DECISÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL  SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO     DIGITAL TERRESTRE – SBTVD-TSíntese do Decreto 5.820, ...
INOVAÇÃO   "Os americanos têm necessidade de    telefones, mas nós não. Temos um monte    de mensageiros."    • Sir W. Pr...
INOVAÇÃO   "As pessoas vão ficar cansadas de olhar    para uma caixa de madeira todas as    noites."    • Darryl Zanuck, ...
PREMISSAS DO SBTVD-T   Adoção do sistema brasileiro de televisão digital    terrestre – SBTVD-T e a transição do sistema ...
RADIODIFUSÃO   Serviço de Radiodifusão: modalidade de    serviço de telecomunicações destinado à    transmissão de sons (...
RADIODIFUSÃO   O primeiro ato normativo que regulou o uso da    comunicação sem fio no Brasil foi o Decreto n.    3.296, ...
RADIODIFUSÃO   Foi Getulio Vargas quem estabeleceu a    primeira norma da área de    radiodifusão, qual seja, o Decreto n...
RADIODIFUSÃO   O marco legal vigente para a atividade    de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de    27 de agosto de 1962 - ...
RADIODIFUSÃO   O marco legal vigente para a atividade    de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de    27 de agosto de 1962 - ...
CONCEITOS   Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre –    conjunto de padrões tecnológicos a serem    adotados p...
MODULAÇÃO DO SBTVD-TMultiplexação em Único Canal      Modulação com segmentação                                   da band...
ESTRUTURA DE IMPLEMENTAÇÃO DO SBTVD-T   Comitê de Desenvolvimento composto por    Ministérios     definição de políticas...
POSSIBILIDADES DO SBTVD-T   O SBTVD-T possibilitará:    transmissão digital em alta definição - HDTV;    transmissão di...
POSSIBILIDADES DO SBTVD-T           Facilidades                                                          Imagem de Alta   ...
INTERATIVIDADE   Local (não requer canal de retorno)     Aproveita o próprio feixe de dados da radiodifusão para transpo...
INTERATIVIDADE             Interatividade   A interatividade possibilitará uma    nova forma de utilizar a televisão.    ...
INTERATIVIDADEEstação de TV                                                Casa                 Programa + dados          ...
SERVIÇOS         Serviços da TV DigitalAlta Definição      Multi-programação             InteratividadeImagem e som de    ...
DADOS   A transmissão de dados pode    oferecer informações adicionais.                         -Detalhes do    gol;     ...
DADOS   Os Guias Eletrônicos de Programação    (EPG) permitirão visualizarmos os    programas futuros, com atualizações  ...
DADOS   Receberemos noticiários e    informativos através da transmissão    de dados (data broadcasting).                ...
PORTABILIDADE                       Horário de almoçoÍndice de Uso                                               No retorn...
SBTVD-T – TRANSIÇÃO      Tecnologia Analógica para Digital   Consignação de faixa de radiofreqüência adicional    com lar...
SBTVD-T – TRANSIÇÃO      Tecnologia Analógica para Digital   Requisitos para autorização da freqüência de    6 MHz:    P...
SBTVD-T – TRANSIÇÃO      Tecnologia Analógica para Digital   O requerimento de consignação de canal de    radiofreqüência...
SBTVD-T – TRANSIÇÃO      Tecnologia Analógica para Digital   O requerimento de consignação de canal de    radiofreqüência...
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T   Distribuição das consignações de canais    digitais de 6 MHz: 7 anos   Cronograma do MC...
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T   geradoras situadas nas capitais dos Estados e no Distrito    Federal:      até 29 de de...
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T   retransmissoras situadas nas capitais dos Estados    e no Distrito Federal: até 30 de ab...
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T   Após a consignação do canal digital de 6    MHz:    Projeto de instalação: 6 meses após...
PROJETO DE INSTALAÇÃO   O projeto de instalação da estação digital deverá    ser apresentado em conformidade com os    fo...
LICENÇA DE FUNCIONAMENTO   Instalada a estação digital, a exploradora    deverá requerer ao Ministério das    Comunicaçõe...
INÍCIO DA TRANSMISSÃO   O início da transmissão digital deverá ocorrer em    prazo não superior a dezoito meses, contado ...
TRANSMISSÃO   O canal de radiofreqüência utilizado para    transmissão digital deverá:    proporcionar a mesma cobertura...
