Programa de Capacitação Petróleo e Gás

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A OpeNetwork apresenta um programa de capacitação em Petróleo e Gás. Nosso Programa Responsabilidade Social na Indústria de Petróleo e Gás compõe-se de um conjunto de ações nas áreas da qualificação profissional, que visa
capacitar, nos níveis fundamental, técnico e superior, representantes da sociedade civil e militar em diferentes estágios de formação, a atuarem na indústria de petróleo e gás. O Programa também inclui o acompanhamento da inserção dos
concluintes nos segmentos da indústria de Petróleo e Gás.

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Programa de Capacitação Petróleo e Gás

  1. 1. Programa de Capacitação em Petróleo & Gás
  2. 2. Novos Desafios para um Brasil mais competitivo “Ampliação, modernização e interiorização dos programas de capacitação são armas da indústria para combater o gargalo criado pela baixa escolaridade da mão- de-obra disponível no país.” A moderna indústria de petróleo e gás, petroquímica, construção naval e offshore é implacável quando se trata da qualificação dos profissionais que pretendem atuar no setor. Não basta exibir o certificado de conclusão de um curso voltado para a área. É preciso estar preparado para manipular a última palavra em tecnologia. E isso vale tanto para os executivos que exercem cargos que exigem formação superior, quanto para os trabalhadores que ocupam postos com formação de Ensino Médio . Tal nível de exigência acontece dentro de um cenário que evolui e se modifica numa velocidade espantosa, e que ao longo dos anos vem transformando nossas instituições de ensino técnico numa espécie de museu de grandes novidades. Ou seja: o que hoje é top de linha amanhã provavelmente já foi superado. Nesta selva tecnológica só sobrevivem os que estão preparados para se adaptar imediatamente às mudanças, assim como algumas espécies acabam desenvolvendo características ditadas por mudanças climáticas e outros danos causados ao ecossistema pelo desenvolvimento não sustentável. É justamente na precária formação profissional básica que, hoje, se encontra um dos mais perigosos “gargalos” (termo da moda para designar tudo o que impede o desenvolvimento) já identificados pela indústria nacional. Recentemente, a Petrobras foi obrigada a reduzir o nível de exigência em geral adotado para a contratação de mão-de-obra em seus empreendimentos – isso aconteceu no cadastramento de interessados para a construção da Refinaria Abreu e Lima, no Recife. E a decisão foi tomada a partir do momento em que os responsáveis pelo recrutamento perceberam que a grande maioria dos candidatos não havia concluído sequer o Ensino Fundamental. No âmbito federal são muitas as iniciativas ligadas à capacitação de trabalhadores, mas essa enorme sucessão de siglas se revela pouco ou nada eficiente diante do costumeiro abandono de projetos a meio caminho, por causa da troca de governantes e, conseqüentemente, de programas de governo. Dessa forma, não há continuidade e muito menos atualização constante das técnicas ensinadas aos jovens aprendizes. A disfunção que atinge a mão-de-obra qualificada se verifica de forma mais intensa no nível técnico. Isso porque, para cargos que exigem nível superior, diante da dificuldade de encontrar pessoas com os perfis desejados, sempre resta a saída da importação de mão-de-obra capacitada. Muitas empresas se encarregam exclusivamente de localizar tais profissionais no mercado internacional e dos trâmites legais para que possam trabalhar no país. No andar de baixo, a coisa é diferente, mas a situação já chegou a tal ponto que os responsáveis por um grande empreendimento ligado à siderurgia no Rio de Janeiro chegaram a cogitar a vinda de 300 operários chineses para trabalhar na planta industrial. A operação só não se concretizou por causa da reação imediata de grupos ligados aos direitos humanos e sindicalistas.
