Formação historia2

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Estudo sobre o Ensino da História na primeira fase do Ensino Fundamental

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Formação historia2

  1. 1. Formação Continuada 2015 O currículo de História e a construção da cidadania O Ensino de História e suas metodologias na primeira fase do Ensino Fundamental Prof. Magda Marques Luziânia, 02 de setembro de 2015
  2. 2. Para Vygotsky, a aprendizagem é fruto do conhecimento adquirido nas relações humanas que se estabelecem nos mais variados espaços sociais. Os conhecimentos são construídos e reconstruídos com base em interações culturais entre homens. Assim, pode-se dizer que aprendemos com e na cultura.
  3. 3. De acordo com os PCNs – História e Geografia, 1997, p.33, “Espera-se que, ao longo do Ensino Fundamental, os alunos gradativamente possam ler e compreender sua realidade, posicionar-se, fazer escolhas e agir criteriosamente.”. Uma escola dentro de uma sociedade do conhecimento não deve passar informações, isso os alunos já adquirem em vários lugares, mas sim viver a informação, o conhecimento como experiência única, individual e coletiva.
  4. 4. O currículo deve levar em conta que a escola é um local privilegiado para a formação integral do indivíduo. Os conteúdos escolares não são um fim em si mesmos, ou seja, não são listas de temas que devem ser cumpridos sem um propósito educacional, na verdade, os conteúdos são recursos que devem estar a serviço da formação dos estudantes. Segundo Zabala, os conteúdos escolares são divididos em conceituais, procedimentais e atitudinais.
  5. 5. No campo do ensino de história: Conceituais: referem-se à construção intelectual de teorias, representações, ideias e modelos explicativos acerca da realidade do presente e/ou do passado. O desenvolvimento de conceitos expressa uma compreensão mais organizada e sistemática da realidade. Procedimentais: estão relacionados aos comportamentos aprendidos durante os estudos da História e, ao mesmo tempo, necessários para aprendê-la. Atitudinais: neste campo, estão o aprendizado de normas e valores reconhecidamente importantes para a convivência social e o exercício da cidadania.
  6. 6. No processo de ensino e aprendizagem a avaliação tem papel de suma importância uma vez que é através dela que professores e educandos retomam estratégias, buscam novos objetivos e percebem a evolução das habilidades. Avaliação e processo avaliativo são coisas distintas, mas que se complementam. Sendo a escola um espaço privilegiado para a formação integral do indivíduo, os processos avaliativos devem oferecer subsídios orientadores para o crescimento de educadores e educandos nos campos conceitual, atitudinal e procedimental.
  7. 7. A História pode contribuir significativamente para a formação de cidadãos mais tolerantes e preparados para conviver em uma sociedade multicultural. No ensino de História, como de outras disciplinas, reconher e respeitar pontos de vista é uma habilidade a ser desenvolvida. No processo de formação de cidadãos, é fundamental que se saiba respeitar pontos de vista diferentes.
  8. 8. Uma escola dentro de uma sociedade do conhecimento não deve passar as informações, isso os alunos já adquirem em vários lugares, mas sim viver a informação, o conhecimento como experiência única, individual e coletiva. Nunca tivemos tanto conhecimento e nunca tivemos tanta gente informando. Mas a experiência está sendo deixada de lado. Essa vivência deve estar inserida no currículo e cabe a nós professores analisar quando e como inserir a vivência.
  9. 9. Analisando o currículo de História do Município
  10. 10. Orientações didáticas para o ensino de História
  11. 11. Na História estudamos o sujeito, o tempo e o fato histórico. Mas como trabalhar de modo que o aluno possa realmente compreender e se envolver no estudo dessa disciplina? De que pode lançar mão, o professor, para tornar as aulas de História ricas de vivência e significado?
  12. 12. É preciso ter consciência que a “história humana não se desenrola apenas nos campos de batalha e nos gabinetes presidenciais. Ela se desenrola também nos quintais, entre plantas e galinhas, nas ruas, nos subúrbios, nas casas de jogos (..) e só é justo cantar se nosso canto arrasta consigo pessoas e as coisas que não tem voz”. (Ferreira Goulart) Refletindo sobre essa afirmação percebemos a importância de considerar a história que ocorre à nossa volta diariamente e em volta ao nosso aluno. Assim, ele começa a se perceber como sujeito histórico.
  13. 13. Podemos enriquecer as aulas de História com: • Filmes; • Imagens; • Relatos orais; • Documentos antigos; • Objetos; • Relatos escritos; • Roupas; • Estudo de patrimônios; • Músicas; • Anúncios ,etc.. Tudo isso podemos chamar de fontes históricas. Essas fontes nos darão muitas informações a respeito dos sujeitos, do tempo e de fatos históricos de épocas distintas, e de sujeitos históricos distintos, inseridos em um mesmo tempo histórico.
  14. 14. Enfim, hoje nós acabamos de fazer história!

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