DESINTERESSE NA TRANSIÇÃO     O não cumprimento pelas exploradoras dos    prazos caracterizará o desinteresse da    conce...
PLANO E NUMERAÇÃO   O Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de    Faixas de Freqüências e o PBTVD serão    adequ...
CONDIÇÕES PARA TRANSIÇÃO DO              SBTVD-T   A transmissão digital de sons e imagens incluirá,    durante o período...
SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS   4 CANAIS DIGITAIS PARA EXPLORAÇÃO DIRETA UNIÃO    FEDERAL. Art. 21, inciso XII da CR/88     ...
SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL      SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS             TERRESTRE – SBTVD-T   O Canal da Cidad...
SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL       COMPETÊNCIA–DO MINICOM             TERRESTRE SBTVD-T   O Ministério das Com...
PRÓXIMOS PASSOS          Os Próximos Passos   Fórum do SBTVD-T: Câmara Executiva do Comitê    de Desenvolvimento do Siste...
URGÊNCIA – LEI DE COMUNICAÇÃO           Desafios         ELETRÔNICA    Novo marco legal para     preparar o país e as    ...
HISTÓRICO DA CONVERÊNCIA       Histórico da Convergência Tecnológica                                                      ...
CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA -        CONCEITO   A Comissão Européia ao abordar o tema no    “Green Book”, de dezembro de 199...
CONVERGÊNCIA   TIPOS:    CONVERGÊNCIA FUNCIONAL;    CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA;    CONVERGÊNCIA ECONÔMICA;    CONVERGÊN...
CONVERGÊNCIA FUNCIONAL   Oferta de mais funções (serviços) do que    originalmente projetado.    Ex: Telefonia Móvel (Voz...
CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA   Fusão de tecnologias em direção a um    processo convergente, seja nos terminais de    acesso ...
CONVERGÊNCIA ECONÔMICA   Concentração oligopolista ou monopolista    em que poucas empresas são capazes de    ofertar uma...
CONVERGÊNCIA GEOGRÁFICA   Diretamente ligada ao processo de    “mundialização”, onde as tecnologias    romperam barreiras...
CONVERGÊNCIA POLÍTICA   Formação de blocos entre nações e    aumento da importância de autoridades de    telecomunicações...
PLATAFORMA PLATAFORMAS (1/3)        CONVERGÊNCIA DAS DOS ANOS 90                            Conteúdo   Conteúdo     Vídeo ...
CONVERGÊNCIA DAS PLATAFORMAS (2/3)          PLATAFORMAS DO FUTURO  Conteúdo                                       :       ...
SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL        MUITO OBRIGADO         TERRESTRE – SBTVD-T                 FIM    Marcelo.b...
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  • Next, I will explain the Interactive broadcasting services. For interaction with Upstream, it may be possible to join the quiz show by voting and to purchase on TV shopping on real time, by using internet access. ( 以上 インドネシアセミナーから ) Next I explain the server type Broadcasting system. A receiver with large capacity storage and connection capability to communication networks is called “server-type receiver”. The server-type broadcasting services can be realized by the convergence of broadcasting, communication and client-storage. Television sets become general-purpose home information terminals that integrate broadcasting and communications. A Viewers can select and view the any TV programs in the Home Server in any time.
  • A integração entre as plataformas de distribuição dos serviços e dos dispositivos de recepção era pequena, mas já havia algumas tendências de convergência. O fato mais importante foi a consolidação da Internet, que veio da década de 80. Já havia a utilização da Internet para a transmissão em tempo real de: VÍDEO, ainda que restrito, cuja tecnologia viabilizadora foi a streaming. ÁUDIO (música) cuja tecnologia viabilizadora foi o MP3, que tem qualidade de CD. A Revolução do MP3 : Moving Pictures Expert Group – 1 Audio Layer-III (MP3) É um padrão de compressão (10:1): um CD de 74 min aumenta a capacidade para 12 h. Patente alemã (instituto Fraunhofer) nos anos 80. Em 1997 a empresa AMP (Advanced Multimedia Products) lançou o primeiro programa no formato MP3. Em 1998 dois estudantes criam interface MP3 para windows que foi distribuído na Internet. Em 1999, o jovem Shawn Fanning criou o programa Napster que possibilita download de músicas peer-to-peer. O sucesso foi enorme e provocou ações na justiça em defesa de direitos autorais. iMúsica oferece no Brasil download de músicas por R$ 0,99. Hoje é possível ouvir música no formato MP3 em CD, celular, aparelho de som, CD, MP3 players, etc.
