<ul><li>explicativo  vs.  injuntivo </li></ul><ul><li>argumentação encaixada em texto narrativo </li></ul>
<ul><li>Os heterónimos aparecem em 1914, quando Pessoa tinha vinte e seis anos. </li></ul><ul><li>Ricardo Reis era médico ...
<ul><li>Álvaro de Campos é o heterónimo que se considera ter evoluído por várias fases literárias. </li></ul><ul><li>Alber...
<ul><li>Fernando Pessoa era admirado pelo público, mas pouco reconhecido entre os intelectuais do seu tempo.  [ era ao con...
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<ul><li>Anáfora </li></ul><ul><li>«Deus é grande; Deus é pai; Deus é amor; Deus castiga; Deus abençoa; Deus é...» </li></u...
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<ul><li>Enumeração </li></ul><ul><li>Façamos rezas, orações, jejuns, comunhões. </li></ul><ul><li>Apresentação sucessiva d...
<ul><li>Hipérbato </li></ul><ul><li>«Eu a salvação trago para vós, que pecados cometeis; porém, não para os néscios que os...
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<ul><li>Antítese </li></ul><ul><li>O céu é o inferno. </li></ul><ul><li>Contraste entre dois elementos ou ideias. </li></ul>
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<ul><li>Metonímia </li></ul><ul><li>«Só está a contribuir para o combate ao desemprego na Ucrânia e em Cabo Verde.» </li><...
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Apresentação para décimo segundo ano, aula 5

  1. 2. <ul><li>explicativo vs. injuntivo </li></ul><ul><li>argumentação encaixada em texto narrativo </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Os heterónimos aparecem em 1914, quando Pessoa tinha vinte e seis anos. </li></ul><ul><li>Ricardo Reis era médico e monárquico. </li></ul><ul><li>Álvaro de Campos era alentejano [algarvio] e formado em engenharia pela Universidade Independente [de Glasgow] . </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Álvaro de Campos é o heterónimo que se considera ter evoluído por várias fases literárias. </li></ul><ul><li>Alberto Caeiro era um homem do campo, nunca tendo saído de Portugal. </li></ul><ul><li>Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros, é considerado um semi-heterónimo. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Fernando Pessoa era admirado pelo público, mas pouco reconhecido entre os intelectuais do seu tempo. [ era ao contrário ] </li></ul><ul><li>Mário de Sá-Carneiro suicidou-se em Paris. </li></ul><ul><li>Ofélia Queiroz trabalhou num escritório em que também trabalhava Pessoa. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Pessoa dedicou-se com bastante [sem] êxito a negócios de comissões e de tabaco. </li></ul><ul><li>Escreveu para a Coca-Cola o slogan «primeiro estranha-se, depois emprenha-se [entranha-se] ». </li></ul><ul><li>Em 1930 [1920] , fixou-se na sua residência final (a Campo de Ourique). </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Aleister Crowley era um mágico inglês, decerto charlatão. </li></ul><ul><li>Pessoa terá colaborado na encenação de suposto suicídio de Crowley, na Boca do Inferno. </li></ul><ul><li>A revista p resença foi grande divulgadora da poesia de Fernando Pessoa. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Pessoa fundou a Athena , revista onde foram publicados poemas de Ricardo Reis e de Alberto Caeiro. </li></ul><ul><li>O único livro em português, publicado em vida, de Pessoa foi Mensagem , destinado a um concurso. </li></ul><ul><li>Fernando Pessoa morreu depois de internamento no Hospital de São Luís dos Ingleses [Franceses] . </li></ul>
  8. 9. <ul><li>A última frase que Pessoa escreveu foi «I know not what tomorrow will bring». </li></ul><ul><li>Fernando Pessoa foi enterrado nos Prazeres, mas os seus restos mortais repousam agora nos Jerónimos. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Mitos / Correcções a fazer </li></ul><ul><li>Objectivo de ser célebre como poeta </li></ul><ul><li>Empregado de escritório </li></ul><ul><li>Depressivo </li></ul><ul><li>Frequentou o CSL sem aproveitamento </li></ul><ul><li>Álvaro de Campos e homossexualidade </li></ul><ul><li>Bêbado </li></ul><ul><li>Prémio de 2.ª categoria </li></ul><ul><li>Actividades desportivas </li></ul>
