O Castelo de AlmourolEra uma vez uma Maravilha…Onde fica o Castelo de Almourol?Ora… fica no meio do rio Tejo. Ou seja, em ...
Ficha técnicaEdição TUGALAND Edições Multimédia Coordenação Editorial Noélia Patrício DirecçãoGráfica e Design Bloodymary ...
Nomes BARALHADOS EMAlmourolOrapaz não tinha a certeza se já era de dia. Estava na cama, ainda de olhosfechados. Lá fora, o...
Os dois saíram apressadamente, cada um na sua bicicleta. E então, apenas com oscampos em volta, o neto gritou:-Em frente, ...
Passado pouco tempo, começou a ver, no meio do Tejo, a pequena ilha e o casteloonde era rei e senhor: o Castelo de Almouro...
Entrou pela porta grande do castelo. Olhou para a lápide antiga e repetiu em voz altaas palavras lá escritas:-Castrum Palu...
Estava pronto para descer quando um rilho na torre de menagem chamou a suaatenção. Será que estava alguém lá em cima ?Impo...
Ele queria falar, mas a garganta estava apertada. Os olhos da jovem, muitonegros, pareciam também assustados. No entanto, ...
Engoliu em seco para empurrar o medo. E, ao mesmo tempo, teve uma ideiabrilhante:-Se calhar és um fantasma! O fantasma de ...
-No século X, a ilha de Al Mourol era habitada pelo mouro Ibne Baqui, pai da princesaAri. Um dia, chegou à ilha o velho Ib...
-Lembras-te? –quis saber o rapaz.A jovem abanou a cabeça. Pegava nas medalhas e com o resto de luz, tentavaadivinhar.O rap...
Beatriz era a filha de Ramiro, um godo que foi senhor deste castelo aí pelos séculos IXou X. Um dia quando regressava aos ...
Um dia, D.Ramiro anuncia a Beatriz que a vai casar com um castelão.A jovem sente-se perdida e procura o seu amado. No dia ...
-Miraguarda e Polinarda eram duas damas que um dia visitaram o castelo do giganteAlmourol. O gigante recebeu as nobres sen...
-Lembras-te dos nomes?-perguntou o rapaz. –Não achas que podias ser uma delas?-Polinarda? Miraguarda? Quem sabe? Lembro-me...
-Como se chamava ela?-Não sei, a lenda não conta.-Que pena –lamentou a jovem.Estavam os dois sentados no chão. Os ruídos d...
O rapaz levantou-se e começou a lutar com um vulto perceber:-Sou o avô , filho! Sou o teu avô!Então, o rapaz parou e deixo...
«Para o Cavaleiro D.Dragonel Meinuf,Era uma vez uma donzela que queria viajar para longe, mas estava prometida paracasar c...
1Afinal, como se escreve?Almoriol, Almorol, Almourel, Almuriel, Al-morolan (pedra alta)Não se sabe bem a origem do nome Al...
4 A Ordem dos TempláriosNa torre de menagem do Castelo de Almourol existe uma pedra com a cruz patesca, a primeiracruz usa...
AnagramasNa história, o rapaz fala deste jogo. Trata-se de usar as letras de uma palavra para escreveroutras. Experimenta:...
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  1. 1. O Castelo de AlmourolEra uma vez uma Maravilha…Onde fica o Castelo de Almourol?Ora… fica no meio do rio Tejo. Ou seja, em cima de umapequeníssima ilha no meio do rio, com apenas 310 metros decomprimento por 75 metros de largura. O castelo domina a ilha,no cimo dos seus 18 metros de altura. Localiza-se entre Vila Novada Barquinha e a Praia do Ribatejo, no distrito de Santarém e acerca de meia hora desta cidade.
