I fase do modernismo (1922 1930)

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I fase do modernismo (1922 1930)

  1. 1. PRIMEIRA FASE DO MODERNISMO (1922-1930): Prosa e poesia
  2. 2. O MODERNISMO BRASILEIRO E SUAS DUAS FASES 1922-1930 – Período de combate 1930-1945 – Período de construção Ideias modernistas antes de 1922
  3. 3. O “caso” Anita Malfatti
  4. 4. Brecheret e o triunfo da modernidade
  5. 5. A semana de Arte Moderna de 1922
  6. 6. As noites polêmicas
  7. 7. Desejo de atualização
  8. 8. Grupos e tendências da primeira fase modernista Movimento Pau- Brasil Movimento Verde- Amarelo e Grupo da Anta Movimento Antropofágico
  9. 9. Mário de Andrade • Mário Raul de Morais Andrade nasceu em São Paulo, em 1893, e aí morreu, em 1945.
  10. 10. Descobrimento Abancado à escrivaninha em São Paulo Na minha casa da rua Lopes Chaves De supetão senti um friúme por dentro. Fiquei trêmulo, muito comovido Com o livro palerma olhando pra mim. Não vê que me lembrei que lá no Norte, meu Deus! muito longe de mim Na escuridão ativa da noite que caiu Um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos, Depois de fazer uma pele com a borracha do dia, Faz pouco se deitou, está dormindo. Esse homem é brasileiro que nem eu. -Mário de Andrade
  11. 11. Filme Macunaíma Cineasta: Joaquim Pedro de Andrade
  12. 12. Oswald de Andrade (1890-1954)
  13. 13. Manuel Bandeira • Manuel Bandeira nasceu em Pernambuco em 1886, mas cedo mudou-se para o Rio de Janeiro, onde faleceu em 1968.
  14. 14. Pneumotórax Febre, hemoptise, dispnéia e suores noturnos. A vida inteira que podia ter sido e que não foi. Tosse, tosse, tosse. Mandou chamar o médico: - Diga trinta e três. - Trinta e três... trinta e três... trinta e três... - Respire. - O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado. - Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax? - Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino. -Manuel Bandeira
  15. 15. O ultimo poema Assim eu quereria meu último poema Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos A paixão dos suicidas que se matam sem explicação. -Manuel Bandeira

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