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  1. 1. CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOMARCO ANTONIO ALTAFIM MONTIAVALIAÇÃO DA POLUIÇÃO SONORA NO CENTROCOMERCIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO VICENTE – SÃO PAULOSão Paulo2013
  2. 2. CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOFACULDADES METROPOLITANAS UNIDASMARCO ANTONIO MONTEAVALIAÇÃO DA POLUIÇÃO SONORA NO CENTRO COMERCIAL DOMUNICÍPIO DE SÃO VICENTE – SÃO PAULOTrabalho de Conclusão deCurso Pós-GraduaçãoEngenharia do MeioAmbiente eSustentabilidade/FMU, soborientação da ProfessoraClaudia Bittencourt.São Paulo2013
  3. 3. CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOSUMÁRIO1. Introdução...............................................................................................................................22. Revisão Bibliográfica .............................................................................................................32.1A Cidade de São Vicente – SP...........................................................................................32.2 Classificações do Ruído....................................................................................................32.2.1 Ruído Ambiental ........................................................................................................32.2.2 Ruído Ocupacional.....................................................................................................42.3 Doenças Causadas pelo Ruído Demasiado.......................................................................42.4 Legislações Pertinentes ao Ruído Ambiental ...................................................................52.5 Metodologia para Análise do Ruído Ambiental ...............................................................83. Metodologia..........................................................................................................................103.1 Procedimentos das Medições..........................................................................................103.2 Equipamentos utilizados.................................................................................................113.3 Localização da Área de Estudo.......................................................................................125. Resultados.............................................................................................................................136. Referências ...........................................................................................................................25
  4. 4. CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOResumoA emissão de sons e ruídos em níveis que causam incômodos as pessoas e animais, assimprejudicando a saúde e as atividades humanas, no qual se enquadra no conceito de poluição.Esse conceito é legalmente aceito no Brasil, sendo considerado um dos problemas ambientaismais graves atualmente nos grandes centros urbanos e que incide de forma principal em suaqualidade de vida. Devido a esses fatores, o presente estudo tem como objetivo avaliar o nívelde poluição sonora no centro comercial do município de São Vicente, a fim de identificar,através de níveis equivalentes de pressão sonora medidas em locais específicos desse centro,possíveis níveis com discrepância abrupta. O trabalho é apoiado legalmente pela lei Municipalnº2361-A, que dispõe sobre ruídos urbanos, onde fica proibido a utilização de veículos, ouquaisquer fontes com emissão sonora de publicidade, divulgação entretenimento ecomunicação, independente dos níveis sonoros emitidos, determinando assim o quanto esteestá de fato afetando o conforto ambiental da população e a eficácia dessas medidas.Palavras-chave: Ruído. Poluição. São Vicente.
  5. 5. 2CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO1. IntroduçãoConforme Brevigliero, Possebon e Spinelli, ruído é definido como um fenômenofísico vibratório com características indefinidas de variação de pressão, ar, em função dafrequência, ou seja, para uma dada frequência podem existir, em forma aleatória através dotempo, variações de diferentes pressões.O ser humano está de forma contínua recebendo informações sonoras. Podem-seconsiderar todos os sons como ruídos, mas a sua classificação é subjetiva, destacando o fatode ser ou não desejável.Para Russo (1993), semelhante a um radar a audição estende-se a todas asdireções e grandes distâncias, informando-nos acerca da localização e a distância em que seencontra o indivíduo da fonte sonora, constituindo em um mecanismo de defesa e alerta,importante para a segurança virtual. Observa ainda que, dependendo do indivíduo, os sonspodem provocar as mais diversas reações físicas e emocionais, como: susto, riso, lágrimas,sensações de prazer e desprazer, participação e segurança, as quais são partilhadas com ossemelhantes, tendo como agente intermediário a linguagem falada, adquirida principalmentepela audição.Diariamente o ruído é introduzido no meio ambiente. São sons que provocamdesconforto mental/físico, que resultam de vibrações irregulares que podem afetar o equilíbriosonoro, repercutindo sobre o sistema auditivo e as funções orgânicas.Contudo, o presente trabalho procura objetivar a importância em controlar-se aexposição do ruído nos centros das grandes cidades, no caso desse trabalho São Vicente – SP.O estudo pretende evidenciar a presença demasiada de ruídos ambientais no centro da cidadeanteriormente citada e comprovar a problemática desse ruído ambiental exagerado.
