SEGURANÇA - PONTES ROLANTES -
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SEGURANÇA - PONTES ROLANTES -

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TREINAMENTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHOS COM/EM PONTES ROLANTES - OPERACIONAL E MANUTENÇÃO.

TREINAMENTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHOS COM/EM PONTES ROLANTES - OPERACIONAL E MANUTENÇÃO.

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  • Caro luiz Carlos gostei bastante da apresentação, belo trabalho..
    Teria como vc me mandar para o meu thyagomoreira@granitozucchi
    Sou técnico em segurança e gostaria de utilizar este material como base para treinamento.
    Desde já grato.
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  • Bom dia! Depende do projeto da Ponte... tem pontes que possuem nas cabines alavancas de comando com painéis de comando. Outras possuem manetes de comando e painéis de comando e algumas até joystics com painéis de comando. Agora radio controle e cabos de comando são mais para operações externas.
    Na parte de manutenção neste trabalho você poderá ver algumas destas ferramentas de controle...
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  • Luis, muito bom os trabalhos, voce tem informações de como é o controle do operador ponteiro dentro da cabine. é botoeira, joystic, como é? no youtube só tem vídeo de botoeira de cabo ou de radio controle. Se tiver, me mandar ou informar o local. Desde já grato.
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  • Caro luiz Carlos gostei bastante da apresentação, belo trabalho..
    Teria como vc me mandar para o meu email jallisson.w@gmail.com
    Sou lider de manutenção de pontes rolantes e me ajudou muito.
    Obrigado..
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  • muito bom seu trabalho,alem disso você tem alguma coisa relacionada a freios magnetorque e seu funcionamento,desde já muito obrigado.
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  • 1. Segurança com Pontes Rolantes... ... Uma PRIORIDADE! ...mais que uma necessidade... EQUIPE DE MANUTENÇÂO E INSPEÇÃO PONTES ROLANTES
  • 2.
    • SEGURANÇA COM PONTES ROLANTES;
      • OBJETIVOS:
        • CONCEITO;
        • PONTES ROLANTES - ATIVIDADES;
        • PONTES ROLANTES - PARTES;
    • NORMAS DE SEGURANÇA
        • OPERAÇÃO;
        • MANUTENÇÃO;
    • EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E MECÃNICOS
    • RELATÓRIOS;
    ÍNDICE
  • 3. ÍNDICE
    • SEGURANÇA GERAL:
      • EPI;
      • DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA;
      • SENSOR ANTICOLISÃO;
      • LIMITES REDUTORES DE VELOCIDADE;
      • LIMITES FIM DE CURSO;
      • SINALIZADORES;
      • SIRENE;
      • INTERTRAVAMENTO DE MOVIMENTOS;
      • BOTÃO DE APROXIMAÇÃO;
      • BOTÃO DE EMERGÊNCIA;
      • TRAVA MECÃNICA GUINCHO;
      • CHAVE LIMITE;
      • FREIO;
      • CHAVES ELÉTRICAS;
    • ACIDENTES;
    • RECOMENDAÇÕES;
    • BIBLIOGRAFIA.
  • 4. SEGURANÇA COM PONTES ROLANTES
  • 5.
    • Sensibilizar os operadores de Ponte Rolante quanto a necessidade de neutralizar ao máximo a possibilidade de provocar acidentes.
    • Adoção de procedimentos de rotina pautadas pelas normas de segurança.
    Objetivos
    • Cumprimento ao disposto na NR-11 da Port. 3214/78 MTb.
  • 6.
    • Equipamento aéreo sobre trilhos, utilizado no transporte e movimentação de cargas e materiais.
    Ponte Rolante - Conceito
  • 7. As pontes rolantes representam os elos mais importantes na cadeia da produção e são indispensáveis no transporte de material em todas as dependências da Empresa. Representam um grande investimento de capital, pois, seu preço é de dez a cinqüenta vezes o de um automóvel comum. Desse modo, cabe aos operadores uma grande responsabilidade pela sua operação segura e hábil de suas cargas. Um bom operador conhece tudo que se relaciona com sua ponte: capacidade , velocidade , sinalização dos homens do piso e as regras de segurança . Ponte Rolante - Conceito
  • 8. Ponte Rolante - Atividades
    • Deslocamento de cargas e materiais, no sentido vertical, horizontal e longitudinal .
    ATRÁS FRENTE DIREITA ESQUERDA
  • 9. TRANSLAÇÃO DA PONTE
    • A PONTE MOVIMENTA-SE LIVREMENTE, TAL COMO O TROLEY E, DA MESMA MANEIRA QUE ESTE NÃO DISPÕE DE CHAVE-LIMITE NAS EXTREMIDADES DAS VIGAS DE ROLAMENTO, PARA DESLIGAR A FORÇA E FAZÊ-LA PARAR.
    • OS QUATRO CANTOS DA PONTE SÃO EQUIPADOS COM PÁRA-CHOQUES DE MOLA, DOS QUAIS, NÃO SE DEVE DEPENDER PARA SE OPERAR A PR.
    • ESSES PÁRA-CHOQUES CONSTITUEM UM MEIO DE SEGURANÇA PARA PROTEGER AS EXTREMIDADES DOS EDIFÍCIOS E OUTRA PONTE QUE ESTEJA NAS MESMAS VIGAS DE ROLAMENTO.
    • ANTES DE SE ATINGIR A EXTREMIDADE DAS VIGAS DE ROLAMENTO PÁRA-SE A PONTE COMPLETAMENTE E DEPOIS, COM MOVIMENTOS CURTOS E LENTOS, COMPLETA-SE O TRAJETO ATÉ QUE OS PÁRA-CHOQUES DA PONTE E DAS VIGAS DE ROLAMENTO SE TOQUEM LEVEMENTE.
    • APESAR DAS PONTES SEREM PROTEGIDAS COM RELÉS DIRECIONAIS CONTRA REVERSÕES BRUSCAS, ELES, CONTUDO, NÃO ACEITAM REVERSÃO INSTANTANEAMENTE .
    Para-choque Batente
  • 10.
    • RODAS  PODEM SER ACIONADAS OU LOUCAS E ESTÃO FIXADAS SOB OS TRUQUES DAS VIGAS PRINCIPAIS.
    • EIXO  É UMA PEÇA CILÍNDRICA QUE ACIONA AS RODAS.
    • ACOPLAMENTO  É O COMPONENTE QUE FAZ A LIGAÇÃO DE OUTROS COMPONENTES COMO: RODAS , EIXOS , REDUTORAS E MOTORES , PROPORCIONA FACILIDADE NA TROCA DESTES COMPONENTES.
    • MANCAL  SERVE DE APOIO AO EIXO.
    • REDUTORA  É O CONJUNTO DE ENGRENAGENS QUE SERVE PARA REDUZIR A VELOCIDADE DO MOTOR E AUMENTAR A FORÇA TRANSMITIDA.
    • MOTOR  É O SISTEMA DE ACIONAMENTO DOS COMPONENTES DE TRANSLAÇÃO DA PONTE.
    • PAINEL  É A PARTE DO CONTROLE DE VELOCIDADE DOS MOTORES.
    • RESISTOR  REGULA A CORRENTE DE ALIMENTAÇÃO DO MOTORES.
    • MANETES  É O MECANISMO DE ACIONAMENTO DOS PAINÉIS, RESISTORES, FREIOS E MOTORES.
    • FREIOS DE TRANSLAÇÃO  TEM A FUNÇÃO DE PARAR A PONTE ROLANTE E PODE SER DO TIPO ELETROMAGNÉTICO, HIDRÁULICO E PNEUMÁTICO.
    Ponte Rolante - partes
  • 11.
    • O GUINCHO É CONSTITUÍDO DE:
    • MOTOR, FREIO, ACOPLAMENTO, REDUTOR, TAMBOR (DROMO), MANCAL, MAGNETORQUE OU D.B , CABO DE AÇO, ROLDANAS, EQUALIZADORES, GATO GANCHO LIMITE.
    • DROMO (TAMBOR) - PEÇA COM GORNES PARA ACOMODAR OS CABOS DE AÇO, É ACOPLADA A REDUTORA ATRAVÉS DE ENGRENAGENS (COROA).
    • MAGNETORQUE : MOTORES COM A FINALIDADE DE REDUZIR A VELOCIDADE E PARAR O GUINCHO, É CONTROLADO PELO PAINEL DAS PONTES E ALIMENTADO POR CORRENTE ALTERNADA.
    • D. B. ( DINAMIC BRAKE ): SISTEMA ELÉTRICO DO PAINEL UTILIZADO PARA REDUZIR A VELOCIDADE E PARAR OS MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA DO GUINCHO.
    Ponte Rolante - partes
  • 12. GUINCHO: O GATO DA PONTE É LEVANTADO E ABAIXADO, POR MEIO DE UM GUINCHO ELÉTRICO, EM CUJO DROMO O CABO DE AÇO É ENROLADO OU DESENROLADO. PARA SE MANTER O DROMO IMÓVEL ( SEGURANDO A CARGA EM UMA DETERMINADA POSIÇÃO ). QUANDO A MANETE DO CONTROLE DE LEVANTAMENTO ESTÁ NA POSIÇÃO DE DESLIGADO " OFF ” USA-SE UM FREIO QUE SE ACHA MONTADO NO EIXO DO MOTOR DO GUINCHO, O QUAL ESTÁ LOCALIZADO NO TROLEY. TRATA-SE DE UM FREIO AUTOMÁTICO, QUE NÃO CAUSA PREOCUPAÇÃO AO OPERADOR E QUE É APLICADO POR MEIO DE UMA MOLA, QUANDO A CORRENTE É DESLIGADA. LEVANTAMENTO: ESTA MOLA SEGURA O FREIO NA POSIÇÃO " ON ”, QUANDO A MANETE DO CONTROLE DO GUINCHO ESTÁ NA POSIÇÃO " OFF ". MOVENDO-SE A MANETE DO GUINCHO, TANTO PARA LEVANTAR COMO PARA ABAIXAR, FAZ-SE CIRCULAR UMA CORRENTE PELA BOBINA MAGNÉTICA DO FREIO, A QUAL, COMPRIME A MOLA E SOLTA O FREIO. O FREIO É ELETRICAMENTE SOLTO (PELA CORRENTE QUE CIRCULA PELA BOBINA ) QUANDO O CONTROLE É ACIONADO PARA LEVANTAR E ABAIXAR A CARGA. Ponte Rolante - partes
  • 13. ROLDANAS  COMPONENTE QUE GUIA A PASSAGEM DOS CABOS DE AÇO, ACOMPANHANDO A ELEVAÇÃO DA CARGA, ATÉ OS MESMOS SEREM ENROLADOS NOS “GORNES DO DROMO”. Ponte Rolante - partes
  • 14. É O ELEMENTO DE LIGAÇÃO ENTRE O MECANISMO DE IÇAMENTO DO GUINCHO E A CARGA. É O COMPONENTE MAIS IMPORTANTE NA PR, OFERECE UM GRANDE RISCO, QUANDO NÃO SE CUMPRE RIGOROSAMENTE COM AS SUAS INSPEÇÕES PERIÓDICAS PELA MANUTENÇÃO E A OPERAÇÃO, NÃO SE DEVE DE FORMA ALGUMA: EXPOR EM CONTATO COM FOGO, ALTAS TEMPERATURAS, QUINAS VIVAS, ABRASÃO EM ESTRUTURAS DO PRÉDIO, LAÇAR EQUALIZADORES, ALÍVIO REPENTINO DE GRANDES CARGAS, OPERAR O GUINCHO COM OS CABOS FORA DA VERTICAL, FORCANDO A ROLDANA, BARRAMENTO ELÉTRICO, MÁQUINAS DE SOLDA ETC. É UM COMPONENTE DE VITAL IMPORTÂNCIA AO FUNCIONAMENTO E A SEGURANÇA OPERACIONAL DE UM PR. CABO DE AÇO FUNÇÃO DO CABO DE AÇO EQUALIZADOR DE CABO DE AÇO É O COMPONENTE ONDE É PRESO A PONTA DO CABO DE AÇO DO GUINCHO, POR SOQUETES OU CLIPES. SUA FUNÇÃO É DISTRIBUIR A CARGA IGUALMENTE EM TODOS OS CABOS DE AÇO. Ponte Rolante - partes
  • 15.
    • ESPECIFICAÇÃO DE UM CABO DE AÇO:
    1) DIÂMETRO; 2) CONSTRUÇÃO (Nº DE PERNAS, FIOS E COMPOSIÇÃO); 3) TIPOS DE ALMA (FIBRA OU AÇO); 4) TORÇÃO ( REGULAR OU LANG); 5) ACABAMENTO (POLIDO, GALVANIZADO, INÓX); 6) RESISTÊNCIA A TRAÇÃO DOS ARAMES (MPS, PS, IPS, EIPS).
    • ACABAMENTO DO CABOS DE AÇO:
    CABOS GALVANIZADOS: OS ARAMES SÃO REVESTIDOS COM UMA CAMADA DE ZINCO PARA MAIOR PROTEÇÃO CONTRA A CORROSÃO. OS ARAMES PODEM SER GALVANIZADOS NA BITOLA FINAL OU GALVANIZADOS RETREFILADOS. APLICAÇÕES NORMAIS : MARINHA, PESCA, ANCORAGEM DE PLATAFORMAS, CABOS ESTÁTICOS ETC. CABOS POLIDOS : OS ARAMES NÃO POSSUEM NENHUMA PROTEÇÃO SUPERFICIAL ALÉM DA LUBRIFICAÇÃO DO CABO. APLICAÇÕES NORMAIS : ESCAVADEIRAS, GUINDASTES, PONTES ROLANTES, GUINCHO ETC. Ponte Rolante - partes
  • 16.
    • FABRICAÇÃO DE CABO DE AÇO:
    FORMAÇÃO DA PERNA FORMAÇÃO DO CABO 1 - DETERMINAÇÃO DO TRECHO CRITICO; 2 - MEDIDA DO DIÂMETRO; 3 - VERIFICAÇÃO DO NÚMERO DE FIOS PARTIDOS; 4 - VERIFICAÇÃO DO DESGASTE POR ABRASÃO NOS ARAMES EXTERNOS; 5 - VERIFICAÇÃO DE CORROSÃO; 6 - VERIFICAÇÃO DE DEFORMAÇÕES OU AMASSAMENTOS AO LONGO DO CABO.
    • INSPEÇÃO DE CABOS DE AÇO EM USO:
    Ponte Rolante - partes
  • 17. Informações Técnicas Arame Arame Central Perna Cabo de Aço Alma Ponte Rolante - partes
  • 18.
    • FORMAÇÃO DE NÓS
    • DEFORMAÇÃO DO CABO DE AÇO:
    • FIOS PARTIDOS POR FADIGA:
    • FIOS PARTIDOS POR FADIGA E ABRASÃO :
    • DEFORMAÇÃO EM CANTO VIVO:
    REDUÇÃO POR DESGASTE MAIOR OU IGUAL 1/3 DO DIÂMETRO DOS ARAMES EXTERNOS.
    • DESGASTE POR ABRASÃO:
    Ponte Rolante - partes
  • 19.
    • ALÇAS CONFECCIONADAS COM CLIPES
    Ponte Rolante - partes
  • 20.
    • MOITÃO (GATO)
    É UMA CAIXA DE ROLDANAS LIGADA POR UM EIXO ONDE O GANCHO É FIXADO COM POSSIBILIDADE DE GIRAR 360º OU SER FIXADO EM UMA SÓ POSIÇÃO ATRAVÉS DO PINO ANTIGIRO. O GANCHO POSSUI UMA LINGÜETA QUE IMPEDE AS ALÇAS DOS ESTROPOS E ELOS DE SE SOLTAREM DURANTE O IÇAMENTO DA CARGA. SIMPLES DUPLO Ponte Rolante - partes
  • 21. TRIPLO QUADRUPLO
    • MOITÃO (GATO)
    Ponte Rolante - partes
  • 22.
