DIFERENÇAS
VERIFICADAS NAS
PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS PRÉ E
PÓS CURSO
‘O ENSINO DE INGLÊS
NOS DIAS ATUAIS:
INFORMAÇÃO X CONHECIMENTO
O PROFESSOR ERA UM INTERMEDIÁRIO
DA INFORMAÇÃO: ELE DAVA A
INFORMAÇÃO PRONTA E O ALUNO
TINHA QUE ASSIMILAR.

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AÇÕES PLANEJADAS E OUTRAS
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COMO TRANSFORMAR
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CONHECIMENTO???
A MAIOR FONTE DE INFORMAÇÃO NOS
DIAS ATUAIS É A INTERNET.
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O DIFERENCIAL DO PROFESSOR É O
CONHECIMENTO.
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PROVEDOR
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Nesse contexto, a capacidade de aprender
terá de ser trabalhada não apenas nos
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UMA QUESTÃO DE “COMPETÊNCIA”
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PARA FAZER ALGO PRODUTIVO:
Segundo pesquisa realizada por Claudino
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20% do que escutamos
30% do que vemos
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70% do que ouvimos e log...
CONCLUSÃO:
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O SENTIDO QUE DEVE SER MAIS EXPLORADO
PARA UM EFETIVO APRENDIZADO É A VISÃO.



A RETENÇÃO DA INFORMAÇÃO SE...
RECURSOS EXEMPLIFICADOS NO
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ATIVIDADES DIFERENCIADAS QUE PERMITEM O
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O sistema escolar tem tradicionalmente
enfatizado
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aperfeiçoamento
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determinadas
inteligências em det...
ATIVIDADES COM JOGOS (GAMES)

Os jogos educacionais podem
facilitar o processo de
ensino-aprendizagem,
pois
trata-se de um...
 Os

jogos,
quando
aliados
ao
desenvolvimento
das
inteligências
múltiplas, promovem a integração dos
diferentes tipos de ...
ASSIM:
O curso “O ensino de inglês nos dias
atuais”, fornecido pela Diretoria de Ensino Centro
de São Paulo e idealizado e...
AFINAL, „QUEM ENSINA APRENDE
AO ENSINAR E QUEM APRENDE
ENSINA AO APRENDER‟ (PAULO FREIRE)
Trabalho de conclusão de curso realizado por

Maria Cristina Boccuzzi Rodrigues
Professora titular da disciplina de Inglês...
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Diferenças verificadas nas práticas pedagógicas pré e pós

