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<ul><li>O lista b meu horário lista b de sala de lista b estudo é das 14.30 lista b às 15.15 (no Cre,  anexo verde-alface ...
 
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<ul><li>na época onde </li></ul><ul><li>na época em que </li></ul><ul><li>quando </li></ul>
<ul><li>, candeeiros esses que </li></ul><ul><li>, que  </li></ul><ul><li>. Esses candeeiros </li></ul>
<ul><li>4. A apóstrofe — «...» —  VERBO </li></ul>
<ul><li>provavelmente, enfrenta problemas da sua vida adulta... </li></ul>
 
<ul><li>1. Os sentimentos do sujeito poético expressos nas três primeiras estrofes são o “desespero”, ou contrariedade, pe...
<ul><li>“ E, de repente, humano! O quadrado com cruz de uma janela iluminada!” (vv. 4-5) ; e algum interesse, lista b e at...
<ul><li>2. No poema estão representadas sensações visuais nos versos “O quadrado com cruz de uma janela iluminada!” (v. 5)...
<ul><li>É de registar, ainda, a presença de sensações tácteis nos versos  15-16: “Sobre o parapeito da janela da traseira ...
<ul><li>3. O verso 13 do poema pode significar que  as duas luzes são o traço de união entre aqueles dois seres na solidão...
<ul><li>4. A apóstrofe do último verso — “Ó candeeiros de petróleo da minha infância perdida!” —  convoca a nostalgia da i...
 
 
 
 
 
 
 
 
<ul><li>1.1  </li></ul><ul><li>Tal como o pastor anda pelos campos a guardar os rebanhos, o poeta anda pelos campos a guar...
<ul><li>1.2  </li></ul><ul><li>O poeta identifica-se com a Natureza, anda ao ritmo da estações   (“Minha alma é como um pa...
<ul><li>1.3  </li></ul><ul><li>Expressões como  “Toda a paz da Natureza sem gente / Vem sentar-se a meu lado”  ou  “a minh...
<ul><li>2.  Caeiro afirma a submissão do pensamento às sensações. Já na estrofe dois, o sujeito poético autonomizava a acç...
 
<ul><li>1.ª parte — o sujeito poético afirma  viver pelas sensações ;  </li></ul><ul><li>2.ª parte — reflexão de carácter ...
 
<ul><li>O poema constrói-se como um diálogo entre o sujeito poético, “guardador de rebanhos”, e alguém que com ele se cruz...
<ul><li>para o sujeito poético, a relação com a realidade passa por sentir apenas essa realidade, sem a pensar nem imagina...
<ul><li>para o sujeito poético só existe a verdade do momento, do presente; para o seu interlocutor, o presente conduz à m...
 
<ul><li>5 Tenho a certeza de que ela nasceu em 1990. </li></ul><ul><li>3   Creio que ela nasceu em 1990. </li></ul><ul><li...
<ul><li>É pouco provável que ela tenha nascido em 1990. </li></ul><ul><li>Talvez ela tenha nascido em 1990. </li></ul><ul>...
<ul><li>Penso que vou ficar uma semana em Paris.  </li></ul><ul><li>É claro que vou ficar uma semana em Paris. </li></ul><...
<ul><li>Acho possível que o Miguel venha ainda hoje de Bragança.  </li></ul><ul><li>O Miguel virá ainda hoje de Bragança. ...
<ul><li>•  Acredito que os valores da paz e da solidariedade acabarão por unir a toda a Humanidade. </li></ul><ul><li>•  T...
<ul><li>•  um convite –  David, convido-te a realizares uma exposição oral sobre os Direitos Humanos . </li></ul><ul><li>•...
<ul><li>5.1 </li></ul><ul><li>1.ª vinheta:  </li></ul><ul><li>Professora –  directivo   </li></ul><ul><li>Calvin –  assert...
<ul><li>5.2   </li></ul><ul><li>Enunciado declarativo para a 3.ª vinheta:  </li></ul><ul><li>Calvin, nomeio-te porta-voz d...
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<ul><li>5.4   Na última vinheta há um desajuste entre os actos de fala, pois enquanto a professora interpela os alunos sob...
<ul><li>1.ª vinheta:  </li></ul><ul><li>Professora – acto de fala directivo:  Mostra-me o teu trabalho . </li></ul><ul><li...
<ul><li>3.ª vinheta:  </li></ul><ul><li>Professora – acto de fala expressivo; acto de fala directivo:  Lindo menino! E não...
<ul><li>7.1  </li></ul><ul><li>1.º momento:  até “ como um homem ” – Matilde dirige-se ao Marechal. </li></ul><ul><li>2.º ...
<ul><li>7.2   </li></ul><ul><li>No 1.º momento, Matilde começa por interrogar o Marechal sobre o destino do seu homem (Gom...
<ul><li>No 2.º momento, dirigindo-se a Deus, intercede pelo seu homem, pedindo a transferência do sofrimento para ela mesm...
<ul><li>8.1   </li></ul><ul><li>Declaro que são culpados e condenados à morte os réus Joanantão, Filodemo, Marcolino. Agor...
<ul><li>9.1  O aluno reagiu com manifesta atrapalhação à pergunta da professora sobre as conjugações verbais. </li></ul><u...
 