  3. 3. A descoberta e a exploração da camada do pré-sal brasileiro têm potencial para transformar radicalmente a vida dos brasileiros e fortalecer a posição geopolítica do país no exterior. Diante do grande crescimento previsto para atividades da indústria de petróleo e gás para os próximos anos, tanto no pré-sal quanto nas demais áreas de extração de petróleo, aumentaram-se substancialmente os recursos programados para o setor. São investimentos robustos, que garantirão a execução de uma das mais consistentes carteiras de projetos da indústria do petróleo no mundo. Serão novas plataformas de produção, mais de uma centena de embarcações de apoio, além da maior frota de sondas de perfuração a entrar em atividade nos próximos anos. A capacidade instalada da indústria de bens e serviços é um desafio a ser vencido, tendo em vista ser insuficiente para atender às demandas previstas. Exige uma política industrial para o desenvolvimento no país de uma cadeia produtiva, capaz de suprir as necessidades de equipamentos e serviços de engenharia, agregando valor à cadeia do petróleo e gás e a outros setores industriais. Tal situação possibilita a entrada de novos fornecedores no país, o que aumenta a competitividade, fortalece a economia brasileira e potencializa a geração de emprego e de renda, com o aumento da oferta e a criação de novos empregos. Contudo, o crescimento da indústria de petróleo e gás exige o aumento de mão de obra nacional qualificada que possa ocupar os postos de trabalho a serem oferecidos. Estima-se em 285 mil o déficit de pessoal capacitado para atuar nos grandes projetos da indústria de petróleo e gás. Esse número é substancialmente maior, ao considerarmos a oferta potencial dos postos de trabalho na cadeia produtiva de petróleo e gás. Consciente dessa realidade foi desenvolvido o Programa Responsabilidade Social na Indústria de Petróleo e Gás, que visa demonstrar o compromisso institucional da Marinha do Brasil na busca de soluções que proporcionem ganhos sociais, traduzidas na geração de empregos e de renda. Na garantia da sustentabilidade e da cidadania, contribuindo para o bem-estar da sociedade e voltado ao desenvolvimento econômico.
  4. 4. COMPETITIVIDADE EM RITMO LENTO O BRASIL POSSUI um dos piores índices de competitividade entre os 43 maiores países do mundo. Esta é a principal conclusão do Índice de Competitividade (IC) de 2007 da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgado no início de outubro pela instituição. Entre os países analisados, o Brasil ficou na 38ª colocação, com 17,4 pontos em cem possíveis, e só ficou na frente de Filipinas, Turquia, Colômbia, Índia e Indonésia. De acordo com José Ricardo Roriz Coelho, diretor-geral do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decontec) da Fiesp, a má colocação do Brasil não significa que o país não avança em sua competitividade, e sim que os outros países o fazem de forma muito mais acelerada. “Podemos estar avançando, mas a maioria dos países evolui em um ritmo mais acelerado”, explicou. Programa Responsabilidade Social na Indústria de Petróleo e Gás O Programa Responsabilidade Social na Indústria de Petróleo e Gás compõe-se de um conjunto de ações nas áreas da qualificação profissional, que visa capacitar, nos níveis fundamental, técnico e superior, representantes da sociedade civil e militar em diferentes estágios de formação, a atuarem na indústria de petróleo e gás. O Programa também inclui o acompanhamento da inserção dos concluintes nos segmentos da indústria de Petróleo e Gás. A implantação do Programa está calcada no desenvolvimento e aplicação de cursos que contemplam a formação profissional para atuação gerencial e operacional nos segmentos da indústria de petróleo e gás. Os cursos com conteúdos voltados aos portadores de diploma do ensino fundamental ou médio possuem carga horária variando entre 16 e 80 horas, com forte ênfase nos segmentos operativos da indústria de petróleo e gás. Os cursos com conteúdos voltados aos portadores de diplomas de curso superior possuem carga entre 40 e 80 horas (cursos de extensão) e até 380 horas (Pós-Graduação em Gestão de Serviços em Petróleo, Gás e Renováveis).
