ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 19

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 19

  1. 3. <ul><li>O rapaz choroso que é referido no primeiro parágrafo era conduzido por um </li></ul><ul><li>a) encenador profissional. </li></ul><ul><li>b) economista e professor. </li></ul><ul><li>c) economista e advogado. </li></ul><ul><li>d) professor e advogado. </li></ul>
  2. 4. <ul><li>O «miúdo de quinze anos» é </li></ul><ul><li>a) o próprio narrador, mais novo. </li></ul><ul><li>b) o destinatário do texto. </li></ul><ul><li>c) o protagonista desta crónica. </li></ul><ul><li>d) um rapaz conhecido do autor. </li></ul>
  3. 5. <ul><li>O uso do presente do Indicativo nos primeiros parágrafos («Estamos»; «chora»; «vai»; etc.) resulta de </li></ul><ul><li>a) esse tempo verbal poder adequar-se à expressão do futuro. </li></ul><ul><li>b) intenção de se exprimir aspecto durativo da acção. </li></ul><ul><li>c) vontade de se dar um facto passado como se fosse presenciado na actualidade. </li></ul><ul><li>d) simultaneidade entre acto de enunciação e o que se relata (o enunciado). </li></ul>
  4. 6. <ul><li>«Não é o que está a pensar, chiça» (1.º parágrafo. l. 5) previne </li></ul><ul><li>a) conjectura de que o professor tivesse batido no aluno. </li></ul><ul><li>b) que os leitores pensem que o aluno tinha reprovado. </li></ul><ul><li>c) possibilidade de se julgar estar em causa um acto pedófilo. </li></ul><ul><li>d) inferência de que o aluno era «graxista». </li></ul>
  5. 7. <ul><li>Na terceira linha do segundo parágrafo, «prof» é um exemplo de </li></ul><ul><li>a) redução. </li></ul><ul><li>b) derivação regressiva. </li></ul><ul><li>c) amálgama. </li></ul><ul><li>d) abreviatura gráfica. </li></ul>
  6. 8. <ul><li>Na sexta linha do terceiro parágrafo, « import/export » é exemplo de </li></ul><ul><li>a) estrangeirismo. </li></ul><ul><li>b) abreviatura. </li></ul><ul><li>c) empréstimo acomodado ao português. </li></ul><ul><li>d) galicismo. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>« Oh Captain, my Captain» é uma citação </li></ul><ul><li>a) de verso de Walt Whitman. </li></ul><ul><li>b) de fala de peça de Shakespeare. </li></ul><ul><li>c) de trecho de Álvaro de Campos. </li></ul><ul><li>d) inventada no filme Clube dos Poetas Mortos . </li></ul>
  8. 10. <ul><li>No começo do quinto parágrafo, «Continuo a tratá-lo assim, artigo definido em destaque, embora ele mo desaconselhe», significa que o professor </li></ul><ul><li>a) lhe pedira para usar tratamento mais informal. </li></ul><ul><li>b) lhe pedira que o tratasse por tu. </li></ul><ul><li>c) preferia o uso de «stor» ao uso, mais académico, de «professor». </li></ul><ul><li>d) lhe pedia para o tratar sem artigo. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>«artigo definido em destaque» (5.º parágrafo) traduz que, para o narrador, aquele professor </li></ul><ul><li>a) é o mais definido. </li></ul><ul><li>b) é o mais indefinido. </li></ul><ul><li>c) é um entre vários. </li></ul><ul><li>d) não se confunde com os outros. </li></ul>
  10. 12. <ul><li>«apercebo-me de que o tempo é maleável» (no final do quinto parágrafo) alude à circunstância de </li></ul><ul><li>a) o protagonista ser capaz de desenvolver diversíssimas actividades. </li></ul><ul><li>b) se ter esbatido a diferença etária entre as duas personagens. </li></ul><ul><li>c) a personagem estar disposta a mudar radicalmente vida. </li></ul><ul><li>d) o narrador facilmente se transportar para o passado. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>No sétimo parágrafo, em «E, quando desligo o telefone, sou outra vez o miúdo de 15 anos [...]», a vírgula após a conjunção «e» </li></ul><ul><li>a) está correcta, porque isola-se depois uma oração subordinada temporal. </li></ul><ul><li>b) está correcta, porque fazemos realmente uma pausa a seguir à conjunção. </li></ul><ul><li>c) está incorrecta, porque não estabelecemos qualquer pausa entre as duas conjunções («e» e «quando»). </li></ul><ul><li>d) está incorrecta. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Neste mesmo sétimo parágrafo, o narrador revela </li></ul><ul><li>a) indecisão quanto à melhor forma de ajudar um amigo. </li></ul><ul><li>b) tristeza quanto ao que o destino trouxera ao ex-professor. </li></ul><ul><li>c) angústia por ter estragado uma amizade de tantos anos. </li></ul><ul><li>d) saudade dos tempos de adolescente. </li></ul>
