: documentos pessoais do paciente e acompanhante (se for necessário), comprovante de residência, guia TFD preenchida pelo médico assistente (em anexo), estudo social, autorização e ofício do gestor local solicitando a liberação de passagens. Tais documentos são encaminhados primeiramente a Regional de Saúde, neste caso, 20ª Regional, a qual após análise encaminha para a Secretaria de Estado da Saúde. Serviço de Apoio na remoção de pacientes O Município disponibiliza uma frota de 16 veículos e 04 motos. Para o transporte de pacientes, conta com 04 ambulâncias, 01 UTI móvel e 04 vans e 01 ônibus. O transporte é destinado a todos os usuários que necessitem, e rotineiramente são transportadas cerca de 250 pessoas por semana, excluindo- se as remoções de emergência cujo número é de difícil estimativa. A seguir será apresentado referencial de Gestão em Saúde no Município. Planejamento Todos os serviços de apoio administrativo da Secretaria Municipal de Saúde estão localizadas no Edifício da Prefeitura Municipal, e a estrutura
  14. 14. organizacional pode ser visualizada no organograma abaixo, instituído pelo Decreto 140/2007. Figura - Organograma de Secretaria Municipal de Saúde Fonte: Plano Municipal de Saúde – 2014/2017 A Direção geral da Secretaria é constituída pelo Gestor, pelo Diretor do Departamento de Saúde, pelos Assessores, que se reúnem esporadicamente, em geral motivados por necessidades eventuais. O Planejamento das ações e o processo de tomada de decisão têm sido feito de maneira não sistemática e centralizada. Descentralização/regionalização O Município participa ativamente dos processos que envolvem o interesse regional, com base na área vinculada à 20ª Regional de Saúde, Secretário Municipal de Saúde Departamento Técnico Departamento Administrativo Divisão de Transporte Departamento de Vigilância em Saúde Divisão de assistência à Saúde Unidade de Saúde 24 Horas Posto de Saúde Clínica daMulher e da Criança Hospital Municipal Dr. Cruzatti Divisão de Assistência Social Divisão de Vigilância em Saúde do Meio Ambiente Divisão de Vigilância Epidemiol[ogica Divisão de Vigilância Sanitária Divisão de Vigilância em Saúde do Trabalhador Chefia de Gabinete da Secretaria Ouvidoria
  15. 15. sediada em Toledo. Esse espaço territorial é constituído por 18 municípios, num total de 358.660 habitantes (IBGE 2010). A direção da Secretaria participa também de todas as reuniões promovidas pelo Colegiado de Gestão Regional (anteriormente denominada Comissão Bipartite Regional). O Município faz parte do Grupo de Trabalho Saúde na Fronteira (Itaipu Binacional) que envolve todos os Municípios lindeiros ao Lago de Itaipu. Com o advento do Decreto 7.508/20111, uma nova configuração está sendo construída no contexto da regionalização de Saúde. O Capítulo II, do Decreto define Regiões de Saúde, como sendo “espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde”. Ainda no âmbito do Decreto é estabelecido o Contrato Organizativo da Ação Pública em Saúde (COAP) cujo objeto do “é a organização e a integração das ações e dos serviços de saúde, sob a responsabilidade dos entes federativos em uma Região de Saúde, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência aos usuários” e ainda “definirá as responsabilidades individuais e solidárias dos entes federativos com relação às ações e serviços de saúde, os indicadores e as metas de saúde, os critérios de avaliação de desempenho, os recursos financeiros que serão disponibilizados, a forma de controle e fiscalização da sua execução e demais elementos necessários à implementação integrada das ações e serviços de saúde”. Financiamento A movimentação financeira da Secretaria é realizada através do Fundo Municipal de Saúde, criado pela Lei Municipal 2.462/1991. Nele, obrigatoriamente são depositados todos os recursos a serem destinados ao 1 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990,para dispor sobrea organização do SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa e dá outras providências.
  16. 16. financiamento das ações de saúde, recebendo, inclusive os repasses das outras esferas governamentais. Investimento em Saúde segundo a EC 29/2000 Após a aprovação da EC 29/2000, o Município investiu os recursos conforme determinado pelo cálculo, inclusive com investimentos superiores conforme se pode observar na Tabela 58 que demonstra a série histórica dos investimentos de recursos próprios em Saúde. Série histórica investimento em saúde segundo a EC 29/2000. 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 % a ser aplicado 13,66 15,00 15,00 15,00 15,00 15,00 15,00 15,00 15,00 15,00 M. C. Rondon 14,47 15,30 15,11 15,21 15,07 15,16 16,18 16,37 19,70 24,71 Fonte: Plano Municipal de Saúde – 2014/2017 Considerações sobre a Receita Para a avaliação do Orçamento e da Aplicação de Recursos Financeiros será utilizado o Relatório de Indicadores Municipais gerado pelo Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde - SIOPS. Abaixo, está representado na Tabela um quadro sintético das informações geradas na apresentação de dados emitidos pelo SIOPS. Indicadores de Execução Orçamentária - Financeira - 2012 E 2013ATUALIZAR Item 2011 2012 Receita de Impostos – Vinculado conforme a EC/29 – em R$ (a) 54.589.934,66 59.529.973,50 Despesas com Recursos próprios em Ações e Serviços de Saúde – em R$ (b) 12.733.704,32 16.865.899,55 Recursos próprios aplicados em Ações e Serviços de Saúde – em % (c = b/a x 100) 23,3% 28,3% Despesa com Recursos Próprios em Ações e Saúde por Habitante – em R$ R$ 269,41 R$ 353,61 Participação percentual de despesas com pessoal do 35,41 % 28,90 %
