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- Monarquia hereditária constitucional
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 fechamento da Assembléia
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 a falência do Banco do
Brasil, que refletia a
crise econômica e
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São Paulo (1831)
Ano da Abdicação de D.Pedro I
O Período Regencial
(1831-1840)
D. Pedro I abdicou.
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nestes casos um governo se...
ORGANIZAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA
A Regência Trina Provisória (abril a julho de 1831)
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•criadas as Assembléias Legislativas Provinciais
•o Conselho de Estado foi extinto
•Regência Trina transformou-se em Regên...
PARTIDOS POLÍTICOS
• Liberal Moderado (Chimangos): conservador,
escravocrata, monarquistas constitucional,
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Em 1834 morre D. Pedro I
A regência do Padre Diogo Feijó (1835-1837)
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seu auge, como a...
A Guarda Nacional
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Padre Diogo Feijó
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• A Guarda Nacional era
recrutada entre os cidadãos
com renda anual superior a
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REVOLTAS
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Todas as revoltas foram
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Rebeliões 
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Negros, vaqueiros e sertanejos 
também lutaram na Balaiada
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O GOLPE DA
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    1. 1.  Período em que a família real portuguesa instalou-se no Brasil. Causa: fuga das tropas napoleônicas. – Não adesão ao Bloqueio Continental. 1808: Abertura dos Portos. – Fim do Pacto Colonial. 1810: Tratados de comércio com a ING: – Tratado de Aliança e Amizade – proibição da Inquisição no Brasil e fim gradual do tráfico negreiro. – Tratado de Comércio e Navegação – Tarifas alfandegárias reduzidas para produtos ingleses; porto livre.
    2. 2. Realizações de D. João: – Permissão para a produção de manufaturas (revogação do Alvará de D. Maria I – 1763) frustrado pela concorrência inglesa. – Academia militar. – Banco do Brasil. – Imprensa Régia. – Biblioteca Real. – Escola de Medicina (Bahia e Rio de Janeiro). – Real Teatro de São João . – Jardim Botânico (Rio de Janeiro).
    3. 3. • RECONHECIMENTO EXTERNO (1823) EUA – DOUTRINA MONROE – “AMÉRICA PARA OS AMERICANOS” • OPUNHAM: – SANTA ALIANÇA (ABSOLUTISTA E COLONIALISTA) – JOVENS REPÚBLICAS DA AMÉRICA • 1825 – RECONHECIMENTO DE PORTUGAL (DOIS MILHÕES DE LIBRAS)
    4. 4. • PERÍODO DE TRANSIÇÃO • MARCADO POR GRAVE CRISE ECONÔMICA, FINANCEIRA, SOCIAL E POLÍTICA • A EFETIVA CONSOLIDAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA SÓ OCORREU COM A ABDICAÇÃO DE D.PEDRO I (1831)
    5. 5. • PROPRIETÁRIOS BRASILEIROS • INGLATERRA • • • • ESCRAVIDÃO LATIFÚNDIO MONOCULTURA EXPORTAÇÃO
    6. 6.  Redigido por Antonio Carlos de Andrada;  Limitava -----autoridade  Favorecia -------poder Legislativo Proibia ------os portugueses de Proibi ocuparem o cargo público  Estabelecia - o “Voto Censitário” Para ser eleitor: renda min.  150 alqueires de farinha de mandioca. Para ser deputado: renda min.  500 alqueires | V Constituição da Mandioca
    7. 7. D. Pedro X Constituintes (aristocracia rural)  D. Pedro ordena o cerco do prédio onde estavam os constituintes  Tropas invadem o recinto, dissolvem a Assembléia Constituinte, prendem deputados, entre eles os irmãos Andradas D. Pedro I APROXIMOU-SE DO PARTIDO PORTUGUÊS: ABSOLUTISTA E RECOLONIZADOR
    8. 8. PEDRO DE ALCÂNTARA FRANCISCO ANTÔNIO JOÃO CARLOS XAVIER DE PAULA MIGUEL RAFAEL JOAQUIM JOSÉ GONZAGA PASCOAL CIPRIANO SERAFIM DE BRAGANÇA E BOURBON Santos - 1826
    9. 9. Casa de Câmara e Cadeia. Santos. Ao fundo, Igreja de São Francisco de Paula da Santa Casa de Misericórdia
    10. 10. Rua Direita, Santos (Militão de Azevedo)
    11. 11. Benedito Calixto Panorama de Santos (1822)
    12. 12. D.Pedro impôs a primeira constituição brasileira, que estabelecia: - Monarquia hereditária constitucional - Poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador. - Voto Censitário - Legislativo: composto por senadores (800 mil réis) e deputados(400 mil réis por ano) - Conselho do Estado Na colônia ou no império, os escravos continuaram sendo “as mãos e os pés do senhor”.