  6. 6. 3CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO2. Revisão Bibliográfica2.1A Cidade de São Vicente – SPSão Vicente é um município da Microrregião de Santos, na Região Metropolitanada Baixada Santista, no estado de São Paulo, no Brasil. A sua população, em 2010, erade 332 424 habitantes. A sua área é de 148 km², o que resulta numa densidade demográfica de2.123,73 habitantes por quilômetro quadrado.Foi a primeira vila fundada pelos portugueses na América, em 1532. Nessemesmo ano, a 22 de agosto, ocorreu a primeira eleição da América, onde foram escolhidos osprimeiros oficiais da Câmara, atualmente equivalente ao cargo de vereador. Hoje, a cidade,situada na metade ocidental da Ilha de São Vicente, que compartilha com Santos, baseia a suaeconomia no comércio e turismo.2.2 Classificações do RuídoO ruído pode ser divido por origens, causas e muitas outras classes, sendo assim oassunto tem aspectos muito amplos. Por tais motivos classificaremos ruído, superficialmente,em dois ambientes, ruído ocupacional e ruído ambiental, sendo objeto deste trabalho o últimocitado.2.2.1 Ruído AmbientalOs ruídos Urbanos têm se tornado, nas ultimas décadas, em uma das formas depoluição que mais tem perturbado profissionais da área. Os valores registrados acusam níveisde desconforto tão altos que a poluição sonora passou a ser considerada a forma de poluiçãoque atinge o maior número de pessoas. Desde o congresso mundial sobre poluição sonora de1989, na Suécia, o assunto tornou-se questão de saúde pública. No entanto, a preocupaçãocom os ruídos ambientais já existia desde 1981 em que o Congresso Mundial de Acústica, naAustrália, as Cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro passaram a serem consideradas asmaiores do mundo em níveis de ruído.Em media as cidades brasileiras, onde a qualidade de vida é preservada, o ruído játem apresentado níveis preocupantes. Fazendo com que várias dessas cidades adquiram leisque disciplinem a emissão de sons urbanos e também um maior planejamento de ocupação doespaço urbano, a situação em que a ocupação já existente e os níveis de ruído eventualmente.
  7. 7. 4CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOAs ações de incentivo ao uso de áreas urbanas de acordo com sua vocação podem fazernecessária, por exemplo, desocupação residencial em áreas onde o nível de ruído já se tenhatornado inadequado e dificultado a instalação de atividades comerciais e industriais nas áreaspróprias para moradia.O bem-estar da poluição não deve ser tratado apenas com projetos de isolamentoacústico tecnicamente perfeitos, mas além disso, exige uma visão critica de todo o ambienteuma nova edificação. É necessária uma discussão a nível urbanístico.Um conceito importante a ser discutido refere-se a comunidade já existentesameaçadas por poluição sonora de novas obras públicas como aeroportos, e auto–estradas.2.2.2 Ruído OcupacionalA Perda Ocupacional ou Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR) é umdistúrbio auditivo que afeta muitos trabalhadores expostos a ambientes de trabalho ruidosos epessoas na sua vida diária e diante disso, nós, fonoaudiólogos preocupados com a prevenção,buscamos soluções para amenizar o indivíduo com PAIR.O indivíduo portador desta lesão irreversível e insidiosa, muitas vezes não percebede imediato quando sua comunicação é prejudicada. Contudo o seu portador adquire umasérie de incapacidades auditivas ou distúrbio auditivo (perda ou anormalidade de estrutura oufunção, podendo ser anatômico-fisiológica ou psicológica). Implica em dano, prejuízo, pioraou debilita a função auditiva, tanto no sentido orgânico como funcional (WHO-1980) ehandicap (pessoas cujas possibilidades de conservar suas atividades profissionais estãoreduzidas, após insuficiência e diminuição de sua capacidade auditiva) que podem interferirem sua vida profissional, familiar e social.Essas incapacidades (referem-se à restrição ou impedimento, resultante da perdaauditiva, na habilidade ou performance considerada normal para aquele indivíduoWHO,1980) auditivas podem também prejudicar o trabalhador em relação a sua segurança eascensão profissional, além dos riscos com acidentes de trabalho serem bem maiores.2.3 Doenças Causadas pelo Ruído DemasiadoEstudos realizados por Gerges (2000) demonstram que o primeiro efeitofisiológico com a exposição a altos níveis de ruído é a perda de audição nas frequências maisaltas (de 4kHz a 6 kHz), juntamente com a sensação de percepção do ruído após
