PROPOSTA PARA DICIONÁRIO BILÍNGUE
PORTUGUÊS – INGLÊS DE
LINGUÍSTICA HISTÓRICA
Márcio Issamu Yamamoto
Orientador: Guilherme...
Objetivos
1. Apresentar dicionário bilíngue em contraste – de LH -
VoTec http://pos.voteconline.com.br/
2. Aspectos teóric...
Árvore de domínio
07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e
Cultura-São João del Rei - MG - Brasil
3
Árvore de d...
Aspectos teóricos e metodológicos
 Teoria Comunicativa da Terminologia (TCT), de Maria Teresa Cabré -
valoriza os aspecto...
VoTec
07/11/2013
4º Congresso Nacional de Letras, Artes e
Cultura-São João del Rei - MG - Brasil
5
Filologia - Faraco, Basseto e Iordan
Basseto (2001) - filologar (séc. V a.C.) + filólogo
(oralidade -> escrita = sábio) ->...
• a área da ciência que busca estudar,
analisar, e explicar os textos a partir de
seu contexto linguístico, histórico,
pol...
LH – Faraco e Mattos e Silva
Faraco (2005) a LH tem como objeto de estudo as
mudanças que ocorrem numa língua numa
perspec...
1. LH lato sensu: trabalha com “dados datados e
localizados [...] tal como os estudos descritivos,
sobretudo do estrutural...
Conclusão
Filologia & LH: áreas de conhecimento que
estudam línguas humanas, porém com objetos
de estudo diferentes. A Fil...
Referências Bibliográficas
BASSETO, Bruno Fregni. Elementos de filologia românica: história externa das
línguas. São Paulo...
Obrigado pela atenção!
issamu2008@yahoo.fr
07/11/2013
4º Congresso Nacional de Letras, Artes e
Cultura-São João del Rei - ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

PROPOSTA PARA DICIONÁRIO BILÍNGUE PORTUGUÊS – INGLÊS DE LINGUÍSTICA HISTÓRICA

241 visualizações

Publicada em

O objetivo deste trabalho é apresentar os passos tomados no projeto em andamento Linguística Histórica e Linguística de Corpus – uma proposta para dicionário bilíngue português-inglês. Esse trabalho embasa-se metodologicamente na Linguística de Corpus e teoricamente insere-se na Teoria Comunicativa da Terminologia de Cabré. O corpus é bilíngue e de cunho científico na área de Linguística Histórica, de aproximadamente um milhão de palavras. Como essa área beneficia-se de outras anteriores à ela, nesse artigo objetiva-se expor os princípios taxonômicos que regem a construção da árvore de domínio, de acordo com Fromm (2007),e a diferenciação conceitual entre Linguística Histórica e Filologia segundo especialistas como Basseto (2001) e Faraco (2005). Será analisada e comparada a forma como os dois autores abordam e apresentam a área de Filologia e de Linguística Histórica. Por fim, proporemos uma possível definição que abarque os conceitos propostos pelos dois autores, enriquecida pela contribuição de Mattos e Silva (2008).

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
241
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

