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<ul><li>I,105-106 </li></ul><ul><li>Chegada a Mombaça, depois de vicissitudes (em Moçambique e Quíloa) provocadas por Baco...
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Apresentação para décimo segundo ano, aula 54

  1. 2. <ul><li>O tríptico apresenta um painel central, de maiores dimensões, coincidindo a altura dos painéis laterais com o fundo de céu da tela principal. Ampliam, portanto, o espaço aéreo da composição. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>No painel esquerdo, uma gaivota, parecendo recém-chegada, executa um voo descendente, muito longe de outras duas que voam horizontalmente, as três sobre um fundo de nuvens brancas, que deixam entrever o céu azul. No painel direito, duas gaivotas, quase a pousar: uma mais acima; a outra, com uma ponta da asa direita já dentro do painel central, tem as patas em posição de «aterragem», tendo o seu movimento </li></ul>
  3. 4. <ul><li>sequência numa terceira, no painel do centro, a pousar. O nosso olhar converge para as três aves nesta parte central. O trio está sobre uma passadeira vermelha, na mesma linha oblíqua traçada pela descida das gaivotas . </li></ul><ul><li>Num segundo plano, encontram-se as figuras centrais e de maiores proporções: um homem e uma mulher formam um só ser, ela curvada para a terra, quase como num bailado, </li></ul>
  4. 5. <ul><li>ele olhando para o longe, o céu, a gaivota ou o Sol, para o mesmo lado direito para onde aponta uma mão que sai do seu corpo, enquanto outra, informe, aponta na direcção contrária. Do corpo saem asas brancas. A meia altura deste conjunto, espreita um homem, que nos fita interrogativa-mente; um pouco mais atrás, meio tapado pelas figuras centrais, </li></ul>
  5. 6. <ul><li>um outro homem, de olhar triste, preso a um poste, lembra um crucificado (ou um condenado à fogueira inquisitorial) . </li></ul><ul><li>Ao fundo, duas pequenas figuras parecem ensaiar o voo. Avista-se ainda o que pode ser o recorte de outra ilha. No céu, uma máquina voadora. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>O azul celeste e o branco das nuvens prolongam-se horizontalmente, conferindo abertura e profundidade ao espaço; de um azul mais escuro e profundo é a barra horizontal do mar. Também brancas são as gaivotas, as asas e o peito do ser alado, bem como a camisa do homem preso. O vermelho, cor simbolicamente associada ao sangue e ao fogo, surge na passadeira e no pano que encima o quadro. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>O pano contrasta violentamente com o negro que encima o painel central, formando outra cruz, com o escuro do tronco vertical. As figuras humanas, que à terra pertencem, são da cor da terra. Todo o conjunto é luminoso: o Sol brilha por detrás das nuvens; do seu lado, os corpos ficam mais claros e o branco mais intenso. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>A palavra «ilha» conota mar, distância, solidão, singularidade; esta ilha é habitada por gaivotas, abrangendo-se, assim, sob a mesma designação, aves e humanos. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Facilmente reconheceremos Baltasar e Blimunda nos seres que se fundem, e identificaremos Bartolomeu Lourenço, o elemento intelectual do trio, com o olhar interrogativo da cabeça que espreita. O homem sacrificado será o mesmo Baltasar, representação da punição de Ícaro, castigo pelo desafio e pela transgressão. </li></ul>
  10. 12. <ul><li>Invocações </li></ul><ul><li>A quem Canto Antes de </li></ul><ul><li>Tágides I Toda a narração </li></ul><ul><li>Calíope III Discurso do Gama (ao rei de Melinde) </li></ul><ul><li>Tágides e VII Discurso de Paulo </li></ul><ul><li>Ninfas do da Gama (ao Catual) </li></ul><ul><li>Mondego </li></ul><ul><li>Calíope X Discurso de Ninfa a antecipar proezas dos Portugueses </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Não me é fácil, ó Rei, cumprir o que me pedes. É que não fica bem ser eu próprio a louvar a minha gente, o que poderá ser suspeito; por outro lado, receio que para tudo contar qualquer longo tempo curto seja; quanto a isso, procurarei ser breve, indo contra o que devo. Além disso, a verdade é que não poderei mentir naquilo que disser, dado que, acerca de feitos tão grandes, por mais que eu diga, muito há-de ficar ainda por dizer. Assim sendo, vou </li></ul>