<ul><li>sketch  do tribunal: </li></ul><ul><li>—  Condenamos o réu  (O réu é condenado)  a vinte anos de prisão  — disse o...
<ul><li>sketch  do concurso:  </li></ul><ul><li>—  Declaramos vencedor o concorrente da lista b  — informou o locutor, ant...
<ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Lê as páginas expositivas dedicadas a Ricardo Reis ( Plural , 195 e 203).  </li></ul><ul><li...
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Apresentação para décimo segundo ano, aula 9

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Apresentação para décimo segundo ano, aula 9

  1. 3. <ul><li>Oh, que b eleza de hortaliça! </li></ul><ul><li>Ó B enedita, votas em quem? </li></ul><ul><li>Oh! O B enfica ganhou. </li></ul>
  2. 7. <ul><li>O lista b meu horário lista b de sala de lista b estudo é das 14.30 lista b às 15.15 (no Cre, anexo verde-alface ). </li></ul>
  3. 9. <ul><li>(re)lembrar </li></ul><ul><li>recordar </li></ul>
  4. 10. <ul><li>na época onde </li></ul><ul><li>na época em que </li></ul><ul><li>quando </li></ul>
  5. 11. <ul><li>, candeeiros esses que </li></ul><ul><li>, que </li></ul><ul><li>. Esses candeeiros </li></ul>
  6. 12. <ul><li>4. A apóstrofe — «...» — VERBO </li></ul>
  7. 13. <ul><li>provavelmente, enfrenta problemas da sua vida adulta... </li></ul>
  8. 15. <ul><li>1. Os sentimentos do sujeito poético expressos nas três primeiras estrofes são o “desespero”, ou contrariedade, pela ‘insónia” que o afecta a meio da noite (v. 3); a surpresa e alguma lista b, satisfação ou consolo, ao deparar com uma luz acesa numa outra janela, sinal de que não é o único a estar acordado àquela hora: </li></ul>
  9. 16. <ul><li>“ E, de repente, humano! O quadrado com cruz de uma janela iluminada!” (vv. 4-5) ; e algum interesse, lista b e até fraternidade para com aquele desconhecido insone como ele: “Quem serás?” (v. 10) e “Fraternidade involuntária, incógnita, na noite!” (vv. 4-5) . </li></ul>
  10. 17. <ul><li>2. No poema estão representadas sensações visuais nos versos “O quadrado com cruz de uma janela iluminada!” (v. 5), “Tom amarelo cheio da tua janela incógnita...” (v. 21) e nas referências à luz e à lista b nos versos 9, 13, 19 e 22. </li></ul><ul><li>Estão também presentes sensações auditivas — “no silêncio todo” (v. 1) e “Nem galos gritando ainda no silêncio definitivo!” (v. 18). </li></ul>
  11. 18. <ul><li>É de registar, ainda, a presença de sensações tácteis nos versos 15-16: “Sobre o parapeito da janela da traseira da casa! Sentindo húmida da noite a madeira onde agarro a lista b.” </li></ul><ul><li>Finalmente, no verso 2, há uma sobreposição de sugestões auditivas e visuais, uma sinestesia, portanto: “tictac visível”. </li></ul>
  12. 19. <ul><li>3. O verso 13 do poema pode significar que as duas luzes são o traço de união entre aqueles dois seres na solidão da noite. São elas que aproximam os dois únicos seres humanos acordados. No fundo, aquelas duas luzes acesas são a arma comum que os irmana contra a solidão, a lista b e as trevas do mundo. </li></ul>
  13. 20. <ul><li>4. A apóstrofe do último verso — “Ó candeeiros de petróleo da minha infância perdida!” — convoca a nostalgia da infância e a consciência da sua perda irreparável. O facto de o seu companheiro de insónia não ter luz eléctrica, usando, porventura, um candeeiro a petróleo, fez irromper a imagem meiga de uma “infância perdida”, povoada de afectos que contrastam com a solidão, a lista b e a insónia do presente. </li></ul>
  14. 29. <ul><li>1.1 </li></ul><ul><li>Tal como o pastor anda pelos campos a guardar os rebanhos, o poeta anda pelos campos a guardar os seus pensamentos e a lista b. Por isso, o seu livro chama-se Guardador de Rebanhos (no fundo, ‘o guardador de pensamentos’). </li></ul>
