<ul><li>Translineação </li></ul><ul><li>As- </li></ul><ul><li>sar </li></ul><ul><li>Fer- </li></ul><ul><li>ro </li></ul><u...
<ul><li>Bap- </li></ul><ul><li>tista </li></ul><ul><li>Fac- </li></ul><ul><li>to </li></ul>
<ul><li>Decre- </li></ul><ul><li>to </li></ul><ul><li>Bíbli- </li></ul><ul><li>co </li></ul><ul><li>Cla- </li></ul><ul><li...
<ul><li>Cau- </li></ul><ul><li>le </li></ul><ul><li>Pai- </li></ul><ul><li>xão </li></ul><ul><li>Bandei- </li></ul><ul><li...
<ul><li>Primeiro- </li></ul><ul><li>-ministro </li></ul><ul><li>Lava- </li></ul><ul><li>-se </li></ul><ul><li>Lavas- </li>...
<ul><li>a ideia  de  que </li></ul><ul><li>a convicção  de  que </li></ul><ul><li>a noção  de  que </li></ul><ul><li>a esp...
<ul><li>difícil </li></ul><ul><li>verosímil </li></ul><ul><li>afável </li></ul><ul><li>inteligível </li></ul><ul><li>perce...
<ul><li>a priori </li></ul><ul><li>«a priori» </li></ul><ul><li>a priori </li></ul><ul><li>à </li></ul>
<ul><li>Nota do exame tenderá a ser mais fraca do que a de frequência. </li></ul><ul><li>Não me peçam para fazer revisões ...
<ul><li>Conteúdos recorrentes do grupo II </li></ul><ul><li>Estilo habitual das perguntas de I (e conselhos) </li></ul><ul...
<ul><li>Indicar o sentido que um dado conector estabelece. </li></ul>
<ul><li>adição   </li></ul><ul><li>(e, não só… mas também, além disso) </li></ul><ul><li>cfr.   conjunções copulativas </l...
<ul><li>condição/hipótese   </li></ul><ul><li>(se, a menos que, desde que, excepto se) </li></ul><ul><li>condicionais </li...
<ul><li>fim/finalidade  </li></ul><ul><li>(para que, a fim de que, para) </li></ul><ul><li>finais </li></ul><ul><li>compar...
<ul><li>confirmação </li></ul><ul><li>(efectivamente, com efeito, na verdade) </li></ul><ul><li>exemplificação   </li></ul...
<ul><li>7.  Em «que esqueceram de todo» (linhas 24 e 25 [« foi tanta a negrura e a fome que os rodeou, que esqueceram de t...
<ul><li>4) A locução «para que» (linha 2) permite estabelecer na frase uma relação de </li></ul><ul><li>a) causalidade.  <...
<ul><li>1) Com o uso da expressão «ou seja» (linha 6), // a) a autora visa tornar mais explícita a ideia que expôs na fras...
<ul><li>1) Com a expressão «Numa palavra» (linha 8), // c) o enunciador prenuncia uma síntese das ideias anteriormente exp...
<ul><li>4) Com o uso de «também» (linha 19), // a) o enunciador estabelece uma conexão aditiva. </li></ul>
<ul><li>1) Com a expressão «para comprazer» (linha 6), // e) o enunciador indica uma finalidade. </li></ul>
<ul><li>O conector «Porém» (linha 22) introduz uma relação de oposição entre o que anteriormente foi dito e a ideia expost...
<ul><li>Sobre os conectores, ver a distribuição em  CdA , p. 44, e contrastá-la com a que pus no blogue. </li></ul>
<ul><li>Santo Ofício (Tribunal do) </li></ul><ul><li>In </li></ul><ul><li>quisição </li></ul><ul><li>Polícia </li></ul>
<ul><li>Escolher o valor (aspectual ou modal) de uma dada forma verbal ou de uma perífrase verbal (= perifrás-tica)   </li...
<ul><li>Aspecto </li></ul><ul><li>perfectivo:  comeu a papa </li></ul><ul><li>imperfectivo:  está a comer a papa </li></ul...
<ul><li>Em «molhando-lhe a testa com água, tratando das suas feridas e vigiando o seu coma» (linhas 11 e 12), as formas ve...
<ul><li>Modalidades </li></ul><ul><li>Modalidade epistémica </li></ul><ul><li>O bebé deve estar com chichi ( probabilidade...
<ul><li>Modalidade deôntica </li></ul><ul><li>Podes entrar, Valdemar ( permissão ) </li></ul><ul><li>Deves comer esses leg...
<ul><li>5. A expressão «pode ser que seja ainda viva» (linha 27) veicula um valor de  </li></ul><ul><li>a) obrigação.  </l...
<ul><li>Escolher o valor temporal conferido por uma advérbio, por uma expressão, perífrase verbal, etc. </li></ul><ul><li>...
<ul><li>Dizer se um adjectivo ou uma expressão têm valor restritivo ou não restritivo.   </li></ul><ul><li>cfr.  CdA , p. ...
<ul><li>Na frase «ela murmurava para o seu prostrado e inconsciente guerreiro» (linhas 12 e 13), os adjectivos têm um valo...
<ul><li>Distinguir adjectivas relativas explicativas e restritivas </li></ul><ul><li>ou  </li></ul><ul><li>Indicar valor r...
<ul><li>  restritiva </li></ul><ul><li>Comprei a vuvuzela  que estava na montra. </li></ul><ul><li>  explicativa </li></ul...
<ul><li>      explicativa </li></ul><ul><li>A vuvuzela vermelha , que estava na montra,  não funciona. </li></ul><ul><li>e...
<ul><li>3) Com o uso da frase «que só passa a ser utilizada sistematicamente em 1929» (linhas 19 e 20), // g) a autora int...
<ul><li>Orações </li></ul>
<ul><li>Oracões coordenadas </li></ul><ul><li>copulativas </li></ul><ul><li>adversativas </li></ul><ul><li>disjuntivas </l...
<ul><li>Comi o rinoceronte /  e  bebi o ornitorrinco. </li></ul><ul><li>Vou ao Nepal, /  mas  passo por Almada. </li></ul>...
<ul><li>Orações subordinadas </li></ul><ul><li>Adverbiais </li></ul><ul><li>temporais </li></ul><ul><li>causais </li></ul>...
<ul><li>Substantivas </li></ul><ul><li>completivas  </li></ul><ul><li>relativas (sem antecedente)  </li></ul><ul><li>Adjec...
<ul><li>Substantivas </li></ul><ul><li>Completivas </li></ul><ul><li>Ele disse / que és linda. </li></ul><ul><li>complemen...
<ul><li>Orações adjectivas </li></ul>
<ul><li>  relativa restritiva </li></ul><ul><li>Os alunos  que fizeram a simulação de Matemática  vão ter excelentes notas...
<ul><li>Subordinadas substantivas </li></ul>
<ul><li>O alfaiate garantiu-me /  que  o fato fica pronto a tempo do casamento. </li></ul><ul><li>Os próprios actores acha...
<ul><li>Subordinadas adverbiais </li></ul>
<ul><li>Achei a conferência  tão  aborrecida, /  que  me vim embora mais cedo. </li></ul><ul><li>Subordinante  </li></ul><...
<ul><li>Ele pregava  tantas  partidas aos colegas, /  que  acabou por ser expulso do colégio. </li></ul><ul><li>Subordinan...
