ESTUDO DE CASO - 03
Prática Saúde do Adulto I
Luzienne Moraes
Manifestações Clínicas
Conjuntivas palpebrais hipocoradas
Constipação
Dor forte na Cabeça
Diagnósticos Médicos
FLUXO SANGUÍNEO INADEQUADO
BAIXA TENSÃO DE OXIGÊNIO
DOR FORTE NA CABEÇA
CONJUNTIVA HIPOCORADA
TEMPO
A...
• Anemia Falciforme • AVE
• Infecções
• A síndrome aguda do tórax
(SAT)
• Úlceras nas pernas, distúrbios
na macha
• Dor no...
Ação da Enfermagem
Intra-hospitalar
ANEMIA FALCIFORME AVE
Monitorizar SSVV Proporcionar um ambiente Calmo e de apoio
Avali...
Ação da Enfermagem
Pós-hospitalar
ANEMIA FALCIFORME
• Orientar sobre a importância de prevenir feridas nas pernas, mantend...
AVC
Atenção aos tapetes sem antiderrapante que podem deslizar e provocar quedas.
O calçado deve ser estável, não usar chin...
Diagnósticos de
Enfermagem
Prescrição de Enfermagem Metas
Risco de infecção
alta no acesso
venoso central
- Uso de EPI’s e...
Diagnósticos de
Enfermagem
Prescrição deEnfermagem Metas
Cefaleia
Controlar fatores ambientais
Realizar avaliação da dor: ...
Referências Bibliográficas
• KIKUCHI, Berenice A.. Assistência de enfermagem na doença
falciforme nos serviços de atenção ...
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Estudo de caso anemia falciforme

  1. 1. ESTUDO DE CASO - 03 Prática Saúde do Adulto I Luzienne Moraes
  2. 2. Manifestações Clínicas Conjuntivas palpebrais hipocoradas Constipação Dor forte na Cabeça
  3. 3. Diagnósticos Médicos FLUXO SANGUÍNEO INADEQUADO BAIXA TENSÃO DE OXIGÊNIO DOR FORTE NA CABEÇA CONJUNTIVA HIPOCORADA TEMPO ANEMIA FALCIFORME DISFUNÇÕES NOS ÓRGÃOS (CONSTIPAÇÃO)
  4. 4. • Anemia Falciforme • AVE • Infecções • A síndrome aguda do tórax (SAT) • Úlceras nas pernas, distúrbios na macha • Dor nos ossos e articulações • Esplenomegalia, icterícia • Disfunção GI e TU • Neuropatias; AVE • Cardiopatias • Priapismo • Dispneia aos esforços • Alteração da capacidade cognitiva • Disfagia • Paresia ou Plegia em um dos lados do corpo • Diplopia • Disartria • Depressão • Disfunções intestinal e vesical Possíveis Sequelas
  5. 5. Ação da Enfermagem Intra-hospitalar ANEMIA FALCIFORME AVE Monitorizar SSVV Proporcionar um ambiente Calmo e de apoio Avaliar dor torácica, dispneia, taquicardia Reorientá-lo quanto a tempo, lugar e pessoa proteger a pele comprometida contra traumas e lesão Encaminhar para fisioterapia , terapia ocupacional Registrar ingesta e eliminação de líquidos e Promover níveis nutricionais adequados Falar diretamente ao paciente e dedicar tempo nas respostas, induzindo a pronuncia Reposição oral diária de acido fólico de acordo com prescrição Proporcionar segurança, como elevação das grades da cama Induzir o paciente a ter força de vontade para caminhar Certificar que os pertences pessoais esteja ao alcance, mantendo no centro de visão. Observar sinais de infecção e relatar de imediato ao médico Colocar o alimento do lado não afetado da boca, Permitir bastante tempo para refeição Realizar exame físico: observar os sinais de esplenomegalia Apoiar o paciente durante a fase de deambulação e em suas atividades Orientar que o priapismo é uma possível ocorrência empessoas com DF. Comunicar o urologista. Monitorar capacidade da bexiga, ajudar a urinar
  6. 6. Ação da Enfermagem Pós-hospitalar ANEMIA FALCIFORME • Orientar sobre a importância de prevenir feridas nas pernas, mantendo a pele hidratada • Ingerir muito líquido, para manter o sangue mais fluido; • Manter os membros inferiores sempre protegidos com meias grossas; • Evitar tênis de cano alto e que possa esfolar a pele da região; • Os alimentos que contêm ferro devem fazer parte da alimentação cotidiana, (couve, cereais, pão, verduras verdes e frutas) • Orientar o familiar a respeito do sequestro esplênico o aumento do abdome • Observar palidez intensa; informar possível icterícia ( amarelo) • Reforçar a importância dos retornos ao hematologista para as avaliações periódicas; • Fazer uso da medicação diariamente ou conforme prescrito. • Enfatizar a lavagem das Mãos, após ir ao banheiro, antes da alimentação. • Cansaço e febre 37,8ºC, procurar unidade de saúde.