  17. 17. município e da saúde para efeito da Lei de Responsabilidade Fiscal Participação percentual da despesa gasta com medicamentos 7,23 % 5,83 % Participação percentual das Despesas com Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica na Despesa Total com Saúde. 14,31 % Participação percentual da despesa em investimentos 7,50 % 36,72 % Participação percentual das despesas com outras despesas 7,72 % 4,94 % REPASSES FEDERAIS 92,28 % 95,06 % Fonte: Plano Municipal de Saúde – 2014/2017 Indicadores Municipais sobre Orçamentos Públicos em Saúde Município 2013 Total 18.478.978,20 Fonte: SIOPS Na Tabela estão demonstrados os valores investidos pelo Município, calculado sobre as receitas vinculadas e os repasses federais, no ano de 2013, com base nos relatórios do SIOPS. A seguir será feita uma breve descrição de profissionais de saúde que prestam ou não atendimento do SUS no Município. Recursos Humanos (vínculos) Segundo Categorias Selecionadas Categoria Total Atende ao SUS Não atende ao SUS Prof./1.000 hab. Prof. SUS/ 1.000 hab. Médicos 46 17 29 0,96 0,35 .. Anestesista 4 0 4 0,08 0,00 .. Cirurgião Geral - 0 - 0,00 0,00 .. Clínico Geral 29 12 17 0,61 0,25 .. Gineco Obstetra 02 00 02 0,04 0,00 .. Médico de Família 1 1 0 0,02 0,02 .. Pediatra 8 3 5 0,17 0,06 .. Psiquiatra 1 1 0 0,02 0,02 .. Radiologista 1 0 1 0,02 0,00 Cirurgião dentista 49 12 37 1,03 0,25 Enfermeiro 21 19 02 0,44 0,40 Fisioterapeuta 17 05 12 0,36 0,10 Fonoaudiólogo 4 1 3 0,08 0,02 Nutricionista 5 1 4 0,10 0,02 Farmacêutico 8 6 2 0,17 0,13
  18. 18. Assistente social 5 5 00 0,10 0,10 Psicólogo 9 3 6 0,19 0,06 Auxiliar de Enfermagem 54 50 04 1,13 1,05 Técnico de Enfermagem 54 49 05 1,13 1,03 Fonte: Plano Municipal de Saúde – 2014/2017 Capacitação em Saúde De acordo com o Plano Municipal de Saúde – 2014/2017, o Município não disponibiliza um programa ou plano próprio de capacitação e educação permanente de seus funcionários. Desconhecem-se registros de atividades realizadas pelo setor com intuito de aprimoramento geral e específico de seu capital humano. Porém, os funcionários têm participado de eventos de treinamento, principalmente os da esfera estadual, através da 20ª. Regional de Saúde, mas, não há um registro sistematizado de quem participou, onde, sobre o quê, nestas capacitações, impossibilitando uma visualização sistêmica do grau de envolvimento e da abrangência dos temas. É certo que o registro facilitaria observar os setores onde há, de fato demanda e então poderiam ser programados eventos para suprir estas necessidades. Essas ações, de iniciativa própria, seriam potencializadas pela busca de parcerias com Instituições de Ensino, outros municípios e envio de projetos ao Pólo Regional de Educação Permanente em Saúde (PREPS). Se faz necessário um diagnóstico claro de que áreas e em que grau de prioridade, necessitam uma intervenção neste sentido. No campo da participação popular, foi realizada uma oficina de capacitação para os conselheiros municipais de saúde. Atualmente existe um plano de capacitação elaborado em conjunto com os membros do Conselho para que os conselheiros tenham conhecimento do que devem ter para o exercício pleno de seu papel no controle social. É importante frisar que o Sistema Único de Saúde, desenvolve uma política nacional de gestão estratégica e participativa no SUS provocando a sociedade, gestores e controle social a trabalhar pela gestão solidária do
  19. 19. sistema e, para isso, sem dúvida o conhecimento é fundamental. Portanto, o Município está desafiado a dar sua contribuição nesta proposta, priorizando a educação na Saúde. Atualmente o pessoal de saúde participa das atividades relacionadas ao APSUS, iniciativa da Secretaria Estadual de Saúde. O Programa será implementado em duas fases. A primeira se inicia com um processo de Educação Permanente, desencadeado por meio de “ondas formativas” que envolverão as Regionais de Saúde, Municípios e Universidades na realização de Oficinas de Planificação da Atenção Primária à Saúde. As oficinas serão constituídas por módulos que atingirão em torno de 30 mil trabalhadores e gestores em saúde, tanto do estado quanto dos municípios. Considerações em infraestrutura Na sequencia dados sobre a Rede Municipal de Saúde e serviços efetivamente cadastrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Estabelecimentos e Tipo de Prestador, Segundo Dados do CNES – PR 2012. Tipo de Estabelecimento Públic o Privad o Sindicat o Total Centro De Saude/Unidade Basica De Saude 13 - - 13 Clinica Especializada/Ambulatorio Especializado - 17 - 17 Consultorio - 104 2 106 Hospital Especializado - 1 - 1 Hospital Geral 1 3 - 4 Posto de Saúde 3 - - 3 Pronto Socorro Geral 1 - - 1 Secretaria de Saúde 1 - - 1 Unidade de Serviço Apoio Diagnose Terapia - 7 - 7 Total 19 132 2 153 Fonte: Plano Municipal de Saúde – 2014/2017
