E. h. bancroft teologia elementar doutrinária e conservadora

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E. h. bancroft teologia elementar doutrinária e conservadora

  1. 1. T ê OLOGIA GLGMGNTAR DOUTRINARIA E CONSERVADORA E.H. BANCROFT, D. D
  2. 2. T eolo gia E le m e n ta r Muitos líderes evangélicos receberão jubilosos este volume teológico saído da pena do Dr. Emery H. Bancroft. Ainda que este nove volume seja um compcndio elementar, é valioso e importante. E realmente lamentável que nossos dias não estejam produzindo grandes teólogos. Há negligência nesse significativo campo. A negligência talvez seja devida parcialmente ao fato que especializar-se no terreno da teologia, exige submissão a uma disciplina mental que não oferece atrativo algum em nossa época de excentricidades e delibilidades intelectuais. Para que se perceba a necessidade de um reavivamento na teologia é bastante que se leia as obras teológicas de outras épocas e em seguida se leia alguns dos modernos livros religiosos. Alguns de nossos ensaístas populares, que estão pregando e escrevendo o que consideram sermões, bem poderiam dar atenção à obra elementar do professor Bancroft. O Dr. A. H. Strong define a teologia como segue: “Teologia é a ciência de Deus e das relações e n tr e Deus e o universo”, como alvo da teologia ele apresenta “a averiguação dos fatos concernentes a Deus e às relações entre Deus e o universo, bem como a exibição desses fatos em sua unidade racional, como partes componentes de um sistema formulado e orgânico de verdade”. Aqui vemos a importância e o valor do estudo da teologia. No presente volume nosso autor teve em mente a necessidade dos alunos de Institutos Bíblicos e daquele grande número de obreiros cristãos que estão a ensinar nas classes de Escola Dominical. Sem contar o valor do conhecimento adquirido, o estudo deste assunto contribui para o desenvolvimento mental. A habilidade de pensar com clareza e de apresentar a verdade de maneira lógica é o resultado que geralmente se segue ao estudo diligente da teologia. Rev. Will H. Houghton, D.I.
  3. 3. TEOLOGIA ELEMENTAR DOUTRINÁRIA E CONSERVADORA Escrito e E ditado por EMERY H. BANCROFT, D.D. T raduzido do Inglês por Io ão M arques B entes e W. J. G o ld s m ith E ditado em Português por R o b e r to C o llin s E m colaboração com R o n a ld o M e z n a r e B ern ard N. B a n c r o ft IMPRENSA BATISTA REGULAR SÃO PAULO
  4. 4. PREFÁCIO A Bíblia dá grande importância à doutrina, e afirma fornecer o material próprio para seu conteúdo. Ela é enfática em sua condenação contra o que é falso. Adverte contra as “doutrinas dos homens” (Cl 2.22); contra a “doutrina dos fariseus” (M t 16.12); contra os “ensinos de demônios” (1 Tm 4.1); contra os que ensinam “doutrinas que são preceitos de homens” (Mc 7.7); contra os que são “levados ao redor por todo vento de doutrina” (Ef 4.14). Entretanto, se por um lado a Bíblia condena o falso, por outro igualmente urgentemente e recomenda a verdadeira doutrina. Entre outras cousas doutrina que “toda Escritura é. .. útil para o ensino” (2 Tm 3.16). Portanto, nas Escrituras a doutrina é reputada como “boa” (1 Tm 4.6); “sã” (1 Tm 1.10); “segundo a piedade” (1 Tm 6.3); “de Deus” (T t 2.10), e “ d e Cristo” (2 Jo 9). e x o rta é para Temos procurado zelosamente fazer com que o ensino deste livro seja a expressão e a elucidação das doutrinas das Escrituras, e, por esse motivo receba a recomendação e a bênção de Deus. As observações aqui contidas têm cons­ tituído o curso de Primeira Série nas classes das quais o autor tem sido instrutor durante muitos anos. No planejamento e propósito deste volume, temos em vista não apenas classes dessa espécie em ginásios, Seminários e Escolas Bíblicas, ~ias igualmente em grupos de estudo e até mesmo indivíduos particulares, que jesejem equipar-se com o conhecimento da doutrina bíblica. Se a Deus parecer bem fazer uso desta obra, na propagação da verdade do Evangelho, ser-Lhe-emos profundamente agradecidos, E. H. Vil B IB L IO T E C A P A R T IC U L A R g d e i t gaO M * B ancroft, D. D.
  5. 5. SÍMBOLOS USADOS V. A........................................................ Ver Ainda V. T ........................................................Ver Também a. (depois de umversículo) ............ Primeira Cláusula b. (depois de umversículo) ............ Ültima Cláusula D. D........................................................Declaração Doutrinária Vlíl
  6. 6. CONTEÚDO Inlrodu;& o ....................................................................................................................................... P refacio ........................................................................................................................................... Hlmbolos Usado,; ......................................................................................................................... índice ................................................................................................................................................. V V II V III 37B CAPITULO PRIMEIRO A DOUTRINA DAS ESCRITURAS A. B. C. Sua C anonicidade ou A u ten ticid a d e ............................................................................... I . Significado ...................................................................................................................... I I . P r o v a s ................................................................................................................................ 1. O C anon do A ntigo T estam en to ................................................................. (1) A Lei ........................................................................................................... (2) Os P r o f e t a s ................................................................................................... (3) Prova S u p lem en tar do Novo T estam en to ........................................ 2. O C anon do Novo T e s ta m e rta ..................................................................... Sua Veracidade ................................................................................................................... I . Significado ...................................................................................................................... I I . P rovas .............................................................................................................................. 1. E stabelecida por considerações negativas ............................................... 2. E stabelecida p o r considerações positivas ................................................ (1) In te g rid a d e to p o g ráfica e geográfica ................................................. (2) In teg rid a d e etnológica ou racial ....................................................... (3) In te g rid a d e cronológica ......................................................................... (4) in te g rid a d e h istó rica ............................................................................... (5) In te g rid a d e can ô n ic a .............................................................................. Sua Inspiração ou A utoridade Divirui ........................................................................... í . Significado ...................................................................................................................... I I . P rovas .............................................................................................................................. 1. O testem u n h o da Arqueologia ............................................................. 2. O testem u n h o d a B íblia ......................................................................... 3. O testem u n h o de C risto ......................................................................... 4. O testem u n h o d a s vidas tra n sfo rm a d a s ............................................... 1 1 2 3 4 5 5 6 6 6 7 7 7 7 8 8 8 9 9 10 10 11 15 17 CAPITULO SEGUNDO A DOUTRINA DE DEUS A. O Fato de Deus ............................................................................................................... I . Estabelecido p ela R azão .......................................................................................... 1. A rgum ento decorrente da C rença U niversal ........................................... 2. A rgum ento de C ausa e E feito ................................................................ IX 19 20 20 20
  7. 7. 3. B. A rgum ento d eco rren te d a evidente h a rm o n ia d a cren ça em D eus com os fato s existen tes .................................................................................... 22 I I . E stabelecido pela R evelação .................................................................................. 22 A N atureza de Deus (R evelada por Seus atributos) ............................................... 23 I . A tributos n a tu ra is ....................................................................................................... 24 1. A V ida de D eus ................................................................................................ 24 (1) O significado de “V ida” ....................................................................... 24 (2) A realidade bíblica da V ida como a trib u to divino ............... 25 (3) A Vida de D eus ilu stra d a e d em o n strad a n a s E scritu ra s ___ 25 2. A E sp iritu alid ad e de D eus ................................................................................ 26 (1) Seu significado ......................................................................................... 26 (2) A realid ad e bíblica estabelecida ....................................................... 27 (3) A realid ad e bíblica ilu m in ad a .......................................................... 27 (4) A realidade bíblica in terro g a d a ......................................................... 28 3. A P erso n alid ad e de D eus .............................................................................. 30 (1) Seu significado .......................................................................................... 31 (2) A realid ad e bíblica d a personalidade de D eus estabelecida 31 a . Pelos nom es dados a D eus e que revelam personalidade 31 b . Pelos pronom es pessoais em pregados p a ra Deus ................ 35 c. P elas características e propriedades de personalidade a tr i­ buídas a D eus ..................................................................................... 35 d . P elas relações que D eus m a n tém com o universo e com os hom ens ........................................................................................... 36 4. A T ri-U n id ad e de D eus .................................................................................. 40 R efu taç ão do sabèllianism o, do sw edenborgianism o e do triteísm o 40 (1) U nidade de S er .......................................................................................... 40 a . Seu significado ................................................................................. 41 b. A realidade bíblica ........................................................................ 41 (2) T rin d ad e de P ersonalidade .................................................................. 42 ............................................................................... 42 b . A realidade bíblica ........................................................................... 5. A A uto-E xisténcia de Deus ........................................................................ (1) Seu significado ............................................................................................ (2) Sua realidade ............................................................................................. 6. A E tern id ad e de D eus ...................................................................................... (1) Seu significado ........................................................................................... (2) S ua realid ad e ............................................................................................... 7. A Im u tab ilid ad e d e D eus ................................................................................ (1) Seu significado ........................................................................................... (2) S ua realid ad e ............................................................................................. (3) Objeções à d o u trin a da Im u tab ilid ad e ........................................... 8 A Oni sciência de D eus ......................................................i ............................. (1> Seu significado ............ ........................................................................... (2> S ua realidade .............................................................................................. (S> S ua aplicação ............................................................................................... li A O nipotência d e D eus .................................................................................. (D Seu significado ........... ............................................................................... a. Seu significado 43 47 47 48 48 49 49 50 50 51 51 52 53 53 54 X 58 53
