Aula de reanimação pediatrica

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Aula de reanimação para residentes e técnicos de enfermagem em especialização em pediatrica

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  • Sinais como o aumento da frequencia respiratória, respiração errática, batimento da aleta do nariz, retrações torácicas, gemência, cianose e alteração do nivel de consciencias são importantes marcadores de sofrimento respiratório e não pode ser subdiagnosticados
  • Tao importante quanto a monitorização da saturação é a monitorização cardiaca, visto que dependente do ritmo será o tratamento da criança
  • A Punçao em crianças pode ser realizada com agulha comum de 25 x 12, agulha para raquinestesia ou com trepano para biópsia medular
  • Estudos em animais
  • Os tubos endotraquiais com balonete eram preconizados apenas para crianças maiores de 8 anos, uma vez que nos jovens, o natural estreitamento subglotico funcionaria como um balonete fisiológico. Nas recomendações de 2005 é preconizado o uso de tubos endotraquiais com balonete para todas a idades, exceto RN. As razoes para isso são a proteção em relação a aspiração e a facilidade de ventilaçao Não hiperventilar pois isso pode aumentar a pressão intratorácica e causar baixo débito cardiaco e má perfusão coronariana. A diminuição do CO2 durante a ventilação também pode causar redução do fluxo sanguineo cerebral e isquemia cerebral
  • Por curiosidade: a pressao do cuff deve ser mantida entre 20 e 25 cmH2O para permitir adequada perfusão da mucosa traqueal e evitar isquemia
  • Não utilizar crico abaixo de 10 anos
  • Aula de reanimação pediatrica

    1. 1. Reanimação Pediátrica Dra Maria Cristina de Souza Néto Médica Pediatra e Intensivista
    2. 2. Introdução <ul><li>Objetivo: </li></ul><ul><ul><li>Capacitar o maior número possível de profissionais da saúde no reconhecimento de situações com risco de vida, causadas pelo trauma ou por doenças agudas, e nas técnicas de ressuscitação cardiorespiratória da criança. </li></ul></ul><ul><li>Sociedade Brasileira de Pediatria </li></ul>
    3. 3. Introdução “ A criança não é um adulto em miniatura”
    4. 4. 09/10/2010 <ul><li>Morbidade e mortalidade em adultos -> doenças cardiovasculares </li></ul><ul><li>Morbidade e Mortalidade e crianças -> doenças respiratórias </li></ul>
    5. 5. Introdução <ul><li>Pals: </li></ul><ul><li>Pediatric Advanced Life Support </li></ul><ul><li>-> curso teórico-prático </li></ul>
    6. 6. Introdução <ul><li>É essencial: </li></ul><ul><ul><li>Saber reconhecer um quadro de insuficiência respiratória e a falência respiratória; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconhecer sinais de choque; </li></ul></ul><ul><ul><li>Determinar as condutas de reanimação evitando a PCR. </li></ul></ul>
    7. 7. Sistema de degraus Reconhecer falência respiratória Dividir previamente as funções Manter via aérea pérvia e estabilizar cervical Ventilar adequadamente Manter circulação adequada Preparar as drogas Exames Dar apoio neces- sário a família todo o tempo
    8. 8. Organização da PCR Primeiro Degrau <ul><li>Enfermeira: </li></ul><ul><ul><li>Auxilia na ventilação e massagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Efetivação do acesso; </li></ul></ul><ul><ul><li>Esvaziamento gástrico; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fixação do Tubo*; </li></ul></ul><ul><ul><li>Administra medicações. </li></ul></ul>O acesso venoso periférico é tao adequado quanto o central
    9. 10. <ul><li>Técnico 1: </li></ul><ul><ul><li>Identifica o risco ou a parada e solicita auxílio; </li></ul></ul><ul><ul><li>Posiciona a criança; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aspiração de VA; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aquecimento e monitorização *. </li></ul></ul>
    10. 13. <ul><li>Técnico 2 </li></ul><ul><ul><li>Dilui e alcança medicações, equipamentos e materiais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Administra fármacos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Providencia maca de transporte se for necessário. </li></ul></ul>
    11. 14. <ul><li>Médicos: </li></ul><ul><ul><li>Punção intra-óssea; </li></ul></ul><ul><ul><li>Massagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Determina Drogas e exames; </li></ul></ul><ul><ul><li>Intubação se necessário. </li></ul></ul>
    12. 16. Intra-óssea <ul><li>Locais: </li></ul><ul><ul><li>Tibia </li></ul></ul><ul><ul><li>Maléolo Medial </li></ul></ul><ul><ul><li>Esterno </li></ul></ul><ul><ul><li>Crista Ilíaca </li></ul></ul><ul><ul><li>Clavícula </li></ul></ul><ul><ul><li>Fêmur </li></ul></ul><ul><ul><li>Úmero </li></ul></ul><ul><ul><li>Calcâneo </li></ul></ul>Para crianças
    13. 17. “ A parada não é um evento instantâneo em Pediatria. Geralmente é um resultado final de uma deterioração progressiva!”