  8. 8. 5CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOdistanciamento da fonte. O conhecido zumbido, que permanece por alguns minutos ou horasapós cessar o ruído intenso, tem efeito temporário. Após a percepção auditiva recuperadadepois de algum tempo, que varia de acordo com o período, a intensidade e a frequência doruído, o qual o indivíduo ficou em exposição, o tempo de recuperação sempre é maisprolongado do que o de instalação da fadiga auditiva, sendo a maior parte da perda auditivarecuperada em 2 ou 3 horas, mas a regeneração total leva até dezesseis horas, dependendo doestimulo recebido. Logo a exposição contínua ou diária a altos níveis de ruído segundo oautor supracitado, “pessoas expostas a altos níveis de ruído por um longo tempo, danificam ascélulas da cóclea” (2000, p. 46).Contínuas exposições a 85dB(A), são suficiente para causar danos irreversíveis àaudição. Porém, o ruído pode provocar efeitos adversos não somente no sistema auditivo.Suspeita-se que os efeitos não auditivos do ruído se manifestem na forma cardiovascular(hipertensão, variações da pressão sanguínea), provocando distúrbios respiratórios,perturbação e alterações na saúde física e mental, essa quantidade de efeito faz com que oruído seja considerado fator de estresse generalizado.Segundo SYLVIO (2011) os efeitos não auditivos do ruído podem serclassificados em fisiológicos e de desempenho. Os efeitos fisiológicos são temporários oupermanentes.Alguns efeitos fisiológicos temporários são:- sobressaltos causados por elevados níveis de ruído, provocando tensõesmusculares, com intenção ativar alguma forma de proteção;- reflexos respiratórios, quando o ritmo da respiração se altera em resposta aelevados níveis de ruído;-alterações no padrão dos batimentos cardíacos;-alterações daqueles mais próximos da superfície da pele.2.4 Legislações Pertinentes ao Ruído AmbientalSe tratando de problema social difuso, a poluição sonora deve ser combatida pelopoder público e pela sociedade, individualmente em ações judiciais, através de ação civilpública (lei 7.347/85), para garantia do direito ao sossego público, o qual está resguardadopelo artigo 225 da constituição federal.
  9. 9. 6CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOPara Meireles, H. I, 1981Embora seja certo que quem elege cidade grande para viver devesuportar o ônus que isso apresenta, todavia é dever do Poder Públicoamenizar o quanto possível a propagação de ruídos incômodos aoshabitantes, principalmente em horários de repouso. O rumor dasindústrias, a agitação do comercio se impõem aos cidadãos comoônus normais da vida urbana, em contraprestação das múltiplasvantagens que essa atividades proporcionam. Mas o ruído anormalexcessivo, insuportável, principalmente á noite, apresenta-se comoantijurídico.O artigo 30 da Constituição Federal relaciona as competências atribuídas aosMunicípios, entre as quais estão as de legislar assuntos de interesse local, prestar serviçospúblicos de interesse local e promover, no que couber, adequando ordenamento territorial,mediante planejamento e controle do uso, parcelamento e ocupação do solo.O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA, no uso dasatribuições que lhe foram conferidas pelo art. 1° da Lei 7.804 de 15/07/1989 e o inciso I, doparágrafo 2°, do Art. 8 do seu Regimento Interno, regulamentou a emissão de ruído, emdecorrência de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais, ou recreativas,considerando prejudiciais á saúde e ao sossego público os níveis superiores aos estabelecidosna Norma Brasileira – NBR-10.152 – Níveis de Ruído para Conforto Acústico, e aNBR10.151 – Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas, Visando o conforto da Comunidade –procedimento, que fixa as condições exigíveis para avaliação da aceitabilidade do ruído emcomunidades.Lei aprovada na Câmara Municipal, no dia 31 de março, com