Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 37-38

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Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 37-38

  1. 1. Síria Terrorismo Política Fantasmas Amor
  2. 2. a mente De repente
  3. 3. Na penúltima aula do período, devem trazer o dossiê com as todas as folhas que demos em aula (bem como todos os trabalhos que fizeram em outras folhas). Por favor, ter as folhas mais ou menos ordenadas e fora de plásticos para eu as poder ver.
  4. 4. Aproveito para lembrar que, na última semana de aulas, há aulas. Em geral, em Português as duas últimas aulas são até especialmente relevantes.
  5. 5. Cap. I — Introdução (Exórdio) Caps. II-V — Desenvolvimento Louvores, em geral II Louvores, em particular III Repreensões, em geral IV Repreensões, em particular V Cap. VI — Conclusão (Peroração)
  6. 6. linhas 1-7 Pregar a peixes tem uma desvan- tagem: é os peixes não se converterem; porém, isso sucede com tanta gente, que já não se pode considerar caso especial.
  7. 7. por os encaminhar sempre à lembrança destes dois fins (Céu e Inferno). PREP + DET Infinitivo por + os encaminhar de + os
  8. 8. linhas 8-24 Em função de duas qualidades que tem o sal — conservar e preservar —, também o autor divide o seu sermão em duas partes. Na primeira, elogiará as virtudes dos peixes; na segunda, repreender-lhes-á os vícios.
  9. 9. As citações (ll. 8, 15-16, 18-20) — da Bíblia e de teólogos — servem para dar ao texto autoridade.
  10. 10. linhas 25-97 ll. 2: ouvem e não falam 25-27: foram criados primeiro do que os outros animais 31-32: estão em maior número
  11. 11. 32: são maiores 43-44: acudiram obedientemente 45-47: ouviram Santo António com quietação e atenção
  12. 12. 66-67: não se deixam domar nem domesticar 72-73: nenhum confia nos homens 73: todos fogem dos homens
  13. 13. 89-92: todos escaparam do Dilúvio 92: ficaram mais « l a r g o s »
  14. 14. Não se sujeitarem aos homens era uma qualidade dos peixes que o Padre António Vieira queria salientar, já que lhe oferecia uma analogia com o que defendia para os índios.
  15. 15. 2.1 Ironicamente considerado um mau auditório, os peixes apresentam duas boas qualidades de ouvintes: a. ouvem e falam pouco. b. ouvem e não falam. c. não ouvem e não falam.
  16. 16. 2.2 O facto de os peixes não se poderem converter a. desagrada sobremaneira ao pregador, uma vez que os homens se convertem. b. é uma dor tão ordinária que é difícil de suportar. c. é algo a que o pregador está já acostumado com os homens.
  17. 17. 2.3 Vieira indica as funções do sal e, por analogia, as do sermão, sendo a. as do sal conservar o mal para o preservar e as do sermão louvar o bem (para se preservar dele) e repreender o mal (para o conservar). b. as do sal conservar o são e preservá-lo para que não se corrompa e as do sermão louvar o bem (para o conservar) e repreender o mal (para dele se preservar). c. as do sal preservar o são para o corromper e as do sermão louvar o bem (para o corromper) e repreender o mal (para a ele se aliar).
  18. 18. 2.4 Para explicar a sua estrutura, o pregador expõe genericamente a organização do sermão, referindo ao auditório que o dividirá a. em duas partes: na primeira louvará os vícios dos peixes e na segunda repreenderá as suas virtudes. b. em duas partes: na primeira fará o louvor das virtudes dos peixes e na segunda repreenderá os seus vícios. c. em três partes: uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão.
  19. 19. 3./3.1 a. Para iniciar os louvores gerais aos peixes, o pregador refere que eles foram os primeiros a serem criados por Deus e são os mais importantes para Moisés, por serem os mais numerosos e poderosos.
  20. 20. b. O pregador salienta, de seguida, algumas virtudes que não merecem muito louvor, quando comparadas com as atitudes dos homens. c. Louva, então, a obediência, a ordem, a tranquilidade e a atenção com que ouviram a palavra de Deus pela boca de Santo António.
  21. 21. TPC (1) Prepara a leitura em voz alta de uma das metades deste capítulo II do «Sermão de Santo António» (pp. 110-112). Até à linha 49, a leitura caberá a alunos dos grupos A e B. Entre as linhas 49 e 97, a leitura será feita por alunos dos grupos C e D.
  22. 22. (2) [Este texto pode ser-me dado até até 1 de dezembro (no 11.ª 1.ª: 29 de novembro) — em papel ou por mail.] Aproveitando, ou não, as minhas indicações no início de conto agora devolvido, desenvolve o teu texto em prosa, agora a computador. Aconselho umas mil palavras, pelo menos, e também não muito mais do isso. (E é preferível deixar o texto ainda um pouco incompleto a fechá-lo só para dizer que se cumpriram as palavras todas.)
  23. 23. Ainda não será esta a versão a enviar ao Correntes d’Escritas, mas talvez valha a pena ir usando já corpo 12, espaço entre linhas de 1,5 e uma fonte legível (Times New Roman, Arial, Calibri, por exemplo; a elegante Garamond fica reservada para as nossas folhas). Peço também o cuidado, como aliás para todos os nossos trabalhos, de se não recorrer a coisas da net ou de outros autores.

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