  • A previsão é que a evolução da convergência resulte em poder transmitir qualquer informação por diversos meios utilizando o MESMO PADRÃO. A informação seria recebida por uma série de terminais capazes de receber tudo. Seria uma total convergência de serviços, redes e terminais. Entretanto, uma série de desenvolvimentos tecnológicos ainda são necessários para que essa previsão aconteça. Ressalte-se também que as atuais plataformas deverão ainda se manter por muito tempo. O protocolo SIP (Session Initiation Protocol), desenvolvido recentemente (1996), tende a se juntar aos protocolos TCP/IP para formar o trio dos grandes protocolos da Internet. Sua aplicação é para a transmissão de informação em tempo real. Vale ressaltar que a VoIP deverá se desenvolver cada vez mais utilizando o protocolo SIP. De fato, a VoIP já aparece como um importante assunto regulatório, principalmente por competir fortemente no STFC LD, nos países onde o acesso banda larga tem grande penetração. Várias questões terão que ser respondidas: Há que pagar tarifas de interconexão para as operadoras da telefonia local? Prestadora de VoIP contribuirá para o FUST? Pagará imposto (ICMS et al)? Caso VoIP tenha muito sucesso, reduzirá o uso do STFC LD convencional que poderá aumentar de preço. Como compensar quem não pode usar VoIP por não ter acesso banda larga? E os telefones de utilidade pública (3 dígitos), em especial os números de emergência, como serão acessados em VoIP? E a quebra de sigilo telefônico decretada pela Justiça, como será implementada? Será o caso de considerar como STFC, apenas o VoIP que envolva telefones da rede pública? Isto não inibirá o VoIP e, assim, prejudicará o usuário? Ou seja: VoIP é um serviço de telecomunicações, e como tal deve ser regulado, total ou parcialmente, ou é transmissão de informação pela Internet que não está sujeita a regulação?
  • Marcelo bechara painel 4 - mc -

    1. 1. DECISÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL TERRESTRE – SBTVD-TSíntese do Decreto 5.820, de 29 de junho de2006 e da Portaria 652, de 10 de outubro de 2006
    2. 2. INOVAÇÃO "Os americanos têm necessidade de telefones, mas nós não. Temos um monte de mensageiros." • Sir W. Preece, engenheiro-chefe do Escritório Postal Britânico (1878) "Não há razão para que alguém ter um computador em casa" • Ken Olsen, presidente e fundador da Digital Equipment Corp. (DEC)
    3. 3. INOVAÇÃO "As pessoas vão ficar cansadas de olhar para uma caixa de madeira todas as noites." • Darryl Zanuck, produtor de cinema, sobre o futuro da TV (1946) "Tudo que podia ser inventado já foi inventado." • Charles H. Duell, oficial do escritório de patentes dos EUA (1899)
    4. 4. PREMISSAS DO SBTVD-T Adoção do sistema brasileiro de televisão digital terrestre – SBTVD-T e a transição do sistema de transmissão analógica para o sistema de transmissão digital do serviço de radiodifusão de sons e imagens e do serviço de retransmissão de televisão. O SBTVD-T será assegurado de forma livre e gratuita e para o acesso público em geral O SBTVD-T adotará o padrão de modulação de sinais do sistema ISDB-T (padrão japonês) com inovações brasileiras.
    5. 5. RADIODIFUSÃO Serviço de Radiodifusão: modalidade de serviço de telecomunicações destinado à transmissão de sons (radiodifusão de sons, radiofonia ou radiodifusão sonora) ou de sons e imagens (radiodifusão de sons e imagens, radiotelevisão ou radiodifusão de televisão), por ondas radioelétricas, para serem direta e livremente recebidos pelo público em geral.”
    6. 6. RADIODIFUSÃO O primeiro ato normativo que regulou o uso da comunicação sem fio no Brasil foi o Decreto n. 3.296, de 10 de julho de 1917, durante o governo de Venceslau Brás. Ficou ali estabelecido que são “da exclusiva competência do Governo Federal os serviços radiotelegraphico e radiotelephonico no território brasileiro”. Definiu também ser da competência do Ministério da Viação e Obras Públicas, em caso civil, e do Ministério da Guerra e Marinha, em caso de defesa nacional, o estabelecimento e exploração das estações “radiotelegraphicas”.