três emendas, a leinº 2361 impõe limites à poluição sonora no município. De acordo com a nova regra, éproibido perturbar o bem estar público e com ruídos ou sons excessivos de qualquer natureza,produzidos por qualquer forma, que ultrapassem os limites estabelecidos pela legislação.Na zona central, existe um perímetro (Mapa Uso e Ocupação de solo) onde ficaproibido qualquer tipo de utilização de veículos prestadores de serviços e qualquer fonte deemissão sonora de publicidade, divulgação, entretenimento e comunicação. Caixa de sominstalada nas calçadas em frente a estabelecimentos comerciais não é permitido. O perímetrotem início na confluência da Rua Tibiriçá com a Rua João Ramalho, segue por esta até a RuaIpiranga, deflete à esquerda por esta até encontrar a Rua 13 de Maio, deflete por esta àesquerda até encontrar a Rua XV de Novembro, segue por esta à direita até a confluência com
  10. 10. 7CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOa Rua José Bonifácio e segue por está até a confluência com a Rua Tibiriça, deflete por estaaté encontrar o início desta descrição. A área compreende ainda a Rua Martim Afonso, desdea Rua Padre Manoel até a Rua Benjamin Constant.FIGURA 1 - Mapa de uso e ocupação do solo da área em estudoFonte:Prefeitura Municipal de São Vicente/SPA lei ainda considera prejudicial à saúde e ao sossego público as emissões de sonse ruídos superiores aos limites de decibéis (unidade de medida de som) estabelecidos pelaAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).Um artigo da lei ainda estabelece que os ruídos não podem ultrapassar os 60dB(decibéis) das 7 às 20 horas (diurno), nas áreas de prioridade comercial e administrativa, que éo caso do Centro. A partir das 20h01 (noturno), o limite é de 35dB.Áreas de sítios e fazendas têm tolerância máxima de 40dB, no período diurno, e35dB no noturno.
  11. 11. 8CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSONo local estritamente residencial ou próximo a hospitais e escolas, o limite é de45 dB na parte da manhã e 35db à noite. Áreas mistas de predominância residencial, 45 dB dedia e 35dB na parte noturna; áreas mistas com vocação recreacional, 65dB (diurno) e 55dB(noturno); e áreas industriais, 70dB até às 20 horas e 60dB a partir das 20h01..Sons e ruídos produzidos por atividades de construção civil devem respeitar oslimites máximos estabelecidos pela lei, acrescidos de dez decibéis. Excetuam-se destasrestrições às obras e os serviços urgentes inadiáveis, decorrentes de casos fortuitos ou de forçamaior, acidentes graves ou perigo eminente à segurança e ao bem-estar da comunidade, bemcomo o restabelecimento de serviços públicos essenciais, tais como energia elétrica, gás,telefone, água, esgoto e sistema viário.Bares, casa noturnas, templos religiosos, comércios, indústrias, construções,atividades esportivas e recreativas que ultrapassarem os limites sonoros estabelecidos tambémpoderão ser punidas perante a lei.Desde o envio do projeto de lei à Câmara, a Secretaria de Meio Ambienteintensificou a fiscalização no combate à poluição sonora com a contratação de dois fiscais(atualmente são seis técnicos realizam vistorias) e a aquisição de mais dois aparelhos paramedir os decibéis emitidos pelas atividades geradores de poluição sonora.A própria Organização Mundial de Saúde alerta que o limite que o ouvidohumano suporta é de 65 dB. Acima de 85 dB, o som aumenta o desencadeamento deproblemas auditivos. O barulho constante impede o relaxamento, e à medida que aumentacrescem também os sintomas de estresse. O ruído em excesso pode gerar ainda problemascardíacos, infecções e outros problemas de saúde.2.5 Metodologia para Análise do Ruído AmbientalO ruído ambiental não é constante (MURGEL 2007), devendo-se avaliá-lo deforma a obter um valor que seja representativo do ruído característico do local, não sóindicando o valor médio, mas também parâmetros que permitam caracterizar as oscilaçõessonoras e respectivos impactos causados por este ruído. Sendo assim, são utilizados algunsparâmetros estatísticos para facilitar a interpretação dos valores medidos, os mais empregadossão:- nível equivalente contínuo (Leq);- níveis estatísticos L10 e L90.