  20. 20. Em relação aos estabelecimentos registrados, é possível verificar que 12,4% são públicos e os demais, 86,7% e 1,3% são de carácter, respectivamente privados e sindicais. Número De Estabelecimentos por tipo de convênio segundo tipo de atendimento prestado, segundo dados do CNES – PARANÁ no ano de 2012 ATUALIZAR......... Serviço prestado SUS Particular Plano de Saúde Público Privado Internação 3 4 4 Ambulatorial 36 127 2 47 Urgência 2 3 3 Diagnose e terapia 8 7 5 Vig. epidemiológica e sanitária 1 - - - Farmácia ou cooperativa - - - - Número de consultas/leitos no Município Descrição Existente Sus Não Sus Cirúrgico Buco maxilo facial 1 0 1 Cardiologia 6 0 6 Cirurgia geral 21 10 11 Ginecologia 4 0 4 Oftalmologia 1 0 1 Ortopediatraumatologia 8 0 8 Otorrinolaringologia 2 0 2 Total 43 10 33 Clínico Clinica geral 76 62 14 Nefrourologia 1 0 1 Queimado adulto 1 1 0 Queimado pediatrico 1 1 0 Total 79 64 15 Complementar
  21. 21. Unidade isolamento 2 1 1 Unidade de cuidados intermediarios adulto 3 0 3 Total 5 1 4 Obstétrico Obstetricia cirurgica 12 10 2 Obstetricia clinica 8 0 8 Total 20 10 10 Pediátrico Pediatria clinica 21 8 13 Total 21 8 13 Outras especialidades Psiquiatria 180 160 20 Total 180 160 20 Total clínico/cirúrgico 122 74 48 Total geral menos complementar 343 252 91 Fonte: DATASUS CINESNet. Na sequencia, tabela que apresenta equipamentos de assistência quanto disponibilidade ou não ao SUS no Município. Número de equipamentos existentes, em uso e disponíveis ao SUS. Nov2014. Equipamento Existentes Em Uso Em uso SUS Equipamentos de diagnóstico por imagem 62 59 2 Raio X de 100 a 500 mA 6 6 1 Ultrassom Ecógrafo 4 3 - Ultrassom Convencional 2 1 1 Mamógrafo com Comando Simples 1 1 - Tomógrafo Computadorizado 1 1 - Raio X com Fluoroscopia 1 1 - Total 77 72 4 Equipamentos de infraestrutura
  22. 22. Grupo Gerador 5 4 2 Usina de Oxigênio 5 4 2 Total 10 8 4 Equipamentos para manutenção da vida Bomba/Balao Intra-Aortico 3 3 3 Bomba de Infusão 5 5 3 Berço Aquecido 8 8 2 Desfibrilador 7 7 3 Equipamento de Fototerapia 10 10 2 Incubadora 9 8 1 Monitor de ECG 9 9 1 Monitor de Pressão Não-Invasivo 13 13 6 Reanimador Pulmonar/AMBU 26 26 5 Respirador/Ventilador 10 10 1 Total 100 99 27 Equipamentos por métodos gráficos Eletrocardiógrafo 9 8 2 Equipamentos por métodos opticos Microscópio Cirúrgico 4 4 1 Fonte: Ministério da Saúde - Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde do Brasil - CNES Dando sequência a este trabalho, é importante destacar os objetivos, diretrizes, ações e metas que foi estabelecido através do Plano Municipal de Saúde 2014/2017. Plano minuciosamente articulado segundo levantamento de necessidades do Município e embasado em dados transmitidos por departamentos das esferas federal, estadual e municipal tais como DATASUS, SIOP, IPARDES, PORTALSAUDE, CNES e MCR.PR.GOV. Dentre as propostas, no objetivo dois (02) da Gestão do Trabalho em Saúde se lê: Melhorar a capacidade e a estrutura de atenção à saúde na média e alta complexidade. 6ª. Diretriz: Garantir o acesso aos serviços de média e alta complexidade (atenção especializada) e implantar o processo de monitoramento e avaliação dos encaminhamentos conforme classificação de risco dos pacientes. Objetivo da diretriz - Desenvolver mecanismos de aprimoramento e ampliação da oferta de serviços na área especializada e
  23. 23. hospitalar, reduzindo a demanda reprimida. Ações: Ampliar número de leitos no Hospital Municipal, ampliação da oferta de consultas nas especialidades médicas por contratação ou credenciamento de profissionais e clínicas, especialmente nas de maior demanda; adequação do número de exames laboratoriais e não laboratoriais, de acordo com os parâmetros assistenciais preconizados pelo SUS; ampliar a disponibilização de exames de maior complexidade; manutenção e ampliação do consórcio intermunicipal de Saúde - CISCOPAR; melhoria no transporte dos pacientes; melhoria da estrutura física e infraestrutura; contratação de pessoal em número suficiente para os atendimentos; aquisição de equipamentos para o serviço e a melhoria na manutenção dos mesmos. Metas: Ampliar com incremento de 5 % ao ano as consultas especializadas: 2014 – 5%, 2015 – 10%, 2016 – 15%, 2017 – 20%, indicador - % cobertura. Ampliar com incremento de 5 % ao ano os exames laboratoriais de maior complexidade: 2014 – 5%, 2015 – 10%, 2016 – 15%, 2017 – 20% , indicador - % cobertura. METAS HOSPITAL MUNICIPAL: Profissionais/ farmácia, enfermagem, administrativo, médicos, 10, 10, 10,10; Estrutura Física: 5,5,3,3; Veículo: 1,2,2,2; Equipamentos: 20,20,30,40; AIH (hoje temos 130 pequeno porte) médio porte: 150,180,200,200. Ademais, o COAP - Contrato Organizativo Da Ação Pública Da Saúde, por meio do Decreto 7.508 de 28 de junho de 2011 que regulamenta a Lei nº 8.080/90 dispõe sobre a organização do SUS. Este decreto propõe mecanismos de controle mais eficazes e cria instrumentos para pactuação e monitoramento das ações realizadas nas três esferas de governo. Pretende-se que o acordo de colaboração firmado entre a união, estados e municípios nas regiões de saúde seja expresso por meio de um instrumento jurídico contendo a formalização das responsabilidades de cada esfera. Analisemos na íntegra. Razão de procedimentos ambulatoriais de média complexidade e população residente Meta Código Indicador Linha de Base¹ Responsabilidade Municipal Meta Anual