  8. 8. (2) S u a realid ad e ........................................................................................ (3) S u a ap licação .......................................................................................... 10. A O nipresença de D eus ................................................................................... ( t) Seu significado .................................................................................... (2) S u a realidade ............................................................................................. (3) S u a qualificação ....................................................................................... S ua aplicação à vida e à experiência h u m a n a ..................................... I I . O s A tributos M orais ................................................................................................ 1. A S an tid ad e de D eus, incluindo a R etidão e a J u s tiç a ..................... (1) A S a n tid a d e de D eus (p ro p riam e n te d ita) ................................. a . Im p o rtâ n c ia da d o u trin a ............................................................ b. Significado de S an tid ad e q u ando se refere a D eus ............. c . S u a realid ad e bíblica ...................................................................... d . Sua m an ifestação ............................................................................. e . S u a aplicação ...................................................................................... (2) A R etidão e a J u s tiç a de Deus ...................................................... a . A retid ão de D eus .......................................................................... nu nil no nt Al 02 na < t:i <i:i ii:i < t:i (IIJ H O fid 67 6!» 69 (a) Seu significado ....................................................................... (b) S ua realid ad e bíblica .......................................................... b . A Ju s tiç a de Deus ........................................................................... (a) Seu significado ....................................................................... (b) S u a realidade bíblica ........................................................... c. A m an ifestação d a R e tid ã o e da Ju stiç a de D eus ................ O Amor de D eus, incluindo a M isericórdia e a G raça ...................... (1) O Amor d e D eus .................................................................................... 69 69 69 69 69 2. (2) C. a. b. c. d. e. A a. Seu significado .................................................................................. Sua realid ad e bíblica ...................................................................... Seus objetos ........................................................................................ Sua m an ifestação ............................................................................. Seus vários aspectos ...................................................................... M isericórdia e a G raça de D eus ................................................. A M isericórdia de D eus .............................................................. (a) S eu significado ........................................................................ (b) S u a realid ad e bíblica .............................................................. b . A G raça de Deus ............................................................................ (a) Seu s ig n ific a d o .......................................................................... (b) S ua realid ad e bíblica .............................................................. c . A m an ifestação da M isericórdia e da G ra ç a de .. eus . . . . O C onselho de D eus ........................................................................................................... I. O P lan o de D eus em relação a o U niverso e ao s hom ens ................ 1. Seu significado .................................................................................................... 2. Sua realid ad e bíblica ........................................................................................ 3. Seu escopo ............................................................................................................ I I . O Propósito de D eus em relação à R e d e n ç ã o ..................................................... 1. S eu significado .................................................................................................... 2. S ua realid a d e bíblica ........................................................................................ 3. S ua aplicação ....................................................................................................... Kl 70 72 72 72 73 73 74 76 77 77 77 78 78 78 80 80 81 81 82 82 82 85 85 85 86
  9. 9. 4. (1) No convite ou ch am a d a geral .............................................................. (2) No convite ou ch am a d a eficaz ....................................................... As objeções ......................................................................................................... 86 87 89 CAPITULO TERCEIRO A DOUTRINA DE JESUS CRISTO A. A Pessoa de Cristo ............................................................................................................. I . A H um anidade de Jesu s C risto, conform e d em o n strad a .......................... 1. P ela S ua ascendência h u m a n a — C oncepção M iraculosa ................ 2. P o r Seu crescim ento e desenvolvim ento n a tu ra is ............................ 3. P o r S ua a p arên cia pessoal ........................................................................ 4. P o r possuir n a tu re z a h u m a n a com pleta ............................................ 5. P elas S uas lim itações h u m a n a s sem pecado .................................... 6 . Pelos nom es h u m an o s que L he fo ram dados por Ele m esm o e p o r outros ........................................................................................................... 113 7. B P ela relação h u m a n a que Ele m a n tin h a com Deus (O au to -esv aziam ento de C risto) .................................................................................... I I . A D ivindade de Jesu s C risto, conform e d em o n strad a .............................. 1. Pelos nom es divinos que L he são dad o s n a s E scritu ra s .................. 2. Pelo culto divino que L he é trib u ta d o .............................................. 3. Pelos ofícios divinos que as E scritu ra s atrib u e m a Je su s C risto .. 4. Pelo cum prim ento, em C risto, no Novo T estam en to , de declarações do A ntigo T estam en to a respeito d e Jeo v á ..................................... 5. Pela associação d o nom e de Jesus C risto, o Pilho, com o d e D eus P a i I I I . O C a rá te r d e Je su s C risto ................................................................................. 1. A S an tid a d e de Jesu s C risto .................................................................... (1) Seu significado ...................................................................................... (2) T estem u n h o s de sua realidade ........................................................ (3> Sua m a n if e s ta ç ã o .................................................................................... 2. O Amor de Jesu s Cristo .......................................................................... (1) Seu significado ...................................................................................... (2) Seus objetos ............................................................................................ (í) Sua m anifestação .................................................................................. 3. A M ansidão de Jesu s C risto ..................................................................... (L) Seu significado . ..................................................................................... (2) S ua realid ad e .......................................................................................... (3) S ua m an ifestação ................................................................................... 4. A H um ildade de Jesus C risto .................................................................... (1) Seu significado ....................................................................................... (2) Sua realidade .......................................................................................... (3) Sua m an ifestação ..................................................... ............................. A O bra d e Jesus Cristo ................................................................................................... I. A M orte d e Jesu s C risto .......................................................................................... 1. S ua im p o rtân cia ................................................................................................. 2. S ua necessidade ......................................................................................... ......... 3. Slia n a tu re z a ........................................................................................................ 97 99 99 107 108 108 110 XII 114 116 118 120 121 123 113 124 125 125 126 127 129 129 130 132 135 135 136 136 138 138 138 139 140 140 141 143 145
  10. 10. (1) I*& M* I*»i 1*7 1*7 1*11 I*» 1*11 •*** **•* I**1 180 150 150 151 152 153 153 156 162 162 163 164 2. 3. n. N eg ativ am en te considerada ................................................... a . A teo ria d e A cidente ........................................................ b . A teo ria de M orte de M á rtir ........................... c . A teo ria de In flu ên cia M oral ....................... d . A teo ria G o v ern am en tal ............................................. e . A te o ria de Amor de D eus ........................................ (2) P ositiv am en te considerada .................................................. a . P re d e te rm in a d a ............................................................... b . V o lu n tá ria ............................................................................... c . V icária ....................................................................................... d . S acrificlal ............................................................................. e. E x p iató ria ......................................................................................... f . P ro p iciató ria ....................................................................................... g. R ed en to ra ............................................................................................. h . S u b stitu tiv a ....................................................................................... 4. Seu escopo ............................................................................................................ 5. Seus resultados ...................................................................................................... (1) E m relação aos hom ens em g eral .................................................... (2) E m relação ao c re n te ............................................................................ (3) E m relação a S a ta n á s e ao s poderes das trevas ....................... (4) E m relação ao univ erso m a te ria l ..................................................... A R essurreição de Jesu s C risto ........................................................................ 1. S ua realid ad e ........................................................................................................ 164 170 S u as provas ........................................................................................................ Seus resultados ................................................................................................ CAPÍTULO QUATRO A DOUTRINA DO ESPIRITO SANTO A. A N atureza do Espírito S a n to ........................................................................ ........ I. A P erso n alid ad e d o E spírito S an to .............................................................. 1. Seu significado ................................................................................................... 2. S ua p ro v a ......................................................................................................... 3. Sua im p o rtân cia .............................................................................................. II. A D ivindade do E sp írito S a n to .......................................................................... 1. Seu significado ................................................................................................ 2. Sua prova .......................................................................................................... (D Nomes divinos são -L h e atribuídos ................................................. (2) A tributos divinos são-Lhe referidos ................................................ (3) O b ras d ivinas são por Ele realizad as ............................................... (4) A plicação de afirm ações d o A ntigo T estam en to referen tes a Jeo v á ..................................................................................................... (5) Associação do nome do Espírito S an to aos nom es do P ai e de Cristo ..................................................................................................... B. Os N om es do Espírito Santo ......................................................................................... I . N om es que d escrerem S u a p ró p ria Pessoa ........................................................ 1. O E spírito ........................................................................................................... XIII I 78 I 78 I 78 I 79 183 183 184 184 184 184 185 185 186 186 186 187
  11. 11. III. 187 187 188 188 188 188 188 188 1. 2. 3. II. 2. O E spírito S a n to ........................................................................................... 3. O E spirito E tern o ........................................................................................... Nomes que d em o n stram S u a relação com D eus ............................. 1. O E aplrlto de D eus ......................................................................................... 2. O E spirito de Jeová ....................................................................................... 3. O E sp irito do S en h o r Jeová ......................................................................... 4. O E spírito do D eus Vivo ............................................................................... Nomes que dem o n stram S ua relação com o F ilh o de D eus .................... 189 189 189 O E sp írito de C risto ....................................................................................... O E spírito de Seu F ilho ................................................................................... O E spírito de Jesu s ........................................................................................ 4. O E sp írito de Jesu s C risto ........................................................................... Nomes que dem o n stram S ua relação com os hom ens ................................. 1. E spirito P u rific ad o r ...................................................................................... 2. O S an to E spírito d a P rom essa .................................................................... 3. O E sp írito d a V erdade .............................................................................. 4. O E spírito da V ida .......................................................................................... 5. O E spírito d a G raça ................................................................................. 6 . O E sp írito d a G lória .................................................................................. 7. O C onsolador ................... ...... ........................................................................ A Obra do E ip írito S a n to ............................................................................................... I . E m relação ao universo m aterial ........................................................................ 1. No to c a n te à su a criação ......................................................................... 2. No to c a n te à su a resta u ra ç ã o e p reservação ..................................... II . Em relação aos h om ens não -reg en erad o s .................................................... O E spírito: 1. Luto com eles ..................................................................................................... 2. T estifica-lhes ......................................... ........................................................... 8 . C onvence-os ......................................................................................................... I I I . Em relação aos cren tes ....................................................................................... O E spírito: 1. R egenera ............................................................................................................... 2. B atiza no corpo d e C risto ......................................................................... 3. H a b ita n o c re n te ............................................................................................. 4. E n ch e o crente ............................................................................................... 5. L ibera ................................................................................................................... 8 . G u ia ........................................................................................................................ 7. E quipa p a ra o tra b a lh o ................................................................................. H. P roduz o fr u to das graças cristãs ............................................................. 9. Possibilita todas as fo rm as de com unhão com D eus ...................... lü . R cvivlflcará o corpo do cren te .................................................................. IV Em r«iu«, A.o a Jesus C risto ..................................................... 1........................... I. Concebido p elo E spírito S an to ................................................................... 2. U ngido com o E spírito S an to ................................................................... 3. G uiado pelo E spírito S a n to ......................................................................... 4. Cheio do E spirito S an tc ............................................................................. 6 R ealizou Seu m in istério no poder do E sp írito .................................. IV . C. XIV 189 189 190 190 190 190 191 191 191 19 1 192 192 192 192 192 193 193 194 194 194 195 196 196 197 197 198 199 200 200 200 201 201 201 201
  12. 12. 6. O fereceu-se em sacrifício pelo E spírito ................................................ R essuscitado pelo poder do E sp irito .................................................... D eu m an d a m e n to s aos apóstolos, após a R essurreição, por ln tri m édio do E sp irito S an to ............................................................... 9. D oador do E sp írito S a n to ........................................................................... Em relação à s E scritu ra s .................................................................................... 1. Seu A utor ..................................................................................................... .. 2. Seu in té rp re te ................................................................................................. 7. 8. V. 1(1 11 MI H ao» '■ lll K ao» m aos CAPITULO QUINTO A DOUTRINA DO HOMEM S u a Criação ........................................................................................................................... I . Sua realid ad e ........................................................................................................... I I . Seu m étodo ................................................................................................................ 1. N egativ am en te considerado — n ão p o r evolução .............................. 2. P o sitiv am en te considerado ........................................................................... ( 1 ) O hom em veio à existência p o r u m a to criad o r .................. (2 ) O hom em recebeu um organism o físico por u m a to de form ação (3) Foi feito com pleto se r pessoal e vivo p o r u m a ação fin al .. Sua Condição O riginal ................................................................................................... I. Possuía a Im agem de Deus .............................................................................. I I . Possuía F aculdades In te lectu ais ......................................................................... I I I . Possuía u m a N atureza M oral S a n ta ............................................................... A Provação ........................................................................................................................... I . Seu significado ......................................................................................................... I I . Sua realid ad e ........................................................................................................... I I I . Seu período ............................................................................................................... A Queda ................................................................................................................................. I . S u a realid ad e ............................................................................................................. I I . S ua m a n e ira ............................................................................................................. 1. O T en tad o r: S atan ás, por meio da serp en te ..................................... 2. A T en tação ....................................................................................................... I I I . S eus resultad o s ............................................................................................................. 1. P a ra A dão e Eva em p a r t i c u l a r ................................................................... 2. P a ra a ra ç a em g eral ................................................................................... 205 206 206 205 207 207 207 207 207 207 209 210 210 210 210 211 211 211 212 212 212 213 213 213 CAPITULO SEXTO A DOUTRINA DO PECADO Seu Signijicaao ..................................................................................................................... I. N egativam ente considerado ................................................................................ 1. N ão é um acontecim ento fo rtu ito ou devido ao acaso ...................... 2. N ão é m era debilidade da c ria tu ra .......................................................... 3. N ão é m era ausência do bem ..................................................................... 4. N áo é um bem d a in fâ n c ia .......................................................................... I I . P ositivam ente considerado ................................................................................... XV 218 218 218 218 219 219 219