  13. 15. <ul><li>A peça que um dos alunos de Clube dos Poetas Mortos tem vindo a ensaiar é </li></ul><ul><li>a) Hamlet , de Shakespeare. </li></ul><ul><li>b) Felizmente há luar! , de Sttau Monteiro. </li></ul><ul><li>c) O Mercador de Veneza , de Shakespeare. </li></ul><ul><li>d) Sonho de uma noite de Verão , de Shakespeare. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Os anseios do professor de Economia, bem como os dos alunos de Clube dos Poetas Mortos , obedecem a uma perspectiva </li></ul><ul><li>a) estóica (à Reis). </li></ul><ul><li>b) inconformista. </li></ul><ul><li>c) futurista. </li></ul><ul><li>d) epicurista (à Reis; ou à Caeiro). </li></ul>
  15. 17. <ul><li>O título «Muda de vida», relativamente a «Carpe Diem», pode funcionar como </li></ul><ul><li>a) decalque irónico. </li></ul><ul><li>b) tradução literal. </li></ul><ul><li>c) metáfora. </li></ul><ul><li>d) tradução livre. </li></ul>
  16. 18. <ul><li>No primeiro verso («O mito é o nada que é tudo») há </li></ul><ul><li>a) uma metonímia e uma metáfora. </li></ul><ul><li>b) uma metáfora e um oxímoro. </li></ul><ul><li>c) uma comparação e uma antítese. </li></ul><ul><li>d) um polissíndeto e uma aliteração. </li></ul>
  17. 19. <ul><li>Nos vv. 2-5, ilustra-se a relevância dos mitos através da alusão </li></ul><ul><li>a) ao Sol, que é mudo mas brilhante. </li></ul><ul><li>b) a Deus, nu mas vivo. </li></ul><ul><li>c) ao Céu. </li></ul><ul><li>d) a Cristo crucificado, a luz que a todos ilumina. </li></ul>
  18. 20. <ul><li>No v. 1 da segunda estrofe, o deíctico «Este» corresponde a </li></ul><ul><li>a) ‘o mito’. </li></ul><ul><li>b) ‘o mesmo sol que abre os céus’. </li></ul><ul><li>c) ‘Ulisses’. </li></ul><ul><li>d) ‘o corpo morto de Deus’. </li></ul>
  19. 21. <ul><li>O advérbio «aqui» — um deíctico, também — vale por </li></ul><ul><li>a) ‘Ítaca’. </li></ul><ul><li>b) ‘Tróia’. </li></ul><ul><li>c) ‘Grécia’. </li></ul><ul><li>d) ‘Lisboa’. </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Na última estrofe, defende-se que </li></ul><ul><li>a) a vida é mais importante do que o mito. </li></ul><ul><li>b) só há mito enquanto dura a vida. </li></ul><ul><li>c) só há vida enquanto dura o mito. </li></ul><ul><li>d) o mito permanece, mesmo quando a vida acaba. </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Vês outro que do Tejo a terra pisa [...]: </li></ul><ul><li>Ulisses é, o que faz a santa casa </li></ul><ul><li>À deusa que lhe dá língua facunda; </li></ul><ul><li>Que se lá na Ásia Tróia insigne abrasa, </li></ul><ul><li>Cá na Europa Lisboa ingente funda. </li></ul><ul><li>( Os Lusíadas , VIII, 5) </li></ul>
  22. 25. <ul><li>Pai, foste cavaleiro </li></ul><ul><li>Hoje a vigília é nossa. </li></ul><ul><li>Dá-nos o exemplo inteiro </li></ul><ul><li>E a tua inteira força! </li></ul>
  23. 26. <ul><li>Dá, contra a hora em que, errada, </li></ul><ul><li>Novos infiéis vençam, </li></ul><ul><li>A bênção como espada, </li></ul><ul><li>A espada como bênção. </li></ul>
  24. 27. <ul><li>1. «Com efeito, o poema apresenta um tom de oração, dirigida ao rei fundador da nacionalidade. Referido pelo vocativo «Pai», Afonso Henriques, que teria rece-bido uma missão de Deus, é agora o destinatário do sujeito poético, que nele busca exemplo e força. O poeta consi-dera-se parte de um colectivo, o povo português («dá-nos»), a quem agora caberia («hoje a vigília é nossa») lutar contra «novos infiéis», nesta «hora errada» (no fundo, a quem caberia vencer o adormecimento colectivo). </li></ul>