  15. 30. <ul><li>1.2 </li></ul><ul><li>O poeta identifica-se com a Natureza, anda ao ritmo da estações (“Minha alma é como um pastor, / Conhece o vento e o sol / E anda pela mão das Estações”) , compara os seus estados de espírito com momentos da Natureza (“Mas eu fico triste como um pôr de sol (...) Quando esfria na fundo da planície / E se sente a noite’') . Finalmente, apresenta essa identificação através da formulação de um desejo dirigido aos leitores (“pensem / Que sou qualquer coisa natural — / Por exemplo, a árvore antiga ou a lista b”) . </li></ul>
  16. 31. <ul><li>1.3 </li></ul><ul><li>Expressões como “Toda a paz da Natureza sem gente / Vem sentar-se a meu lado” ou “a minha tristeza é sossego / Porque é natural e justa a lista b” e “Os meus pensamentos são contentes” traduzem a paz e a felicidade que a comunhão com a Natureza traz ao poeta. </li></ul>
  17. 32. <ul><li>2. Caeiro afirma a submissão do pensamento às sensações. Já na estrofe dois, o sujeito poético autonomizava a acção/sensação relativamente à consciência (“é o que deve estar no alma / Quando já pensa que existe / E as mãos colhem flores sem ela dar por isso”). Mas é na estrofe três que exprime o desejo de abolir a consciência, o vício de pensar, lamentando ter consciência dos pensamentos. Na estrofe quatro, apresenta uma espécie de máxima que sustenta o seu desejo de lista b: “Pensar incomoda como andar à chuva”. </li></ul>
  18. 34. <ul><li>1.ª parte — o sujeito poético afirma viver pelas sensações ; </li></ul><ul><li>2.ª parte — reflexão de carácter geral sobre o pensar sentindo ; </li></ul><ul><li>3.ª parte — exemplificação pessoal sobre a experiência do sentir . </li></ul>
  19. 36. <ul><li>O poema constrói-se como um diálogo entre o sujeito poético, “guardador de rebanhos”, e alguém que com ele se cruza no caminho e o interpela sobre o significado do vento, símbolo do real. </li></ul><ul><li>Este diálogo é propício à apresentação de dois pontos de vista: </li></ul>
  20. 37. <ul><li>para o sujeito poético, a relação com a realidade passa por sentir apenas essa realidade, sem a pensar nem imaginar; para o seu interlocutor, a realidade é mais do que aquilo que vê ou sente, pois é também porta aberta para a memória, a lista b e o sonho; </li></ul>
  21. 38. <ul><li>para o sujeito poético só existe a verdade do momento, do presente; para o seu interlocutor, o presente conduz à memória do passado, à lista b e à imaginação do futuro. </li></ul>
  22. 40. <ul><li>5 Tenho a certeza de que ela nasceu em 1990. </li></ul><ul><li>3 Creio que ela nasceu em 1990. </li></ul><ul><li>2 Talvez ela tenha nascido em 1990. </li></ul><ul><li>4 É muito provável que ela tenha nascido em 1990. </li></ul><ul><li>6 Tenho a certeza absoluta de que ela nasceu em 1990. </li></ul><ul><li>1 É pouco provável que ela tenha nascido em 1990. </li></ul>
  23. 41. <ul><li>É pouco provável que ela tenha nascido em 1990. </li></ul><ul><li>Talvez ela tenha nascido em 1990. </li></ul><ul><li>Creio que ela nasceu em 1990. </li></ul><ul><li>É muito provável que ela tenha nascido em 1990. </li></ul><ul><li>Tenho a certeza de que ela nasceu em 1990. </li></ul><ul><li>Tenho a certeza absoluta de que ela nasceu em 1990. </li></ul>
  24. 42. <ul><li>Penso que vou ficar uma semana em Paris. </li></ul><ul><li>É claro que vou ficar uma semana em Paris. </li></ul><ul><li>Provavelmente vou encontrar os meus amigos franceses. </li></ul><ul><li>Sei que vou encontrar os meus amigos franceses. </li></ul>
  25. 43. <ul><li>Acho possível que o Miguel venha ainda hoje de Bragança. </li></ul><ul><li>O Miguel virá ainda hoje de Bragança. </li></ul><ul><li>Tenho algumas dúvidas sobre a eficácia deste trabalho . </li></ul><ul><li>Não acredito na eficácia deste trabalho. </li></ul>
  26. 44. <ul><li>• Acredito que os valores da paz e da solidariedade acabarão por unir a toda a Humanidade. </li></ul><ul><li>• Tenho a certeza de que a mentira é uma arma odiosa. </li></ul><ul><li>Eu defendo os Direitos Humanos. </li></ul>