  13. 13. B. C. 1. E o n ão d esobrigar-se dos deveres p a ra com D eus ............................. 2. E a a titu d e e rra d a p a ra com a Pessoa de D eus ................................. 3. E a ação errô n ea em relação à von tad e de D eus ............................... 4. E a ação errô n ea em relação aos hom ens ............................................ 5. E a a titu d e errô n e a p a ra com Jesu s C risto ....................................... 6 . E a ten d ên cia n a tu ra l p a ra o erro .......................................................... Sua realidade ..................................................................................................................... I. U m fa to d a revelação .......................................................................................... n. U m fa to da observação .......................................................................................... III. U m fa to d a experiência h u m a n a .................................................................. S ua exten sã o ...................................................................................................................... I. O s Ceus ...................................................................................................................... II. A T e rra ..................................................................................................................... 1. O rein o vegetal ................................................................................................... 2. O reino an im al ................................................................................................... 3. A raça d a h u m a n id a d e ................................................................................... 219 220 221 221 222 222 223 223 223 223 223 223 224 224 224 224 CAPITULO SÉTIMO A DOUTRINA DA SALVAÇÃO A. A Hegeneração ................................................................................................................... I. Sua im p o rtâ n c ia ...................................................................................................... 1. R elação e stra té g ica com a F am ília de D eus ........................................... 2. R elação e stratég ica com o R eino de D eus ........................................... II. Seu significado .......................................................................................................... 1. N egativ am en te considerado ......................................................................... (1) Não é batism o ......................................................................................... (2) N ão é refo rm a .......................................................................................... 2 . P o sitiv am en te considerado ........................................................................... (1) U m a geração e sp iritu al ....................................................................... (2) U m a revivificação esp iritu al .............................................................. (3) U m a tra n slad a ção esp iritu al ......................................................... (4) U m a criação esp iritu al ......................................................................... I I I . Sua necessidade ...................................................................................................... 1. A in cap a cid ad e d aquilo que perten ce a um reino, de p a ssa r por si p a ra o u tro re in o ............................................................................................... 2. Pela condição d e hom em : m o rte esp iritu a l ........................................... 3. A carência, p o r p arte d o hom em , d e u m a n atu rez a esp iritu al san ta, e a perversidade de su a natureza. .............................................................. IV . Seu modu .................................................................................................................... 1. Pelo lado divino: u m a to sob eran o d e poder ......................................... 2. Pelo lad o h u m a n o — u m duplo a to de íé d ep end en te ........................ V . Seus resu ltad o s .......................................................................................................... 1. M udança rad ical na. vida e n a experiência ............................................. 2. F iliação a Deus ............................................................................................... 3. H ab itação do E spirito S a n to ....................................................................... 4. lib e rta ç ã o d a esfera e d a escravidão d a ca rn e ................................. XVI 227 228 228 228 228 228 228 229 230 230 230 230 231 231 2 31 232 232 233 233 233 233 234 234 234 234
  14. 14. 5. U m a fé viva em C risto ............................................................... 6 . V itória sobre o inundo ..................................................................... 7. C essação de pecado como p rá tic a d a vida ...................................... 8 . E stabelecim ento d a ju stiça como p rá tic a da vida .................. 9. Am or cristão ................................................................................................... B . O A rrependim ento ........................................................................................................... I. S ua im p o rtân cia, segundo d em o n stra d a .................................................... 1. Nos m inistérios prim itivos do Novo T estam en to .......................... 2 N a comissão de C risto ................................................................................. 3. Nos m inistérios posteriores do Novo T estam en to .............................. 4. N a expressão do desejo e d a v o n tad e d e Deus p a ra com todos os h o m e n s ................................................................................................................... 5. Seu papel n a salvação do hom em .............................................................. II. Seu significado ......................................................................................... III. S ua m an ifestação ....................................................................................... 1. N a confissão de pecado ............................................................................... 2. No abandono do pecado ............................................................................. IV . Seu modo .................................................................................................................... 1. Pelo lado divino: outorgado por Deus ................................................ 2. Pelo lado h u m a n o : realizado a trav és d e meios .................................... V. Seus resultados .......................................................................................... 1. Alegria no Céu .................................................................................................. 2. P erd ão .................................................................................................................. 3. R ecepção do E spírito S a n to ......................................................................... C. A Fé ......................................................................................................................................... I. S ua im p o rtân cia ....................................................................................................... II. Seu significado ........................................................................................ 1. F é n a tu ra l: possuída p o r t o d o s ....................................................................... 2. F é esp iritu al: possuída exclusivam ente pelos c ren tes .......................... (1) E m relação à salvação .......................................................................... (2) E m relação a D eus .............................................................................. (3) E m relação ã oração .......................................................................... (4) E m relação às obras ............................................................................ (5) E m relação a seu possuidor ............................................................ III. I) Seu modo ...................................................................................................... 1. Pelo lado divino: o rig in ad a do D eus T rin o ............................................. 2. Pelo lado h u m an o : A ssegurada pelo uso de meios ............................ IV . Seus resultados .............................................................................................................. 1. Salvação .............................................................................................................. 2. U m a experiência cristã no rm al ......................................................... 3 . S a n ta s realizações ........................................................................................... Justificação ............................................................................................................................. I . Seu significado ......................................................................................................... II. Seu escopo .................................................................................................. 1. Rem issão de pecados ..................................................................................... 2. A tribuição d a retid ão de Cristo ............................................................... I I I . Seu m é to d o .................................................................................................. XVII m 'JM I> MU Jlti Xlit '.C IO 33<1 230 23(1 23(t 237 238 238 239 239 239 240 241 241 241 242 242 242 244 244 244 244 245 246 247 248 249 249 249 250 250 251 252 253 254 225 255 255 256
  15. 15. 1. E. N egativam ente considerado ................................................. ....................... (1) Não pelo c a rá te r m oral ..................................................................... (2) N&o p elas obras da lei ..................................................................... 2. P ositivam ente considerado ......................................................................... (1) Ju d icialm en te, por D eus ................................................................... (2) C ausativam ente, pela graça ................................................................ (3) M eritória e m an ifestam en te, p o r C risto .................................. (4) M edianeiram ente, p ela fé ................................................................. (5) E videncialm ente, pelas obras ............................................................ IV . Seus resultados ........................................................................................................ 1. L iberdade de incrim inação ......................................................................... 2. P az com D eus ................................................................................................ 3. C erteza e percepção de glorificação fu tu ra ........................................ Santificação ......................................................................................................................... I. II. F. 256 256 256 257 257 257 257 258 258 259 259 259 259 259 Seu significado ....................................................................................................... Seu período .............................................................................................................. 1. F ase in icial: co n tem porânea d a conversão ....................................... 2. F ase progressiva: contem porânea da vida te rre n a do c ren te . . . . 3. F ase fin a l: contem porânea da v inda de C risto ............................... I I I . Seu m odo .................................................................................................................... 1. Pelo lado divino: obra do D eus T rin o ................................................. 2. Pelo lad o h u m an o : realizada atrav és de meios ................................. O ração ....................................................................................................................................... I . R azão ou necessidade d a oração ................. ................................................... I I . A h ab itação p a ra a oração ................................................................................ I I I . As Pessoas a quem é d irigida a oração ............................................................ IV . O bjetos da oração .................................................................................................... 260 261 261 262 263 263 263 264 265 265 267 270 271 1. Nós m esm os ........................................................................................................ 2. Nossos Irm ãos em C r i s t o ................................................................................ 3. O breiros cristãos .............................................................................................. 4. Novos convertidos .......................................................................................... 5. Os enferm os ...................................................................................................... 6 . As crian ças ........................................................................................................ 7. Os governantes ................................................................................................ 8 . Israe.. .................................................................................................................... 9. Os que nos m a ltra ta m ................................................................................ 10. Todos os hom ens . J ....................................................................................... Seu m étodo ............................................................................................................... 1. O casião ................................................................................................................ 2. L ugar .................................................................................................................... S. Modo ..................................................................................................................... Seus resultados ......................................................................... : ............................... 1. G ran d es realizações ........................................................................................ y . Respostas d efinidas ........................................................................................ a . C um prim ento do propósito divino ............................................................. 4. G lorificação d e D eus .................................................................................... 271 271 271 272 272 273 273 273 273 274 274 274 275 275 277 277 277 277 277 V. VI XVIII