  24. 24. Aumentar o número de procedimentos ambulatoriais de média complexidade selecionados para população residente 7U 0,5% 0,95% Razão de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade e população residente. Meta Código Indicador Linha de Base¹ Responsabilidade Municipal Meta Anual Aumentar o número de internações clinico-cirúrgicas de média complexidade na população residente 8U 4,75% 5,45% Razão de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade e população residente. NÃO PACTUADO. Razão de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade na população residente. Meta Código Indicador Linha de Base¹ Responsabilidade Municipal Meta Anual Aumentar o número de internações clinico-cirúrgicas de alta complexidade na população residente 10E Proporção de serviços hospitalares com contrato de metas firmado. Meta Código Indicador Linha de Base¹ Responsabilidade Municipal Meta Anual Ampliar os serviços hospitalares com contrato de metas firmado 11E Analisar Com Mun Objetivo três (03) da Gestão do Trabalho em Saúde se lê:
  25. 25. Buscar o aprimoramento da gestão de saúde com implementação dos mecanismos da gestão estratégica e participativa do sus. 8ª. Diretriz: Aperfeiçoamento e fortalecimento da gestão descentralizada e regionalizada, Gestão do Planejamento e da informação em saúde, Gestão do trabalho e da educação na saúde, e aperfeiçoamento e fortalecimento da Gestão Participativa e do Controle Social. Objetivo da diretriz: Estruturar o processo de gestão visando um salto de qualidade nos aspectos de planejamento, gerenciamento, monitoramento, avaliação e efetivo cumprimento de objetivos e metas e a melhor condução da política municipal de saúde. Ações: Implantação do Colegiado de Gestão visando a Implantação da política de gestão, de acordo com a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa – ParticipaSUS, Estabelecer as bases do Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS), Implantação do Setor de Regulação, Avaliação, Controle e Auditoria, Participação efetiva no Colegiado de Gestão Regional (Bipartite regional) atuando de maneira solidária e cooperativa, buscando em conjunto com os demais municípios a ampliação e a melhoria dos atendimentos de média e alta complexidade na região e fora dela, Identificação de eventual oferta de serviços e disponibilização à região mediante pactuação, Parcerias com a Regional de saúde e demais municípios da região na capacitação e treinamento das equipes diretoras e técnicas levando-se em conta suas reais demandas, Participação no PREPS – Pólo Regional de Educação Permanente em Saúde, Cumprimento do que determina a Emenda Constitucional 29/2000, ou seja, investir no mínimo 15% dos recursos próprios em saúde, Envio dos documentos financeiros para processamento ao SIOPS (Sistema de Informações de Orçamentos Públicos em Saúde), Elaboração de projetos para pleitos de recursos financeiros extra- orçamentários, Realização de pesquisas de satisfação do usuário, Implantação de Ouvidoria para recebimento de queixas, reclamações e informações, Prover as condições necessárias ao funcionamento do Conselho Municipal de Saúde, Participação ativa nos processos de capacitação dos conselheiros de saúde, Promoção de eventos para conscientização da população em relação à Atenção Básica, Incentivo, em conjunto com o CMS, à formação de Conselhos Locais de Saúde, Contratação de pessoal para suprir necessidades nas principais áreas detectadas com visível demanda, Implantação da política de humanização – “HumanizaSUS”, Implantação e Desenvolvimento do Programa de Educação Permanente, objetivando um maior planejamento e execução de capacitações em saúde, Implantação de estratégias de Comunicação e Informação em Saúde, divulgando através de
  26. 26. todas as mídias, Criação de mecanismo que possibilite a centralização de Informações dos cursos, congressos, reuniões, seminários, capacitação, entre outros, onde houve participação dos técnicos e equipes da secretaria, Ampliação da capacidade de tráfego de dados dos sistemas informatizados, Aquisição de um servidor de maior capacidade para armazenamento de dados exclusivos da saúde, Realização de eventos e capacitação em serviço dos servidores em relação aos sistemas informatizados, Disponibilização de maneira sistematizada das informações obtidas dos sistemas informatizados para conhecimento e avaliação dos dados para orientar os trabalhos das equipes de saúde e de gestão, Aquisição de equipamentos de informática sempre que se fizerem necessários com configurações adequadas às exigências dos trabalhos a serem desenvolvidos, Disponibilizar sala adequada e estrutura necessária para o Setor de Informática, Construção da Unidade de Saúde do bairro Botafogo; da Unidade de Pronto Atendimento e da Central de Medicamentos, Remodelação e readequação da Unidade 24 h, da área de assistência farmacêutica e da Vigilância em Saúde, Manutenção da frota de veículos da Secretaria. Metas Meta 2014 2015 2016 2017 Indicador Elaborar 01 Programação de Saúde (PAS), a cada ano 01 01 01 01 PAS elaborada Pesquisa anual de satisfação dos serviços. 01 01 01 01 % de Satisfação Realização de Conferência ou Plenária de Saúde 01 Evento realizado Realizar pelo menos 01 evento por ano de capacitação geral das equipes de saúde 01 01 01 01 % servidores capacitados; Informatizar e operar os sistemas informatizados on-line das unidades de saúde, serviços de saúde, serviços administrativos, programas, ou seja, 100 % da Rede até 2017. 70 % 80 % 90 % 100 % % de informatização
  27. 27. Metas financeiras 2014 / 2017 AÇÕES 2014 2015 2016 2017 Manutenção da Clínica da Mulher e da Criança 205.000,00 220.000,00 235.000,00 250.000,00 Manutenção dos atendimentos especializados 500.000,00 550.000,00 600.000,00 660.000,00 Manutenção do hospital municipal 3.520.000,0 0 3.920.000,00 4.320.000,00 4.720.000,00