    • GANCHO (GATO)
    Ponte Rolante - partes
  • 23. NORMAS DE SEGURANÇA
  • 24. NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 25. NORMAS DE SEGURANÇA
    • As normas constantes deste manual foram preparadas para orientar os operadores de Pontes Rolantes, estabelecendo procedimentos necessários no desenvolvimento de um trabalho correto e seguro.
    • O seu cumprimento contribuirá para prevenção de acidentes nesta atividade, e é obrigatório para todos os operadores de Pontes Rolantes.
    OPERAÇÃO Lembre-se sempre, segurança é responsabilidade de todos !!!
  • 26. Operador
    • Pessoa habilitada e treinada , com conhecimento técnico e funcional do equipamento.
    • É o responsável direto pela segurança da operação, pessoas e demais bens interligados a ela.
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 27. Qualificação e treinamento
    • Somente pessoas habilitadas, treinadas e aprovadas nos testes específicos podem ser autorizadas a operar Pontes Rolantes.
    • Todos os operadores de Pontes Rolantes devem ser submetidos à exames médicos específicos, e só poderão operar tais equipamentos se considerados aptos pelo médico.
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 28. Identificação do Operador
    • Todos os operadores de equipamentos móveis de transporte (guinchos, empilhadeiras, pontes-rolantes) serão identificados por um crachá específico, que deverá constar nome, foto, tipo de equipamento autorizado a operar, prazo de validade, data e assinatura do emitente;
    • O operador deverá ostentar o seu crachá em local visível para facilitar sua identificação.
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 29. Regras Gerais
    • Antes do início da jornada de trabalho, o operador da Ponte Rolante deverá realizar uma inspeção visual no equipamento(check list), devendo ser observados os itens a seguir descriminados. Toda e qualquer anomalia observada, nesta inspeção ou durante a operação, deverá ser comunicada de imediato à chefia. Comunique também a existência de outras situações de riscos, mesmo que fora de sua área de atuação:
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 30. Inspeções Diárias
    • Visuais: Realizadas antes de ligar o
    • equipamento
    • (cabos, ganchos, cabos auxiliares, fiação, estado da botoeiras, travas, vazamentos, etc...)
    • Funcionais: Realizadas durante o
    • funcionamento do equipamento
    • (comandos, freios, trepidações, sirenes, etc...)
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 31. Informações Técnicas
    • O operador deverá em todo início de jornada de trabalho efetuar uma inspeção visual no cabo de aço, visando identificar alguma avaria no cabo conforme figura ao lado.
    • Construções de cabos
      • Construção é um termo genérico empregado para indicar o n° de pernas, o n° de arames de cada perna, a sua composição e o tipo da alma.
    Inspeções Diárias NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 32. Regras Gerais - Check List
    • Cabos e Correntes:
    • Sinais de corrosão
    • Fios ou elos partidos, quebrados ou trincados
    • Amassamentos
    • Sinais de desgastes anormais
    • Parte Elétrica:
    • Estado das botoeiras de comando
    • Sinalização das botoeiras de comando
    • Fios sem isolação
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 33.
    • Roldanas:
    • Canais desgastados e/ou desgastados desigualmente.
    • Freios:
    • Atuação firme e absolutamente segura.
    • Aspectos Gerais:
    • Sinais de corrosão no equipamento e/ou acessório
    • Capacidade de carga não definida;
    • Trava de segurança do gancho em más condições.
    Regras Gerais - Check List NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 34. FLUXO DO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DA PR O OPERADOR INSPECIONA E PREENCHE O RELATÓRIO NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO O TÉCNICO DE DESENVOLVIMENTO AVALIA O RELATÓRIO ARQUIVAR POR UM MÊS PASSAR AS ANOMALIAS PARA O INSPETOR DE MANUTENÇÃO ATENDIMENTO IMEDIATO PROGRAMAR ATENDIMENTO O TÉCNICO DE DESENVOLVIMENTO EFETUA RETORNO AO OPERADOR ARQUIVAR POR SEIS MÊSES ANOMALIAS SIM NÃO
  • 35. Regras Gerais - Operação
    • Não posicione as mãos / pés debaixo da carga;
    • Nunca suspenda ou desça pessoas com a ponte;
    • Nunca estique repentinamente cabos ou correntes;
    • É terminantemente proibido ultrapassar a capacidade máxima de carga estabelecida no equipamento;
    • Manter distância mínima de 2 metros entre as cargas suspensas por pontes rolantes que trabalhem no mesmo trilho;
    • Evitar o esmagamento de correntes / cabos ao abaixar a carga;
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 36. NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO Regras Gerais - Operação
    • É vedado emendar ou prolongar correntes, utilizando parafusos ou outras formas rudimentares de conexão;
    • Antes de levantar a carga, verifique sempre se os cabos ou correntes não estão cruzados;
    • Não forcar correntes e/ou cabos presos ou dobrados;
    • Não permita pessoas na área em que estiver sendo movimentada a carga;
    • Use sempre calços quadrados para apoiar a carga no piso;
  • 37. Regras Gerais - Operação
    • Usar protetores para os cabos quando estes se apoiarem em cantos vivos da carga;
    • É fundamental o conhecimento do peso e do centro de gravidade da carga a ser suspensa;
    • Não utilize a ponte rolante para o transporte de tambores e recipientes pressurizados;
    • Informe seu superior imediato sempre que seu EPI estiver danificado e solicite a troca.
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 38. NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO 1- Participar da reunião relâmpago; 2- Passagem de turno, relatar as irregularidades existentes na ponte rolante e a situação do serviço que está sendo executado; 3- Testar os componentes da ponte rolante como: tração , troley , guincho , limite e sirene ; 4- Fazer inspeção de rotina e anotar no relatório as irregularidades encontradas; 5- Cumprir com os padrões e normas existentes no seu setor de trabalho; 6- Não tomar bebida alcóolica antes de ir trabalhar; 7- Não fumar dentro da cabine; 9- Não ler jornais e revistas, principalmente, se não estiver relacionado com a empresa e o seu trabalho; 10- Estar atento constantemente durante a sua jornada de trabalho; 8- Não fazer uso de drogas;
  • 39. NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO 13- Orientar ou alertar os colegas numa situação de risco; 14- Sugerir melhorias e opinar quando tiver em situação de dúvidas quanto a tarefa a executar; 15- Manter um relacionamento agradável com seus colegas; 16- Sempre melhorar e aperfeiçoar seu conhecimento em ralação ao equipamento e na operação; 17- Antes de ligar a chave geral, verificar se há etiquetas e pessoas trabalhando na ponte; 18- Obedeça somente aos sinais enviados corretamente, por pessoas credenciadas e identificadas com faixa verde no capacete; 19- Comunique ao seu supervisor qualquer defeito encontrado; 11- No “ bom dia operador ”, passar para o inspetor as irregularidades existentes; 12- Utilizar os EPI’s em conformidade com as recomendações da área;
  • 40. NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO 23- Evitar freadas bruscas; 24- Não operar com manete sem mola de retorno; 25- Não transportar cilindros de gases ( cheio ou vazios ) com eletroimã; 26- Não usar a chave limite para desligar o gato; 27- Não empurrar uma PR com a outra; 28- Não arrastar carga com a PR. 21- Não passar com carga suspensa sobre pessoas; 22- Não usar a reversão da ponte, somente em caso de extrema necessidade; 20- Observe as condições das lingadas e se estão de acordo com as regras de segurança;
  • 41. 01. UMA PONTE ROLANTE SOMENTE DEVE SER OPERADA POR PESSOAS REALMENTE CAPACITADAS E, DEVIDAMENTE AUTORIZADAS. 02. PROCURE ENTRAR OU SAIR DA PONTE COM AS MÃOS LIVRES, SERVINDO-SE DOS CORRIMÃOS DAS ESCADAS DE ACESSO, ELES EXISTEM PARA ESTE FIM. EVITE CAMINHAR AO LONGO DAS VIGAS DE ROLAMENTO. 03. PROCURE CONHECER A PONTE EM QUE TRABALHA NOS SEUS PRINCIPAIS DETALHES, FAMILIARIZANDO-SE COM AS CARACTERÍSTICAS DE SEUS MECANISMOS. 04. INSPECIONE SUA PONTE NO INÍCIO DE CADA TURNO, VERIFICANDO O FUNCIONAMENTO DA CHAVE-LIMITE , FREIOS E DOS OUTROS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA. AS IRREGULARIDADES ENCONTRADAS DEVEM SER COMUNICADAS E SEM PERDA DE TEMPO, AO SUPERVISOR . 05 . OBEDEÇA SOMENTE OS SINAIS DADOS PELA PESSOA CREDENCIADA E QUE ESTIVER DIRIGINDO O SERVIÇO DE LINGADA NO PISO. QUANDO OBSERVAR SINAIS DE MAIS DE UMA PESSOA, PARE OS MOVIMENTOS DA PONTE ATÉ QUE A SEGURANÇA SEJA RESTABELECIDA . 06. OBEDEÇA O SINAL DE PARADA DE EMERGÊNCIA DE QUEM QUER QUE SEJA, PEDINDO PARA CESSAR QUALQUER MOVIMENTO DA PONTE, EM CASO DE PERIGO IMINENTE. 07. ACEITE APENAS OS SINAIS CONVENCIONAIS JÁ EM USO NA USINA. (QUADRO DE SINAIS CONVENCIONAIS). QUANDO HOUVER NECESSIDADE DE FALAR COM O OPERADOR DE PR, FAZER USO DO RÁDIO DE COMUNICAÇÃO. REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 42. REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO 08 . NÃO DISCUTA COM HOMENS DO PISO. EM CASO DE DESENTENDIMENTO RELACIONADO COM A OPERAÇÃO DA PONTE, SOLICITE A PRESENÇA DO SUPERVISOR. 09 . COLOQUE O TROLE EXATAMENTE SOBRE A CARGA ANTES DE ACIONAR O GUINCHO, PARA EVITAR O BALANÇO DA LINGADA. NÃO MOVIMENTE NUNCA A PONTE OU O TROLEY, ENQUANTO A CARGA ESTIVER NO PISO. 10. AO DESCER O GATO DA PONTE ALÉM DO PISO NORMAL, DEIXE, NO MÍNIMO, TRÊS VOLTAS DO CABO DE AÇO NO DROMO. 11. QUANDO LEVANTAR O GATO COM OU SEM CARGA, PRESTE ESPECIAL ATENÇÃO PARA QUE A CHAVE-LIMITE NÃO SEJA TOCADA. 12 . NÃO LEVANTE CARGAS ALÉM DA CAPACIDADE DA PR, ESTROPOS DE CABO DE AÇO, CINTA, CORRENTES ETC. 13 . OBSERVE SE OS ESTROPOS ESTÃO FIRMEMENTE AMARRANDO A CARGA E SE AS PARTES FROUXAS OU SOLTAS FORAM RETIRADAS ANTES DE COMEÇAR A SUBIR. 14 . ENQUANTO A PONTE ESTIVER EM MOVIMENTO , MANTENHA AS MÃOS SOBRE OS CONTROLES, DE MODO A PODER INTERVIR, RAPIDAMENTE, EM CASOS DE EMERGÊNCIA. 15. OBSERVE SE NÃO HÁ NINGUÉM EM POSIÇÃO PERIGOSA NO PISO ANTES DE SUSPENDER UMA CARGA. FAÇA SOAR A SIRENE E COMECE LENTAMENTE A LEVANTAR A CARGA.
  • 43. REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO 16. NÃO OPERE A SUA PONTE SE NÃO ESTIVER EM BOAS CONDIÇÕES FÍSICAS. 17. NÃO OPERE A SUA PONTE QUANDO HOUVER HOMEM TRABALHANDO NAS VIGAS DE ROLAMENTO, A MENOS QUE ESTEJAM DEVIDAMENTE AUTORIZADOS . 18 . NÃO DEIXE CARGA DE ESPÉCIE ALGUMA PENDURADA NO GATO DURANTE OS PERÍODOS DE REFEIÇÃO OU DEPOIS DE TER DEIXADO O SERVIÇO. 19. EVITE BATER COM A SUA PONTE EM OUTRAS, EM POSIÇÕES VIZINHAS, EXCETO, QUANDO DEVIDAMENTE AUTORIZADO. AINDA ASSIM, PROCURE BATER DEVAGAR DE MODO A NÃO PROVOCAR ACIDENTES PESSOAIS OU MATERIAIS. 20 . QUANDO DUAS OU MAIS PR”s TIVEREM QUE MOVIMENTAR UMA SÓ CARGA, SIMULTANEAMENTE, OS OPERADORES DEVEM COORDENAR SEUS MOVIMENTOS POR RÁDIO DE COMUNICAÇÃO. 21 . NÃO TENTE NUNCA REPARAR O EQUIPAMENTO ELÉTRICO OU FAZER QUAISQUER OUTROS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM SUA PONTE. EM CASO DE DEFEITO, CHAME O SUPERVISOR. 22 . NÃO AMARRE , NÃO BLOQUEIE E NEM INTERFIRA DE MODO ALGUM COM O FUNCIONAMENTO DO PAINEL, CHAVE-LIMITE OU OUTRO DISPOSITIVO DE SEGURANÇA QUALQUER. 23. NÃO SUBSTITUA FUSÍVEIS QUEIMADOS. CHAME OS ELETRICISTAS PARA FAZER ESTE SERVIÇO E APURAR A CAUSA DO DEFEITO.