  12. 12. 9CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOLeq constitui a integração do nível sonoro medido a cada fração de segundo,representando assim o ruído médio.Nível sonoro se fosse contínuo, equivaleria o ruído de fato medido, que sofregrandes oscilações, e em seu cálculo considera-se não só o nível sonoro mas também o tempode exposição que na verdade é o melhor parâmetro de indicação do grau de danos causadospor determinada fonte sonora.L10 é o nível sonoro que foi ultrapassado em 10% do tempo de medição, e podeser considerado com o ruído máximo no período, excluídos os picos sonoros que ocorremsomente em 10% do tempo.L90 é o nível sonoro que foi ultrapassado em 90% do tempo de medição,correspondendo, por definição, ao ruído de fundo, é assim chamado, pois ao cessarem asprincipais fontes sonoras, pois ao cessarem as principais fontes sonoras resta um único nívelsonoro o “de fundo” vindo de fontes dispersas e distintas.O Leq, por se tratar de ruído médio, é o mais versátil desses parâmetros, sendo porisso utilizado como parâmetro legal normativo. Já o L10 e o L90 auxiliam na avaliação pelaindicação do grau de incomodo do ruído medido, dando uma ideia aproximada. Em verdade,não apenas o valor médio determina o grau de incomodo de uma fonte de ruído, grandevariações nos níveis de ruído são altamente incomodadas, pois sons de alta intensidade,isolados são facilmente perceptíveis e perturbadores.Há também parâmetros, que podem ser medidos diretamente, os níveis máximosLmax e mínimo Lmin, que correspondem ao maior ou ao menor nível de pressão sonoradetectado durante um período de amostragem, no entanto se tratando de ruído ambiental,esses valores são pouco significativos, visto que é um pico sonoro de ocorrência esporádica.
  13. 13. 10CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO3. Metodologia3.1 Procedimentos das MediçõesAs aferições acústicas foram efetuadas de acordo com a NBR 10151, NBR 10152e conforme metodologia da CETESB, por meio de um medidor de nível sonoro(decibelímetro). Medidor de Nível de Pressão Sonora- (ou o sistema de medição) deve atender àsespecificações da IEC 60651 para tipo 0, tipo 1 ou tipo 2. Recomenda-se que o equipamentopossua recursos para medição de nível de pressão sonora equivalente ponderado em (LAeq),conforme a IEC 60804.As aferições acústicas foram realizadas de acordo com a NBR 10151, entendidoque as condições ideais de ruído de fundo e reverberação exigidas são variáveis em função daatividade realizada.Foram prevenidos os efeitos de ventos sobre o microfone com o uso de protetor,conforme instruções do fabricante.Os levantamentos de Níveis de Ruído (Lra) foram medidos externamente aoslimites das propriedades dos arredores (nas calçadas), em pontos afastados aproximadamente1,2m do piso e pelo menos 2m do limite da propriedade de quaisquer outras superfíciesrefletoras, como muros, paredes etc. Na impossibilidade de atender alguma destasrecomendações, a descrição da situação medida foi descrita no trabalho.Todos os valores medidos do nível de pressão sonora foram aproximados ao valorinteiro mais próximo. O tempo de medição foi escolhido de forma a permitir a caracterizaçãodo ruído em questão. As medições envolveram uma sequência de amostras.O medidor foi calibrado de acordo com as recomendações do fabricante, foramevitadas as medições de fontes de ruído alheias que poderiam interferir na medição. Por fim,foram realizadas 30 medições, registradas em resposta rápida (fast) a cada 10 segundos emintervalo cinco minutos em escala de ponderação “A”, e posteriormente calculado o nível depressão sonora equivalente, leq em dB(A) através da equação matemática (01)1, de acordocom NBR 10151:2000 anexo A e NORMA TÉCNICA L11.033 DE MARÇO/92 CETESB.= ∑=n1i0,1.Lieq 10fi.n1log10L(Equação 1)
  14. 14. 11CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOForam realizadas medições dos níveis de preção sonora em dois dias, 07/05/2013(terça-feira) no dia 08/05/2013 (quarta-feira) nos horários das 09h00, 12h00 e 18h00. Foramescolhidos esses horários por se tratar de momentos de maior movimento do comercio nasemana.3.2 Equipamentos utilizadosO equipamento utilizado para as medições de Nível de Pressão Sonora marcaICEL DL 4200, tipo 2, de fabricação nacional (figura 02), para coordenadas geográfica GPSGARMIM HCx ETREX.(figura 03)FIGURA 2 - Decibelímetro usado no estudoFonte: O autor.