  16. 16. W f CAPITULO OITAVO A DOUTRINA DA IGREJA A HêU Significado .................................................................................................................... I . Nn qualidade de organism o ................................................................................... II . Na qualid ad e de organização ............................................................................ li Sua Realidade, conform e a p resen ta d a : ................................................................ I . Em tipos e símbolos ............................................................................................... 1. O corpo com seus m em bros ............................................................ 2. A esposa em relação a seu esposo ............................................................ 3. O tem plo com seu alicerce e suas p ed ras .............................................. II. N as declarações pro íéticas ................................................................................. 1. A prom essa da Ig re ja ................................................................................... 2. A in stru ção prévia p a ra a Ig re ja ............................................................ II I. Em descrição positiva ............................................................................................. (' Suas O rdenanças ................................................................................................................ I . O B atism o ................................................................................................................. 1. O rdenado p o r C risto .................................................................................... 2 . P ra tic a d o pela Ig re ja p rim itiv a .................................................................. I I . A C eia do S en h o r ................................................................................................. 1. O rdenada por C risto ...................................................................................... 2. O bservada p ela Ig re ja prim itiv a .............................................................. l). Sua Missão .............................................................................................................................. MO NO Hlll M'J 'JIW *JH 'J 288 2H3 21)4 2H4 284 284 285 285 285 286 286 286 286 287 CAPITULO NONO A DOUTRINA DOS ANJOS A . A nfos .......................................................................................................................................... Sua existência ..................................................................................................... 1. E stabelecida pelo ensino do A ntigo T estam en to .............................. 2. E stabelecida pelo ensino do NovoT estam en to .................................. I I . S uas características ............................................................................................. 1. Seres criados ................................................................................................... 2. Seres esp iritu ais ............................................................................................. 3. Seres pessoais ................................................................................................. 4. Seres que n ão se casam ............................................................................. 5. Seres im o rtais ................................................................................................. 6 . Seres v e lo z e s .................................................................................................... 7. Seres poderosos .............................................................................................. 8 . Seres dotados de inteligência superior ................................................... 9. Seres gloriosos ................................................................................................. 10. Seres de v á ria s p a te n te s e ord en s ......................................................... 11. Seres num erosos .............................................................................................. I I I . S ua n a tu re z a moraL ............................................................................................. 1. Todos ío ra m criados san to s ................................................................ 2 . M uitos se m an tiv eram obedientes: confirm ados em bondade . . . . I. XIX 289 291 291 291 292 292 293 293 293 293 294 295 295 295 296 297 297 297 298
  17. 17. 3. M uitos desobedeceram : confirm ados n a inqUldade .......................... S uas ativ id ad es ........................................................................................................ 1. Dos an jo s bons ............................................................................................ 2. Dos a n jo s m au s .......................................................................................... S a ta n á s .................................................................................................................................... I. S ua existência ..................................... ................................................................... II. Seu estado original ............................................................................................... 1. C riado perfeito em sabedoria e beleza ...................................... 2. Estabelecido no m onte como querubim d a g u a rd a ........................ 3. Im pecável em sua conduta .................................................................... 4. Elevado era seu coração de vaidade e falsa am bição ................ 5. R ebaixado em seu c a rá te r m oral e deposto de sua ex alta posição I I I . S ua n a tu reza ........................................................................................................... 1. P ersonalidade ................................................................................................ 2. C a rá te r ............................................................................................................. IV . S ua posição — M uito ex a lta d a ..................................................................... 1. P rín cip e da p o testad e do a r ................................................................. 2. P rín cip e deste m undo ............................................................................... 3. Deus deste século ....................................................................................... V. S ua p resen te h ab itação .......................................................................................... V I. S u a obra ..................................................................................................................... 1. O riginou o pecado ..................................................................................... 2. C ausa sofrim entos ........................................................................................ 3. C ausa a m o rte ................................................................................................. 4. A trai ao m al ................................................................................................. 5. H ude os hom ens ............................................................................................. 6 . In s p ira p ensam entos e propósitos iníquos ......................................... 7. A nossa-se dos h o m en s .............................................................................. 8 . Cega as m entes dos h o m en s ................................................................. 9. D issipa a verdade ....................................................................................... 10. Produz os obreiros d a iniqüidade ...................................................... 11. Fornece energia a seus m in istro s .............................................................. 12. Opõe-se aos servos de D eus ...................................................................... 13. Põe à p ro v a os cren tes ............................................................................. IV . B. 14. A cusa os crentes ......................................................................................... 15. D a rá energia ao A nticrlsto .................................................................... V II. Seu destino ........................................................................................................... 1. S e iá p e rp e tu a m e n te am aldiçoado .......................................................... 2. S eiá tra ta d o como inim igo d e rro ta d o que é .................................. 3. Será expulso dos lugares celestiais ...................................................... 4. S erá aprisionado n o abism o, p o r m il anos ....................................... 5. S erá solto pouco tem po, após o Milênio ............................................... 8 . S erá lan çad o n o lago do fogo .................................................................. V III. O C am inho do c re n te em relação a S a ta n á s ............................................ 1. A propriar-se d e seus direitos d e redenção .......................................... 2. A propriar-se de toda a su a a rm a d u ra ............................................... XX 298 299 299 300 301 301 302 302 303 303 303 303 303 303 304 305 305 305 306 306 307 307 307 308 308 308 308 308 309 309 309 309 310 310 310 310 311 311 311 311 311 311 312 312 312 312