  • 44. 24. NO CASO DE FALTAR ENERGIA ELÉTRICA , MANTENHA OS CONTROLES DESLIGADOS ATÉ QUE A MESMA SEJA RESTABELECIDA. 25. SE ENCONTRAR A CHAVE DE EMERGÊNCIA DESLIGADA , NÃO LIGUE MESMO PARA QUE SEJA PARA INICIAR O SEU TRABALHO, ATÉ CONSTATAR QUE NINGUÉM ESTÁ TRABALHANDO EM ALGUM SETOR DA PR. 26 . ANTES DE LIGAR A CHAVE DA PONTE VERIFIQUE SE TODOS OS CONTROLES ESTÃO NA POSIÇÃO DE DESLIGADO ( OFF ). 27. PERMANEÇA NA CABINE DE SUA PONTE MESMO DURANTE OS REPAROS FEITOS PELA TURMA DE MANUTENÇÃO, COLABORANDO E INDICANDO-LHES AS FALHAS QUE POR ACASO, VOCÊ TENHA CONSTATADO. 28. MANTENHA A SUA PONTE SEMPRE LIMPA E LIVRE DE OBJETOS, FERRAMENTAS, PEDAÇOS DE MADEIRA, PORCAS, PARAFUSOS ETC, QUE POSSAM CAIR SOBRE HOMENS NO PISO. RECOLHA A ESTOPA PARA EVITAR INCÊNDIO, GUARDANDO-A NUM RECIPIENTE FECHADO. 29. EM CASO DE INCÊNDIO NA PONTE USE O EXTINTOR, SOLICITANDO AO SUPERVISOR O SEU PRONTO RECARREGAMENTO. 30. NÃO PERMITA PESSOAS ESTRANHAS EM QUALQUER LUGAR DA PONTE SEM AUTORIZAÇÃO SUPERIOR. CASO HAJA AUTORIZAÇÃO, SOMENTE MOVIMENTE A PONTE QUANDO TIVER CERTEZA ABSOLUTA DE QUE NÃO HÁ PERIGO DE ACIDENTE. 31. QUANDO AS VIGAS PRINCIPAIS NÃO ESTIVEREM PERPENDICULARES ÀS VIGAS DE ROLAMENTO DO PRÉDIO AVISE IMEDIATAMENTE AO SEU SUPERVISOR. REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 45. 32. TESTAR O FREIO DO GUINCHO COM A CARGA, À POUCA ALTURA, RETORNANDO A MANETE AO PONTO ZERO, CASO O FREIO NÃO SEGURE A CARGA, SOLTE A CARGA E SOLICITE A MANUTENÇÃO. 33. NÃO OPERE A PONTE ROLANTE SE A CHAVE-LIMITE APRESENTAR DEFEITO OU SE OS CABOS DE AÇO NÃO OFERECER SEGURANÇA. 34. LEVANTE A CARGA A UMA ALTURA SUFICIENTE, DE MODO QUE NÃO ATINJA OS HOMENS E EQUIPAMENTOS QUE SE ENCONTREM NO PISO. . 35. NÃO TRANSPORTAR CARGAS SOBRE OS HOMENS DO PISO. PARA AVISÁ-LOS DA APROXIMAÇÃO DA PONTE, USE OS SINAIS DE ALARME DA MESMA. 36. NÃO COLOQUE A CARGAS EM LOCAL INSEGURO. 37. QUANDO TIVER QUE COLOCAR UMA CARGA SOBRE UMA PRANCHA , UM TRANSPORTADOR OU UM CARRO, QUE AINDA NÃO ESTEJA EM POSIÇÃO, USE O BOM SENSO QUANTO AO LOCAL E A MANEIRA COMO VAI MANTER A CARGA, ATÉ A CHEGADA DOS MESMOS. 38. NÃO OPERE SUA PONTE COM ESTROPOS, CORRENTES, ETC, PENDURADOS NO GATO, AMEAÇANDO A SEGURANÇA DOS QUE ESTÃO NO PISO, INCLUSIVE EQUIPAMENTO. 39. NÃO PERMITA QUE NINGUÉM SUBA NAS CARGAS OU NO GATO DA PONTE, EXCETO, PARA INSPEÇÃO OU REPAROS. 40. NÃO FAÇA LEVANTAMENTOS DE CARGAS DO PISO COM OS CABOS FORA DO PRUMO, EXCETO, QUANDO DEVIDAMENTE AUTORIZADO. REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 46. Movimentação de Cargas
    • Aproxime-se da carga;
    • Avalie peso e demais condições da carga;
    • Conheça a capacidade da Ponte Rolante;
    • Selecione o cabo de aço auxiliar de acordo com o tipo de carga e peso. Verifique ângulo dos cabos. Consulte a tabela de pesos e capacidade dos cabos;
    • Fixe a carga adequadamente;
    • Proceda o içamento lentamente e com cuidado;
    • Use velocidade reduzida;
    • Redobre a atenção ao operar da cabine e com ajudante.
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 47. Elevação de Cargas
    • Certifique-se que há espaço suficientemente para levantar a carga;
    • Tome cuidado especial com as instalações aéreas, tais como, tubulações de água, gás, elétricas, etc...
    • Observe se a carga está segura, especialmente no caso de peças soltas;
    • Levante a carga um pouco, se ela inclinar para um dos lados, abaixe-as e acerte o balanceamento;
    • Não passe com a carga sobre pessoas e nem permita que elas passem sob a carga.
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 48. Emergências / Incêndios
    • Saiba como agir em casos de emergência;
    • Ao ouvir alarme de incêndio, desligue a Ponte Rolante; deixando-a em local que não obstrua a passagem;
    • Não obstrua os equipamentos de emergência, tais como hidrantes, extintores, macas e corredores;
    • Conheça o manejo dos extintores de incêndio;
    • Nos casos de princípio de incêndio, peça ajuda e inicie o combate às chamas utilizando o extintor adequado;
    • Evite incêndios, não fume durante a operação.
    NORMAS DE SEGURANÇA OPERAÇÃO
  • 49. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO
  • 50. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO
    • A manutenção de Pontes Rolantes deve ser executada por profissionais especializados, e antes de qualquer serviço desta natureza o equipamento deve ser desenergizado e instalado sinalização de alerta no quadro de energia e de comando.
    • A manutenção preventiva deve visar sempre:
    • Basculamento / Elevação
    • Cabos e seus acessórios
    • Trilhos e Roldanas
    • Lubrificação geral
    • Freios
    • Elétrica / Comandos
  • 51. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO Informações Técnicas
    • Deverá ser feita inspeção nas castanhas e parafusos de fixação do cabo de aço no Dromo.
    • Deverá ser observado duas voltas e meia (voltas de segurança) quando o cabo estiver em seu limite inferior. (todo em baixo)
  • 52. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO
    • A LUBRIFICAÇÃO CORRETA É UMA DAS PARTES MAIS IMPORTANTES DA MANUTENÇÃO DAS PR’S E DE SUA SEGURANÇA OPERACIONAL. ASSIM SENDO A BOA LUBRIFICAÇÃO É DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA EVITAR DESGASTES EXCESSIVOS DE PEÇAS E/OU PARADAS FREQÜENTES POR QUEBRA.
    • AS SEIS FUNÇÕES PRINCIPAIS DA LUBRIFICAÇÃO SÃO:
      • MINIMIZAR O DESGASTE;
      • REDUZIR O ATRITO;
      • MINIMIZAR O ACUMULO DE POEIRA;
      • IMPEDIR A FERRUGEM;
      • ABSORVER CALOR;
      • MELHORAR A TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA.
    Lubrificação
  • 53. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO OS MOTORES E AS CAIXAS REDUTORAS SÃO COMPLEXOS E PRECISAM DE GRANDE VARIEDADE DE LUBRIFICANTES ESPECIAIS E NA QUANTIDADE E NO TEMPO CORRETO DE SUBSTITUIÇÃO. EM ALGUNS CASOS, GRAXA OU ÓLEO EM DEMASIA SÃO TÃO RUINS OU ATÉ PIOR QUE A FALTA DE LUBRIFICANTE. NESTES SISTEMAS, CADA CONEXÃO NO CICLO É LUBRIFICADA COM UMA QUANTIDADE PRÉ-DETERMINADA DE LUBRIFICANTE. Lubrificação DEVIDO À ALGUNS ENTUPIMENTOS DE TUBOS E/OU QUEBRAS DE TUBOS QUE COMPROMETERAM ALGUNS PONTOS IMPORTANTES DE ALGUMAS PR’S NÃO SE TEM USADO OS SISTEMAS CENTRALIZADOS DE LUBRIFICAÇÃO IRRESTRITAMENTE. QUANDO A RESPONSABILIDADE POR FALTA DE LUBRIFICANTE SE TORNA MUITO CRÍTICA E MUITO GRAVE NÃO SE UTILIZA O SISTEMA CENTRALIZADO NAS PR’S. NOS CASOS ACIMA SE UTILIZA O SISTEMA TRADICIONAL OU SEJA LUBRIFICAÇÃO PONTO A PONTO EXECUTADA POR PESSOA ESPECIALMENTE TREINADA PARA GARANTIR A EFETIVA CHEGADA DA GRAXA A TODOS OS PONTOS CRÍTICOS DAS PR’S, TAIS COMO, POR EXEMPLO, NAS ROLDANAS DOS CABOS DE AÇO DAS PR’S DE TRANSPORTE DE PANELAS DE METAL LÍQUIDO DA ACIARIA.
  • 54. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO
    • AS OBSERVAÇÕES MAIS IMPORTANTES DE LUBRIFICAÇÃO A SEREM FEITAS PELOS OPERADORES DE PR’S DIARIAMENTE SÃO:
      • VERIFICAR O NÍVEL DE ÓLEO DAS REDUTORAS E DAS CAIXAS DE ENGRENAGENS DOS DROMOS;
      • VAZAMENTOS DE ÓLEO NAS JUNÇÕES E NOS REDUTORES;
      • VAZAMENTO DE ÓLEO NO COMPRESSOR DO FREIO;
      • VERIFICAR VAZAMENTO DE GRAXA NOS ACOPLAMENTOS , NOS MOTORES ELÉTRICOS, NOS MANCAIS, NAS RODAS, NAS ROLDANAS E NOS PINOS DE ARTICULAÇÃO.
      • NÃO DEIXAR DE OBSERVAR A EXISTÊNCIA E O ESTADO DOS PINOS GRAXEIROS E DOS TAMPÕES.
    Lubrificação
  • 55. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES REGRAS DE SEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO . 1- PARAR A PONTE NA ÁREA DE MANUTENÇÃO; 2- O ACESSO DA PR DEVERÁ SER ATRAVÉS DE ABERTURA COM PORTÃO, COM MOLA OU TRANCA; 3- MANTER OS PASSADIÇOS, LIVRES, O CORRIMÃO LIMPO, AS ESCADAS COM RODA PÉ; 4- OS LOCAIS COM RISCO DE QUEDA DEVERÃO TER GUARDA-CORPO, NÃO SENDO POSSÍVEL, DEVERÁ TER CABO GUIA PARA FIXAR O CINTO DE SEGURANÇA; 5- A CHAVE TEM QUE ESTAR DESLIGADA, COM SUPORTE PARA FIXAR CADEADOS DE BLOQUEIO E COM AS ETIQUETAS DE SEGURANÇA DOS ENVOLVIDOS, PRESAS.; 6- SERVIÇO EXECUTADO NO PANTÓGRAFO PRINCIPAL, A CHAVE SECCIONADORA TEM QUE ESTAR DESLIGADA COM O CADEADO PRESO NO SUPORTE E COM A ETIQUETA DO LÍDER DA MANUTENÇÃO; 7- A PR DEVERÁ PARAR PARA MANUTENÇÃO PREVENTIVA (MP), OU QUALQUER OUTRO SERVIÇO, SOMENTE COM AUTORIZAÇÃO DA SUPERVISÃO DA OPERAÇÃO;
  • 56. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO 8- O OPERADOR DA PR DEVERÁ PEGAR AS ETIQUETAS DE SEGURANÇA DO PESSOAL DA MANUTENÇÃO E DEVOLVE-LAS APÓS O TÉRMINO DO SERVIÇO, A CADA UM PESSOALMENTE; SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES REGRAS DE SEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO . 9- ANTES DE INICIAR OS TESTES , O OPERADOR DA PR DEVERÁ FAZER UMA INSPEÇÃO NOS SETORES DA PONTE E VERIFICAR OS SEGUINTES ITENS: A)- EXISTÊNCIA DE PEÇAS SOLTAS, FERRAMENTAS (EX.: PARAFUSOS, PEDAÇOS DE CANTONEIRAS, LATAS, MATERIAL DE LIMPEZA ETC); B)- OLHAR NOS PAINÉIS A EXISTÊNCIA DE ETIQUETAS DE SEGURANÇA NOS DISJUNTORES E PEÇAS SOLTAS NO FUNDO DO PAINEL; C)- VERIFICAR NAS RODAS DA PR OU DO TROLEY SE TEM CALÇO IMPEDINDO SEU MOVIMENTO E NO TRILHO DA VIGA DE ROLAMENTO A RETIRADO DO BATENTE MECÂNICO MÓVEL;
  • 57. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES REGRAS DE SEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO . D)- VERIFICAR NO PISO SE HÁ RESÍDUO DE ÓLEO OU GRAXA; E)- OBSERVAR SE TEM CORDA, CORRENTE, ESTROPO ETC, SEGURANDO ALGUM COMPONENTE. F)- VERIFICAR SE OS CABOS DE SEGURANÇA CONTRA QUEDA DE COMPONENTES ESTÃO FIXADOS CORRETAMENTE; G)- CERTIFICAR-SE SE OS EXTINTORES ESTÃO NO SUPORTE E EM PERFEITAS CONDIÇÕES DE USO; H)- OBSERVAR A ILUMINAÇÃO SE ESTÁ COM TODAS AS LÂMPADAS FUNCIONANDO; I)- CHECAR SE O SINALEIRO ESTÁ FUNCIONANDO; J)- A CABINE DO OPERADOR DEVERÁ ESTAR LIMPA, ISENTA DE PEÇAS, FERRAMENTAS ETC.
  • 58. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES REGRAS DE SEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO . 10- Antes de iniciar os testes, o operador da PR deverá acionar a sirene, insistentemente e começar conforme a solicitação do líder da manutenção; 11- Serviço que for preciso movimentar a ponte ou o troley, deverá ser coordenado pelo líder da manutenção, com auxílio de rádio de comunicação; 12- PR parada fora do acesso, deverá ter fita zebrada e placas, avisando da dificuldade de acesso; 13- A área sob a PR deverá estar isolada com fita zebrada e com placas: “HOMENS TRABALHANDO EM CIMA ”, ou “PROIBIDA A PASSAGEM DE PESSOAS ”, alertando sobre o serviço que está sendo executado; 14- Para as PR’s em manutenção com a necessidade de se locomover, o operador deverá estar com o rádio de comunicação para alertar o operador da PR vizinha ao se aproximar; 15- A PR vizinha deverá ter na cabine e em local visível, um aviso alertando o operador sobre a manutenção.
  • 59. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO 1- A supervisão avisa ao operador da PR, do serviço a ser executado; 2- Acesso à viga de rolamento via PR, a mesma deverá estar parada no local determinado pela supervisão da manutenção, para o acesso do pessoal; 3- O local que será executado o serviço, deverá estar isolado e com batente mecânico móvel, com bandeiras de um lado a outro da vigas. (bandeiras suspensa); 4- O piso, área sob o local do serviço, deverá estar isolado com fita zebrada, com placas alertando do serviço e uma pessoa da manutenção com rádio e, autoridade de parar o serviço , se alguém entrar na área isolada; 5- Todas as peças substituídas não poderão ficar na viga de rolamento. Deverão ser retiradas durante o serviço ou após o mesmo; 6- Deverá ter uma pessoa da manutenção na cabine da PR com rádio para alertar o operador e o pessoal na viga; 7- Serviços executados nas vigas - lado do barramento - não podendo ser desligado, é necessário cobrir com mantas de borracha, antes de iniciar o serviço; 8- Peças ou ferramentas deverão ser transportadas para as vigas por guindaste ou por corda, para evitar o trânsito de pessoas pela viga, fora da área isolada; SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES REGRAS DE SEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO . - INÍCIO:
  • 60. NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES REGRAS DE SEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO . 10- O cabo guia deverá estar preso e em boas condições; 11- No caso de presenciar brincadeiras com a equipe de manutenção no setor de trabalho, o operador deverá comunicar imediatamente ao seu supervisor. Não é permitido brincadeiras de espécie alguma . 9- O local do serviço deverá estar bem iluminado e com sinaleiro rotativo;
  • 61. Emergências / Incêndios
    • Saiba como agir em casos de emergência;
    • Ao ouvir alarme de incêndio, desligue a Ponte Rolante, deixando-a em local que não obstrua a passagem;
    • Não obstrua os equipamentos de emergência, tais como hidrantes, extintores, macas e corredores;
    • Conheça o manejo dos extintores de incêndio;
    • Nos casos de princípio de incêndio, peça ajuda e inicie o combate às chamas utilizando o extintor adequado;
    • Evite incêndios, não fume durante a operação;
    NORMAS DE SEGURANÇA MANUTENÇÃO SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES
  • 62. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E MECÂNICOS
  • 63. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS  OS EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS DAS PONTES ROLANTES CONSISTEM, ESSENCIALMENTE, DE MOTORES, CONTROLADORES, FREIOS E CHAVES LIMITE, CUJOS PRINCÍPIOS BÁSICOS DE FUNCIONAMENTO, PASSAREMOS A DESCREVER. MOTORES : OS MOTORES ELÉTRICOS POSSUEM DUAS PARTES FUNDAMENTAIS, A SABER:  ESTATOR É COMPOSTO PELA CARCAÇA, POLOS DE CAMPO, BOBINAS DE CAMPO E AINDA PELAS TAMPAS DA CARCAÇA ONDE ESTÃO LOCALIZADOS OS PORTA-ESCOVAS E OS MANCAIS QUE SUSTENTARÃO O EIXO DO MOTOR . QUANTO MAIOR A CORRENTE ELÉTRICA QUE CIRCULA NOS ENROLAMENTOS, MAIOR SERÁ A INTENSIDADE DO CAMPO MAGNÉTICO E, PORTANTO, MAIOR SERÁ A FORÇA DE ATRAÇÃO OU REPULSÃO DESSES CAMPOS, OU SEJA, MAIOR SERÁ O TORQUE DO MOTOR. A QUANTIDADE DE CORRENTE ELÉTRICA QUE CIRCULA NO MOTOR DEPENDE, DENTRE OUTROS FATORES, DA QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA EXISTENTE NO CIRCUITO DO MESMO, OU SEJA, QUANTO MAIOR A RESISTÊNCIA DO CIRCUITO, MENOR SERÁ A CORRENTE QUE FLUIRÁ NO MOTOR. CONCLUÍMOS ENTÃO, QUE PODEMOS VARIAR O TORQUE DO MOTOR E, CONSEQÜENTEMENTE, SUA VELOCIDADE, VARIANDO A QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA EM SEU CIRCUITO ELÉTRICO. NAS PONTES ROLANTES, ISTO É CONSEGUIDO, COMO VEREMOS MAIS ADIANTE, POR INTERMÉDIO DO CONTROLADOR.