<ul><li>Se o pescador desistisse, não teria conseguido o seu objectivo. </li></ul><ul><li>Embora possamos ter problemas, a...
<ul><li>Ela é bela /  como  o sol é. </li></ul><ul><li>Subordinante /  Subordinada comparativa </li></ul><ul><li>Ela é bel...
<ul><li>Ele come mais do que o Hélio. </li></ul><ul><li>período simples </li></ul><ul><li>Ele come mais lesmas /  do que  ...
<ul><li>Reconhecer a função sintáctica de predicativo do sujeito, complemento indirecto, vocativo, complemento directo, su...
<ul><li>Em «para comprazer ao parceiro, Adolfo Hitler.» (linha 6), o constituinte «ao parceiro» desempenha a função de </l...
<ul><li>O constituinte «inconsciente» em «Nessa história, o David Crockett (...) ficava inconsciente» (linhas 7-9) desempe...
<ul><li>Senhor Deputado, traga-me uma pizza. </li></ul>
<ul><li>Vocativo   Predicado </li></ul><ul><li>Senhor Deputado ,  traga - me  uma pizza. </li></ul><ul><li>complemento </l...
<ul><li>Funções sintácticas </li></ul><ul><li>Sujeito </li></ul><ul><li>Predicado </li></ul><ul><li>Complemento directo </...
<ul><li>vocativo </li></ul><ul><li>Agora te vejo , Onzeneiro,  meu parente. </li></ul>
<ul><li>  aposto </li></ul><ul><li>Camilo , o grande romancista do século XIX,  morreu há uns tempos. </li></ul>
<ul><li>Predicativo do sujeito </li></ul>
<ul><li>O coprólito  continuou   parado , mas reparou que o jacaré  estava   ansioso .  Permaneceu   mudo  e, quando Gil V...
<ul><li>—  Não, obrigado.  Estou   cansado !  Seria   uma péssima companhia . E a avenida do Colégio Militar  é   demasiad...
<ul><li>Predicativo do  </li></ul><ul><li>complemento directo </li></ul>
<ul><li>Consideras Machado de Assis o melhor escritor. </li></ul>
<ul><li>predicativo do sujeito </li></ul><ul><li>Machado de Assis é  o melhor escritor . </li></ul><ul><li>Consideras /  q...
<ul><li>complemento directo </li></ul><ul><li>Consideras  Machado de Assis   o melhor escritor . </li></ul><ul><li>  predi...
<ul><li>Acho o morcego-rabudo com muito bom aspecto. </li></ul>
<ul><li>O morcego-rabudo está  com bom aspecto. </li></ul><ul><li>Acho /  que o morcego-rabudo está  com bom aspecto . </l...
<ul><li>Tenho o Eduardinho por excelente aluno. </li></ul>
<ul><li>Tenho  o Eduardinho   por excelente aluno . </li></ul><ul><li>compl. directo   </li></ul><ul><li>predicativo do c....
<ul><li>O professor  considerava   errada   aquela ideia . Por mais que pensasse no assunto, não vencia o impasse. Todos  ...
<ul><li>Elejo Fernando Pessoa  o melhor poeta português . Porém, também considero Camões  um belo zarolho . Já Simão Sabro...
<ul><li>Integrar um dado fenómeno do texto nos mecanismos de coesão...  </li></ul><ul><li>lexical  (repetições de palavras...
<ul><li>4. Os elementos textuais «Miguel Torga» (linha 1), «Miguel Torga» (linha 5), «Torga» (linha 10), «poeta do  Diário...
<ul><li>6. O uso repetido do nome «David Crockett» (linhas 6, 7, 12-13, 16, 20, 24) </li></ul><ul><li>a) constitui um meca...
<ul><li>progressão temática   </li></ul><ul><ul><li>(*de certo modo, para haver progressão temática teria até de haver nov...
<ul><li>Reconhecer actos ilocutórios directivos,  </li></ul><ul><li>assertivos,  </li></ul><ul><li>compromissivos,  </li><...
<ul><li>5. Na frase, proferida por D. Miguel Forjaz, «Quero os sinos das aldeias a tocar a rebate», estamos perante um act...
<ul><li>2) Com o recurso à interjeição «Bravo!» (linha 10), // a) o enunciador manifesta  um estado emocional. </li></ul>
<ul><li>O segmento textual «Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando»...
<ul><li>Identificar o referente (antecedente; sucedente) de um pronome (anáfora; catáfora), de um pronome relativo. </li><...
<ul><li>6. Em «homens do seu tempo» (linhas 14 e 15 [« Foi nesta data que Torga se meteu a viajar pelo Velho Mundo. O resu...
<ul><li>«Quer isto dizer que se pode quase admitir que existe um patamar de leitura de imprensa (eventualmente também de l...
<ul><li>«E quando tais escalas perderam valor ou se tornaram desnecessárias, o segundo, mais ou menos a meio caminho entre...
<ul><li>[« Foi na Exposição Mundial de Paris, de 1900, que a luz surgiu pela primeira vez associada ao lazer [...] »] </li...
<ul><li>Indicar se a relação entre duas expressões ou palavras é de...  </li></ul><ul><li>Sinonímia  (contente, feliz, …) ...
<ul><li>C. Os vocábulos «batalha» (linha 7) e «combates» (linhas 20 e 23) mantêm ente si uma relação de antonímia. [V/F] <...
<ul><li>hiperónimo </li></ul><ul><li>clube </li></ul><ul><li>hipónimos </li></ul><ul><li>Benfica | Sporting | Porto | Boav...
<ul><li>hiperónimos </li></ul><ul><li>cor </li></ul><ul><li>hipónimos </li></ul><ul><li>verde | azul | amarelo | vermelho ...
<ul><li>a) A palavra «profissão» é hiperónimo de  professor   </li></ul><ul><li>[ou qualquer outra profissão] </li></ul>
<ul><li>b) A palavra «bicicleta» é hipónimo de  meio de transporte   </li></ul><ul><li>[ veículo ;  transporte ] </li></ul>
<ul><li>c) A palavra «tristeza» é hipónimo de  sentimento   </li></ul>
<ul><li>d) A palavra «mamífero» é hiperónimo de  baleia   </li></ul><ul><li>[ qualquer nome de mamífero ] </li></ul>
<ul><li>Polissemia </li></ul><ul><li>Tem aftas na língua </li></ul><ul><li>É bom a língua portuguesa </li></ul>
<ul><li>prato (recipiente) </li></ul><ul><li>prato (ementa) </li></ul><ul><li>prato (da balança) </li></ul><ul><li>prato (...
<ul><li>Reconhecer valor de travessões, interrogações, dois pontos e outra pontuação. </li></ul>
<ul><li>1.4. Com o uso das reticências na linha 14 [«No imaginário popular, a noite esteve sempre associada a todos os per...
<ul><li>O uso de dois pontos (linha 11 [« Era isso mesmo o meu conselho: quando te disse ‘faz o que quiseres’, o que no fu...
<ul><li>Com o uso do travessão duplo (linhas 23-24) [« Mas se justamente a graça de todas as coisas de que falámos assenta...
<ul><li>Com o recurso a interrogações (linhas 17 e 22) [« Se pudesses ter muito […] ficarias satisfeito? »], // o enunciad...