  15. 15. 12CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOFIGURA 3 - GPS utilizado no estudoFonte: O autor.Os valores foram tomados em dia normal sem a existência de interferênciasaudíveis advindas de fenômenos da natureza como chuvas, trovões etc.O equipamento de medição foi devidamente calibrado em laboratóriocredenciado, conforme demonstra o Certificado de Calibração anexo ao presente neste artigo.Calibrou-se o aparelho ajustando-o de acordo com a interferência acústica de 94 dB (A) e de104 dB (A) e de 1 kHz de frequência.3.3 Localização da Área de EstudoOs pontos de coleta foram escolhidos dentro do perímetro central do município deSão Vicente, onde de acordo com a Lei N°2361-A, que dispõe sobre ruídos urbanos, proteçãodo bem-estar e do sossego público e define que ficam proibidos, nos logradouros públicos, autilização de veículos prestadores de serviço e quaisquer fontes com emissão sonora depublicidade, divulgação, entretenimento e comunicação, independente dos níveis sonorosemitidos.
  16. 16. 13CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO5. ResultadosTABELA 1 - NÍVEL DE CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO NCA PARA AMBIENTESEXTERNOS, EM DB (A) .Tipos de Áreas NBR Lei MunicipalDiurno Noturno Diurno NoturnoÁrea de sítio e fazendas 40 35 40 35Área estritamente residencial urbana ou dehospitais ou escolas50 45 45 35Área mista, predominante residencial. 55 50 45 35Área mista, com vocação comercial eadministrativa.60 55 60 35Área mista, com vocação recreacional 65 55 65 55Área predominante industrial 70 60 70 60Fonte: O autor
  17. 17. 14CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOFIGURA 4 - Pontos de amostragem do estudoFonte: Google Earth.Tabela 2 -Locais de MediçõesFonte: O autorPONTO DE AMOSTRAGEM 01 – Esquinada Rua Ipiranga e Rua Treze deMaio, (figura 4) área mista, com vocação comercial e administrativa, com intensamovimentação de pessoas e veículos, a Rua Ipiranga da acesso a linha Vermelha e AvenidaFrei Gaspar.P1 RuaIpiranga x Rua Treze de Maio Coordenadas S 23°58.004’/ W 46°23.141’P2 RuaIpiranga x Rua João Ramalho Coordenadas S 23°57.845’/ W 46°23.221’P3 PraçaBarão do Rio Branco Coordenadas S 23°57.980’/ W 46°22.949’
  18. 18. 15CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOFIGURA 5 - Esquinada Rua Ipiranga e Rua Treze de MaioFonte: O autor
  19. 19. 16CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOFIGURA 6 - Esquinada Rua Ipiranga e Rua Treze de MaioFonte: O autorPONTO DE AMOSTRAGEM 02 - Esquina da Rua Ipiranga com Rua JoãoRamalho (figura 6 e 7), Área estritamente urbana ou de hospitais ou escolas, intensamovimentação de pessoas e veículos.FIGURA 7- Esquina da Rua Ipiranga com Rua JoãoRamalhoFonte: O autor
  20. 20. 17CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO]FIGURA 8- Esquina da Rua Ipiranga com Rua JoãoRamalhoFonte: O autorPONTO DE AMOSTRAGEM 03 - Praça Barão do Rio Branco (figura 8, 9 e 10),Área mista, com vocação comercial e administrativa, com grande concentração de veículos ede pessoas em todos os quarteirões que rodeiam a praça possuem uma grande concentração delojas, em toda sua extensão existem bancos de praça, onde há muitos idosos que passam o diaconversando e que a frequentam normalmente.