PROPOSTA PARA DICIONÁRIO BILÍNGUE PORTUGUÊS – INGLÊS DE LINGUÍSTICA HISTÓRICA

  1. 1. PROPOSTA PARA DICIONÁRIO BILÍNGUE PORTUGUÊS – INGLÊS DE LINGUÍSTICA HISTÓRICA Márcio Issamu Yamamoto Orientador: Guilherme Fromm
  2. 2. Objetivos 1. Apresentar dicionário bilíngue em contraste – de LH - VoTec http://pos.voteconline.com.br/ 2. Aspectos teóricos e metodológicos Corpora e WST 1. Diferenciação de subáreas: Filologia, Linguística Histórica - Iordan (1982), Basseto (2001), Faraco (2005) e Mattos e Silva (2008) 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura - São João del Rei - MG - Brasil 2
  3. 3. Árvore de domínio 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 3 Árvore de domínio da Linguística segundo Fromm (2013) – em construção Áreas contempladas para o dicionário
  4. 4. Aspectos teóricos e metodológicos  Teoria Comunicativa da Terminologia (TCT), de Maria Teresa Cabré - valoriza os aspectos comunicativos da terminologia e concebe os termos como parte da linguagem natural e da gramática das línguas.  Linguística de Corpus Corpora de 1 mi. de palavras (artigos científicos, dissertações, teses ou livros) 536.330 português, 33 textos x 521.794 inglês, 8 textos  WordSmith Tools (1996) - lista de palavras, palavras-chave e concordanciador  VoTec – “VoTec é uma ferramenta que se vale de corpora técnicos para a construção de seus verbetes e de um banco de dados (ambos exaustivamente descritos) para o seu funcionamento”. (FROMM, 2007, pg. 8). Criação de 100 verbetes – bilíngues – em contraste. Público-alvo: graduandos de Letras, Tradução e áreas afins; tradutores, professores entre outros. 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 4
  5. 5. VoTec 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 5
  6. 6. Filologia - Faraco, Basseto e Iordan Basseto (2001) - filologar (séc. V a.C.) + filólogo (oralidade -> escrita = sábio) -> Filologia (séc.3 a.C) Bopp - filólogo, enquanto Faraco (2005) parte dos intelectuais alemães da época. Obra de Saussure - Basseto a concepção de linguista e filólogo era indissociável. Faraco (2005) -> neogramáticos = linguistas Basseto -> neogramático = estudiosos da linguagem 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 6 Iordan (1962) – Gustav Gröber – Filologia => as ciências da língua e da literatura. Bopp e Ascoli: filólogos, romanistas, linguistas (p.32). Linguistas x gramáticos (p. 363; linguística românica).
  7. 7. • a área da ciência que busca estudar, analisar, e explicar os textos a partir de seu contexto linguístico, histórico, político, e social de produção, e os explica num dado momento da história humana, numa perspectiva sincrônica (língua e literatura). 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 7 Filologia - Faraco, Basseto e Iordan
  8. 8. LH – Faraco e Mattos e Silva Faraco (2005) a LH tem como objeto de estudo as mudanças que ocorrem numa língua numa perspectiva diacrônica, que se vale de um método comparativo-histórico. Mattos e Silva (2008) - um campo da linguística que busca “interpretar mudanças – fônicas, mórficas, sintáticas e semântico-lexicais – ao longo do tempo histórico, em que uma língua [...] é utilizada por seus utentes em determinável espaço geográfico [...]” (p.8). 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 8
  9. 9. 1. LH lato sensu: trabalha com “dados datados e localizados [...] tal como os estudos descritivos, sobretudo do estruturalismo americano, que teve seguidores no Brasil, além de incluir as “teorias do texto, do discurso e da conversação” baseados em corpora. (MATTOS E SILVA, p.9) 2. LH stricto sensu : estuda as mudanças nas línguas no tempo, à medida que são usadas. Duas orientações: (i) a LH sócio-histórica - que leva em consideração fatores intra e extralinguísticos - como em Labov, e em S. Romaine; e (ii) a diacrônica associal, que vale-se somente de fatores intralinguísticos, presente nos estruturalistas diacrônicos, exemplificada por A. Martinet, e nos gerativistas diacrônicos como em D. Lightfoot. 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 9 LH –Mattos e Silva
  10. 10. Conclusão Filologia & LH: áreas de conhecimento que estudam línguas humanas, porém com objetos de estudo diferentes. A Filologia tem caráter mais abrangente no estudo de textos e língua e serve como provedora de corpus de estudo para a LH. A LH como disciplina aborda um aspecto linguístico analítico mais pontual nas línguas, que são as mudanças linguísticas. 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 10
  11. 11. Referências Bibliográficas BASSETO, Bruno Fregni. Elementos de filologia românica: história externa das línguas. São Paulo: EDUSP, 2001, p.17-42. FARACO, Carlos Alberto. Linguística Histórica: uma introdução ao estudo da história das línguas. São Paulo: Parábola editorial, 2005. FROMM, Guilherme. VoTec: a construção de vocabulários eletrônicos para aprendizes de tradução. 2007. 210 f. Tese (Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007. Disponível em:< http://www.ileel.ufu.br/guifromm/upload/tese.pdf >. Acesso em: 15 set. 2013. IORDAN, Iorgu. Introdução à Linguística Românica. Trad. De Júlia D. Ferreira. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1982. MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Caminhos da linguística histórica – “ouvir o inaudível”. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 11
  12. 12. Obrigado pela atenção! issamu2008@yahoo.fr 07/11/2013 4º Congresso Nacional de Letras, Artes e Cultura-São João del Rei - MG - Brasil 12

×