<ul><li>Reconhecer motivo da anteposição de um pronome ao verbo  </li></ul><ul><li>(negação, subordinada completiva [e dis...
<ul><li>Em «e te deixe viver» (linha 7 [« mas também queres divertir-te, queres que eu não te chateie e te deixe viver à t...
<ul><li>Justificar formas de verbos com mesóclise (futuro, condicional). </li></ul>
<ul><li>Em «dir-me-ias» (linha 10), o pronome «me» ocorre em posição medial por se tratar de uma forma verbal no  </li></u...
<ul><li>Justificar alteração da ordem normal das palavras. </li></ul>
<ul><li>1.3. Em «Das paisagens dos sons e dos cheiros só muito raramente se fala e, ainda menos, se desfruta.» (linhas 11 ...
<ul><li>Indicar tipo de deícticos (ou tipo de «referência deíctica»):   </li></ul><ul><li>Pessoais  (eu, tu, formas verbai...
<ul><li>Em «não te deixarei morrer, David Crockett!» (linha 12 e 13), «te» e «David Crockett» são referências deícticas pe...
<ul><li>nexo de causalidade  = relação de causa/efeito </li></ul><ul><li>tópico  = assunto, tema </li></ul><ul><li>retóric...
<ul><li>Expressões definidas   </li></ul><ul><li>A cadeira é dura  (valor referencial específico)  / A cadeira tem sempre ...
<ul><li>Conteúdos recorrentes do grupo II </li></ul><ul><li>Estilo habitual das perguntas de I (e conselhos) </li></ul><ul...
<ul><li>Localizar um recurso estilístico e comentar a sua expressividade </li></ul>
<ul><li>Metáfora   (explicar a analogia e mostrar como é curiosa a transposição para outro contexto). </li></ul><ul><li>Co...
<ul><li>Polissíndeto. </li></ul><ul><li>Longa enumeração (assindética ou não) . </li></ul><ul><li>Gradação. </li></ul><ul>...
<ul><li>Adjectivação inesperada, expressiva. </li></ul><ul><li>Personificação. </li></ul><ul><li>Ironia. </li></ul>
<ul><li>Designar e localizar a figura, transcrevendo.  </li></ul><ul><li>Referir em que consiste o processo estilístico (e...
<ul><li>Recursos estilísticos ou expressivos  </li></ul><ul><li>(figuras de estilo) </li></ul>
<ul><li>Eufemismo </li></ul><ul><li>Metáfora </li></ul><ul><li>Hipérbole </li></ul><ul><li>Personificação </li></ul><ul><l...
<ul><li>Antítese </li></ul><ul><li>«Sem causa,  choro  e  rio » </li></ul><ul><li>«O homem  põe  e Deus  dispõe » </li></ul>
<ul><li>“ Que, da Ocidental praia Lusitana”  sinédoque </li></ul><ul><li>“ Que eu canto o peito ilustre Lusitano”  </li></...
<ul><li>“ Os ventos brandamente respiravam” </li></ul><ul><li>personificação, metáfora </li></ul><ul><li>“ De outra pedra ...
<ul><li>Tu, só tu, puro Amor, com força crua”  apóstrofe </li></ul><ul><li>“ Tirar Inês ao mundo determina”  eufemismo </l...
<ul><li>“ Vós, ó côncavos vales, que pudestes” </li></ul><ul><li>apóstrofe </li></ul><ul><li>“ Correu ao mar o Tejo duvido...
<ul><li>Aprende a sofrer  como um homem . </li></ul><ul><li>  comparação </li></ul><ul><li>Transformemos em metáfora: </li...
<ul><li>Não percas a coragem,  sê um homem . </li></ul><ul><li>metáfora </li></ul>
<ul><li>  </li></ul><ul><li>Puxem, mãos. Aguentem, pernas. Cabeça, não me falhes. </li></ul>
<ul><li>Há  personificações . O velho, estabelecendo diálogo com as mãos, as pernas, a cabeça, dá-lhes qualidades de pesso...
<ul><li>Que figura de estilo encontra na frase «Os olhos da princesa eram duas esmeraldas brilhantes e belas»?  </li></ul>...
<ul><li>A. comparação  </li></ul><ul><li>B. metonímia  </li></ul><ul><li>C. metáfora   </li></ul><ul><li>D. sinédoque </li...
<ul><li>Caracterizar personagem ou personagens. </li></ul>
<ul><li>Encontrar adjectivos ou descrições nossas ou no texto se não forem adjectivos relativos a características circunst...
<ul><li>Explicitar sentido de um trecho, carácter de... </li></ul>
<ul><li>Indicar partes, momentos, características, … </li></ul><ul><li>Identificar elementos de … </li></ul>
<ul><li>Dividir o texto em partes, explicando-as. </li></ul>
<ul><li>Refira # acções tal, fundamentando a sua resposta com elementos do texto. </li></ul>
<ul><li>«apoiando-se no texto» </li></ul><ul><li>«fundamentando a sua resposta com» </li></ul><ul><li>... </li></ul>
<ul><li>Conteúdos recorrentes do grupo II </li></ul><ul><li>Estilo habitual das perguntas de I (e conselhos) </li></ul><ul...
<ul><li>Conteúdos recorrentes do grupo II </li></ul><ul><li>Estilo habitual das perguntas de I (e conselhos) </li></ul><ul...
<ul><li>No exame: </li></ul><ul><li>—  aproveitar o tempo todo, incluindo tolerância </li></ul><ul><li>Grupo I:   procurar...