  25. 28. <ul><li>1. </li></ul><ul><li>«Com efeito, o poema apresenta um tom de oração, dirigida ao rei fundador da nacionalidade. Referido pelo vocativo «Pai», Afonso Henriques, que teria recebido uma missão de Deus, é agora o destinatário do sujeito poético, que nele busca exemplo e força. </li></ul>
  26. 29. <ul><li>O poeta considera-se parte de um colectivo, o povo português («dá-nos»), a quem agora caberia («hoje a vigília é nossa») lutar contra «novos infiéis», nesta «hora errada» (no fundo, a quem caberia vencer o adormecimento colectivo). </li></ul>
  27. 30. <ul><li>Quiasmo: </li></ul><ul><li>A bênção como espada, </li></ul><ul><li>A espada como bênção ! </li></ul>
  28. 31. <ul><li>1.1 </li></ul><ul><li>De D. Dinis, enquanto figura histórica, o poema refere a activi-dade poética («escreve um seu Cantar de amigo») e a plantação do pinhal de Leiria («plantador de naus a haver«). </li></ul>
  29. 32. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>«O plantador de naus a haver» é uma metáfora particularmente expressiva, pois confere a D. Dinis a acção de plantar as naus descobridoras no futuro, como se o rei fosse um construtor do futuro . </li></ul>
  30. 33. <ul><li>«E ouve um silêncio múrmuro consigo» contém um paradoxo («ouve um silêncio»), que, porém, talvez seja explicável: trata-se de uma voz interior («múrmura»), a que inspira e impulsiona o rei. </li></ul>
  31. 34. <ul><li>«É o rumor dos pinhais que, como um trigo / de Império» faz uma comparação (entre «pinhal» e «trigo») que aproxima os pinhais plantados pelo rei de uma semen-teira . Esta sementeira é metafórica (é um «trigo de Império»), dará portanto o pão que são as naus construtoras do império futuro. </li></ul>
  32. 35. <ul><li>4. </li></ul><ul><li>D. Dinis figura em Mensagem como aquele que soube escutar a voz do mar, o antecipador da empresa de descoberta do mar, aqui mitificado. N’ Os Lusíadas , epopeia que se ocupa da matéria mais histórica, merece apenas duas estrofes, pois não é um rei guerreiro, os seus feitos foram de ordem mais artística e intelectual. </li></ul>
  33. 36. <ul><li>Louco, sim, louco, porque quis grandeza </li></ul><ul><li>Qual a sorte a não dá. </li></ul><ul><li>Não coube em mim minha certeza; </li></ul><ul><li>Por isso onde o areal está </li></ul><ul><li>Ficou meu ser que houve, não o que há. </li></ul>
  34. 37. <ul><li>Minha loucura, outros que me a tomem </li></ul><ul><li>Com o que nela ia. </li></ul><ul><li>Sem a loucura que é o homem </li></ul><ul><li>Mais que a besta sadia, </li></ul><ul><li>Cadáver adiado que procria. </li></ul>
  35. 38. <ul><li>1. </li></ul><ul><li> A utilização da 1.ª pessoa identifica o sujeito poético com a figura mítica de D. Sebastião, como se o poeta quisesse reconhecer a loucura como componente essencial da condição humana. </li></ul>
  36. 39. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>Em D. Sebastião, conjugam-se a verdade histórica e o mito . Historica-mente, o rei ficou no «areal» do deserto marroquino, vencido o seu exército em Alcácer Quibir (o «ser que houve» ficou «onde o areal está»). Porém, o mito (« o que há ») não ficou no areal, antes permanece . É mais este o lado que interessa a Mensagem , aliás. </li></ul>
  37. 40. <ul><li>7. </li></ul><ul><li>É a D. Sebastião que Camões dedica os Lusíadas (e a quem dirige o apelo para fazer ressurgir a Pátria da «apagada e vil tristeza» do presente). Em Mensagem D. Sebas-tião (e o Sebastanismo) é o mito organizador, articulador, da obra. </li></ul>
  38. 42. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Lança as emendas que fiz em textos hoje devolvidos (os do Concurso Correntes d’Escritas). </li></ul><ul><li>Na próxima aula, dar-me-ás não só as página s já pas s adas a limpo, como o original em que escrevi as correcções. </li></ul>

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