    13. 13. A CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR • CLIMA REVOLUCIONÁRIO SEMELHANTE AO DE 1817 • IDÉIAS LIBERAIS • REPÚBLICA • FEDERALISMO • ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO • CIPRIANO BARATA E FREI CANECA • MERCENÁRIOS: COCHRANE E TAYLOR
    14. 14. Recife no período da Confederação do Equador
    15. 15. abdicação de D. Pedro I Os motivos foram:  fechamento da Assembléia Constituinte de 1823  a imposição da Constituição de 1824  a extrema violência utilizada contra os rebeldes da Confederação do Equador  as mortes e despesas causadas pela Guerra Cisplatina:  conflito entre o Brasil e Argentina pela posse da Colônia de Sacramento  República Oriental do Uruguai Renúncia de D. Pedro "Passa fora pé de chumbo Vai-te do nosso Brasil Que o Brasil é brasileiro Depois do 7 de Abril".
    16. 16.  a falência do Banco do Brasil, que refletia a crise econômica e financeira do Império  a sucessão monárquica após a morte de D. João VI  O assassinato de Libero Badaró No momento de sua morte, Líbero Badaró teria pronunciado uma frase que o tornou ícone do liberalismo: "Morre um liberal, mas não morre a liberdade."
    17. 17. São Paulo (1831) Ano da Abdicação de D.Pedro I
    18. 18. O Período Regencial (1831-1840) D. Pedro I abdicou. Na Constituição de 1824 estava previsto que nestes casos um governo seria eleito e comandaria o Estado até a maioridade do futuro imperador. Retrato de Dom Pedro de Alcântara,1830
    19. 19. ORGANIZAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA A Regência Trina Provisória (abril a julho de 1831) Logo após a abdicação de D. Pedro I, era eleita uma regência às pressas para ocupar o vazio de poder criado pela ausência do Imperador. A Regência Trina Permanente (1831 - 1834) •Os três Regentes que controlariam o Governo seriam escolhidos pela Assembléia Geral (Câmara e Senado). •Voto censitário restringia a participação política a 3% da população. A Regência Una (1835 - 1840) Determinada pelo Ato Adicional de 1834
    20. 20. •criadas as Assembléias Legislativas Provinciais •o Conselho de Estado foi extinto •Regência Trina transformou-se em Regência Una •Evidenciava as aspirações Progressistas. •Novo modelo de Estado: "experiência republicana".* •O Regente eleito possuiria mandato de quatro anos •A Assembléia Geral teria ampla autonomia pois não mais estaria subordinada ao Conselho de Estado. *As assembléias provinciais eram subordinadas aos presidentes das províncias que, por sua vez, eram nomeados pelo Governo central. Autonomia, portanto, só existia no papel.
    21. 21. PARTIDOS POLÍTICOS • Liberal Moderado (Chimangos): conservador, escravocrata, monarquistas constitucional, voto censitário (Diogo Antônio Feijó). • Liberal Exaltado (“Grupo Farroupilha” ou “Jurujubas”): profissionais liberais, comerciantes, partidários da industrialização, maçonaria, padres. Liberais, republicanos abolicionistas. • Restaurador (“caramuru”): comerciantes de origem portuguesa e burocratas, restauradores.