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Apresentação para décimo segundo ano, aula de cábulas

  1. 4. <ul><li>Translineação </li></ul><ul><li>As- </li></ul><ul><li>sar </li></ul><ul><li>Fer- </li></ul><ul><li>ro </li></ul><ul><li>Ac- </li></ul><ul><li>ção </li></ul>
  2. 5. <ul><li>Bap- </li></ul><ul><li>tista </li></ul><ul><li>Fac- </li></ul><ul><li>to </li></ul>
  3. 6. <ul><li>Decre- </li></ul><ul><li>to </li></ul><ul><li>Bíbli- </li></ul><ul><li>co </li></ul><ul><li>Cla- </li></ul><ul><li>ro </li></ul><ul><li>Cha- </li></ul><ul><li>ma </li></ul>
  4. 7. <ul><li>Cau- </li></ul><ul><li>le </li></ul><ul><li>Pai- </li></ul><ul><li>xão </li></ul><ul><li>Bandei- </li></ul><ul><li>ra </li></ul>
  5. 8. <ul><li>Primeiro- </li></ul><ul><li>-ministro </li></ul><ul><li>Lava- </li></ul><ul><li>-se </li></ul><ul><li>Lavas- </li></ul><ul><li>se </li></ul>
  6. 9. <ul><li>a ideia de que </li></ul><ul><li>a convicção de que </li></ul><ul><li>a noção de que </li></ul><ul><li>a esperança de que </li></ul><ul><li>a conciência de que </li></ul>
  7. 10. <ul><li>difícil </li></ul><ul><li>verosímil </li></ul><ul><li>afável </li></ul><ul><li>inteligível </li></ul><ul><li>perceptível </li></ul>
  8. 11. <ul><li>a priori </li></ul><ul><li>«a priori» </li></ul><ul><li>a priori </li></ul><ul><li>à </li></ul>
  9. 12. <ul><li>Nota do exame tenderá a ser mais fraca do que a de frequência. </li></ul><ul><li>Não me peçam para fazer revisões de provas. </li></ul><ul><li>No momento do exame não poderei aparecer. </li></ul>
  10. 13. <ul><li>Conteúdos recorrentes do grupo II </li></ul><ul><li>Estilo habitual das perguntas de I (e conselhos) </li></ul><ul><li>Perguntas I-B, para recolha de tópicos (e esboço de resposta [solução ficará em GdN ]) </li></ul><ul><li>Um enunciado de III, para plano </li></ul>
  11. 14. <ul><li>Indicar o sentido que um dado conector estabelece. </li></ul>
  12. 15. <ul><li>adição </li></ul><ul><li>(e, não só… mas também, além disso) </li></ul><ul><li>cfr. conjunções copulativas </li></ul><ul><li>disjunção </li></ul><ul><li>(ou, seja… seja, quer… quer, nem… nem) </li></ul><ul><li>conjunções disjuntivas </li></ul><ul><li>oposição </li></ul><ul><li>(mas, no entanto, todavia, contudo) </li></ul><ul><li>conjunções adversativas </li></ul>
  13. 16. <ul><li>condição/hipótese </li></ul><ul><li>(se, a menos que, desde que, excepto se) </li></ul><ul><li>condicionais </li></ul><ul><li>consequência </li></ul><ul><li>(de tal modo que, tanto que) </li></ul><ul><li>consecutivas </li></ul><ul><li>causa </li></ul><ul><li>(porque, visto que, dado que, uma vez que) </li></ul><ul><li>causais </li></ul><ul><li>fim/finalidade (para que, a fim de que, para) finais </li></ul><ul><li>comparação (do mesmo modo, assim como, como) comparativas </li></ul><ul><li>concessão (embora, ainda que, apesar de que, se bem que) concessivas </li></ul><ul><li>confirmação (efectivamente, com efeito, na verdade) </li></ul><ul><li>exemplificação (por exemplo, é o caso de) </li></ul><ul><li>ordem (em primeiro lugar, antes de mais, por último) </li></ul>
  14. 17. <ul><li>fim/finalidade </li></ul><ul><li>(para que, a fim de que, para) </li></ul><ul><li>finais </li></ul><ul><li>comparação </li></ul><ul><li>(do mesmo modo, assim como, como) </li></ul><ul><li>comparativas </li></ul><ul><li>concessão </li></ul><ul><li>(embora, ainda que, apesar de que, se bem que) </li></ul><ul><li>concessivas </li></ul>
  15. 18. <ul><li>confirmação </li></ul><ul><li>(efectivamente, com efeito, na verdade) </li></ul><ul><li>exemplificação </li></ul><ul><li>(por exemplo, é o caso de) </li></ul><ul><li>ordem </li></ul><ul><li>(em primeiro lugar, antes de mais, por último) </li></ul>
  16. 19. <ul><li>7. Em «que esqueceram de todo» (linhas 24 e 25 [« foi tanta a negrura e a fome que os rodeou, que esqueceram de todo que havia letras e pensamento »]), a conjunção «que» estabelece uma relação de </li></ul><ul><li>a) substituição. </li></ul><ul><li>b) retoma. </li></ul><ul><li>c) consequência. </li></ul><ul><li>d) comparação. </li></ul>
  17. 20. <ul><li>4) A locução «para que» (linha 2) permite estabelecer na frase uma relação de </li></ul><ul><li>a) causalidade. </li></ul><ul><li>b) completamento. </li></ul><ul><li>c) finalidade. </li></ul><ul><li>d) retoma. </li></ul>
  18. 21. <ul><li>1) Com o uso da expressão «ou seja» (linha 6), // a) a autora visa tornar mais explícita a ideia que expôs na frase anterior. </li></ul>
  19. 22. <ul><li>1) Com a expressão «Numa palavra» (linha 8), // c) o enunciador prenuncia uma síntese das ideias anteriormente expressas. </li></ul>
  20. 23. <ul><li>4) Com o uso de «também» (linha 19), // a) o enunciador estabelece uma conexão aditiva. </li></ul>
  21. 24. <ul><li>1) Com a expressão «para comprazer» (linha 6), // e) o enunciador indica uma finalidade. </li></ul>
  22. 25. <ul><li>O conector «Porém» (linha 22) introduz uma relação de oposição entre o que anteriormente foi dito e a ideia exposta posteriormente. [V/F] </li></ul>
  23. 26. <ul><li>Sobre os conectores, ver a distribuição em CdA , p. 44, e contrastá-la com a que pus no blogue. </li></ul>
  24. 27. <ul><li>Santo Ofício (Tribunal do) </li></ul><ul><li>In </li></ul><ul><li>quisição </li></ul><ul><li>Polícia </li></ul>
  25. 28. <ul><li>Escolher o valor (aspectual ou modal) de uma dada forma verbal ou de uma perífrase verbal (= perifrás-tica) </li></ul>
  26. 29. <ul><li>Aspecto </li></ul><ul><li>perfectivo: comeu a papa </li></ul><ul><li>imperfectivo: está a comer a papa </li></ul><ul><li>genérico: o Benfica é um clube </li></ul><ul><li>habitual: joga na rua </li></ul><ul><li>iterativo: todos os fins-de-semana se embebeda </li></ul><ul><li>pontual: chegou ontem </li></ul><ul><li>durativo: está lendo, está a ler </li></ul><ul><li>incoativo/ingressivo: comecei a trabalhar </li></ul>
  27. 30. <ul><li>Em «molhando-lhe a testa com água, tratando das suas feridas e vigiando o seu coma» (linhas 11 e 12), as formas verbais «molhando», «tratando» e «vigiando» traduzem o modo continuado como a índia cuidava de David Crockett. [V/F] </li></ul>
  28. 31. <ul><li>Modalidades </li></ul><ul><li>Modalidade epistémica </li></ul><ul><li>O bebé deve estar com chichi ( probabilidade ) </li></ul><ul><li>Pode ser que Portugal ganhe ( possibilidade ) </li></ul><ul><li>Não sei dançar sariquité ( certeza ) Sei dançar sariquité </li></ul>
