Drez Dor Neuropatica Mielopatica Lesao Medular

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Drez Dor Neuropatica Mielopatica Lesao Medular

  1. 1. “ Lesão do trato de Lissauer e do corno posterior da medula espinhal para tratamento de dor mielopática .” Marcelo B. Tournier
  2. 2. <ul><li>Incidência (EUA) 40 por 1.000.000 habitantes </li></ul><ul><li>11.000 novos casos por ano (trauma) </li></ul><ul><li>Etiologia principal – Acidentes automobilísticos </li></ul><ul><li>Brasil: Estatística da AACD: </li></ul><ul><ul><li>80% M, 85% Trauma (FPAF 45%, Ac Auto 30%, Quedas 13%, Mergulho 2%) </li></ul></ul>Introdução - Lesão Medular Jackson A et al. Arch Phys Med Rehabil 2004
  3. 3. <ul><li>Dor crônica na Lesão Medular (LM) – Grande problema </li></ul><ul><li>Prevalente em 65 a 79% </li></ul><ul><li>Incapacitante em 12 a 30% </li></ul><ul><li>Manejo difícil </li></ul><ul><li>Impacto negativo na qualidade de vida </li></ul><ul><li>Estudos inconclusivos para populações mais vulneráveis à dor </li></ul>Dor Mielopática Sidall P J, Middleton J W Spinal Cord 2006
  4. 4. <ul><li>Poucos trabalhos avaliam resposta de tratamento na LM </li></ul><ul><li>Inicialmente - Abordagem clínica e reabilitacional </li></ul><ul><li>Casos refratários – Procedimentos invasivos: </li></ul><ul><ul><li>Neuromoduladores: </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Bombas intratecais (Morfina) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Estimulação elétrica medular </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Neuroablativos: </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Lesão do trato de Lissauer e do corno posterior da medula espinhal (LTLCPME) </li></ul></ul></ul></ul>Dor Mielopática – Tratamento Rogano L, Teixeira MJ, Lepski G . Stereotact Funct Neurosurg . 2003
  5. 5. <ul><li>DREZ </li></ul><ul><li>Lesão por radiofreqüência no CPME </li></ul><ul><li>Lesão seletiva no foco algiogênico sensibilizado da medula </li></ul><ul><li>Procedimento de escolha em casos de dor paroxística em choque, associada a hiperpatia e alodínea </li></ul>Lesão do Trato de Lissauer e do Corno Posterior da Medula Espinhal Teixeira M J. Tese (Doutor), São Paulo, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, 1990.
  6. 7. <ul><li>Bons resultados na literatura quando bem indicada </li></ul><ul><li>Complicações com grande impacto funcional: </li></ul><ul><ul><ul><li>Piora do nível sensitivo/motor </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alterações esfincterianas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Disfunção sexual </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Hematomas epidurais/subcutâneos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Infecção </li></ul></ul></ul><ul><li>Importância da indicação precisa do procedimento </li></ul><ul><li>Conhecimento dos pacientes submetidos à LTLCPME </li></ul>Lesão do Trato de Lissauer e do Corno Posterior da Medula Espinhal Sindou M, Mertens P, Wael M. Pain . 2001
  7. 8. <ul><li>Idade média na época da LM: </li></ul><ul><ul><li>Na literatura = 24,9 a 31,8 anos </li></ul></ul><ul><li>Predomínio do sexo masculino: </li></ul><ul><ul><li>Predomínio da dor em homens – Mais LM em homens (mais expostos) </li></ul></ul><ul><li>Baixo nível sócio-econômico-cultural </li></ul><ul><ul><li>Não há dados disponíveis na literatura </li></ul></ul>Discussão Werhagen L, Budh C, Hutling C, et al. Spinal Cord 2004
  8. 9. <ul><li>Etiologia traumática </li></ul><ul><li>FPAF: </li></ul><ul><ul><li>Na literatura – Acidente automobilístico quatro vezes mais freqüente que FPAF </li></ul></ul><ul><ul><li>A partir de 1990, no mundo – Tendência a mudança quanto à etiologia principal (aumento dos casos de FPAF) </li></ul></ul><ul><ul><li>Reflexo da violência afetando jovens em idade produtiva </li></ul></ul><ul><li>Início da dor </li></ul><ul><ul><li>Na literatura – em média 6 meses </li></ul></ul>Discussão Ares M. J. J, Casalis M. E. P. Diagnóstico e tratamento da lesão da medula espinhal. 2001
  9. 10. <ul><li>Antes de iniciar o tratamento </li></ul><ul><li>Fenômenos sensitivos não dolorosos </li></ul><ul><li>Na literatura – pacientes que se mais se beneficiaram: </li></ul><ul><ul><li>Dor segmentar </li></ul></ul><ul><ul><li>Fenômenos de sensibilização central (alodínea) </li></ul></ul>Discussão – Avaliação do paciente com dor mielopática
  10. 11. <ul><li>Tratamento clínico e reabilitacional </li></ul><ul><li>Drogas moduladoras da dor: </li></ul><ul><ul><li>Uso solitário é ineficaz </li></ul></ul><ul><li>Melhoras funcionais costumam melhorar a dor </li></ul><ul><li>Melhora da dor com mobilização do segmento e com estabilidade clínica </li></ul>Discussão – Tratamento do paciente com dor mielopática
  11. 12. <ul><li>Não há trabalhos na literatura abordando o impacto do tratamento reabilitacional na dor mielopática </li></ul>Discussão – Tratamento do paciente com dor mielopática
  12. 13. <ul><li>Todos os procedimentos indicados conjuntamente com a equipe </li></ul><ul><li>Conhecimentos do potencial funcional do paciente são determinantes para um bom resultado pós-cirúrgico </li></ul>Discussão – Tratamento do paciente com dor mielopática

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