Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 6-7

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Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 6-7

  1. 1. || = problema de sintaxe (reler a frase) O = palavra, letra ou sinal a suprimir ---- = palavra inadequada X = pontuação a introduzir ou a alterar
  2. 2. No primeiro período, «último outono» (l. 1) significa a) ‘presente outono’. b) ‘outono recém-passado’. c) ‘outono final’. d) ‘outono chegado no final do pelotão’.
  3. 3. No segundo período do primeiro parágrafo, «soprei» (3), «esvoaçava» (4), «desafiando» (5) têm valor aspetual, respetivamente, a) imperfetivo, pontual, imperfetivo. b) perfetivo, imperfetivo, iterativo. c) imperfetivo, perfetivo, perfetivo. d) pontual, imperfetivo, imperfetivo.
  4. 4. «os grandes protagonistas fazem as grandes histórias» (8) pretende assinalar que a) os grandes autores são quem escreve as grandes histórias. b) o que é mais relevante numa narrativa são as personagens. c) as histórias é que fazem que os heróis perdurem na memória de todos. d) uma grande narrativa exige heróis marcantes.
  5. 5. Na reprodução no manual, suprimiu-se o final do segundo parágrafo, o que fica marcado com «[...]» (10). Na parte omitida estaria, provavelmente, a) alusão a Miguel Cervantes, autor de Dom Quixote de La Mancha. b) exemplo da prevalência de peripécias da novela relativamente às características de Dom Quixote. c) demonstração da importância do perfil das personagens Quixote e Sancho. d) menção de outros livros cujo enredo se tornou mais inesquecível do que o protagonista.
  6. 6. No terceiro parágrafo (11-20), defende-se que os super-heróis a) podem ser exatamente como todas as pessoas são. b) se distinguirão por qualidades raras nos homens normais, não deixando de ter algumas fraquezas comuns. c) deverão possuir apenas virtudes (coragem, anti-benfiquismo, lhaneza). d) procurarão sempre ter os «collants» impecáveis.
  7. 7. A vírgula após «medos» (17) é a) um erro, porque se segue uma oração subordinada adjetiva relativa explicativa. b) aceitável, porque a oração relativa que se lhe segue pode ser restritiva ou explicativa. c) aceitável, porque a oração subordinada que se segue é explicativa. d) um erro, porque se segue uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva.
  8. 8. É sensato atribuir-lhe defeitos e medos que o aproximem da condição humana do leitor. conjuntivo oração subordinada adjetiva relativa restritiva «aproximem» = presente do conjuntivo, que só se justifica se a oração for restritiva. Sendo a oração restritiva, não pode haver vírgula entre «medos» e «que».
  9. 9. É sensato atribuir-lhe defeitos e medos, que o aproximam da condição humana do leitor. presente do indicativo oração subordinada adjetiva relativa explicativa
  10. 10. O referente do pronome anafórico «o» (l. 17) é a) «o Super-Homem» (18). seria sucedente b) «um herói» (14). c) «leitor» (18). seria sucedente (e não faz sentido) d) «o carisma» (13). não faz sentido
  11. 11. Relativamente a «Clark Kent» (22), as palavras «óculos» (25) e «collants» (19) podem considerar-se a) holónimos. «óculos» é holónimo de «haste», «lente», etc. b) hiperónimos. «óculos» poderia ser hiperónimo de «óculos de sol», «óculos bi-focais», «monóculo», «pala», … c) hipónimos. «collants» é hipónimo de «peças de roupa»; «óculos» talvez possa ser hipónimo de «intrumentos óticos» d) merónimos.
  12. 12. No penúltimo período do quarto parágrafo, «desenfastia da ação» (27-28) é substituível por a) «impede o fastio que seria pisarmos cocós de cão pastosos». b) «altera o curso da narrativa». c) «reforça os momentos nucleares da intriga». d) «evita o cansaço de um enredo uniforme».  
