Manoel da Fonseca 2015

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Nota sobre o escritor Manoel da Fonseca.

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Manoel da Fonseca 2015

  1. 1. Manoel da Fonseca Manoel da Fonseca nasceu a 12 de outubro de 1911 em Santiago do Cacém. Após terminar o ensino básico, prosseguiu os seus estudos em Lisboa no Liceu Camões e na Escola de Belas Artes. Aproveitava as férias para sempre regressar ao seu Alentejo, que se tornou o espaço de ação dos seus primeiros textos. Escreveu contos, poesia, crónicas…. (...) Exerceu atividades muito díspares, quer na área do comércio, quer na da indústria, tendo ainda trabalhado em jornais e revistas e numa agência de publicidade. Foi uma figura de destaque dentro do neo-realismo português. ‘Eu não sou um erudito, de modo nenhum. Penso que a erudição é inimiga da arte. O ficcionista não pode ser um erudito, tem de ser um construtor de mundos. Os eruditos são conhecedores de factos passados que estudam e sabem tudo. Sabem tudo acerca da batalha de Aljubarrota: quem lá estava, a que horas foi, como começou, como se desenvolveu. O escritor muitas vezes tem de inventar. Essa é a sua realidade. Quanto a popular, isso para mim não tem grande significado. Sou um escritor que escreve do povo, não sou um escritor popular. Não sou um erudito, sou um criador de ficção.’ In JL, 16 de março de 1993 Faleceu em Lisboa em 11 de março de 1993. ‘Antigamente, o Largo era o centro do mundo. Hoje, é apenas um cruzamento de estradas, com casas em volta e uma rua que sobe para a Vila.’ (…) ‘O comboio matou o Largo. Sob o rumor do rodado de ferro morreram homens que eu supunha eternos.’ (…) ‘Era o centro da Vila. Os viajantes apeavam-se da diligência e contavam novidades. Era através do Largo que o povo comunicava com o mundo. Também, à falta de notícias, era aí que se inventava alguma coisa que se parecesse com a verdade.’ (…) Nove casas, Duas ruas, Ao meio das ruas Um largo, Ao meio do largo, Um poço de água fria. (…)
  2. 2. BIBLIOTECA ESCOLAR EPADD MANOEL DA FONSECA

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