  18. 18. V, 3. M an ter o m ais absoluto au to -d o m in lo ....................... 4. E xercer vigll&ncla Incessante .................................................... ........... 5. E xercer resistên cia co n fian te ................................................................ Demônios .................................................................................................................................. I . S ua existência ....................................................................................................... 1. R econhecida p o r Jesu s ............................................................................ 2. R econhecida pelos s e te n ta .................................................................... 3. R econhecida pelos Apóstolos ............................................................ I I . Sua n a tu re z a ......................................................................................................... 1. N atureza essencial ...................................................................................... 2. N atureza m oral ............................................................................................ I I I . Suas atividades ......................................................................................................... 1. A possam -se dos corpos dos seres h u m an o s e dos irracio n ais . . . 2. T razem aflição m en tal e física aos hom ens .......................................... 3. P roduzem im pureza m oral ..................................................................... tllll M IM Hltl ÜIN MU D14 1114 :i 1> 1 lllt Slf) 317 3111 3111 318 318 CAPITULO DÉCIMO A DOUTRINA DAS ÚLTIMAS COUSAS A. A Segunda V inda de Cristo .......................................................................................... I. S ua realidade estabelecida ............................................................................... 1. Pelo T estem u n h o dos P ro fetas ................................................................ 2. Pelo T estem u n h o de Jo ão B a tista ........................................................ 3. Pelo T estem unho de C risto ........................................................................ 4. Pelo T estem u n h o dos A njos .................................................................... 5. Pelo T estem u n h o dos Apóstolos .............................................................. I I . Seu c a rá te r .............................................................................................................. 1. N egativam ente considerado ........................................................................ 2. P ositivam ente considerado .......................................................................... I I I . Seu propósito .............................................................................................................. 1. No to c a n te aos ju sto s .................................................................................. 2. No to can te aos im pios .................................................................................. 3. No to c a n te ao A nticristo ............................................................................ 4. No to can te a Israel ........................................................................................ 5. No to c a n te à s nações gentílicas ............................................................ 6 . No to can te a o R eino davídico .................................................................... 7. No to c a n te a S a ta n á s .................................................................................. IV . Seu valor p rático ..................................................................................................... 1. D o u trin a de consolo p a ra os san to s enlutados ................................ 2. B en d ita esp eran ça p a ia os que té m recebido a g ra ça de D eus — 3. Incentivo à vida s a n ta ............................................................................. 4. M otivo p a ra u m a v ida d e serviço fiel ................................................ B. A ressurreição dos m o rto s .......................................................................................... I. S ua realid ad e ........................................................................................................... 1. E n sin a d a n o A ntigo T e stam en to .............................................................. 2. E n sin ad a no Novo T estam en to ................................................................ XXI 321 322 322 322 323 323 323 325 325 328 332 332 333 335 339 341 342 344 345 345 345 346 347 348 349 349 350
  19. 19. XI. Seu moclo .................................................................................................................... 1. L iteral e corporal ............................................................................................ 2. U niversal ............................................................................................................ 3. D upla .................................................................................................................... I I I . C aracterísticas do corpo ressuscitado ............................................................. 1. Do c ren te ............................................................................................................ 2. Do incrédulo .................................................................................................... IV . S ua ocasião .............................................................................................................. 1. E m relação aos cren tes: a n te s do M ilênio ......................................... 2. E m relação aos Incrédulos: depois do M ilênio ................................. C . Os julgam entos ................................................................................................................ I . Significado do ju lg am en to divino ................................................................... I I . S ua realid ad e ............................................................................................................ 1. C onform e ensinado no A ntigo T estam en to ......................................... 2. C onform e ensinado no Novo T estam en to ............................................. I I I . P ersonalidade do Ju iz ........................................................................................... 1. D eus ..................................................................................................................... 2. D eus em C risto ................................................................................................ 3. S an to s como a u x iliares ..... ........................................................................ IV . Sua O rdem ................................................................................................................ 1. O ju lgam ento da C ruz ................................................................................ 2. O ju lg am en to a tu a l d a vida ín tim a do c ren te ................................ 3. O julgam en to d as obras do c ren te .................................................... 4. O ju lg am e n to de Isra e l ................................................................................ 5. O ju lg am e n to d as nações vivas ................................................................ 6 . O julg am en to dos a n jo s caídos ............................................................ 7. O ju lg am en to do G ran d e T ro n o B ranco ............................................ D . O destino fu tu ro dos ju sto s e dos ím pios ............................................................. I . O Céu em su a relação com o d estino fu tu ro dos justos ......................... 1. S ua realid ad e bíblica .................................................................................. 2. S u a form a .......................................................................................................... 3. Seus h a b ita n te s ................................................................................................ 4. S uas ativ id ad es ................................................................................................ I I . O In fe rn o em sua relação com o d estin o fu tu ro dos ím pios ............. 1. S ua realid ad e bíblica .................................................................................... 2. S ua fo rm a .......................................................................................................... 3. Seus ocupantes ................................................................................................ 4. Sua d u ração ...................................................................................................... XXII 352 352 352 352 353 353 355 356 356 356 356 357 357 357 357 358 358 358 358 359 359 360 360 362 363 364 364 365 366 366 367 368 368 369 369 370 371 371
  20. 20. “Procura a p resen ta r-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que m a n eja bem a palavra de Deus." II T im . 2:15
  21. 21. . *p£1 í2êi4t-VViüVJ'5,. • y V ^ v Ío _ C a a c I » -j x X x ^ r t a X o CAPÍTULO UM A DOUTRINA DAS ESCRITURAS (BIBLIOLOGIA) "As Sagradas Escrituras constituem o livro mais notável jamais visto no mundo. São de alta antigüidade. Contêm o registro de acontecimentos do mais profundo interesse. A história de sua influência é a história da civilização. Os melhores homens e os maiores sábios têm testemunhado de seu poder como instrumento de iluminação e santidade, e, visto que foram preparadas por homens que “falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo”, a fim de revelar o “único Deus verdadeiro e Jesus Cristo a quem ele enviou”, elas possuem por isso os mais fortes direitos a nossa consideração atenciosa e reverente.” — Angus-Green. Nossa atitude para com as Escrituras em si é que determina em grande parte os conceitos e as conclusões que tiramos de seus ensina­ mentos. Se as temos na conta de autoridade plena nos assuntos de que tratam, então suas afirmações positivas constituem para nós a única base da doutrina cristã. A. I. Sua Canonicidade ou Autenticidade. Significado. Por canonicidade das Escrituras queremos dizer que, de acordo com padrões determinados e fixos, os livros incluídos nelas são considerados partes integrantes de uma revelação completa e divina, a qual, portanto, é autorizada e obrigatória em relação à fé e à prática. A palavra “cânon” é de origem cristã e derivada do vocábulo grego “kanon”, que por sua vez provavelmente veio emprestado do hebraico “kaneh”, que significa unco ou vara de medir; daí temou o sentido de norma ou regra. Mais tarde veio a significar regra de fé e, finalmente, catálogo ou lista. G1 6.16.x “Deve ser compreendido, entretanto, que a canonização de um livro não significa que a nação judaica, por um lado, ou a Igreja Cristã, per outro, tenha dado a esse livro a sua autoridade; antes, significa que sua autoridade, já tendo sido estabele­ cida em outras bases suficientes, foi conseqüentemente reconhecida como de fato pertencente ao Cânon e assim declarado”. — Gray. 1 •
  22. 22. "Deve se reconhecer que cada um dos livros canônicos possui uma qualidade que determinou sua aceitação. Foi percebida a sua origem divina, por isso foi aceito.” “A canonização do livro importava em: 1) o reconhecimento de que seu ensino era, em sentido todo especial, divino; 2) a conseqüente atribuição ao livro, pela comunidade ou seus guias, de autoridade religiosa.” — Angus-Green. II. Provas. As Escrituras não exigem credulidade cega por parte daqueles que as examinam a fim de estudá-las, mas, sim, crença inteligente fundamentada na base de fatos críveis. 1. O Cânon do Antigo Testamento. “O Antigo Testamento não contém nenhum registro da canonização de qualquer livro ou coleção de livros, mas sempre reconhece os livros como possuidores de autoridade canônica.” “São falhas todas as teorias que consideram a canonização dos livres do Antigo Testamento como obra do povo. A autoridade canônica e seu reconhecimento são duas coisas distintas. Prova-se por três considerações que a decisão do povo não foi a causa da canonicidade. 1*. Naqueles tempos, a autoridade não era considerada como proveniente do povo, mas sim de Deus. Tal teoria crítica colocaria à força o princípio da civili­ zação m oderna nos tempos antigos. A fim de que os livros fossem reconhecidos por Israel, era necessário possuírem autoridade canônica prévia, pelo contrário, Israel não os teria reconhecido. Eram canônicos pelo fato de ser divinamente inspirados e de pessuir autoridade divina desde sua primeira promulgação. ^ 1 . Os dois relatos da assim-chamada canonização não o são propriamente. O que se refere ao livro de Deuteronômio no tempo de Josias, nada tem a ver com canonização. O livro era reconhecido como sendo já autorizado, por todos que o liam. Disse Hilquias a Safã: “Achei o Livro da Lei n a casa do Senhor” (2 Rs 22.8). Safã leu o livro diante do rei Josias, que imediatamente rasgou suas vestes e ordenou um a consulta ao Senhor a respeito das palavras do livro, dizendo; “Grande é o furor do Senhor, que se acendeu contra nós, porquanto nossos pais não deram ouvidos às palavras deste livro, para fazerem segundo tudo quanto de nós está escrito.” Jcsias ajuntou o povo e leu diante dele o livro (2 Rs 23.1-2). Semelhantemente, o registro de Neemias 8 não é o da canonização de um livro, í' claro que Esdras considerava o livro já canônico, caso contrário não teria leito tanta questão de lê-lo na assembléia solene do povo, que tinha a mesmã opinião* pois pedira a Esdras que o lesse (Ne 8.1-3) e, “abrindo-o ele, todo õ povo m' pôs cm pé”, como evidência dessa autoridade.' Sua aceitação era apenas l o reconhecimento de uma autoridade já existente. A leitura teve por cbjetivo a Iimi ruçio do povo. ► t No Antigo Testamento não há registro da aceitação formal pelo povo de nenhum tios livros pertencentes à segunda e terceira divisões do cânon. N ão 2