  13. 13. O primeiro período do último parágrafo (31-32) permite depreender que o narrador teria cerca de a) vinte anos. b) trinta anos. c) quarenta anos. (12 + 30 = 42) d) cinquenta anos.
  14. 14. O advérbio «outrora» (32) refere o tempo a) em que o narrador era adolescente. b) da antiguidade clássica. c) de hoje, em que permanece a admiração pelos super-heróis. d) correspondente ao último outono.
  15. 15. Diana (34) é a) a princesa Diana, tragicamente morta. b) Diana Chaves. c) a deusa da caca. d) a deusa da caça.
  16. 16. Em «amar os protagonistas dos livros é um direito do leitor» (35-36) a função sintática de sujeito é desempenhada por a) «amar os protagonistas dos livros». b) «leitor». [faz parte do predicativo do sujeito] c) «os protagonistas dos livros». d) «direito do leitor». [faz parte do predicativo do sujeito]
  17. 17. Na metáfora «passaporte para o sonho» (36), «passaporte» corresponde à expressão, mais denotativa, a) ‘password’. b) ‘forma de aceder a’. c) ‘cartão do cidadão’. d) ‘modo de identificar’.
  18. 18. Em «neste mundo demasiado real» (36- 37), «real» a) tem conotação meliorativa. (elogiosa) b) tem conotação pejorativa. (depreciativa) c) é denotativo. (direto, não figurado, objetivo) d) é hiperbólico. (de exagero)
  19. 19. O texto que leste é a) uma pequena memória, inscrevendo-se no modo lírico e recorrendo sobretudo ao tipo textual instrucional. b) uma crónica, recorrendo a tipos textuais narrativo, expositivo e argumentativo. c) um artigo de crítica literária, inscrevendo-se no modo épico e no tipo preditivo expositivo. d) um texto jornalístico, inscrevendo-se no modo narrativo e no tipo textual conversacional.
  20. 20. Na metade inferior da p. 22, lê o trecho de Miguel Torga sobre Pessoa («Fernando Pessoa»). É texto com linguagem bastante figurada e rebuscada. Troca as expressões que destaquei por correspondentes mais denotativos. Além de procurares que o teu segmento tenha o exato sentido da expressão original conotativa, deves verificar sempre se, uma vezes inserido no texto, o segmento era viável em termos de sintaxe.
  21. 21. [é um caso à parte,] que o presente aceita já como grandeza sem par, e o futuro há de avolumar ainda [é um caso à parte,] já todos o reconhecen- do como o melhor, o que será cada vez mais evidente
  22. 22. Rosa dos ventos com antenas em todas as direções, Capaz de percecionar/perceber bem tudo o que o rodeia ou está mesmo mais distante,
  23. 23. a sua pena é uma agulha de sismógrafo, sensível e científica a sua escrita revela simultaneamente uma aguda sensibilidade poética e a capacidade de racionalizar o que interpreta
  24. 24. Entrou a disciplina no Parnaso Trata-se de textos que aliam transparência poética e sofisticação formal
  25. 25. [através de uma poesia] que se recusa a ensinar [através de uma poesia] que não procura impor uma mensagem clara ou unívoca
  26. 26. que diz para dentro, que é reflexiva, hesitante[, egotista mas reservada]
  27. 27. que se abstém o mais que pode dos ruídos da rima que recorre sobretudo ao verso livre
  28. 28. e do hipnotismo da eloquência e não procura seduzir através da riqueza verbal
  29. 29. [é] uma presença que baliza uma época [é] a figura mais importante da sua geração
  30. 30. A inteligência vibra nos seus versos com a intensidade da emoção. E as duas forças controlam-se e revigoram-se mutuamente
  31. 31. 1.1.1. A entrevista de Artur Carvalho é determinada pela celebração a. do centenário da morte de Fernando Pessoa. b. dos setenta e cinco anos do nascimento de Fernando Pessoa. c. dos setenta e cinco anos da morte de Fernando Pessoa.