    22. 22. Os Partidos Políticos Em 1834 morre D. Pedro I
    23. 23. A regência do Padre Diogo Feijó (1835-1837) •Teve que enfrentar e conter as revoltas que momento atingiam seu auge, como a Cabanagem no Pará e a Farroupilha no Sul •Acusado de não conseguir deter o aumento das rebeliões •Em 1837 Feijó renuncia
    24. 24. A Guarda Nacional Ingovernabilidade dos regentes ×Criada em 1831 pelo então ministro da Justiça Padre Diogo Feijó ×Formada pelos filhos da aristocracia ligada aos moderados ×Reprimir revoltas ×setores do Exército ligados aos restauradores ×conter movimentos sociais ligados aos exaltados BATALHÃO DE FUZILEIROS
    25. 25. • A Guarda Nacional era recrutada entre os cidadãos com renda anual superior a 200 mil réis, nas grandes cidades, e 100 mil réis nas demais regiões. • Era vista por seus idealizadores como o instrumento apto para a garantia da segurança e da ordem, vale dizer, para a manutenção do espaço da liberdade entre os limites da tirania e da anarquia. • Tinha como finalidade defender a Constituição, a liberdade, a independência e a integridade do Império, mantendo a obediência às leis, conservando a ordem e a tranqüilidade pública.
    26. 26. A Regência de Araújo Lima (1837-1840) • Regente único •O período considerado "Regresso conservador“ •Correspondia aos anseios dos setores mais conservadores (Regressistas) •Acusavam o Ato Adicional de 1834 de ter incentivado a anarquia geral, por ter características descentralizadoras •Favoráveis a uma maior centralização políticoadministrativo •Manter a Unidade Nacional e acabar com as revoltas regenciais
    27. 27. REVOLTAS REGENCIAIS Todas as revoltas foram diferentes uma das outras Buscavam maior autonomia política para suas regiões Ampliação da participação da sociedade nas decisões governamentais. A repressão aos movimentos separatistas marcou um dos momentos de maior carnificina da história de nosso povo.
    28. 28. Rebeliões  Regenciais
    29. 29. .  Principais rebeliões do Período Regencial Nome Cabanagem Sabinada Balaiada Guerra dos Farrapos Província Data Líderes Causas Fatos principais liberais contra o presidente nomeado; situação de miséria dos cabanos. Domínio sobre Belém durante um ano e lutas no interior; morte de 40% da população da província. Pará 1833 1836 Malcher, Vinagre, Angelim Bahia 1837 1838 Dr. Sabino Álvares Insatisfação com as autoridades impostas pela Regência. Organização da República Bahiense 1838 1841 Manuel "Balaio", Raimundo Gomes, Cosme Insatisfação com o presidente nomeado e revolta de vaqueiros, fazedores de balaios e escravos fugidos. Conquista da Vila de Caxias; anistia. Rio 1835 Grande do 1845 Sul Bento Gonçalves, Giuseppe Garibaldi Altos impostos, exigência de mudanças políticas, exemplo das repúblicas platinas. República de Piratini; República Juliana, anistia. Maranhão
    30. 30. Negros, vaqueiros e sertanejos  também lutaram na Balaiada
    31. 31. • só um Imperador com grandes  O GOLPE DA poderes poderia acalmar o avanço da  MAIORIDADE anarquia e ao mesmo tempo manter a  tão ameaçada Unidade Nacional. • D. Pedro II tinha apenas quinze anos e  era, portanto, "menor" de idade.  • O golpe da maioridade agradava aos: – Regressistas que queriam de volta a Monarquia. – Progressistas, pois lhes interessava muito voltar ao poder . •  “Nada tão parecido com um conservador como um liberal no poder".   • O apoio ao golpe estava garantido. 

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