  2. 2. Ficha técnicaEdição TUGALAND Edições Multimédia Coordenação Editorial Noélia Patrício DirecçãoGráfica e Design Bloodymary design- Maria João Ribeiro Paginação e Ilustração deJogos/Curiosidades Liliana Sobreiro Produção Renata Esteves/Vera CaetanoConceição e Coordenação Pedagógica Inspire Conto Cristina Borges Ilustração doConto André Letria Jogos Planeta Tangerina Revisão Histórica Susana Ferreira LocuçãoMiguel Guilherme Estúdio de Som Digital Mix EventosImpressão Tipografia Peres ISBN 978-972-8938-19-2-000042007 Tucaland Edições MultimédiaToda a reprodução desta obra, integral ou parcial, por qualquer processo, sem préviaautorização do Editor, é ilícita e passível de procedimento judicial contra o infractor.
  3. 3. Nomes BARALHADOS EMAlmourolOrapaz não tinha a certeza se já era de dia. Estava na cama, ainda de olhosfechados. Lá fora, o mundo estava em silêncio. «Se calhar são uma três damanhã», pensou. Cheirava bem, mas não era como em sua casa. Aqui cheirava a terrae a madeira.Ah! Já sabia onde estava: esta era a casa da avó. E melhor do que isso, estava deférias!Deu um salto da cama e em poucos minutos estava pronto para sair.No primeiro dia era sempre assim, pegava num lanche e ia de bicicleta para a ilha. Oavô levava-o a caminho a meio do caminho.-Vamos, companheiro?-Vamos Gran… -ia dizer o neto.Mas o avô interrompeu-o:-Chiuuuu! – e ao mesmo tempo, fez um sinal para guardarem o segredo da avó, ali aopé deles.
  4. 4. Os dois saíram apressadamente, cada um na sua bicicleta. E então, apenas com oscampos em volta, o neto gritou:-Em frente, Grande Luminofe!-Vamos a eles, Dragonel Meinuf! –respondeu o avô.Os dois tinham demorado horas até chegar a estes nomes secretos.Nomes de nobres cavaleiros, capazes de enfrentar os maiores perigos e vencer os maisferozes inimigos. O rapaz era o terror dos dragões e o avô tinha uma espada quelançava raios de luz.Pedalaram par a par até aos comboio, onde o avô trabalhava.-Até logo, companheiro!-Adeus, avô!
  5. 5. Passado pouco tempo, começou a ver, no meio do Tejo, a pequena ilha e o casteloonde era rei e senhor: o Castelo de Almourol.Desceu a rampa de acesso aos barcos, onde estava a sua pequena canoa. Entrou epoucas remadas depois, atracada no cais da ilha.Subiu o caminho íngreme e desapareceu entre a vegetação. Conhecia bem aquelespequenos carreiros. Caminhou até chegar junto a uma pedra em forma de sapato. Ocoração começou a bater-lhe mais depressa. Com toda a força, rodou a pedra.Ali, encaixada numa cova, meia enterrada na terra, estava a sua magnífica espada.Levantou-a contra o sol e proclamou:-Aqui estou, Dragonel Meinuf, senhor destas terras, guardião deste rio, conquistadordeste castelo!
  6. 6. Entrou pela porta grande do castelo. Olhou para a lápide antiga e repetiu em voz altaas palavras lá escritas:-Castrum Palumbare, Tomar, Ozezar, Cardig, Almourol!Eram os castelos de Pombal, Tomar, Zêzere, Cardiga e, este, de Almourol. Todosmandados construir há mais de 800 anos pelo mesmo cavaleiro templário: D.GualdimPais.Com passos vagarosos, inspeccionou o seu castelo: as quatro torres redondas a oeste,as outras cinco a leste, a «porta da traição», o antigo poço, depois, subindo osdegraus, a outra para o coração do castelo.Ficou ali muitas horas. Até que o saco do lanche ficou vazio e o sol baixou. Tinha deregressar antes que anoitecesse.
  7. 7. Estava pronto para descer quando um rilho na torre de menagem chamou a suaatenção. Será que estava alguém lá em cima ?Impossível!Segurou na espada com força, correu para as escadas de madeira e subiu à torrequadrada. Olhou em volta, com a espada em riste. Não estava ninguém.Um logo fio dourado pendia de uma das ameias. Era um cordão pesado com pequenasmedalhas de ouro. Cada uma parecia ter um desenho gravado no metal. Distinguiam-se algumas curvas, uns laços, umas pontas retorcidas. Olhando com maisatenção, acabou por distinguir as formas. Afinal, eram letras. Numa medalha, estavaum «R», noutra, um «I» e noutra, um «A». Nas outras, não se conseguia ver nada. Orapaz sentou-se no chão, estendeu o cordão de ouro à sua frente e fixou os olhos.-Posso ver?O coração ia-lhe saltando pela boca!Quem tinha falado era uma rapariga que estava à sua frente.Era alta e tinha cabelos escuros soltos sobre um logo vestido branco.