  23. 23. ohütimtc, c n sc» livros eram evidentemente considerados canônian. Kmtio Imprr» olndlvcl ou u aceitação pelo povo, ou o endosso oficial pelos c h c iíI iiin pnrn u ennonizaç&o dos livros, o registro de tal ato seria uma parte importante do < iuIii livro ou, pelo menos, de cada divisão do cânon. Mas nãoi existe nenhum iIckhu natureza. A explicação óbvia é que os livros eram reconhecido* eoniu canônicos desde o princípio”. — Raven. Ah Escrituras do Antigo Testamento são chamadas, dentre outros titulo*, ilr "n lei e os profetas” (Mt 22.40; At 13.15; Rm 3.21). (I) A le i u . Aceitação demonstrada pelo lugar recebido no templo. (a) Tábuas da lei preservadas na arca da aliança. IX 10.5 — Virei-me, e desci do monte, e pus as tábuas na arca que eu fizera; e ali estão, como o Senhor me ordenou. (b) Livro da lei conservado pelos levitas ao lado da arca. Dl 31.24-26 — Tendo Moisés acabado de escrever integralmente as palavras desta lei num livro, deu ordem aos levitas que levaram a arca da aliança do Senhor, dizendo: Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca da aliança do Senhor vosso Deus, para que ali esteja por testemunha contra ti. (c) Escrituras achadas no Templo, nos dias de Josias. Ks 22.8 — Então disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã: Achei o livro da Lei na casa do Senhor. Hilquias entregou o livro a Safã, e este o leu. b . Aceitação demonstrada pelo reconhecimento de sua autoridade. (a) A lei devia ser lida na presença do povo cada sete anos. 1)1 31.10-13 — Ordenou-lhes Moisés, dizendo: A o fim de cada sete anos, precisamen­ te no ano da remissão, na festa dos tabemáculos, quando todo o Israel vier a comparecer perante o Senhor teu Deus, no lugar que este escolher, lerás esta lei diante de todo o Israel. Ajuntai o povo, os homens, as mulheres, os meninos, e o estrangeiro que está dentro da vossa cidade, para que ouçam e aprendam, e temam ao Senhor vosso Deus, e cuidem de cumprir todas as palavras desta lei; para que seus filhos, que não a souberam, ouçam, e aprendam a temer ao Senhor vosso Deus, todos os dias que viverdes sobre a terra à qual ides, passando o Jordão, para a possuir. (b) O povo era exortado a obedecê-las. C'r 17.9 — Ensinaram em Judá, tendo consigo o livro da lei do Senhor; percor­ riam todas as cidades de Judá, e ensinavam aoi povo. (c) O rei devia ter um a cópia para regular suas decisões. Dl 17.18-20 — Também, quando se assentar no trono do seu reino, escreverá para si um traslado desta lei num livro, do que está diante dos levitas sacerdotes. E o terá consigo, e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda 3
  24. 24. a temer ao Senhor seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei, e estes estatutos, para os cumprir. Isto fará para que o seu coração não se eleve sobre os seus irmãos, e não se aparte do mandamento, nem para a direita nem para a equerda; de sorte que prolongue os dias no seu reino, ele e seus filhos no meio de Israel. (d) Josué havia de lê-las. Js 1.8 — N ão cesses de falar deste livro da lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo a tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido. (e) Base do julgamento divino dos reis. I Rs 11.38 — Se ouvires tudoi o que eu te ordenar, e andares nos meus caminhos, e fizeres o que é reto perante mim, guardando os meus estatutos e os meus mandamentos, como fez Davi, meu servo, eu serei contigo, e te edificarei uma casa estável, como edifiquei a Davi, e te darei Israel. (f) O cativeiro de Israel e Judá foi motivado pela desobediência às Escri­ turas. Ne 1.7-9 — Temos procedido de todo corruptamente contra ti, não temos guardado os mandamentos, nem os estatutos, nem os juízos, que ordenaste a Moisés teu servo. Lembra-te da palavra que ordenaste a Moisés teu servo, dizendo: Se transgredirdes, eu vos espalharei pior entre os povos; mas se vos converterdes a mim e guardardes os meus mandamentos, e os cumprirdes, então, ainda que os vossos rejeitados estejam pelas extremas do céu, de lá os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu nome. (g) Reconhecidas pelos cativos que retom aram. Ed. 3 .2 — Levantou-se Jesua, filho de Jozadaque, e seus irmãos, sacerdotes, e Zorobabel, filho de Sealtiel, e seus irmãos, e edificaram o altar, do Deus de Israel, para sobre ele oferecerem holocaustos, como está escrito na lei de Moisés, homem de Deus. (2> Os Profetas a. Aceitação demonstrada pelo fato de serem os Profetas colocados em pé de igualdade com a Lei. "Os profetas salientavam a lei (Is 1.10), mas censideravam suas próprias palavras ij>imlmcnte obrigatórias. A desobediência aos profetas era igualmente digna de cuNtigo (2 Rs 17.13).” — Raven. h Iln '» 2 Aceitação demonstrada pela referência de Daniel a declarações pro­ féticas preservadas em livros. No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi, pelos livros, que i» número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, em que huviani tlc durar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos. 4
  25. 25. I Prova suplementar do Novo Testamento 11 . Referência de Cristo às Escrituras, como existentes e mitmlfuilti». Mi 22.29 — Rcspondcu-lhcs Jesus: Errais, não conhecendo as Escrlturns m in n poder de Deus. V A. — Jo 5.39; 10.35; Mt 23.35; Lc 24.44. b. ' Referência dos apóstolos às Escrituras, como dotadas de oriürm v tm toridade divinas. Pm 3.16 — Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para oensino, reprcensãc, para a correção, para a educação na justiça. para .i V I — 2 Pe 1.20,21. V O Cânon do Novo Testamento. 111 <dniposto de livros escritos pelos Apóstolos ou recebidos como possuidores de autoridade divina na era apostólica. In 16.12-15 — Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora; quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará as cousas que hão de vir. Ele me glorificará porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar. Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso é que vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar. V. A. — 2 Pe 3.15,16; Jo 14.26. (2) Composto de livros colocados em nível de autoridade não atingido por quais­ quer outros livros. I I s 2.13 — Outra razão ainda temos nós para incessantemente dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e, sim, como em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente cm vós, cs que credes. (3) Composto de livros que dão evidência de sua própria origem. < I I . 1,2 — Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, por vontade de Deus, e o irmão Timóteo, aos santos e fiéis irmãos em Cristo que se encontram em Colossos: Graça e paz a vós outros da parte de Deus nosso Pai. V. A. — Rm 1.1,7. 1 4) (5) Composto de livros endossados e aprovados pela consciência cristã universal. Composto de livros a respeito dos quais foi dado discernimento espiritual à Igreja para capacitá-la a discriminar entre o falso e o veidadeiro. 5
  26. 26. “Foi depcis de um período considerável de tempo, a contar da ascensão do Senhor, que foi escrito, em realidade, qualquer dos livros contidos no cânon do Novo Testamento. “A obra prim ária e mais importante dos apóstolos era a de dar testemunho pessoal dos fatos básicos da história evangélica. O ensino deles foi inicialmente oral, mas, no decurso do tempo, muitos procuraram dar form a escrita a esse Evangelho oral. Enquanto os apóstolos ainda viviam, não era urgente a necessidade de registros escritos das palavras e ações de nosso> Senhor. Mas, quando chegou o tempo de serem eles removidos do mundo, tornou-se extremamente importante que fossem publicados registros autoritativos. Assim, vieram à existência os Evangelhos. “Os fundadores das igrejas, freqüentemente impossibilitados de visitá-las pessoal­ mente, desejavam entrar em contacto com seus convertidos no propósito de acon­ selhá-los, repreendê-los e instruí-los. Assim surgiram as Epístolas. “A perseguição movida por Diocleciano (302 D.C.) pôs em evidência a questão da literatura sagrada da Igreja. Os perseguidores exigiram que fossem abando­ nadas as Escrituras. A isso se negaram os cristãos. Então tornou-se urgente a pergunta: Que livros são apostólicos? A resposta está em nosso Novo Testamento. Pesquisas cuidadosas, regadas por oração, aprimoradas, mostraram quais livros eram genuínos e quais eram falsos. Assim surgiu o cânon do Novo Testamento.” — Evans. D. D. — Os livros das Escrituras do Antigo e do Novo Testamentos, confcirme os possuímos hoje, têm sido aceitos pela Igreja durante toda a era cristã como aqueles que compreendem a revelação completa vinda de Deus, e também que foram escritos pelos autores humanos aos quais são atribuídos. B. I. Sua Veracidade. Signijicado. P o r v eracid ad e das E sc ritu ra s q u erem o s d iz e r q u e seus reg istro s são v erazes, e que assim p o d em ser aceitos c o m o d ecla ra ç õ e s d o s fatos. O caráter canônico das Escrituras, incluindo- a genuinidade de sua autoria, fica iiwim demonstrado como fato estabelecido; porém, a questão de sua veracidade ainda precisa ser corroborada. U m livro pode ser genuíno quanto à sua autoria, c, contudo, não ser crível quanto ao seu conteúdo. Por exemplo, entre as obras > ficção, possuímos as de Dickens, Shakespeare e Stevenson, com provas incontesl‘(ávroi* dc sua autoria. Nenhuma pessoa inteligente, entretanto, tentaria estabelecer ji veracidade de suas narrativas. São universalmente reconhecidas como ficção. V i i,i esse o caso da Bíblia, ou ela é ao mesmo tempo genuína e veraz? II Provas. A veracidade dc qualquer afirm ação ou série de afirmações pede ser testada iiiedituitc compuroção com os fatos, desde que tais fatos estejam disponíveis. A ve- 6
  27. 27. iuc idade das afirmações bíblicas pode ser e tem sido testada mediante futo» demo bertos pela investigação científica c pela pesquisa histórica. 1. Estabelecida por considerações negativas. ( 1) Não contradizem quaisquer fatos científicos bem estabelecidos. Quando corretamente interpretadas, suas afirmações se harmonizam com lodo* o» fatos conhecidos a respeito da constituição física do universo e com o mlrióiio ilos mundos planetário e estelar; com a constituição do hemem e com sua complcxn natureza e seu ser; com a natureza dos animais inferiores, e com suas vá riu» «••«pécies na escala da existência; com a natureza das plantas e com o mistério •I» vida vegetal; e com a constituição da terra e suas formas e forças materiais. Freqüentemente é levantada a questão da exatidão científica das afirmações bíblicas. Algumas vezes essa questão é alijada com a alegação que a Bíblia não é um livro científico. Apesar, porém, de ser verdade que a Bíblia não tem como tema uma questão secundária como a ciência natural, mas antes, trata da história da iixlcnção, inclui, contudo, em seu escopo, todo o campo da ciência. Em todas as Mia» afirmações, portanto, a Bíblia deve falar e realmente fala com exatidão. (2) Não contradizem as conclusões filosóficas geralmente apoiadas concernentes aos fatos do universo. A Bíblia se opõe a certo número de conceitos filosóficos do mundo e refuta-os: ii ateísmo, o politeísmo, o materialismo, o panteísmo e a eternidade da matéria (tín 1.1); porém, não entra em conflito ou debate com aqueles pontos de vista que lírn sido provados como: cientificamente sãos. Estabelecida por considerações positivas. 11) Integridade topográfica e geográfica. As descobertas arqueológicas provam que os povos, os lugares e cs eventos mencionados nas Escrituras são encontrados justamente onde as Escrituras os locali/m», no local exato e sob as circunstâncias geográficas exatas descritas na Bíblia. O dr. Kyle diz que os viajantes não precisam de outro guia além da Bíblia i|iiundo descem pela costa do M ar Vermelho, ao longo do percurso seguido no Êxodo, onde a topografia corresponde exatamente à que é dada no relato bíblicc. 'Sir William Ramsey, que iniciou suas explorações na Ásia M enor como pessoa i|iic duvidava da historicidade do livro de Atos, dá testemunho da sua maravilhosa exutidão quanto às particularidades geográficas, conhecimento das condições políticus, que somente alguém vivo naquela época e presente em cada localidade poderia saber. Ficou ele tão impressionado com esses fatos que se tom ou ardente mlvogado da historicidade do livro de Atos.” — Hamilton. ( l > Integridade etnológica ou racial. Todas as afirmações bíblicas concernentes às raças a que se referem, têm sido demonstradas como harmônicas com os fatos etnológicos revelados pela arqueologia.