  1. 1. DIFERENÇAS VERIFICADAS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PRÉ E PÓS CURSO ‘O ENSINO DE INGLÊS NOS DIAS ATUAIS:
  2. 2. INFORMAÇÃO X CONHECIMENTO
  3. 3. O PROFESSOR ERA UM INTERMEDIÁRIO DA INFORMAÇÃO: ELE DAVA A INFORMAÇÃO PRONTA E O ALUNO TINHA QUE ASSIMILAR. Estávamos acostumados a pensar a educação de forma bastante assimétrica: aulas excessivamente teóricas que faziam com que os alunos tivessem uma atitude passiva em relação ao seu próprio aprendizado.
  4. 4. A SALA DE AULA É PALCO DE ALGUMAS AÇÕES PLANEJADAS E OUTRAS COCONSTRUÍDAS COM NOSSOS ALUNOS. O PROFESSOR TORNA-SE PESQUISADOR DE SUA PRÓPRIA PRÁTICA. A PESQUISA EM SALA DE AULA TORNA-SE MENOS ACADÊMICA E MAIS DEMOCRÁTICA. Passamos a trabalhar o ensino de forma mais indutiva possível: contando com o conhecimento prévio do aluno e procurando conciliar um conteúdo programático que respeite suas necessidades como aprendizes de um idioma estrangeiro e também seus interesses. Afinal, “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produção ou a sua construção.”Paulo Freire
  5. 5. COMO TRANSFORMAR INFORMAÇÃO EM CONHECIMENTO???
  6. 6. A MAIOR FONTE DE INFORMAÇÃO NOS DIAS ATUAIS É A INTERNET.  A chegada dessa nova tecnologia às escolas abre espaço para novas abordagens e técnicas de ensino. Esta rede mundial passa a ser um novo local de interação entre pessoas, um ambiente virtual no qual aprendizes, em um exercício de autonomia, têm acesso a novos dados e informações. Tal autonomia deve ser construída, orientada e avaliada pelo aluno juntamente com o seu professor-mediador.
  7. 7. O DIFERENCIAL DO PROFESSOR É O CONHECIMENTO.  No entanto, não podemos confundir conhecimento com informação. A internet oferece informação, mas, para tal informação transformar-se em conhecimento, é necessário que haja o processo de aprendizagem.
  8. 8. O PAPEL DO PROFESSOR NO SÉCULO XXI NÃO É O DE PROVEDOR DE CONTEÚDOS; ESSE PAPEL É DESEMPENHADO PELAS NOVAS TECNOLOGIAS. O PAPEL DO PROFESSOR É UTILIZAR AS NOVAS TECNOLOGIAS, ALIADAS AO SEU CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIA, PARA „AJUDAR O ALUNO A CONSTRUIR CONHECIMENTO‟ (DELBOUX, 2010, P. 19).
  9. 9. UMA ESCOLA QUE TAMBÉM APRENDE Nesse contexto, a capacidade de aprender terá de ser trabalhada não apenas nos alunos, mas na própria escola, enquanto instituição educativa: tanto as instituições como os docentes terão de aprender. Isso muda radicalmente nossa concepção da escola como instituição que ensina para posicioná-la como instituição que também aprende a ensinar. (Proposta Curricular do Est. São Paulo)
  10. 10. RECURSOS ILUSTRADOS: Como forma da informação e do conhecimento tornando-se aprendizado, podemos enumerar os seguintes recursos demonstrados no curso: MIND MAP  MOVIE MAKER  WEB QUEST  SLIDE SHARE  POWER POINT  WIKIS e BLOGS EDUCATIVOS  GAMES 
  11. 11. UMA QUESTÃO DE “COMPETÊNCIA” Segundo o Documento Básico do Enem, ‘Competências são (...) ações e operações que utilizamos para estabelecer relações com e entre objetos, situações, fenômenos e pessoas que desejamos conhecer.’ Assim, o professor deve ir além do ensino formal da língua e desenvolver no aluno competências imprescindíveis à sua formação integral, como a capacidade de expressar suas ideias, de trabalhar em grupo de forma cooperativa, de ser coautor de seu percurso de aprendizagem, etc
  12. 12. “Competência pode ser compreendida como a mobilização de saberes, a capacidade de recorrer ao que se sabe para realizar o que se deseja” (MACHADO, 2002) Desta forma, para alguém ser competente, precisa dominar conhecimentos e saber utilizá-los no momento apropriado. Nesse sentido, competência é, por exemplo, o saber fazer, saber conhecer, saber conviver. Quando o aluno começa a fazer algo produtivo com aquilo que aprendeu, está desenvolvendo uma competência.
  13. 13. PARA FAZER ALGO PRODUTIVO: Segundo pesquisa realizada por Claudino Piletti (Didática Geral; p. 156):  Aprendemos através dos 5 sentidos na seguinte proporção: 1% através do gosto 1,5% através do tato 3,5% através do olfato 11% através do ouvido 83% através da visão
  14. 14. E retemos: 10% do que lemos 20% do que escutamos 30% do que vemos 50% do que vemos e escutamos 70% do que ouvimos e logo discutimos 90% do que ouvimos e logo realizamos
  15. 15. CONCLUSÃO:  O SENTIDO QUE DEVE SER MAIS EXPLORADO PARA UM EFETIVO APRENDIZADO É A VISÃO.  A RETENÇÃO DA INFORMAÇÃO SE DÁ ATRAVÉS DA VISÃO, PORÉM O CONHECIMENTO DECORRENTE DE TAL INFORMAÇÃO SERÁ ASSIMILADO MAIS FACILMENTE SE FOR DISCUTIDO E REALIZADO (EXPERIMENTADO) DE ALGUMA FORMA.
  16. 16. RECURSOS EXEMPLIFICADOS NO CURSO PARA TAL PRÁTICA PEDAGÓGICA: ATIVIDADES DIFERENCIADAS QUE PERMITEM O APRENDIZADO ATRAVÉS DAS VÁRIAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS (proposta pelo Dr. Howard Gardner em 1983 em Harvard, a qual identificou sete tipos diferentes de inteligência).
  17. 17. O sistema escolar tem tradicionalmente enfatizado o desenvolvimento e aperfeiçoamento de determinadas inteligências em detrimento de outras. Assim, a Educação deve ser vista de uma maneira mais ampla, segundo a qual os professores utilizam metodologias, atividades e exercícios diversos que possam atingir positivamente todos os alunos com diferentes tipos de inteligências. atividades em ambientes diversos (do lado de fora da sala de aula), exercícios EXEMPLOS FORNECIDOS:
  18. 18. ATIVIDADES COM JOGOS (GAMES) Os jogos educacionais podem facilitar o processo de ensino-aprendizagem, pois trata-se de um recurso didático ou estratégia de ensino que serve como instrumento para a construção do conhecimento.
  19. 19.  Os jogos, quando aliados ao desenvolvimento das inteligências múltiplas, promovem a integração dos diferentes tipos de alunos em um mesmo contexto.  Como consequência, estes sentem-se mais valorizados e passam a vivenciar a aprendizagem de uma maneira mais significativa e personalizada.
  20. 20. ASSIM: O curso “O ensino de inglês nos dias atuais”, fornecido pela Diretoria de Ensino Centro de São Paulo e idealizado e produzido pela PCNP Liana Maura Antunes S. Barreto, no segundo semestre de 2013, nos conscientizou e atualizou sobre novas metodologias e visões de ensino de uma língua estrangeira. Nos abriu um leque de possiblidades para manipularmos o currículo escolar a fim de irmos além das formas tradicionais a que estávamos presos. Enfim, nos alertou para o atual papel do professor na educação dos dias de hoje.
  21. 21. AFINAL, „QUEM ENSINA APRENDE AO ENSINAR E QUEM APRENDE ENSINA AO APRENDER‟ (PAULO FREIRE)
  22. 22. Trabalho de conclusão de curso realizado por Maria Cristina Boccuzzi Rodrigues Professora titular da disciplina de Inglês da Escola Estadual Canuto do Val

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