Pedagogia do Oprimido por Luz Mary

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Pedagogia do Oprimido por Luz Mary

  1. 1. Vídeo sobre educação bancária
  2. 2. Educação Bancária Paulo Freire utiliza metaforicamente esse nome para identificar um tipo respectivo de educação Os educandos recebem os depósitos (conhecimentos), guardam e os arquivam. São colecionadores ou fichadores do que guardam.
  3. 3. A concepção – parte 1 Na educação bancária existe a narração de conteúdos petrificados ou quase mortos Narração quase como enfermidade, onde a tônica é narrar, narrar Sujeito são objetos, cientes, ouvintes Realidade falada é algo parado, estático, compartimentado e bem comportado Fora da realidade do educando
  4. 4. Parte 2 Conteúdos são retalhos da realidade desconectados da realidade Sua maior característica é a sonoridade da palavra e não sua força transformadora
  5. 5. Parte 3 Educação bancária: dominação do povo, dá ênfase a permanência, a estagnação, mantém oculta a verdade, nega o diálogo e assistencializa Homens são reduzidos a meras coisas, oprimidos Cria uma sociedade movida pelo amor a morte (necrofilia) Ocupação mecânica das consciências Anestesicamente se inibe o poder criador Desconhece o homem como ser histórico
  6. 6. A visão da educação bancária Depositar A educação é um ato de Transferir Transmitir valores e conhecimentos Cultura do silêncio Preservar a situação Facilitar a falsa generosidade
  7. 7. Educando e educador Quanto mais docilmente se deixarem encher tanto melhores educandos serãoEducador na educação vasilhas abancária pensa que os serem enchidaseducandos são Memorização mecânica Oprimidos à transformação
  8. 8. Como age o educador Sobrepõe-se ao educando Acredita que o educando nada sabe Dá, leva, entrega, transmite o seu saber ao educando por achar que ele é ignorante Impõe passividade e ingenuidade Não estimula o pensar autêntico Domestica seus educandos Imobiliza o educando A serviço da desumanização
  9. 9. Como ele pensa O educador está a serviço da opressão É como se os homens fossem presas e ele um eterno caçador para enchê-los de pedaços seus Boa presa! !
  10. 10. O que os opressores pensam Satisfaz aos interesses dos opressores, não ao desnudamento e a transformação Preserva a situação e possibilita a falsa generosidade Se adaptam melhor a uma situação para melhor serem dominados Os oprimidos são homens que precisam ser integrados SAIR DE FORA ESTAR DENTRO
  11. 11. Marcas da educação bancária Enfatiza a percepção fatalista Controla o pensar e a ação ao ajustamento ao mundo Inibe o poder de criar, de atuar Mantém a ingenuidade dos educandos Faz o educando um objeto, inibindo suas decisões Mantém a imersão
  12. 12. Educação libertadora Uma prática à libertação da educação bancária A educação deve ser problematizadora Não deve ser somente um ato cognocente Educação como ato mediatizador do sujeito Ambos sujeitos envolvidos no processo educativo: Educador-educando Educando-educador
  13. 13. Educação problematizadora Busca a emersão das consciências Usa a educação como prática da liberdade Dá ênfase à mudança (criticiza) Serve a libertação Estimula a reflexão Usa a viabilidade como desafioe não como freio Acredita que os homens devam lutar para sua emancipação
  14. 14. Considerações finais Esse movimento de educação é inacabado, inconcluso Temos que sempre refletir qual a intencionalidade da educação Para ser tem que estar sendo O que a ordem opressora não suporta, a pergunta POR QUE????

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