    7. 7. RADIODIFUSÃO Foi Getulio Vargas quem estabeleceu a primeira norma da área de radiodifusão, qual seja, o Decreto nº 20.047, de 27 de maio de 1931, primeiro diploma legal que define radiodifusão como "serviço de interesse nacional e de finalidade educativa".
    8. 8. RADIODIFUSÃO O marco legal vigente para a atividade de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de 27 de agosto de 1962 - que aprovou o Código Brasileiro de Telecomunicações. A referida norma, como se depreende do próprio nome, conjugava e disciplinava os dois serviços – telecomunicações e radiodifusão
    9. 9. RADIODIFUSÃO O marco legal vigente para a atividade de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de 27 de agosto de 1962 - que aprovou o Código Brasileiro de Telecomunicações.
    10. 10. CONCEITOS Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre – conjunto de padrões tecnológicos a serem adotados para transmissão e recepção de sinais digitais terrestres de radiodifusão de sons e imagens; e ISDB-T – Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial – serviços integrado de radiodifusão digital terrestre (por padrões tecnológicos internacionais definidos na União Internacional de Telecomunicações - UIT).
    11. 11. MODULAÇÃO DO SBTVD-TMultiplexação em Único Canal  Modulação com segmentação da banda (BST-COFDM) HDTV Portátil HDTV permite flexibilidade para transmissões dentro de um12 Segmentos 1 SegmentoCompressão Compressão único canal. MPEG4 H.264  Maior robustez na recepção com antena interna, móvel e portátil. Conteúdo Original
    12. 12. ESTRUTURA DE IMPLEMENTAÇÃO DO SBTVD-T Comitê de Desenvolvimento composto por Ministérios  definição de políticas  aprovação de inovações tecnológicas  aprovação de especificações técnicas  aprovação de plano de desenvolvimento e implantação do SBTVD-T  estímulo à formação do Fórum Fórum do SBTVD-T  instância consultiva do Comitê de Desenvolvimento  composto, entre outros, por representantes do setor de radiodifusão, industrial e sociedade científica
    13. 13. POSSIBILIDADES DO SBTVD-T O SBTVD-T possibilitará: transmissão digital em alta definição - HDTV; transmissão digital em definição padrão – SDTV; transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil, e interatividade.
    14. 14. POSSIBILIDADES DO SBTVD-T Facilidades Imagem de Alta Definição Som com Qualidade 10 Para Televisores Para Televisores 11 de Tela Grande de Tela Grande 0 R Esportes ・・ ad Di ・ io g it d i al fu sã o Notícias Em casaServiços: TV de Alta Definição. Desastres (HDTV=1080i) Ônibus Recepção Móvel. Recepção Portátil. Centro de informações. Na rua Trem Em qualquer lugar a qualquer momento Para Terminais Portáteis Para Terminais Portáteis
    15. 15. INTERATIVIDADE Local (não requer canal de retorno)  Aproveita o próprio feixe de dados da radiodifusão para transportar informações adicionais à programação (armazenadas na URD)  Exemplo: escolha de ângulo de câmera Intermitente (requer canal de retorno)  Informações geradas pelo usuário podem ser temporariamente armazenadas na URD para posterior envio ao provedor do serviço  Exemplos: correio eletrônico, t-commerce, etc. Permanente (requer canal de retorno)  Informações geradas pelo usuário são imediatamente enviadas ao provedor do serviço  Exemplos: acesso à Internet, t-commerce, t-gov, etc.
    16. 16. INTERATIVIDADE Interatividade A interatividade possibilitará uma nova forma de utilizar a televisão. Um serviço interativo com um canal de retorno permitirá programações com efetiva participação dos telespectadores.
    17. 17. INTERATIVIDADEEstação de TV Casa Programa + dados Interatividade a o st e sp ão R t aç li ci Internet So Envio de Internet solicitaçãoServidor de Conteúdo (Portal) •Participar de pesquisas. •Obter informações...
    18. 18. SERVIÇOS Serviços da TV DigitalAlta Definição Multi-programação InteratividadeImagem e som de Múltiplos programas dentro Interação com aelevada qualidade de um único canal programação Dados Recepção Móvel e PortátilRecepção de dados Recepção móvel e portátil com qualidade
    19. 19. DADOS A transmissão de dados pode oferecer informações adicionais. -Detalhes do gol; -Estatísticas da partida; etc.
