A Nova Economia Tga

2.823 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.823
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
13
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
48
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A Nova Economia Tga

  1. 1. A NOVA ECONOMIA
  2. 2. Globalização e competitividade
  3. 3. SETOR AUTOMOBILÍSTICO
  4. 4. COMPETITIVIDADE NO SÉCULO XXI 5 FATORES CRÍTICOS 1 - PESSOAS CAPITAL 2 - PESSOAS HUMANO 3 - PESSOAS 4 - CAPITAL 5 - TECNOLOGIA
  5. 5. MUDANÇAS TECNOLÓGICAS De um pequeno e frágil chip de computador, nasce um ilimitado universo digital de possibilidades, que tornam a nossa vida muito mais fácil, muito mais ágil.
  6. 6. Tecnologia Veja alguns dados sobre a tecnologia dos dias atuais: – 300 anos de jornal podem ser transmitidos em 1 segundo - 1 trilhão de bits por segundo; Todas as edições do NY Times – Desde 1995 a venda de computadores é maior do que de televisores no mundo!
  7. 7. No mundo empresarial.. O ritmo da mudança é tão rápido que a capacidade de mudar, agora tornou, uma vantagem competitiva. Não mudar é morte certa. As mudanças afetam consumidores, a concorrência, a distribuição e os fornecedores.
  8. 8. AS TRÊS ONDAS DE TOFFLER • Agricultura (até a década de 1890) • Era da industrialização (de 1900 até os anos 1960) • Era do conhecimento (começando nos anos 1970)
  9. 9. DIVERSIDADE CULTURAL Mulheres, determinação e conquista
  10. 10. PARA ONDE VAI O EMPREGO? TANTOS CANDIDATOS E OS EMPREGADORES NÃO CONSEGUEM PREENCHER AS VAGAS
  11. 11. ESPÍRITO EMPREENDEDOR PROCESSO EMPREENDEDOR 1º Identificar e avaliar as oportunidades; 2º Desenvolver o Plano de Negócio; 3º Determinar e captar os recursos necessários; 4º Gerenciar o Negócio.
  12. 12. “O cliente é o REI” Qualidade, velocidade e baixos custos.
  13. 13. A nova organização “ A única coisa permanente é a mudança.”
  14. 14. COMO LIDERAR NA CRISE?
  15. 15. “ O peso do cargo e o poder de decisão podem fazer a diferença” “ Preparar-se para o pior cenário não deve significar imobilismo” “A decisão mais dura hoje é onde e em que medida fazer cortes”
  16. 16. Senso de Urgência “ É preciso buscar o equilíbrio entre o pânico e a paralisia” Jonh Kotter (Harvard Business School)
  17. 17. Reengenharia Aproveitando os pontos fortes: Competências Centrais Terceirização Horário e Remuneração flexível
  18. 18. INCONSTANTE MUNDO DO TRABALHO
  19. 19. O novo funcionário Os dois tipos de força de trabalho: Força de trabalho bimodal; Mão-de-obra contingente.
  20. 20. Rotatividade
  21. 21. Trabalho em equipe
  22. 22. Adoção de uma Gestão Estratégica para conter a CRISE
  23. 23. Saiba quem são seus clientes Manter um negócio de sucesso implica em conhecer, atender e até superar as necessidades e expectativas dos clientes. É preciso conhecer bem esse cliente, saber como ele vive, o que valoriza, do que gosta e como conquistá- lo e atraí-lo para sempre.
  24. 24. O que é de valor para os clientes. Qualidade do produto/serviço – o que obter? Qualidade do atendimento – como obter? Quando avaliam a qualidade do serviço procuram os aspectos tangíveis ou seja:  preço;  Prazo de entrega/execução;  Prazo de pagamento;  Tipo de embalagem (apresentação/aparência);  Durabilidade;  Localização (instalações físicas);  Diversidade de modelos;
  25. 25. “Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
  26. 26. A qualidade total só existe com a mudança de atitudes. A mudança para a qualidade começa no pensamento de cada um.
  27. 27. Definição de Estratégia Empresarial Uma estratégia empresarial é um padrão coerente de decisões de aplicação dos recursos da empresa e exploração das condições de mercado visando os objetivos de longo prazo.
  28. 28. Dimensões da Estratégia Contém 3 elementos essenciais: As metas mais importantes a serem atingidas ditam quais e quando os resultados devem ser alcançados, mas não dizem como devem ser conseguidos. As políticas mais significativas orientando ou delimitando as ações,são regras que expressam os limites dentro dos quais a ação deve ocorrer.
  29. 29. Essência da Estratégia É construir uma postura que seja tão forte, e potencialmente flexível, de maneira seletiva que a organização possa alcançar suas metas, apesar das maneiras imprevisíveis que as forças externas possam, na realidade, interagir quando a ocasião chegar.
