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Na terra onde nasci há um só poeta.
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A um Negrilho - Miguel Torga

  1. 1. S.Martinho de Anta,26 de Abril de 1954 Na terra onde nasci há um só poeta. Os meus versos são folhas dos seus ramos. Quando chego de longe e conversamos, É ele que me revela o mundo visitado. Desce a noite do céu, ergue-se a madrugada, E a luz do sol aceso ou apagado É nos seus olhos que se vê pousada. Esse poeta és tu, mestre da inquietação Serena! Tu, imortal avena Que harmonizas o vento e adormeces o imenso Redil de estrelas ao luar maninho. Tu, gigante a sonhar, bosque suspenso Onde os pássaros e o tempo fazem ninho! Miguel Torga in DiárioVII (1956)
  2. 2. A foto da esquerda encontra-se na página da AFN ; a da direita foi tirada do livro de Ernesto Goes, Árvores Monumentais de Portugal (Portucel, 1984). Ver outra imagem desta árvore antes de morrer aqui e aqui. Manuela D.L.Ramos, Outubro 2010
  3. 3. No dia em que estas fotos foram tiradas (em Agosto de 2008) , um habitante local contou que este ulmeiro ( espécie que também se pode chamar olmeiro, ulmo, olmo, negrilho ou mosqueiro) começou a morrer após as obras de requalificação do largo. Manuela D.L.Ramos, Outubro 2010

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