  • 64.  ROTOR É COMPOSTO POR UM EIXO NO. QUAL SÃO FIXADOS O COLETOR ( QUANDO TRATAR-SE DE MÁQUINA DE CORRENTE CONTÍNUA ) E UM NÚCLEO DE FERRO LAMINADO COM RANHURAS NAS QUAIS SÃO ENROLADAS AS BOBINAS QUE CONSTITUEM O ENROLAMENTO DO ROTOR. 0 FUNCIONAMENTO DE UM MOTOR É BASEADO NA ATRAÇÃO E REPULSÃO DOS CORPOS POLARIZADOS MAGNETICAMENTE. QUANDO UMA CORRENTE ELÉTRICA CIRCULA NOS ENROLAMENTOS DO ROTOR E DO ESTATOR, APARECEM CAMPOS MAGNÉTICOS, ANÁLOGOS A IMÃS, CUJOS POLOS DE MESMO NOME SE REPELEM E DE NOME CONTRÁRIO SE ATRAEM, DANDO ORIGEM A UMA FORÇA QUE PRODUZ O MOVIMENTO DE ROTAÇÃO DO MOTOR, FORÇA ESTA CHAMADA DE " TORQUE ". BOBINAS QUE CONSTITUEM O ENROLAMENTO DO ROTOR
  • 65. PAINEL DE TRAÇÃO UTILIZADO NORMALMENTE EM PR DE PEQUENO PORTE DE 5 À 10 T. COMPONENTES 1 - BOBINAS; 2 - CONTATORES; 3 - TEMPORIZADORES; 4 - BLOCO DE TERMINAL; 5 - FUSÍVEIS; 6 - DISJUNTOR; 7 - CABOS; 8 - SOBRECARGA (RELÊ).
  • 66. MANETES OU CHAVE COMANDO  PARA QUE SE REALIZE OPERAÇÕES MECÂNICAS, TAIS COMO PARTIDA, ACELERAÇÃO, DESACELERAÇÃO, REVERSÃO E PARADA NOS DIVERSOS EQUIPAMENTOS DE UMA PONTE ROLANTE, DEVEMOS ESTAR ÁPTOS A CONTROLAR O FLUXO DE CORRENTE ELÉTRICA NO CIRCUITO DO MOTOR ACIONADOR DO REFERIDO EQUIPAMENTO. ISTO É FEITO ATRAVÉS DO USO DAS MANETES, A QUAL, É PROJETADA PARA REALIZAR AS MUDANÇAS DESEJADAS NO CIRCUITO ELÉTRICO DO MOTOR ( USUALMENTE CHAMADO DE CIRCUITO DE POTÊNCIA ). A OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE CONTROLE (TEMPORIZADOR) PODE SER DESCRITA SIMPLIFICADAMENTE COMO SEGUE:
  • 67.  O MOVIMENTO DA CHAVE DE COMANDO ( MANETE ) ACARRETA A OPERAÇÃO DE DISPOSITIVOS ELETROMECÂNICOS ( RELÉS E CONTATORES ) NO PAINEL DE CONTROLE.. ESTES DISPOSITIVOS INTERROMPEM O FLUXO, INVERTEM O SENTIDO DO FLUXO OU, MUDAM A QUANTIDADE DE ELETRICIDADE QUE VAI PARA O MOTOR, ATRAVÉS DA VARIAÇÃO DA QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA NO CIRCUITO DE POTÊNCIA. CONSEQÜENTEMENTE, O MOTOR PÁRA, INVERTE O SENTIDO DE ROTAÇÃO, REDUZ OU AUMENTA A SUA VELOCIDADE, EM RESPOSTA À ESTAS MUDANÇAS ELÉTRICAS .  ALÉM DAS FUNÇÕES DE DAR PARTIDA, INVERTER O SENTIDO DE ROTAÇÃO, CONTROLAR A VELOCIDADE E PARAR O MOTOR, O EQUIPAMENTO DE CONTROLE AINDA TEM A FINALIDADE DE PROTEGER O MOTOR. SENÃO, VEJAMOS: NA PARTIDA, DEVIDO À SUA INÉRCIA, O MOTOR SOLICITA UMA CORRENTE ELEVADA QUE, SE NÃO FOR LIMITADA POR INTERMÉDIO DE RESISTÊNCIAS INCLUÍDAS NO CIRCUITO, DANIFICARÁ COMPLETAMENTE OS ENROLAMENTOS DO MOTOR ( SERIA O CASO, POR EXEMPLO, DE SE LEVAR A MANETE BRUSCAMENTE PARA O PONTO DE MÁXIMA VELOCIDADE, ONDE TODA A RESISTÊNCIA DO CIRCUITO É ELIMINADA ). PARA QUE ISTO NÃO OCORRA, O EQUIPAMENTO DE CONTROLE É CONSTITUÍDO DE DISPOSITIVOS TEMPORIZADOS QUE CONTROLAM A RETIRADA DE RESISTÊNCIAS POR ETAPA, CONTROLANDO TAMBÉM, CONSEQÜENTEMENTE, A CORRENTE DO MOTOR, QUANDO A MANETE É LEVADA BRUSCAMENTE ALÉM DO SEGUNDO PONTO.
  • 68.  AINDA UMA OUTRA SITUAÇÃO QUE ACARRETA CORRENTE ELEVADA NO MOTOR, É A DE SE APLICAR REVERSÃO BRUSCA, POIS, COMO SE PODE CONCLUIR: SE A CORRENTE SOLICITADA PELO MOTOR QUANDO ESTE ESTÁ PARADO É ELEVADA. QUANDO SE APLICA REVERSÃO, A PONTE ESTÁ RODANDO NO SENTIDO CONTRÁRIO AO QUE O MOTOR ESTÁ LIGADO, IMPULSIONADA PELA INÉRCIA MECÂNICA, EXIGINDO, PORTANTO, CORRENTE MAIS ALTA. NESTE CASO, PODE DANIFICAR NÃO SÓ O PRÓPRIO MOTOR, COMO OS COMPONENTES MECÂNICOS, TAIS COMO: ENGRENAGENS , EIXOS , ACOPLAMENTOS ETC. O TEMPORIZADOR EVITA TAL OCORRÊNCIA POR MEIO DE DISPOSITIVOS QUE MANTÊM TODA RESISTÊNCIA NO CIRCUITO, LIMITANDO A CORRENTE ATÉ A VELOCIDADE CHEGAR A ZERO E O MOTOR COMEÇAR A GIRAR NO SENTIDO PARA O QUAL ESTÁ LIGADO, DANDO INÍCIO À ACELERAÇÃO CONTROLADA.  O SISTEMA DE CONTROLE DE CORRENTE, DURANTE O PERÍODO DE ACELERAÇÃO E REVERSÃO DA PONTE, NÃO É SUFICIENTE PARA DAR PROTEÇÃO TOTAL AO MOTOR, UMA VEZ QUE TAL SISTEMA SÓ É ATUANTE DURANTE AQUELE PERÍODO. NO CASO DE DESAJUSTE DOS RELÉS TEMPORIZADOS, AGARRAMENTO NAS PARTES MECÂNICAS DA PONTE OU CURTO-CIRCUITO NOS RESISTORES, O MOTOR ESTARIA SUJEITO A SER QUEIMADO POR CORRENTE EXCESSIVA, SE O SISTEMA DE CONTROLE NÃO FOSSE DOTADO DE RELÉS DE SOBRECORRENTE QUE DESLIGAM O MOTOR QUANDO A CORRENTE ULTRAPASSA O LIMITE PRÉ-DETERMINADO.
  • 69. MANETES  SE A PONTE FOR EQUIPADA COM CONTROLES MANUAIS, ACELERA-SE A MANETE MOVENDO-SE A MESMA GRADATIVAMENTE NA DIREÇÃO DESEJADA. A ACELERAÇÃO CORRETA ELIMINA A PATINAÇÃO DAS RODAS DA PONTE, PERMITE A CARGA QUE ESTÁ PENDURADA ADQUIRIR O IMPULSO QUASE NA MESMA PROPORÇÃO QUE A PONTE, O QUE EVITARÁ A ESTA E AO MOTOR, ESFORÇOS DESNECESSÁRIOS. SE FOR USADO O CONTROLE MAGNÉTICO ( MASTER SWITCH ) A MANETE PODE SER LEVADA DE UMA SÓ VEZ ATÉ O FIM DO CONTROLE, POIS, A ACELERAÇÃO É AUTOMÁTICA E SE PROCESSA POR MEIO DE RELÉS ADEQUADOS. MANETE SEM MOLA DE RETORNO
  • 70.  À LONGA DISTANCIA, O OPERADOR DEVE ACIONAR A MANETE DE TRAÇÃO NO 5º PONTO E RETORNAR AO PONTO ZERO, AO SE APROXIMAR DO LOCAL DESEJADO PARAR A PONTE, UTILIZANDO O FREIO DE TRAÇÃO COM O MÍNIMO BALANÇO POSSÍVEL.  O OPERADOR EXPERIENTE TIRA VANTAGEM DO BALANÇO AVANÇADO, EVITANDO EXCESSO DE TOQUES NAS MANETES DO TROLEY E TRAÇÃO, PARA CENTRALIZAR A CARGA. MÉTODO UTILIZADO PARA RETIRAR BALANÇO
  • 71.  QUANDO O OPERADOR PASSA DE UMA PONTE EQUIPADA COM CONTROLE MANUAL PARA OUTRA DE CONTROLE MAGNÉTICO, DEVE OBSERVAR QUE ESTA ÚLTIMA ACELERAÇÃO SE PROCESSA AUTOMATICAMENTE E PROPORCIONALMENTE À CAPACIDADE QUE O MOTOR POSSUI DE ADQUIRIR VELOCIDADE E DE MOVER A CARGA, NÃO PODENDO SER FORÇADO, COMO NO CASO DO CONTROLE MANUAL. O OPERADOR DEVE TAMBÉM OBSERVAR SE AS MANETES ESTÃO NA MESMA POSIÇÃO DA ANTERIOR, A FIM DE EVITAR ENGANOS.  O OPERADOR EXPERIENTE TIRA RAPIDAMENTE O BALANÇO DA CARGA, DEPOIS DE TER PERCORRIDO UMA CERTA DISTÂNCIA E ESTAR PRÓXIMO DO PONTO ONDE A CARGA DEVE SER ARRIADA. O BALANÇO OCORRE DEVIDO A FLEXIBILIDADE DO CABO DE AÇO DO GUINCHO E A INÉRCIA DA CARGA.  QUANDO A MANETE DE TRAÇÃO DA PONTE É ACIONADA, A PONTE SE MOVIMENTA, A CARGA FICA UM POUCO PARA TRAZ E COM O CABO DE AÇO FORA DA PERPENDICULAR.  QUANDO A VELOCIDADE É REDUZIDA EM VIRTUDE DE APLICAÇÃO DO FREIO, O IMPULSO DA CARGA NÃO É CONTIDO IMEDIATAMENTE, O QUE RESULTA NUM BALANÇO DA MESMA PARA FRENTE E, NESTA POSIÇÃO AVANÇADA, OCORRE UM PUXÃO NA PONTE.
  • 72. SISTEMA DE CONTROLE REMOTO  ESSE COMPONENTE NÃO UTILIZA LIGAÇÕES POR FIOS AOS PAINÉIS, FUNCIONA COM ENERGIA DE BATERIAS, ENVIADO SINAIS DE RÁDIO FREQÜÊNCIA AOS PAINÉIS DE CONTROLE.
  • 73. CHAVE LIMITE  AS CHAVES LIMITE SÃO DISPOSITIVOS PARA CONTROLAR ELETRICAMENTE OU LIMITAR O MOVIMENTO DE EQUIPAMENTOS MECÂNICOS. ELAS PODEM SER USADAS PARA LIMITAR O CURSO DE UMA MÁQUINA, PARA PARÁ-LA EM DETERMINADO PONTO, PARA ALTERAR O MOVIMENTO DE UMA MÁQUINA DURANTE FASES DE SEU CICLO DE OPERAÇÃO OU PROPORCIONAR INTERLOQUE ENTRE DOIS OU MAIS ACIONADORES. PARA CITAR ALGUNS DOS USOS MAIS COMUNS, AS PONTES ROLANTES SÃO EQUIPADAS COM UMA CHAVE LIMITE QUE EVITA QUE O GATO DA PONTE, AO SUBIR, ULTRAPASSE O SEU CURSO NORMAL, ATRAVÉS DO DESLIGAMENTO DO MOTOR . CHAVE LIMITE TIPO CONTROLE
  • 74.  UM DOS TIPOS MAIS COMUNS É AQUELE QUE É OPERADO PELO PRÓPRIO GATO. OUTRO TIPO, É O QUE É LIGADO AO DROMO E ESTÁ PRONTO A OPERAR DEPOIS DE UM DETERMINADO NÚMERO DE VOLTAS OU ROTAÇÕES DO DROMO. A PRIMEIRA, TAMBÉM CHAMADA " TIPO FORÇA ", ISTO É, AQUELA LIGADA DIRETAMENTE NO CIRCUITO DE POTÊNCIA DO MOTOR, É A MAIS UTILIZADA E TEM VANTAGENS DEFINITIVAS SOBRE A SEGUNDA, TAMBÉM CHAMADA DE " TIPO CONTROLE ", ISTO É, AQUELA LIGADA NO CIRCUITO DE CONTROLE, PORQUE NÃO SÓ DESLIGA O MOTOR DA LINHA COMO TAMBÉM O FAZ PARAR RAPIDAMENTE POR MEIO DE UMA FRENAGEM ELÉTRICA.  A CHAVE LIMITE É UM DISPOSITIVO DE SEGURANÇA E, COMO TAL, NÃO DEVE SER USADA COMO MEIO DE PARAR O MOTOR DO GUINCHO, TODA VEZ QUE O GATO SOBE. UM OPERADOR CONSCIENTE E CUIDADOSO, EVITA ESTA PRÁTICA, PARANDO O MOTOR COM O PRÓPRIO CONTROLE, DEIXANDO QUE A CHAVE LIMITE SOMENTE SEJA OPERADA OU USADA EM CASO DE EMERGÊNCIA.