  10. 12. <ul><li>Aliteração </li></ul><ul><li>«Deus destapa o demónio e dá a doce dádiva do dom divino aos diabéticos da Dalmácia que se depilam junto ao desumidificador, enquanto se divertem com dados. E diz um Dai-li, dai-li, dai-li, dai-li, dai-li, dai-li, dô, papagaio voa.» </li></ul><ul><li>Repetição de um dado som numa mesma frase. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Onomatopeia </li></ul><ul><li>«Eu caminho sobre as águas — chlap-chlap-chlap — e, nisto, passa uma manada de búfalos — catapum, catapum, catapum —, os pecadores choram — chuífe, chuífe.» </li></ul><ul><li>Imitação de sons reais (por grafias criadas; em palavras historicamente assim formadas). </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Anáfora </li></ul><ul><li>«Deus é grande; Deus é pai; Deus é amor; Deus castiga; Deus abençoa; Deus é...» </li></ul><ul><li>Repetição de palavra ou expressão no início de vários versos. </li></ul>
  13. 15. <ul><li>Assíndeto </li></ul><ul><li>Oraremos, jejuaremos, comungaremos, rezaremos. </li></ul><ul><li>Coordenação de elementos sucessivos sem uso da conjunção. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Enumeração </li></ul><ul><li>Façamos rezas, orações, jejuns, comunhões. </li></ul><ul><li>Apresentação sucessiva de elementos (em princípio, da mesma classe gramatical). </li></ul>
  15. 17. <ul><li>Hipérbato </li></ul><ul><li>«Eu a salvação trago para vós, que pecados cometeis; porém, não para os néscios que os mandamentos de Deus não respeitam. Comigo vinde.» </li></ul><ul><li>Inversão da ordem habitual das palavras. </li></ul>
  16. 18. <ul><li>Polissíndeto </li></ul><ul><li>Oraremos e jejuaremos e comungaremos e rezaremos. </li></ul><ul><li>Repetição dos elementos de ligação entre palavras ou frases coordenadas. </li></ul>
  17. 19. <ul><li>Antítese </li></ul><ul><li>O céu é o inferno. </li></ul><ul><li>Contraste entre dois elementos ou ideias. </li></ul>
  18. 20. <ul><li>Apóstrofe </li></ul><ul><li>Ó Deus, dize-me... </li></ul><ul><li>Interpelação a alguém ou a alguma coisa personificada. </li></ul>
  19. 21. <ul><li>Eufemismo </li></ul><ul><li>[«Seis meses», por ‘sessenta anos’.] </li></ul><ul><li>Transmissão de uma ideia de forma atenuada, menos desagradável. </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Hipérbole </li></ul><ul><li>«Os pecadores serão castigados e arderão em montanhas de labaredas e milhões de abutres, dos grandes, virão debicar a carne putrefacta dos pecadores, à bruta.» </li></ul><ul><li>Expressão exagerada. </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Ironia </li></ul><ul><li>«O Diabo é muit[a] porreiro. Confiai no Diabo, confiai, que ides por bom caminho. Não rezeis que não é preciso.» </li></ul><ul><li>Uso de palavras com significado contrário daquele que se pretende inculcar. </li></ul>
  22. 24. <ul><li>Metáfora </li></ul><ul><li>«Montanhas de labaredas» </li></ul><ul><li>Designação de objecto por palavras de outro campo semântico (permitindo assim uma associação por analogia). </li></ul>
  23. 25. <ul><li>Metonímia </li></ul><ul><li>«Só está a contribuir para o combate ao desemprego na Ucrânia e em Cabo Verde.» </li></ul><ul><li>Designação de uma dada realidade apenas por uma sua parte. </li></ul>
  24. 26. <ul><li>Perífrase </li></ul><ul><li>[Uso de uma expressão longa que corresponderia afinal a um simples «façam o que eu digo»] </li></ul><ul><li>Dizer por muitas palavras o que poderia ser dito mais abreviadamente. </li></ul>
  25. 28. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>TPC — Quando puderes, em Gaveta de Nuvens , lê toda a carta de Fernando Pessoa a Adolfo Casais Monteiro sobre a génese dos heterónimos. Vê também de novo as páginas do Caderno do aluno usadas hoje (pp. 76-79). </li></ul>

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