    14. 18. Insuficiência cardiovascular Insuficiencia respiratória choque Parada Cardiopulmonar morte recuperação Sequelas neurologicas Recuperação total
    15. 19. Por que? <ul><li>Pequeno diâmetro das vias aéreas; </li></ul><ul><li>Função muscular intercostal e diafragmática menos maduras; </li></ul><ul><li>Poros de ventilação colateral pobremente desenvolvidos; </li></ul><ul><li>Caixa torácica mais complacente; </li></ul><ul><li>Incoordenação toracoabdominal durante o sono REM. </li></ul>
    16. 20. O que fazer ????
    17. 21. Sinais Vitais Segundo degrau <ul><li>Freqüência Respiratória: </li></ul><ul><ul><li>RN 40 a 60 </li></ul></ul><ul><ul><li>Lact 24 a 40 </li></ul></ul><ul><ul><li>Pré-esc 22 a 34 </li></ul></ul><ul><ul><li>Escolar 18 a 30 </li></ul></ul><ul><ul><li>Adolesc 12 a 16 </li></ul></ul><ul><li>Freqüência Cardíaca Dormindo: </li></ul><ul><ul><li>RN/3 m:80 a 160 </li></ul></ul><ul><ul><li>3m/24: 75 a 160 </li></ul></ul><ul><ul><li>2 a 10: 60 a 90 </li></ul></ul><ul><ul><li>+ 10: 50 a 90 </li></ul></ul>
    18. 22. Sinais Vitais <ul><li>Freqüência cardíaca acordada </li></ul><ul><ul><li>RN/3m:80 a 205 </li></ul></ul><ul><ul><li>3/24m:100 a 190 </li></ul></ul><ul><ul><li>2/10a: 60 a 140 </li></ul></ul><ul><ul><li>+10a: 60 a 100 </li></ul></ul><ul><li>Temperatura: </li></ul><ul><ul><li>Hipotermia < 35 </li></ul></ul><ul><ul><li>Hipertermia > 38 </li></ul></ul><ul><li>Pressão Sistólica: </li></ul><ul><ul><li>Idade x 2 +70 </li></ul></ul>
    19. 23. Sinais Vitais <ul><li>Perfusão Tecidual: </li></ul><ul><ul><li>Pulso </li></ul></ul><ul><ul><li>Enchimento capilar </li></ul></ul><ul><ul><li>Temperatura </li></ul></ul><ul><ul><li>Diurese </li></ul></ul><ul><ul><li>Nível de consciência (AVDN): </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alerta </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Responsiva a voz </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Responsiva a dor </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não responde </li></ul></ul></ul>
    20. 24. Sinais de Risco para Parada
    21. 25. Sinais Vitais <ul><li>Risco iminente </li></ul><ul><ul><li>Alterações da FR e ausculta respiratória; </li></ul></ul><ul><ul><li>Alteração do nível de consciência; </li></ul></ul><ul><ul><li>Incapacidade de reconhecer as pessoas e ausência de reação a dor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Alteração na FC; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tônus muscular diminuído; </li></ul></ul><ul><ul><li>Hipotermia; </li></ul></ul><ul><ul><li>Hipoglicemia; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sangramento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cianose; </li></ul></ul><ul><ul><li>Crises convulsiva. </li></ul></ul>
    22. 26. Via Aérea Terceiro degrau <ul><li>Avaliação: </li></ul><ul><ul><li>Observar se paciente com objetos em cavidade oral; </li></ul></ul><ul><ul><li>Observar posicionamento adequado do paciente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Se trauma estabilizar coluna; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aspirar vias aéreas. </li></ul></ul>
    23. 28. <ul><li>Cânula de Guedel </li></ul>
    24. 29. Ventilação Quarto Degrau <ul><li>Observar: </li></ul><ul><ul><li>Frequência respiratória; </li></ul></ul><ul><ul><li>Movimento torácico; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sons respiratórios; </li></ul></ul><ul><ul><li>Estridor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sibilos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Retrações; </li></ul></ul><ul><ul><li>Gemidos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Coloração. </li></ul></ul>
    25. 30. <ul><li>Bolsa Valva Máscara Manual </li></ul><ul><ul><li>Tamanho neonatal -> 250 ml </li></ul></ul><ul><ul><li>A termo, lactente e criança -> 450 a 500 ml </li></ul></ul>Conferir nos carrinhos de parada se os ambus tem reservatório e se encaixam adequadamente nos mesmos.