  • 75. FREIO ELETROMAGNÉTICO  TODOS OS FREIOS ELÉTRICOS SÃO PROJETADOS DE FORMA A SEREM LIBERADOS QUANDO CIRCULAR CORRENTE ELÉTRICA EM SEU ENROLAMENTO. EM OUTRAS PALAVRAS, ELES SÃO ATUADOS POR MOLA E LIBERADOS ELETRICAMENTE. ASSIM, QUANDO É APLICADA UMA CORRENTE ELÉTRICA NA BOBINA DO FREIO, É ESTABELECIDO UM CAMPO MAGNÉTICO SUFICIENTEMENTE FORTE PARA VENCER A FORÇA DA MOLA E ATRAIR UM ÊMBOLO OU PLACA DE AÇO, CUJO MOVIMENTO SE TRANSMITE POR MEIO DE ALAVANCAS ÀS SAPATAS DO FREIO, AFASTANDO-AS DA POLIA E LIBERANDO O FREIO.  QUANDO A CORRENTE ELÉTRICA É INTERROMPIDA, O CAMPO MAGNÉTICO DEIXA DE EXISTIR E A AÇÃO DA MOLA FAZ COM QUE AS SAPATAS COMPRIMAM A POLIA ATUANDO O FREIO. ESTES FREIOS SÃO SEMPRE INSTALADOS DE FORMA A SEREM LIBERADOS QUANDO SE APLICA CORRENTE AO MOTOR E, ATUADOS QUANDO ESTA CORRENTE FOR INTERROMPIDA. PORTANTO, A OPERAÇÃO DO FREIO É TOTALMENTE INDEPENDENTE DO OPERADOR .
  • 76. PONTE E TROLEY O CONTROLE PROJETADO PARA CONTROLAR OS MOVIMENTOS DA PONTE OU DO TROLEY, É DO TIPO REVERSÍVEL COM FRENAGEM, POR REVERSÃO . O MOTOR ACIONADOR DA PONTE OU DO TROLEY, É LIGADO À LINHA DE ALIMENTAÇÃO COM RESISTORES DE ACELERAÇÃO NO CIRCUITO. O SENTIDO DE ROTAÇÃO É SELECIONADO PELA CHAVE DE COMANDO NO SEU PRIMEIRO PONTO. AS VARIAÇÕES DE VELOCIDADE E TORQUE, SÃO OBTIDAS NOS PONTOS SUBSEQUENTES, VARIANDO-SE ASSIM A QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA NO CIRCUITO DO MOTOR. QUANDO O ÚLTIMO PONTO É SELECIONADO, O MOTOR É LIGADO DIRETAMENTE À LINHA DE ALIMENTAÇÃO, ATINGINDO A SUA VELOCIDADE MÁXIMA. INTRODUÇÃO O EXPOSTO, ANTERIORMENTE, APLICA-SE A UM CONTROLE MANUAL QUE LEVA OS CIRCUITOS PRINCIPAIS DIRETAMENTE AO MOTOR; A POSIÇÃO DA MANETE DO CONTROLE DETERMINA ASSIM A QUANTIDADE DE ENERGIA PARA O MOTOR. QUANDO É USADO O CONTROLE MAGNÉTICO, UMA PEQUENA CHAVE DE COMANDO PERMITE AO OPERADOR ESCOLHER A DIREÇÃO DESEJADA. OS CIRCUITOS PRINCIPAIS PARA O MOTOR SÃO FEITOS PELOS CONTATORES MAGNÉTICOS DO PAINEL DE CONTROLE E O FECHAMENTO DESSES CONTATORES É CONTROLADO POR MEIOS DE RELÉS. QUE COMANDAM AS OPERAÇÕES DE ACELERAÇÃO OU DE PARADA. POR ESTE MÉTODO AUTOMÁTICO, AO SE CENTRALIZAR O TROLE POR MEIO DA REVERSÃO, O MOTOR NÃO É FORÇADO, QUER ESTEJA A MANETE NO PRIMEIRO PONTO, NO ÚLTIMO OU NOS PONTOS INTERMEDIÁRIOS. QUANDO O TROLE PARAR, A MANETE DEVE SER LEVADA PARA A POSIÇÃO "OFF", CASO CONTRÁRIO O TROLE SERÁ ACELERADO EM DIREÇÃO OPOSTA.
  • 77. TROLEY PARA SE PARAR UM TROLEY QUE NÃO SEJA EQUIPADO COM FREIO, APLICA-SE A REVERSÃO AO RESPECTIVO MOTOR, ISTO É, CONSEGUINDO-SE ACIONAR A MANETE DO CONTROLE NA DIREÇÃO OPOSTA ÀQUELA EM QUE O TROLEY ESTÁ SE DESLOCANDO. QUANDO O TROLEY PARAR, A MANETE DEVE SER TRAZIDA PARA O CENTRO, NA POSIÇÃO "OFF". SOB CONDIÇÕES NORMAIS, RECOMENDA-SE QUE O PRIMEIRO PONTO SEJA USADO PARA FORÇAR O MOTOR A PARAR COM A. REVERSÃO, USANDO-SE O SEGUNDO, O TERCEIRO OU OS DEMAIS PONTOS DO CONTROLE, A PARADA DO TROLEY É MAIS RÁPIDA, O QUE, ENTRETANTO, PODERÁ PROVOCAR O DESLIZAMENTO DAS RODAS, ALÉM DE SER PREJUDICIAL AO MOTOR E AO MECANISMO DO TROLEY. ESSES PONTOS DEVEM SER EVITADOS POR ESTANCAREM OS MOTORES.
  • 78. TROLEY NÃO SE DEVE MOVIMENTAR O TROLEY À LONGA DISTÂNCIA COM A MANETE COLOCADA NOS PONTOS INTERMEDIÁRIOS, ALGUNS TROLEYS CORREM COM MUITA FACILIDADE, PORQUE SÃO PROVIDOS DE MANCAIS COM ROLAMENTOS. QUANDO SE OBSERVA QUE O TROLEY SE MOVIMENTA COM MUITA RAPIDEZ E QUE A MANETE JÁ SE ENCONTRA NO ÚLTIMO PONTO DO CONTROLE, NÃO SE DEVE TRAZÊ-IA PARA O MEIO DO CONTROLE E SIM PARA A POSIÇÃO DE "DESLIGADO". DEIXA-SE O TROLEY ANDAR LENTAMENTE E PARAR NO PONTO DESEJADO, APLICANDO-SE UMA REVERSÃO NO MOTOR .
  • 79. NESTE ITEM VIMOS AINDA QUE, AS REVERSÕES BRUSCAS NÃO SÓ CAUSAM DANOS AO EQUIPAMENTO ELÉTRICO DEVIDO A PIQUES EXCESSIVOS DE CORRENTE, COMO TAMBÉM, À PARTE MECÂNICA, EM CONSEQÜÊNCIA DO TORQUE ALTO. NO EQUIPAMENTO ELÉTRICO, AS PARTES MAIS ATINGIDAS SÃO OS COMPONENTES DO MOTOR E DO CONTROLADOR, ENQUANTO QUE, NO EQUIPAMENTO MECÂNICO AS ENGRENAGENS, ACOPLAMENTOS, RASGOS, CHAVETAS E SISTEMA DE FIXAÇÃO, SÃO AS PARTES MAIS ATINGIDAS.  CHAVES PRINCIPAIS DE DESLIGAMENTO: INTRODUÇÃO TODA PONTE ROLANTE É EQUIPADA COM UMA CHAVE DE OPERAÇÃO MANUAL PARA DESLIGAMENTO DA ENERGIA ELÉTRICA, QUANDO ISTO SE FIZER NECESSÁRIO. EM ALGUNS CASOS, ALÉM DA CHAVE GERAL, QUE É SEMPRE INSTALADA FORA DA PONTE, EXISTEM DUAS OUTRAS QUE PODEM SE ENCONTRADAS. UMA DENTRO DA PRÓPRIA CABINE DO OPERADOR E OUTRA, JUNTO À PASSAGEM POR ONDE ENTRA E SAI O OPERADOR . FREQÜENTEMENTE, ENCONTRA-SE UM TIPO DE CHAVE MANUAL MAGNÉTICA MONTADA NA ENTRADA DA PONTE COM UM BOTÃO DE COMANDO DE PARADA DE EMERGÊNCIA, INSTALADO NA CABINE. FRENAGEM POR REVERSÃO PARA SE PARAR UM TROLEY , QUE NÃO SEJA EQUIPADO COM FREIO ELÉTRICO, APLICA-SE REVERSÃO AO MOTOR ACIONADOR DO MESMO. ISTO É CONSEGUIDO ACIONANDO-SE A CHAVE DE COMANDO (MANETE) NA DIREÇÃO OPOSTA ÀQUELA EM QUE O TROLEY ESTÁ DESLOCANDO. QUANDO O TROLEY PARAR, A MANETE DEVE SER LEVADA PAR.A A POSIÇÃO "OFF"; CASO CONTRÁRIO, O TROLEY SERÁ ACELERADO EM DIREÇÃO OPOSTA. A FIM DE AUMENTAR A VIDA DOS EQUIPAMENTOS DA PONTE OU DO TROLEY, O CONTROLADOR POSSUI UM SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA REVERSÕES BRUSCAS.
  • 80. FREIO DE CARGA MECÂNICO É UM FREIO DE TRAVA QUE ATUA SOMENTE NA DESCIDA DE CARGA. QUANDO ESTA SOBE, O FREIO É SOLTO DE MODO QUE NÃO HAJA NENHUM "ARRASTAMENTO" NO MOTOR. REVERSÃO É O MOVIMENTO DO CONTROLE EM DIREÇÃO OPOSTA ÀQUELA EM QUE A CARGA OU A PONTE ESTÁ SE MOVIMENTANDO. TRATA-SE DE UMA CORRENTE DE REVERSÃO QUE INTERROMPE O MOVIMENTO DIANTEIRO DA CARGA OU DO MOTOR. QUANDO A CARGA FICA IMÓVEL, A MANETE DE CONTROLE DEVE PERMANECER NO CENTRO, NA POSIÇÃO "OFF", DO CONTRÁRIO, VERIFICAR-SE-Á UMA ACELERAÇÃO DO MOTOR EM DIREÇÃO OPOSTA. OBLIQÜIDADE APLICA-SE, GERALMENTE, AO MOVIMENTO DA PONTE. É UMA CONDIÇÃO QUE SE VERIFICA QUANDO AS VIGAS DA PR NÃO ESTÃO PERPENDICULARES AOS TRILHOS DAS VIGAS DE ROLAMENTO INDICANDO, ASSIM, QUE UMA DAS EXTREMIDADES DA PONTE ESTÁ MAIS AVANÇADA DO QUE A OUTRA, O QUE CONSTITUI UMA IRREGULARIDADE QUE DEVE SER CORRIGIDA SEM PERDA DE TEMPO. TORQUE É O TERMO QUE EXPRIME A CAPACIDADE DE UM MOTOR PARA EXERCER FORÇA OU PARA GIRAR EM TORNO DE SEU EIXO E PRODUZIR TRABALHO. O TORQUE DE UM MOTOR PODE SER ALTERADO POR MEIO DE UM CONTROLE, DE ACORDO COM AS NECESSIDADES DA CARGA.
  • 81. BATENTES  A MAIORIA DAS PONTES NÃO É PROVIDA DE CHAVE-LIMITE NA EXTREMIDADE, PARA DESLIGAR A FORÇA E FAZER PARAR O MOTOR DO TROLEY. OS TRILHOS DO TROLEY SÃO EQUIPADOS COM BATENTES NAS EXTREMIDADES, DEVENDO-SE TOMAR MUITO CUIDADO PARA EVITAR QUE ELES SEJAM ATINGIDOS PELO TROLEY À ALTA VELOCIDADE, O QUE PODE OCASIONAR UM DESCARRILHAMENTO PERIGOSO.  PARA SE FAZER COM QUE O TROLEY ENCOSTE NOS BATENTES, NO SENTIDO DE LEVANTAR OU ABAIXAR UMA CARGA NA EXTREMIDADE DA PONTE, RECOMENDA-SE QUE O TROLEY SEJA LEVADO ATÉ UMA PEQUENA DISTÂNCIA DOS BATENTES E AÍ PARAR. EM SEGUIDA, POR MEIO DE MOVIMENTOS CURTOS, DESLOCA-SE O TROLEY ATÉ TOCAR OS BATENTES, AJUSTANDO-SE, ENTÃO, A MANETE DO CONTROLE NO CENTRO, NA POSIÇÃO "OFF". DEVE-SE TER SEMPRE EM MENTE QUE O TROLEY NÃO TEM FREIO E QUE, PORTANTO, SEUS MOVIMENTOS SÃO LIVRES.
  • 82. MANETES
    • OS MOVIMENTOS DO GUINCHO SÃO COMANDADOS PELA CHAVE DE COMANDO (MANETE) CORRESPONDENTE E CONTROLADOS POR CIRCUITOS ELÉTRICOS ESPECIALMENTE PROJETADOS PARA ESTE FIM. O MOVIMENTO DO GUINCHO NA DIREÇÃO DE SUBIR, EVIDENTEMENTE, SEMPRE SOLICITA POTÊNCIA DO MOTOR, COM OU SEM CARGA LINGADA. NA DIREÇÃO DE DESCER, ESTA POTÊNCIA É SOLICITADA QUANDO O GUINCHO DESCE SEM CARGA E COM CARGAS LEVES LINGADAS, MA,S QUANDO O GUINCHO DESCE COM A CARGA PESADA,, ESTA TENDE A ARRASTAR O -MOTOR, NECESSITANDO NESTE CASO, DE UMA FRENAGEM PARA CONTROLE DE VELOCIDADE.
    • LEVANTAMENTO
    • AVANÇANDO A CHAVE DE COMANDO (MANETE) PARA O PRIMEIRO PONTO, PARA SUBIR, O FREIO É LIBERADO E O MOVIMENTO ASCENDENTE DO GUINCHO É INICIADO LENTAMENTE DEVIDO AO BAIXO TORQUE DO MOTOR CAUSADO PELA GRANDE QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA EXISTENTE NO CIRCUITO. O AUMENTO DOS VALORES DO TORQUE E DA VELOCIDADE DE LEVANTAMENTO É OBTIDO NOS PONTOS SUBSEQUENTES DA CHAVE DE COMANDO (MANETE), DIMINUINDO-SE GRADATIVAMENTE A QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA NO CIRCUITO DO MOTOR. NO ÚLTIMO PONTO, O MOTOR É LIGADO DIRETAMENTE À LINHA, OU SEJA, SEM NENHUMA RESISTÊNCIA NO CIRCUITO E O GUINCHO ATINGIRÁ SUA VELOCIDADE MÁXIMA DE SUBIDA. EM QUALQUER POSIÇÃO DO GUINCHO, A CHAVE DE COMANDO (MANETE) PODE SER CENTRADA PARA APLICAR O FREIO E PARAR O MOVIMENTO ASCENDENTE.
    INTRODUÇÃO
  • 83. DEFINIÇÕES QUANDO SE ESTÁ PRONTO PARA LEVANTAR UMA CARGA, USA-SE O PRIMEIRO PONTO DO CONTROLE PARA SE TIRAR A FOLGA DO CABO DE AÇO. ISTO EVITARÁ O TRANCO E A DEFORMAÇÃO DO CABO. QUANDO O CABO ESTIVER ESTICADO, ACIONA-SE A MANETE DO CONTROLE LENTAMENTE PARA TRÁS, ATÉ QUE A CARGA COMECE A SE MOVER. EM SEGUIDA, MOVE-SE A MESMA PONTO POR PONTO, ATÉ ATINGIR A VELOCIDADE MÁXIMA. AO SUSPENDER UMA CARGA, O MOTOR DO GUINCHO TEM QUE LEVANTÁ-IA CONTRA A AÇÃO DA GRAVIDADE; TERÁ QUE DESPENDER MAIS ESFORÇO PARA DESLOCAR UMA CARGA PESADA DO QUE UMA LEVE, E, SUA MARCHA SERÁ MAIS LENTA COM UMA CARGA PESADA DO QUE COM UMA CARGA LEVE. O FREIO DO GUINCHO SE SOLTA QUANDO O MOTOR É ACIONADO E ATUA. PARA SUSTER A CARGA EM QUALQUER POSIÇÃO, QUANDO O MOTOR PÁRA. ESSE FREIO É AUTOMÁTICO E, POR SER PROVIDO DE MOLAS, ATUA INSTANTANEAMENTE PARA SUSTER A CARGA, QUANDO HÁ FALTA DE ENERGIA.