  32. 32. 1.1.1. A entrevista de Artur Carvalho é determinada pela celebração a. do centenário da morte de Fernando Pessoa. b. dos setenta e cinco anos do nascimento de Fernando Pessoa. c. dos setenta e cinco anos da morte de Fernando Pessoa.
  33. 33. 1.1.2. Inês Pedrosa é entrevistada por ser a. fundadora da Casa Fernando Pessoa. b. diretora da Casa Fernando Pessoa. c. familiar de Fernando Pessoa.
  34. 34. 1.1.2. Inês Pedrosa é entrevistada por ser a. fundadora da Casa Fernando Pessoa. b. diretora da Casa Fernando Pessoa. c. familiar de Fernando Pessoa.
  35. 35. 1.1.3. Segundo Inês Pedrosa, Fernando Pessoa «continua vivo entre nós» e a atualidade da sua obra deve-se a. à facilidade de tradução para outras línguas. b. à intranquilidade perturbadora que transmite. c. aos temas típicos de quem «nunca viveu em paz».
  36. 36. 1.1.3. Segundo Inês Pedrosa, Fernando Pessoa «continua vivo entre nós» e a atualidade da sua obra deve-se a. à facilidade de tradução para outras línguas. b. à intranquilidade perturbadora que transmite. c. aos temas típicos de quem «nunca viveu em paz».
  37. 37. 1.1.4. Em termos de visão atual do mundo, Pessoa deixou como legado a. a noção de fragmentação. b. a ideia de coerência. c. os conceitos de unidade e harmonia.
  38. 38. 1.1.4. Em termos de visão atual do mundo, Pessoa deixou como legado a. a noção de fragmentação. b. a ideia de coerência. c. os conceitos de unidade e harmonia.
  39. 39. 1.1.5. O verso «Tudo vale a pena se a alma não é pequena» é destacado pela entrevistada a. por funcionar, na cultura portuguesa, como adágio popular. b. por pertencer à Mensagem, de Fernando Pessoa. c. pela carga metafórica que apresenta.  
  40. 40. 1.1.5. O verso «Tudo vale a pena se a alma não é pequena» é destacado pela entrevistada a. por funcionar, na cultura portuguesa, como adágio popular. b. por pertencer à Mensagem, de Fernando Pessoa. c. pela carga metafórica que apresenta.  
  41. 41. a. À data da sua morte, Pessoa deixou uma vasta obra poética publicada. não: apenas três obras em inglês e uma em português (Mensagem).
  42. 42. b. De acordo com Inês Pedrosa, uma das características marcantes da personali- dade de Fernando Pessoa era a constân- cia. «uma das características dele, que mais o eternizarão, digo eu, é saber traduzir a inconstância nele próprio».
  43. 43. c. Segundo a entrevistada, se fosse vivo, Pessoa seria participativo na atual vida política portuguesa, apresentando propostas de superação da crise.
  44. 44. d. Na opinião de Inês Pedrosa, Portugal não explora as virtualidades turísti-cas do nome de Fernando Pessoa.
  45. 45. A morte é a curva da estrada, Morrer é só não ser visto. Se escuto, eu te oiço a passada Existir como eu existo.
  46. 46. A morte é a curva da estrada, Morrer é só não ser visto. Se escuto, eu te oiço a passada Existir como eu existo. A terra é feita de céu. A mentira não tem ninho. Nunca ninguém se perdeu. Tudo é verdade e caminho. Fernando Pessoa
  47. 47. Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda Brilha, porque alta vive. Ricardo Reis
  48. 48. Os dois quartetos no final da p. 23 têm forma quase tradicional (rima cruzada e heptassílabos típicos das quadras populares), mas são também complexos no exercício de auto-caracterização (a dicotomia pensar/sentir; a impossibilidade da felicidade; o desconhecimento de si próprio).
  49. 49. Com o mesmo formato de quadra popular escreve uma estrofe (ou duas) sobre ti próprio, para figurar na lapela da folha de caderneta que preencherás também. a b c / a b

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