ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 44

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 44

  1. 2. <ul><li>Em O Memorial do Convento </li></ul><ul><li>No Memorial do Convento </li></ul><ul><li>Em Memorial do Convento </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Mensagem , I-II -III </li></ul><ul><li>Ortónimo </li></ul><ul><li>eu fragmentado </li></ul><ul><li>fingimento poético </li></ul><ul><li>dor de pen sar </li></ul><ul><li>nostalgia da infância </li></ul><ul><li>He te ró ni mos </li></ul>
  3. 4. <ul><li>«Sou um evadido.» </li></ul><ul><li>Neste poema, são várias as palavras (ou expressões) do campo lexical de ‘prisão’ (ou de ‘fuga da prisão’): «evadido»; « fecharam-me »; « fugi »; « ando a monte »; « cadeia »; «fugindo». </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Todo o texto gira em torno da metáfora da evasão: o sujeito poético declara-se a fugir da prisão que é o seu próprio ser . Não quer ser apenas um , quer ser plural («ser um é cadeia, ser eu não é ser»). </li></ul>
  5. 6. <ul><li>«Viajar! Perder países!» </li></ul><ul><li>No caso deste texto (três quadras de rima cruzada , em versos de sete sílabas métricas), a viagem serve de metáfora à vontade de o poeta « ser outro constantemente ». Portanto, viajar será evitar fixar-se a si mesmo . </li></ul>
  6. 7. <ul><li>«Não sei quantas almas tenho.» </li></ul><ul><li>Cerca de metade deste poema é uma série de declarações da estranheza do poeta por si mesmo («Não sei quantas almas tenho»; « Continuamente me estranho »; « Nunca me vi nem achei »; «Diverso, móbil e só, não sei sentir-me onde estou»). </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Entretanto, os versos «Sou minha própria paisagem» e «vou lendo / como páginas meu ser» servem de metáfora da necessidade que o poeta tem de se auto-analisar . Também remetem para a fragmentação do eu, na medida em que parecem supor uma consciência exterior ao próprio poeta (que o pudesse observar de fora). </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Num texto de oitenta a cento e vinte palavras, comenta a seguinte afirmação: </li></ul><ul><li>«Ao invés de [...] apenas transmitir, ou tentar transmitir, a emoção pura e simples, [Pessoa] submete-a ao exame da inteligência ou da razão poética» </li></ul><ul><li>[Massaud Moisés] . </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Pessoa é avesso à expressão da emoção pura, vivendo apenas pela inteligência, pela imaginação. </li></ul><ul><li>Assim, o fenómeno da sua arte poética passa, necessariamente, pela intelectualização das emoções. Todo o poema será uma construção linguística, não devendo ser encarado como um espelho do mundo interior do </li></ul>
  10. 11. <ul><li>sujeito lírico. O poeta tenta libertar-se das sensações, colocando-se ao nível do fingimento, da racionalidade, remetendo o sentimento para o leitor («Sinta quem lê!»). </li></ul><ul><li>Pessoa, dominado pelo vício de pensar, privilegia o exame da inteligência, a racionalização da emoção pura e simples. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Memorial : </li></ul><ul><ul><li>tarefas </li></ul></ul><ul><ul><li>leitura integral </li></ul></ul>
  12. 13. <ul><li>«Sou um evadido» </li></ul><ul><ul><li>«Viajar! Perder países!» </li></ul></ul><ul><ul><li>«Não sei quantas almas tenho.» </li></ul></ul><ul><ul><li>«Autopsicografia» </li></ul></ul><ul><ul><li>«Isto» </li></ul></ul><ul><ul><li>«Ela canta, pobre ceifeira» </li></ul></ul><ul><ul><li>«Gato que brincas na rua» </li></ul></ul><ul><ul><li>«Porque esqueci quem fui quando criança?» </li></ul></ul><ul><ul><li>«Pobre velha música!» </li></ul></ul><ul><ul><li>«Quando as crianças brincam» </li></ul></ul><ul><ul><li>«O menino da sua mãe» </li></ul></ul>

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