  • 84. DEFINIÇÕES EM TAIS CASOS, OS FREIOS TRABALHAM, SIMULTÂNEA E AUTOMATICAMENTE COM A CORRENTE DO MOTOR. OS CONTROLES SÃO, GERALMENTE, EQUIPADOS COM MANETES VERTICAIS, DISPOSTAS DE FORMA A SEREM FACILMENTE MOVIDAS PELO OPERADOR, PARA FRENTE E PARA TRÁS. O GATO É LEVANTADO QUANDO A MANETE DO CONTROLE É PUXADA PARA TRÁS E, ABAIXADO QUANDO A MANETE É EMPURRADA PARA FRENTE.
  • 85. LEVANTAMENTO NO SEGUNDO PONTO UM AUMENTO DE VELOCIDADE COM O QUAL O GATO VAZIO É LEVANTADO MAIS TORQUE PARA O LEVANTAMENTO DE UMA CARGA DE PESO MÉDIO, QUE NÃO PODE SER LEVANTADA NO PRIMEIRO PONTO POR SER MUITO PESADA. NO TERCEIRO PONTO VERIFICA-SE UM AUMENTO ADICIONAL DE VELOCIDADE PARA O GATO VAZIO E PARA UMA CARGA MÉDIA. MAIS FORÇA AINDA PARA UMA CARGA PESADA QUE, DEVIDO AO PESO NÃO PODERIA SER SUSPENSA NO PRIMEIRO NEM NO SEGUNDO PONTO DO CONTROLE. O QUARTO PONTO BEM COMO OS SUBSEQUENTES DÃO AUMENTOS ADICIONAIS DE VELOCIDADE ATÉ QUE SEJA ATINGIDA A POSIÇÃO " FULL ON " (TODA FORÇA) A QUAL FORNECE A VELOCIDADE MÁXIMA A QUE O MOTOR DEVE LEVANTAR A CARGA. NO PRIMEIRO PONTO POUCA VELOCIDADE, BAIXO TORQUE PARA LEVANTAR O GATO VAZIO LENTAMENTE.
  • 86. CHAVE LIMITE OPERAÇÃO EVITE USAR A CHAVE LIMITE COMO UM MEIO DE PARAR O GATO DA PONTE QUANDO ELA SOBE. TRATA-SE DE UM DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO PARA O OPERADOR E PARA OS HOMENS DO PISO, RAZÃO PORQUE DEVE SER RESERVADO SOMENTE PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA. PARA AS CARGAS ALTAS QUE NECESSITAM DE ULTRAPASSAR O LIMITE PARA GANHAR ALTURA, LEVA-SE O GATO A UMA PARADA COMPLETA, ANTES DE ENTRAR NO CURSO DA CHAVE LIMITE. RELIGA-SE O MOTOR DO GUINCHO USANDO-SE UMA VELOCIDADE REDUZIDA ATÉ QUE A CHAVE LIMITE SEJA OPERADA. O GATO VAZIO E À PLENA VELOCIDADE, TERÁ SEU MOVIMENTO INTERROMPIDO AQUI. O GATO COM CARGA E À PLENA VELOCIDADE, TERÁ SEU MOVIMENTO INTERROMPIDO NESTE PONTO A CHAVE LIMITE SERÁ OPERADA QUANDO O PESO ATINGIR ESTE PONTO. CHAVE-LIMITE USADA EM GUINCHO DE FRENAGEM DINÂMICA IMPORTANTE : NÃO SE DEVE ALTERAR A POSIÇÃO DO PESO DA CHAVE LIMITE PARA AUMENTAR O CURSO DO GATO, A MENOS QUE HAJA AUTORIZAÇÃO SUPERIOR.
  • 87. CHAVE LIMITE TESTE E OPERAÇÃO DAS CHAVES-LIMITE AS REGRAS A SEGUIR, REFERENTES AO TESTE DE CHAVES-LIMITE ESTÃO EM VIGOR NA MAIORIA DAS USINAS ONDE EXISTE UM GRANDE NÚMERO DE PONTES EM OPERAÇÃO. ESSAS REGRAS FORAM CUIDADOSAMENTE PREPARADAS COM O INTUITO DE MELHOR ORIENTAR OS OPERADORES QUANTO AO MÉTODO CORRETO QUE DEVEM SEGUIR.  A CERTEZA DE QUE A CHAVE LIMITE ESTÁ EM BOAS CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO É NECESSÁRIA DURANTE TODO O TURNO, UMA VEZ QUE O RECEIO DE UM ACIDENTE OCASIONADO PELA ULTRAPASSAGEM DO CURSO NORMAL, SERÁ AFASTADO DA MENTE DO OPERADOR, CAPACITANDO-O PARA TRABALHAR COM TODA A SEGURANÇA.  NO INÍCIO DE CADA TURNO, RECOMENDA-SE QUE O OPERADOR VERIFIQUE AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DA CHAVE LIMITE, ACIONANDO O MOTOR CUIDADOSAMENTE, DE MODO A SUSPENDER O GATO DA PONTE. A CHAVE LIMITE É UM DISPOSITIVO DE SEGURANÇA E, COMO TAL, NÃO DEVE SER USADA COMO MEIO DE PARAR O MOTOR DO GUINCHO, TODA VEZ QUE O GATO SOBE. UM OPERADOR CONSCIENTE E CUIDADOSO EVITA ESTA PRÁTICA, PARANDO O MOTOR COM O PRÓPRIO CONTROLE, DEIXANDO QUE A CHAVE LIMITE SOMENTE SEJA OPERADA OU USADA EM CASO DE EMERGÊNCIA.
  • 88. CHAVE LIMITE PARA SE TESTAR A CHAVE LIMITE NO INÍCIO DE CADA TURNO, PROCEDE-SE DA SEGUINTE FORMA: 1. LEVA-SE A PONTE PARA UM LUGAR ESPAÇOSO ONDE O GATO, NO CASO DE CAIR, NÃO ATINJA NINGUÉM EMBAIXO NO PISO E NEM DANIFIQUE QUALQUER EQUIPAMENTO. 2. A)- SUSPENDE-SE O GATO ATÉ O PONTO EM QUE APENAS TOCA A PARTE INFERIOR DA CHAVE LIMITE E TRAZ-SE O CONTROLE PARA A POSIÇÃO "OFF". B)- PROCEDE-SE CUIDADOSAMENTE DESSE PONTO EM DIANTE, USANDO-SE O PRIMEIRO PONTO DO CONTROLE. SE A CHAVE LIMITE ESTIVER OPERANDO NORMALMENTE, O MOTOR DO GUINCHO SERÁ DESLIGADO E O CONTROLE DEVERÁ SER TRAZIDO PARA A POSIÇÃO "OFF". C)- DURANTE ESTE TESTE, OBSERVA-SE O GATO DA PONTE. SE ELE NÃO PARAR UM POUCO ANTES DE TOCAR O DROMO, DESLIGA-SE RAPIDAMENTE O MOTOR, SOLICITANDO-SE, EM SEGUIDA, A PRESENÇA DA MANUTENÇÃO. NO CASO DE SE OBSERVAR QUALQUER ANORMALIDADE NA PARADA, PELA CHAVE LIMITE, COMUNICA-SE O FATO À SUPERVISÃO E À MANUTENÇÃO. O ARRASTAMENTO EXCESSIVO PODE SER CAUSADO PELO FREIO DO GUINCHO, QUE PODERÁ ESTAR DESAJUSTADO PELA OPERAÇÃO DEFEITUOSA DA CHAVE LIMITE. VERIFICA-SE ENTÃO SE O PESO PARADO NA POSIÇÃO CORRETA.
  • 89.
    • É UMA PEÇA DE MADEIRA OU DE AÇO COM ISOLADORES, FIXOS NA ESTRUTURA SOBRE A CABINE FRENTE AO BARRAMENTO. É COMPOSTO DE PINOS , CONTRA-PINOS , SAPATAS COLETORAS E CONECTORES DE CABO . SUA FUNÇÃO É RECEBER ENERGIA DO BARRAMENTO PRINCIPAL E ENVIAR PARA A CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO NA PR.
    PANTÓGRAFO
  • 90.
    • DISTRIBUI ENERGIA PARA ALIMENTAR A CHAVE GERAL, CABINE, PAINEL DE ILUMINAÇÃO, PAINEL DO FREIO DE TRAÇÃO, PAINEL DO AR CONDICIONADO E DO RÁDIO DE COMUNICAÇÃO.
    CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO DE CABOS ELÉTRICOS
    • DISTRIBUI ENERGIA PARA ALIMENTAR OS PAINÉIS DE TRAÇÃO, TROLEY, GUINCHO E ELETROIMÃ. É CONSTITUÍDA PELO SISTEMA “ FACA ” - LIGA DESLIGA, CONTATORES E CONTROLE ELÉTRICO, ACIONADO POR BOTOEIRA PELO OPERADOR NA CABINE, OBSERVADO NO SINALEIRO VERMELHO (LIGADO), VERDE (DESLIGADO)
    CHAVE GERAL
    • SÃO CAIXAS METÁLICAS FIXADAS AO LADO DA VIGA DE ROLAMENTO DO TROLEY PRINCIPAL. SUA FUNÇÃO É RECEBER SINAIS DA MANETE ACIONADA PELO OPERADOR, CONTROLANDO A VELOCIDADE DO MOTOR VIA RESISTÊNCIAS. É CONSTITUÍDO DE CABOS, CONECTORES, CONTATORES, ABAFADORES, DISJUNTORES, RELÊS, RELES TEMPORIZADOS, INTERLORQUES, CHAVES, FUSÍVEIS, ETC.
    PAINEL DE TRAÇÃO, TROLEY E GUINCHO
  • 91.
    • É O MECANISMO DE ACIONAMENTO DA TRAÇÃO, TROLEY E GUINCHO. É UTILIZADO NAS PR’S COM CABINE.
    CHAVES DE COMANDO (MANETES) COMPONENTES 1 - CAIXA DE ENGRENAGEM; 2 - BLOCO DE CONTATO; 3 - CARCAÇA; 4 - MOLA DE RETORNO 5 - PUNHO DE ACIONAMENTO; 6 - TRAVA DE SEGURANÇA; 7 - SISTEMA “HOMEM MORTO ”. 1 2 3 4 5 6 7
  • 92. GUINCHO ABAIXAMENTO  ACIONANDO A CHAVE DE COMANDO (MANETE) NO SENTIDO "DESCER", O FREIO É LIBERADO E O MOTOR FORNECE TORQUE PARA ACIONAR O GUINCHO NO SENTIDO DE ABAIXAR QUANDO A CARGA FOR LEVE. QUANDO A CARGA FOR PESADA E TENDER A ARRASTAR O MOTOR, ESTE FORNECERÁ UM TORQUE EM SENTIDO CONTRÁRIO AO DE ABAIXAMENTO, OU SEJA, FORNECERÁ UMA "FRENAGEM DINÂMICA" PARA CONTROLAR A VELOCIDADE DE DESCIDA DA CARGA. A VARIAÇÃO DA FORÇA DO FREIO DINÂMICO É UMA CARACTERÍSTICA INERENTE DO CIRCUITO, NÃO DEPENDENDO, PORTANTO, DO OPERADOR. COMO NO CASO DE LEVANTAMENTO, A VARIAÇÃO DA VELOCIDADE DE ABAIXAMENTO NOS CINCO PONTOS DA CHAVE DE COMANDO (MANETE) É OBTIDA PELA VARIAÇÃO DA QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA NO CIRCUITO ELÉTRICO DO MOTOR, TAMBÉM NO CASO DE ABAIXAMENTO EM QUALQUER POSIÇÃO DO GUINCHO, A CHAVE DE COMANDO PODE SER CENTRADA PARA APLICAR O FREIO E PARAR O MOVIMENTO DESCENDENTE. NUNCA O MOTOR DO GUINCHO DEVE SER FRENADO POR REVERSÃO PARA DIMINUIR A VELOCIDADE OU FAZER PARAR A CARGA.
  • 93. ABAIXAR NO PRIMEIRO PONTO PARA ABAIXAR TODAS AS CARGAS E DESCER LENTAMENTE . ESTE É O PONTO USADO PARA DESCER UMA CARGA LENTAMENTE. SE O CONTROLE FOI DEIXADO NESSE PONTO, A CARGA ATINGIRÁ UMA VELOCIDADE MAIS ALTA DO QUE O GATO VAZIO OU COM A CARGA LEVE. NO SEGUNDO PONTO PARA ABAIXAR , OBTEM-SE UM AUMENTO DE VELOCIDADE DE TODAS AS CARGAS. NO TERCEIRO PONTO E OS DEMAIS PONTOS , DÃO UM AUMENTO ADICIONAL DE VELOCIDADE MAIS ALTA, COM O CONTROLE NO ÚLTIMO PONTO.
  • 94. ABAIXAR ABAIXAMENTO  QUANDO SE DESCE UMA CARGA, AO SE APROXIMAR A MESMA DO PISO, REDUZ-SE A VELOCIDADE VOLTANDO-SE A MANETE DO CONTROLE PARA POSIÇÃO 'OFF".  PARA SE ASSENTAR A CARGA CUIDADOSAMENTE, É ACONSELHÁVEL PARAR O MOTOR QUANDO A MESMA ESTIVER À POUCOS CENTÍMETROS DO PISO E DEPOIS RELIGAR O MOTOR USANDO-SE O PRIMEIRO PONTO DO CONTROLE OU LIGAR E DESLIGAR O PRIMEIRO PONTO VÁRIAS VEZES, ATÉ QUE A CARGA TOQUE O PISO.  QUANDO O GATO DESCE, A GRAVIDADE É FAVORÁVEL AO MOTOR, DE MODO QUE AS CONDIÇÕES SÃO EXATAMENTE OPOSTAS AO CASO DE LEVANTAMENTO, ISTO É, UMA CARGA PESADA REQUER MENOS FORÇA PARA DESCER DO QUE UMA CARGA LEVE E TAMBÉM, DESCE MAIS RÁPIDO DO QUE UMA LEVE.
  • 95. TESTE DE FREIO DO GUINCHO 1 - APÓS ALINHAR OS CABOS DE AÇO, ACIONAR O GUINCHO PARA SUBIR, PARA A + OU - 20CM DO PONTO DE APOIO. OBSERVAR SE A CARGA MANTÉM O MESMO PONTO, ESTANDO SEGURA, DAR CONTINUIDADE AO IÇAMENTO. VENDO QUE O FREIO NÃO ESTÁ SEGURANDO A CARGA, POSICIONAR A CARGA NO PISO OU NO PONTO DE APOIO, COMUNICAR AO SUPERVISOR E SOLICITAR A PRESENÇA DA MANUTENÇÃO NA PONTE. 2 - PR’S QUE TRABALHAM COM CARGA ABAIXO DA CAPACIDADE NOMINAL, FAZER TESTES UMA VEZ POR TURNO, RECOMENDA-SE NO INÍCIO. 3 - PR’S QUE TRABALHAM COM A CAPACIDADE NOMINAL, TESTAR OS FREIOS EM TODAS AS CARGAS. 4 - AS PR’S QUE TRABALHAM EVENTUALMENTE (AUTORIZADO PELO SUPERVISOR) COM A CARGA ACIMA DA CAPACIDADE NOMINAL, E NO MÁXIMO ATÉ 20%, TESTAR OS FREIOS EM TODAS AS CARGAS.
