CUIDAR DE IDOSOS EM ILPIs - TERAPIA OCUPACIONAL

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SEGUNDA JORNADA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LAGG UFJF

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CUIDAR DE IDOSOS EM ILPIs - TERAPIA OCUPACIONAL

  1. 1. Cuidar de Idosos em Instituições de Longa Permanência Renata Costa da Silva Terapeuta Ocupacional
  2. 2. Envelhecimento <ul><li>1940 - 4,1% da população </li></ul><ul><li>2000 - 8,6% da população </li></ul><ul><li>2020 - 30,9 milhões </li></ul><ul><li>Fonte:2008 </li></ul>
  3. 3. Envelhecimento X Heterogeneidade <ul><li>A heterogeneidade causa implicações: socioeconômicas </li></ul><ul><li>arranjos familiares </li></ul><ul><li>assistência à saúde </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Crescente participação da mulher na força de trabalho; </li></ul><ul><li>Diminuição das famílias; </li></ul><ul><li>Transformação do núcleo familiar </li></ul><ul><li>Surgimento de instituições </li></ul><ul><li>Justificam a transferência do cuidado das famílias para as instituições </li></ul>
  5. 5. <ul><li>24.964 intitucionalizados </li></ul><ul><li>Segundo a Gerência de Atenção a Pessoa Idosa/Ministério de Desenvolvimento Social </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Segundo a política nacional para os idosos as Modalidades institucionais tem a função de proporcionar cuidados/assistência, segundo o grau de independência/dependência e de ser um lugar para o idoso viver. </li></ul>
  7. 7. O Papel do Terapeuta Ocupacional <ul><li>“ A Terapia Ocupacional enfoca a relação dos indivíduos com as ocupações , aplicando seus conhecimentos para auxiliar as pessoas a assumir papéis que dão suporte à participação na vida e à saúde. O Terapeuta Ocupacional enfatiza a capacidade de os clientes se envolverem em ocupações que permitam uma participação desejada ou necessária em diferentes contextos, seja em casa, no trabalho, no lazer e em outras esferas da comunidade” (AOTA, 2002) </li></ul>
  8. 8. <ul><li>No atendimento a pessoas idosas, a saúde, a independência, a segurança e a integração social ocupam lugar de destaque, uma vez que sofrem alterações importantes durante o processo de envelhecimento. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>A terapia Ocupacional objetiva conservar, restaurar e melhorar a capacidade funcional, mantendo o idoso ativo e independente o maior tempo possível. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>AVD </li></ul><ul><li>AIVD </li></ul><ul><li>Lazer </li></ul><ul><li>Atividades produtivas </li></ul>
  11. 11. Avaliação <ul><li>Entrevista inicial </li></ul><ul><li>Dados sociodemográficos </li></ul><ul><li>História de vida </li></ul><ul><li>Histórico ocupacional </li></ul><ul><li>Queixa principal </li></ul>
  12. 12. Avaliação Funcional <ul><li>Avaliar a capacidade do idoso em desenvolver as AVD, AIVD, lazer, atividades produtivas; </li></ul><ul><li>Avaliar as funções mentais, cognitivas, motoras e sensoriais. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Observação </li></ul><ul><li>Aplicação de instrumentos padronizados: </li></ul><ul><li>Índice de Katz </li></ul><ul><li>Escala de Atividades Instrumentais de Vida Diária </li></ul><ul><li>Entrevista para avaliar o lazer. </li></ul>
  14. 14. Índice de Katz <ul><li>Alimentar-se </li></ul><ul><li>Ter continência </li></ul><ul><li>Transferir-se </li></ul><ul><li>Usar o banheiro </li></ul><ul><li>Vestir-se </li></ul><ul><li>Banhar-se </li></ul>
  15. 15. Avaliação Ambiental <ul><li>Consideremos os seguintes fatores: </li></ul><ul><li>Privacidade </li></ul><ul><li>Interação social </li></ul><ul><li>Oportunidade de escolha </li></ul><ul><li>Autonomia </li></ul><ul><li>Estimulação </li></ul><ul><li>Personalização </li></ul><ul><li>Segurança </li></ul><ul><li>Funcionalidade </li></ul>
  16. 16. Intervenção <ul><li>Função do Terapeuta Ocupacional desenvolver intervenções individuais, socioculturais de caráter grupal e no ambiente institucional. </li></ul>
  17. 17. Individuais <ul><li>Foco em idoso frágeis, muitas vezes graves, idosos com distúrbios cognitivos moderado/severo, com depressão grave, com distúrbio de comportamento, com limitação motora. </li></ul>
  18. 18. Grupais <ul><li>Intervenção sociocultural </li></ul>
  19. 19. Ambiente <ul><li>As adaptações devem priorizar a funcionalidade, segurança, privacidade e a identificação do idoso com o ambiente buscando responder às suas diversas necessidades e propiciar bem-estar, autonomia e interação social. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>O Terapeuta Ocupacional por meio dos processos de avaliação e intervenção , visa manter e/ou melhorar a capacidade funcional do idoso que vive em instituição de longa permanência, conservando-o ativo , independente e com qualidade de vida o maior tempo possível. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Um dos grandes desafios da prática do Terapeuta Ocupacional nessas instituições, que geralmente abrigam grande número de idosos com trajetória de vida distinta,é respeitar o percurso vivido por cada idoso e propor atividades significativas com base em seu histórico ocupacional. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Intervenções da Terapia Ocupacional Adriana França Drummond, Márcia Bastos Rezende, (org) </li></ul><ul><li>Belo Horizonte: Editora UFMG,2008 </li></ul>
  23. 23. <ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>Clínica Interação </li></ul><ul><li>Rua Moraes e Castro, 813 </li></ul><ul><li>São Mateus </li></ul><ul><li>Tel:3241-2554 </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Obrigada!! </li></ul>

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