  29. 32. <ul><li>Modalidade deôntica </li></ul><ul><li>Podes entrar, Valdemar ( permissão ) </li></ul><ul><li>Deves comer esses legumes ( obrigação ) </li></ul><ul><li>Modalidade apreciativa </li></ul><ul><li>Que belo golo! </li></ul>
  30. 33. <ul><li>5. A expressão «pode ser que seja ainda viva» (linha 27) veicula um valor de </li></ul><ul><li>a) obrigação. </li></ul><ul><li>b) permissão. </li></ul><ul><li>c) certeza. </li></ul><ul><li>d) possibilidade. </li></ul>
  31. 34. <ul><li>Escolher o valor temporal conferido por uma advérbio, por uma expressão, perífrase verbal, etc. </li></ul><ul><li>Simultaneidade </li></ul><ul><li>Anterioridade </li></ul><ul><li>Posterioridade </li></ul>
  32. 35. <ul><li>Dizer se um adjectivo ou uma expressão têm valor restritivo ou não restritivo. </li></ul><ul><li>cfr. CdA , p. 24: posposto ao nome, restritivo; anteposto, não-restritivo (e conotativo, em geral). </li></ul>
  33. 36. <ul><li>Na frase «ela murmurava para o seu prostrado e inconsciente guerreiro» (linhas 12 e 13), os adjectivos têm um valor restritivo. [V/F] </li></ul>
  34. 37. <ul><li>Distinguir adjectivas relativas explicativas e restritivas </li></ul><ul><li>ou </li></ul><ul><li>Indicar valor restritivo e explicativo </li></ul>
  35. 38. <ul><li> restritiva </li></ul><ul><li>Comprei a vuvuzela que estava na montra. </li></ul><ul><li> explicativa </li></ul><ul><li>Comprei a vuvuzela, que me dizem ser um instrumento perigoso. </li></ul>
  36. 39. <ul><li> explicativa </li></ul><ul><li>A vuvuzela vermelha , que estava na montra, não funciona. </li></ul><ul><li>explicativa </li></ul><ul><li>A vuvuzela vermelha – que estava na montra – não funciona. </li></ul><ul><li>restritiva </li></ul><ul><li>A vuvuzela que estava na montra era linda. </li></ul>
  37. 40. <ul><li>3) Com o uso da frase «que só passa a ser utilizada sistematicamente em 1929» (linhas 19 e 20), // g) a autora introduz informação adicional sobre o referente da expressão que é antecedente do pronome relativo. </li></ul>
  38. 41. <ul><li>Orações </li></ul>
  39. 42. <ul><li>Oracões coordenadas </li></ul><ul><li>copulativas </li></ul><ul><li>adversativas </li></ul><ul><li>disjuntivas </li></ul><ul><li>conclusivas </li></ul>
  40. 43. <ul><li>Comi o rinoceronte / e bebi o ornitorrinco. </li></ul><ul><li>Vou ao Nepal, / mas passo por Almada. </li></ul><ul><li>Ou vou à Lua / ou vou à Terra. </li></ul><ul><li>Não houve ARS, / por conseguinte fiquei a comer iogurtes. </li></ul>
  41. 44. <ul><li>Orações subordinadas </li></ul><ul><li>Adverbiais </li></ul><ul><li>temporais </li></ul><ul><li>causais </li></ul><ul><li>concessivas </li></ul><ul><li>finais </li></ul><ul><li>consecutivas </li></ul><ul><li>condicionais </li></ul><ul><li>comparativa </li></ul>
  42. 45. <ul><li>Substantivas </li></ul><ul><li>completivas </li></ul><ul><li>relativas (sem antecedente) </li></ul><ul><li>Adjectivas </li></ul><ul><li>relativas explicativas </li></ul><ul><li>relativas restritivas </li></ul>
  43. 46. <ul><li>Substantivas </li></ul><ul><li>Completivas </li></ul><ul><li>Ele disse / que és linda. </li></ul><ul><li>complemento directo </li></ul><ul><li>Relativas (sem antecedente) </li></ul><ul><li>Quem vai ao mar / perde o lugar. </li></ul><ul><li>sujeito </li></ul>
  44. 47. <ul><li>Orações adjectivas </li></ul>
  45. 48. <ul><li> relativa restritiva </li></ul><ul><li>Os alunos que fizeram a simulação de Matemática vão ter excelentes notas. </li></ul><ul><li>relativa restritiva </li></ul><ul><li>O Ronaldo que prefiro é o do Barcelona. </li></ul><ul><li>relativa explicativa </li></ul><ul><li>Cristiano Ronaldo, que assinou um belo contrato , marcou dois golos. </li></ul>
  46. 49. <ul><li>Subordinadas substantivas </li></ul>
  47. 50. <ul><li>O alfaiate garantiu-me / que o fato fica pronto a tempo do casamento. </li></ul><ul><li>Os próprios actores acham surpreendente / que a comédia esteja a ter tamanho êxito. </li></ul><ul><li>Subordinante / Subordinada completiva </li></ul><ul><li>[= complemento directo] </li></ul>
  48. 51. <ul><li>Subordinadas adverbiais </li></ul>
  49. 52. <ul><li>Achei a conferência tão aborrecida, / que me vim embora mais cedo. </li></ul><ul><li>Subordinante </li></ul><ul><li> Subordinada consecutiva </li></ul>
  50. 53. <ul><li>Ele pregava tantas partidas aos colegas, / que acabou por ser expulso do colégio. </li></ul><ul><li>Subordinante / Subordinada consecutiva </li></ul>
  51. 54. <ul><li>Se o pescador desistisse, não teria conseguido o seu objectivo. </li></ul><ul><li>Embora possamos ter problemas, a força de vontade vence sempre. </li></ul>
  52. 55. <ul><li>Ela é bela / como o sol é. </li></ul><ul><li>Subordinante / Subordinada comparativa </li></ul><ul><li>Ela é bela como o sol. </li></ul><ul><li>período simples </li></ul>
  53. 56. <ul><li>Ele come mais do que o Hélio. </li></ul><ul><li>período simples </li></ul><ul><li>Ele come mais lesmas / do que o Hélio come besouros. </li></ul><ul><li> Subordinante / Subordinada comparativa </li></ul>
  54. 57. <ul><li>Reconhecer a função sintáctica de predicativo do sujeito, complemento indirecto, vocativo, complemento directo, sujeito, predicado. </li></ul>
  55. 58. <ul><li>Em «para comprazer ao parceiro, Adolfo Hitler.» (linha 6), o constituinte «ao parceiro» desempenha a função de </li></ul><ul><li>a) sujeito. </li></ul><ul><li>b) complemento directo. </li></ul><ul><li>c) vocativo. </li></ul><ul><li>d) complemento indirecto. </li></ul>
  56. 59. <ul><li>O constituinte «inconsciente» em «Nessa história, o David Crockett (...) ficava inconsciente» (linhas 7-9) desempenha, na frase, a função de predicativo do sujeito. [V/F] </li></ul>
  57. 60. <ul><li>Senhor Deputado, traga-me uma pizza. </li></ul>
  58. 61. <ul><li>Vocativo Predicado </li></ul><ul><li>Senhor Deputado , traga - me uma pizza. </li></ul><ul><li>complemento </li></ul><ul><li>directo </li></ul><ul><li>complemento </li></ul><ul><li>indirecto </li></ul>
  59. 62. <ul><li>Funções sintácticas </li></ul><ul><li>Sujeito </li></ul><ul><li>Predicado </li></ul><ul><li>Complemento directo </li></ul><ul><li>Complemento indirecto </li></ul><ul><li>Complementos circunstanciais </li></ul><ul><li>Vocativo </li></ul><ul><li>Predicativo do sujeito </li></ul><ul><li>Predicativo do complemento directo </li></ul><ul><li>Agente da passiva </li></ul><ul><li>Atributo </li></ul><ul><li>Determinativo </li></ul><ul><li>Aposto </li></ul>