  • 96. ACESSÓRIOS
  • 97. Acessórios
    • Tenazes mecânicas automáticas para bobinas.
      • Ferramentas desenvolvidas para permitir o manuseio e transporte de bobinas com eixo na posição vertical.
    • Tenazes eletromecânicas para bobinas.
      • Ferramentas desenvolvidas para solucionar problemas de carga e descarga e manuseio de bobinas de chapa de aço (ou outros materiais) com eixo na posição horizontal.
      • Substituem com vantagens os ganchos e cabos de aço, pela velocidade e segurança na atuação.
      • As tenazes eletromecânica podem conter giro de até 360°.
  • 98. Tenaz Mecânica para Bobinas
  • 99. Tenaz Eletromecânica Com e Sem Giro para Bobinas
  • 100. Tenaz Eletromecânica com Giro
  • 101. Tenaz Eletromecânica sem Giro
  • 102. ELETROIMÃ
  • 103. RELATÓRIOS
  • 104. RELATÓRIOS
    • 1 - DIÁRIO - APLICADO NAS ÁREAS DAS LINHAS DE PRODUÇÃO COM USO DE PR’S, DURANTE ÀS 24:00 HORAS DO DIA.
    •  RELATÓRIO DO OPERADOR ( DE FUNDO BRANCO ). DEVE SER PREENCHIDO PELO OPERADOR DE CADA TURNO, CONFORME ESPECIFICADO:
      • TRAÇÃO - 00:00 - 08:00;
      • TROLEY - 08:00 - 16:00;
      • ESTRUTURA / ELÉTRICA - 16:00 - 24:00;
    2 - SEMANAL - UTILIZAR O MESMOS RELATÓRIOS PARA AS PR’S QUE TRABALHAM APENAS NO REGIME DIURNO.  RELATÓRIO DO OPERADOR ( DE FUNDO VERDE ). DEVE SER PREENCHIDO PELO OPERADO, NO 1º DIA ÚTIL DA SEMANA 3 - MENSAL - UTILIZAR O MESMOS RELATÓRIOS PARA AS PR’S DE USO POUCO FREQÜENTE.  RELATÓRIO DO OPERADOR ( DE FUNDO AMARELO ). DEVE SER PREENCHIDO PELO OPERADOR, NO 1º DIA ÚTIL DO MÊS. NOTA: O MODELO DE RELATÓRIO CSN-6716, REVISÃO 1, DEVE SER UTILIZADO POR TODOS OS OPERADORES DE PR’S DA UPV, PODENDO APENAS SER MODIFICADO NOS ITENS DOS IMPLEMENTOS E DE ACORDO COM AS NECESSIDADES ESPECÍFICAS DE CADA ÁREA DE PRODUÇÃO DA USINA.
  • 105. GERAL SEGURANÇA
  • 106. Equipamentos de Proteção Individual - E.P.I. - SEGURANÇA GERAL
    • A empresa fornece, orienta, treina e exige o uso de todos os EPI necessários à função. Use-os corretamente. Os tipos mais comuns utilizados por operadores de Pontes Rolantes são:
    • Capacete;
    • Luvas;
    • Óculos;
    • Protetores Auriculares;
    • Botinas com biqueira de aço;
    • O não uso do EPI constitui falta, passível portanto de punição.
  • 107. SEGURANÇA GERAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes
    • Sensor Anticolisão
    • Limites redutores de velocidade
    • Limites fim de curso
    • Sinalizadores
    • Sirene
    • Intertravamento de movimento
    • Botão de aproximação
    • Botão de Emergência
  • 108. Sensor Anti-colisão
    • Dispositivos, na maioria das vezes de transmissão ótica, que tem por fim delimitar uma distância de segurança entre duas ou mais pontes que compartilham a mesma viga de rolamento ou que estejam em outra situação de colisão, como por exemplo pontes rolantes com viga de rolamento sobre e sob uma da outra.
    • Esta distância de segurança tem por objetivo evitar a colisão entre as pontes ou por exemplo evitar que duas ou mais pontes acessem o mesmo vão da viga de rolamento no mesmo instante ( limitação de carga).
    SEGURANÇA GERAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes
  • 109. Limites redutores de velocidade
    • Dispositivos que tem por fim quando acionados, em reduzir a velocidade de um dos movimentos, ou seja, retirar a inércia do conjunto em movimento, seja do movimento translação da ponte, do movimento do carro (troley) e do movimento de elevação.
    • Normalmente este limites são instalados para atuar entre 3 a 8 metros da extremidade das vigas de rolamento.
    • No movimento de elevação alguns deste limites são chamados de chaves rotativas, mas a função é a mesma e estão instalados para atuar entre 500 a 1000 mm do fim de curso do dromo.
    • Resumindo, os limites de velocidade auxiliam no funcionamento dos limites fim de curso estes dispositivo.
    SEGURANÇA GERAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes
  • 110. SEGURANÇA GERAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes Limites fim de curso
    • Dispositivos que tem por fim quando acionados, em parar o movimento, seja o movimento translação da ponte, o movimento do carro (troley) e o movimento de elevação.
    • Normalmente este limites são atuados entre 400mm a 1500 mm da extremidade das vigas de rolamento.
    • No movimento de elevação alguns deste limites são chamados de chaves rotativas, mas a função é a mesma e estão instalados para atuar entre 300 a 500 mm do fim de curso do dromo.
  • 111. SEGURANÇA GERAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes Sinalizadores
    • Dispositivos que tem por fim sinalizar por código de cor luminoso a condição de funcionamento.
      • Sinalizador Verde - significa que a ponte rolante esta energizada e que esta apta a funcionar se um dos comandos for feito.
      • Sinalizador Vermelho - significa que a ponte rolante esta energizada , mas não esta apta a funcionar se um dos comandos for feito.
      • Sinalizador Azul com efeito (opcional) - significa que a ponte rolante esta energizada e em movimento do carro ou da ponte.
  • 112. SEGURANÇA GERAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes Sirene
    • Dispositivos que tem por fim em alertar ao pessoal de solo de que a ponte esta movimentando carga sob a passarela , próximo da mesma , ou outra situação que exija o uso da sirene.
  • 113. Inter-travamento de movimento
    • Dispositivo, com desenvolvimento por circuito elétrico que tem por fim em só permitir um único comando de movimento por vez.
    SEGURANÇA GERAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes
  • 114. SEGURANÇA GERAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes Botão de aproximação
    • Em estudo de desativação. Não tem sentido estabelecer limites de fim de curso e anti colisão com o uso deste botão. Ele é fonte de acidentes, principalmente o de colisão.
  • 115. SEGURANÇA GERAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes
    • TRAVA (GATO)
  • 116. Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes CHAVE LIMITE  É UM DISPOSITIVO DE SEGURANÇA QUE LIMITA A ESPAÇO DE LEVANTAMENTO DO GUINCHO E NÃO É PARA SER USADO CONTINUAMENTE. SEGURANÇA GERAL
    • PARA EVITAR QUE O GATO DA PONTE ULTRAPASSE O CURSO NORMAL AO SUBIR, AS PONTES SÃO EQUIPADAS COM UMA CHAVE LIMITE. UM DOS TIPOS DE CHAVE LIMITE MAIS COMUM É AQUELA QUE É OPERADA PELO PRÓPRIO GATO. OUTRO TIPO, É A QUE É LIGADA AO DROMO E ESTÁ SEMPRE PRONTA A SOLTAR DEPOIS DE UM DETERMINADO NÚMERO DE VOLTAS OU DE ROTAÇÕES DO DROMO.
    • AS CHAVES LIMITES SÃO INSTALADAS DE MODO A DESLIGAR A FORÇA DO MOTOR, O QUE AUTOMATICAMENTE, FAZ ATUAR O FREIO DINÂMICO. QUANDO A CHAVE LIMITE É OPERADA, INVERTE-SE O CONTROLE PARA ABAIXAR O GATO; ESTA OPERAÇÃO DEVE SER FEITA " BELISCANDO-SE " O CONTROLE ATÉ QUE SE OBTENHA A REPOSIÇÃO DA CHAVE LIMITE. ALGUMAS CHAVES LIMITE NÃO SOMENTE DESLIGAM O MOTOR DA LINHA COMO TAMBÉM O FAZEM PARAR RAPIDAMENTE POR MEIO DE UMA FRENAGEM ELÉTRICA. ISTO EVITA UM " ARRASTAMENTO " EXCESSIVO E PERMITE QUE A CHAVE LIMITE SEJA AJUSTADA COM UMA FOLGA MÍNIMA ENTRE O GATO E O DROMO, DEIXANDO ASSIM UM CURSO MAIOR QUE ELIMINA A OPERAÇÃO FREQÜENTE DA MESMA.
  • 117.
    • EMBORA EXISTA UMA PARADA PARA CIMA, DEVE-SE TER EM MENTE QUE PARA BAIXO ELA NÃO EXISTE. SE O MOTOR CONTINUAR LIGADO DEPOIS DO GATO TOCAR O PISO, O CABO SAIRÁ DA SUA POSIÇÃO DO DROMO E COMEÇARÁ A SE ENROLAR EM SENTIDO CONTRÁRIO. QUANDO OCORRER, PARE IMEDIATAMENTE A OPERAÇÃO DA PR , COMUNIQUE AO SUPERVISOR E CHAME A MANUTENÇÃO SEM PERDA DE TEMPO, POIS, O ENROLAMENTO DO CABO EM SENTIDO OPOSTO PODE CAUSAR SÉRIOS DANOS À PR .
    • ALÉM DISSO A CHAVE LIMITE TORNA-SE INOPERANTE. SE O CABO CONTINUAR A SE ENROLAR EM DIREÇÃO OPOSTA, O GATO PODE SE CHOCAR CONTRA O DROMO, PARTIR O CABO DE AÇO E SOLTAR A CARGA, DANIFICANDO A PONTE E PROVOCANDO SÉRIOS ACIDENTES COM OS HOMENS DO PISO.
    CHAVE LIMITE  Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL
  • 118. SISTEMA DE FREIO HIDRÁULICO CILINDRO MESTRE TIPO III FREIO  Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL
  • 119. Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL SANGRIA DO SISTEMA HIDRÁULICO FREIO 
  • 120. PAINEL ELETROPNEUMÁTICO. COMPONENTES 1 - MOTOR DO COMPRESSOR; 2 - COMPRESSOR. SISTEMA DE FRENAGEM PROPORCIONAL Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL FREIO 
  • 121. FREIO PNEUMÁTICO À DISCO  ESQUEMA DE INSTALAÇÃO DO FREIO ELETROPNEUMÁTICO DE UMA PR DE GRANDE PORTE, COM TRACIONAMENTO POR QUATRO MOTORES NA TRANSLAÇÃO. COMPONENTES 1 - PEDAL DE ACIONAMENTO; 2 - TUBULAÇÃO DE AR; 3 - PAINEL ELETROPNEUMÁTICO; 4 - CONJUNTO DO ATUADOR; 5 - DISCO DE FRENAGEM. Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL FREIO 
  • 122. Contra porca Parafuso de ajuste
    • FUNCIONA ATRAVÉS DE UM COMPRESSOR INSTALADO NA PASSARELA DOS PAINÉIS, UM PRESSOSTATO REGULADO PARA DESLIGAR À 80 LPS E A RELIGAR À 60 LPS. SENDO OBSERVADO NO MANÔMETRO PELO OPERADOR.
    FREIO PNEUMÁTICO À DISCO CARACTERÍSTICAS : FÁCIL REGULAGEM, FÁCIL MANUTENÇÃO E INSPEÇÃO SIMPLES. PEDAL DE ACIONAMENTO SISTEMA DE FREIO PNEUMÁTICO À DISCO CONJUNTO DE FRENAGEM Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL FREIO 
  • 123. Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL CHAVES ELÉTRICAS 
    • É O DISPOSITIVO USADO PARA DESLIGAR TODO O BARRAMENTO PRINCIPAL DA PR. A MANUTENÇÃO A UTILIZA PARA TROCAR ISOLADORES, SUPORTES, REPARO OU TROCA DOS TRILHOS. FIXADOS NA VIGA DE ROLAMENTO EM TODA A EXTENSÃO DO PRÉDIO. ELA FICA LOCALIZADA NUMA COLUNA AO LADO DO BARRAMENTOE NO MEIO DO GALPÃO PRÓXIMO AO PISO.
    CHAVE DESCONECTORA CHAVE SECCIONADORA
    • É O DISPOSITIVO USADO PARA DESLIGAR PARTE DO BARRAMENTO PRINCIPAL DA PR. ESTÁ LOCALIZADA PRÓXIMO DA GARAGEM DE MANUTENÇÃO NA VIGA DE ROLAMENTO OU NA PASSARELA DE ACESSO À CABINE. A MANUTENÇÃO A DESLIGA PARA FAZER REPARO NO PANTÓGRAFO PRINCIPAL , TROCA DE SAPATAS COLETORAS , CIRCUITO DE ILUMINAÇÃO OU CHAVE GERAL .
    • ESTÁ LOCALIZADO NO PAINEL DENTRO DA CABINE, SERVE PARA DESLIGAR A CHAVE GERAL E TODOS OS COMPONENTES DA PR. NAS PR’S MAIS ANTIGAS É DESLIGADO POR UM DISJUNTOR DENTRO DA CABINE.
    BOTÃO DE EMERGÊNCIA
  • 124. Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL Acessórios
    • Sensor de alinhamento
      • Localizado na parte inferior dos braços, bem próximo das garras da tenaz , tem por fim em determinar quando o furo da bobina esta centralizado. Ou seja, o comando de fechar só será permitido se este sensor detectar o alinhamento dos braços pelo o furo da parte central da bobina, afim de não danificar as bordas da bobina.
    • Sensores de bordas
      • Localizados um em cada garra , tem por fim em determinar as bordas laterais da bobina, Ou seja, o comando de fechar é interrompido quando ambos sensores de borda detectarem a presença das bordas da bobina, afim de não deixar amassá-las ou danificá-las.
  • 125.
    • Sensores de carga
      • Localizados um em cada garra , tem por fim em determinar a presença da bobina nas garras Ou seja, uma vez detectado a presença da bobina, mesmo que em um dos sensores o comando de abrir é desabilitado . Isto é para evitar acidentes , como por exemplo a queda da bobina. Este é em sensor de segurança.
    • Sensores de limites de giro
      • Localizados na parte superior da tenaz, tem como finalidade delimitar o giro nos sentidos horário e Anti-horário da tenaz.
    • Sensores de abertura máxima
      • Localizados na parte central da tenaz, tem como finalidade delimitar a abertura máxima dos braços da tenaz.
    Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL Acessórios
  • 126. Detalhe dos Sensores de Alinhamento, Borda e Carga Detalhe dos Sensores de Giro e Abertura Máxima Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes SEGURANÇA GERAL Acessórios
  • 127. cidentes A
  • 128. A cidentes
  • 129. A cidentes
  • 130. A cidentes
  • 131. A cidentes
  • 132. A cidentes
  • 133. A cidentes
  • 134. A cidentes Poing
  • 135. A cidentes
  • 136. A cidentes
  • 137. A cidentes
  • 138. A cidentes
  • 139. A cidentes
  • 140. A Ai! cidentes
  • 141. A Ai, ai, ai! cidentes
  • 142. A Ai, ai, ai! cidentes PONTES ROLANTES E IÇAMENTO DE CARGAS
  • 143. Acidente Impessoal
  • 144. Acidente Impessoal
  • 145. Acidente Impessoal
  • 146. Acidente Impessoal
  • 147. Acidente Impessoal
  • 148. Acidente Impessoal
  • 149. Acidente Fatal
    • Ao depositar a bobina no chão, o gancho da P.R continuou descendo ,soltando - se do gancho “C”. Posteriormente o gancho “C” girou em torno da bobina atingindo o operador. Em conseqüência sofreu politraumatismo, vindo a falecer.