  21. 21. 18CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOFIGURA 9-Praça Barão do Rio Branco no período noturnoFonte: O autor
  22. 22. 19CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOFIGURA 10-Praça Barão do Rio Branco no período noturnoFonte: O autor
  23. 23. 20CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOFIGURA 11-Praça Barão do Rio BrancoFonte: O autor
  24. 24. 21CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOTABELA 3 - Medições realizadas dia 07 de abril de 2013 com resultados em decibelsMedi-çõesPonto 1 Ponto 2 Ponto 39 AM 12 PM 6 PM 9 AM 12 PM 6 PM 9 AM 12 PM 6 PM1 67 63 67 72 64 68 67 67 632 71 67 67 67 65 59 65 67 643 67 61 70 62 67 54 63 62 674 66 59 67 62 66 56 70 60 645 70 62 82 63 69 60 70 59 676 59 74 65 71 67 66 64 64 767 55 69 60 66 67 70 64 57 718 69 72 63 64 61 68 61 62 719 59 70 66 68 68 63 63 64 7010 61 68 69 65 67 71 62 68 7111 69 68 72 59 61 65 71 62 7412 58 63 76 61 73 72 63 70 7113 55 62 69 66 61 66 62 63 6614 60 63 68 71 67 65 63 70 6915 61 62 76 69 67 66 60 67 7216 62 62 71 62 60 70 60 69 7117 57 68 65 64 61 71 59 61 6818 61 72 67 61 66 68 57 61 6619 72 63 65 68 62 74 63 66 7020 65 59 67 65 61 63 64 60 6821 64 63 73 66 61 60 61 64 6522 65 67 66 69 59 66 58 63 6723 54 65 72 70 59 70 71 67 7024 60 62 73 67 60 60 78 68 6925 61 56 73 70 62 64 66 70 6626 54 59 67 62 62 76 73 77 6727 58 69 66 63 67 70 64 71 6128 70 60 65 65 70 63 61 60 6929 65 59 70 69 67 65 63 59 6830 61 57 71 65 60 73 60 64 73Fonte: O autorAtravés do calculo da equação (01) e dos dados obtidos, foi calculado o nívelequivalente de pressão sonora Leq para nove medições efetuadas (tabelas 3 e 4).
  25. 25. 22CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOTABELA 4 - Medições realizadas dia 08 de abril de 2013 com resultados em decibelMedi-çõesPonto 1 Ponto 2 Ponto 39 AM 12 PM 6 PM 9 AM 12 PM 6 PM 9 AM 12 PM 6 PM1 60 62 63 63 65 63 64 65 632 55 61 76 67 68 67 63 68 643 58 68 69 62 63 62 66 63 674 55 66 73 66 66 60 65 66 645 55 70 67 63 63 59 61 63 676 65 75 75 70 66 68 65 70 767 60 70 74 65 63 62 65 65 718 60 67 66 66 70 64 75 66 719 63 62 67 64 65 68 70 67 7010 65 61 72 57 66 62 66 66 7111 73 63 66 62 67 70 65 67 7412 65 61 66 64 71 63 64 71 7113 63 67 62 68 66 70 65 66 6614 67 62 58 66 67 67 68 67 6915 64 69 69 70 72 69 68 72 7216 78 66 70 67 71 61 69 71 7117 69 62 61 69 65 66 63 65 6818 69 67 74 66 67 60 65 63 6619 62 63 67 61 63 64 67 68 7020 75 65 65 63 68 64 63 67 6821 72 76 73 67 67 67 64 66 6522 65 66 67 68 66 65 64 65 6723 63 73 65 70 67 69 62 63 7024 58 72 67 70 67 67 69 62 6925 61 59 72 77 66 68 64 64 6626 61 73 65 71 65 70 65 67 6727 66 72 63 69 65 70 70 67 6128 70 74 67 69 63 77 70 65 6929 63 68 66 55 57 71 76 70 6830 64 69 59 59 67 69 64 74 73Fonte: O autor
  26. 26. 23CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOTABELA 5 – Níveis equivalente de pressão sonora em dB(A) obtido em 07/05/2013.Medições Local/horário LAeq LAmin LAmáx LeiM1 P-1 /09hs 65 54 72M2 P-1/12hs 67 57 74M3 P-1/18hs 72 60 73M4 P-2 /09hs 67 59 72M5 P-2/12hs 66 59 73M6 P-2/18hs 69 54 76M7 P-3/09hs 68 57 78M8 P-3/12h 67 57 77M9 P-3/18hs 70 61 76Fonte: O autorTABELA 6 – Níveis equivalente de pressão sonora em dB(A) obtido em 08/05/2013Medições Local/horário LAeq LAmin LAmáxM1 P-1 /09hs 