    20. 20. DADOS Os Guias Eletrônicos de Programação (EPG) permitirão visualizarmos os programas futuros, com atualizações em tempo-real. As atualizações refletirão nos agendamentos de gravação automaticamente.
    21. 21. DADOS Receberemos noticiários e informativos através da transmissão de dados (data broadcasting). Últimas notícias, previsões de tempo, a outras informações de utilidade pública através do controle remoto.
    22. 22. PORTABILIDADE Horário de almoçoÍndice de Uso No retorno a casa. 1.0 0.9 Assistir a TV 0.8 fora de casa 0.7 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0.0 0:00 3:00 6:00 9:00 12:00 15:00 18:00 21:00 24:00 Horário
    23. 23. SBTVD-T – TRANSIÇÃO Tecnologia Analógica para Digital Consignação de faixa de radiofreqüência adicional com largura de banda de 6 MHz, a fim de permitir a transição para a tecnologia digital sem interrupção da transmissão de sinais analógicos. Processo de transição:  Sem interrupção dos sinais analógicos  Garantia de 6 MHz às prestadoras dos serviços  Cronograma para implantação  Observância do Plano Básico de Distribuição de Canais de TV Digital (ANATEL)
    24. 24. SBTVD-T – TRANSIÇÃO Tecnologia Analógica para Digital Requisitos para autorização da freqüência de 6 MHz: Prestadora regularmente em operação Celebração de instrumento legal Digitalização da geração antes da correspondente retransmissão Prazo para utilização plena do canal, sob pena da revogação da consignação prevista Condições técnicas mínimas para a utilização do canal consignado
    25. 25. SBTVD-T – TRANSIÇÃO Tecnologia Analógica para Digital O requerimento de consignação de canal de radiofreqüência para transmissão digital deverá ser instruído com os seguintes documentos:  laudo de vistoria das instalações da estação geradora ou retransmissora analógica, conforme regulamento técnico para a prestação dos serviços de radiodifusão de sons e imagens e de transmissão de televisão, aprovado pela Resolução ANATEL n o 284, de 7 de dezembro de 2001, alterado pela Resolução ANATEL no 398, de 7 de abril de 2005;  certidão negativa de débito com a seguridade social;
    26. 26. SBTVD-T – TRANSIÇÃO Tecnologia Analógica para Digital O requerimento de consignação de canal de radiofreqüência para transmissão digital deverá ser instruído com os seguintes documentos:  quando se tratar de concessionária de serviço de radiodifusão de sons e imagens, declaração assinada pelo representante legal na qual conste a composição societária e o percentual de participação de cada sócio no capital social.  O Ministério das Comunicações poderá solicitar documentos complementares ou realizar diligências para verificar a regularidade das informações prestadas, bem como da exploração dos serviços.  A exploradora deverá estar em situação regular perante o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações – FISTEL.
    27. 27. PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T Distribuição das consignações de canais digitais de 6 MHz: 7 anos Cronograma do MC definirá a distribuição:  Estações geradoras nas capitais e no DF;  Estações geradoras nos municípios;  Retransmissoras nas capitais e no DF;  Retransmissoras nos municípios.
    28. 28. PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T geradoras situadas nas capitais dos Estados e no Distrito Federal:  até 29 de dezembro de 2006: cidade de São Paulo; e  após 29 de junho de 2007:  Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro e Salvador: até 30 de novembro de 2007;  Belém, Curitiba, Goiânia, Manaus, Porto Alegre e Recife: até 31 de março de 2008;  Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Maceió, Natal, São Luís e Teresina: até 31 de julho de 2008;  Aracaju, Boa Vista, Florianópolis, Macapá, Palmas, Porto Velho, Rio Branco e Vitória: até 30 de novembro de 2008. geradoras situadas nos demais Municípios: de 1o de outubro de 2007 até 31 de março de 2009.
    29. 29. PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T retransmissoras situadas nas capitais dos Estados e no Distrito Federal: até 30 de abril de 2009; e retransmissoras situadas nos demais Municípios: até 30 de abril de 2011. A permissionária ou autorizada de serviço de retransmissão de televisão somente poderá requerer a consignação de que trata o art. 2o após o início da transmissão digital, em caráter definitivo, da estação geradora cedente da programação, observado os prazos fixados no cronograma.