  • 150. O OPERADOR DEVERÁ ESTAR ATENTO COM O POSICIONAMENTO DA PR VIZINHA PARA EVITAR BATIDAS ENTRE AS MESMAS. EVITE CORRER COM A PR, EMPURRAR OU CHOCAR-SE COM OUTRAS. PR’s NO MESMO VÃO
  • 151. RECOMENDAÇÕES
  • 152. NÃO OPERE UMA PR SEM SABER COMO ESTÃO AS CONDIÇÕES DOS SEUS COMPONENTES. PARA OPERAR , É NECESSÁRIO FAZER UMA INSPEÇÃO : RECOMENDAÇÕES - CHAVE DE EMERGÊNCIA DESLIGADA: 1- VERIFICAR NOS PAINÉIS SE EXISTEM CADEADOS OU ETIQUETAS DE SEGURANÇA PRESAS NAS CHAVES OU NOS DISJUNTORES. 2- VERIFICAR NA CHAVE GERAL, SE A MESMA ESTÁ DESLIGADA OU BLOQUEADA . 3- VERIFICAR SE OS COMPONENTES DE TRANSLAÇÃO DA PR ESTÃO EM BOA CONDIÇÕES; 7- VERIFICAR SE ALGUMA COISA PODE IMPEDIR AS RODAS DO TROLEY OU DA PR SE LOCOMOVEREM SOBRE OS TRILHOS. 4- VERIFICAR SE OS COMPONENTES DO TROLEY ESTÃO EM BOA CONDIÇÕES; 5- VERIFICAR SE OS COMPONENTES DO SISTEMA DE IÇAMENTO ESTÃO EM BOAS CONDIÇÕES; 6- VERIFICAR O BARRAMENTO PRINCIPAL; 8- VERIFICAR SE OS CABOS DE AÇO DO GUINCHO ESTÃO EM BOA CONDIÇÕES 9- VERIFICAR AS CONDIÇÕES DO LIMITE DO GUINCHO;
  • 153. NÃO OPERE UMA PR SEM SABER COMO ESTÃO AS CONDIÇÕES DOS SEUS COMPONENTES. PARA OPERAR , É NECESSÁRIO FAZER UMA INSPEÇÃO : RECOMENDAÇÕES - CHAVE DE EMERGÊNCIA DESLIGADA: ESTANDO TUDO EM BOAS CONDIÇÕES, LIGAR A PONTE ROLANTE E FAZER OS TESTES COM TODO O CUIDADO NA TRANSLAÇÃO DA PONTE : TROLEY, GUINCHO, CHAVE LIMITE E SIRENE . ENTÃO, VOCÊ DEVE DAR INÍCIO A OPERAÇÃO. 10- VERIFICAR A EXISTÊNCIA DOS PARÁ-CHOQUES DO TROLEY E DA PONTE; 11- VERIFICAR A EXISTÊNCIA DOS BATENTES DO TROLEY E DA PR; 12- VERIFICAR AS CONDIÇÕES DAS MANETES E PEDAL DE FREIO.
  • 154.
    • NÃO ABANDONE NUNCA A SUA PONTE , EXCETO, QUANDO ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO. AGUARDE NA CABINE A CHEGADA DO SEU SUBSTITUTO AUTORIZADO PELO SUPERVISOR;
    • NÃO TRANSPORTE CILINDROS DE OXIGÊNIO OU DE ACETILENO CHEIOS OU VAZIOS E COM ELETROIMÃ, POR ORDEM DE QUEM QUER QUE SEJA;
    • NÃO APLIQUE BRUSCAMENTE O FREIO DE PÉ,. OS " CALOS " DAS RODAS RESULTAM DA PATINAÇÃO DA PONTE;
    • LEMBRE-SE:
    • - AFINAL, A OPERAÇÃO SEGURA DA PONTE É RESPONSABILIDADE SUA;
    • - A VIDA DE MUITOS DEPENDE DO SEU CUIDADO CONSTANTE E DO SEU BOM SENSO.
    IMPORTANTE
  • 155. ILUMINAÇÃO: IMPORTANTE  O GALPÃO QUE TEM PONTE ROLANTE DEVE POSSUIR REFLETORES PENDURADOS NO TETO EM TODA EXTENSÃO;  NOS SETORES, ONDE SÃO REALIZADOS OS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO, DEVE-SE AUMENTAR O NÚMERO DE REFLETORES;  OS GALPÕES FECHADOS NA LATERAIS DEVEM POSSUIR REFLETORES DO LADO OPOSTO À CABINE DA PR, PARA NÃO PROVOCAR REFLEXOS E SOMBRAS QUE PREJUDIQUEM A VISIBILIDADE DOS OPERADORES;  POÇOS E GALERIAS DEVEM POSSUIR REFLETORES COM O FOCO DIRECIONADO PARA DENTRO OU PARA A ABERTURA DO POÇO;  OS SERVIÇOS DE SOLDA, MAÇARICOS OU REFLEXOS DE LUZ VINDOS DE POÇOS DE ÁGUA, ESPELHOS ETC, DEVEM SER ELIMINADOS OU, QUANDO NÃO FOR POSSÍVEL, DEVEM SER PROTEGIDOS COM BIOMBOS;  AS JANELAS DAS CABINES DAS PONTES ROLANTES DEVEM SER PROJETADAS COM QUEBRA REFLEXO PARA FORA DA CABINE;  OS VIDROS DAS CABINES NÃO DEVEM SER PROJETADOS, UM EM FRENTE AO OUTRO, NA POSIÇÃO VERTICAL, PARA EVITAR IMAGENS FALSAS.
  • 156.  TODA PR TEM QUE POSSUIR A SIRENE FUNCIONANDO. O OPERADOR DEVERÁ USÁ-LA TODA VEZ QUE TRANSPORTAR CARGA.;  EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE SIRENE, PARA PONTE É UTILIZADA O TIPO PADRÃO, NÃO SE DEVE MUDAR O TIPO DA SIRENE DA PONTE, POIS É AQUELE SOM QUE O PESSOAL DA ÁREA TEM HÁBITO DE OUVIR;  NAS ATIVIDADES QUE OFERECE GRANDES RISCOS, A SIRENE DEVERÁ SER ACIONADA INSISTENTEMENTE;  AS PESSOAS QUE TRABALHAM NAS ÁREAS ONDE TEM PONTE ROLANTE, DEVERÃO SER ORIENTADAS QUANTO OS RISCOS DE CARGA SUSPENSA;  AS PESSOAS QUE UTILIZAM PR, DEVERÃO SER TREINADAS PARA SINALIZAR AO OPERADOR COMO UTILIZAR ESTROPOS, TENDO CONHECIMENTO DAS REGRAS DE SEGURANÇA. IMPORTANTE:  ANTES DE ENTRAR NUMA ÁREA QUE TEM PR, AS PESSOAS DEVERÃO PARAR NA ENTRADA DO GALPÃO E OLHAR PARA CIMA, VERIFICAR O POSICIONAMENTO DA PR EVITANDO ASSIM, PASSAR EMBAIXO DE CARGA SUSPENSA. IMPORTANTE “ SEGURANÇA É UMA QUESTÃO DE ATITUDE!”
  • 157. AR CONDICIONADO:
    •  NAS PONTES ROLANTES, QUE TÊEM AR CONDICIONADO, O OPERADOR DEVE DAR ATENÇÃO PARA:
    • MANTER OS FILTROS LIMPOS AUMENTARÁ A VIDA ÚTIL DO AR CONDICIONADO;
    • A CABINE NÃO DEVERÁ TER FRESTAS NAS JANELAS PARA QUE A CLIMATIZAÇÃO NÃO SEJA PREJUDICADA COM O AR DE FORA. AS PORTAS DEVERÃO ESTAR FECHADAS E VEDADAS COM BORRACHAS;
    • A REGULAGEM DO TERMOSTATO DEVERÁ SER DE ACORDO COM O CLIMA DAS ESTAÇÕES DO ANO. NO VERÃO É MUITO EXIGIDO. O OPERADOR DEVERÁ DESLIGAR O AR PELO MENOS UMA HORA, DUAS VEZES POR DIA, E QUANDO NÃO TIVER QUE FICAR NA CABINE DESLIGAR O AR;
    • AS IRREGULARIDADES DEVERÃO SER ANOTADAS NO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO E COBRAR ATENDIMENTO NAS M.P’S E RONDAS PROGRAMADAS.
    • IMPORTANTE :
    •  A MANUTENÇÃO DEVERÁ TER DISPONÍVEL NA OFICINA SOBRESSLENTES DE BOA QUALIDADE, ACOMPANHAR O DESEMPENHO, DAR ATENDIMENTO IMEDIATO NAS EMERGÊNCIAS, ELIMINAR PENDÊNCIAS NÃO DEIXANDO ACUMULAR, BUSCAR EMERGÊNCIA ZERO E DAR DISPONIBILIDADE OPERACIONAL À PR.
    IMPORTANTE
  • 158. SINALEIRO:  TODAS AS PONTES ROLANTES DEVERÃO TER SINALEIRO NA ESTRUTURA DA CABINE E DO LADO DE FORA: - VERMELHO ACESO - INDICA QUE A PR ESTÁ LIGADA. - VERDE ACESO - INDICA QUE A PR ESTÁ DESLIGADA.  O PESSOAL QUE TRABALHA NA ÁREA DEVERÁ TER CONHECIMENTO QUE, COM O SINALEIRO VERMELHO ACESO , NÃO É PERMITIDO PASSAR SOB A PONTE, POIS ELA PODERÁ SE MOVIMENTAR A QUALQUER MOMENTO.  AS PR’S QUE UTILIZAM ELETROIMÃ, TAMBÉM UTILIZAM SINALEIRO VERMELHO. ESTANDO O MESMO ACESO, INDICA QUE O PAINEL ESTÁ LIGADO E O ELETROIMÃ SENDO UTILIZADO. IMPORTANTE : O OPERADOR DO PISO NÃO DEVERÁ CONECTAR E DESCONECTAR OS PLUG’S DO ELETROIMÃ QUANDO O SINALEIRO ESTIVER ACESO, MESMO ESTANDO APAGADO, AGUARDAR AUTORIZAÇÃO DO OPERADOR DA PR POR SINAL CONVENCIONAL ( ABRINDO OS BRAÇOS ). IMPORTANTE
  • 159. SINAL LUMINOSO E SONORO GIRATÓRIO:  OS EQUIPAMENTOS QUE TRAFEGAM NO PISO ONDE TEM PR, DEVEM TER SINAL LUMINOSO E SONORO , PARA DESPERTAR A ATENÇÃO DO OPERADOR E DO PESSOAL QUE TRABALHA NA ÁREA.  OS EQUIPAMENTOS FIXOS LOCALIZADOS NA ÁREA E QUE PODEM SER ABALROADOS POR CARGAS IÇADAS PELA PR, TAMBÉM DEVEM TER SINAL LUMINOSO / SONORO. EXTINTORES:  É RECOMENDADO O TIPO CO 2, DEVIDO AOS COMPONENTES ELÉTRICOS EXISTENTES NA PR. DEVE TER UM NA ENTRADA OU DENTRO DA CABINE E UM NA PASSARELA DOS PAINÉIS AO LADO DA CHAVE GERAL. OBS.: SENDO UMA PR DE GRANDE PORTE E COM MUITOS COMPONENTES, DEVE-SE TER MAIS UM EXTINTOR. DEVE TER AINDA UM OUTRO EXTINTOR NO TRUQUE, LADO DA CABINE PARA ATENDER OS MOTORES DO GUINCHO E TROLEY. IMPORTANTE :  DE ACORDO COM O TAMANHO E O NÚMERO DE COMPONENTES ELÉTRICOS EXISTENTES, A QUANTIDADE DE EXTINTORES DEVERÁ AUMENTAR, PROPORCIONALMENTE AOS REQUISITOS DO PROCESSO OPERACIONAL. IMPORTANTE
  • 160. BIBLIOGRAFIA
  • 161.
    • FONTE :
    •  TREINAMENTOS EQUIPE DE PONTES :
      • LUIZ CARLOS DE ALMEIDA;
      • CARLOS ANTÔNIO TEXEIRA DA SILVA;
      • GILSON PEREIRA DOS SANTOS;
      • REGINALDO WILCEKI PORTELA;
      • FÚLVIO MASHIO ;
      • MAURO FRANÇA.
    •  TREINAMENTOS EQUIPE CSN - COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL
    • DEOP/ GST ;
      • MATERIAL TÉCNICO: CÉLIO R. MONTEIRO, ENERSTO J. MEDUNA, ADILSON J. SIQUEIRA e VALDIR P. DOS REIS.
    •  ANIMAÇÕES ;
      • ANIMAÇÕES (CRIAÇÃO): LUIZ CARLOS DE ALMEIDA;
    •  OUTRAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ;
    • ISE n°30 – SISTEMA DE INSPEÇÃO DE PONTES ROLANTES;
    • NR - 11 – NORMA REGULAMENTADORA PARA TRANSPORTES, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS;
    • ISE n°20 – OPERAÇÕES COM CARGAS SUSPENSAS;
  • 162. FIM Luiz Carlos de Almeida e-mail: luizp3@ibest.com.br
  • 163. NORMA REGULAMENTADORA 11 - NR 11. TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS 11.1. Normas de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras. 11.1.3. Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta-carga, pontes-rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras-rolantes, transportadores de diferentes tipos, serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho. (111.003-9 / I2) 11.1.3.1. Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas. (111.004-7 / I2) 11.1.3.2. Em todo o equipamento será indicado, em lugar visível, a carga máxima de trabalho permitida. (111.005-5 / I1) 11.1.3.3. Para os equipamentos destinados à movimentação do pessoal serão exigidas condições especiais de segurança. (111.006-3 / I1)
  • 164. 11.1.5. Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função. (111.008-0 / I1) 11.1.6. Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível. (111.009-8 / I1) 11.1.6.1. O cartão terá a validade de 1 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador. (111.010-1 / I1) 11.1.7. Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora (buzina). (111.011-0 / I1) 11.1.8. Todos os transportadores industriais serão permanentemente inspecionados e as peças defeituosas, ou que apresentem deficiências, deverão ser imediatamente substituídas. (111.012-8 / I1) NORMA REGULAMENTADORA 11 - NR 11. TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS
  • 165. 11.1.9. Nos locais fechados ou pouco ventilados, a emissão de gases tóxicos, por máquinas transportadoras, deverá ser controlada para evitar concentrações, no ambiente de trabalho, acima dos limites permissíveis. (111.013-6 / I2) 11.2.9. O piso do armazém deverá ser constituído de material não escorregadio, sem aspereza, utilizando-se, de preferência, o mastique asfáltico, e mantido em perfeito estado de conservação. (111.028-4 / I1) 11.3. Armazenamento de materiais. 11.3.2. O material armazenado deverá ser disposto de forma a evitar a obstrução de portas, equipamentos contra incêndio, saídas de emergências, etc. (111.032-2 / I1) 11.3.3. Material empilhado deverá ficar afastado das estruturas laterais do prédio a uma distância de pelo menos 0,50m (cinqüenta centímetros). (111.033-0 / I1) 11.3.4. A disposição da carga não deverá dificultar o trânsito, a iluminação, e o acesso às saídas de emergência. (111.034-9 / I1) 11.3.5. O armazenamento deverá obedecer aos requisitos de segurança especiais a cada tipo de material. NORMA REGULAMENTADORA 11 - NR 11. TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS
  • 166. VOLTAR!