    26. 31. <ul><li>Um fluxo mínimo de 10 a 15 litros é necessário para manter um volume de oxigênio adequado no reservatório de do ressucitador pediátrico </li></ul>
    27. 32. Ventilação <ul><li>Ventilação: </li></ul><ul><li>Perguntas mais freqüentes: </li></ul><ul><ul><li>Freqüência das ventilações: 8 a 10 por minuto em PCR e se somente para respiratória 12 a 20; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sincronizar massagem e ventilação ? </li></ul></ul><ul><ul><li>Massagem/ventilação: 30:2 // 15:2; </li></ul></ul><ul><ul><li>O que é mais importante: massagem ou ventilação. </li></ul></ul>
    28. 33. Ventilação <ul><li>Perguntas mais freqüentes: </li></ul><ul><ul><li>A ventilação com ambu pode causar distensão abdominal e dificultar a ventilação? -> passar sonda gástrica! </li></ul></ul><ul><ul><li>Máscaras laríngeas são tão eficientes quanto intubação? Sim, mas devem ser passadas somente por profissional experiente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Uso de balonete? </li></ul></ul><ul><ul><li>Hiperventilar ? Somente se PIC elevada </li></ul></ul>
    29. 35. Ventilação <ul><li>Tamanho do Tubo: </li></ul><ul><li>com balonete (mm) = idade/4 + 3 </li></ul><ul><li>sem balonete (mm) = idade/4 +4 </li></ul><ul><li>*RN 3,5 </li></ul><ul><li>* 1 ano 4,0 </li></ul><ul><li>* Utilizar o tamanho proximo ao 5o. dedo </li></ul>
    30. 36. Idade Diametro interno do Tubo (mm) Prematuro < 1 kg 2,5 Prematuro entre 1 e 1,5kg 3,0 Neonato ate 6 meses 3 a 3,5 Lactente entre 6 meses e 1 ano 3,5 a 4 Lactente entre 1 ano e 2 anos 4 a 5 Alem de 2 anos (Idade + 16) /4
    31. 38. traqueostomia cricotireoidostomia Via áerea dificil!
    32. 39. Recreio!!!!
    33. 40. Circulação <ul><li>Observar: </li></ul><ul><ul><li>Freqüência cardíaca </li></ul></ul><ul><ul><li>Pressão Sanguínea </li></ul></ul><ul><ul><li>Pulsos Distais </li></ul></ul><ul><ul><li>Perfusão da pele </li></ul></ul><ul><ul><li>Temperatura </li></ul></ul><ul><ul><li>Coloração e Pele Marmórea </li></ul></ul><ul><ul><li>Perfusão do SNC </li></ul></ul>
    34. 41. Circulação <ul><li>Vias de acesso: </li></ul><ul><li>Venoso periférico 3x ou 90 segundos </li></ul><ul><li>Intra-óssea (abaixo de 6 anos) </li></ul><ul><li>Via IT = ANEL (atropina/naloxone/epinefrina/lidocaina) </li></ul>
    35. 42. Circulação <ul><li>Tempo para verificar pulsos = 10 seg </li></ul><ul><ul><li>Braquial em lactente </li></ul></ul><ul><ul><li>Femoral em criança maior </li></ul></ul><ul><li>FC menor que 60 com sinais de baixo débito </li></ul><ul><li>Local: metade inferior do esterno (cuidado com processo xifoide) </li></ul><ul><ul><li>Lactentes e crianças menores: envolver o tórax entre os polegares </li></ul></ul><ul><ul><li>Comprimir um terço do diâmetro </li></ul></ul>
    36. 45. <ul><li>Parada Cardiaca súbita: geralmente secundária a fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso </li></ul><ul><li>Desfibrilar (automáticos podem ser usados em maiores de 1 ano) </li></ul><ul><li>Pás pediátricas para menores de 10 Kg </li></ul><ul><li>Após desfibrilar: </li></ul><ul><ul><li>Massagear </li></ul></ul><ul><ul><li>Após 2 minutos verificar o pulso </li></ul></ul>
    37. 46. Região superior direita de tórax (abaixo da clavicula) e região precordial (mamilo esquerdo)
    38. 47. <ul><li>Ritmos não chocáveis: </li></ul><ul><li>AESP e assistolia: RCP e epinefrina </li></ul><ul><li>Ritmos chocáveis </li></ul><ul><li>FV e TV sem pulso: RCP e desfibrilação (2j/kg) </li></ul>
    39. 48. <ul><li>Assistolia </li></ul>
    40. 49. <ul><li>Taquicardia ventricular e fibrilação ventricular </li></ul>
    41. 50. Taquicardia ventricular ou Fibrilação ventricular Sem pulso Com pulso 0,5 a 1j/kg amiodarona 2 a 4j/kg epinefrina amiodarona