  5. 5. Catálogo de Cursos PRODUTOS CARGA HORÁRIA CURSOS LIVRES 1) Fundamentos da indústria do petróleo, gás e renováveis 32 H 2) Qualidade e produtividade para a indústria de petróleo e gás 24 H 3) Gestão ambiental na indústria do petróleo e gás 32 H 4) Saúde e segurança operacional na indústria do petróleo e gás 32 H 5) Sistema de gestão integrada 32 H 6) Logística empresarial 24 H 7) Gestão da cadeia de suprimentos 32 H 8) Apoio logístico - terrestre e off shore 32 H 9) Direito do petróleo 32 H 10) Comercialização nacional e distribuição de petróleo e derivados 40 H 11) Comercialização internacional de petróleo e derivados – Trading 40 H 12) Planejamento de transporte – Shipping 32 H 13) Análise de riscos ambientais 40 H 14) Combustíveis alternativos 24 H 15) Gestão portuária 40 H 16) ISM Code – conceitos, funções e aplicações 32 H 17) Oshas 18000- 18001 32 H 18) Licenciamento ambiental na indústria do petróleo 32 H 19) Responsabilidade ambiental na indústria do petróleo 24 H 20) Tributação na indústria do petróleo 24 H v
  6. 6. PRODUTOS CARGA HORÁRIA CURSOS LIVRES 21) Planejamento estratégico 32 H 22) Liderança aplicada 32 H 23) Competencias gerenciais 32 H 24) Desenvolvimento de equipes 32 H 25) Atendimento ao cliente 24 H 26) Gestão de pessoas 32 H 27) Negociação 24 H 28) Criatividade 24 H 29) Empreendedorismo 24 H 30) Técnicas de vendas 24 H PÓS-GRADUAÇÃO 31) Engenharia de segurança do trabalho e meio ambiente PÓS-GRADUAÇÃO “Lato Sensu” / Especialização – Resolução CNE / CES nº 01 de 3 de Abril de 2001 726 H 32) Gerência de serviços em petróleo, gás e renováveis PÓS-GRADUAÇÃO “Lato Sensu”/Especialização – Resolução CNE/CES nº 01 de 3 de Abril de 2001 380 H GRADUAÇÃO 33)Curso superior de tecnologia em gestão para indústria de petróleo, gás e renováveis 2040 H
  7. 7. Público alvo  Militares da ativa e da reserva que visam qualificação para interação com a indústria de P&G.  Pessoal não efetivado nas Forças Armadas que busca formação básica ou aprimorada na indústria de P&G.  Alunos do ensino médio ou superior, civil ou militar.  Profissionais que buscam melhoria de qualificação na indústria de P&G. Aspectos de Diferenciação do Programa Todos os cursos oferecidos são compostos de módulos encadeados, que obedecem a lógica do Itinerário de Educação Continuada e contemplam Certificações Intermediárias. • Portfólio de cursos inovador e com alto valor agregado. • Cursos de Ensino à Distância (EAD), Presenciais ou Semi-Presenciais • Corpo docente com grande experiência na indústria de P&G. • Customização dos modos de aplicação. • Implantação ágil. • Capilaridade de atuação nacional e internacional. • Logística dos custos de execução adaptável.  Infraestrutura parceirizada e flexível.
  8. 8. marcelo@openetwork.com.br +55(21) 8883-3989 www.openetwork.com.br TREINAMENTO, CUSTOMIZAÇÃO, IMPLANTAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E SUPORTE OpeNetwork é uma empresa criada para atender ao mercado SMB com soluções tipicamente corporativas. Possui uma equipe altamente capacitada nas tecnologias mais recentes além de alto conhecimento em metodologia de Treinamento, Engenharia de Software e Gerenciamento de Projetos. OpeNetwork oferece vantagens aos seus clientes através de suas soluções criativas e integradas, atreladas ao custo altamente competitivo. Nossa Missão : “Atuar como provedora de soluções corporativas com baixo custo e alta qualidade aumentando as chances competitivas de nossos clientes.” Para conhecer mais detalhes sobre nosso programa de capacitação Petróleo e Gás, entre em contato e teremos prazer em serví-lo.

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