Extensão para aplicar modelo à rede do df

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apresentação de disciplina de extensão em parceria entre o Grupo de Pesquisa em Competência em Informação, da UnB, e a Fiocruz Brasília. Resumo da proposta do modelo de ação de comunicação e de informação para redes sociais em ambientes digitais e organização da disciplina.

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Extensão para aplicar modelo à rede do df

  1. 1. Modelo de Ação comunicativa e de informação para redes sociais em ambientes digitais Projeto de Extensão Márcia Marques doutoranda PPGCInf- UnB orientadora dra. Elmira Simeão outubro 2013/abril 2014
  2. 2. Financiamento público • Doutoranda PPGCInf • FaC/UnB: licença remunerada de dois anos • Fiocruz Brasília: Sanduíche na UCM, em Madrid, direção dra. Aurora Cuevas Cerveró. • DEX: bolsas e recursos para pagar pessoal administrativo neste projeto
  3. 3. Ação de comunicação e de informação inclusiva e para a cidadania • Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos: Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras. • Lei de Acesso à Informação
  4. 4. O modelo • Articulação transdisciplinar de saberes de diferentes campos do conhecimento para a promoção do entendimento nas relações de comunicação e no enfrentamento da informação nas redes sociais em ambientes digitais. • Comunicação, Ciência da Informação e TICs orientam, e instrumentalizam, a produção coletiva e colaborativa de um plano de ação comunicativa e de informação para redes sociais num mundo multimodal
  5. 5. O modelo • Diálogo permanente entre comunicação, informação e tecnologia • Informação como coisa (que se organiza, se busca, se transmite, se entende, se desentende) • Comunicação como relações que podem ser analisadas e medidas
  6. 6. Ciência da Informação • Multialfabetizações para um mundo multimodal, numa relação de comunicação extensiva, caracterizada pela animaverbivocovisualidade (AV.3); • Conceitos de multialfabetização relacionam-se com Paulo Freire, Edgar Morin: autonomia no aprender a aprender para o século XXI
  7. 7. Ciência da Informação • conceitos de informação • organização e arquitetura de acervamento da criação coletiva: proposta de organização e produção na perspectiva da multivocalidade • a visualidade multimodal (AV.3) da documentação • Estudo de Usuários
  8. 8. Comunicação • a construção narrativa do jornalismo • a organização integrada da comunicação • arquitetura/engenharia da comunicação em rede • a multivisualidade (AV.3) estética da comunicação • o modelo funcionalista para ações comunicativas
  9. 9. Comunicação • O papel da comunicação para promover o entendimento (organizacional, jornalística, pública etc.) num mundo multimodal relacionando teias superpostas de redes sociais • Modelo de ação comunicativa (para o entendimento e para o sucesso) vem de Habermas. A partir dele, Wolton, com informar não é comunicar.
  10. 10. Computação – TICs • Construção de ambientes, pesquisa de ambientes multimodais para comunicação e enfrentamento da informação, especialmente no armazenamento • estruturação de engenharias e arquiteturas de comunicação e de informação • Análise de Redes Sociais (ARS) – análise da rede em movimento
  11. 11. elementos de plano de ação • Analisar a rede a partir das informações obtidas com Estudo de Usuários, Análise de Redes Sociais, e das multivocalidades que surgirão nas duas pesquisas e análises de documentos produzidos pelo grupo. • Sempre garantida a proteção do indivíduo
  12. 12. Diagnóstico – Estudo de Usuários • instrumental: quais destrezas e habilidades em TICs; • cognitiva: como se dão usos, quais as competências em informação; • sócio comunicacional: como se comunicam, quais os fluxos de informação • axiológica (o objetivo): quais as atitudes em rede (ética, informação/comunicação)
  13. 13. Diagnóstico – Análise de Redes Sociais • Quem são as pessoas e como se comunicam na rede, os comportamentos individual e do grupo em relação a temas/informações na rede • Analisar as relações entre as redes da rede DF, a intersecção, as confluências, os vazios, os intermediadores • observação da comunicação
  14. 14. Multivocalidade: a construção coletiva • Analisar os temas que envolvem os grupos e buscar respostas (por meio da multivocalidade) que componham o panorama polifônico das redes: • o que une as pessoas na rede? • qual o interesse comum? • o que podem fazer juntos? • o que cada um quer/pode fazer?
  15. 15. Ação pela tecnologia • usos para comunicar e para enfrentar a informação: • quais plataformas? quais facilidades? quais dificuldades? quais desconhecimentos? (acessar, dialogar, distribuir)
  16. 16. Ação pela informação • aprender a aprender para enfrentar a informação • multialfabetizações para um mundo multimodal • o modelo de alfabetização inclui a comunicação, a relação com o outro como competência necessária para promover o entendimento (não apenas para compreender como meios e provedores lidam com a informação)
  17. 17. Ação pela comunicação • construção coletiva da rede, para promover a compreensão entre o eu e o outro • criar um plano de comunicação integrada, para promover o entendimento em torno dos temas, definir regras de convivência coletivas, facilitar a troca de informação, a produção coletiva, colaborativa, ética e democrática de conhecimento – com seus acordos e desacordos.
  18. 18. Ação pela comunicação • Organização das arquiteturas voltadas à promoção do entendimento e à oferta de serviços que orientem e facilitem a busca, acesso, uso da informação com ética e visão de pertencimento planetário; • produção (a partir da prática e teoria do jornalismo) de informações que auxiliem o entendimento das informações especializadas, de notícias de interesse da rede; • organização plástica e gráfica da informação, com objetivo de orientar e organizar a comunicação, em todas as plataformas utilizadas pela rede
  19. 19. A extensão • estudantes de graduação e pós das três áreas; • profissionais e professores das áreas; • parceiros fiocruz • pessoas das redes (que estão na rede do face)
  20. 20. A extensão • encontros presenciais, à distância, com documentos, trabalhos em grupo, informações abertas para as redes participantes • tratar do ponto de vista teórico: informação, comunicação, tics, multialfabetizações, redes sociais; ação comunicativa e de informação • período – da segunda quinzena de outubro a novembro (encontros semanais presenciais). Dezembro, apresentação resultados em Encontro Brasil/Espanha do grupo de Competência em Informaçnao
  21. 21. A extensão - plano geral • da segunda quinzena de outubro a novembro: • encontros semanais presenciais, com orientação teórica • trabalhos em grupo: • aplicação de pesquisas e análise dos dados diagnosticados • elaboração de proposta de plano de ação comunicativa e de informação para redes
  22. 22. A extensão – plano geral • Dezembro, apresentação de resultados no II Seminário Brasil/Espanha, organizado pelo grupo de Competência em Informação • janeiro a março, encontros virtuais e orientação na produção dos capítulos de livro eletrônico • primeiras aplicações do plano elaborado a partir do modelo

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