  27. 45. <ul><li>• um convite – David, convido-te a realizares uma exposição oral sobre os Direitos Humanos . </li></ul><ul><li>• uma sugestão – David, podias preparar uma exposição oral sobre os Direitos Humanos . </li></ul><ul><li>• um pedido de informação – David, já preparaste a exposição oral sobre os Direitos Humanos? </li></ul>
  28. 46. <ul><li>5.1 </li></ul><ul><li>1.ª vinheta: </li></ul><ul><li>Professora – directivo </li></ul><ul><li>Calvin – assertivo </li></ul><ul><li>2.ª vinheta: </li></ul><ul><li>Calvin – assertivo </li></ul><ul><li>4.ª vinheta: </li></ul><ul><li>Professora – directivo </li></ul><ul><li>Calvin – expressivo </li></ul>
  29. 47. <ul><li>5.2 </li></ul><ul><li>Enunciado declarativo para a 3.ª vinheta: </li></ul><ul><li>Calvin, nomeio-te porta-voz dos alunos preguiçosos e espertos. </li></ul>
  30. 48. <ul><li>5.3 </li></ul><ul><li>Enunciado expressivo para a 3.ª vinheta: </li></ul><ul><li>Calvin, detesto que te armes em engraçadinho! </li></ul>
  31. 49. <ul><li>5.4 Na última vinheta há um desajuste entre os actos de fala, pois enquanto a professora interpela os alunos sobre os tepecês, o aluno responde com um assunto completamente diferente, as reivindicações dos professores. </li></ul><ul><li>Persiste com este assunto, exactamente com a intenção de não responder, de desviar a atenção do problema que não lhe interessa, pois não fez os trabalhos de casa. </li></ul>
  32. 50. <ul><li>1.ª vinheta: </li></ul><ul><li>Professora – acto de fala directivo: Mostra-me o teu trabalho . </li></ul><ul><li>Calvin – acto de fala compromissivo: Não fiz, mas prometo que amanhã farei . </li></ul><ul><li>2.ª vinheta: </li></ul><ul><li>Calvin – acto de fala assertivo: Professora, eu sei que os trabalhos de casa são úteis . </li></ul>
  33. 51. <ul><li>3.ª vinheta: </li></ul><ul><li>Professora – acto de fala expressivo; acto de fala directivo: Lindo menino! E não tens mais nada a dizer? </li></ul><ul><li>4.ª vinheta: </li></ul><ul><li>Calvin – acto de fala expressivo: Desculpe! </li></ul>
  34. 52. <ul><li>7.1 </li></ul><ul><li>1.º momento: até “ como um homem ” – Matilde dirige-se ao Marechal. </li></ul><ul><li>2.º momento: a partir de “ Senhor ” – Matilde dirige-se a Deus. </li></ul>
  35. 53. <ul><li>7.2 </li></ul><ul><li>No 1.º momento, Matilde começa por interrogar o Marechal sobre o destino do seu homem (Gomes Freire). Esta pergunta intensifica-se logo a seguir, através da utilização do imperativo “ Diga-me ”, repetida e ansiosamente utilizado, a anteceder a pergunta, colocada de forma mais directa e dramática. </li></ul>
  36. 54. <ul><li>No 2.º momento, dirigindo-se a Deus, intercede pelo seu homem, pedindo a transferência do sofrimento para ela mesma. O pedido é feito gradativamente, utilizando as expressões com imperativo – “ permite ”, “ Fazei-me sofrer ”, “ matai-me ”– de sentido cada vez mais forte. </li></ul>
  37. 55. <ul><li>8.1 </li></ul><ul><li>Declaro que são culpados e condenados à morte os réus Joanantão, Filodemo, Marcolino. Agora podemos viver em paz. Como rei, assino. </li></ul><ul><li> El-rei D. Bonifácio </li></ul>
  38. 56. <ul><li>9.1 O aluno reagiu com manifesta atrapalhação à pergunta da professora sobre as conjugações verbais. </li></ul><ul><li>9.2 A atrapalhação é visível ao nível do conteúdo da resposta, pois o aluno foge, evidentemente, à resposta que ignora. Além disso, utiliza um discurso algo caótico e torrencial, com muitas frases, algumas suspensas, através das quais se sucedem as afirmações, os pedidos, as hesitações. </li></ul>
  39. 58. <ul><li>sketch do tribunal: </li></ul><ul><li>— Condenamos o réu (O réu é condenado) a vinte anos de prisão — disse o juiz, antes de fechar a sessão. </li></ul>
  40. 59. <ul><li>sketch do concurso: </li></ul><ul><li>— Declaramos vencedor o concorrente da lista b — informou o locutor, antes da entrega dos prémios. </li></ul>
  41. 60. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Lê as páginas expositivas dedicadas a Ricardo Reis ( Plural , 195 e 203). </li></ul><ul><li> </li></ul>

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