    30. 30. PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T Após a consignação do canal digital de 6 MHz: Projeto de instalação: 6 meses após consignação Início da transmissão digital: 18 meses após aprovação Transição do sistema de transmissão analógica para o SBTVD-T: 10 anos
    31. 31. PROJETO DE INSTALAÇÃO O projeto de instalação da estação digital deverá ser apresentado em conformidade com os formulários padronizados de informações técnicas, constantes dos Anexos III e IV da Portaria 652/2006. O projeto de instalação da estação digital deverá garantir a equivalência da área de cobertura com a do sinal analógico, observado o estabelecido no PBTVD. Publicada a portaria de aprovação do projeto de instalação da estação será expedida, pela ANATEL, a autorização para uso do canal consignado para transmissão digital.
    32. 32. LICENÇA DE FUNCIONAMENTO Instalada a estação digital, a exploradora deverá requerer ao Ministério das Comunicações a expedição de Licença para Funcionamento de Estação, acompanhado de laudo de vistoria da estação, elaborado por engenheiro habilitado, comprovando que a instalação encontra-se em conformidade com o projeto aprovado e o pagamento do FISTEL.
    33. 33. INÍCIO DA TRANSMISSÃO O início da transmissão digital deverá ocorrer em prazo não superior a dezoito meses, contado a partir da data de publicação da portaria de aprovação do projeto, podendo a a exploradora poderá operar em caráter experimental com a finalidade de testar os equipamentos instalados e o sistema irradiante, nos termos dos arts. 38 e 39 do Regulamento dos Serviços de Radiodifusão, aprovado pelo Decreto no 52.795, de 31 de outubro de 1963.
    34. 34. TRANSMISSÃO O canal de radiofreqüência utilizado para transmissão digital deverá: proporcionar a mesma cobertura que o atual canal utilizado para transmissão analógica, observado o disposto no instrumento de outorga; propiciar gerenciamento eficaz das transmissões analógicas e digitais; e prevenir interferências.
    35. 35. DESINTERESSE NA TRANSIÇÃO O não cumprimento pelas exploradoras dos prazos caracterizará o desinteresse da concessionária, permissionária ou autorizada na exploração do serviço para transmissão digital.
    36. 36. PLANO E NUMERAÇÃO O Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências e o PBTVD serão adequados ao cronograma, devendo a ANATEL prosseguir na expansão do PBTVD. O Ministério das Comunicações formulará, ouvida a Câmara Executiva do Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre, o plano de numeração para identificação do canal de transmissão digital pelo usuário de forma a atender o disposto nesta Portaria.
    37. 37. CONDIÇÕES PARA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T A transmissão digital de sons e imagens incluirá, durante o período de transição, a veiculação simultânea da programação em tecnologia analógica. Os canais utilizados para transmissão analógica serão devolvidos à União após o prazo de transição. A partir de 1o de julho de 2013, o Ministério das Comunicações somente outorgará a exploração do serviço de radiodifusão de sons e imagens para a transmissão em tecnologia digital.
    38. 38. SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS 4 CANAIS DIGITAIS PARA EXPLORAÇÃO DIRETA UNIÃO FEDERAL. Art. 21, inciso XII da CR/88  CANAL DO PODER EXECUTIVO – Transmissão de atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos do Poder Executivo.  CANAL DA EDUCAÇÃO – Desenvolvimento e aprimoramento do ensino à distância;  CANAL DA CULTURA – Produções culturais e programas regionais;  CANAL DA CIDADANIA – Transmissão de programações das comunidades locais, divulgação de atos, trabalhos, projetos, etc. dos poderes públicos estadual e municipal.
    39. 39. SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS TERRESTRE – SBTVD-T O Canal da Cidadania oferecerá aplicações de serviços públicos de governo eletrônico no âmbito federal, estadual e municipal. Os canais de exploração direta poderão ser compartilhados com os poderes legislativo e judiciário. O Ministério das Comunicações estimulará a celebração de convênios necessários à viabilização das programações do Canal de Cidadania.
    40. 40. SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL COMPETÊNCIA–DO MINICOM TERRESTRE SBTVD-T O Ministério das Comunicações expedirá normas complementares necessárias à execução e operacionalização do SBTVD-T previsto neste Decreto e no Decreto nº 4.901, de 2003.
