ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 37

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 37

  1. 2. <ul><li>narrativa-resumo </li></ul><ul><li>vs. </li></ul><ul><li>comentário </li></ul>
  2. 3. <ul><li>romance </li></ul><ul><li>vs. </li></ul><ul><li>paixão </li></ul>
  3. 4. <ul><li>referir relação real </li></ul>
  4. 5. <ul><li>ler todo o livro </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Baltasar e Blimunda representam, em Memorial do Convento , um relacionamento assente no amor puro e livre e não em conveniências de qualquer espécie. </li></ul><ul><li>Estas duas personagens vivem, de facto, um amor verdadeiro, selado pela cruz que Blimunda traça no peito do seu amado Baltasar com o sangue da sua virgindade. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Contrariamente ao casamento real, celebrado de acordo com os cânones a religião católica, a relação de Baltasar e Blimunda vive da aceitação mútua, da fidelidade, da permanência o desejo e da perenidade do amor. </li></ul><ul><li>Apesar de uma vida de privações, nunca a sua relação esfriará. Nem mesmo a morte os conseguirá separar: a fogueira da Inquisição não impedirá a recolha da «vontade» de Baltasar no seio de Blimunda. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Vê o quadro da p. 232, sobre a estrutura de Memorial do Convento . Salienta-se aí a existência de três planos narrativos , que nos são dados em relativa alternância mas se vão encontrando , intersectando-se, aqui e ali. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>No caso do capítulo que temos nas pp. 243-247 do manual, o plano narrativo em foco é o que diz respeito à construção da passarola , mas há também alusões ao plano das relações de Blimunda e Baltasar: logo no início (ll. 1-2) é dito que Baltasar recorda Blimunda ; </li></ul>
  9. 10. <ul><li>ao conversar com o padre (p. 245, l. 31), Baltasar tenta obter esclarecimento sobre o mistério que é Blimunda , mas Bartolomeu, numa frase, confessa o carácter extraordinário, mágico, de Blimunda: « voar é uma simples coisa comparando com Blimunda ». </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Quanto ao plano narrativo da construção do convento , não creio haja neste capítulo alguma sua peripécia. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Já que falámos num dos tipos de sequencialização da narrativa , a alternância (entenda-se, entre cada um dos planos, «à telenovela»), vejamos se os outros dois tipos também aparecem. Com efeito, haverá encaixes (por exemplo, no capítulo 19, temos, intercalada, contada por narrador que é personagem do 1.º nível narrativo, Manuel Milho, a história da rainha e do ermitão ). </li></ul>
  12. 13. <ul><li>E, se considerarmos cada plano autonomamente, o tipo de articulação narrativa predominante é o encadeamento , a mais básica das articulações possíveis (ainda que o estilo de Saramago, com prolepses e recuos, avanços rápidos da narrativa entre capítulos, descrições pormenorizadas longas, esbata a percepção dessa narração bastante sequente). </li></ul>
  13. 14. <ul><li>No caso do plano da passarola, podemos ver sintetizados os episódios que o constituem na p. 248 do manual (as sequências das intrigas dos planos da construção do convento e da relação Baltasar/Blimunda estão nas pp. 254 e 259). </li></ul>
  14. 15. <ul><li>Já vimos que, em Memorial do Convento , como é de regra nos romances históricos, as peripécias da ficção vão-se cruzando com factos históricos verídicos (em que se ancora a intriga ficcionada). Neste capítulo sexto há referências às primeiras experiências que o Padre Bartolomeu levara a cabo (p. 244, ll. 26-28), que são verdadeiras (1709): «faz dois anos que voei, primeiro fiz um balão que ardeu , depois construí outro que subiu até ao tecto duma sala do paço , enfim outro que saiu por uma janela da Casa da Índia e ninguém tornou a ver». </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Ocupemo-nos também com o espaço físico . No capítulo V, lido há duas aulas, a acção decorria no Rossio , durante um auto-de-fé. Neste capítulo sexto (p. 243), começa por se mencionar o Terreiro do Paço , onde vemos João Elvas, Baltasar e, a chegar, o Padre Bartolomeu. (João Elvas integra a cena claramente para se poder aludir à fama do Voador.) </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Depois, Baltasar e Bartolomeu percor-rem uma série de ruas nas imediações, até que (p. 245), no Corpo Santo — isto é, cerca do Cais do Sodré, Rua do Arsenal —, o padre aluga uma mula, para irem a S. Sebastião da Pedreira , sendo-nos sintetizado o percurso até à chegada (p. 246, l. 8) à quinta do Duque de Aveiro , espaço privilegiado do plano narrativo da construção passarola. </li></ul>
  17. 21. <ul><li>8. </li></ul><ul><li>Baltasar dispensa a compreensão dos procedimentos e a sua fundamentação científica. Ao seu empirismo basta a semelhança do desenho com uma ave, para acreditar que aquela máquina poderá voar. </li></ul>
  18. 22. <ul><li>9.1 </li></ul><ul><li> O passo atrás de Sete-Sóis significa a sua perplexidade. Volta a recuar, mas com medo e benzendo-se, ao ouvir o que lhe parecia uma heresia. Porém, depois de ter ouvido e olhado, compreendeu quanto lhe bastava e, já com confiança, sorriu, levantou os braços e selou o seu compromisso com o padre voador . </li></ul>
  19. 27. <ul><li>TPC — (1) Lê os textos sobre o Padre Bartolomeu de Gusmão no manual (pp. 268, 269-270); num texto de cerca de até cento e vinte palavras compara as personalidades de Howard Hughes e Bartolomeu Lourenço de Gusmão. [evitar sebentas] </li></ul><ul><li>(2) Em Gaveta de Nuvens , lê as instruções para a tarefa grande, a entregar até à penúltima semana do 2.º período. </li></ul>
  20. 28. <ul><li>A pretexto da Semana das Línguas, ficará no bloco C, no átrio próximo do CRE, a reprodução da exposição com escritos a propósito de textos de José Gomes Ferreira, feita em 2004-2005 por muitos dos alunos que estão agora no 12.º ano (ou no 11.º ano) e que estavam então nas turmas 7.º 1.ª, 2.ª, 3.ª, 5.ª e 6.ª. </li></ul>

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