Centro Cultural Banco do Brasil - São Paulo

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Centro Cultural Banco do Brasil. Visita monitorada pelo professor doutor Luiz Telles. Nesta visita tivemos a oportunidade de aprender sobre a delicadeza e respeito necessários a quem faz restauro de prédios antigos. Todavia não basta só respeitar - há que se ter intelgência para criar coisas novas e boas, para adequa-lo aos novos tempos e novos usos. Isso tudo ocorreu aqui e na Semana Viver Metrópole de 2011 o professor Telles, da faculdade de arquitetura e urbanismo do Mackenzie nos deu essa aula ao vivo. ...E à cores!

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Centro Cultural Banco do Brasil - São Paulo

  1. 1. Centro Cultural Banco do BrasilVisita monitorada com o Arquiteto doutor professor Luiz Telles autor do restauro .
  2. 2. Quem restaura deve compreender aintenção original do arquiteto.
  3. 3. Note o uso da esquina como entrada principal. Veja a cúpulacoroando o prédio.
  4. 4. Fez-se um prédio que olha para a cidade e permitiaque a cidade olhasse para dentro dele.
  5. 5. Evitando a esquina em ângulo reto, facilitava-se a curva dosbondes. E, claro, ganha-se mais qualidade espacial no prédio.
  6. 6. Veja amonumentalidade das janelas, parecendo se estender por e3 andares.
  7. 7. Colocamos caixilhoduplo para isolar o ruído do lado externo.
  8. 8. O gabaritorespeitava os outros vizinhos. Era possível se ver, daqui, o teatro Municipal.
  9. 9. Mantivemos a fachada sem alterações, masfizemos por dentro um reforço estrutural.
  10. 10. Nenhuma exposição usará as paredes como apoio. Por isso deixamos ganchos escondidos no piso térreoque podem ser usados para conectar cabos de aço que desçam do teto.
  11. 11. Arandelas são atuais, porém idênticas às originais.
  12. 12. Moldura na porta doelevador: mármore.
  13. 13. Foi o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil em São Paulo.Até o segundo andar, eram dependências da agência. Acima disso os espaços eram alugados. Notem como o acabamento vai ficando menos elaborado conforme os andares vão subindo. O guarda-corpo é um exemplo.
  14. 14. Esta claraboia colorida não ficava no topo do prédio, mas sim sobre o primeiro pavimento, onde era a agência. Nós a erguemos e ela se encaixou maravilhosamente bem.
  15. 15. Exigiram um teatro aqui no último pavimento.Mas como subir com os equipamentos quando forem necessários?
  16. 16. Tivemos de enxertas conectores que vão auxiliar quando peças precisarem ficarpenduradas em eventos.
  17. 17. O guarda-corpo estava fora danorma atual, era muito baixo. O que fazer? Trocá-los?
  18. 18. Nós mantivemos os originais mas acrescentamos estaborda dourada, que se projeta da peça original. Assim mantivemos a integridade do que foi feito e aumentamos a segurança do visitante.
  19. 19. Observe: passa ar nos arabescos, para ventilação.
  20. 20. Recolocamos os vidros derevestimento. Não são pastilhas, são vidros mesmo, como eram os originais.
  21. 21. Não cabe um teatro neste prédio, mas o cliente exigiu. Fizemosenorme esforço para projetar algo minimamente decente como teatro.
  22. 22. Entre as duas lâminas de vidro, há uma tela negra que desce para se obter a máxima escuridão, quando necessário.
  23. 23. Os 4 forros aqui foram decisão que tomamos para não obstruir abela viga trabalhada que o projeto original criou. Assim ainda fica visível a intenção estética do criador.
  24. 24. Descobrimos que havia um subsolo pouco usado. Apóslimpeza e recuperação tornou-se uma galeria de exposições.
  25. 25. Carlos Elson Cunha – 2011 a D. Centro Cultural Banco do Brasil Visita monitorada com o Arquiteto doutor professor Luiz Telles autor do restauro .

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