    41. 41. PRÓXIMOS PASSOS Os Próximos Passos Fórum do SBTVD-T: Câmara Executiva do Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre. Portaria nº 571/2006, da Casa Civil Definição das Normas técnicas. Instrumentos pactuais. Preparação da infra-estrutura pelos radiodifusores. Projeto e produção de receptores pelos fabricantes. Testes de campo TV Digital “no ar”
    42. 42. URGÊNCIA – LEI DE COMUNICAÇÃO Desafios ELETRÔNICA  Novo marco legal para preparar o país e as empresas para uma realidade de convergência.
    43. 43. HISTÓRICO DA CONVERÊNCIA Histórico da Convergência Tecnológica 5 4 3 2 11970 1980 1990 2000 2010 2030 1. Década de 70, início da convergência entre a computação e as telecomunicações. 2. Década de 80 concretização da convergência entre a computação e telecomunicações 3. Consolidação da convergência entre a computação e telecomunicações. Exemplo: telefones celulares que suportam protocolo WAP para conexão na Internet, a integração entre o telefone e a computação – CTI, utilizado nas Centrais de Atendimento, entre outros; 4. Convergência tecnológica com utilização da computação, telecomunicações, captura e difusão de informações e Internet 5. Computação Pervasiva (ublíqua)
    44. 44. CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA - CONCEITO A Comissão Européia ao abordar o tema no “Green Book”, de dezembro de 1997, entende convergência como: “capacidade de diferentes plataformas de rede servirem de veículo a serviços essencialmente semelhantes, ou a junção de dispositivos do consumidor como o telefone, a televisão e o computador pessoal” .
    45. 45. CONVERGÊNCIA TIPOS: CONVERGÊNCIA FUNCIONAL; CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA; CONVERGÊNCIA ECONÔMICA; CONVERGÊNCIA POLÍTICA; CONVERGÊNCIA GEOGRÁFICA.
    46. 46. CONVERGÊNCIA FUNCIONAL Oferta de mais funções (serviços) do que originalmente projetado. Ex: Telefonia Móvel (Voz, Wap, GPRS, SMS, MMS, etc)
    47. 47. CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA Fusão de tecnologias em direção a um processo convergente, seja nos terminais de acesso ou nos meios de transporte e distribuição. Ex: Internet (VoIP, IPTV) em fibra ótica, cable, satélite, etc.
    48. 48. CONVERGÊNCIA ECONÔMICA Concentração oligopolista ou monopolista em que poucas empresas são capazes de ofertar uma gama de serviços. Pode ocorrer por fusões entre grupos econômicos cujo objetivo é prestar o máximo de serviços pelo menor preço.
    49. 49. CONVERGÊNCIA GEOGRÁFICA Diretamente ligada ao processo de “mundialização”, onde as tecnologias romperam barreiras regionais e global, possibilitando a oferta de serviços de forma remota, em grandes distâncias.
    50. 50. CONVERGÊNCIA POLÍTICA Formação de blocos entre nações e aumento da importância de autoridades de telecomunicações em âmbito regional. Ex: Citel, OMC, UIT.
    51. 51. PLATAFORMA PLATAFORMAS (1/3) CONVERGÊNCIA DAS DOS ANOS 90 Conteúdo Conteúdo Vídeo Web Dados Voz ÁudioInfra-estrutura CaboInfra Rede fixa Rede fixa ou Rádios Redes TV VHF/UHF OC/OT/OM/FM e Acesso Satélite (cobre) móvel Transporte Internet Terminal TV PC Telefone Rádio Usuários usando dispositivos separados com funções distintas
    52. 52. CONVERGÊNCIA DAS PLATAFORMAS (2/3) PLATAFORMAS DO FUTURO Conteúdo : Todo tipo de conteúdo multimídia:Voz, Vídeo, Áudio e DadosInfra-estrutura Redes com capacidades equivalentes para a transmissão e banda larga Redes xDSL, Cable Modem, Fibra Ótica, BPL(PLC), Satélite, FWA(WIFI/WIMAX), e Acesso 3G,DTV Transporte PDA Telefone Eletro Console Terminal iTV PC Celula domésticos vídeo gam r e Usuário utilizando uma série de dispositivos interconectados e intercambiáveis
    53. 53. SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL MUITO OBRIGADO TERRESTRE – SBTVD-T FIM Marcelo.bechara@mc.gov.br

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