  28. 28. Parte ll APRESENTAÇÃO
  29. 29. HISTÓRICO SINTÉTICO DA ENTIDADE – ATITUDE A ATITUDE – Organização Social, doravante designada apenas ATITUDE, é uma entidade de direito privado de interesse coletivo fundada em 06 (seis de fevereiro de 2009 (dois mil e nove), com autonomia administrativa e financeira, sem fins econômicos, que se regerá pelo presente Estatuto e pelas normas legais e regulamentos que lhe são aplicáveis, e terá duração por tempo indeterminado). Objetivo geral A ATITUDE tem como objetivo geral, desenvolver e executar ações e serviços de saúde física e mental, ambulatorial especializado, hospitalares, urgências e emergências, serviços de apoio e diagnóstico, ensino, pesquisa e educação permanente como também, organizar clinicas escolas. Objetivos Específicos  Promover e incentivar o desenvolvimento científico, a capacitação de recursos humanos, a pesquisa na área da saúde;  Adoção dos princípios e diretrizes do SUS nas atividades que desenvolver;  Apoiar a investigação científica na área das ciências da saúde, bem como contribuir para a excelência dos profissionais da referenda área;  Firmar convênios e ajustes congêneres com outras instituições de natureza pública ou privada, de ensino, pesquisa ou assistência à saúde;  Promover interface com setor de educação e organizar clínicas escolas;  Assessorar e gerenciar serviços de saúde de natureza pública ou privada, de cujas atividades resultem ainda que indiretamente, proveitos de natureza didática ou científica.
  30. 30. O quadro de associados da Fundação Atitude é constituído dos seguintes membros: Associados da Fundação Atitude Fundadores Efetivos e/ou profissionais Beneméritos Honorários A ATITUDE na realização de seus trabalhos visa assessorar e gerenciar serviços de saúde, firmar convênios e ajustes congêneres com outras instituições de natureza pública ou privada e desenvolver atividades de avaliação tecnologias de saúde, podendo captar recursos financeiros para fomento e desenvolvimento cientifico de ensino, pesquisa e educação permanente em saúde junto ao Poder Público e a iniciativa privada, mediante aprovação da Diretoria Estatutária. A fim de cumprir suas finalidades a Atitude será regida pelo seu Estatuto em unidades de prestação de serviços e/ou filiais conforme parecer registrado em seus sete (07) capítulos.  Do capítulo um (01), consta a Denominação, Sede e fins da Entidade;  Do capítulo dois (02), seus Associados, que é composta por: fundadores, efetivos e/ou profissionais, beneméritos e honorários, neste, está enfatizado os direitos e deveres dos associados, bem como se necessário a exclusão e demissão dos mesmos;  Do capítulo três (03), a Atitude descreve sobre as fontes de recursos;  Do capítulo quatro (04), é destacado o patrimônio da Entidade;  Em seu capítulo cinco (05), é descrito a composição da Administração da Atitude, neste consta a Sessão I que destaca a Assembleia Geral, Sessão II da Diretoria Estatutária, informando que seus componentes atuarão por livre e espontânea vontade com desejo de contribuir para o bom desenvolvimento da Entidade não visando fins lucrativos para isso;
  31. 31. Ainda neste capítulo consta a Sessão III do Conselho de Administração que objetiva o planejamento estratégico, coordenação e controle globais e fixação de diretrizes fundamentais de funcionamento da entidade. Logo em seguida, a Sessão IV da Diretoria Executiva cuja finalidade é a administração da Entidade, e fazer cumprir o Estatuto promovendo executivamente os objetivos institucionais todos estes devidamente aprovados pelo Conselho de Administração. Em Seguida a Sessão V dos Recursos Humanos priorizando o regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. Nesta sessão, está descrito em artigos o procedimento que a Atitude escolheu para recrutar, selecionar, treinar e avaliar seus colaboradores. Para isto, foi desenvolvido projeto detalhado de atuação profissional para que a Atitude alcance seu objetivo. A Sessão VI Do Conselho Fiscal, finaliza este capítulo ressaltando a importância da fiscalização da Administração contábil e fiscal da Atitude;  Do capítulo seis (06), o Estatuto da Atitude menciona sobre a prestação de contas que devem ser observadas pelos princípios fundamentais de contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade;  Finalizando com o capítulo sete (07) Das Disposições Gerais, é relatada uma conclusão de todo o Estatuto da Entidade, bem como algumas considerações que se constatou relevante fazer parte deste registro. Ademais, a Atitude conta com sete (07) regimentos internos entre eles: de compras, fiscal, estatutária, executiva, contábil, administração e recursos humanos, cujo objetivo de ambos é facilitar aos diretores da Atitude e demais interessados o acesso às informações sobre as atribuições e funcionamento da Entidade, conforme disposições legais e estatutárias. Corpo Técnico e sua Qualificação Administrada por uma Assembleia Geral, Diretoria Estatutária, Conselho Fiscal, Diretoria Executiva e Conselho de Administração: A Atitude assim, conta com equipe multiprofissional médica: Equipe Multiprofissional / Fundação Atitude