  60. 63. <ul><li>vocativo </li></ul><ul><li>Agora te vejo , Onzeneiro, meu parente. </li></ul>
  61. 64. <ul><li> aposto </li></ul><ul><li>Camilo , o grande romancista do século XIX, morreu há uns tempos. </li></ul>
  62. 65. <ul><li>Predicativo do sujeito </li></ul>
  63. 66. <ul><li>O coprólito continuou parado , mas reparou que o jacaré estava ansioso . Permaneceu mudo e, quando Gil Vicente — assim se chamava o jacaré — ficou mais calmo , perguntou-lhe se queria ir ver o Auto da Barca . </li></ul>
  64. 67. <ul><li>— Não, obrigado. Estou cansado ! Seria uma péssima companhia . E a avenida do Colégio Militar é demasiado seca . E já agora: estas frases parecem estúpidas (ou feitas à pressa numa tarde de segunda-feira antes das aulas de terça) — respondeu Gil Vicente. </li></ul>
  65. 68. <ul><li>Predicativo do </li></ul><ul><li>complemento directo </li></ul>
  66. 69. <ul><li>Consideras Machado de Assis o melhor escritor. </li></ul>
  67. 70. <ul><li>predicativo do sujeito </li></ul><ul><li>Machado de Assis é o melhor escritor . </li></ul><ul><li>Consideras / que Machado de Assis é o melhor escritor . </li></ul><ul><li>complemento directo </li></ul><ul><li>Consideras Machado de Assis o melhor escritor . </li></ul><ul><li>predicativo do c. directo </li></ul>
  68. 71. <ul><li>complemento directo </li></ul><ul><li>Consideras Machado de Assis o melhor escritor . </li></ul><ul><li> predicativo do compl. directo </li></ul>
  69. 72. <ul><li>Acho o morcego-rabudo com muito bom aspecto. </li></ul>
  70. 73. <ul><li>O morcego-rabudo está com bom aspecto. </li></ul><ul><li>Acho / que o morcego-rabudo está com bom aspecto . </li></ul><ul><li>Acho o morcego-rabudo com muito bom aspecto. </li></ul>
  71. 74. <ul><li>Tenho o Eduardinho por excelente aluno. </li></ul>
  72. 75. <ul><li>Tenho o Eduardinho por excelente aluno . </li></ul><ul><li>compl. directo </li></ul><ul><li>predicativo do c. directo </li></ul>
  73. 76. <ul><li>O professor considerava errada aquela ideia . Por mais que pensasse no assunto, não vencia o impasse. Todos achavam as frases uma tontice , mas ele julgava - as sobretudo deselegantes . E tinha de eleger o texto gramatical mais estúpido de todos . Era mesmo aquele. </li></ul>
  74. 77. <ul><li>Elejo Fernando Pessoa o melhor poeta português . Porém, também considero Camões um belo zarolho . Já Simão Sabrosa julgo-o um sabujo nojento . Enfim, acho todos os jogadores do Benfica intelectuais do mais alto gabarito . </li></ul>
  75. 78. <ul><li>Integrar um dado fenómeno do texto nos mecanismos de coesão... </li></ul><ul><li>lexical (repetições de palavras, antonímia, sinonímia, hiperonímia, hiponímia) , referencial (pronominalizações) , </li></ul><ul><li>frásica (concordâncias, modificadores) , interfrásica (conjunções, conectores, estruturação em períodos e certa pontuação) , </li></ul><ul><li>temporal (advérbios de tempo, sequência de tempos verbais). </li></ul>
  76. 79. <ul><li>4. Os elementos textuais «Miguel Torga» (linha 1), «Miguel Torga» (linha 5), «Torga» (linha 10), «poeta do Diário » (linha 11), «Torga» (linha 13), «Torga» (linha 17) e «Torga» (linha 21) asseguram a coesão </li></ul><ul><li>a) lexical. </li></ul><ul><li>b) frásica. </li></ul><ul><li>c) temporal. </li></ul><ul><li>d) interfrásica. </li></ul>
  77. 80. <ul><li>6. O uso repetido do nome «David Crockett» (linhas 6, 7, 12-13, 16, 20, 24) </li></ul><ul><li>a) constitui um mecanismo de coesão lexical. </li></ul><ul><li>b) assegura a progressão temática. c) constitui um processo retórico. </li></ul><ul><li>d) assegura a coesão interfrásica do texto. </li></ul>
  78. 81. <ul><li>progressão temática </li></ul><ul><ul><li>(*de certo modo, para haver progressão temática teria até de haver novos nomes) </li></ul></ul><ul><li>processo retórico </li></ul><ul><ul><li>(a repetição para efeitos de estilo, enquanto figura mesmo) </li></ul></ul>
  79. 82. <ul><li>Reconhecer actos ilocutórios directivos, </li></ul><ul><li>assertivos, </li></ul><ul><li>compromissivos, </li></ul><ul><li>expressivos. </li></ul>
  80. 83. <ul><li>5. Na frase, proferida por D. Miguel Forjaz, «Quero os sinos das aldeias a tocar a rebate», estamos perante um acto ilocutório </li></ul><ul><li>a) expressivo. </li></ul><ul><li>b) directivo. </li></ul><ul><li>c) assertivo. </li></ul><ul><li>d) compromissivo. </li></ul>
  81. 84. <ul><li>2) Com o recurso à interjeição «Bravo!» (linha 10), // a) o enunciador manifesta um estado emocional. </li></ul>
  82. 85. <ul><li>O segmento textual «Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando» (linhas 1 e 2) constitui um acto ilocutório directivo. [V/F] </li></ul>
  83. 86. <ul><li>Identificar o referente (antecedente; sucedente) de um pronome (anáfora; catáfora), de um pronome relativo. </li></ul>
  84. 87. <ul><li>6. Em «homens do seu tempo» (linhas 14 e 15 [« Foi nesta data que Torga se meteu a viajar pelo Velho Mundo. O resultado dessa viagem foi o seu primeiro livro em prosa, O Quarto Dia da Criação do Mundo . Um alarme aos homens do seu tempo e um [...] »]), o referente de «seu» é </li></ul><ul><li>a) «Torga» (linha 13). </li></ul><ul><li>b) «Velho Mundo» (linha 13). </li></ul><ul><li>c) «resultado» (linha 13). </li></ul><ul><li>d) «primeiro livro» (linha 14). </li></ul>
  85. 88. <ul><li>«Quer isto dizer que se pode quase admitir que existe um patamar de leitura de imprensa (eventualmente também de livros, eis uma questão para a qual não temos resposta) que o crescimento económico não parece conseguir elevar». </li></ul><ul><li>3. O antecedente do pronome relativo «que» (linha 5) é </li></ul><ul><li>a) «taxas de leitura». </li></ul><ul><li>b) «leitura de imprensa». </li></ul><ul><li>c) «um patamar de leitura de imprensa». </li></ul><ul><li>d) «uma questão». </li></ul>
  86. 89. <ul><li>«E quando tais escalas perderam valor ou se tornaram desnecessárias, o segundo, mais ou menos a meio caminho entre a América do Norte e a Europa, em pleno oceano Atlântico, funcionou como ponto de apoio imprescindível nas ligações aéreas iniciais que faziam contactar os dois continentes. Os progressos técnicos permitiram que, a breve trecho, aquelas se fizessem directamente.» </li></ul><ul><li>4. O antecedente do pronome «aquelas» é </li></ul><ul><li>a) «relações por via marítima» (linha 16). </li></ul><ul><li>b) «grandes rotas oceânicas» (linha 21). </li></ul><ul><li>c) «tais escalas» (linha 21). </li></ul><ul><li>d) «ligações aéreas» (linha 24). </li></ul>
