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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 21

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 21

  1. 2. <ul><li>Regência ( com e não a ) </li></ul><ul><li>parecido àqueles </li></ul><ul><li>parecido com aqueles </li></ul>
  2. 3. <ul><li>apelo para que façam </li></ul><ul><li>apelo a que façam </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Verbos da família de «Ter» </li></ul><ul><li>Imperfeito </li></ul><ul><li>suster sustia sustinha </li></ul><ul><li>reter retia retinha </li></ul><ul><li>entreter entretia entretinha </li></ul><ul><li>Perfeito </li></ul><ul><li>deter deti detive </li></ul><ul><li>conter conti contive </li></ul>
  4. 5. <ul><li>, e isto porque </li></ul><ul><li>, porque </li></ul>
  5. 6. <ul><li>E por mais que tentemos, não conseguimos entender que... </li></ul>
  6. 7. <ul><li>E, por mais que tentemos, não conseguimos entender que... </li></ul>
  7. 8. <ul><li>crítica </li></ul><ul><li>critica </li></ul>
  8. 9. <ul><li>o sujeito poético </li></ul><ul><li>o poeta </li></ul><ul><li>Ricardo Reis </li></ul><ul><li>Ricardo Reis, heterónimo de Pessoa, [...] </li></ul>
  9. 10. <ul><li>1. </li></ul><ul><li>A imagem da realidade passada ou vivida, tornada presente pela memória, não é fiável; o mesmo sucede com o que se possa imaginar de um futuro que não existe ainda. Passado ou futuro estão longe de nós e só podem dar percepções ilusórias. É um engano construir a vida a partir de um passado vivido, que desapareceu, ou de um futuro incerto. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>A antítese «vivemos, morrere-mos» (v. 11) mostra a efemeridade da vida humana e a inevitabilidade da morte. Acentua a brevidade da nossa existência e a certeza de que estamos condenados a morrer. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>4. O sujeito poético advoga uma filosofia de vida epicurista e estóica . Depois de acentuar o carácter breve do tempo em que se vive, aponta, na linha da sabedoria horaciana, a necessidade de aproveitar o instante presente («Colhe/O dia», vv. 11-12). Considerando morto o passado e incerto o futuro , Ricardo Reis salienta que é em cada momento vivido que o homem pode encontrar alguma felicidade , «segurança nossa». </li></ul>
  12. 15. <ul><li>O Infante (49) </li></ul><ul><li>Horizonte (50) </li></ul><ul><li>Padrão (51) </li></ul><ul><li>O Mostrengo (52-3) </li></ul><ul><li>Epitáfio de Bartolomeu Dias (54) </li></ul><ul><li>Os Colombos (55) </li></ul><ul><li>Ocidente (56) </li></ul><ul><li>Fernão de Magalhães (57-8) </li></ul><ul><li>Ascensão de Vasco da Gama (59) </li></ul><ul><li>Mar Português (60) </li></ul><ul><li>A última nau (61) </li></ul>
  13. 16. <ul><li>O Quinto Império (72-73) </li></ul><ul><li>O Desejado (74) </li></ul><ul><li>As Ilhas Afortunadas (75) </li></ul><ul><li>O Encoberto (76) </li></ul><ul><li>O Bandarra (79) </li></ul><ul><li>António Vieira (80) </li></ul><ul><li>[Screvo meu livro à beira-mágoa] (81) </li></ul>

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