  32. 32. Acupunturista Alergista/Imunologista Anestesista Angiologista Cancerologista Cirurgião Geral Cirurgião de Mão Cirurgião de Cabeça e Pescoço Cirurgião do Aparelho Digestivo Cirurgião Pediátrico Cirurgião Plástico Cirurgião Torácico Cirurgião Vascular Dermatologista Médico do Trabalho Endocrinologista Endoscopia Gastroenterologista Ginecologista/Obstetra Nefrologia Neurocirurgião Oftalmologista Oncologista Cirúrgico Oncologista Clínico Ortopedista Otorrinolaringologista Pediatria Pneumotisiologista Pediatria Proctologista Psiquiatria Urologista Médicos, em geral (Clínico Geral) Por se tratar de uma Entidade que visa à promoção psicofisiológica do ser humano, em conjunto com a equipe médica, a Atitude dispõe de outros profissionais de nível superior, como: Outros Profissionais de Nível Superior Enfermeiro de Centro Cirúrgico Enfermeiro em Geral Farmacêutico Fisioterapeuta Nutricionista Psicologia Hospitalar Serviço social
  33. 33. Para complementar o quadro de colaboradores em seus serviços administrativos e de apoio profissional, contamos com colaboradores profissionais de nível técnico e médio: Profissionais de Nível Técnico e Médio Administrativo em Geral Recepcionista Auxiliar de Farmácia Supervisão Auxiliar de Serviços Gerais Telefonista Copeira Técnico de Enfermagem Cozinheira Técnico em Radiologia Jardineiro Técnico de Segurança do Trabalho Lavanderia Vigia Com o compromisso social de atender as necessidades da população em seus diferentes aspectos da saúde física e mental, a Atitude trabalha com a visão de surpreender seus atendidos com qualidade dos serviços prestados através de treinamento contínuo de seu corpo de colaboradores independente da área de atuação profissional, seja através de dinâmicas de role-playing, que se trata de método de intervenção grupal na qual objetiva aprimorar o atendimento ao cliente visando atender as suas necessidades enfatizando o aspecto humano, técnico e profissional, para cada grupo de atuação, na qual visa o aperfeiçoamento de desempenhos, aumento da produtividade e das relações interpessoais. Para isso, prepara o potencial humano frente às inovações tecnológicas e as constantes mudanças do mercado de trabalho, sendo o treinamento indispensável para a busca da qualidade total. Ademais, conta com profissionais atualizados em ministrar palestras, conferencias e/ou seminários, e workshops para as diferentes áreas que engloba o corpo de colaboradores da Entidade.
  34. 34. Parte llI PROPOSTA DE ATUAÇÃO
  35. 35. RESUMO: Vivemos em um país no qual a população vive em condição de risco. A dimensão social da mulher nesta realidade tem um significado especial na gestação. Elas são suscetíveis e, geralmente, possuem baixo nível socioeconômico, vivem em aglomeração familiar, apresentam desnutrição, dentre outros. O pré-natal tem ocupado no decorrer da história um espaço relevante na atenção à saúde da mulher e da criança, tendo como objetivo reduzir a morbidade e mortalidade, tanto materna quanto infantil. Esta proposta tem como objetivo ampliar o atendimento de assistência as gestantes, puérperas, mães e recém-nascidos, segmento vulnerável da população rondonense que no momento contam com retaguarda de municípios circunvizinhos. Esta ação envolve o CRM, COREN, CRF, CRP, dentro da Proposta de atuação da ATITUDE – Organização Social. O monitoramento será através de questionários e atividades práticas de orientações, por meio de oficinas, palestras, jogos lúdicos e interativos, que serão usados para o treinamento das habilidades dos profissionais contratados pela ATITUDE, embasados nas diferentes realidades socioeconômicas e culturais, com a supervisão dos profissionais aptos em ministrar palestras, conferencias e/ou seminários, e workshops. Diante disto esperamos que as assistidas se transformassem em agentes multiplicadores das boas práticas de saúde, que irão possivelmente, reverter ou atenuar de maneira preventiva e educativa, os riscos no qual estão inseridas. DO OBJETO Oferta de serviços médicos especializados na área de GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA, através da celebração do Termo de Parceria, visando à organização e ampliação do acesso à saúde da mulher gestante e do recém-nascido, a serem cumpridas pela ATITUDE. OBJETIVO GERAL Prestar a todas as cidadãs rondonenses e circunvizinhas melhores e mais completos serviços de assistência à Maternidade no Hospital Municipal Drº Cruzatti, ampliando a sua atual esfera de atuação e capacidade de
  36. 36. atendimento exclusivo para procedimentos na especialidade de GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA, tais como: parto normal, parto normal em gestação de alto risco, parto cesariano e parto cesariano com laqueadura tubária. Desenvolver projetos educativos e de prevenção da saúde e cuidados à mulher assegurando direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao puerpério e recém-nascido. Promover maior equidade no acesso da população as ações e serviços de saúde no setor de GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA. Implantar processo de monitoramento e avaliação dos encaminhamentos conforme classificação de risco das pacientes, com objetivo de desenvolver mecanismos de aprimoramento e ampliação da oferta de serviços na área especializada e hospitalar, reduzindo a demanda reprimida. Adequar conforme a demanda do município, o número de exames laboratoriais e não laboratoriais, de acordo com os parâmetros assistenciais preconizados pelo SUS. Melhorar a estrutura física e infraestrutura do hospital municipal através da