  87. 90. <ul><li>[« Foi na Exposição Mundial de Paris, de 1900, que a luz surgiu pela primeira vez associada ao lazer [...] »] </li></ul><ul><li>4) Com o uso concomitante de «Foi» (linha 22) e de «que» (linha 23), // e) a autora pretende dar realce ao referente da expressão que fica entre os dois elementos. </li></ul>
  88. 91. <ul><li>Indicar se a relação entre duas expressões ou palavras é de... </li></ul><ul><li>Sinonímia (contente, feliz, …) </li></ul><ul><li>Antonímia (triste, alegre) </li></ul><ul><li>Hiperonímia-hiponímia (instrumento musical-vuvuzela) </li></ul><ul><li>Holonímia-meronímia (África do Sul, Joanesburgo) </li></ul>
  89. 92. <ul><li>C. Os vocábulos «batalha» (linha 7) e «combates» (linhas 20 e 23) mantêm ente si uma relação de antonímia. [V/F] </li></ul>
  90. 93. <ul><li>hiperónimo </li></ul><ul><li>clube </li></ul><ul><li>hipónimos </li></ul><ul><li>Benfica | Sporting | Porto | Boavista </li></ul>
  91. 94. <ul><li>hiperónimos </li></ul><ul><li>cor </li></ul><ul><li>hipónimos </li></ul><ul><li>verde | azul | amarelo | vermelho </li></ul>
  92. 95. <ul><li>a) A palavra «profissão» é hiperónimo de professor </li></ul><ul><li>[ou qualquer outra profissão] </li></ul>
  93. 96. <ul><li>b) A palavra «bicicleta» é hipónimo de meio de transporte </li></ul><ul><li>[ veículo ; transporte ] </li></ul>
  94. 97. <ul><li>c) A palavra «tristeza» é hipónimo de sentimento </li></ul>
  95. 98. <ul><li>d) A palavra «mamífero» é hiperónimo de baleia </li></ul><ul><li>[ qualquer nome de mamífero ] </li></ul>
  96. 99. <ul><li>Polissemia </li></ul><ul><li>Tem aftas na língua </li></ul><ul><li>É bom a língua portuguesa </li></ul>
  97. 100. <ul><li>prato (recipiente) </li></ul><ul><li>prato (ementa) </li></ul><ul><li>prato (da balança) </li></ul><ul><li>prato (instrumento musical) </li></ul>
  98. 101. <ul><li>Reconhecer valor de travessões, interrogações, dois pontos e outra pontuação. </li></ul>
  99. 102. <ul><li>1.4. Com o uso das reticências na linha 14 [«No imaginário popular, a noite esteve sempre associada a todos os perigos – insegurança, criminalidade, desconforto...»], a autora do texto </li></ul><ul><li>a) mostra que é possível prolongar a enumeração. </li></ul><ul><li>b) expressa a sua opinião sobre os factos narrados. </li></ul><ul><li>c) marca a existência de sentidos implícitos na frase. </li></ul><ul><li>d) sinaliza o carácter irónico das suas afirmações. </li></ul>
  100. 103. <ul><li>O uso de dois pontos (linha 11 [« Era isso mesmo o meu conselho: quando te disse ‘faz o que quiseres’, o que no fundo pretendia era […] »]) justifica-se por </li></ul><ul><li>a) anunciar uma enumeração. </li></ul><ul><li>b) introduzir uma explicação. </li></ul><ul><li>c) preceder uma explicação. </li></ul><ul><li>d) anteceder um discurso directo.   </li></ul>
  101. 104. <ul><li>Com o uso do travessão duplo (linhas 23-24) [« Mas se justamente a graça de todas as coisas de que falámos assenta no facto de te permitirem – ou parecerem permitir – relacionares-te mais favoravelmente com os outros »], // o enunciador reformula, modalizando-a, a afirmação anterior. </li></ul>
  102. 105. <ul><li>Com o recurso a interrogações (linhas 17 e 22) [« Se pudesses ter muito […] ficarias satisfeito? »], // o enunciador recorre a uma estratégia retórica de defesa da ideia exposta. </li></ul>
  103. 106. <ul><li>Reconhecer motivo da anteposição de um pronome ao verbo </li></ul><ul><li>(negação, subordinada completiva [e discurso indirecto], outro tipo de subordinada, ...) . </li></ul>
  104. 107. <ul><li>Em «e te deixe viver» (linha 7 [« mas também queres divertir-te, queres que eu não te chateie e te deixe viver à tua maneira »]), a anteposição do pronome «te» ao verbo decorre do facto de esta oração </li></ul><ul><li>a) se integrar numa frase em discurso indirecto. </li></ul><ul><li>b) depender do advérbio «também». </li></ul><ul><li>c) se inserir numa oração subordinada. </li></ul><ul><li>d) pertencer a uma frase de forma negativa. </li></ul>
  105. 108. <ul><li>Justificar formas de verbos com mesóclise (futuro, condicional). </li></ul>
  106. 109. <ul><li>Em «dir-me-ias» (linha 10), o pronome «me» ocorre em posição medial por se tratar de uma forma verbal no </li></ul><ul><li>a) condicional. </li></ul><ul><li>b) futuro do indicativo. </li></ul><ul><li>c) imperativo. </li></ul><ul><li>d) imperfeito do indicativo. </li></ul>
  107. 110. <ul><li>Justificar alteração da ordem normal das palavras. </li></ul>
  108. 111. <ul><li>1.3. Em «Das paisagens dos sons e dos cheiros só muito raramente se fala e, ainda menos, se desfruta.» (linhas 11 e 12), a alteração da ordem normal dos constituintes na frase </li></ul><ul><li>a) revela a opinião da autora relativamente aos factos relatados. </li></ul><ul><li>b) serve uma clara intenção narrativa, presente em todo o texto. </li></ul><ul><li>c) sinaliza a tese fundamental desenvolvida ao longo do texto. </li></ul><ul><li>d) dá realce ao referente expresso pelos elementos deslocados. </li></ul>
  109. 112. <ul><li>Indicar tipo de deícticos (ou tipo de «referência deíctica»): </li></ul><ul><li>Pessoais (eu, tu, formas verbais na 1.ª e 2.ª pessoas, vocativos) </li></ul><ul><li>Espaciais (aqui, ali, este, aquele, esse, cá) </li></ul><ul><li>Temporais (agora, neste momento, amanhã, ontem, há pouco, daqui a pouco, tempos das formas verbais) </li></ul>
  110. 113. <ul><li>Em «não te deixarei morrer, David Crockett!» (linha 12 e 13), «te» e «David Crockett» são referências deícticas pessoais. [V/T] </li></ul>
  111. 114. <ul><li>nexo de causalidade = relação de causa/efeito </li></ul><ul><li>tópico = assunto, tema </li></ul><ul><li>retórico/a = estilístico, tendente a influenciar os outros por via da redacção </li></ul><ul><li>concomitante = simultâneo </li></ul><ul><li>preceder = anteceder </li></ul><ul><li>prenunciar = fazer adivinhar </li></ul>