68 55 78M2 P-1/12hs 69 61 76M3 P-1/18hs 70 58 76M4 P-2 /09hs 68 55 77M5 P-2/12hs 67 57 72M6 P-2/18hs 68 59 77M7 P-3/09hs 68 61 76M8 P-3/12h 68 63 74M9 P-3/18hs 70 61 76Fonte: O autorDe acordo com a NBR10151, a área em estudo se é designada da seguintemaneira, P-1 e P3 área mista, com vocação comercial e administrativa, ou seja, NCA paraessa área é de 60 dB(A) durante o dia e 55 dB para o período noturno já o P2 áreaestritamente residencial urbana ou de hospitais ou de escolas sendo 50 dB período do dia e45dB noturno.
  27. 27. 24CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO5. ConclusãoA poluição sonora é fator de extrema relevância no dia-a-dia da população, poisinterfere diretamente, na saúde e no bem estar das pessoas que visitam o centro de SãoVicente. Não foi visualizado nenhum carro com algum tipo de propaganda sonora e quandohá lojistas que insistem neste tipo de propaganda são advertidos e se persistirem multados porfiscais da Secretaria de Meio Ambiente do Município.Observando os resultados obtidos, conclui-se que todos os locais analisadosapresentam níveis sonoros em desconformidade com a legislação, assim podendo sercaracterizados como locais insalubres, pois os níveis sonoros obtidos estão abruptamenteacima dos níveis exigidos legalmente. Este auto índice é resultado da grande movimentaçãode veículos no centro da cidade. As pessoas que transitam nestes locais centrais estão sujeitasa desenvolverem problemas de saúde em função da poluição sonora. Sendo o maior risco aostrabalhadores da região que estão expostos diariamente por longos períodos de tempo á essapoluição.Outro aspecto que deve ser levado em conta são os agentes causadores do ruído,os veículos, pois seu estado de conservação é de grande influencia na incidência do ruído,uma vez que veículos mais antigos causam uma maior emissão de ruídos. Uma fiscalizaçãomais rigorosa, ou talvez mudança na legislação, resolveria o problema.
  28. 28. 25CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMUDEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO6. ReferênciasInternetBRASIL. CONAMA. Resolução 008/93, de 31 de agosto de 1993. Disponível em:http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res90/res0190.html. Acesso em: 17/07/2012ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT Norma NBR 10151 –Avaliaçaõ do ruído em are habitadas visando o conforto da comunidade 1987.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT – Norma NBR 10142 –Niveis para conforto acústico (NB 95) – 1990.Livros e apostilasBISTAFA, SYLVIO R. – Acústica Aplicada ao Controle do Ruído. 2ºedição – São Paulo:EdtoraBlucher, 2011FERNANDES, J.C. –O Ruído Ambiental : Seus Efeitos e seu Controle” –Apostila do Departamento de Engenharia Mecânica da UNESP – Campus de Bauru, 1994.MURGEL, EDUARDO – Fundamentos de Acústica Ambiental. São PauloENNIO CRUZ DA COSTA – Acústica Técnica. São Paulo Editora Blucher, 20032ª segundareimpressão - 2011POSSEBON, José et al. Higiene Ocupacional. 6. ed. rev. São Paulo: SENAC, 2012.RUSSO, I. C. P. Acústica e psicoacústica: aplicadas à fonoaudiologia. São Paulo: Lovise,1993, p. 178.World Health Organization. Noise. Environmental. health Criteria 12. Geneva, 1980

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