  8. 8. Ele queria falar, mas a garganta estava apertada. Os olhos da jovem, muitonegros, pareciam também assustados. No entanto, foi ela que quem falou primeiro:-Mostras-me o colar?-Quem-quem, quem és tu?A jovem não dizia nada, olhava para o chão.O rapaz-cavaleiros estendeu-lhe o cordão, mas isso não parecia fazê-la mais feliz.-Não sei, não sei. –soluçava ela- Não me lembro do meu nome-O rapaz já tinha ouvido falar de pessoas que tinham perdido a memória, mas isso nãoexplicava porque é que estava no castelo!-E tu, quem és?- perguntou ela.-Dragonel Meinuf. Sou um cavaleiro.Segurava a espada com orgulho. Mas ela nem sequer estava a olhar para ele.E o pior é que estava mesmo a ficar de noite!Lutava entre regressar para casa e ficar a resolver o mistério daquela rapariga que nãosabia o seu nome.
  9. 9. Engoliu em seco para empurrar o medo. E, ao mesmo tempo, teve uma ideiabrilhante:-Se calhar és um fantasma! O fantasma de uma princesa que viveu aqui há muitosanos!-Sim?-Sim!- repetiu o rapaz – Agora só falta descobrir o teu nome.Olha! –gritou tão alto que a rapariga se encolheu de medo. Mas ele já estava a seguraras medalhas do colar.-Olha para as letras! «A», «R», «I»: Ari! És a princesa Ari!-Sou?-Sim! Senta-te e ouve.
  10. 10. -No século X, a ilha de Al Mourol era habitada pelo mouro Ibne Baqui, pai da princesaAri. Um dia, chegou à ilha o velho Ibne Xurami, um senhor de enorme poder e fortuna.Vinha com uma só intenção: casar com a princesa.Quando soube disto, Ari foi ter com os pais e, confiando na sua bondade confessouque amava Mem Roderico, um jovem cristão.Por isso, nunca poderia casar com o velho.A cólera(raiva) do pai foi terrível. Para que não passasse sequer nem fugir, mandou«pear» a jovem Ari, ou seja, atar(apertar) as suas pernas a uma pedra:Ari, peada. Um dia uma pomba branca trouxe a notícia que Mem Roderico tinha sidomorto. A alma de Ari voou com a pomba até ao túmulo, na povoação Aripeada. Hoje éa aldeia Arripiado.
  11. 11. -Lembras-te? –quis saber o rapaz.A jovem abanou a cabeça. Pegava nas medalhas e com o resto de luz, tentavaadivinhar.O rapaz respirou fundo, esqueceu a escuridão:-Pois, há mais medalhas, não é? Temos é de pensar num pouco num nome com essasletras. Foi assim que eu avô achámos os nossos!A rapariga não parecia lá muito interessada e só olhava tristemente para as suasmedalhas.-Ok, vamos lá tentar saber como é que chamas, está bem? –suspirou o cavaleiro.Com o colar na mão, repetiu as letras:-«R», «I», «A». Que nomes é que há com estas letras? –pensou em voz alta. –E que talBeatriz?
  12. 12. Beatriz era a filha de Ramiro, um godo que foi senhor deste castelo aí pelos séculos IXou X. Um dia quando regressava aos castelo viu duas moiras, mãe e filha. A criançacarregava uma bilha e D.Ramiro mandou-as parar, ordenando que lhe dessem água. Apequena moira assustou-se com a cara feroz do guerreiro e deixou cair a bilha.D.Ramiro ficou furioso, trespassou mão e filha com a sua espada e prendeu o filho, umrapazinho de 11 anos. No castelo, o moço vê a filha e a mulher de Ramiro ejura, secretamente, que há-de vingar nelas a morte da sua mãe e irmã.Os anos passaram e a mulher de D.Ramiro morre com o veneno que o moiro lhe iadando em segredo.Só faltava matar Beatriz. Só que os dois tinham-se apaixonado perdidamente.