  12. 14. <ul><li>responder-te de acordo com o seguinte plano: primeiro, direi o que pretendes saber sobre o meu país e a sua situação geográfica; depois, falar-te-ei dos grandes feitos militares da nossa História . </li></ul>
  13. 15. <ul><li>Entretanto, já o príncipe Afonso iniciara uma série de lutas contra os Mouros . Uma das grandes batalhas ocorreu em Ourique , em que o exército de cinco reis mouros era em força muito maior do que o dos Portugueses. </li></ul><ul><li>Na manhã do dia do combate, contudo, um milagre sucedeu. Cristo crucificado apareceu a Afonso Henriques, dando-lhe confiança na vitória. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>E, de facto, após duradouro combate, os Mouros foram desbaratados e Afonso aclamado como primeiro Rei de Portugal independente. Em memória do milagre, fez Afonso desenhar na sua bandeira cinco escudos azuis, representando os cinco reis vencidos; dentro de cada um dos cinco escudos fez desenhar os trinta dinheiros pelos quais Judas traía Cristo. </li></ul>
  15. 17. <ul><li>Após uma longa vida de vitórias, o rei Afonso morreu, deixando triste a própria natureza, que o chorou em vão . </li></ul>
  16. 19. <ul><li>I,105-106 </li></ul><ul><li>Chegada a Mombaça, depois de vicissitudes (em Moçambique e Quíloa) provocadas por Baco. </li></ul><ul><li>Condição humana é frágil; a vida é efémera. </li></ul>
  17. 20. <ul><li>III, 138-142 </li></ul><ul><li>Amores d e Pedro e Inês; paixão de D. Fernando por Leonor Teles. </li></ul><ul><li>O amor é muito poderoso. </li></ul>
  18. 21. <ul><li>IV, 94-104 </li></ul><ul><li>Despedidas em Belém. [ Reflexão pelo Velho do Restelo: ] </li></ul><ul><li>A ambição desmedida e a busca cega da fama têm consequências nefastas. </li></ul>
  19. 22. <ul><li>V, 92-100 </li></ul><ul><li>Fim do grande relato de Vasco da Gama ao Rei de Melinde. </li></ul><ul><li>É importante registar as façanhas do povo português, glorificá-lo, até para estimular novos heróis. </li></ul>
  20. 24. <ul><li>A tinta, em folha solta — podes usar uma já encetada —, resolve este item de prova de exame nacional (2011, 2.ª fase): </li></ul>
  21. 25. <ul><li>«O D. Afonso Henriques e o Camões dos Gato Fedorento são figuras estilizadas, caricaturais. Na verdade, o rei fundador da nacionalidade como nos aparece em Os Lusíadas e o poeta que se revela nos momentos reflexivos do sujeito lírico da epopeia surgem-nos menos planos, mais redondos (enfim, com uma psicologia, apesar de tudo, mais densa).» </li></ul><ul><li>Possidónio Tolentino, «Em torno da problemática do épico e do satírico — transfigurações do ‘eu’», Estudos sobre épica, doçaria e cinema quinhentistas» , vol. IV, pp. 32-45, Lisboa, Bertrand, 1978, p. 33. </li></ul>
  22. 26. <ul><li>Partindo deste trecho de ensaio de Possidónio Tolentino, redija um comentário ancorado no que conhece de Os Lusíadas , com de oitenta a cento e vinte palavras. </li></ul>
  23. 27. <ul><li>Evitar falar muito para o lado ou pedir-me muita ajuda (pretende-se treinar também a autonomia) </li></ul><ul><li>Ser relevante (num texto tão curto, convém não ser repetitivo, não gastar espaço com banalidades ou bordões). </li></ul><ul><li>Trabalhar a escrita (num texto tão curto, há que escolher, evitar repetições, riscar para condensar, etc.) </li></ul>
  24. 28. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>(i) Trazer já o livro Felizmente há luar! (e lido); nem por isso deixar de trazer o manual ou o caderno de actividades. </li></ul><ul><li>(ii) Ler as várias introduções (ensaísticas) no manual ao texto de Sttau Monteiro. </li></ul>

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