contratação de pessoal em número suficiente para os atendimentos, e aquisição de equipamentos para o serviço e a melhoria na manutenção dos mesmos. Do ponto de vista da gestão em saúde, aprimorar os serviços com implementação dos mecanismos da gestão estratégica e participativa do SUS, através do aperfeiçoamento e fortalecimento da gestão descentralizada e regionalizada. Oferta de material informativo impresso sob forma de cartilhas para gestão do planejamento e da informação em saúde da mulher gestante e puérpera com seu recém-nascido, e aperfeiçoamento e fortalecimento da Gestão Participativa e do Controle Social. Este material informativo acoplado ao trabalho dos profissionais da ATITUDE que estão atualizados em ministrar palestras conferencias e/ou seminários e workshops para as diferentes áreas da saúde, possibilita um salto de qualidade no planejamento, gerenciamento, monitoramento e avaliação para o efetivo cumprimento de objetivos e metas na
  37. 37. condução da política de saúde do município2 na especialidade de ginecologia e obstetrícia. Parcerias com a Regional de saúde e demais municípios da região na capacitação e treinamento das equipes diretoras e técnicas levando-se em conta suas reais demandas, Participação no PREPS – Pólo Regional de Educação Permanente em Saúde no que se refere à maternidade clínica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS MATERNIDADE CLÍNICA: GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA Os serviços em ginecologia e obstetrícia são o tipo de especialidade prestado a pacientes gestantes e puérperas bem como para o recém-nascido. Unir conforto e segurança para nossa paciente e seu bebê é o compromisso que vimos alicerçando através de escolha minuciosa da equipe médica e demais profissionais envolvidos. Para tanto, a ATITUDE propõe humanizar o atendimento nesta especialidade garantindo ao município eficácia através dos serviços prestados e capacitar a equipe para a promoção de uma maior interação entre os pacientes e a equipe do trabalho; incentivar a interação de maneira lúdica entre a equipe de trabalho e as pacientes que frequentam a Maternidade; promover orientações que estimulem a autoconfiança entre gestante, puérperas e a equipe de trabalho durante as avaliações pré-natais e o internamento; informar através de palestra a importância do estabelecimento do elo mãe e o recém- nascido no restabelecimento da recuperação dos laços familiares; informar através de oficinas da importância do monitoramento saudável no pré-natal; 2 Para o conhecimento da população rondonensea ATITUDE dispõede método de avaliação,controlee auditoria anual,detodos os materiais didáticos,treinamentos e atualização na gestão em saúde.
  38. 38. criar um banco de dados informativo sobre o atendimento prestado pelos profissionais de saúde, na tentativa de humanizar o atendimento. METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO O conjunto de estratégias apresentadas neste projeto visa contribuir para superação progressiva dos problemas e enfrentamento dos desafios que o Município de Marechal Cândido Rondon enfrenta na área da saúde no que se refere ao setor de ginecologia e obstetrícia, sendo executados com gestão compartilhada e não de forma exclusiva, com a nossa entidade que apresenta experiência na execução de Projetos de promoção e atendimento à saúde da gestante, parturiente, puerpério e recém-nascido, portanto com foco e especialidade na atividade de Maternidade Clínica: ginecologia e obstetrícia. Além de disponibilizar equipamentos e materiais médico-hospitalares e a complementação da equipe com profissionais especializados já elencados. A implantação da Maternidade possibilitará benefícios de forma imediata: agilidade na resolução dos problemas que o município enfrenta com deslocamento das gestantes para municípios próximos. Como instrumento de resolução dos problemas enfrentados neste setor, a entidade oferta para o município de Marechal Cândido Rondon, trabalho exclusivo para a mulher gestante, parturiente, puérpera e recém-nascido no tempo necessário ao atendimento com equipe profissional habilitada.
  39. 39. CRONOGRAMA Objetivos Específicos Ação Resultados esperados Incentivar interação: paciente/equipe de trabalho Incentivar a interação de maneira lúdica entre a equipe de trabalho e as pacientes que frequentam a Maternidade; Diminuir a vulnerabilidade emocional da paciente. Orientação para as pacientes Reuniões quinzenais. Conscientizar a paciente e família próxima sobre a fase gestacional, parto, puerpério e recém- nascido. Oficinas e videoteca com orientação sobre todos os aspectos de uma mulher grávida incluindo físico e emocional. Humanização no atendimento Qualidade na relação interpessoal entre a equipe profissional e a gestante. Segurança e confiabilidade dos clientes através dos serviços prestados pelos profissionais da entidade. Reconhecimento dos direitos das clientes e a democratização das relações de poder entre eles e os profissionais. Promoção de vínculo entre familiares, mãe e recém-nascido; e valorização dos profissionais. Pesquisa de satisfação Criar um banco de dados informativo sobre o atendimento prestado pelos profissionais de saúde, na tentativa de aprimorar o atendimento. Eficácia e qualidade no atendimento aos clientes. A seguir, será apresentado planilhas com quantidade de funcionários, e, despesas diárias e mensal de pacientes.