  30. 30. Menos de 10% das estratégias efetivamente elaboradas são eficientemente executadas. (Revista Fortune) ? Na maioria das falhas - nós estimamos em 70% - o problema real não é estratégia ruim... É execução ruim. (Revista Fortune)
  31. 31. EXIGÊNCIAS PARA O PROFISSIONAL  Conhecimento atualizado e consistente: Sobre os clientes e seus negócios Sobre economia Sobre pessoas Sobre o mundo Sobre você mesmo  Atuação sem „salto alto‟: Firmeza e convicção, sem arrogância Flexibilidade para adequar, mudar e negociar Linguagem simples e direta (mas sempre correta) Disposição para aprender sempre, com todos
  32. 32. EXIGÊNCIAS PARA O PROFISSIONAL  “Janela”: Experiência e tempo de vida Alto aproveitamento e planejamento do tempo  Tesão pela vida, pelo trabalho e pelos clientes  Visão transformadora Sair da zona de conforto sempre Buscar o novo ( não os modismos) Avançar no tempo e no espaço
  33. 33. Gerência Participativa A participação fortalece decisões, mobiliza forças e gera compromisso de todos com resultado.O principal objetivo é conseguir o “efeito sinergia”, onde o todo é maior que a soma das partes. No processo de qualidade total, gerenciar é sinônimo de liderar,significando mobilizar esforços,atribuir responsabilidades,delegar competências,motivar, debater, ouvir, compartilh ar os objetivos,informar transformar grupos em verdadeiras equipes.
  34. 34. ESTRATÉGIA COMPETITIVA É o posicionamento da empresa no seu ambiente competitivo. Posicionamento produção distribuição logística serviços
  35. 35. Formulação de estratégias Propósito: o que nós queremos fazer? Ambiente: o que nos é permitido fazer ? capacitação: o que nós sabemos fazer ? ESTRATÉGIAS: O que é que nós vamos fazer?
  36. 36. Há sempre diversas maneiras de se ver a mesma coisa. Para se enxergar além do óbvio, é preciso pensar diferente. As grandes inovações foram as realizações daquilo que todos disseram que era impossível.
  37. 37. Estratégias de inovação Esforços e direcionamentos sistemáticos e consistentes para criar novas soluções, novas aplicações de produtos existentes, novos produtos, novos clientes, novas formas de vender, de comprar insumos, de distribuir....
  38. 38. A Estratégia no nível da unidade de Negócios Como competir? – Crescimento – Estabilidade e – Redução A estratégia no nível da Unidade de Negócio pode ser concebida como uma estratégia mais operacional, porém desdobrada da corporativa, à medida em que não há organização subordinada à unidade de negócio. Portanto, estará baseada em custos, competências essenciais e diferenciação.
  39. 39. Estratégias de crescimento Estratégia de Expansão Buscar as oportunidades de expansão geográfica do mercado. A seqüência natural de expansão geográfica do mercado é de local para regional, para nacional e internacional. Estratégia de Diversificação Um processo sistemático de busca de oportunidades. Tem objetivo buscar, criar ou desenvolver novos serviços ou produtos em um ramo de atuação diferente, aproveitando a clientela fiel.
  40. 40. Estratégia de Redução de despesa Estratégia de Rotatividade Envolve livrar-se de produtos não lucrativos, reduzindo, também, a força de trabalho e os canais de distribuição. Se a rotatividade for bem sucedida, a empresa se concentrará, posteriormente na estratégia de crescimento. Estratégia de Desinvestimentos Envolve vender negócios ou defini-l0s como organização separada. Pode ser usado para melhorar a situação financeira da empresa. Estratégia de Liquidação Nesta estratégia um negócio é encerrado e vendido seus ativos. È considerada algumas perdas que possibilitem o crescimento em outro momento, principalmente quando a empresa atua em vários negócios.
  41. 41. Estratégias de Parcerias Alto Aquisições Grau Fusões de Colaboração Joint Ventures Parceria de negócios estratégicos Acordos com o fornecedor preferido Baixo Fonte: DAFT, Richard. Administração. P.188
  42. 42. Idade da Descontinuidade Era da Competição Total Gestor de Metamorfoses
  43. 43. Quem tem mentalidade diversa não vê cactus. Vê clínica de acupuntura!
  44. 44. “A General Motors não vai quebrar!”
  45. 45. Referências Bibliográficas Administração Mudanças e Perspectivas Stephen Paul Robbins Editora Saraiva 2000
  46. 46. “ Hoje em dia, gostar de mudanças, De tumulto e até do caos é um pré- requisito para a sobrevivência, Antonio Carlos Para não falar no sucesso.” Adrielle Santos João Paulo Mariana Freitas - T. J. Peters Maritânia Valéria Venceslau
  47. 47. Teoria Geral da Administração Educador: Fernando Queiroz

×