Triduo Sr Angela Vallese_2 giorno por

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Triduo Sr Angela Vallese_2 giorno por

  1. 1. 1 2° Dia: 15 de agosto de2014 UMA COMUNIDADE «PARA» DEUS E «DE» DEUS! Dir: Os documentos da Igreja – depois do Concílio Vaticano II – afirmam que o anúncio se torna mais credível quando é feito em comunidade. «O anúncio jamais é um ato pessoal». Mesmo quando um missionário vai sozinho... vai sempre em nome da comunidade: ele é um enviado da comunidade. «O missionário é uma presença que age em virtude de um mandato recebido e que, mesmo quando está sozinho, permanece ligado por vínculos invisíveis, mas profundos, à atividade evangelizadora de toda a Igreja. Os destinatários, antes ou depois, entreveem por trás dele, a comunidade que o enviou e o apoia» (cf RM 45). A novidade de Pentecostes confirma com maior intensidade o quanto é importante estar reunidos em comunidade compartilhando a resposta a um chamado: o Espírito transforma os discípulos «de homens medrosos em ardentes missionários que, cheios de coragem, levam pelos caminhos do mundo o alegre anúncio de Jesus ressuscitado» (Atos CG XXII 33). Ir. Angela Vallese não partiu sozinha. Enviada para a América como missionária em 1877, parte “com a comunidade”. Com ela, outras cinco FMA deixam a Itália rumo à meta sonhada: a Patagônia. Invocação ao Espírito Santo… (escolher um canto ou oração) Da vida de Ir. Angela Vallese Leitor 1: A comunidade de Ir. Angela é uma comunidade que trabalha muito, mas encontra tempo para a oração, para a alegria e também para o silêncio. Tudo é vivido em comunidade, simplesmente em comunidade, sem necessidade de ficar dando ordens. «É a normalidade do dia-a-dia, a observância respeitosa das regras da obediência e da pobreza: é isto que se vive e se transmite às meninas e às adolescentes, que aprendem muitas coisas nos livros e nas aulas, mas especialmente da vida vivida ao lado das suas “mães brancas”». Leitor 2: Ir. Angela Vallese, na distante América, fez da comunhão o seu primeiro mandamento. Como Diretora e depois como Visitadora, sempre teve um olhar materno, de ternura e de presença solícita para com suas Irmãs, para com a “comunidade – comunhão”. Ela compreendeu rapidamente que uma pessoa é missionária antes de tudo por aquilo que é, como comunidade que vive a unidade no amor, e não tanto por aquilo que se diz ou se faz (cf RM 23). Leitor 1: «Quando os dias eram claros, de Punta Arenas podia-se ver, ao longe, a Ilha Dawson. Ir. Angela Vallese então parava, ficava olhando e pensando: O que estarão fazendo as minhas filhas? Será que estão bem?». Da Palavra de Deus (Lc 10, 1 – 3a) «O Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos, e os enviou dois a dois, na sua frente, para toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir. E lhes dizia: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são
  2. 2. 2 poucos. Por isso peçam ao dono da colheita que mande trabalhadores para a colheita. Vão! Eis que envio vocês…» De uma carta de Ir. Angela Vallese «O que nos consola é ter Jesus todo e sempre para nós; Ele jamais nos abandona. Ah, que ao menos possamos amá-lo muito e fazer com que seja amado por estas filhinhas pelas quais Ele nos enviou a esta casa! Em relação à observância da Santa Regra parece-me que sim, é observada, embora nem sempre seja tudo perfeitamente como gostaríamos. Temos, todavia, muita boa vontade de aperfeiçoar-nos cada vez mais; e a caridade e a obediência não nos faltam. Esperamos assim fazer-nos santas e poder um dia viver unidas aos nossos amados superiores e superioras na glória eterna. Por eles, rezamos sempre, levando todos e cada qual no nosso coração de filhas dedicadas e agradecidas. Uma lembrança especial ao venerado pai Dom Bosco, pedindo que nos abençoe como suas primeiras e pobres missionárias da Patagônia.» (Carta ao Padre Cagliero - 2 de fevereiro de 1883) Da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (92) – proclamar em coros alternados 1. «Nisto está a verdadeira cura: de fato, o modo de nos relacionarmos com os outros que, em vez de nos adoecer nos cura, é uma fraternidade mística, contemplativa, que sabe ver a grandeza sagrada do próximo... 2. ... que sabe descobrir Deus em cada ser humano, que sabe tolerar as moléstias da convivência agarrando-se ao amor de Deus, que sabe abrir o coração ao amor divino para buscar a felicidade dos outros como a busca para eles o bom Pai. 1. Precisamente nesta época, inclusive lá onde são um «pequenino rebanho» (Lc 12, 32), os discípulos do Senhor são chamados a viver como comunidade que é sal da terra e luz do mundo (cf.Mt 5, 13-16). 2. São chamados a dar testemunho, de forma sempre nova, de uma pertença evangelizadora. 1. Não deixemos que nos roubem a comunidade!» Dir: Rezemos juntas… Senhor, te pedimos que permaneçamos unidas: tu assim nos ensinaste porque sabes o quanto o amor é importante. Faze que sejamos um só coração e uma só alma, que permaneçamos fiéis umas às outras e à nossa comunidade, que nos ajudemos reciprocamente e que compartilhemos as nossas diferenças. Dá-nos a coragem de anunciar-te aos outros. Amém. Dir: Seja o Senhor a iluminar o nosso coração e a fazer-nos compreender a importância de sermos “um só coração e uma só alma” para sermos autênticas testemunhas da sua Palavra. Pai Nosso… Concluir com um canto apropriado:
  3. 3. 3 Reflexão pessoal: «Enquanto membro de uma comunidade específica, a Filha de Maria Auxiliadora é uma enviada» (C 64), em qualquer período da vida, qualquer que seja o serviço e a missão a ela confiados. A nova visão da missão ad gentes exprime um modo de viver essencialmente a missão do Deus Trindade. Assim, a missão ad/inter gentes é sempre comunitária. Na lógica da espiritualidade missionária a comunidade é o coração do anúncio, é «a casa que com os jovens evangeliza». A primeira comunidade de Mornese tem sido, ao longo dos anos, o exemplo vivo de uma comunidade «Casa do Amor de Deus!». Uma comunidade não isenta de pobreza, de tensões, de mortes prematuras, de diversas dificuldades... mas onde se respirava ar de família. De fato, Padre Giacomo Costamagna costumava defini-la «casa da santa alegria!». As primeiras FMA recordavam que «até as paredes pareciam respirar felicidade!». Dom Bosco, em julho de 1873, de passagem por Mornese, descreveu assim o ambiente: «Aqui é possível desfrutar de um ar muito fresco, embora exista muito fogo do amor de Deus». * * * * *

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