  112. 115. <ul><li>Expressões definidas </li></ul><ul><li>A cadeira é dura (valor referencial específico) / A cadeira tem sempre como função a comodidade (valor referencial genérico) </li></ul><ul><li>Elogio-te essa atitude </li></ul><ul><li>Paula e Eduardo saíram </li></ul><ul><li>Eu sou assim; tu és assado </li></ul><ul><li>Expressões indefinidas </li></ul><ul><li>Um aluno venceu (específico) / Um aluno é feito para aprender (genérico) </li></ul><ul><li>Comi maçãs </li></ul><ul><li>(cfr. CdA , pp. 22-23) </li></ul>
  113. 116. <ul><li>Conteúdos recorrentes do grupo II </li></ul><ul><li>Estilo habitual das perguntas de I (e conselhos) </li></ul><ul><li>Perguntas I-B, para recolha de tópicos (e esboço de resposta [solução ficará em GdN ]) </li></ul><ul><li>Um enunciado de III, para plano </li></ul>
  114. 117. <ul><li>Localizar um recurso estilístico e comentar a sua expressividade </li></ul>
  115. 118. <ul><li>Metáfora (explicar a analogia e mostrar como é curiosa a transposição para outro contexto). </li></ul><ul><li>Comparação (idem; mostrar como o termo da comparação é inusitado) </li></ul><ul><li>Repetição, anáfora, uso repetido e expressivo de determinado sinal de pontuação. </li></ul><ul><li>Paralelismo. </li></ul>
  116. 119. <ul><li>Polissíndeto. </li></ul><ul><li>Longa enumeração (assindética ou não) . </li></ul><ul><li>Gradação. </li></ul><ul><li>Hipérbole. </li></ul><ul><li>Antítese, Paradoxo, Oxímoro (destacar o contraste conseguido, e efeito de oposição e agregação). </li></ul>
  117. 120. <ul><li>Adjectivação inesperada, expressiva. </li></ul><ul><li>Personificação. </li></ul><ul><li>Ironia. </li></ul>
  118. 121. <ul><li>Designar e localizar a figura, transcrevendo. </li></ul><ul><li>Referir em que consiste o processo estilístico (em que é que se rompeu a norma) e o efeito que assim se obtém. </li></ul>
  119. 122. <ul><li>Recursos estilísticos ou expressivos </li></ul><ul><li>(figuras de estilo) </li></ul>
  120. 123. <ul><li>Eufemismo </li></ul><ul><li>Metáfora </li></ul><ul><li>Hipérbole </li></ul><ul><li>Personificação </li></ul><ul><li>Apóstrofe </li></ul><ul><li>Metonímia </li></ul><ul><li>Antítese </li></ul><ul><li>Anáfora </li></ul><ul><li>Comparação </li></ul><ul><li>Ironia </li></ul><ul><li>Repetição de adjectivos </li></ul>
  121. 124. <ul><li>Antítese </li></ul><ul><li>«Sem causa, choro e rio » </li></ul><ul><li>«O homem põe e Deus dispõe » </li></ul>
  122. 125. <ul><li>“ Que, da Ocidental praia Lusitana” sinédoque </li></ul><ul><li>“ Que eu canto o peito ilustre Lusitano” </li></ul><ul><li>metonímia </li></ul><ul><li>“ E vós, Tágides minhas, pois criado” </li></ul><ul><li>apóstrofe </li></ul>
  123. 126. <ul><li>“ Os ventos brandamente respiravam” </li></ul><ul><li>personificação, metáfora </li></ul><ul><li>“ De outra pedra mais clara que diamante” </li></ul><ul><li>hipérbole </li></ul><ul><li>“ Rompem-se as folhas, ferve a serra erguida” </li></ul><ul><li>hipérbole </li></ul>
  124. 127. <ul><li>Tu, só tu, puro Amor, com força crua” apóstrofe </li></ul><ul><li>“ Tirar Inês ao mundo determina” eufemismo </li></ul><ul><li>“ Mas ela, os olhos, com que o ar serena” </li></ul><ul><li>personificação, hipérbole </li></ul>
  125. 128. <ul><li>“ Vós, ó côncavos vales, que pudestes” </li></ul><ul><li>apóstrofe </li></ul><ul><li>“ Correu ao mar o Tejo duvidoso” hipérbole, personificação </li></ul>
  126. 129. <ul><li>Aprende a sofrer como um homem . </li></ul><ul><li> comparação </li></ul><ul><li>Transformemos em metáfora: </li></ul><ul><li>_____________________________ </li></ul>
  127. 130. <ul><li>Não percas a coragem, sê um homem . </li></ul><ul><li>metáfora </li></ul>
  128. 131. <ul><li> </li></ul><ul><li>Puxem, mãos. Aguentem, pernas. Cabeça, não me falhes. </li></ul>
  129. 132. <ul><li>Há personificações . O velho, estabelecendo diálogo com as mãos, as pernas, a cabeça, dá-lhes qualidades de pessoas. Repare-se também no efeito de repetição, de paralelismo. </li></ul>
  130. 133. <ul><li>Que figura de estilo encontra na frase «Os olhos da princesa eram duas esmeraldas brilhantes e belas»? </li></ul><ul><li>A. comparação </li></ul><ul><li>B. metonímia </li></ul><ul><li>C. metáfora </li></ul><ul><li>D. sinédoque </li></ul>
  131. 134. <ul><li>A. comparação </li></ul><ul><li>B. metonímia </li></ul><ul><li>C. metáfora </li></ul><ul><li>D. sinédoque </li></ul>
  132. 135. <ul><li>Caracterizar personagem ou personagens. </li></ul>
  133. 136. <ul><li>Encontrar adjectivos ou descrições nossas ou no texto se não forem adjectivos relativos a características circunstanciais. </li></ul><ul><li>Transcrever texto a apoiar o que se tenha dito. </li></ul>
  134. 137. <ul><li>Explicitar sentido de um trecho, carácter de... </li></ul>
  135. 138. <ul><li>Indicar partes, momentos, características, … </li></ul><ul><li>Identificar elementos de … </li></ul>
  136. 139. <ul><li>Dividir o texto em partes, explicando-as. </li></ul>
  137. 140. <ul><li>Refira # acções tal, fundamentando a sua resposta com elementos do texto. </li></ul>
  138. 141. <ul><li>«apoiando-se no texto» </li></ul><ul><li>«fundamentando a sua resposta com» </li></ul><ul><li>... </li></ul>
  139. 142. <ul><li>Conteúdos recorrentes do grupo II </li></ul><ul><li>Estilo habitual das perguntas de I (e conselhos) </li></ul><ul><li>Perguntas I-B, para recolha de tópicos (e esboço de resposta [solução ficará em GdN ]) </li></ul><ul><li>Um enunciado de III, para plano </li></ul>
  140. 143. <ul><li>Conteúdos recorrentes do grupo II </li></ul><ul><li>Estilo habitual das perguntas de I (e conselhos) </li></ul><ul><li>Perguntas I-B, para recolha de tópicos (e esboço de resposta [solução ficará em GdN ]) </li></ul><ul><li>Um enunciado de III, para plano </li></ul>
  141. 144. <ul><li>No exame: </li></ul><ul><li>— aproveitar o tempo todo, incluindo tolerância </li></ul><ul><li>Grupo I: procurar no texto, ler bem as quatro perguntas; citar, se pedido; começar a resposta com frase completa, mesmo que não retome exactamente o enunciado da pergunta. </li></ul><ul><li>Grupo I-B: rever bem o que se escreveu; cumprir limites de palavras . </li></ul><ul><li>Grupo II: não se precipitar, mas também não ficar parado demasiado tempo. </li></ul><ul><li>Grupo III: fazer plano; ver se há argumentos e exemplos; pensar num fecho inteligente; cumprir limites de palavras. </li></ul>

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