  28. 28. “Trata-se de fato bem confirmado pela pesquisa arqueológica que, sempre que as Escrituras mencionam um povo ou suas relações raciais, sua origem ou seus costumes, ou afirmam que governaram ou serviram outras nações, ou se trate de outro fato qualquer, pode-se confiar que essas afirmações estão exatamente de acordo com as revelações da arqueologia. Por conseguinte, a única teoria que um historiador pode sustentar, em face de tais fatos, é que o autor da genealogia dos povos, em Gênesis 10, deve ter tido diante de si, quando escrevia, informações originais de primeira ordem.” — Hamilton. (3) Integridade cronológica. A identificação bíblica de povos, lugares e acontecimentos com o período de sua ocorrência é corroborada pela cronologia síria e pelos fatos revelados pela arqueologia. A Bíblia possui um sistema real pelo qual fica demonstrado como correto o período ao qual é atribuído cada acontecimento, ficando também demonstrado que a ordem dos acontecimentos é a ordem correta de sua ocorrência, e que as cir­ cunstâncias acompanhantes são corretamente colocadas no tempo e dispostas. Os primeiros elementos de um a história digna de confiança são encontrados nos do­ cumentos bíblicos. Os lugares onde se afirma que os acontecimentos ocorreram, são localizados com exatidão; os povos mencionados nesta ou naquela localidade, estavam realmente ali; e o tempo dos acontecimentos registrados é o tempo exato em que devem ter acontecido. Isso fornece o arcabouço da história inteira do Antigo Testamento. (4) Integridade histórica. O registro bíblico dos nomes e títulos dos reis está em harmonia perfeita com os registros seculares, conforme estes têm sido trazidos à luz pelas descobertas ar­ que c lógicas. O Dr. R. D. Wilson, professor de línguas semíticas, diz que os nomes de quarenta c um dos reis citados nominalmente no Antigo Testamento, desde o tempo de Abraão ;Jé o fim do período do Antigo Testamento, também são encontrados nos documentos c inscrições contemporâneos, escritos no tempo daqueles reis e geralmente sob a orientação dos mesmos, em seus próprios idiomas. (5) Integridade canônica. A iiceitação pela Igreja em toda a era cristã, dos livros incluídos nas Escrituras que hoje possuímos, representa o endosso de sua integridade. a. Concordância de exemplares impressos, do Antigo e do N ovo Testa­ mentos datados de 1488 e 1516 D.C., com exemplares impressos atuais das Escrituras. "lisses exemplares impressos, ao serem comparados, concordam nos seus aspectos principais com as Escrituras impressas que possuímos hoje em dia, e assim provam, 8
  29. 29. de uma só vez, que tanto o Antigo como o Novo Testamentos, na formii cm i| ih os possuímos agora, já existiam há quatrocentos anos passados.” — Evuni b. Aceitação da integridade canônica à base de 2000 inantiNirlIim In blicos possuídos por eruditos no século XV, em confronto com 11 uccl tação de escritos seculares à base de uma ou duas dezenas de d n i i piares. ‘‘Quando essas Bíblias foram impressas, certo erudito tinha em seu puder niuis dc 2.000 manuscritos. Kennicott reuniu 630 manuscritos e DeRossi mais 7-1', para a edição crítica da Bíblia hebraica. Acima de 600 outros manuscritos foram coligidos para a edição do Novo Testamento grego. Esse número é sem dúvida suficiente para estabelecer a genuinidade e autenticidade do texto sagrado. Têm servido para restaurar ao texto sua pureza original, e também nos fornecem absoluta certeza e proteção contra corrupções futuras. “A maioria desses manuscritos foram escritos entre 1.000 e 1.500 D.C. Alguns remontam ao século IV. O fato de não possuirmos manuscritos anteriores ao século IV explica-se sem dúvida pela destruição em massa dos livros sagrados no ano de 302 D.C. por ordem do imperador Diocleciano.” — Evans. c. Confirmação por parte das quatro Bíblias mais antigas, datadas en­ tre 300 e 400 D.C. e escritas em diferentes partes do mundo, que em conjunto contêm as Escrituras como as possuímos atualmente. D. D. — O conteúdo verídico das Escrituras tem sido plenamente comprovado apelando-se para os registros seculares e para os fatos reais revelados pela pesquisa científica. C. Sua Inspiração ou Autoridade Divina. I. Significado. Por inspiração das Escrituras queremos dizer que os escritores foram dc tal modo capacitados e dominados pelo Espírito Santo, na produção das Escrituras, que eslas receberam autoridade divina e infalível. Há diferença entre a afirmativa da inspiração e a da integridade. Em refelOm iii ii primeira, as Escrituras afirmam ser a palavra de Deus no sentido de que •tm* palavras, embora escritas por homens e trazendo as marcas indeléveis de sua «nitoriu humana, foram escritas, não obstante, sob influência do Espírito Santo ii ponto dc serem também as palavras de Deus, a expressão adequada e infalível de Nua mente e vontade para conosco. Embora o Espírito Santo não tenha escolhido iii palavras para os escritores, é evidente que Ele as escolheu por intermédio dos encrltores. "Assim sendo, a credibilidade da Bíblia significa somente que ela se situa entre os melhores registros históricos de produção humana, enquanto que a inspiração du llíbliu subentende que, ainda que se assemelhe a tais registros históricos, pertence ela a uma categoria inteiramente distinta; e que, diferentemente de 9
  30. 30. todos os demais escritos, ela não é apenas geralmente digna de fé, mas não contém erros e é incapaz de erro; e que assim é porque se distingue absolutamente de todos os outros livros, visto que em si mesma, em cada um a de suas palavra», é a própria palavra de Deus.” — Green. II. Provas. Os sinais do que é divino sempre podem se distingüir, visto que evidenciam aquilo que é acima do natural. Assim, as Escrituras se distinguem de todas a-s produções humanas pelo fato de possuírem características que tom aram necessária a sua classificação como sobrenaturais e divinas. 1. O Testemunho da Arqueologia — Evidência Corroborativa da Pá e da Picareta Quanto à Exatidão das Escrituras. 0 testemunho da arqueologia, quanto à veracidade ou integridade das Escrituras, também pode ser considerado como evidência que corrobora sua inspiração. Se as Escrituras devem ser reputadas como declarações da verdade, sem qualquer mistura de erro, então seu testemunho a respeito de sua própria inspiração pode ser aceito como digno de confiança. As citações abaixo ilustram o testemunho da arqueologia quanto à exatidão dos registros bíblicos. “H á quem imagine que a história de Abraão não deve ser crida mais que a história de Aquiles, de Enéias ou do rei Arthur; mas a verdade é que têm sido trazidos à luz documentos escritos no tempo de Abraão e na terra onde ele cresceu. Foi descoberta a cidade onde ele nasceu; os detalhes de sua viagem ao Egito conforme se conhece agora dão todas as evidências de historicidade, e temos pro­ vas grandemente confirmatórias a respeito de sua famosa batalha contra os reis confederados, mencionada em G n 14. Até mesmo Melquisedeque, com quem Abraão se encontrou, não é mais o mistério que era conforme demonstram as tabuinhas de barro de Tel el-Amama.” — Gray. “A cidade tesouro, Piton, edificada para Ramsés II, pelo trabalho escravo dos hebreus, durante o tempo de sua dura escravidão no Egito (Êx 1.11), foi recen­ temente desenterrada perto de Tel-el-Kebir; e as paredes das casas, segundo se verificou, foram feitas de tijolos secos ao sol, alguns com palhas e outros sem palhas, exatamente de acordo com êx 5.7, escrito há 3.5000 anos: ‘Daqui em diante não torneis a dar palha ao povo, para fazer tijolos. . . ’ ” — Collett. 1 splorações recentes têm esclarecido certas questões importantes refererentes às jornadas pelo deserto. Por exemplo, o ponto de travessia do M ar Vermelho; o vtulmlciro caráter do deserto; a localização da transmissão da lei; de Cadesllurnéia c outros lugares importantes. M uita luz tem sido projtada sobre a hi.tliSriu c o caráter de diversos dos povos que habitavam na terra de Canaã, r-.pceliilmente os hetsus e amorreus, revelando o motivo da ira de Deus contra rir* de/ido à sua repulsiva iniqüidade, e mostrando a necessidade da intervenção noltrrniittmil para que os israelitas pudessem triunfar sobre eles." — Gray. 10

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