    42. 51. Drogas <ul><li>Manter diluída a dose durante a parada; </li></ul><ul><li>Identificar cada seringa com o nome da medicação; </li></ul><ul><li>Lavar a linha sempre que administrar cada medicação; </li></ul><ul><li>Registrar cada medicação administrada com dose. </li></ul>
    43. 52. Drogas <ul><li>Oxigênio </li></ul><ul><li>Adrenalina: 1 ml de adrenalina + 9 ml AD (0,1mg/kg) IV, IO e IT </li></ul><ul><li>Atropina: sem diluir dose mínima é 0,5 ml e máxima 1 ml IV, IO e IT </li></ul><ul><li>Bicarbonato de sódio: correspondente ao peso com igual volume de AD </li></ul><ul><li>Lidocaina: 1 ml da droga + 9 ml AD IV, IO e IT </li></ul><ul><li>Calcio: 0,8 ml/kg de GlicCa10% </li></ul>
    44. 53. Drogas <ul><li>Glicose: hipoglicemia pode levar a dano neurológico e depressão miocárdica </li></ul><ul><li>Amiodarona: 5 mg/kg em 30 minutos </li></ul><ul><li>Midazolam:0,1mg/kg/dose </li></ul><ul><li>Fentanil:1mcg/kg/dose lento </li></ul><ul><li>Vecurônio:diluir 1ml em 3 ml AD e administrar0,1ml/kg </li></ul>
    45. 54. Exames <ul><li>Serão determinado pela equipe: </li></ul><ul><ul><li>Gasometria </li></ul></ul><ul><ul><li>Hemograma, hemocultura </li></ul></ul><ul><ul><li>Ureia, creatinina </li></ul></ul><ul><ul><li>Rx de tórax </li></ul></ul><ul><ul><li>Entre outros </li></ul></ul>
    46. 55. Prognóstico Pós-parada <ul><li>Não existe uma determinação clara de quando a parada deve ser interrompida </li></ul><ul><li>Análise Crítica das nova recomendações para Reanimação Cardiopulmonar </li></ul><ul><li>J. Pediatr. (Rio J.) vol.83 no.2 suppl.0 Porto Alegre May 2007 </li></ul>
    47. 56. Presença da Família <ul><li>Ainda não é recomendação. </li></ul><ul><li>Permitir a entrada de familiar com uso de um facilitador deve ser pensado </li></ul>
    48. 57. Conclusão <ul><li>Podemos observar por este estudo que é essencial: </li></ul><ul><ul><li>Interesse </li></ul></ul><ul><ul><li>Organização </li></ul></ul><ul><ul><li>Treinamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Atenção </li></ul></ul>
    49. 58. Caso 1 1 – Paciente 6 meses, mãe refere que paciente mamou rapidamente e depois ficou cianotico. O que fazer? Tempo de 5 minutos para separar o material
    50. 59. Caso 2 <ul><li>Paciente necessitando de acesso central devido a desidratação. Médico opta por pegar acesso em jugular e durante a punção inicia com queda de saturação e em seguida bradicardia. O que fazer? </li></ul><ul><li>Tempo de 5 minutos para separar o material </li></ul>
    51. 60. Caso 3 <ul><li>Pai de paciente chega correndo na emergência com a filha no colo que parece morta e avisa que a mesma é cardiopata (um dos médicos esta entubando uma criança e o outro esta com diarreia) </li></ul><ul><li>Tempo para separar de 5 minutos </li></ul>
    52. 61. BOA SORTE ! “ Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos.” Provérbio Chinês
    53. 62. Bibliografia 1 - Khine HH, Corddry DH, Kettrick RG, Martin TM, McCloskey JJ, Rose JB, et al. Comparison of cuffed and uncuffed endotracheal tubes in young children during general anesthesia. Anesthesiology. 1997;86:627-31 2 - Newth CJ, Rachman B, Patel N, Hammer J. The use of cuffed versus uncuffed endotracheal tubes in pediatric intensive care. J Pediatr. 2004;144:333-7 3 - Deakers TW, Reynolds G, Stretton M, Newth CJ. Cuffed endotracheal tubes in pediatric intensive care. J Pediatr. 1994;125:57-62 4 – Zorzela L, Garros D, Caen. Análise Crítica das novas recomendações. J. Pediatr. (Rio J.) vol.83 no.2 suppl.0 Porto Alegre May 2007 5 – Lane J K, Guimarães HP. Acesso Venoso pela Via Intra-Óssea em Urgências Médicas. RBTI, 2008:20:1:63-67

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