  7. 7. AVC Atenção aos tapetes sem antiderrapante que podem deslizar e provocar quedas. O calçado deve ser estável, não usar chinelos; Para superar a dificuldade de subir escadas, pode instalar uma rampa de acesso. O corrimão também facilita a subida do indivíduo que se desloca pelo seu pé; Pergunte várias vezes se tem vontade de ir ao banheiro (muitas quedas ocorrem na tentativa de se deslocarem sozinhos ao WC); Tenha especial atenção aos fios espalhados no chão e à má iluminação. Dispor da fisioterapia; Dependendo do paciente uso de cadeira de rodas, bengala, andador; Ouvir e falar com calma e esperar as suas tentativas para comunicar, pois a pessoa com AVC muitas vezes não consegue concentrar-se em várias coisas ao mesmo tempo, como por exemplo levantar-se ou andar e falar ao mesmo tempo; Colocar os alimentos na boca do lado não afetado; Estimular a pessoa a alimentar-se pela sua mão; Encorajá-lo a comer lentamente, dando tempo para que este mastigue e degluta os alimentos convenientemente; participar com todos à mesa Estimulá-lo a concentrar-se na coordenação de mastigar, respirar e deglutir; Incentivá-lo a deglutir várias vezes de forma a permitir uma deglutição completa; Incentivar a família a encorajá-lo, manter conversas de otimismo , sinais de depressão comunicar o médico. Explicar ao familiar o uso dos medicamentos e atenção aos cuidados de higiene.
  8. 8. Diagnósticos de Enfermagem Prescrição de Enfermagem Metas Risco de infecção alta no acesso venoso central - Uso de EPI’s e técnica asséptica durante o manuseio do lúmen - Evitar molhar, proteger durante o banho - Avaliar e identificar sinais de infecção, edema, obstrução ou hematoma na pele do acesso intravenoso. Risco de infecção baixa no acesso intravenoso Atual estado de Constipação -Estimular a refeição na posição sentado -Ingestão de líquidos -Dieta com maior quantidade de fibras -Monitorizar e relatar a eliminação das fezes. Uso de emolientes fecais prescritos. Constipação ausente Nível Alto de Pressão sanguínea -Monitorizar sinal vital e limites para pressão arterial -Enfatizar a importância do tratamento -Alerta para dor torácica, relatar imediatamente -Registrar ingesta e eliminação de líquidos PA e frequência cardíaca estável
  9. 9. Diagnósticos de Enfermagem Prescrição deEnfermagem Metas Cefaleia Controlar fatores ambientais Realizar avaliação da dor: local, inicio/duração e intensidade Administrar analgésicos quando prescritos Ajudar com a mudança frequente de decúbito, ajustar posição confortável. Avaliar a resposta do paciente e medidas para controlar a dor . Cefaleia ausente Comprometimento da comunicação verbal -Falar lento ser consistente e repetir se necessário -Utilizar indicadores visuais -Falar de frente ao paciente -Minimizar a distração -Facilitar comunicação através da mãe Comunicação Efetiva Dificuldade para deglutir moderada Oferecer alimentos pastosos Elevar a cabeceira da cama Investigar sobre dor Dificuldade para deglutir baixa
  10. 10. Referências Bibliográficas • KIKUCHI, Berenice A.. Assistência de enfermagem na doença falciforme nos serviços de atenção básica. Rev. Bras. Hematol. Hemoter. [online]. 2007, vol.29, n.3, pp. 331-338. ISSN 1516-8484. Acesso 24 de mar de 2015. • COMITÊ INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS (2011) - Classificação internacional para a prática de enfermagem (CIPE/ICN): versão 2.0 2ª ed. São Paulo, SP: Algol Editora. • NETTINA, Sandra M. Prática de Enfermagem. Tradução Antonio Francisco Dieb Paulo,...et al. Ver e atual. RJ: Ed. Guanabara koogan 2014.

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