  13. 13. Um dia, D.Ramiro anuncia a Beatriz que a vai casar com um castelão.A jovem sente-se perdida e procura o seu amado. No dia seguinte, D.Beatriz e o moirodesapareciam, unidos para sempre!-Podias ser esta-sugeriu o rapaz à jovem de vestido branco.-Não sei, ainda não lembro de nada.Um pássaro nocturno voou perto deles. O rapaz estremeceu de medo.Queria chegar a casa rapidamente, mas não podia deixar ali aquela rapariga, pois não?Engoliu de novo em seco.-Há mais princesas, Dragonel Meinuf?- perguntou ela.O rapaz confirmou.
  14. 14. -Miraguarda e Polinarda eram duas damas que um dia visitaram o castelo do giganteAlmourol. O gigante recebeu as nobres senhoras com todas as honras, contudo não asquis voltar a partir. Esse facto chegou aos ouvidos do cavaleiro Palmeirim, eternoapaixonado pelo Polinarda. Ao chegar ao castelo um duelo com o Cavaleiro Triste,pretendente de Miraguarda. Combaterem arduamente pelas suas damas. Quando jánão podem mais, aceitam fazer uma pausa para tratar das feridas. Afastam-se do local.Nessa altura, o gigante Dramusiano chega em socorro de Palmeirim e derrota ogigante Almourol. Fica, então, senhor do castelo e guardião das damas.
  15. 15. -Lembras-te dos nomes?-perguntou o rapaz. –Não achas que podias ser uma delas?-Polinarda? Miraguarda? Quem sabe? Lembro-me de um casamento.No silêncio da noite ouviu-se um ranger de madeira. O rapaz tremeu e cerrou osdentes.-Tem de haver mais uma princesa.- pediu ela –Mais uma moira, mais uma dama deAlmourol!E, então, ele lembrou-se da última lenda que conhecia:-No século XII, o emir árabe Almorolon dominava o castelo. Habitava-o com umadonzela, sua filha. A bela foi seduzida por um cavaleiro cristão que conseguiuconvencê-la a abrir uma porta para que ele pudesse entrar de noite no castelo. Adonzela assim fez. Mas nessa noite, pela porta aberta, entraram os invasores cristãosque traiçoeiramente conquistaram a fortaleza. Ao verem isto, o emir e sua filha,estreitamente abraçados, lançaram-se das muralhas do castelo ao rio, preferindo amorte à derrota humilhante.
  16. 16. -Como se chamava ela?-Não sei, a lenda não conta.-Que pena –lamentou a jovem.Estavam os dois sentados no chão. Os ruídos da noite pareciam crescer. A madeiracontinuava a ranger, ouviam-se águas do rio, como se barcos cruzassem semparar, pássaros piavam. O rapaz cerrava os dentes com força e respirava fundo.-Explica-me o teu nome –pediu a rapariga.-É um anagrama…-Como?-Foi o meu avô que me ensinou. Ele tem o mesmo nome que eu.Baralhámos as letras e achámos outros nomes.-Como se faz?-Oh, é fácil. Por exemplo: ramo. Se combinares as letras de outra maneira, pode serRoma. Ou amor.De repente, ouviram-se pesados passos na escada.
  17. 17. O rapaz levantou-se e começou a lutar com um vulto perceber:-Sou o avô , filho! Sou o teu avô!Então, o rapaz parou e deixou-se levar.Na barca havia mais gente. Uma senhora chorava abraçada à jovem de branco. Outrafazia festas na cara do rapaz:-Coitadinhos, coitadinhos!Passaram muitas semanas. Explicaram-lhe que a rapariga era uma noiva fugida quetinha partido para uma terra distante.Era impossível esquecer aquele mistério. Passaram mais semanas e meses. Atéque, um dia, o avô lhe entregou um envelope com selos estrangeiros. Ládentro, estava uma carta e uma fotografia.