  40. 40. PLANILHA DE MÉDICOS
  41. 41. PLANILHA DE FUNCIONÁRIOS Planilha de Funcionários Função - Departamento Quantidade Enfermeiro 6 Técnico de Enfermagem Diurno 4 Técnico de Enfermagem Noturno 4 Recepção 5 Farmacêutico 1 Técnico de Farmácia 1 Técnico de Manutenção 1 Administrador Hospitalar 1 Zelador Diurno 8 Zelador Noturno 6 Vigia 1 Total 38
  42. 42. CUSTOS DE REFEIÇÕES DIÁRIAS POR PACIENTE Custos Para refeições Diárias - Pacientes Café da manhã Refeições Diária/individual Custos Individual/ Diário Quantidade de Refeições/diárias Custos/Mês Almoço 5 R$ 10,00 95 R$ 31.000,00Lanche da tarde Jantar Ceia R$ 31.000, 00
  43. 43. Alimentos Inclusos Neste Valor Pães Bolachas Sopas Café Chá Suco Frutas Verduras Alimentos secos Sobremesas Laticínios Carnes OUTROS VALORES OUTROS VALORES Gás R$ Energia Produtos de limpeza Materiais descartáveis Dietas enterais (sonda)
  44. 44. Nutricionista R$ 5.100,00 R$ 1 R$ 5.100,00 R$ R$ 2.040,00 R$ 7.140,00 R$ 571,20 R$ 785,40 R$ 595,00 R$ 595,00 R$ 198,33 Cozinheira R$ 1.450,00 R$ 1 R$ 1.450,00 R$ R$ 580,00 R$ 2.030,00 R$ 162,40 R$ 223,30 R$ 169,17 R$ 169,17 R$ 56,39 Auxiliar Cozinha R$ 1.300,00 R$ 2 R$ 2.600,00 R$ R$ 1.040,00 R$ 3.640,00 R$ 291,20 R$ 400,40 R$ 303,33 R$ 303,33 R$ 101,11 Planilha de Custos Função/ Departamento Piso Quan t. Salário Total Adicional Noturno Insalubridade Total FGTS INSS 1/12 13º 1/12 Férias 1/3 Férias Enfermeiro R$ 5.100,00 6 R$ 30.600,00 R$ 12.240,00 R$ 42.840,00 R$ 3.427,20 R$ 4.712,40 R$ 3.570,00 R$ 3.570,00 R$ 1.190,00 Técnico Enfermagem Diurno R$ 2.900,00 4 R$ 11.600,00 R$ 4.640,00 R$ 16.240,00 R$ 1.299,20 R$ 1.786,40 R$ 1.353,33 R$ 1.353,33 R$ 451,11 Técnico Enfermagem Noturno R$ 2.900,00 4 R$ 11.600,00 R$ 4.640,00 R$ 6.496,00 R$ 22.736,00 R$ 1.818,88 R$ 2.500,96 R$ 1.894,67 R$ 1.894,67 R$ 631,56 Recepção R$ 1.450,00 5 R$ 7.250,00 R$ 1.450,00 R$ 8.700,00 R$ 696,00 R$ 957,00 R$ 725,00 R$ 725,00 R$ 244,67 Farmacêutico R$ 5.100,00 1 R$ 5.100,00 R$ 2.040,00 R$ 7.140,00 R$ 571,20 R$ 785,40 R$ 595,00 R$ 595,00 R$ 198,33 Técnico Farmácia R$ 2.900,00 1 R$ 2.900,00 R$ 1.160,00 R$ 4.060,00 R$ 324,80 R$ 446,60 R$ 338,33 R$ 338,33 R$ 112,78 Técnico Manutenção R$ 2.900,00 1 R$ 2.900,00 R$ 580,00 R$ 3.480,00 R$ 382,80 R$ 382,80 R$ 290,00 R$ 290,00 R$ 96,67 Administrador Hospitalar R$ 5.100,00 1 R$ 5.100,00 R$ 2.040,00 R$ 7.140,00 R$ 571,20 R$ 785,40 R$ 595,00 R$ 595,00 R$ 198,33 Zelador Diurno R$ 1.300,00 8 R$ 10.100,00 R$ 4.160,00 R$ 14.560,00 R$ 1.164,80 R$ 1.601,60 R$ 1.213,33 R$ 1.213,33 R$ 404,44 Zelador Noturno R$ 1.300,00 6 R$ 7.800,00 R$ 3.120,00 R$ 3.120,00 R$ 14.040,00 R$ 1.123,20 R$ 1.544,40 R$ 1.170,00 R$ 1.170,00 R$ 390,00 Vigia R$ 1.300,00 1 R$ 1.300,00 R$ 520,00 R$ 520,00 R$ 2.340,00 R$ 187,20 R$ 257,40 R$ 195,00 R$ 195,00 R$ 65,00 Total 38 R$ 96.550,00 R$ 8.280,00 R$ 38.446,00 R$ 143.276,00 R$ 1.462,08 R$ 15.760,36 R$ 11.939,67 R$ 11.939,67 R$ 3.979,89 R$ 198. 357,66
  45. 45. Total R$ 7.850,00 R$ 4 R$ 9.150,00 R$ R$ 3.660,00 R$ 12.810,00 R$ 1.024,80 R$ 1.409,10 R$ 1.067,50 R$ 1.067,50 R$ 355,83 R$ 17.734,73
  46. 46. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS Deslandes SF. A ótica de gestores sobre a humanização da assistência nas maternidades municipais do Rio de Janeiro. Ciência & Saúde Coletiva: 10 (3): 615-26, 2005. In ZUQUE, Maria Angelina S. et al Humanização no atendimento à gestante e puérpera: um caminho a ser percorrido. Disponível em: http://www.aems.edu.br/conexao/edicaoanterior/Sumario/2012/downloads/2012/saude/HUMANIZA%C3%87%C3%83O%20NO%2 0ATENDIMENTO%20%C3%80%20GESTANTE%20E%20PU%C3%89RPERA.pdf. Acesso em: 27 de Janeiro de 2015.

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