  18. 18. «Para o Cavaleiro D.Dragonel Meinuf,Era uma vez uma donzela que queria viajar para longe, mas estava prometida paracasar com um elo e rico rapaz. Não podia partir e à medida que se aproximava o diado casamento, mais triste ia ficando. À força de tentar resolver se fugia ou ficava, océrebro cansou-se. Foi então que conheceu o nobre cavaleiro do castelo da ilha, que aprotegeu e conseguiu devolver-lhe a memória para ela decidir o que queria fazer.Agradeço-te por tudo,Dama GarriOu seja, Margarida! Já descobri também o teu nome, mas guardo o segredo.Ah! E descobri de quem era o colar. Afinal, era da rainha Lália.»Foi então que viu a foto. Num jardim, a sua amiga estava sentada ao lado da rainha.Uma grande gata branca, com uma corrente de medalhinhas ao pescoço.
  19. 19. 1Afinal, como se escreve?Almoriol, Almorol, Almourel, Almuriel, Al-morolan (pedra alta)Não se sabe bem a origem do nome Almourol. Ao longo dos séculos já se escreveu de váriasmaneiras. Agora, felizmente, há só uma: ALMOUROL.2Um castelo em cima de outro casteloComo acontece com muitos castelos portugueses, o Castelo medieval de Almourol foiconstruído em cima de outras fortalezas. Os primeiros habitantes podem ter sido os Lusitanos,pelo século II a.C. O castro ou fortificação que aqui construíram foi depois conquistada pelosRomanos, que o ocuparam ao longo do século I a.C. Mais tarde, o local foi tomado por outrospovos: Alanos, Visigodos e Mouros, até à Reconquista cristã no século XII.3A torre de menagemA torre de menagem é a parte principal dos castelos medievais. Tem um desenho quadrangulare é mais alta do que a muralha. Foi graças ao conhecimento de arquitectura militar dosTemplários que se introduziu este tipo de construção em Portugal.
  20. 20. 4 A Ordem dos TempláriosNa torre de menagem do Castelo de Almourol existe uma pedra com a cruz patesca, a primeiracruz usada pelos Templários. Os Templários eram cavaleiros medievais que, inicialmente, sededicavam à protecção dos peregrinos que iam à Terra Santa. Em Portugal, foram aliados naReconquista e ajudaram os primeiros reis de Portugal a expulsar os Mouros da Península Ibérica.5Já navegaste num picarete? E numa chata?Chatas e picaretes são o nome das embarcações tradicionais da região de Almourol.Em poucos minutos fazem a travessia até ao Castelo.6Vem brincar ao pé do Castelo!O Castelo de Almourol é um cenário fantástico para qualquer aventura, mas ao redor tambémhá muito para fazer. A canoagem, por exemplo, é muito popular naquela zona. As vilas deConstância e Vila Nova têm centros náuticos que organizam passeios. Vale a pena também ir aoParque Barquinha, um imenso prado para verde onde se pode brincar, jogar à bola, observar ospatos, andar de bicicleta ou passear á vontade.
  21. 21. AnagramasNa história, o rapaz fala deste jogo. Trata-se de usar as letras de uma palavra para escreveroutras. Experimenta:ratostropasvalesRomaE agora, consegues descobrir os nomes verdadeiros do rapaz e do avô? Já sabes que são iguais.Dragonel Meinuf e Grande LuminofeHistórias secretasOs castelos escondem muitos segredos e mistérios. Também tu podes enviar as tuas mensagenssem ninguém perceber. Basta fazer tinta invisível: Espreme um limão. Pega num pincelfininho, mergulha-o nesta «tinta» e escreve a tua mensagem num papel branco; também podestentar com um palito. Deixa secar bem. O destinatário da tua mensagem só tem depois deengomar o papel. Isso mesmo. O calor no papel torna castanhas as letras escritas com limão!Anagramas soluções: astro, rasto, ostra raptos, trapos, pratos selva, salve, levasamor, ramo, mora Miguel Fernando

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